Compras no exterior: tire suas dúvidas e veja dicas para aproveitar ao máximo sua viagem!

Monique Renne 30 · maio · 2014

Compras e viagens. Está ai um casamento que sempre dá certo e é difícil imaginar conhecer um novo lugar, especialmente fora do país, e não trazer algumas coisinhas!  Mesmo que o motivo da viagem não seja especificamente fazer compras, é muito difícil resistir a algumas lembranças. E não estou falando sobre memórias e fotografias, mas sim de camisetas I Love NY, miniaturas da Torre Eiffel e chocolates belgas. Isso para mostrar que mesmo o turista mais desapegado acaba trazendo de volta alguns itens a mais. Imagine então quem embarca focado em aproveitar as melhores promoções?

Para alguns viajantes, espaço é o item mais importante da mala na ida, enquanto a falta dele é o maior problema na volta. Sei bem o que é subir na bagagem, pular e fazer promessa para ela fechar. Pensando nos nossos leitores que abrem a carteira quando estão no exterior, o Melhores Destinos preparou este guia para ajudar na hora de decidir o que vale a pena comprar, a melhor maneira de pagar, como economizar e até como ter de volta um pouquinho dos muitos gastos da viagem. Prepare o bolso! Comprar no exterior é uma excelente maneira de economizar, porém é preciso ter cuidado para não ter problemas ao voltar.

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Arrumando a mala para o próximo destino? Alguns itens são quase obrigatórios na bagagem de todo viajante: roupas, guia de viagem, máquina fotográfica, passaporte e, claro, dinheiro ou qualquer variação dele. Porém, um item menos palpável, muita vezes só é lembrado na hora de fechar a mala: espaço!

É possível prever quanto levaremos de peso, mas dificilmente acertamos quanto vamos trazer de volta. E quem viaja sem um espacinho extra para as compras corre o risco de ter que adquirir, além dos souvenires, um pouco mais de espaço, ou, sendo mais clara, uma mala extra, além de arcar com eventuais taxas de excesso de bagagem.

Programando os gastos

Está com passagem marcada para Nova York, Orlando ou Miami? Ninguém acreditará se você disser que vai voltar sem algumas compras. Se o destino for a Europa, pode ser que a mala volte quase com o mesmo peso da ida, salvo alguns belos souvenires encontrados por lá. O importante, independente do destino, é ter em mente o seu objetivo na viagem e quanto você pode gastar. Não dá para esquecer que cartão crédito tem fatura, mesmo que a cobrança venha apenas no mês seguinte.

Calcule bem o quanto poderá investir nas compras, sem passar aperto na volta. Ter a noção deste valor ajuda a definir quais produtos você poderá adquirir. Talvez aquela tão sonhada bolsa tenha que ficar pra a próxima, assim como o tablet recém lançado. Com o mesmo valor você poderá comprar 20 camisetas. Mas você prefere as vinte camisetas ou a bolsa dos sonhos? Definir prioridades ajuda a organizar os gastos e você não voltará falido e decepcionado.

Claro que nem todas as compras podem ser previstas, e para estes casos um fundo de reserva é essencial! Ele dará conta daquele produto incrível, único e inexistente no Brasil. Você precisa muito comprar? É para este fim que o dinheiro está guardadinho. Nunca se sabe o tamanho de desconto que irá passar por você, então não gaste tudo no primeiro dia de viagem.

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Qual a melhor opção para pagamento: dinheiro, cartão de viagem, débito ou crédito?

A dúvida é cruel e não dá para escapar de fazer uma escolha. Qual a melhor opção de pagamento no exterior? Com o aumento do IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras) de 0,38% para 6,38% em quase todas as formas de pagamento, os critérios para escolha mudaram um pouco. A taxa do imposto deixou de ser o fator principal e outros pontos, como acumulo de milhas, volume de compras e segurança passaram a contar mais.

Todas as formas de pagamento oferecem riscos reais de darem errado, por isso, tenha sempre um plano B. Só para exemplificar: você poderá ter todo o seu dinheiro furtado (mesmo no cofre do hotel); seu cartão de viagem pode não funcionar em várias máquinas; o cartão de crédito talvez não tenha o limite necessário para a viagem, assim como o de débito tem um limite diário de gastos. Fora o fato de que você poderá perder qualquer um deles.

Ah! Não adianta levar várias opções de pagamento e guardar todas juntas. Já pensou perder a carteira com todos os seus cartões dentro dela? Ao menos uma opção, por segurança, deve permanecer no hotel, seja no cofre ou trancada na mala.

Conheça um pouco mais sobre as opções mais comuns usadas pelos viajantes:

Dinheiro – A principal vantagem do dinheiro em espécie é ser a única forma de pagamento que ainda tem o IOF de 0,38%. Como a cotação das moedas estrangeiras varia entre as casas de câmbio e bancos, o ideal é verificar em vários estabelecimentos antes de comprar. Pergunte sempre pelo valor da taxa de administração cobrada por alguns estabelecimentos e que alteram o valor final da moeda. Não deixe para comprar a moeda na última hora. Muitas vezes os bancos não têm o montante desejado, ou dispõem apenas de notas com valor alto, o que dificulta a vida do turista.

O dinheiro em espécie apresenta uma desvantagem enorme em relação aos cartões: não é nada seguro andar com um bolo de notas por aí. Se você for furtado, infelizmente, não poderá fazer nada além de ir a uma delegacia. Não há como bloquear o dinheiro e receber outro em 48 horas.

Caso opte por esta forma de pagamento, lembre-se que a Receita Federal limita a 10 mil reais o valor em espécie que pode deixar o país sem ser declarado. Regras semelhantes se aplicam a outros países em relação à entrada de valores, por isso, se estiver com um grande montante de dinheiro, informe-se sobre o destino a ser visitado.

Cartão de crédito – Com o aumento do IOF nos cartões de débito e viagem, de 0,38% para 6,38%, o cartão de crédito voltou a disputar a preferência dos brasileiros na hora de viajar. Antes nada vantajoso, ele está na moda graças aos programas de milhagens. Entre gastar em um cartão que não traz nenhum benefício, ou outro que pode render a passagem da próxima viagem, é melhor escolher o segundo. E viva as milhas!

Outra grande vantagem do cartão de crédito é a segurança em relação a furtos e extravios. Você poderá bloquear o cartão e, mesmo que ele tenha sido usado indevidamente, a operadora irá estornar as compras. Além disso, dependendo do seu cartão, você receberá outro rapidamente, ainda durante a viagem.

A principal desvantagem é a imprevisível cotação do dólar, já que a conversão para real considera o dia do pagamento da fatura e não o dia da compra. É questão de sorte ou azar. Além disso, não há um padrão no tipo de cotação usada pelos cartões. Entre comercial e turismo vale tudo. Para quem pretende gastar muito, o cartão de crédito pode ser um problema, afinal o limite de gastos não será aumentado só porque você está no exterior. E, dependendo da sua gastança, este limite pode não ser o suficiente. Alguns cartões de crédito – não todos – permitem saque em dinheiro no exterior, respeitando os limites do cliente.

Cartão de viagem pré-pago – De mocinho a bandido, o cartão de viagem que antes tinha IOF de 0,38% agora segue a regra do cartão de crédito e tem o imposto em 6,38%. Porém ele ainda mantém uma importante vantagem: poder levar para a viagem quantos dólares você quiser! Ele não tem limite, como o cartão de crédito, e é bem mais seguro que o dinheiro em espécie. Além disso, se o dinheiro depositado no cartão acabar, você poderá recarregar pela internet ou telefone.

Esse cartão permite saques no exterior e bloqueio no caso de furto ou perda. Um detalhe é importante: ele não oferece um seguro, como no cartão de crédito, que estorna as compras feitas em caso de furto. Você deverá cancelar o cartão logo que perceba o sumiço dele, já que muitas máquinas não exigem senha para compras.

Entre as desvantagens está o fato de que você precisa carregar o dinheiro da viagem no cartão antes de usá-lo, sujeito ao câmbio da empresa emissora, enquanto no cartão de crédito você paga no mês seguinte ou pode parcelar. Além disso este cartão não oferece recompensas por gastos, como programas de milhagem e dependendo da opção pode haver tarifas.

Em compensação, a cotação do dólar será a do dia da recarga, e não haverá surpresas na volta da viagem, o que permite maior controle dos gastos e evita surpresas desagradáveis. Consulte a operadora do cartão sobre a existência, ou não, de taxa extra de administração para cada recarga e quanto tempo o dinheiro pode ficar parado no cartão sem custos.

Outro ponto negativo é o constante não reconhecimento dos cartões no exterior. É bem mais frequente do que as operadoras contam, especialmente quando o cartão não tem chip. E se todo o seu dinheiro estiver lá, vai ser bem complicado!

Cartão de débito – Se o seu cartão de débito está habilitado para uso no exterior, você poderá fazer compras com ele normalmente, porém o IOF, assim como dos outros cartões, também é de 6,38%. Esta opção é muito semelhante ao cartão de viagem, mas apresenta uma grande desvantagem: existe um limite para compras no mesmo dia e para saques em dinheiro que variam de acordo com cada banco. Isto pode ser um grande problema, especialmente para quem desejar adquirir um bem de valor alto.

Veja mais detalhes sobre formas de pagamento no post do Melhores Destinos sobre IOF.

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Comprando antes de viajar

Compras online são um grande facilitador na vida do turista. Se você quer passar todos os dias curtindo o destino, mas não abre mão das compras, que tal aproveitar e adquirir todos os produtos, ou pelo menos alguns deles, ainda no Brasil? Nessa hora os sites de grandes empresas como ebay e Amazon são grandes aliados. O prazo de entrega costuma ser bem mais eficiente do que no Brasil e o risco é baixo de não receber a mercadoria. Muitas lojas de roupas, calçados e eletrônicos também oferecem o serviço de entrega. Como alguns cupons de desconto são permitidos apenas para compras online, você ainda sairá no lucro!

Verifique com o hotel se ele permite o recebimento de encomendas, alguns cobram uma taxa para guardar as caixas. Caso não seja possível, você poderá usar um dos serviços de caixa postal disponíveis no exterior. Basta calcular o tempo de entrega para o mesmo período que estiver na viagem. Se o produto não chegar a tempo, oriente o hotel a devolver o pacote, assim você não ficará no prejuízo. É um processo que depende da honestidade de muitas pessoas e da confiança no serviço de entrega. Mas, acredite, funciona e te deixará livre para aproveitar a cidade. Quando chegar, basta recolher as caixas na recepção, fazer as malas e ser feliz!

Arrumando as malas

Está quase na hora de embarcar! Já tem ideia do que pretende comprar no exterior? Arrume as malas tentando prever quanto espaço será necessário para todos os bens a serem adquiridos no caminho. Se estiver na dúvida, que tal levar uma sacola de viagem dobrada e vazia? É uma precaução que não ocupa espaço, ajudará a não passar aperto na hora de fechar a mala e evitará que você compre mais uma bagagem no exterior.

Para os turistas que estão focados nas compras, e viajam com uma mala vazia para voltar com duas cheias, vale um alerta importante: chegar a um país estrangeiro para passar dez dias, com uma mala vazia, é passível de desconfiança. O MD recebeu vários relatos de passageiros que foram barrados no raio-x da imigração americana simplesmente por não terem quase nada na mala. O susto é grande e muitas vezes desnecessário. Ninguém relatou que foi deportado, porém todos prestaram esclarecimentos à imigração.

Não esqueça que o avião não é um caminhão de mudança e há limites para as bagagens. Em voos internacionais com franquia de peças, o passageiro da classe econômica poderá levar até duas malas com 32 kg cada. Já nos voos com franquia por peso, será permitido o transporte de volumes com até 20 kg, no somatório total. Além das bagagens despachadas, é permitido levar uma mala de mão, com até 5 kg. Para saber mais detalhes, acesse o nosso post sobre bagagens. Lá você encontrará todas as regras em detalhes.

Free Shop no embarque

A tentação começa ainda em solo brasileiro. O free shop é um convite a pequenas comprinhas. Porém, vale lembrar, a área do free shop no embarque é considerada internacional, ou seja, qualquer compra efetuada neste momento entrará na cota de US$ 500 permitida para compras no exterior. Segure e carteira para aproveitar as pechinchas lá fora. A cota extra do free shop, no valor de US$ 500, vale apenas para o momento do desembarque, quando você retornar ao Brasil. Aproveite para fazer pesquisas de preço, assim você saberá quanto custa o produto que pretende adquirir na volta.

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É hora de ir às compras!

A metodologia varia. Muitos turistas preferem comprar apenas o que encontram durante os passeios, outros vão direto aos pontos de venda, como shoppings, outlets e lojas de departamento. Seja qual for o seu espírito comprador, o importante é tomar alguns cuidados que podem facilitar a sua vida na hora de gastas dinheiro. O Melhores Destinos separou algumas dicas que podem ajudar neste processo de compras:

1- Organize-se! Não dá para sair comprando o mundo sem saber como pagar ou fazer caber na mala. É preciso estar consciente para não comprar em excesso (afinal, temos a Receita Federal);

2- Priorize locais de compra que ofereçam várias opções de lojas. É uma boa maneira de economizar tempo, paciência e sola de sapato, além de você poder aproveitar mais a viagem;

3- Pretende realmente comprar o mundo? Leve uma mala para carregar as compras! Não é preciso ter vergonha, você não será o único a transportar sacolas sobre rodas;

4- Experimente tudo o que comprar, talvez não haja oportunidade de retornar à loja e fazer uma troca (e ninguém merece perder tempo de viagem fazendo isso). Teste os eletrônicos e veja atentamente se não há defeitos nas roupas e calçados. A dica vale para todos os produtos!

5- Antes de ir para as compras, procure cupons e livros de desconto. Eles são realmente eficientes, especialmente nos EUA. Ah! Não basta imprimir, é preciso lembrar-se de usá-los!

6- Em alguns países os impostos não estão inclusos no valor do produto e você só saberá o preço final na hora de fechar a compra. Aquele vestido de US$ 300 pode sair um pouquinho mais caro do que você imaginou. Calcule sempre o valor do imposto antes de ir para o caixa;

7- Tenha mais de uma forma de pagamento. É comum que cartões de crédito não funcionem ou sejam considerados inválidos.

8- Peça a nota fiscal. Ela é fundamental para efetuar trocas e provar o valor do produto na alfândega;

9- Verifique todas as exigências da Receita Federal em relação às bagagens, assim você estará preparado quando chegar ao Brasil. Para saber as regras em detalhe, veja o nosso post sobre regras alfândegárias;

10- Não esqueça que as compras precisarão voltar para o Brasil dentro de malas e que elas têm limites estabelecidos. Cuidado com o excesso de bagagem; o custo pode ser alto. Veja mais detalhes no nosso post sobre bagagens;

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Corra atrás do Tax Free! E prepare-se para correr muito!

Compras feitas e malas arrumadas! É o triste momento de encerrar as férias e voltar ao Brasil, mas não sem antes pegar de volta um pouquinho do que foi gasto. E como é possível? Para muita gente o tax free só existe no nome, mas ele é real. Trata-se do reembolso para não cidadão do imposto genericamente chamado de VAT (Value added tax). Para exemplificar, no Brasil ele equivale ao IPI, ICMS e ISS.

Na maioria dos países ele representa apenas um único imposto sobre mercadorias e serviços, que varia em nome e valor. Na Argentina, o nome é IVA (Impuesto al valor agregado) e o imposto é de 21%, já em Cingapura é chamado de GST (Goods and Services Tax) e tem valor de 7%. A União Europeia é o local onde a prática do tax free é mais difundida e simples, ainda assim as regras variam muito entre os países. Já nos EUA é praticamente inexistente a prática do tax free, sendo permitida apenas nos estados de Oregon e Louisiana.

É difícil entender como funciona. Mais complicado ainda é pegar de volta o valor a que o viajante tem direito. Os critérios para selecionar quais produtos oferecem o tax free diferem entre os países participantes. As regras são confusas e também variam muito. É preciso pesquisar um bocado para entender como funciona no país pelo qual você está viajando. Várias empresas, como a Global Blue e a Premier Tax Free, processam o trâmite de devolução do imposto.

Na prática, funciona da seguinte maneira: ao adquirir um produto, em uma das lojas participantes, o turista tem o direito de receber de volta parte do valor pago em impostos. Para isso, no ato da compra, é preciso apresentar o passaporte e pedir o formulário do tax free. Muitos estabelecimentos têm o selo de identificação na vitrine, o que facilita a vida do consumidor. Nem toda compra dá direito ao tax free. Algumas lojas têm um limite mínimo de gastos para que o processo seja válido, assim como uma seleção de produtos. Este critério não é claro e varia muito. Pergunte sempre!

Quando terminar as compras, junte todos os formulários preenchidos para efetuar a restituição do imposto. Algumas operadoras oferecem a opção de restituição em guichês localizados em shoppings e centros comerciais, por isso é preciso pesquisar os pontos de troca da empresa que você tem formulários. A maneira mais comum de realizar o processo são os balcões nos aeroportos. Procure o guichê da empresa que processou o pedido. Este procedimento deve ser feito antes de despachar as malas, já que muitas vezes será necessário apresentar os produtos referentes às notas fiscais elegíveis para o processo. Após a conferência, e o recebimento do carimbo de aprovação, será solicitado ao viajante fornecer os dados do cartão de crédito para devolução do imposto ou, a melhor opção, você poderá retirar o valor em dinheiro em uma casa de câmbio indicada, no próprio aeroporto. Chegar cedo é fundamental para ter sucesso nesta operação! Assim você não corre o risco de perder o voo.

A restituição do VAT é um processo, na maioria das vezes, chato, complicado e nada padronizado. Cada lugar funciona de um jeito. Mas quem consegue levar até o final tem um excelente motivo para comemorar: dinheiro no bolso!

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Free shop no embarque do exterior

Não comprou o suficiente ou esqueceu alguns presentinhos de última hora? Aproveite o free shop antes de embarcar. Quase sempre eles têm mais variedade que o brasileiro. Porém, como nem tudo são flores, a mesma regra do free shop no embarque do Brasil vale para o embarque no exterior: qualquer produto adquirido no free shop do exterior entrará na cota de US$ 500 permitida para compras internacionais. A cota extra de US$ 500 é apenas para o free shop de desembarque no Brasil. Mas nós já estamos quase lá!

Free Shop de desembarque no Brasil

Agora sim! Está liberado! Você tem mais US$ 500 para gastar além do limite, também de US$ 500, para compras no exterior. Este é o único free shop que permite o uso da cota extra. No free shop do Brasil, na área de desembarque, você poderá optar por pagar em real, e não ser vítima do IOF de 6,38%, ou pagar em dólar e euro. Aproveite para levar o perfume que esqueceu e alguns chocolatinhos.

A passagem pela alfândega

Sem dúvida, este é um dos piores momentos para os turistas que retornam do exterior. É difícil prever o que vai acontecer quando passamos pela alfândega, por isso é sempre bom agir dentro da lei para evitar problemas. A regra básica é: cada brasileiro tem o direito de trazer bens adquiridos no exterior, no valor de até US$ 500, sem pagar impostos. O que passar desta cota deve ser declarado à Receita Federal, que fará o cálculo de imposto – de 50% – sobre o valor que exceder os US$ 500.

É importante conhecer bem as regras de bagagem, até mesmo para poder argumentar com o fiscal, caso você seja o escolhido da vez. Saber o que é ou não bem de uso pessoal, quantos produtos de cada são permitidos, quais eletrônicos entram ou não na cota é fundamental na hora da aduana. Ninguém está livre de ser barrado, mesmo os que seguem para a fila de “nada a declarar”. O importante é agir corretamente, assim você não corre o risco de ter que pagar, além dos 50% de imposto, mais 50% de multa pela mentira.

Para ficar por dentro de todos os detalhes das regras da Receita Federal, o Melhores Destinos preparou um post sobre regras alfandegárias que vai te ajudar, e muito, na hora de voltar ao Brasil com a mala cheia.

Como toda viagem precisa de um pouco emoção, siga a fila escolhida e torça para que tudo dê certo! Assim você poderá aproveitar as comprinhas que fez no exterior sem nenhum problema. Veja mais no nosso post sobre regras alfândegárias

Onde é melhor comprar?

Estados Unidos, França, Londres, Tailândia, Japão, China… Afinal? Qual o melhor destino de compras no mundo? A resposta mais sensata é: depende! Mas vamos ser honestos, dificilmente os EUA serão desbancados da liderança nos quesitos preço/qualidade, variedade e facilidade de compra. O valor das passagens não é exorbitante, a comunicação é extremamente fácil, os preços são verdadeiramente mais baratos e lá você encontrará quase tudo o que procura, salvo produtos muito típicos de outros países (e olha que se procurar é capaz de você encontrar). Para ter uma ideia da diferença de valores, escolhemos alguns produtos que refletem bem a disparidade de preços, especialmente em relação ao Brasil.

Ipad Air – 16 GB

Brasil – 1749,00 reais

EUA – 499,00 dólares

França – 489 euros

Câmera Canon Rebel EOS T3I com lente 18-55 mm

Brasil – 2999,00 reais

EUA – 549,00 dólares

França – 607,00 euros

Máscara para cílios Zoom Waterfast Lash da MAC

Brasil – 69,00 reais

EUA – 16,00 dólares

França – 20,00 euros

Tênis Nike Flyknit Max

Brasil – 1000,00

EUA – 225,00 dólares

França – 249,00 euros

Perfume J’adore 100 ml

Brasil – 444,00 reais

EUA – 115,00 dólares

França – 112,00 euros

Os EUA têm uma quantidade absurda de shoppings, outlets e lojas de departamento que são capazes de deixar maluco até mesmo o mais pão duro dos turistas. Além dos clássicos recintos de consumo, cidades como Nova York oferecem experiências de compra que vão muito além da Victoria’s Secret e Nike. Você terá a chance de ver lojas exclusivas e produtos que nem chegam ao Brasil. É neste quesito que fazer compras no exterior é realmente válido.

Até que ponto viajar para comprar meias (como eu mesma já fiz tantas vezes) é interessante? Pode ser econômico, claro! Mas o viajante está perdendo a chance de adquirir bens únicos, apenas compráveis naquela vila que ele visitou no interior da Itália. As cidades europeias são excelentes para comprar peças bem diferentes do habitual desfile americano, mesmo que o preço não seja dos mais convidativos. O mesmo vale para países da África e Ásia, culturalmente tão ricos e que oferecem uma variedade inacreditável de produtos absolutamente regionais. Como resistir ao Grand Bazar na Turquia e ao mercado de tecidos em Jakarta? Assim como estes, outros incontáveis exemplos de bons lugares para comprar estão espalhados pelo mundo, e eles passam longe das características de um shopping.

Na Ásia, diferente da Europa, os preços são mais semelhantes aos dos EUA. Passado o trauma de pagar uma pequena fortuna na passagem, você poderá usufruir de um câmbio extremamente favorável e preços que cabem no bolso. Destinos como Tailândia e Indonésia vendem equipamentos fotográficos e produtos eletrônicos com preços comparáveis aos dos EUA. Esta é a prova de que sacolas podem ficar cheias em qualquer lugar do mundo!

E você? Qual o seu lugar predileto no mundo para compras? Aqui vale tudo! De mercados regionais a mega shoppings. Divida com a gente a sua experiência de encher sacolas por aí, quem sabe na próxima viagem o Melhores Destinos passa por lá!

Publicado por

Monique Renne

Editora de Destinos

  • Luis Ley

    Muito bom o texto!
    EUA claro!!

  • Excelente post, parabéns, e obrigado!

  • claudia

    Em 2010, em Ft Lauderdale, tudo o que eu comprava em loja física da Compusa foi me restituído o imposto, no momento da compra.

    • Edilma

      nAO ENTENDI. COMO ASSIM? Devolveram por que?

      • Rozaina

        O tax free(imposto devolvido ao nao cidadao)

    • acho que não tem mais isso na Flórida..mesmo assim ainda vale muito a pena.

  • Tem tax free no Texas. Precisa de todas as etiquetas e notas fiscais. http://www.taxfreetexas.com

  • Lena Campos

    Excelente post. Parabéns e obrigada!
    Preparando a primeira viagem a NY. Todas as dicas são super bem vindas.

  • Ótimo post! Parabéns!

  • Franklin

    Show de bola, parabens pelo post

  • lairton

    Estou indo para Santiago e vi que lá o Mac book mais top é menos da metade do preço do Brasil.
    A alfandega vê muito aparência, malas de grife, malas enormes, numero de malas, conta muito. Uma mala surrada funciona bem…
    Ao voltar de uma viagem a Suíça o único passageiro a cair na malha fina da alfandega foi o que estava melhor vestido, de paletó, com malas Louis Viton…

  • Joao R.

    Amigos do melhores destinos,

    Na parte de compras em que comparam o preço dos produtos nos EUA tem que somar também as taxas de impostos locais!! Por exemplo, o Ipad mencionado na realidade custa $499 + TAX, o que resulta em um valor médio de $535. Claro, continua sendo mais barato comprar lá, mas somados os impostos do cartão e tudo mais, é sempre bom ver certinho se realmente vale a pena a compra, visto que você gastará toda a sua cota de viagem em um único produto (que, no Brasil, custaria apenas cerca de R$200 reais a mais).

    Tendo dito isso, resta parabenizá-los pela matéria e pelo site que me ajuda com frequência!

    Abraços

    • Joao R.

      ps: o preço desse ipad no site da apple Brasil é R$1574,10 (à vista)

      • Paulo

        Esse é o preço do iPad Retina, o iPad Air está R$1749.

        • Rozaina

          Tá certo!!!

    • Oi João!
      Como o imposto varia entre as cidades dos EUA, qualquer preço que eu colocasse com o imposto não refletiria a realidade. De todo modo, é sempre mais barato nos EUA 😉

  • JAMEL

    E O PANAMÁ ? NÃO É UMA BOA OPÇÃO?

    • É uma excelente opção, Jamel!

    • Voltei do Panamá recentemente e os preços são comparáveis aos EUA. Claro que comprei tudo que precisava, mas em termos de variedade perde feio para EUA

  • Ricardo Maia

    Ótimo post! Mas cabe uma observação: Quando você diz "………, lembre-se que a Receita Federal limita a 10 mil reais o valor em espécie que pode deixar o país sem ser declarado. Regras semelhantes se aplicam a outros países em relação à entrada de valores, …….".
    É exatamente assim nos outros países , só que, nesses todos, são o equivalente a até 10.000 DÓLARES AMERICANOS enquanto que por aqui a nossa querida Receita Federal fala em 10.000 REAIS(menos de 4.000 DÓLARES AMERICANOS)!!!
    Certamente essa definição é do início do Plano Real, quando R$ 1,00 equivalia a US 1,00, o que não é mais verdade a muito tempo….
    Precisamos movimentar os viajantes para que esse erro ridículo(ou quem sabe má-fé da Receita com o intuito de segurar artificialmente os gastos no exterior) seja corrigido; seria ótimo começar uma campanha a respeito!!!

    • Ok, mas vamos combinar que alguém que saia com mais de R$10mil em CASH do Brasil nos tempos de hoje bem intencionado não deve estar né?

      • Poxa vida …. Gol contra?!
        10 mil reais é cerca de 3 mil euros. Numa viagem de 30 dias você consome este dinheiro sem cometer excessos.

        • Em cash? Não imagino alguém (além de senhorinhas de 80 anos que não gostam de lidar com tecnologia) que nos dias de hoje sairia do Brasil com 10 mil reais em notas ao invés de colocar esse mesmo valor num travel money ou na conta corrente para fazer saque no exterior. A parcela da população que se beneficiaria de um aumento desse valor para transações licitas no exterior é tão pequena que não vejo motivo para uma reavaliação desse valor.

          • Caroline

            Maria Renata, eu mesma já sai com mais de 5 mil dólares (éramos eu e meu marido). E conheço várias pessoas que também já levaram mais do que esse valor. Eu prefiro levar em dinheiro ou cartão pré pago. Evito ao máximo usar o cartão de crédito, pois não gosto de voltar de viagem tendo contas a pagar.

      • Dênis Colli

        Maria Renata,
        É mais comum do que você imagina sair com mais de 10k do Brasil… Como o Leonardo disse são 3mil euros…

        • Paulo Almeida

          Exato Denis…….muito, muio comum mesmo.

      • João

        Eu conheço várias pessoas que saem com essa quantia em dinheiro, pois não utilizam cartão de crédito, alias a primeira vez que fui para o exterior fiquei assustado, porque ninguém te pede senha ou documento, ou seja se perde um cartão com carga de dólares, o cara pode gastar tudinho sem ninguém pedir nada.

      • Daniel

        Maria Renata, até o ano passado, eu viajava com cartões e pouco dinheiro em espécie, porém, pagar 6,38% de IOF é uma extorsão, logo, hoje viajo prioritariamente com dinheiro em espécie.

        A boa notícia é que podemos sim levar qualquer valor, basta que façamos a declaração de porte de valor pela internet à Receita Federal. A propósito, não se paga imposto por esta declaração, só é necessário comprovar a origem do dinheiro.

        Para quem cumpre a lei, não haverá nenhum problema.

      • Paulo Almeida

        Gasta-se facilmente esse valor, uma familia de 4 pessoas voltando dos EUA. Sempre levo cash e credit card. Um absurdo total esse valor pequeno. Quem trabalha e junta seu dinheiro gasta ele da forma que quiser e como quiser.

        Europa nem se fala.

    • fernanda vidinha

      Adorei,pode contar comigo nessa,afinal se colocar os US$ 4.000 para despesas também não é muita coisa.

  • Excelente texto!!! Pretendo voltar dos EUA com as sacolas cheias!!!

  • Rafael

    Muito bom o post. Nunca tive tempo de usar o "tax free".

    Só teve um errinho de digitação no tópico "Free Shop de desembarque no Brasil" onde é informado o IOF de 6,58%, na verdade é 6,38%

  • Renata

    Excelente post! Gostaria de mais informações a respeito de caixa postal no exterior. Irei à NY, mas ficarei em apt alugado. Como posso programar a entrega via caixa postal?

    • Oi, Renata! Pergunte ao inquilino se o apartamento tem porteiro, caso não tenha, um bom exemplo de locker é o da própria Amazon! Existem vários nos EUA e na hora do comprar você pode selecionar onde pegar a mercadoria. Você receberá um código para abrir o seu armário e pegar a sua sacola 🙂

    • Puxa! Como já vi a resposta que vc recebeu e já me apaixonei pelo locker da Amazon (ai, meu Deus…), agora queria saber onde vc alugou o apÊ!

    • Nathale

      Oi Renata, você alugou seu apto por onde? Por qtos dias?
      Queria locar por 7 dias, mas dizem que isso lá é ilegal.
      Se puder me ajudar. Agradeço. Abraços

  • Jhonatha

    Curiosidade: Supondo que eu resida na Europa e tenha adquirido lá em algum momento um MacBook. Se eu vier a passeio ao Brasil (lembrando que, neste caso, resido lá) e trouxer o computador, ele pode ser taxado e cobrarem impostos dele, mesmo ainda que brasileiro, residindo em outro país?

  • Hapri

    Gostei da reportagem. tava com muita dúvida sobre isso. Se eu trouxer um celular fora da caixa, no bolso, isso também vai entrar como cota?

    • Hapri, o celular precisa estar usado para não entrar na cota. Ah! E só vale um por pessoa.

  • LFCruz

    sacolas podem ficar cheias em qualquer lugar do mundo. Verdade. Menos no BR onde tudo custa mais que os olhos da cara.

  • Igor

    As compras realizadas online na amazon também têm a vantagem de não serem cobradas taxas, mas somente para alguns estados americanos. Por exemplo, a Florida é isenta, então vc se livra das taxas nas cidades desse estado. Os Estados de Nova York e Texas já não livres dessas taxas em compras online da amazon. Quando fui à Florida fiz muitas compras online e economizei bastante dinheiro me livrando dessas taxas. Para maiores informações sobre os estados que são isentos de taxas na amazon, tem este site: http://www.amazon.com/gp/help/customer/display.ht

    • Leticia

      Igor, agora se paga taxa sim pela Amazon na Florida!!

      • Igor

        Verdade. Hoje está cobrando. Mas quando fui em março de 2014 ainda não cobrava. Que sorte eu dei!

    • Thormes Filgueira

      A obrigatoriedade começou em 01/05/2014, conforme se vê da notícia abaixo: http://www.miamiherald.com/2014/05/01/4087841/sho
      A regra da taxação nos EUA é de que a empresa online só é obrigada a reter o imposto na hora da compra online se tiver loja física. Como foi inaugurado centro de distribuição da Amazon na Flórida, passou-se a exigir a retenção do imposto.
      Antes disso, quem tinha que efetuar o pagamento do imposto era o próprio comprador, entretanto, ninguém jamais o fez.

  • Quem for a NYC com tempo e tiver condições de alugar um carro e passear no Estado de New Hampshire, aproveite, lá não se paga sale tax!! Acabei de voltar lá, e tive ótimas barganhas!! Nesta viagem também dá pra visitar Boston, pois Massachussetes faz divisa com este Estado!!!
    Um colega falou das compras efetuadas na Amazon também não terem sales tax. Cuidado pois isso varia de estado para estado. Se vc pedir para entregar em sua viagem dentro do Estado de NY, lá sim paga sale tax. Uma forma de descobrir é fazendo a compra e antes de confirmar o finalmente da compra, o site do Amazon mostra os valores totais e se tiver sale tax, também será mostrado a parte.

    • Em NY vale a pena ir pro Mall de New Jersey de ônibus. Não tem imposto em roupa e calçados. Vale muito a pena.

  • Rafaela

    Qual o melhor lugar para comprar em Santiago?

    • Pamela

      Puxa adoro Santiago mas nunca fiz compras…apenas lembranças pois nunca achei preços bons…so em Buenos Aires q adorei aquelas lojas de couro q fazem a jaqueta de um dia para o outro sob medida…

    • João

      Depende do seu padrão sócio-econômico.

      Mas se vc for do esquema que curte as marcas vendidas nos outlets nos EUA, pode comprar nas lojas da Ripley, Falabella e Paris, que com certeza vc encontrará artigos de muito boa qualidade a preços bem menores do que no Brasil, porém maiores do que nos EUA. Ex.: Jaqueta de couro da Ellus a R$200,00, roupas para bebê com qualidade equiparável a carters, gimboree a R$30,00.

    • Paulo

      Falabella e Ripleys.

  • Excelente texto! Mas em relação ao seguro viagem? Li no reclame aqui sobre vários e não consegui ter segurança pra fazer o seguro em nenhum. Alguém tem boas referências?

    • Oi Paulo! Neste post tratamos só sobre compras, mas estamos preparando para as próximas semanas uma matéria só sobre seguro viagem e cuidados com a saúde na exterior.

  • Oliveira

    Boa Tarde! Muito bom o post.
    Contudo me pairou uma dúvida
    O valores acima de R$ 10.000,00 reais que deve ser declaro e por cada pessoa ou total da família
    no meu caso, vamos em cinco Eu minha esposa e três filhos

    • O valor, no Brasil, é de 10 mil reais por pessoa, porém na entrada dos EUA o limite é de 10 mil dólares por família. Fique atento 😉

      • Alessandra

        Eu já cai nessa nos EUA, achamos que era 10 mil dólares por pessoa e em família levamos mais que isso, por falta de informação acabamos na sala de declaração e foi bem assustador, depois de declarado e entendido que foi apenas confusão tudo continuou normalmente mas a abordagem foi bem assustadora.

  • Marcela

    DICA PARA QUEM VAI PARA PORTUGAL!
    Não deixem de passar na Primark! Loja com preços de roupas e acessórios de deixar todos loucos! (:
    Tem em Lisboa e no Porto!

    Boa sorte!

  • Por que pessoas foram paradas na imigração americana por chegarem com a mala vazia? A regra de compras é do Brasil, nós não podemos entrar AQUI com mais de 500 dólares em compras, mas os EUA querem mais é que compremos muito, não?

    • Monique Renne

      Fátima, por questão de segurança! É muito estranho um viajante declarar que vai ficar 10 dias no país e não ter nenhuma roupa. Eles têm parado vários turistas por esse motivo.

      • Pamela

        Sera q eles pensam isto mesmo? Nunca me perguntaram sobre malas…ou bagagem…

        • Monique Renne

          Pamela, não foi uma experiência minha. Recebemos vários relatos sobre isso no post que publicamos a respeito da imigração americana. Você pode conferir lá. http://www.melhoresdestinos.com.br/imigracao-amer

        • "Segurança" é a primeira coisa que os americanos pensam hoje em dia.

    • Paulo

      Não se trata de preocupação com as compras alheias. Isso é porque depois do 11 de Setembro, qualquer coisa atípica pode ser vista como suspeita de terrorismo.

  • Sheila

    Ótimo post. Parabéns! O conteúdo do site sempre é muito útil.

  • Outra dica que vale lembrar para quem gosta de itens de luxo: vale mais a pena comprar na Europa pelo taxfree, já fiz essa conta de trás pra frente várias vezes. Não vá na onda de que nos EUA tudo é mais barato. Sai muito mais barato na Europa, pois lá não é produto importado, e nos Estados Unidos bolsas Chanel são itens importados.

  • Juliana

    Amigos, sempre fiz compras pela internet e mandei para os hotéis nos EUA. Nunca tive problema, é uma tremenda mão na roda, principalmente quando o item é bem específico, você poupa muito tempo da sua viagem, fora a emoção de chegar no hotel e de cara já tem várias caixinhas esperando por você! Outra dica que aprendi com uma amiga minha, é quando for entrar na fila da alfândega com as malas, QUANDO POSSÍVEL, não coloque as malas naquele carrinho, venha puxando você mesmo de modo que elas fiquem atrás de você. Já viajei 3 vezes com essa minha amiga, ela sempre faz isso e eu sempre trago no carrinho, dito e feito, eu sempre sou barrada e ela sempre passa reto. Abraço!

    • Paulo

      Dificil eh trazer 1 mala vindo dos EEUU.

  • Rogerio

    Monique você escreve muito bem e vai direto ao ponto.
    Tens muita experiência e espero que não estranhe minha dúvida.
    Um carrinho de bebe dentro de uma mala adequada com peso adequado pode me causar problemas na alfandega?
    Desde já, obrigado.
    Rogério Holtz

    • Monique Renne

      Oi Rogerio!
      Obrigada 🙂
      A questão do carrinho é a seguinte: se você for parado na alfândega, e passarem a sua mala no raio-x, você terá que pagar o valor do imposto de 50% sobre o que exceder US$ 500 mais a multa de 50%. Isto porque só é justificado estar com um carrinho de bebê para uso pessoal se você estiver com um bebê 🙂 Por isso, fiquei atento! Você está correndo sim o risco. Se o carrinho estiver dentro da cota, não há problema!

      • Regina

        Acabei de chegar de Londres e trouxe um carrinho de bebê na caixa, sem nenhum problema! É considerado como mala. Assim, trouxe uma mala de 32 quilos e um carrinho duplo!Tem legislação brasileira que permite trazer sem taxação… A Receita Federal não me deu nenhum problema. "É carrinho de bebê , tudo certo, pode passar"…

        • Monique Renne

          Regina, você sabe me dizer qual legislação é essa? Fiquei curiosa. Realmente nunca ouvi falar.

    • Rogério, vc vai sozinho? Tudo depende. Me falaram q em guarulhos agora passam tudo no rx. Minha urna veio este mês por Brasília, carrinho da britax q coube dentro da mala, e nao foi parada. Tenho mta experiência em compras nos EUA, mas fiz o enxoval do meu filho em 2011, então mta coisa mudou. Sem duvidas, o melhor e vc nao ir sozinho, c possível com os futuros avós, PQ ai dilui as compras. Eu sugiro caso o carrinho nao caiba na mala, despacha-lo como um volume (fiz isso com o meu), e ai sua outra mala ser somente coisas d uso pessoal, tudo sem etiquetas, d preferência com as roupas sujas por cima, tudo meio desorganizado. Além disso, tem aquelas embalagens a vácuo, q diminui mto o volume, vc pode usar o aspirador d PO do hotel para facilitar. Resumindo, nao vá sozinho. D preferência sua esposa sem barriga pra nao chamar atenção; em uma mala as roupas do bebe, com outro passageiro o carrinho, e por ai em diante. Espere o melhor, mas Prepare-se para o pior. Boa sorte!! Qq coisa e só perguntar!!!

  • Bibiane

    Excelente post!!! Vou para os EUA em setembro, para fazer a Rota 66, e vou aproveitar pra ir em alguns outlets. Já tenho uma boa ideia do que pretendo comprar lá, mas sei que nao hora, vou acabar me deixando levar pelas otimas barganhas.
    Eu estava realmente querendo ir com uma mala mais vazia, e levar quase tudo numa mala de mao, mas pra nao haver problemas, vou procurar ir com ela mais cheia!!

    • poe a mala de mao dentro da mala grande e despacha. Leve uma mochila com uma muda de roupa na mão ( pra nao passar perrengue se a mala extraviar). Sempre viajo assim….. o bom é q mala vazia pode estragar com mais facilidade.

  • João

    Na Europa tem algum pais que compensa comprar notebook? Eu vou em julho para lá.

  • Roberta

    Hong Kong – indo aos lugares certos – é bem mais barato que os EUA.

    • Taiwan também, os preços são muito bons e é dificílimo encontrar produtos falsificados.

  • heloisaloures

    No aeroporto de Lisboa fizemos o tax refund sem problemas: perguntei no balcão do check-in como fazia, ela me mandou então para um outro balcão, onde despachei as malas e onde foram conferidas e carimbadas as notas fiscais (detalhe: não conferiram os produtos na mala, mas isso pode acontecer). Depois disso fizemos os procedimentos normais de entrada na área de embarque e lá procuramos o guichê da Global Blue, que conferiu tudo e nos devolveu o valor do imposto em dinheiro (pode-se escolher se quer em euro ou dólar).

    Já sobre as malas, quando fui pra NY fiz o seguinte: uma mala "molenga" dentro da mala de rodinhas, mas não dobrada, e sim encaixada dentro dela. As roupas foram dentro da mala molenga (dessas tipo de academia), e levei mais uma mala de bordo de nylon (comprei na Decathlon, fica do tamanho de uma necessaire quando fechada e aberta coube a caixa do Playstation dentro). Então na ida eu tinha só uma mala, mais prático pra pegar trem (até DC e volta) e na volta foram duas despachadas (a de rodinhas e a molenga) e uma de bordo (a dobrável da Decatlhon). Sem excesso de peso 🙂

  • Benício

    Vou para o Chile em julho. Compensa fazer algumas compras por lá?

    • Monique Renne

      Tenho alguns amigos que moram em Mendoza, na Argentina, e viajam para o Chile pra comprar eletrônicos.

    • O Chile vale a pena porque é parte da Aliança do Pacífico. Faz livre comércio com o Japão, por exemplo.

      • Benício

        Queria comprar alguns eletronicos lá será que fazem uma NF de lá menor que $500? Já que acho o preço vai ser mais alto.

        • Paulo

          Jeitinho nao, cara. Por isso o Brasil nao avança.

  • Paulo Brito

    Parabéns pelo post

  • Otávio

    As dicas são ótimas. Deu todas as opções com relação ao uso da moeda. è só escolher a mais conveniente.

  • Rosana

    Os cartões pré-pagos são bem aceitos em toda a Europa?

    • São aceitos como todos os cartões, porém é bom salientar que os cartões pré-pago sem chip e sem nome impresso, como o do Banco do Brasil, costumam não ser reconhecidos pela máquina, tanto na hora da compra quanto na hora do saque. Leve sempre outra opção de pagamento com você.

      • Sério isso? Já usei meu pre-pago em dolar no chile, peru e colombia sem problema. Não lembro se tem chip, mas nome impresso não há. vou pra europa em outubro e tenho q pegar um pre-pago de euro no banco. medo de dar errado! tenso!

        • Experiência própria, meu travel card já deu problema várias vezes. Para a Europa eu fiz um com chip, deu tudo certo.

  • Vinícius Baronceli

    Ótimo post! EUA é sempre uma excelente opção,mas andei lendo que a África do Sul tem preços compatíveis com os dos EUA, procede essa informação?? Sempre achei a África do Sul um destino muito interessante.

  • Clara

    As minhas observaçòes são que, se está na Europa e quer restituição, chegue bem mais cedo ao aeroporto para pedir o "tax refund" (VAT). Tanto em Orly quando em Lisboa, parece que fazem de tudo para que você desista da restituiçãoa a que tem direito. Os países estáo mal economicamente, e na minha opinião, essa dificuldade não é por acaso. Tem de ter tempo, paciência e persistência para receber o que é de direito.

    Tax free no Brasil é um absurdo de caro. E sim, você está pagando taxas, muitas taxas. Só não se deu conta.

    Melhor lugar para compras nos EUA é o Oregon. Não são só as compras que não têm taxas. Os restaurantes também não têm, e o turismo fica muito mais barato. Há um Premium Outlet a 45 minutos de Portland, só não há marcas como Prada, Burberry, etc. De resto, tem quase tudo que brasileiro gosta. Sem impostos. Mesmo! E também pelo estilo "west coast" ( não é cowboy, hein?), as compras em Portland são perfeitas para os cariocas, porque o espírito de se vestir é muito parecido. Boas compras!

    • mariostefa

      Em Barajas/Espanha, eles tambem dão canseira para ressarcir o Vat

      • heloisaloures

        Putz, eu fiz o refund em LIS (setembro de 2013)e foi fácil e razoavelmente rápido…

        • Clara

          "Razoavelmente rápido" é um luxo ao qual o viajante brasileiro não se pode dar. Eu já fiz em Lisboa três vezes e só na última eu também fiz "relativamente rápido" e só porque eu estava vacinada contra a desinformação proporcionada no aeroporto do Portela.

          Repito: cheguem bem antes para receberem o dinheiro do impisto de volta. Em Paris também.

    • Paulo Almeida

      Vlw….boa dica.

  • Natalia

    Onde encontro esses cupons, mencionados no item 5? Obrigada
    (5- Antes de ir para as compras, procure cupons e livros de desconto. Eles são realmente eficientes, especialmente nos EUA. Ah! Não basta imprimir, é preciso lembrar-se de usá-los)!

    • Monique Renne

      Natalia, você pode se cadastrar nos sites dos outlets, como os da rede Premium, e baixar os descontos. Ou pegar os livros de cupons nos centos de visitante. Online, em sites especializados em desconto, também é possível adquirir alguns. Basta procurar por “coupon discount”. São muitos mesmo! Se souber em qual loja vai comprar, procure diretamente pelo nome delas. Sites como o da GAP, Calvin Klein e Tommy oferecem descontos online.

      • A rede Premiu outlet é top demais!! Já fui nos USA ano passado e no fim desse ano vou em um que tem em Osaka, sei que não será a mesma pechincha que na terra do tio Sam, mas, Japão é Japão né.. 😉

    • Paulo

      Conheça o fantastico mundo Google!

  • Excelente texto! Só uma dúvida: Vou pra NY em alguns meses e pretendo ir no Woodbury e no Jersey Gardens. Li que lá na entrada eles dão uns livrinhos de descontos pra quem apresenta o passaporte. Aí no texto você falou em imprimir os cupons em casa. Existe algum site onde eu imprimo cupons de desconto para usar nas lojas de NY? Alguém saberia dizer?

    • Lauro

      Joga no google cupons desconto new york, imprimi varios. Existe tb os sites das lojas ( Century 21, Macys, … ) que da pra imprimir cupons. No do Woodbury tb dá. Boas compras !!!

    • Danilo, no site do Premium Outlets você imprime os descontos, assim como outros sites especializados. Basta buscar por "discount cupons".

    • No Jersey Gardens eles dão só apresentando passaporte. Nos outlets Premium sempre tem uma placa dizendo que é 5 dólares. Mas se cadastrar no site do Premium vc tem um voucher do livrinho grátis.

      E nem precisa imprimir. Sempre mostro o código do celular e eles aceitam. Eita gente boa…

  • Maya

    Alguém pode me dar dicas para minha primeira viagem ao exterior? O motivo é compras para revender, que cuidados devo tomar? Miami continua sendo ainda a melhor opção? Obrigada

  • Tatiana

    Adorei a comparação: vc vai pros EUA e volta cheio de compras, vai pra Europa e volta com a mala como foi. Deve ser bem assim mesmo, cada continente com seus atrativos, hahahah. Fui pra Europa esse mês e não sou senhorinha, mas levei tudo em espécie, 3.000 euros. Não quis pagar a roubalheira do imposto novo no cartão pré pago. Voltei com quase metade do dinheiro (fiquei só 10 dias). Não comprei quase nada mesmo, mas foi a viagem da minha vida. Não ligo pra fazer compras quando viajo, quero mais aproveitar. Prefiro fazer compras aqui no Brasil mesmo, parcelando tudo e com calma para escolher e poder trocar.

  • Silvio Alpendre

    Matéria espetacular.
    Com relação ao limite do cartão de crédito conto que já pedi, com sucesso, o aumento do limite para vigorar apenas no período da viagem. Essa solicitação deve ser feita com antecedência pois o atendente a encaminhará para a área responsável pela análise de risco.

  • Arthur

    Sem duvida alguma a melhor coisa é comprar pela amazon e entregar no hotel. fiz parte das compras do enxoval de minha filha assim e se nao fosse isso nao teria encontrado muita coisa como gostaria. Alem disso o valor da aamzon é em regra bem mais barato. Perfumes mesmo chega a ser metade do valor.

  • Wellington

    Adorei o post, muito útil!
    Já tive oportunidade de visitar a África do Sul e o E.U.A, e claro que nos "States" é muito melhor para realizar compras. Gastei U$700 (Inclua uma chamativa caixa de ps4 nesse valor) em eletrônicos e em itens não pessoais, mas tive a sorte de passar batido pela Receita Federal.
    Na África do Sul não encontrei preços bons, apenas vinhos e lembranças, voltei com um ovo de avestruz decorado rsrsrs

  • Daniel

    Londres nas épocas de liquidação também é muito em conta, mesmo com a libra. Em janeiro de 2013 ficamos um mês lá e aproveitamos várias promoções em plena Oxford Street (libra da época em torno de 3,65 reais). Exemplo: casaco de inverno masculino da Armani Exchange que custa uns 2 mil reais aqui foi comprado por 110 libras (menos de 400 reais). E várias outras compras em conta. Tanto que tivemos que comprar duas malas a mais. Mas como NY e Miami não há…

  • Pergunto: onde vocês compram passagens multi trechos? Quero fazer BH – NY – SF – LA – LV – BH

    • janine

      Por que não aluga um carro , Leonardo Faria? Fiz essas mesmas cidades de carro em abril e não me arrependi nenhum um pouco. A beleza da Big Sur (SF-LA) é de tirar o fôlego de qualquer um. Se tiver com tempo, pode se hospedar num Camp ground no caminho e vir curtindo sem pressa. Boa viagem!

      • SF – LA eu já vou fazer de carro, mas LA – LV estou pensando em ir de avião, valeu a dica

        • Joe Almeida

          A melhor e mais tranquila parte é LA – LV. Já morei em LA e a estrada para LV é muito tranquila. Sempre que vamos a LA, descemos em LV e fazemos o trecho de carro ate LA – aproximadamente 6 h sem pressa. Boa Viagem e parabéns pela escolha dos trechos.

  • mariostefa

    Todas as vezes que vou ao exterior, por mais que eu me contenha, num tem jeito, sempre acabo comprando uma mala por lá, que por sinal, é bem mais barato que aqui.

  • Jean

    Turquia é muito bom para comprar tbm, minha mulher comprou bolsas daquela grife francesa por 1/3 do valor aqui do BR

  • Nelson

    Eu me considero um pouco pão duro, quando cheguei la fiquei maluco… Comprei um monte de roupa e minha esposa que falou para eu parar kkkk
    É uma loucura mesmo…tem que ter a cabeça no lugar para não ter uma surpresa na volta, a não ser claro que dinheiro não seja problema 🙂

  • O que posso dizer: isso é o que se pode chamar de COMPLETUDE de texto. Falou tudo!

  • Boa noite, amigos. Gostaria que alguém me ajudasse. Vou pra Argentina e qndo voltar, embarco no mesmo dia pra Europa, mas não é conexão, desembarco e embarco novamente. Como fica as regras? As coisas e valores que eu comprar no freeshop de ida e volta, são 'zerados' por eu entrar e sair do país?

    • Pela lógica, sim, né.

      • Na verdade a resposta é não… As regras de cota para compras valem para qualquer viagem realizada no período de um mês. Para ser mais clara, se você viajar 3 vezes em um mês, a cota total para as 3 viagens será de 500 dólares e não 1500, como pode parecer.

  • Jacqueline

    Eu levo uma mala e volto com três. Na última viagem, a mala extra pesava 45 quilos e tive que pagar 150 euros. Essa terceira mala sempre dou um jeito de passar com uma amiga que esteja voltando só com uma. Na ida, levo tudo o mais leve possível. Quando compro sapato ou casaco, já compro os que pesam o mínimo. E sempre digo que não vou comprar, mas quando vejo já comprei. Da última, deixei uma mala vazia para trás porque não iam caber nela os 45 quilos. No aeroporto, o funcionário disse que poderia pagar menos por uma mala extra do que por excesso de peso. Aí não dava mais pra ir buscar a mala no apartamento. Quanto ao dinheiro, gosto de levar em notas mesmo, mas até estava tomando gosto pelo cartão de débito. Aí mudaram as regras. Os cartões de crédito, uso-os quando necessário. Mas os euros ou libras ou dólares vou retirando-os na quota estabelecida por dia e fica mais fácil, pois assim não há o risco de gastar demais e ficar sem dinheiro no fim da viagem. Quero encomendar uns perfumes de um site que só atende por internet, mas, como fico em apartamento, acho que não vai dar. Ninguém merece ficar à espera de encomendas em Paris.

  • CRISTINA

    Vou fazer compras no exterior para revender. Qual local sugerem e quais os cuidados devo ter? Qual época é melhor para fazer as compras?
    Alguém poderia me dar um help?

    • Ambrósio

      Cristina, melhor lugar é o Paraguai, lá é muito bom. Melhor época é Dezembro. Tem como comprar um relógio pra mim ? Quando chegar aqui eu te pago.

    • CAROLINE

      Cristina, depende muito do que você quer revender. Se for roupas, via de regra Estados Unidos é um dos melhores lugares. Lojas como a Ross, multimarcas, tem roupas ótimas de várias marcas famosas por preços ainda menores do que os outlets, mas tem que garimpar muito. Normalmente vamos primeiro nessas lojas garimpar e depois vamos aos outlets (não compro pra revender, mas tb não compro mais nada aqui no Brasil, só nos EUA, e economizar um pouco mais sempre é bom!). Fique de olho no MD para ver as promoções de passagens, pq quanto menor o preço melhor né? rsrsrs Pra roupa masculina e infantil, qualquer época do ano é ótima, mas já peguei umas promoções em época de black friday q realmente valeram a pena (Na Tommy Kids estava toda a loja com 30% de desconto, mais meu cupon de 15%, imagina quanto não saiu uma roupa. Comprei muitas coisas pro meu filho e não gastei 300 doletas). Roupa feminina não compro muito, só casacos e bolsas, que também tem preços espetaculares. Comprei uma MK por 400 doletas, aqui não saia menos de R$ 2.300,00 na época. Enfim, sou suspeita pra falar pq adoro os Estados Unidos, mas acho q lá ainda é o melhor lugar pra compras.

  • Marcelo

    Bom dia. Como são os preços de Dubai em relação aos EUA? Vale a pena comprar roupas e/ou eletrônicos por lá?

    • Eletrônicos sim, preços muito próximos dos EUA. Roupas nem tanto.

      • Marcelo

        Obrigado. Vou pra lá no fim do ano e quero aproveitar para fazer umas compras.

    • Vinicius

      Marcelo, no aeroporto de Dubai tem um free shop gigantesco com os eletronicos com precos bem legais e parecidos com os do EUA

      • Marcelo

        Já ouvi falar do free shop, espero encontrar bons preços quando for lá no fim do ano. Obrigado.

  • Michele

    Galera, vou para Aruba curtir uma praia! 😀
    Mas já que estarei lá, alguém sabe se tem algo que vale a pena comprar por lá?
    Valeu! 😉

  • Andrea Santos

    Parabéns pela materia! Amei!!! Estarei viajando Em Julho para NY pela primera vez, e com este post, já irei sabendo das coisas que posso ou nāo comprar.

  • marcia matos

    amei o post!! estou de viagem marcada para europa e essas dicas sao muito boas!!

  • Pedro Martorelli

    Show de bola a materia, tive sorte entao de passar 15 dias em NY com meu irmao e so entrar no pais com uma mochila contendo algumas cuecas, 2 shorts, 2 camisas e nossa documentacao. Nenhum oficial reclamou da pouca bagagem.
    Em compensacao saimos cada um com 2 malas na volta..fomos parados na receita, raio-x e fomos liberados…rrsrs

  • Wander

    Esse problemas de impostos, taxas e câmbio serão todos extintos em breve quando todo o mundo estiver utilizando o Bitcoin.

  • Alebazi

    Amigos, alguem tem links de cupons de descontos de outlet pra compras em Orlando? Ou compra na internet? Eu sou daquelas, que não sabe onde procurar e nem o ue digitar no Google pra pesquisar, kkkk.

    • Josiane

      Faça o cadastro no site premium outlets (www.premiumoutlets.com) que lá você consegue imprimir os cupons do Outlet da Vineland Av. e da International Drive.

  • Já é realidade:

    Sou pobre, só compro nos Estados Unidos.

  • Fernando

    Alguem sabe dizer se em Miami é taxfree?? Como deveria proceder para receber isso. Absss

    • Fernando, quase nenhuma cidade nos EUA é taxfree. As que são, não estão na rota turística mais comum.

  • Denis Gois

    Excelente post! Boa referência as compras!

  • Vera Petter

    Oi, li todo o o post. Estou indo para Tailandia e depois passo por USA para visitar meus filhos e só então ao Brasil. Não tem como despachar mercadorias adquiridas na Tailandia diretamente para o Brasil, por exemplo, de navio? Lá tem tantas coisas lindas que eu teria que ter umas malinhas a mais….

  • Claudio Santana

    Estou indo para Espanha e gostaria de comprar 3 IPhones é possível eu pegar a Tax Free dos 3 produtos ?

  • Bruna Alves

    Gostei. Mas se eu for pagar o excedente, eu pago IOF sobre os 50%?

    • Monique Renne

      Bruna, o IOF é sobre o valor da compra, não sobre a multa. Não tem nada com a Receita Federal. É um imposto cobrado sobre qualquer gasto, seja hotel, restaurante, compras…

  • Renato Oliveira

    eu não viajo ,, posso gastar o dinheiro da viagem comprando daqui sem taxa ,, e comprar daqui sem ir lá , qual o limite por dia sem taxa,,, cada dia séria 500 dólares kkkkk, como funciona , tentendi dileito não

  • Fabiola Paiva

    Gostaria de saber se eu estiver em Londres e comprar algo no Japão eu terei que pagar algum tipo de imposto sobre essa mercadoria que chegará via correios, como se faz aqui no Brasil. Obrigada