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Curitiba 331 anos: 31 dicas para visitar, comer, beber e curtir a cidade

Cleverson Lima
29/03/2024 às 9:47

Curitiba 331 anos: 31 dicas para visitar, comer, beber e curtir a cidade

Curitiba está completando hoje 331 anos. Se você pesquisar na internet, possivelmente verá que a cidade é conhecida por sua arquitetura arrojada, seus parques, qualidade de vida, ônibus biarticulados e pelo frio (há um meme que brinca que não importa o quão frio esteja em sua cidade, sempre o curitibano dirá que em Curitiba está mais frio).

Mas, mais do que isso, Curitiba é uma cidade que acolhe gente do Brasil e do mundo inteiro e que tem muito a oferecer a quem mora aqui ou a quem a visita. Como um curitibano nascido e criado na capital das araucárias, confesso que já tive uma relação de amor e ódio com a cidade. Hoje não sofro mais com isso e posso dizer que amo Curitiba e convido todos a conhecê-la.

Por isso, para este aniversário da capital do Paraná, separei 31 dicas para quem deseja conhecer os melhores lugares para visitar, curtir, beber e comer em Curitiba.

São dicas tanto para turistas como para curitibanos, mesclando lugares tradicionais e novidades. Claro que, se estiver visitando a cidade, você pode (e deve) adicionar passeios já famosos, como o Jardim Botânico e o Museu Oscar Niemeyer (o Museu do Olho), além das excelentes 29 dicas do que fazer de graça em Curitiba do Melhores Destinos.

Vamos lá, piazada?


1. Veja o pôr do sol no Parque Tanguá (o mais bonito da cidade)

Feriadão

Foto: Monique Renne

Conhecer o Parque Tanguá nem é uma tão nova, mas muita gente não aproveita. Com uma área de 235 mil metros, sendo um dos maiores parques da cidade, o Tanguá foi formado a partir da junção de duas pedreiras desativadas, criando um ambiente natural único. Lá, é possível fazer passeios, apreciar a vista das duas torres do parque além de um túnel com vegetação e cascata.

2. Assistir a um filme no Cine Passeio

Foto: PMC

O Cine Passeio é um cinema de rua localizado numa parte antiga do Centro. Inaugurado em 2019, funciona em um prédio revitalizado onde antigamente funcionava o quartel do Exército. A programação conta com curadoria que mescla filmes nacionais e estrangeiros, blockbusters e cinema independente. Além disso, oferece outras atividades relacionadas ao cinema e já foi escolhido até para lançamentos da Netflix. Confira aqui a programação.

3. Coma carne de onça (relaxa, nenhuma onça é sacrificada para esta delícia)

Foto: Cleverson Lima

A carne de onça é um prato típico da culinária curitibana, que consiste em carne crua temperada servida sobre uma fatia de pão preto. A receita tradicional da carne de onça é feita com carne bovina crua e moída, temperada com sal, pimenta, cebola, cheiro-verde e mostarda, mas claro, há variações. A explicação para o nome, dizem, é que depois de comer essa carne crua e bem temperada você fica com um bafo de onça. A carne de onça é facilmente encontrada em bares e vai muito bem com uma cerveja gelada.

4. Tome um café na Boca Maldita

A Boca Maldita é um famoso ponto de encontro e palco de manifestações políticas e culturais no calçadão da Rua XV de Novembro, no centro de Curitiba. O nome “Boca Maldita” surgiu pela tradição de reunir ali jornalistas, políticos, artistas e outras personalidades locais para conversar e discutir sobre diversos assuntos. Dizem que, em meio a essas conversas, muitas fofocas e intrigas ganhavam vida, e daí surgiu o nome “maldita”. Ao longo dos anos, a Boca Maldita se tornou um símbolo de liberdade de expressão e um espaço importante para manifestações populares. No local fica o Café Avenida, onde você pode tomar um cafezinho enquanto se vê a vida passar.

5. Mate a fome com um cachorro-quente de duas vinas

Receita de cachorro-quente é uma questão polêmica. Tem lugares que leva purê de batata, em outros carne moída, azeitona e até ovo de codorna. Em Curitiba, a polêmica não se dá tanto pela receita, mas sim pelo nome dado às salsichas. Isso porque a versão usada nos primórdios era a salsicha vienense, originalmente chamada Wiener Wurste e criada em Viena. Por ser de difícil pronúncia, os curitibanos acabaram simplificando o nome para “vina”. Um cachorro quente clássico da cidade que eu indico é o dos bares Mignon e Triângulo, bem próximo da Boca Maldita. Leva duas vinas, cheiro verde e molho de perfil em um pão d’água. Durante a noite, muitos carrinhos também vendem versões mais modernas e cheias de ingredientes.

6. Faça o trajeto da Linha Turismo (mesmo se você morar aqui)

Foto: Monique Renne

A Linha Turismo é um ônibus de dois andares que passa por 26 pontos turísticos da cidade, com duração de 2h30 a 3h. Funciona assim: você compra o ticket e tem 24 horas para descer e subir em qualquer uma das paradas. É uma ótima opção para conhecer os principais cartões postais (ainda mais se você tiver sorte de pegar um dia de sol na cidade) e pode ser complementada com pequenas caminhadas.

7. Roube (legalmente) uma canequinha do Bar do Alemão

Foto: Bar do Alemão

O Bar do Alemão é um dos bares mais tradicionais de Curitiba, localizado no centro histórico. O bar foi fundado em 1979, tem um ambiente rústico, com decoração típica de uma taberna alemã, incluindo mesas de madeira, barris de cerveja e outros objetos característicos. No cardápio, diversos pratos de gastronomia germânica. Além disso, o bar é famoso pelo seu famoso “submarino”, que é uma caneca de chopp com uma canequinha de steinhäger dentro. Você não precisa devolver a canequinha – e tem gente que faz coleção!

8. Tome uma sopa de cebola no Baviera (à luz de velas)

Foto: Baviera

O Baviera é um restaurante e pizzaria que chama a atenção pela decoração intimista e bem rústica, além da arquitetura enxaimel no imóvel centenário. Inaugurado em 1972, nunca mudou de cardápio, que tem como destaques a sopa de cebola gratinada no forno à lenha, os variados mignons e o calzone de ricota, escarola e bacon. Chama a atenção que a iluminação se dá em boa parte pela luz de velas ficam nas mesas. Ou seja, ótima pedida para os casais mais românticos.

9. Visite o novo Memorial Paranista

Foto: Lucília Guimarães/PMC

O Memorial Paranista é um novo espaço cultural situado em uma área de 6 mil metros quadrados dentro do Parque São Lourenço. O espaço foi cuidadosamente revitalizado com elementos de paisagismo, arquitetura típica do Paraná e fontes de água. No espaço, os visitantes podem apreciar obras do artista paranaense João Turin, que a partir da década de 20 se inspirou na flora e fauna da região para criar um estilo próprio da arte paranaense. O Memorial é um passeio que une cultura, turismo, meio ambiente e lazer.

10. No inverno? Tome um quentão na Praça Osório

Foto: Cleverson Lima

A Feirinha de Inverno da Praça Osório é um evento tradicional que acontece todos os anos durante o inverno em Curitiba. Quando está aberta, os visitantes podem encontrar diversas barracas que vendem produtos típicos do inverno, como roupas de lã, cachecóis, gorros, luvas e mantas, além de artesanato local. Mas uma das coisas preferidas dos curitibanos na feirinha é tomar quentão, uma mistura de vinho quente com especiarias. Em algumas barracas é possível adicionar gemada ou marshmallow. Eu sempre peço um nem tanto para beber, mas sim para esquentar as mãos.

11. Visite a Rua Chafic Cury

Foto: Washington Takeuchi/Circulando por Curitiba

Após o roubo de uma das casas, moradores decidiram se unir para melhorar a segurança da Rua Chafic Cury, no bairro Vista Alegre. Uma das ideias foi transformar o local, criando um espaço coletivo de convivência e lazer, com mais pessoas circulando. Hoje, a Chafic Cury é uma rua charmosa e bem instagramável. Confira aqui algumas fotos e atividades do local.

12. Vá a um bar ucraniano

Foto: Ukra Bar

Os imigrantes ucranianos estabeleceram uma forte colônia no Paraná e trouxeram consigo suas tradições, cultura e culinária, que se tornaram parte integrante da cultura curitibana. Em Curitiba, é possível encontrar diversas festas e celebrações que homenageiam a cultura ucraniana, além de espaços como igrejas e o Memorial Ucraniano. Dois lugares em que se pode provar da comida típica são os bares Barbaran (localizado ao lado da sede da Sociedade Ucraniana do Brasil) e o Ukra Bar.

13. Assista às atrações do Coreto Digital no Passeio Público

Foto: Ricardo Marajó/PMC

O Coreto Digital é uma plataforma com uma grande tela curva de LED de 25 metros lineares localizada dentro do Passeio Público, um parque central da cidade. A programação é gratuita e conta com exibições de cinema, música, literatura, dança, teatro e outras formas de manifestação da arte.

14. Dê um oi para a múmia dos Museus Egípcio e Rosacruz – Tutankhamon

Apesar de não ser dos mais conhecidos da cidade, esse são dos preferidos por quem visita. Os Museus Egípcio e Rosacruz – Tutankhamon, são dois espaços criados em 1990 e que contam com um acervo de cerca de 700 itens, entre réplicas de objetos egípcios, como máscaras funerárias, vasos, tumbas e estatuetas e uma das duas múmias existentes hoje no Brasil: Tothmea, múmia com mais de 2.7 mil anos. O Museu é uma referência sobre o Egito e chama a atenção também pela arquitetura.

15. Pastel e caldo de cana na Feirinha do Largo da Ordem

Foto: Cleverson Lima

Tá ai uma das grandes combinações brasileiras: pastel com caldo de cana. Em Curitiba, um dos melhores lugares para se deliciar é na Feirinha de Largo da Ordem, que acontece todos os domingos no Centro Histórico da cidade. São dois espaços da feira dedicados à gastronomia: próximo ao bar Saccy, no início da feira, e próximo às Ruínas de São Francisco.

16. Prove a feijoada do Bife Sujo

O Bife Sujo é um restaurante tradicional que, durante a década de 80, foi um reduto de intelectuais da cidade. Dentre eles, se destaca o poeta Paulo Leminski, que na casa tem até um drink em sua homenagem: uma mistura de Smirnoff e Martini, duas das bebidas preferidas dele. É o local ideal para quem gosta de comer bem, sem gourmertização e em boa quantidade. A dica é ir aos sábados para comer feijoada e tomar o caldinho de feijão que fica à disposição (junto com uma pingazinha). É comer e ficar o resto do dia feliz.

17. Visite o Memorial Árabe…

Foto: Washington Takeuchi/Circulando por Curitiba

Além dos ucranianos, outra comunidade muito forte em Curitiba (assim como em outras cidades do Brasil) é a dos povos árabes. O Memorial Árabe é um espaço cultural que tem como objetivo homenagear a cultura e a história desses povos no Brasil. O local é composto por uma construção que remete à arquitetura árabe e onde na parte interna funciona o Farol do Saber Gibran Khalil Gibran, uma biblioteca pública com espaço para leitura.

18. … e prove comida árabe no Centro

Maqluba do Ahlan wa Sahlan (Foto @chefsincera)

Após visitar o Memorial Árabe, a dica é aproveitar um dos ótimos restaurantes ou lanchonetes árabes que estão presentes no Centro. É hora se deliciar com quitutes já bem conhecidos como falafel, babaganuche, kafta, homus, kebab, kibe, muitas esfihas e outros pratos mais elaborados, como o Maqluba. Entre os que eu vou e indico (muito) estão os Armazém Califórnia, o Baba Salim e o Ahlan W Sahlan, uma portinha na Praça 19 de Dezembro onde você é muito bem recepcionado com um “sejam bem-vindo” pela dona Kanadi Kannan, uma simpática imigrante libanesa que cuida pessoalmente dos pratos.

19. Fique de boa no Parcão do Museu Oscar Niemeyer

Foto: Albari Rosa/AEN

O Parcão é uma área verde localizada atrás do Museu Oscar Niemeyer, um dos principais pontos turísticos de Curitiba. Com seu gramado e árvores, o local proporciona um ambiente agradável e tranquilo para relaxar, em especial para os donos de cachorros. Porém, pode ser usado por qualquer um para encontros, piqueniques e atividades esportivas.

20. Aprecie a arte urbana da cidade

Pinturas, grafites, murais e outras formas de arte urbana também estão presentes em Curitiba. Seja no Centro ou nos bairros, a cidade conta com obras feitas por artistas anônimos e famosos, que rendem boas fotos ou reflexões sobre a história e o cotidiano. Algumas das obras mais visíveis são os painéis de cerâmica do artista paranaense Poty Lazarotto na Travessa Nestor de Castro. Há inclusive opções de tours focados em arte urbana.

21. Rio é mar, Curitiba é bar. Então, aproveite os bares da cidade!

Foto: Sambiquira Curitiba

Estou me aproveitando de mais um verso de Paulo Leminski. Assim como outras cidades, Curitiba conta com bares e botecos para todos os tipos, gostos e bolsos. O mais antigo é o Bar Stuart, aberto em 1904 e ainda em funcionamento. Mas h´á outros clássicos como o Bar Palácio e Ao Distinto Cavalheiro, há modernos como o Astrolab e o Ponto Gin, os descolados como o Ananá, os da galera como o Pedro Lauro e o Janela, os charmosos como o Officina e o Taj, os simples, porém famosos, como o Bar do Dionísio (que inspirou a música Acorda Pedrinho), o novíssimo Sambiquira, além de muitos e muitos outros. Há ainda um estilo que eu adoro que são bares secretos como o Ginger e o Red Room, que é um bar secreto dentro do bar secreto, o Jaguara Bar e o Continental Cocktails.

22. Visite o Museu do Holocausto

Museu do Holocausto de Curitiba

Um dos mais novos da cidade, o Museu do Holocausto de Curitiba é um espaço dedicado à memória das vítimas do genocídio judeu durante a Segunda Guerra Mundial. O museu tem como objetivo lembrar os horrores deste período sombrio e conscientizar as pessoas sobre a importância de combater o preconceito e a intolerância. O museu conta com uma série de exposições permanentes e temporárias, com depoimentos em áudio, peças de roupas e outros artigos doados por outros museus no mundo e por pessoas que tiveram suas vidas ligadas ao holocausto. Todas as visitas devem ser agendadas no site oficial.

23. Coma o Pierogi do Tadeu

Foto: Tadeu Rei do Pierogi

Pierogi é um prato típico da culinária polonesa, que consiste em uma massa cozida recheada, geralmente com batata ou queijo, carne, cogumelos, entre outros, acompanhados de molho. Em Curitiba, quem fez a fama do pierogi foi o imigrante polonês Tadeusz Kawalec, ou, Tadeu o Rei do Pierogi. Desde os anos 80 ele serve o prato nas feiras gastronômicas noturnas da cidade, na Feirinha do Largo da Ordem e também em sua loja no bairro Juvevê. A cada domingo, são mais de 1.000 pierogis vendidos. (Dica extra: o Tadeu também vende sonhos nos sabores goiabada, creme e nata e são deliciosos)

24. Prove a comida da melhor chef mulher da América Latina

Chef Manu Bufara (Foto: Manu)

A melhor chef da América Latina está em Curitiba e quem diz isso não sou eu, mas o prêmio Latin America’s 50 Best Restaurants. É a chef Manu Bufara, uma jovem de 39 anos. No restaurante que leva seu nome, é servido um menu degustação com ingredientes frescos e forte inspiração regional. Mas vale reservar, pois o Manu é disputado e são apenas 5 mesas disponíveis. Recentemente ela serviu o jantar para a banda Coldplay.

25. Visite a Ilha do Mel

Foto: Alessandro Vieira/AEN

Sim, essa dica não é em Curitiba, mas você pode iniciá-la a partir da cidade. A Ilha do Mel é um dos lugares mais bonitos do Sul do Brasil e um verdadeiro patrimônio natural que guarda praias paradisíacas, muito sossego e uma rica biodiversidade. Localizada a cerca de 120 km de Curitiba, para chegar lá se deve ir por Paranaguá onde se pega um barco. A partir de suas vilas é possível iniciar trilhas que levam a praias e paisagens naturais incríveis. Visitar a Ilha do Mel é experiência autêntica e inesquecível.

26. Prove um pão com bolinho

Foto: Curitiba Honesta / @porkstrajano

O pão com bolinho é uma das comidas de boteco mais tradicionais da cidade e não tem muito segredo: um pão – geralmente francês – acompanhado de um generoso bolinho de carne, queijo e maionese. Claro que a moda pegou e muitos lugares tem receitas mais aprimoradas, levando itens como bacon, wasabi, linguiça e até pinhão. Uma das melhores épocas para comer é durante os festivais do pão com bolinho, que acontecem duas vezes no ano. Uma edição está acontecendo bem agora, junto ao Festival de Teatro.

27. No Jardim Botânico visite a Galeria das 4 Estações

Foto: PMC

O Jardim Botânico é o principal cartão postal de Curitiba e uma visita obrigatória para 10 entre 10 turistas. A novidade lá é que há cerca de dois anos foi inaugurada a Galeria das Quatro Estações, uma nova estrutura metálica em forma de U, atrás da estufa principal da unidade de conservação. A galeria reproduz com cores e texturas os ciclos da natureza e conta com o Café Senac, onde você pode fazer uma pausa para um café e lanchinho.

28. Leia um gibi na Gibiteca

A Gibiteca de Curitiba é um espaço cultural que guarda mais 32 mil títulos de todos os gêneros de histórias em quadrinhos. Foi o primeiro do tipo no país e já recebeu grandes nomes da HQ brasileira como Laerte, Angeli, Glauco, Luiz Gê, Primaggio, Malavoglia & Garfunkel, entre outros, estiveram ali para trocar ideias com novos desenhistas.

29. Se delicie com a vista (e os doces) do Terraza 40

O Terraza 40 é um dos mais famosos restaurantes de Curitiba, situado no 40º andar de um edifício com vista panorâmica da cidade. É um ambiente elegante que oferece um cardápio variado para almoço ou jantar, além de boa carta de vinhos. Mas uma dica precisa para conhecê-lo e aproveitar a vista é se deliciar com o cardápio de doces e confeitaria. Entre os meus preferidos estão a torta de doce de leite e della nonna.

30. Curta o friozinho da cidade

Curitiba, conhecida por seu clima mais frio em comparação com outras cidades brasileiras, oferece uma oportunidade única para aqueles que apreciam as temperaturas mais baixas. Aproveitar o friozinho da cidade não é apenas uma experiência climática, mas também uma imersão na cultura e nos hábitos locais. Nos meses mais frios há eventos culturais que celebram a estação, como feiras gastronômicas. Ao cair da noite, os bares da cidade ganham vida, oferecendo ambientes para desfrutar de um bom vinho e comidas mais adequadas à estação. O frio de Curitiba, portanto, não é somente uma característica climática, mas uma parte importante da cultura da cidade.

31. Seja normal em Curitiba escutando Normal em Curitiba

Em 1997 a rainha do rock brasileiro, Rita Lee, lançou a música “Normal em Curitiba”. O que é ser normal em Curitiba? Segundo a própria Rita, em uma entrevista à Folha de Londrina na época, é dar um rolê na cidade e aproveitar o que seus espaços tem de melhor. Por isso, que você aproveite normalmente a cidade enquanto escuta “Normal em Curitiba”. Quer mais dicas? Confira em nosso Guia de Curitiba.


E aí, curtiu as lista? Certamente há muito mais o que fazer em Curitiba, mas procurei aqui pontuar algumas que nem sempre estão nos principais roteiros turísticos. Como diz o poeta curitibano Paulo Leminski, “espero que todos se divirtam, não há muito mais que se fazer nesse mundo”.

Se você pensa em visitar Curitiba, veja onde ficar, os principais pontos turísticos de Curitiba, opções de compras, promoções de passagens aéreas para Curitiba e ótimas opções de hotéis em Curitiba.

Ah, e não esqueça de trazer um casaco (e um guarda-chuva).


Agrademos a colaboração dos curitibanos Cássio Ferreira, Felipe Lima e Thayná Pavarotti.

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