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Lisboa, Portugal: dicas do que visitar em cada bairro da capital portuguesa

Bruna Scirea
Bruna Scirea
20/08/2020 às 5:08

Lisboa, Portugal: dicas do que visitar em cada bairro da capital portuguesa

Basta virar uma esquina para se apaixonar mais uma vez por Lisboa, em Portugal. A cidade tem vida, cor, uma luz que é só dela e oferece muito, mas muito o que fazer. Para ajudar você a planejar seus dias por lá, descrevemos nesse post aquilo que encontramos de melhor em cada cantinho da cidade. Confira nossas dicas do que visitar nos melhores bairros de Lisboa!

O que fazer em cada bairro de Lisboa, Portugal

Destacamos as principais atrações dos 10 mais conhecidos bairros de Lisboa, Portugal, com nossas dicas de como chegar e onde comer em cada um deles.

Alfama

Alfama é o bairro mais antigo de Lisboa, o mais genuíno deles e aquele que concentra as melhores casas de fado de Portugal. É certamente também a região de Lisboa mais gostosa para se perder por entre as ruelas, bisbilhotar as roupas penduradas nos varais e até ouvir as conversas entre moradores – cada um em sua janela, batendo papo em alto e bom som. Boa parte das vias são estreitas, onde não passam carros, e ligadas por escadarias, praças, parques, lojinhas incríveis e construções antigas, coloridas e grudadinhas umas nas outras.

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Lisboa, Portugal: o colorido do bairro Alfama é uma das atrações da cidade

É ladeira acima e abaixo o tempo todo — mas nada que exija tanto preparo físico, até porque a Alfama oferece várias possibilidades de pausas em mirantes, com vistas incríveis para vários pontos de Lisboa. Um dos mais movimentados deles é o Santa Luzia, com um belo jardim e artistas embalando o público com música ao fim da tarde. O Portas do Sol também oferece uma bela vista dos telhados alaranjados da Alfama se esparramando morro abaixo em direção ao Tejo.

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Um passeio pela Alfama já vale mais do que a pena. Mas o bairro ainda concentra muitas das principais atrações de Lisboa, Portugal: o Castelo de São Jorge (com um super mirante para contemplar vários cantos da cidade), Catedral da Sé, Igreja de Santo Antônio, Mosteiro São Vicente de Fora e o Museu do Fado. Vale muito esticar a caminhada até a Igreja de Santo Estêvão, passando pela calçadinha e pelo mirante que levam o mesmo nome. Bem próximo ficam também o Panteão Nacional, que abriga túmulos de ex-presidentes e da cantora de Fado Amália Rodrigues, e a Feira da Ladra, que ocorre todas as terças e sábados. Ah, e se você visitar a cidade em junho, aproveite os festejos de Santo António na Alfama: as ruas ficam tomadas de pessoas, músicas, festas e cheiro de sardinha na brasa. Alto astral define.

Onde comer na Alfama

Recomendamos a Tasca da Sé (bem em frente à Catedral), onde provamos o saboroso Bacalhau à Tasca — o peixe vem envolto em uma porção generosa de maionese gratinada e batatinhas no forno. Na Muralha Tasca Típica provamos um delicioso Bacalhau à Lagareiro. E no restaurante Ti Natércia todos os elogios vão para o bacalhau envolto em massa folhada.

Fado na Alfama

Para ouvir um bom fado na Alfama as sugestões são a Tasca do Chico (há outra unidade no Bairro Alto), a Mesa de Frades e a Baiúca.

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Vista do mirante do Castelo de São Jorge, a principal atração da Alfama

Como chegar na Alfama

Para ir até o topo do bairro, muitos visitantes pegam o famoso Eléctrico 28, o bondinho que é uma das principais atrações da capital portuguesa. Mas é fato: sobretudo na alta temporada, as filas para pegar o 28 são enormes, levam horas e é preciso ter cuidado, pois são frequentes os relatos de batedores de carteira dentro do transporte.

Se não estiver disposto, suba a Alfama a pé, deliciando-se com as ruelas e as belas paisagens que aparecem do nada! Há escadas rolante e elevadores que ajudam no trajeto. Reserve pelo menos meio dia para passear pelo bairro sem pressa, entrando em alguma das atrações. Se preferir visitar várias delas, tire um dia inteiro.

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Eléctrico 28 é um dos atrativos de Lisboa, em Portugal


A Baixa Lisboeta

A Baixa é o centro de Lisboa, onde está o calçadão da Rua Augusta, as largas vias da Avenida da Liberdade, lojas, restaurantes e confeitarias, além de algumas das principais praças da cidade, como a Praça da Figueira, do Praça do Rossio e a Praça do Comércio (Terreiro do Paço). Por ter sido uma das regiões mais atingidas pelo terremoto seguido de um incêndio em 1755, a Baixa foi reformulada por inteiro, sendo erguidas quadras bem definidas. À frente deste projeto, que foi o primeiro exemplo de planejamento urbano neoclássico de toda a Europa, estava o primeiro ministro Marquês de Pombal — não é a toa que a região também é conhecida como Baixa Pombalina.

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Na Baixa estão importantes atrações de Lisboa como o Elevador de Santa Justa, que liga a Baixa ao Chiado/Bairro Alto e tem, no topo, um mirante com vista para boa parte da cidade. O Arco da Rua Augusta, bem no perímetro da Praça do Comércio, também oferece um terraço para admirar a capital portuguesa. Na Praça do Comércio está o Lisbon Story Centre, museu interativo que trata da história de Lisboa.

Na Praça do Rossio está o Teatro Nacional D. Maria II e, pertinho dele, um dos lugares mais tradicionais para provar uma das bebidas mais famosas de Portugal: o bar A Ginjinha (dá para comprar um copinho e se juntar às pessoas que bebericam na calçada em frente ao estabelecimento). Na Praça da Figueira ocorre o tradicional Mercado da Figueira, imperdível para quem gosta de embutidos, queijos, vinhos e pretende conhecer um pouco mais dos ingredientes da culinária portuguesa. E na Praça dos Restauradores, bem pertinho do Teatro Nacional, está o famoso Elevador da Glória, bondinho que liga a Baixa ao Bairro Alto/Príncipe Real.

No nosso post com 77 dicas de o que fazer em Lisboa trazemos um resumo das principais atrações da Baixa e de outros bairros de Lisboa, Portugal.

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Onde comer na Baixa de Lisboa:

Na Casa Portuguesa do Pastel de Portugal experimente a iguaria, de preferência a opção com queijo da Serra da Canastra. No Bifanas do Afonso você conhece o tradicional sanduíche português recheado com carne suína. Na Taberna do Lis, os preços são um pouco mais elevados, mas o ambiente e os pratos são perfeitos para um almoço ou jantar especial. Para comer frutos do mar frescos em restaurantes clássicos da cidade, vá ao Gambrinus ou ao Solar dos Presuntos (que não estão entre as opções mais baratas da região, mas valem muito a pena). E não deixe de visitar a Confeitaria Nacional, a mais antiga de Lisboa.

Como chegar à Baixa

Todos os caminhos levam à região central de Lisboa, Portugal. Se você estiver hospedado em bairros mais afastados, pegue o metrô até as estações Restauradores, Baixa-Chiado ou Terreiro do Paço.


Chiado

O Chiado está juntinho da Baixa e do Bairro Alto — ou seja, na região mais central de Lisboa. O bairro é conhecido pelas lojas (algumas reunidas no Armazém do Chiado), livrarias, cafés, restaurantes e bares modernos, ateliês e galerias de arte e design. Mais um dos tantos bairros agradáveis para se explorar a pé em Lisboa, sobretudo quando o objetivo é fazer compras ou conhecer cantinhos descolados.

No Chiado está a Livraria Bertrand, fundada em 1732, que dizem ser a mais antiga do mundo. Ali pertinho, também na Rua Garret, a principal do bairro, está o café A Brasileira, que tem a famosa e muito fotografada estátua do Fernando Pessoa logo à frente. Na Praça Luís de Camões costumam se concentrar jovens para um “esquenta” antes da noite nos bares e casas de festa do Bairro Alto, próprio Chiado ou Cais do Sodré. E vale experimentar os pastéis de nata da Manteigaria, um dos melhores de Portugal! (Na minha opinião, o melhor).

Passarela liga o Elevador de Santa Justa à região do Largo do Carmo

Próximo ao Chiado também ficam a Igreja e o Convento do Carmo, que foram construídos no século 14 e devastados no terremoto de 1755. Para chegar lá, uma boa forma é pegar o turístico Elevador de Santa Justa — considere a possibilidade de enfrentar uma longa fila. O que sobraram hoje são ruínas daquela que foi a principal igreja gótica de Lisboa, em Portugal. No Museu Arqueológico do Carmo é possível ver uma maquete de como era a igreja antes do desabamento, além de visitar exposições e túmulos. Em frente às ruínas do Carmo está o importante Largo do Carmo, praça que foi palco da Revolução de 25 de abril de 1974, que derrubou a ditadura dando início ao processo de democratização de Portugal.

Veja todas as nossas dicas para planejar uma super viagem para Portugal – neste post tem tudo o que você precisa saber: quantos dias ficar, quando ir, principais regiões turísticas, roteiros e muito mais.

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Onde comer no Chiado

O Bairro do Avillez é um dos estabelecimentos do chef português José Avillez e conta com diferentes ambientes e tipos de comida. A Cervejaria Trindade é um dos restaurantes mais clássicos de Lisboa. Os dois ficam lado a lado.


Bairro Alto

O Bairro Alto é o lugar certo para os amantes da vida noturna. Por lá, as noites de verão (e nem só de verão) vão até mais tarde, já que não faltam bares, com jovens, adultos e muitos turistas se aglomerando nas calçadas. A região também é famosa pelo Fado, atração em muitos restaurantes e bares do Bairro Alto.

Mão não é só de noite que se faz o Bairro Alto. Por estar em uma das colinas de Lisboa, a região dá acesso a incríveis mirantes para admirar diferentes lados da cidade. Um dos mais visitados deles é o Miradouro de Santa Catarina, com vista para o Cais do Sodré e a margem sul do rio Tejo, em direção à Ponte 25 de Abril.

Junto ao mirante, está o Museu da Farmácia, onde está parte da história da saúde mundial. Por ali também está um interessante café, com um espaçoso e convidativo gramado em frente. O Jardim de São Pedro de Alcântara, entre o Bairro Alto e o Príncipe Real, é outro mirante famoso em Lisboa, com vista para a Baixa e suas importantes praças, e para a Alfama, onde está o Castelo de São Jorge.

Próximo ao Bairro Alto também está uma das mais famosas ruas de Lisboa: a Rua da Bica, com o tradicional ascensor (bondinho) amarelo que liga a Rua São Paulo, na região do Cais do Sodré, ao Largo do Calhariz.

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O Ascensor da Bica é um dos cartões postais de Lisboa, Portugal

Onde comer no Bairro Alto

Boas pedidas são a Sea Me Peixaria Moderna e os restaurantes Casa da Índia (que, apesar do nome, serve comida portuguesa) e As Salgadeiras.

Fado no Bairro Alto

A Tasca do Chico é dos pontos mais tradicionais do fado amador (por lá, chamado de fado vadio). Outro ponto tradicional dos fadistas é a Adega Machado, que serve jantares.

Como chegar ao Bairro Alto

Das regiões mais baixas de Lisboa para o Bairro Alto é possível ir caminhando pelo Chiado ou então subindo escadarias que partem da Baixa. Além do Elevador de Santa Justa (que é mais uma atração do que um meio de transporte), também é possível tomar os bondinhos da Glória e da Bica, que sobem duas estreitas e íngremes ruas em direção ao Bairro Alto.


Cais do Sodré

O Cais do Sodré é um pequeno bairro às margens do rio Tejo. Ali está a estação de trem Cais do Sodré (onde se embarca rumo a Cascais, por exemplo) e o famoso Mercado da Ribeira (Time Out Market), que reúne dezenas de pequenos restaurantes, alguns de cozinheiros clássicos da gastronomia portuguesa. É uma grande, divertida e movimentada praça de alimentação — bem movimentada, aliás. Não é raro ter de esperar por um bom tempo para conseguir espaço nas mesas compartilhadas. De toda forma, vale a visita.

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Para quem vem do Terreiro do Paço (Praça do Comércio), o caminho até o Cais do Sodré é mais do que agradável, passando pela Ribeira das Naus, um calçadão com praças à beira do rio, de onde se pode ver o pôr do sol com drinks e música. Boa pedida para curtir o fim de tarde e já emendar a vida noturna em alguns dos bares do Cais do Sodré, que disputa o título de bairro mais boêmio com o Bairro Alto. Alguns dos bares e casas noturnas mais famosas estão nas redondezas da Rua Cor de Rosa.

Como chegar aos Cais do Sodré:

Caminhando a partir do Chiado, Bairro Alto e Baixa. A região é plano e rende muito um passeio a pé pela margem do Tejo. Se preferir, pegue um metrô até a estação Cais do Sodré.


Belém

É bem improvável que você vá até Lisboa, Portugal, e não passe um dia percorrendo as atrações do bairro histórico da cidade: Belém. É nele que ficam importantes atrações como o Mosteiro dos Jerónimos, o Padrão dos Descobrimentos, a Torre de Belém, o Museu Coleção Berardo, o Museu Nacional dos Coches, o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) e a tradicional Antiga Confeitaria de Belém, onde estão os autênticos Pastéis de Belém — todos os outros devem ser chamados de pastéis de nata.

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Reserve um dia inteiro para visitar os principais pontos turísticos de Belém. Na volta, se interessar, faça uma parada na LX Factory, um complexo de lojas, livrarias e restaurantes que tem como marca registrada o design moderno e o clima descontraído.

Como chegar em Belém

Para ir para Belém desde o centro de Lisboa é preciso pegar o bonde (eléctrico) 15E que sai da Praça da Figueira, Praça do Comércio e Cais do Sodré. Há também a opção de ir de ônibus até Belém — as linhas que fazem o trajeto são a 714 e a 727.


Parque das Nações

Nas margens do Rio Tejo, um pouco mais afastada do centro da cidade, está a Lisboa moderna e arrojada. O Parque das Nações é um bairro de arquitetura de ponta, belos jardins e atrações tecnológicas. Por ali, tudo antes não passava de uma região industrial abandonada. Com a sede do Expo Mundial 98 em Lisboa, o bairro foi recuperado e construções assinadas por importantes arquitetos foram erguidas, dando vida e modernidade a espaços antes degradados.

Oceanário reúne milhares de espécies marinhas e é uma das principais atrações de Lisboa, Portugal

É a partir da belíssima Estação Oriente (obra do arquiteto espanhol Santiago Calatrava), que fica a apenas uma parada de metrô do Aeroporto de Lisboa, que os visitantes geralmente chegam ao Parque das Nações. Depois dá para fazer tudo a pé: visitar o Oceanário de Lisboa e o Pavilhão do Conhecimento, passear pelo Parque das Nações, ver a vista do alto do Teleférico de Lisboa ou então se deliciar em um dos tantos restaurantes e bares às margens do Tejo. O bairro também é bastante procurado para compras, já que ali fica o Centro Comercial Vasco da Gama, com muitas lojas e uma movimentada praça de alimentação.

Como chegar ao Parque das Nações

A maneira mais fácil de chegar à região é com metrô, desembarcando na Estação Oriente.


Príncipe Real

É considerado por muitos o bairro mais cool de Lisboa, em Portugal. O Príncipe Real está acima do Bairro Alto, conservando o clima de bares e restaurantes, mas em uma zona residencial bem menos agitada do que a vizinha. O aspecto descolado fica por conta das tantas lojas de design, decoração e roupas que fogem dos padrões das grandes marcas. Uma simples caminhada pelo bairro certamente te levará a entrar em vários pequenos comércios, com vitrines de admirável bom gosto.

No Jardim do Príncipe Real se concentram todos os finais de semana pequenos produtores e artesãos. No Museu Nacional da História e da Ciência é possível conhecer mais de três mil espécies de aranhas — o acervo vai além de aranhas, caso os aracnídeos não sejam o seu ponto forte. A bela construção da Embaixada merece uma visita por si só, mas tem mais: dentro estão lojas, restaurantes e bares descolados, como o Gin Lovers. E o bairro abriga ainda o Jardim Botânico de Lisboa, um bom lugar para relaxar.

Onde comer e beber no Príncipe Real

Algumas boas sugestões são o restaurante mexicano El Clandestino, O Prego da Peixaria, o Tapisco (do chef Henrique Sá Pessoa), o RUA e o Atalho Real, para quem gosta de carne.

Como chegar

Siga a pé pelo Bairro Alto. Quem preferir utilizar o transporte público, pode utilizar a estação Rato. Para uma chegada mais divertida, pegue o elevador da Glória na Praça dos Restauradores.


Mouraria

A Mouraria fica aos pés do Castelo de São Jorge, ao lado do bairro Alfama, e é certamente um dos mais tradicionais bairros de Lisboa, Portugal. Foi a região habitada pelos mouros após a conquista portuguesa e até hoje guarda o aspecto multicultural, com gente de muitas nacionalidades vivendo por lá. Não à toa, é o bairro onde se poder comer uma deliciosa comida moçambicana, como no Cantinho do Aziz, mas também chinesa, indiana, de Bangladesh, Índia e outros países asiáticos.

Da mesma forma, é fácil encontrar temperos e produtos de vários países nos mercados da região — boa dica para quem não perde a oportunidade de voltar com novos sabores na mala. E para fechar, é na Mouraria que estão dois dos restaurantes lisboetas preferidos desta que vos escreve: O Zé da Mouraria (peça os chocos ao alho!) e o Zé dos Cornos, ambos com pratos fartos e saborosíssimos!

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Como chegar à Mouraria: com metrô desembarcando na Praça Martim Moniz, utilizando o famosos bonde Eléctrico 28, ônibus ou caminhando, já que a região fica bem próxima de vários bairros da cidade, como Baixa, Chiado e Alfama.


Graça

No bairro da Graça, está uma Lisboa de lisboetas. O bairro é praticamente de residentes. Por lá, os turistas costumam se enfileirar quase que somente no Miradouro da Graça e em frente à Capela de Nossa Senhora do Monte, de onde se tem uma das mais belas vistas da cidade. No entanto, se quiser dar uma espiada no bairro, aproveite para conhecer o comércio local e os pequenos restaurantes, com preços mais do que justos. Na Graça também fica um dos mais legais bares de Lisboa: o Botequim. Dica: para chegar à Graça, suba as escadarias e ladeiras da Mouraria. É um jeito legal de conhecer mais do interior de ambos os bairros!

Vista do Miradouro da Graça sobre Lisboa e o Rio Tejo ao fundo


Lisboa, em Portugal, é uma cidade pra lá de interessante. E, encantadora que só ela, tem atrações espalhadas por todos os cantos da cidade, desde o centro até bairros afastados, menos visitados por turistas. Se você tiver sugestões de outras regiões a serem visitadas na capital portuguesa, deixe sua dica nos comentários!