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Hopi Hari – ingressos, brinquedos e como chegar ao parque de diversão

Daniel Akstein Batista
20/11/2022 às 6:07

Hopi Hari – ingressos, brinquedos e como chegar ao parque de diversão

O Hopi Hari é um dos principais parques de diversão do Brasil. Apesar da crise que passou, quando quase fechou as portas, desde 2017 está sob nova direção e, aos poucos, tem retomado seus áureos tempos. E como um visitante antigo do parque que fica em Vinhedo, São Paulo, posso dizer: está valendo a pena visitar! Confira nesse post um guia completo do Hopi Hari, as principais atrações, preço do ingresso e todas as dicas para aproveitar o que o parque tem de melhor!

Quando ir ao Hopi Hari

Quem conhece um pouco o Hopi Hari sabe que há diferentes eventos durante o ano todo. O principal é a Hora do Horror, cuja programação especial traz atrações com monstros e zumbis e costuma acontecer entre outubro e novembro.

Há também o Natal Mágiko (de 1 a 29 de dezembro neste ano) e outros eventos, como o Hopi Night, e em cada um deles o parque funciona em um horário diferente.

Normalmente, o Hopi Hari abre de quarta a domingo e feriados (alguns meses também de quinta), das 11h às 19h, mas na Hora do Horror, por exemplo, fica aberto até às 20h30. Durante a temporada de horror, aliás, o parque fica mais cheio, com ônibus de excursões escolares chegando sem parar. Então fica o lembrete, pois ir na Hora do Horror é a certeza de encarar filas longas para as atrações (a não ser que você adquira o Vip Pass, o fura filas do Hopi Hari, que foi o meu caso).

Quer visitar o Hopi Hari? Confira horários e valores no site oficial.

Hopi Hari, o país mais divertido do mundo

Como acabei de citar, escolhi ir ao Hopi Hari bem na Hora do Horror, para aproveitar todas as atrações de dia e o clima de terror à noite. Cheguei pouco antes das 11h e, após estacionar o carro, encarei a primeira das poucas filas que peguei durante as mais de 9 horas que fiquei no parque: a da revista das bolsas.

É permitido entrar com bolsas e outros pertences (mas nada de objeto de vidro) e os funcionários checam tudo. Após essa passagem, finalmente damos de cara com o parque. Bon bini a Hopi Hari!

Não entendeu a frase acima? É que ela foi escrita em hopês, a língua oficial do Hopi Hari, e significa ‘Bem vindo ao Hopi Hari’. Aliás, o parque é considerado um país com suas próprias leis, estados, hino e idioma. Ou, como eles se definem, ‘o país mais divertido do mundo’.

O Hopi Hari é dividido em seis regiões, cada um com um tema diferente: tem o voltado para as crianças, o mais aventureiro, o velho oeste e por aí vai. Quer conhecer melhor? Vamos a eles.

  • Kaminda Mundi – é logo a entrada do parque, onde diz a fictícia história que é onde as primeiras casas foram construídas. Traz influências da arquitetura francesa, italiana, portuguesa, holandesa e alemã, e o principal brinquedo da região é a Roda Gigante – ou Giranda Mundi, seu nome oficial.
  • Mistieri – mistérios e emoções dão o tom a essa região, a maior do parque. Alguma construções lembram um sítio arqueológico e a principal atração é mesmo a Montezum, considerada a maior montanha-russa de madeira da América Latina.
  • Wild West – as construções lembram o Velho Oeste e um filme de faroeste. Como a maioria das pessoas correm para o outro lado quando o parque abre, essa região fica mais vazia logo no começo – um bom motivo para ir se divertir no Rio Bravo.
  • Infantasia – a região onde as crianças se divertem sem parar, nos diversos brinquedos pensados exclusivamente para os pequenos.
  • Aribabiba – é a região perto do lago do Hopi Hari e onde está a montanha-russa Katapul, cujo trajeto total dura menos de 30 segundos.

Mapa do Hopi Hari

Entrando no Hopi Hari

Se havia filas para a revista das bolsas e mochilas, passar pelo ‘Imigradero di Hopi Hari’ foi bem tranquilo. Já com o ingressos em mãos (ou melhor, no celular), foi só escanear o QR Code para passar pela catraca. E começar a se maravilhar com tudo que o parque oferece.

Logo na entrada o visitante já encontra dois serviços pagos à parte que o Hopi Hari oferece, bem ao lado esquerdo. Para quem está com crianças pequenas, o aluguel de carrinho custa a partir de R$ 40 o período – há também a opção de contratar um carrinho elétrico para quem tem algum problema de mobilidade, mas a cadeira de rodas comum é gratuito.

Outro serviço é o aluguel de armários, para quem não quer ficar carregando seus pertences durante o passeio. Custa a partir de R$ 30 e havia fila para pagar.

Agora, se você não está preocupado em pegar nada disso, o primeiro impacto que vai ter ao entrar no Hopi Hari é já a sua imensidão – são 760 mil m² de parque. Logo à frente damos de cara com a Roda Gigante e, ao lado direito, a antiga La Tour Eiffel, a torre de queda livre que fechou em 2012 após um acidente trágico e que será rebatizada como Le Voyage, mas ainda sem previsão de retorno.

A Tour Eiffel vai mudar de nome, mas ainda não tem previsão para voltar a funcionar

Os principais brinquedos do Hopi Hari

Como falei no início deste texto, sou um velho frequentador do Hopi Hari. Fui no início dos anos 2000, quando o parque ainda era uma super atração em São Paulo e tudo era novidade. E minha última visita havia sido há uns sete anos, quando o parque estava em decadência – mais da metade dos brinquedos do Hopi Hari estava fechado e mal tinha o que fazer lá.

Confesso que fiquei surpreso ao voltar ao parque depois de tanto tempo e encontrá-lo lotado e, principalmente, com praticamente todos os brinquedos funcionando. São cerca de 40 atrações no total, para crianças, jovens e adultos e para todos os gostos: desde brinquedos mais tranquilos até atividades radicais.

Comecei o passeio pela região do Wild West e fui direto para duas atrações com água. Aliás, já deixo a dica: inicie as brincadeiras no Rio Bravo e no Spleshi, pois com certeza você vai se molhar e vai ter tempo para se secar.

O Rio Bravo, para mim, é uma das melhores atrações do Hopi Hari. Sozinho, em família ou com amigos, a diversão é garantida nos mais de 600 metros de corredeira que passa em boa parte do Wild West. Tem emoção (mas que aceita crianças com mais de 1,10 m) e, como falado, tem muita água.

O Rio Bravo é uma das atrações mais legais do Hopi Hari

Mas ficar molhado mesmo, da cabeças aos pés, é no Splashi, uma espécie de montanha-russa na água onde entramos em um carrinho em forma de tronco e, na queda, o impacto faz a água entrar por todos os lados onde estamos sentados. Para se ter uma ideia, ao ir embora, quase 8 horas depois, minha meia ainda estava molhada.

No Splashi só temos uma certeza: vem água de todos os lados!

Na região do Velho Oeste ainda tem outros brinquedos, como o radical Evolution e duas atrações para botar medo e dar sustos – se bem que o Ghosti Hotel, uma casa mal-assombrada que vamos em um carrinho, parece ter parado no tempo e não me assustou nada, mas talvez outras pessoas tenham se divertido mais. Já a La Mina del Joe Sacramento tem o mesmo propósito, mas andando a pé o susto é maior.

Atrações no Aribabiba

Um dos brinquedos que eu mais estava interessado em ir era o Katapul, a montanha-russa cujo carrinho atinge até 86 km/h em apenas 3 segundos e dá um lopping duas vezes, indo de frente e voltando de costas. Essa é uma das atrações que estavam fechadas nas últimas vezes que fui ao Hopi Hari e que voltaram a funcionar 100%. Quer dizer, quase 100%, pois ela é uma das várias atrações que não abrem imediatamente no mesmo horário do parque.

Esse é um detalhe, aliás, que os visitantes devem ficar atentos: cada brinquedo tem um horário que abre e fecha. Minha sorte é que o Katapul iria abrir às 12h30, apenas uns 10 minutos depois que cheguei, então deu tempo de ir antes ao brinquedo ao lado, o Jambalaia, dois vagões que balançam de um lado para o outro e, se alguém acha que olhando de baixo ele não é tão divertido, está enganado: dá um bom frio na barriga quando está lá no alto.

No Jambalaia vamos de um lado para o outro em alta velocidade

Outro destaque na região do Aribabiba é o Parangolé, em que sentamos numa cadeirinha e, com as pernas livres, ‘voamos’ bem no alto – é uma boa oportunidade também para apreciar o Hopi Hari de cima.

Parangolé: sensação de estar voando

Mistieri: a região com os brinquedos mais procurados no Hopi Hari

Não tem jeito: todo mundo que ir no Montezum. Chegar ao Hopi Hari, aliás, é já deparar da estrada com a maior montanha-russa de madeira da América Latina. Seu tamanho impressiona – seus dois tamanhos, podemos dizer: o do brinquedo e o da fila.

Muita gente que chega ao Hopi Hari já corre para curtir o brinquedo com cerca de mil metros de extensão e um carrinho que passa dos 100 km/h de velocidade. É muito rápido, chacoalha bastante, mas vale a pena – a não ser que você tenha algum problema de coluna, aí, sim, é melhor procurar outra atração menos radical.

A Montezum é a montanha-russa e o brinquedo mais procurado pelos visitantes do Hopi Hari

A outra montanha-russa que sempre tem filas grandes, mas muito menos radical, é a Vurang, que passa dentro de uma pirâmide no escuro – e essa é a principal graça dela. Agora, quem quer aventura mesmo precisa ir no Ekatomb, que gira as pessoas sem parar – fiquei com tontura só de ver de fora e, confesso, não encarei essa.

Em compensação, fui duas vezes ao Vulaviking, o tradicional barco viking que balança de um lado para outro e dá para ir sem medo. Falando em medo, há também o Katakumb, um labirinto repleto de monstros que no dia em que fui não estava aceitando o Vip Pass do parque e, por isso, preferi aproveitar o tempo que perderia na fila para curtir as outra atrações.

Parque Hopi Hari: atrações para as crianças

É na região da Infantasia onde se encontram as principais atrações para as crianças no Hopi Hari, principalmente para os menorzinhos.

Alguns brinquedos são propícios para os pequenos irem sozinhos, outros já precisam da companhia dos pais – na Giranda Pokotó, por exemplo, crianças com menos de 1,10 m devem estar acompanhados de um responsável.

O Dispenkito é uma atração bastante procurada, fazendo com que as crianças sintam um pouco da emoção de um brinquedo radical – a descida, obviamente, é bem lenta, ideal para os pequenos aventureiros se divertirem. No Astronavi, os visitantes mirins do Hopi Hari saem do chão em uma espécie de nave espacial e na Toka da Uga são diferentes brinquedos para as crianças curtirem.

Dispenkito: brinquedo que as crianças adoram!

Uma atração imperdível para os pequenos é o Kastel de Lendas, uma castelo onde viajamos dentro de um carrinho por diversas histórias e lendas brasileiras – por todo o caminho há bonecos, cenários e música infantil que encantam a criançada.

Obviamente as crianças podem acompanhar os pais em muitas outras atrações do Hopi Hari que ficam fora da Infatasia, como o famoso carrinho de bate-bate, chamado aqui de Vambatê, ou mesmo o Giranda Mundi, a roda-gigante que é um clássico de qualquer parque de diversões.

Hora do teatro!

Se possível, reserve uma horinha do seu dia (um pouco menos, para falar a verdade) para curtir o espetáculo que diariamente acontece no Theatro Di Kaminda.

Quando visitei o Hopi Hari, no final de outubro, o que estava em cartaz era o espetáculo ‘Oz, uma viagem ao reino mágico’, que trazia a história do Mágico de Oz.

Muito bem produzido, a peça encantou as crianças e também os adultos. O espetáculo começou pontualmente às 16h30 e, menos de uma hora depois, eu já estava de volta ao parque para brincar em outras atrações. Não é preciso reservar nem comprar ingresso – quando fui, o teatro estava até vazio.

Comer e beber no Hopi Hari

Nem só de fast-food vive um visitante de parque de diversões, e o Hopi Hari é uma prova de que também é possível comer muito bem entre um brinquedo e outro.

Na região do Wild West, a pedida é ir com calma ao Saloon, o restaurante que oferece bons pratos e um espetáculo musical.

São dois shows iguais, um atrás do outro, às 13h e às 14h – tempo suficiente para o salão lotar de gente, esvaziar e lotar novamente para o segundo espetáculo.

Para entrar, no entanto, é preciso consumir algum dos pratos. São poucas opções e fiquei na dúvida entre um lanche e um ancho uruguayo – fui na segunda opção, por R$ 57,90, e estava uma delícia.

Como visitei o Hopi Hari na época da Hora do Horror, o show teve o mesmo tema e os músicos e dançarinos entraram no clima do horror, todos caracterizados. Por cerca de 40 minutos, pude saborear a minha carne com fritas e ainda curtir um ótimo espetáculo – sem contar que eu precisava sentar um pouco para descansar e fugir do forte sol que estava castigando aquele dia.

Aqui deixo mais uma dica, um pouco óbvia: evite encarar uma montanha-russa ou qualquer outro brinquedo radical após o almoço. Planeje para ir em algum brinquedo mais calmo para dar tempo de fazer digestão.

Lanchonetes em todo o Hopi Hari

Algo que me chamou a atenção é que há várias lanchonetes e barraquinhas vendendo comidas e bebidas em todo o parque. Alguns com mesas e cadeiras, outros sem nada, mas todos com fila – isso, no entanto, vai depender do dia da visita; em fim de semana ou épocas especiais, como a Hora do Horror, o Hopi Hari costuma lotar.

E o que não falta é opção de comes e bebes, como salgados, pizza, hot dog, lanches, cerveja, sucos, sorvete, algodão doce e muito mais! Os preços também variam – um combo de hot dog com refrigerante, por exemplo, estava R$ 22. Já a água era vendida por R$ 5.

Atenção: Tanto as lojas quanto os pontos de comida e bebida só aceitam cartão de crédito ou débito. Quem levar dinheiro físico terá que trocar pela moeda do parque, o Hopi Plaka (um cartão magnético), em uma das casas de câmbio espalhados pelo Hopi Hari. Caso sobre um saldo no final do dia, o visitante pode pedir o reembolso.

Nada de dinheiro no Hopi Hari: é preciso trocar pela moeda do parque

Ingresso Hopi Hari: quanto custa e como comprar

Apesar de o ‘Passaporti’ ser vendido na própria bilheteria, a melhor maneira de garantir o ingresso para o Hopi Hari é comprando antecipadamente pelo site. Na hora, o bilhete costuma custar um pouco mais caro e, além disso, tem chance de haver fila para a compra.

Comprar pelo site é fácil e rápido, e foi exatamente o que fiz. Dois dias antes da minha visita ao Hopi Hari, acessei o site e adquiri o bilhete. Como era época da Hora do Horror, o ingresso estava um pouco mais caro do que de dias comuns – paguei R$ 129,90 – no fim de semana, custava R$ 149,90. Para outros dias fora da Hora do Horror (e de datas especiais), o valor do bilhete varia, partindo de R$ 109,90.

Após a compra, recebi o QR Code do ingresso por email e, no dia da visita, foi só apresentar no sistema da catraca para entrar no parque.

Crianças de até 1 metro de altura (calçadas) e maiores de 65 anos não pagam ingresso. Já crianças de até 12 anos maiores de 1 m têm descontos no bilhete comprando nas bilheterias ou na central de vendas (11 4210-4000). Estudantes também pagam 50% em relação ao valor do bilhete na bilheteria (a compra deve ser feita no local).

Confira mais informações sobre ingressos e valores no site oficial do Hopi Hari e garanta o seu dia de diversão!

Vip Pass Hopi Hari

Imagina ficar mais de duas horas em uma fila para poder ir na montanha-russa? Pois pode acontecer facilmente se o parque estiver cheio.

Na minha visita ao Hopi Hari, havia cerca de 12 mil pessoas, a maioria de excursões escolares. E o que fazer para fugir das filas dos brinquedo? A única alternativa é comprar o Vip Pass e, por experiência própria, posso dizer que vale muito a pena se puder gastar um pouco a mais.

O Vip Pass não é barato, aliás, é quase o mesmo preço do ingresso para o parque. Por R$ 129,90, o Vip Pass dá acesso rápido a 12 das 15 atrações disponíveis na credencial. E, acredite, é rápido mesmo!

Quase todo brinquedo do parque tem uma fila exclusiva para o Vip Pass

A fila que fiquei mais tempo foi na Montezum, a montanha-russa de madeira – e olha que não demorou nem 10 minutos – demorei mais na fila para comprar um hot dog depois, por exemplo. Nos outros brinquedos, era praticamente entrar na fila e já curtir a atração. Como são poucas pessoas que acabam comprando o Vip Pass, essa fila exclusiva acaba andando super rápido.

Ao contrário dos ingressos, o Vip Pass não é vendido pelo site do Hopi Hari. Ele pode ser adquirido dentro do parque ou com desconto pela central de vendas no telefone (11) 4210-4000.

Onde fica o Hopi Hari?

O Hopi Hari está localizado no quilômetro 72 da Rodovia dos Bandeirantes, em Vinhedo, interior de São Paulo. O parque fica a cerca de 70 km de São Paulo e a menos de 30 km de Campinas. O Aeroporto mais próximo é o de Viracopos.

O acesso para quem chega de carro é fácil, com várias placas de identificação. O Hopi Hari fica na beira da estrada, ao lado de outro parque famoso, o Wet’n Wild.

Para quem vai dirigindo, o Hopi Hari conta com um amplo estacionamento e o valor da diária para carros é de R$ 50 – para motos custa R$ 25 e para vans, micro-ônibus e ônibus o preço sobe para R$ 70.

Quer visitar o Hopi Hari, mas não é de São Paulo? Não tem problema! Confira aqui as promoções de passagens aéreas para São Paulo e garanta depois o seu ingresso para o Hopi Hari.

Hotel perto do Hopi Hari

Uma opção para quem não mora em São Paulo é se hospedar na região. O hotel mais perto do Hopi Hari é o Cyan Resort by Atlantica, que fica praticamente em frente o parque, do outro lado da rodovia. Com quadras, piscinas e uma boa estrutura de resort, a diária da hospedagem em quarto duplo sai em média R$ 1,5 mil.

Uma opção mais barata (menos de R$ 300 a diária), e a cerca de 20 minutos do Hopi Hari, é o Intercity Vinhedo – por estar em uma área mais industrial, ele é ideal mesmo para quem vai passar o dia no parque e voltar para o hotel apenas para descansar.

Vale a pena visitar o Hopi Hari?

Essa é uma pergunta que já deixei a resposta lá no comecinho do texto: sim, vale a pena! Com cerca de 40 brinquedos e atrações, o parque está bem organizado e com bastante opção para quem gosta de aventuras mais radicais ou mesmo atividades mais tranquilas.

O Hopi Hari acaba sendo um bom passeio para ir com os amigos ou em família, mesmo com crianças pequenas. O ideal é mesmo escolher um dia menos cheio e, segundo informações do próprio parque, os meses das férias escolares (julho, dezembro e janeiro) é quando o local está com menos visitantes – isso porque o parque enche bastante devido às excursões escolares.


O Hopi Hari é um dos indicados ao prêmio de Melhor Parque Temático do Brasil!
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E você, já conhece o Hopi Hari? Diz pra gente nos comentários o que achou do parque e qual brinquedo gostou mais. Estamos curiosos!

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