O que fazer em Porto Alegre: 12 dicas para uma viagem à capital gaúcha

Bruna Scirea 7 · novembro · 2017

Passear a pé pelo Centro Histórico, assistir ao pôr do sol na orla do Guaíba, passar uma tarde de fim de semana no Parque da Redenção ou almoçar em uma tradicional churrascaria são só algumas das atrações que Porto Alegre oferece aos seus visitantes. A programação cultural, boa gastronomia e atividades ao ar livre fazem da capital do Rio Grande do Sul um destino atraente para se passar um fim de semana, feriadão ou fazer uma escala demorada antes ou depois de seguir viagem para Gramado, Canela e outros destinos da Serra Gaúcha.

Reunimos, então, 12 dicas do que fazer em Porto Alegre! Há opções para aqueles que desejam passar somente poucas horas na cidade e também atividades que podem preencher alguns dias na capital gaúcha. Vale lembrar que Porto Alegre, apesar da variação de temperatura com as estações, é um destino que pode ser visitado em qualquer época do ano, dependendo do que se deseja. As temperaturas são amenas no outono e os dias ficam floridos na primavera. As tardes são extremamente quentes no verão, e os dias amanhecem com os termômetros marcando menos de 10°C no inverno – nesta época, apesar do frio, a cidade oferece diversas atividades culturais, como o festival internacional de teatro Porto Alegre em Cena. Veja as nossas dicas e boa viagem!

Dicas ao vivo

E hoje, às 20 horas, teremos uma live para tirar dúvidas e dar dicas sobre Porto Alegre, com nossa editora Bruna Scirea, que mora na capital gaúcha! Cadastre-se aqui e participe.

Conhecer o Centro Histórico

Localizado às margens do Lago Guaíba, o Centro Histórico reúne boa parte das principais atrações de Porto Alegre. Entre o Mercado Público e a Usina do Gasômetro, estão a Praça da Alfândega onde se situam os museus Santander Cultural e o MARGS (Museu de Artes do Rio Grande do Sul), além da famosa Rua da Praia, que concentra um grande número de lojas e a Casa de Cultura Mario Quintana, antigo hotel que serviu de residência ao poeta Mario Quintana e, hoje, abriga um centro cultural. No Centro Histórico também está a Praça da Matriz, região onde estão prédios do governo estadual, como o Palácio Piratini e a Assembléia do Estado, além da Catedral Metropolitana e do Teatro São Pedro.

A melhor forma de conhecer esta região da cidade com certeza é a pé. Uma boa opção é fazer um tour guiado com o Free Walk Poa, que ocorre todos os sábados, às 11h, saindo da frente do Chalé da Praça XV. A caminhada dura no máximo 2 horas e conta a história do centro da cidade, além de personagens interessantes do bairro. O passeio guiado é gratuito, mas ao final os participantes são convidados a deixar uma contribuição no valor que quiserem.

Outra forma de conhecer o Centro Histórico é com a Linha Turismo, um ônibus de dois andares (com a parte superior aberta) que passa pelos principais pontos turísticos da região central de Porto Alegre. O custo por pessoa é de R$ 25 durante a semana (exceto segunda-feira, único dia em que o passeio não sai) e de R$ 30 em sábados, domingos e feriados. Os passageiros podem desembarcar e embarcar até seis vezes nos pontos que quiserem conhecer com mais detalhes. Confira no site do Linha Turismo o roteiro completo e os horários de saída.

Visitar o Mercado Público

Inaugurado em 1869, o Mercado Público de Porto Alegre segue sendo um dos principais centros de compras – principalmente de alimentos – de Porto Alegre. Vale a pena visitar o prédio histórico, que faz parte do Patrimônio Histórico da capital gaúcha e atentar-se principalmente às bancas que vendem produtos tradicionais do Rio Grande do Sul, como cuias, diferentes tipos de erva-mate, charque e outras iguarias – quem sabe seja a oportunidade de voltar de viagem com lembrancinhas tipicamente gaúcha.

Uma boa pedida é almoçar em um dos restaurantes, que servem os mais variados gostos: de comida japonesa, passando pela macrobiótica, à autêntica portuguesa, além dos famosos a la minuta, como os porto-alegrenses chamam o PF (prato feito).

Visitar a Casa de Cultura Mario Quintana (e tomar um café)

Um dos mais importantes centros culturais de Porto Alegre, a Casa de Cultura Mario Quintana, localizada no Centro Histórico, já foi um hotel. Desta época, o que sobrou foi o quarto do poeta gaúcho Mario Quintana, com seus pertences ainda postos sobre os móveis. Os demais cômodos viraram salas que hoje abrigam biblioteca, espaço de estudo, cursos variados, salas de cinema e um jardim dedicado ao ambientalista gaúcho José Lutzenberger. No último andar, os visitantes encontram ainda um café de onde é possível admirar uma bela vista do Guaíba – uma bom lugar para recompor as forças durante o bate-perna pelo centro de Porto Alegre.

Passear pela orla do Guaíba e assistir ao pôr do sol

Você irá notar: os porto-alegrenses são muito orgulhosos do espetáculo que é o pôr do sol às margens do Lago Guaíba. Nos fins de semana, a avenida que costeia o lago, a Beira-Rio, é fechada para carros e dá espaço a ciclistas, skatistas, pedestres e moradores em geral, que munidos de uma garrafa térmica e uma cuia de chimarrão, contemplam o sol desaparecer no horizonte.

Junto à orla, aproveite para conhecer o centro cultural Usina do Gasômetro (antiga usina termelétrica), localizada na região mais central. Perto do famoso Gasômetro, está a revitalizada Praça Julio de Mesquista, que nos fins de semana recebe o público com feirinha, músicas e food trucks. Se preferir, alugue uma bicicleta pelo sistema Bike Poa e percorra toda a orla (que está sendo revitalizada) até o Museu Iberê Camargo, outro bom ponto para assistir ao pôr do sol.

Visitar o Museu Iberê Camargo

Projetado pelo famoso arquiteto português Álvaro Siza, a Fundação Iberê Camargo reúne obras do importante artista plástico gaúcho Iberê Camargo, além de abrigar exposições itinerantes. De dentro, os blocos de concreto que forma o moderno prédio são recortados por pequenas janelas de vidro, de onde é possível espiar o Guaíba, logo ali à frente. De quebra, no primeiro piso há um café, que serve refeições, lanches e uma belíssima vista. Boa pedida para assistir ao pôr do sol no fim da tarde!

Passear no domingo na Feira do Brique, no Parque da Redenção

É nos fins de semana que os porto-alegrenses ocupam os parques e ruas da cidade. E entre os espaços públicos mais movimentados está o Parque Farroupilha, carinhosamente chamado de Redenção. Localizado na região central da cidade, o parque com certeza é um dos motivos pelos quais Porto Alegre é considerada uma das capitais mais arborizadas do Brasil – com destaque especial para a época da primavera, quando as árvores ganham tons rosados.

Sobre cangas esticadas no gramado da Redenção (assim como em outros parques da cidade, como o Parcão e o Marinha do Brasil), moradores tomam chimarrão, brincam com seus pets e passam a tarde aproveitando a vida ao ar livre. Nos sábados de manhã, uma feira orgânica toma conta de uma das ruas laterais do parque, a Rua José Bonifácio. Aos domingos, é a vez do Brique da Redenção, a mais famosa feira da cidade, que reúne artesanato e antiguidades. Vale a pena a visita!

Tomar suco e/ou lanchar na Lancheria do Parque

Se passar pela Redenção, não deixe de entrar na Lancheria do Parque e curtir uma experiência tipicamente porto-alegrense. Localizada no bairro Bom Fim, um dos bairros que fazem divisa com o parque, a democrática “Lanchera” reúne famílias, jovens, músicos, senhores que escolhem o local para ler jornal tomando café, personagens conhecidos da capital gaúcha… enfim, todas as tribos!

No cardápio super em conta, os clientes encontram lanches variados, pratos a la carte e ainda há a opção do buffet, que funciona praticamente o dia todo. Destaque especial para os sucos feitos na hora (com a combinação de frutas que você pedir, não importa quão bizarra ela for) e o simpático atendimento dos funcionários.

Fazer um passeio pelo Guaíba a bordo do Cisne Branco

Os que desejam ter uma vista mais panorâmica da cidade podem ingressar na embarcação Cisne Branco, considerado um Espaço Cultural Flutuante, que realiza passeios pelas águas do Guaíba desde 1978. Com uma hora de duração, o tour percorre as principais ilhas do Guaíba à medida em que conta um pouco da história de Porto Alegre. O passeio é realizado diariamente e custa R$ 35 para adultos. Acesse o site do Cisne Branco para mais informações.

Museu de Ciências e Tecnologia da PUC

Famílias que viajam com crianças podem reservar um período para visitar o Museu de Ciências e Tecnologia da Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul (PUC). As diversas exposições aliam ciência e tecnologia e convidam o visitante a interagir com os experimentos. Para mais informações, acesse o site do museu.

Visitar os estádios do Grêmio e do Internacional

Para os amantes do futebol, vale uma visita aos estádios dos dois mais famosos times gaúchos: o Grêmio e o Internacional. Inaugurada em 2012, a Arena do Grêmio está localizada em uma região próxima ao Aeroporto Salgado Filho e tem capacidade para mais de 55 mil torcedores. Na Arena é possível visitar o Museu do Grêmio e também fazer um tour de bastidores (com grupos fechados e por um valor um pouco salgado) pelos vestiários, corredores e interior do estádio. Confira o site do Arena Tour.

Já o Estádio Beira-Rio, a casa do Internacional, fica às margens do Guaíba (bem próximo ao Museu Iberê Camargo). O estádio também oferece visita guiada e há um museu e uma loja de artigos colorados. Para mais informações sobre as visitas ao Beira-Rio, acesse o site do estádio.

Almoçar em uma churrascaria tradicional

Bom… estando em Porto Alegre, nada mais coerente do que reservar um almoço para provar um autêntico churrasco gaúcho. A capital, como era de se esperar, é repleta de boas churrascarias. Tem para todos os estilos, gostos e bolsos! Nas mais turísticas, como a Galpão Criolo e a 35 CTG, o churrasco é servido em meio a atrações culturais diversas: que vão desde danças a shows surpreendentes com boleadeiras (antigas armas utilizadas para a caça no campo).

Entre as mais frequentadas pelos porto-alegrenses estão as clássicas churrascarias Giovanaz, cujo espeto corrido traz boas opções de cortes mais simples de carne (ótimo custo x benefício e atendimento extremamente ágil), a Costela no Roletchê (como diz o nome, especializada em costela) e o Barranco, onde os clientes podem fazer as refeições sob a sombra das árvores.

Se você é daqueles que curtem conhecer a boa gastronomia dos locais por onde viaja, uma ótima dica é acessar o site Destemperados, onde estão listados e avaliados boa parte dos restaurantes de Porto Alegre (e outras cidades gaúchas e até de outros estados). Na página, é possível selecionar as buscas por tipo de comida ou de programa (a dois, em família, entre amigos etc).

Curtir a vida noturna na Cidade Baixa ou na Padre Chagas

Para os que são da noite, são duas as boas pedidas: a cena alternativa da Cidade Baixa e os bares da tradicional Rua Padre Chagas, no bairro Moinhos de Vento, um dos mais nobres da cidade. Na Cidade Baixa, famoso bairro boêmio da capital gaúcha, os botecos de samba e as baladas que mesclam pop-rock, indie e rock, se concentram em três ruas: João Alfredo (casas noturnas) e José do Patrocínio e Lima Silva (bares e restaurantes). Na Padre Chagas, o clima é ideal para esticar o happy hour até a janta e, depois, ir para a balada nos pubs.

Gostaram das nossas dicas? Já esteve ou mora em Porto Alegre e gostaria de sugerir aos leitores dos Melhores Destinos outras opções de passeios na capital gaúcha!? Comente e participe!

Autor

Bruna Scirea - Editora
  • Braian Elesbão

    É não esquecendo… cuidando com os assantantes e trombadinhas….

    • Ricardo

      Pois é, o Rio de Janeiro leva a fama, mas Porto Alegre é bem mais violenta! Recentemente ficou no top 3 das capitais brasileiras com mais homicídios (com Aracaju e Belém), e já leva alguns anos entre as 50 cidades mais violentas do mundo. Uma pena!

      • Realmente ter cuidado é uma recomendação básica para quem for a qualquer capital brasileira hoje em dia. Seja lá a posição no top, diferente do que acontece no Rio, em Porto Alegre as zonas de risco são bem mais perceptíveis e fáceis de serem evitadas. Já no Rio, aparentemente em qualquer lugar, dia e horário se corre um risco enorme de sofrer violência.
        Quanto aos homicídios, seria importante analisar o perfil das vítimas, dependendo de cada capital. Por exemplo, se elas têm ligação comprovada com tráfico de drogas ou se são na maioria trabalhadores, pessoas sem ficha criminal e etc.

        • Ricardo

          Dá pra reparar que você não conhece o Rio, não?

          • Ricardo, sou carioca, assim como toda a minha família, tenho 32 anos e vivi no Rio até 2011, quando me mudei para Porto Alegre, onde moro até hoje. Não preciso dizer, mas vou frequentemente ao Rio por razões óbvias.

            A violência de que você fala é bem diferente daquelas que tornam as estatísticas assustadoras. Você felizmente não foi vítima de homicídio. Você felizmente não é uma pessoa da classe pobre, trabalhadora, que não tem carro e precisa de andar no Rio pelo terminal da central do Brasil, embarcar num trem que passa dentro do Jacarezinho e chega na sua casa na baixada fluminense tarde da noite, é? Você também não é um morador de Jardim América que leva um tiro dentro de casa porque a polícia está trocando tiros com bandidos na favela a 1km de onde você mora.

            Concordo com você que os números não são uma boa referência. Mas também é preciso ver que tipo de violência predomina e se ela é restrita às periferias ou se já contaminou a cidade inteira. Esses critérios são aqueles que me fazem ver claramente a diferença entre a violência que há no Rio de Janeiro e em Porto Alegre.

          • Ricardo

            Oi Rodrigo. Não entendi muito seu argumento, pois primeiro você comenta que em qualquer lugar, dia e horário você pode ser vítima de violência no Rio. Mas depois só dá exemplos de lugares que são zonas de maior risco (Jacarezinho, Jardim América, Baixada Fluminense, que é fora do Rio) e que nenhum turista visita.
            Mas deixa pra lá, melhor falar de Porto Alegre lembrando de churrasco, belas mulheres e lindas paisagens da Serra Gaúcha. Abraço!

    • Lucas

      Dica que vale para qualquer capital do país, cabe lembrar.

    • THE GUNSLINGER

      Como em qualquer grande cidade mundo afora, não?

      • Braian Elesbão

        Oi gunslinger, não… não é como qualquer cidade mundo a fora não… te garanto!

        • THE GUNSLINGER

          Ok, talvez em Zurique não seja… mas experimenta ficar marcando bobeira em determinados locais de São Paulo, Rio, NY, Paris… para ver se não sofre o pênalti. Os meliantes até não vão te meter uma arma na cabeça, mas a carteira pode sumir ligeirinho.

  • Lucas

    A cidade tem churrascarias menos badaladas mas excelentes, como a Giovanaz, Princesa Isabel e Dom Henrique (pagamento somente em dinheiro). Pra galera da balada a dica é: Cidade baixa é mais povão, mais “Lapa”, Padre Chagas é mais gourmet, tipo “Batel” 🙂
    O Jardim do DMAE (pronunciem “Demae”) é um passeio bacana também, fica a metros da Padre Chagas e o visual é tão bacana que é comum ver ensaios de noivas e formandos por lá.
    A cidade é a maior produtora de cerveja artesanal do país, então pra quem curte não é uma ótima pedida. As dicas são 4beer cerveja e cultura, Bier Markt/Bier Markt Von Vass, Bárbaros, Lagom, e o tour cervejeiro, que é realizado no mesmo ônibus turístico da cidade.
    Além do pôr do sol na usina do gasômetro também dá pra curtir em Ipanema, um bairro que fica na zona sul (mera coincidência, claro =)), o lugar tem um calçadão legal para caminhadas, bons bares e um excelente pôr do sol.
    Não pensem só em Gramado, venham nos visitar!!!

    • Filipe Lázaro

      Boas dicas Lucas! E na minha opinião, essas churrascarias menos badaladas são melhores que as famosas.

    • Bruna Scirea

      Ótimas dicas, Lucas! Bem lembrado. O Jardim do DMAE é lindíssimo. E as cervejas, então.. humm! 🙂
      Participa da live hoje e me ajuda a dar boas dicas como essas!

      • Lucas

        Bem que gostaria Bruna, mas hoje combinei com uns amigos em um desses bares cervejeiros! 🙂 De qualquer forma vou deixar um lembrete no telefone!!

    • THE GUNSLINGER

      Tem também o Malvadeza.. excelentes cervejas artesanais de produção própria com bom custo/benefício, com boas pizzas para acompanhar. E para uma proposta diferente tem o Perro Libre Tap Room: o cliente carrega créditos em um cartão e com ele abastece o copo direto nas torneiras de chopp. Para acompanhar, pratos da culinária andina.
      Outra dica: a antiga filial do Lagom, agora Duplex 312, une o chopp artesanal com um clima mais de balada, com música ao vivo. Por sinal, o Lagom original (na Bento Figueiredo) além das cervejas também tem ótimos hambúrgueres e sanduíches, como o de almôndegas.

  • Ana Luísa Ferreira

    Gostei do post, me deu bastante vontade de voltar à cidade. Conheci quando criança e ainda não tive a oportunidade de voltar. Vou incluir na lista para 2018!

    • Bruna Scirea

      Isso aí, Ana Luísa! Reserva um fim de semana para Porto Alegre ou de repente um feriado prolongado pra curtir a capital e também algum destino da Serra Gaúcha, como Gramado, Canela ou o Vale dos Vinhedos.

  • Candice Campos Habeyche

    Só estranhei a foto de gramado na chamada pra matéria?!

    • A foto que eu vejo aqui é de Porto Alegre.

  • Douglas Cunha de Almeida

    Outro ponto bem legal pra se conhecer,e que quase nunca é citado,é o Museu do Exército. Fica na Andradas, na frente da Igreja das Dores,e além de ser de graça, é um passeio bem divertido.
    Outro ponto, que vale a visita é a volta da Praça da Matriz, tem coisas bem legais ali.

  • Renato Bender

    Sou gaúcho de Porto Alegre e acrescento uma dica á galera ligada em futebol. É o Brechó do Futebol, bar temático com camisetas e bandeiras de vários clubes do mundo no teto e nas paredes. Cervejas artesanais ou não, excelentes petiscos e se respira futebol. No andar de cima funciona o brechó com uma quantidade imensa de camisetas de clubes do mundo inteiro. Fica na Fernando Machado,quase esquina com a Borges de Medeiros, região central de Porto Alegre.

  • Bruna Scirea

    Oi, Enivaldo. Tem algumas opções em no Centro Histórico, próximo à Praça da Matriz, na Cidade Baixa (na região da Rua Loureiro da Silva) e outras mais “sofisticadas” no bairro Moinhos de Vento e região. Vai depender da região onde você quer ficar e o quanto você quer gastar.

  • c.gouveia66

    Alguém tem alguma dica sobre sair do aeroporto? Melhor pegar um táxi? Chego num sábado às 15h e ficarei perto do Shopping Moinhos