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Como é voar na Avianca internacional

Denis Carvalho
19/03/2012 às 18:24

Como é voar na Avianca internacional

Poucas pessoas sabem, mas a colombiana Avianca foi a primeira companhia aérea comercial fundada nas Américas e a segunda no mundo, em 1919. Prestes a ingressar na prestigiada aliança global Star Alliance, a companhia é sempre destaque aqui no Melhores Destinos devido a suas promoções para os Estados Unidos e América do Sul, assim como sua subsidiária TACA, ou mesmo ofertas do excelente programa de milhagens LifeMiles, compartilhado por ambas. Nosso leitor Rodrigo Emerick Goulart Marconi aproveitou uma dessas promoções e fez um voo do Rio de Janeiro a Miami e Bogotá. Confira em detalhes como foi a experiência de voar com companhia, que deve disputar com a Latam o mercado aéreo em nosso continente:

Olá leitores do Melhores Destinos, vou contar um pouco como é viajar pela Avianca Colômbia. Eu tinha um casamento para ir a Bogotá e tinha no máximo três dias para tirar (mais dois do final de semana). Busquei os melhores preços nos sites de busca, mas como era fevereiro – logo antes do carnaval -, eram difíceis as promoções. Busquei também por milhas, e nisso procurei na TAM (que não vejo mais nenhuma vantagem em viajar na América do Sul) e American Airlines (complicado para América do Sul também). A GOL deixou de fazer esse trecho, então nem busquei. Por último, eu tinha milhas do LifeMiles, compradas devido a uma dica do MD em dezembro do ano passado, em que o programa dobrava as milhas compradas (LifeMiles 2×1). Considerando que a viagem era para Bogotá e o LifeMiles contempla Taca e Avianca, parecia o ideal.


Compra

Bom, vou dividir esse processo de compra em duas partes, primeiro as milhas e depois a passagem propriamente dita.

Compra de Milhas
Como disse anteriormente, comprei as milhas LifeMiles na promoção 2×1, que era só para quem já era membro antes do início da promoção, que era o meu caso, já que certa vez ia viajar pela Avianca, mas tive que cancelar a viagem. A compra das milhas foi feita de forma muito fácil. Eu ia comprar pelo site, mas resolvi tirar uma dúvida pelo Call Center e descobri que por esse meio eu poderia dividir a compra em 6 vezes sem juros, enquanto no site é sempre à vista (aliás, esse procedimento se aplica para a compra de passagens também), tanto no site da Taca quanto da Avianca Internacional.

O processo foi rápido e tranquilo. O Call Center Avianca/TACA é em português, mas o LifeMiles só em espanhol, apesar de eu falar espanhol, a atendente do início da chamada disse que ao invés de só me passar à central em espanhol, iria ficar em conferência, para que ela se envolvesse se houvesse alguma má interpretação. Ela fez isso pois fui comprar as milhas no último dia da promoção e ela não queria que tivesse nenhum erro, pois se algum acontecesse eu perderia o direito à promoção. Procedimento terminado pelo telefone, em menos de um dia estava creditado na minha conta na internet, comprei o máximo de milhas, 75.000, e estavam creditadas todas as 150.000 milhas.
Compra da Passagem
Quando fui trocar a passagem com milhas, entrei no site e verifiquei as datas em que havia voos Rio – Bogotá – Rio em promoção. Consegui as datas que eu queria por 10.500 milhas cada trecho, no entanto tive curiosidade e busquei também voos para Miami, já que eu já conhecia Bogotá e não queria ficar os quatro dias lá. Para minha surpresa estavam por 13 .000 cada trecho Rio – Miami – Rio. Assim, busquei por múltiplas cidades (voos com milhas eles não consideram stopover, você tem que comprar cada trecho separado) e acabei comprando Rio – Miami / Miami – Bogotá / Bogotá – Rio, por um total de 36.500 pontos (13.000 / 13.000 / 10.500) e 105 dólares de taxas (as taxas aeroportuárias de Bogotá são um absurdo). A compra foi feita pelo site mesmo, de forma fácil e instantânea, com recebimento do e-ticket pouco tempo depois.

Check-in
O check-in no Rio de Janeiro (Galeão) foi extremamente tranquilo, sem filas ou esperas. Cheguei aproximadamente duas horas antes como recomendado. O atendimento foi rápido e atencioso, inclusive ao me fornecer informações de regras de bagagem no meu retorno (que descrevo mais adiante).

No voo de volta de Miami a Bogotá, cheguei com três horas de antecedência e mesmo assim enfrentei uma fila enorme. Havia um número razoável de atendentes (mais de 6). Não sei se foi azar ou falta de preparo, mas percebi que tinha todo tipo de exceção no início da fila. Uma senhora que parecia ser viajante frequente da Avianca com problemas para embarcar por ter se enganado de voo, perdendo o anterior e chegando só para esse; problemas de pagamento com cartões não aceitos e a equipe buscando formas para que uma cliente pagasse excesso de bagagem; mais de um passageiro com necessidades especiais acertando os detalhes para as facilidades no voo, e o pior de todos: várias pessoas com animais domésticos (creio que todos cachorros, e eram mais de seis ao todo) realizando o embarque especial, sendo que dois dos animais não tinham focinheiras e tornavam o processo mais demorado. De qualquer forma todos os atendentes pareciam sempre atenciosos e depois de mais de uma hora e meia na fila de check-in o processo foi todo realizado adequadamente.

No check-in de Bogotá para o Rio de Janeiro também não haviam filas ou dificuldades, mas sim um procedimento diferente de outros aeroportos. Existe uma taxa de turismo na Colômbia, sendo que alguns passageiros são isentos da mesma (algumas nacionalidades, incluída a brasileira, a menos de 90 dias no país, creio que é essa a regra) e como eu me enquadrava na regra, tinha que antes ir a um balcão da autoridade colombiana para pegar a isenção e só então o check-in. Foram alguns passos a mais, mas nenhuma confusão por conta disso. O problema foi no despacho das malas. Segundo informações no check-in do Rio de Janeiro, as regras de malas eram as mesmas para todos os meus voos, mesmo fazendo stopover em Bogotá, com os generosos limites de voos aos Estados Unidos (2 malas de 32Kg cada para despachar). Nesse check-in me informaram de excesso de bagagem, e informei que no Rio tinha sido orientado a outra regras. Depois de cinco minutos verificando com o supervisor a atendente despachou todas sem problemas, mas acho que é sempre bom ficar atento a esses detalhes (eu tinha o protocolo de uma ligação e o nome da atendente no Rio que me deu essa informação).

 

Avião
Os aviões da Avianca são em sua maioria da Airbus, tendo ainda alguns fokkers 50 em voos regionais. Os Boeings que passaram pela Avianca já foram repassados a outras companhias. Todos os voos que fiz foram em Airbus de corredor único com duas fileiras de três assentos cada, sendo três  A319 e um A320. Todos possuíam uma área da classe executiva, se não me engano com 12 assentos (duas poltronas de cada lado).
Todos os aviões são aparentemente muito novos e bem cuidados, com ótima limpeza. Dois deles eu inclusive consegui verificar que a aparência é traduzida no tempo de uso. No trecho RIO – BOG foi utilizado o Airbus A319 de matrícula HK-4552 e esse avião teve seu primeiro vôo no dia 6 de maio de 2008, ou seja, pouco menos de 4 anos de uso. Já no trecho BOG – RIO o Airbus A319 de matrícula N422AV foi utilizado, com seu primeiro vôo no dia 13 de fevereiro de 2010, ou seja, voei em seu aniversário de 2 anos! Uma pena não terem cantado parabéns no voo :-D.

Tenho 1,82 m de altura, não sou magro e me senti bem à vontade na poltrona em todos os vôos. Vale ressaltar que não costumo achar os assentos da Gol apertados, como costumam relatar (prefiro os da Gol aos da TAM, por exemplo), mas os da Avianca são claramente mais espaçados, como pode ser visto pelas fotos. Duas coisas legais das poltronas são o apoio para os pés, quase sempre presentes em ônibus rodoviários, e também o encosto para cabeça ajustável em altura e com abas laterais móveis, possibilitando que você “prenda” sua cabeça e não fique com ela “caindo” para os lados em momentos de sono.

O único lugar que não consegui relaxar tão bem foi na saída de emergência que me colocaram. No check-in tinham me garantido que a poltrona reclinaria no voo AV8 (BOG-MIA), mas ele não reclinava o que me incomoda muito. Como o voo estava razoavelmente cheio, não tinha outra janela para optar mas, por incrível que pareça, não havia ninguém em nenhum dos outros dois assentos, o que me possibilitou ir deitado.


Serviço

Todos os comissários de bordo foram sempre muito atenciosos, principalmente no trecho de Bogotá ao Rio de Janeiro, em que houve diversos problemas, que serão descritos a seguir. Ao entrar no avião já se encontrava no assento uma embalagem plástica lacrada, contendo um pequeno travesseiro, uma manta e fones de ouvido (que não eram muito bons no som, mas bons anatomicamente, já que encaixavam individualmente em cada orelha com um gancho).

Os avisos eram dados sempre em inglês e espanhol, mesmo nos voos com destino e origem no Brasil. O piloto sempre fez anúncios, principalmente entre BOG – GIG, que teve problemas. Os comissários não falavam português, mas percebi que quem tentou falar em português com eles foi prontamente atendido. Parece que muitos brasileiros estão usando a empresa para voos para os EUA.

 

Refeições
As refeições foram bem satisfatórias. Irei descrever o que foi servido nos voos de ida (GIG – BOG / BOG – MIA), e valem quase em sua totalidade para os trechos de volta quanto à qualidade e quantidade. Só não posso garantir que posso avaliar os sabores, pois nos voos de volta (MIA – BOG / BOG – GIG) eu estava sempre dormindo, e recebi as refeições (não sei se fui chamado ou acordei espontaneamente) no automático.

As refeições começam bem, pois a primeira coisa que fazem antes de servi-las é distribuir um lenço umedecido. No voo AV260 (GIG – BOG), começaram a servir a primeira refeição pouco mais de uma hora após a decolagem. Não consegui identificar se era um lanche ou almoço, já que tenho uma dificuldade pessoal em chamar refeições sem opções de carne (ou um prato principal propriamente dito, como uma massa) de almoço ou jantar. De todo modo, consideremos que era um almoço às 11 da manhã, com duas opções quentes: omeletes ou ovos mexidos (como pode-se notar, para mim ovos são acompanhamento! :-D). Acompanhando vinha um quarto de tomate (????) e metade de um misto-quente. Além disso tinha um pãozinho, que estava frio, mas muito macio e opções de manteiga e geleia. A sobremesa era uma salada de frutas padrão, com dois pedaços de melão, mamão e laranja e uma uva. Ok, agora que descrevi tudo vou retificar o que disse. Após o consumo o sentimento é de um lanche e não de um almoço! Mas muito bom de toda forma.

Faltando pouco mais de uma hora para a aterrissagem, foi servido um sanduíche frio de queijo, peito de peru, tomate e uma pasta de ervas finas. Esse sanduíche estava extremamente gostoso e chegava a alimentar até mais que a primeira refeição. As bebidas servidas na primeira refeição foram não alcoólicas, com sucos de laranja e pêssego, refrigerantes (Coca-cola, 7Up e Postobon de maçã), além de ter sempre a opção de um ótimo café colombiano. Na segunda refeição servia-se o mesmo, acrescido de bebidas alcoólicas com opções de Rum, whisky Red Label, vinhos e vodka Absolut.

No voo AV8 (BOG – MIA), com menos de uma hora de vôo começaram a servir o jantar com duas opções de prato quente – frango ou carne. Minha escolha foi de carne, que vinha acompanhada com um purê de aipim. Além disso, havia uma salada para acompanhar com alface, tomate, queijo e milho. Por último, talvez como sobremesa, tinha um pacote com alguns amendoins meio adocicados. Essa foi a única refeição do voo, por ser mais curto, apenas umas três horas. As opções de bebida eram as mesmas do voo AV260, com opções de bebida alcoólica, com exceção da vodka, que não estava disponível. Os talheres de todas as refeições eram de plástico, e quando solicitado eles davam mais sanduíches durante o percurso.

 

Entretenimento
O entretenimento de todos os voos da Avianca foi o mesmo. Todos os aviões possuíam uma tela individual, com controle touchscreen ou por controle remoto (que podia ser utilizado como joystick de jogos também) e diversas opções. Começando pelas telas de navegação, podia-se escolher entre inglês, espanhol e português! O sistema é on demand, ou seja, você escolhe sua própria programação, independente do seu coleguinha ao lado.

Após a escolha do idioma de navegação, o conteúdo é dividido em três: “Conteúdos de Vídeo”, “Áudio” e “Jogos”. Vou ser sincero, quase não naveguei pelos jogos, mas haviam algumas opções. Já as opções de áudio eram bem diversas. Como conteúdo de vídeo estavam disponíveis filmes, séries, clipes musicais, documentários e programas de TV. Para completar havia as tradicionais opções de informações do voo e dicas de turismo (várias cidades colombianas e algumas de fora da Colômbia).

Eu naveguei mais pelos filmes e séries e posso dizer que as opções eram poucas (menos de 30 filmes), mas muitos lançamentos e com a maioria com opções de inglês, espanhol e português. As séries eram limitadas e geralmente só havia um episódio de cada série selecionada.

O sistema dispõe de uma entrada USB, no entanto não parece ter utilidade, já que inseri um pen drive com vídeos e músicas e ele nem foi encontrado, sem falar que nos menus não havia a opção de selecionar o conteúdo da porta USB. E isso foi igual em todos os voos.

Uma característica muito bem-vinda, principalmente para os voos longos é que abaixo de todos os assentos haviam tomadas de energia elétrica em formato americano (dois plugs achatados paralelos e um redondo fechando um triangulo) de 110/220V (na verdade nas pernas entre os assentos, fazendo com que fossem 2 tomadas para cada 3 assentos). Eu utilizei o voo inteiro sem problemas na maioria das vezes. Por último, havia duas revistas que eu mal folheei e um free shop oferecido pelas comissárias de bordo.

Um incidente que não chegou a me atrapalhar, já que eu estava usando o meu laptop, mas que o passageiro à frente reclamou é que o sistema de entretenimento ficou fora do ar por uns 10 minutos no voo AV8 (BOG – MIA). Tem uma foto com a reinicialização do sistema, e como curiosidade para os adeptos de notícias relacionadas a informática, o sistema da Avianca roda sobre Linux!
Incidentes
Com relação a incidentes, o único digno de nota foi em Bogotá, no voo AV261 (BOG – GIG). Embarcamos na hora da decolagem através de ônibus na pista (não haviam fingers disponíveis). Segundo o piloto, foi um reposicionamento da aeronave sem maiores informações pela torre do aeroporto. Informou que deveríamos demorar entre 40 minutos e uma hora para a decolagem. Pouco depois, ele conseguiu mais informações da torre e foi informado que uma pista estava fechada e a outra tinha sido paralisada para um atendimento médico (pelo que entendi com o meu sono avançado era o caso de um voo médico emergencial). Neste momento, informaram que iam disponibilizar os sistemas de entretenimento em solo mesmo (costumam ser ligados somente após a decolagem) e que iam distribuir bebidas e ligar o ar-condicionado. Alguns minutos após essa informação e as pessoas começando a usar o sistema de entretenimento eis que acontece algo que eu nunca vi num avião, acho que deixaram o motor morrer! 😀 Tudo se apagou e acenderam-se as luzes de emergência, senti-me num cinema. A tripulação não sabia exatamente o que aconteceu (e depois também não chegou a explicar exatamente), mas essa situação permaneceu por mais de 10 minutos, com tudo apagado. Os passageiros ficaram um pouco agitados, mas fiquei especialmente surpreso em ver que ninguém perdeu a paciência ou ficou com medo, parece que todos estavam muitos confiantes que não era nada demais (já vi gente querendo descer de avião por muito menos, como avisos de manutenção ou troca de alguma item). No fim, após umas duas horas dentro do avião, foi feita a decolagem e o voo seguiu sem maiores problemas (assim imagino, já que estava dormindo).

Chegada

Os aeroportos que utilizei foram os do Galeão (Rio de Janeiro), Eldorado em Bogotá (conexão na ida e na volta desembarque e embarque, já que fiquei dois dias na cidade) e o Internacional de Miami. Não vou falar sobre o Galeão ou outros aeroportos brasileiros, já que sabemos as condições, embora o Galeão não me incomode tanto, já que ele não costuma estar lotado, o problema maior é o de Guarulhos, que além de quase tão pobre em opções como o do Galeão, vive lotado!

Quanto ao aeroporto de Bogotá, as opções de alimentação na área de embarque para quem realiza conexão são bem limitadas: duas lanchonetes médias (que até servem refeição) e outras pequenas tendas de salgados e afins. Tem algumas lojas de free shop e uma gift shop da Juan Valdez (preços bem absurdos do café, melhor comprar na Colômbia mesmo, mas fora do terminal). É um aeroporto razoavelmente pequeno, mas com opções, ainda que escassas, suprindo mais as necessidades que os nossos. Já do lado de fora, na área de check-in, as opções são mais numerosas, com restaurantes mesmo e fast-food.

Uma coisa engraçada no aeroporto de Bogotá é o número excessivo de vistorias pra alguns voos, pois existe vistoria para entrar até numa sala de “pré-embarque” (logo antes do finger) nas malas de mão de alguns vôos, isso depois de passar pela inspeção habitual de entrada. O aeroporto de Miami é enorme e muito movimentado, no entanto ele fecha quase todas as lojas durante a madrugada dentro das suas áreas de embarque, e isso serve para algumas lanchonetes e fast-food também. Retirar a bagagem em todos os aeroportos foi uma coisa tranquila e sem demoras exageradas.


Dicas

Bom, uma dica é conhecer a Colômbia. A empresa usa o aeroporto de Eldorado em Bogotá como seu hub internacional e em muitos vôos permite o stopover com acréscimo somente de mais uma taxa de embarque (que costuma ser um pouco cara, mas nada comparado a uma passagem só para conhecer a Colômbia). Bogotá é uma cidade interessante e a catedral de sal numa cidade próxima é um passeio muito legal, no entanto o bom da Colômbia é aproveitar sua área caribenha, seja em Santa Marta com seu Parque Tayrona, com praias dentro da floresta e águas cristalinas, ou em Cartagena com suas praias e ilhas, além da Ciudad Amurallada, que era uma fortificação da época colonial, uma passeio muito legal, mas que é necessário voo de Bogotá, já que por terra são mais de mil  quilômetros e incríveis 24 horas de viagem. Existem outras zonas que dizem ser interessantes, como zona cafeeira e as áreas de montanha, já que a Cordilheira dos Andes corta a Colômbia também.

 Conclusão

Vale muito a pena voar pela Avianca. É uma empresa que preza pela qualidade do atendimento aos seus usuários, sendo esse seu ponto forte. As aeronaves são novas, bem cuidadas, confortáveis e bem equipadas, fazendo com que os voos longos não cheguem a ser um problema, mesmo em seus aviões “pequenos” (como os Airbus A319 e A320 utilizados, da mesma categoria da família dos Boeing 737).

Creio que um ponto a melhorar talvez seja só o tempo de conexão na Colômbia para alguns destinos, se a intenção é tornar-se um hub para estrangeiros também, como faz a Copa Airlines, pois algumas conexões são muito extensas para destinos concorridos (como voos do Brasil para cidades americanas, em que algumas combinações exigem muitas horas de espera).
Mesmo assim eu voaria e voarei outras vezes pela Avianca (até porque ainda tenho muita milha para utilizar!)

Agradecemos ao Rodrigo por este relato detalhado de sua viagem, que certamente será importante para outros leitores que pretendem voar com a Avianca. E você? Já viajou com a  companhia? Deixe sua impressão nos comentários abaixo! Se fez ou vai fazer uma viagem com alguma empresa aérea que ainda não foi avaliada aqui no Melhores Destinos ficaremos felizes em publicar sua avaliação: entre em contato com a gente pelo e-mail dicas@melhoresdestinos.com.br

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