Embarcamos no primeiro voo do Boeing 787 Dreamliner da Ethiopian para o Brasil. Confira como foi!

Denis Carvalho 2 · julho · 2013

Ele chegou. Após meses de espera o Brasil finalmente está no grupo de países com rotas operadas com o Boeing 787-800 Dreamliner, considerado o avião comercial mais avançado do mundo. O jato da Ethiopian Airlines chegou ontem pela primeira vez ao Rio de Janeiro de onde seguiu para São Paulo e retornou a Addis Abeba após passar por Lomé, no Togo. A companhia acredita que a nova rota vai mudar drasticamente o fluxo de passageiros entre Brasil e países da África Ocidental. E mais: aposta que os brasileiros a utilizarão em voos para demais países africanos, Oriente Médio e Ásia. (Saiba mais aqui) A convite da Ethiopian e da Aviareps, parceira comercial  da companhia no Brasil, o Melhores Destinos acompanhou ontem a chegada do 787 ao Aeroporto do Galeão e fez o trecho inaugural do Rio a São Paulo no mais novo avião da Boeing.

voo-dreamliner

O 787 foi lançado em 2004 e começou a voar comercialmente em 2011, operado pela All Nippon Airways. No início deste ano, uma série de incidentes com o modelo fizeram com que suas operações fossem suspensas no mundo todo por três meses até que a Boeing resolvesse um problema em suas baterias. De volta aos ares, o Dreamliner voltou a brilhar, com encomendas de inúmeras companhias aéreas do mundo todo.

O título de avião mais moderno do mundo se deve a  uma série de fatores, como o uso de materiais mais eficientes (compósitos) na construção e o consumo de combustível 20% menor que os concorrentes. O jato se destaca ainda pelas novas tecnologias adotadas, design e motor. Assim, mesmo consumindo mesmo, ele alcança a velocidade Mach 0,85, uma das mais altas da atualidade. E isso ficou claro na chuvosa noite de ontem, quando o Dreamliner  da Ethiopian surpreendeu a todos ao aterrissar no Galeão quase duas horas antes do previsto.

Boeing 787 Dreamliner no aeroporto Galeão
Boeing 787 Dreamliner no aeroporto Galeão

Por fora o 787 enche os olhos. Suas linhas são arrojadas, mas com harmonia e elegância. A pintura original da Boeing em tons de azul ressalta essas linhas, mas mesmo o branco da Ethiopian vestiu bem a aeronave. O formato do bico e as janelas frontais são bem característicos do modelo e tornam seu design marcante.  O mais impressionante, porém, é o formato inovador das asas. Vistas da janela, são diferentes de qualquer outro modelo.

 

Por dentro do 787

O Dreamliner não é um gigante dos ares, mas tem porte médio, com capacidade para até 250 passageiros e alcance de até 15.200 quilômetros. Ao entrar na aeronave, a comparação com o Boeing 777, seu irmão maior e mais velho é inevitável. As primeiras diferenças, contudo, são logo notadas. As janelas são maiores ( 25 cm de largura e 45 cm de altura) e contam com um sistema inovador de cromatismo que substitui as persianas. Por meio de um botão é possível deixá-las totalmente transparentes ou opacas, com interessantes níveis intermediários muito úteis em voos diurnos. O vidro escurece com rapidez, mas clareia gradualmente.

Boieng-787-cabine

Outra novidade do 787-800 são os bagageiros, com volume 30% maior que o convencional. De fato o compartimento é bem grande, sendo até difícil seu fechamento. Quando está aberto, o passageiro precisa abaixar a cabeça para entrar na fileira. Outra novidade muito aguardadas, mas que não pode ser vista, é o novo sistema de circulação de ar externo e umidificação da cabine, que promete reduzir consideravelmente o cansaço durante voos longos. A iluminação Sky interior funciona muito bem, deixando o ambiente do jato agradável.

Boieng-787-Detalhes2

Poltrona e conforto

A Ethiopian configurou seus 787 com duas classes: executiva e econômica. A classe executiva conta fileiras de seis poltronas  2 – 2 – 2, enquanto na econômica há nove assentos por fileiras, configurados no padrão 3 – 3 – 3. Todas as poltronas oferecem sistema de entretenimento individual com programação on demand, sendo que as telas da executiva, como de costume, são bem maiores. A poltrona da classe superior oferece controle para ajuste de posição, mas na posição de cama o passageiro não chega ficar totalmente na horizontal.

Boieng-787-executiva

Na econômica, a novidade é um pequeno centro de controle no braço da poltrona, com comandos para o sistema de entretenimento, luz de leitura e até para chamar a comissária de bordo. A localização é prática para quem reclina a poltrona, mas pode ser inconveniente em alguns casos, pois basta apoiar no braço para que sua luz acenda sem querer. As telas também são touch, permitindo acessar a programação das duas formas. O sistema de entretenimento em si não é dos melhores, pelo menos para nós brasileiros. Há poucas opções de filmes, e a maioria são africanos ou asiáticos. O mesmo ocorre com as opções musicais.

Boieng-787-economica

O espaço oferecido pela Ethiopian é razoável e a inclinação da poltrona também. Pode não ser a melhor poltrona de econômica do mundo, mas é o suficiente para um mínimo de conforto enquanto se cruza o Oceano Atlântico rumo à África. Os tecidos e cores foram bem escolhidos, mas o fato do avião ser novo ajuda bastante na boa impressão inicial.

Decolando

Voltando ao voo, a Ethiopian preparou um coquetel para convidados e passageiros no Galeão, com direito a sambistas e mulatas. Só não contava com a chuva, que além de estragar o “batismo” da aeronave causou um atraso de quase 2 horas e meia na decolagem, após um avião da TAM ter escorregado na pista. Previsto para às 21h45 , o Dreamliner só alinhou na pista na madrugada de terça, à 0h10.

Boieng-787-Detalhes

Logo ao pegar velocidade,  chama a atenção o baixo nível de ruído. Mesmo nas últimas fileiras da classe econômica, há muito menos ruído do que outros modelos como 777 ou 737. Além de bonito,  formato das asas e do corpo dão ao 787 uma ótima estabilidade. Enquanto no voo de São Paulo ao Rio o 737-800 da GOL sacolejou com gosto levando os jornalistas, a viagem com o Dreamliner foi suave e tranquila. Mesmo com o porte diferente das aeronaves e condições climáticas terem mudado um pouco nas horas que passamos no Galeão, a diferença foi enorme.

 

 

1994

O sistema de iluminação também funcionou perfeitamente, sobretudo nas transições que foram mais suaves que a habituais. Como o voo era curto, de apenas 50 minutos, não foi possível conferir todas as possibilidades do Sky Interior no B787, mas a pequena mostra deixou claro que em m voo noturno o sistema faz bastante diferença.

1908

Com relação à Ethiopian, as comissárias tiveram pouco trabalho nesse trecho final de voo, mas foram simpáticas o tempo todo – mesmo com o comportamento pouco convencional de alguns fotógrafos convidados para a demonstração. Sim, para os aficionados por aviação o primeiro voo pra valer do Boeing 787 em terras brasileiras foi uma ocasião única, cujo brilho nem mesmo os contratempos e atrasos puderam tirar!

2011

 

 

Publicado por

Denis Carvalho

Editor chefe

  • Daniel Ramos

    Momento de inveja… 🙁

    EU acompanhei a chegada e pouso no galeão pelo fight1…

    sem palavras pra esse aviao….sem palavras!

    • Fernando Vieira

      É nessas horas que eu penso que devia ter feito jornalismo…

      Mas se o MD precisar de engenheiro que entenda um pouquinho de aviões, estamos aí. 😉

  • Cristiano Gomes de O

    Quando eu for por aquelas bandas q Ethiopian atende, e o preço estiver atraente..não pensarei duas vezes..será a minha escolha voar por esta companhia. Quem sabe uma parada de alguns dias, em Addis Ababa!!

  • Jorge Moura

    Interessante o texto. Agora vamos esperar o relato de algum leitor com detalhes sobre o serviço de bordo.

  • Pedro Mendes

    Ir para Bruxelas com a Ethiopian por 1000 dólares (taxas inclusas) é bem atraente…o problema é encarar paradas na Etiópia, Togo e França na ida, e mais o Rio na volta…quem sabe um dia? Rs

  • Rafael Lindoso

    A Tam tinha que dar problema né? que empresa azarada!

    • Jose Augusto

      E estranho a mídia não noticiar a 'escorregada da TAM" se até cada pouso com autonomia menor de 30 minutos aparecer como pouso de forçado …

    • Henrique

      A LAN tinha que extinguir essa porcaria e usar só o nome dela em tudo para ver se assim acaba com uma série de inhaca que só a TAM tem.

  • Renan Gustavo Suckow

    Eu queria viajar para Mumbai por essa companhia, os preços estão muito bons! O problema é que eles me oferecem uma conexão na Etiópia de apenas 30 minutos! É possível fazer uma conexão nesse tempo?

    • Jorge Moura

      Vai que tenha outro avião da TAM na frente pra decolar? Creio que ficaria pra o voo seguinte até Mumbai.

      • Renan Gustavo Suckow

        Pois é, pelo jeito vou ter que optar pela South African e pagar R$800 a mais mesmo…

    • Luis Henrique Santan

      Eu ja fiz… uma com este tempo nessa regiao… 30, 40 minutos… por incrivel que pareça.. entre sair da aeronave, imigração e aeronave 15 minutos…

  • Luis Henrique Santan

    Realmente a Ethiopian está surpreendendo… Este final de semana por um acaso estava cotando o trecho SP/Cingapura/SP e encontrei por $1600 contra $1800 na AA e $2200 na Emirates e Singapore Airlines… Realmente show de bola…

  • Walmor Cfo

    Fico muito feliz em saber que temos uma nova possibilidade de se chegar à África. A aeronave realmente é surpreendente, acredito que logo, logo estarei experimentando esse voo para conhecer a Etiópia! 🙂

  • Luiz Gustavo de Lima

    Como vc achou Sp-Cingapura-Sp pela Ethiopian se no site deles não tem essa opção ( Changi ou Cingapura, ou Singapore)?!

    • Luiz Gustavo de Lima

      Luiz Henrique Santana?

    • Luis Henrique Santan

      Pelo CheapOAir e pelo Decolar.com e depois encontrei no site na Singapore Airlines!

  • Thiago

    O interior me pareceu muito simples. E a executiva definitivamente não tem cara de executiva.

    • Felipe

      Concordo, acho que a executiva merecia uma configuraçao do tipo 1-2-1, com poltronas melhores, assim como esta ocorrendo na maioria das grandes cias aereas em decorrencia da "morte" da famosa "first class"…

  • Dinho Inho

    caraca, bacana!

    encontrei ainda Sao Paulo > Paris (CDG), no finalzinho de dezembro, quando é bem caro, bem mais em conta. Na AirFrance e demais cias o preço sempre tá uns 3,5 mil reais, na Ethiopian encontrei por 2475 reais, com taxas, via Adis Abeba.. pqp, tá compensando.., quem sabe 😀

  • Pedro Sales

    Espero voar nele em breve!!!

  • Felipe

    Bela analise, parabens !

    Mas só eu acho essa escala no Rio totalmente desnecessaria?

    Sinceramente, acho que todos aqueles voos diarios que existem na ponte aerea RIO/SP poderiam atender perfeitamente o voo da Ethiopian (através da Star Alliance) e assim eliminar essa escala no RIO…

    • Vinicius Garcia da S

      Acredito que seja pelo apelo turístico. Certamente a rota África/América desperta mais o interesse do consumidor de lá tendo o Rio como primeiro destino.

    • Fernando Vieira

      Seguindo esse raciocínio, por que o avião precisa seguir viagem até São Paulo? para no Rio e de lá retorna. Uma boa economia de Querosene.

  • Talita Pescio

    Realmente os preços da Ethiopian estavam bem atrativos cerca de 3 meses atrás, quando comprei minha passagem para Bangkok, ida e volta, por R$2600 com taxas. Para quem conhece, paga-se aproximadamente R$3500 a R$4000 no MÍNIMO para se ir à algum lugar da Ásia.

  • Christian Schneider

    O melhor, a aeronave pousou sob a responsabilidade do Comandante Ex-Varig Ivo Silveira.

    • OSchwarz

      Christian, preciso e gostaria de entrar com você. Como isso seria possível? Obrigado, Abs, OS. PS: estou em FLL

  • Cristiano Gomes de O

    Os preços estão ótimos. Pesquisei para vários destinos africanos e a Ethiopian foi o melhor preço. Cotei para Mumbai (uns dos destinos na Ásia que eu quero ir em breve), e preço pela Ethiopian estava muito bom.

  • Vitor J. Nunes

    Ajugns detalhes:

    "Assim, mesmo consumindo mesmo"

    "Outra novidade muito aguardadas"

  • Vitor J. Nunes

    E o meu agora: Ajugns = Alguns.

  • Vitor J. Nunes

    Brasil atrai mais aéreas estrangeiras

    Pelo menos dez empresas, com destaque para as africanas, já sinalizaram o interesse de iniciar operação no mercado brasileiro

    03 de julho de 2013 | 2h 09 – LUCIANA COLLET – O Estado de S.Paulo

    O Brasil tem chamado a atenção de companhias aéreas internacionais que ainda não operam no País. Pelo menos dez empresas já sinalizaram a intenção de desembarcar em terras brasileiras. Entre os principais motivos desse movimento estão a expectativa de expansão do comércio entre o Brasil e alguns mercados, particularmente os emergentes, e os grandes eventos esportivos programados para 2014 e 2016.

    "O Brasil é hoje o terceiro maior mercado doméstico do mundo e tem Copa, tem Olimpíada, que devem estimular novos negócios no País", avalia o diretor da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), Carlos Ebner.

    Com o aumento das relações comerciais entre Brasil e países da África, as companhias aéreas africanas têm se destacado nesse processo. Até agora, operavam no território brasileiro apenas a South African Airways e a TAAG – Linhas Aéreas de Angola. Nesta semana, a Ethiopian Airline começou a operar no Brasil e outras três empresas já sinalizaram o interesse de vir para cá (a Air Algérie, a Royal Air Maroc e a nigeriana Arik Air).

    Além das africanas, há empresas europeias, asiáticas e latino-americanas interessadas em entrar no País. Conforme a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em pouco mais de dois anos, ao menos dez empresas internacionais pediram autorização para atuar no País, embora apenas duas tenham de fato iniciado voos: a Ethiopian e a Etihad Airways, dos Emirados Árabes, que em junho inaugurou uma rota para o São Paulo.

    Segundo a Anac, já receberam autorização a chilena Sky Airline e as empresas de carga aérea Amerijet Internacional e Avient. No entanto, elas ainda não solicitaram voos.

    Ainda de acordo com a agência reguladora brasileira, outras quatro empresas solicitaram recentemente autorização, mas ainda não concluíram o processo: a polonesa Lot Polish Airlines, a sul-coreana Asiana Airlines, a Arik Air e a Aruba Airlines.

    Além dessas, a Cubana de Aviación, que operou no Brasil de 1993 a 2005, pretende retomar no próximo dia 10 de julho os voos entre Havana e São Paulo, com um voo semanal. A Royal Air Maroc, por sua vez, que operava voo para o Rio até o início da década de 1990, planeja uma rota entre Casablanca e São Paulo até o ano que vem.

    Infraestrutura. A vinda de algumas dessas empresas aéreas ao País pode estar sendo freada por falta de infraestrutura aeroportuária. O presidente da GRU Airport, concessionária que administra o aeroporto de Guarulhos, Antonio Miguel Marques, afirmou que existe uma demanda reprimida para novas empresas no aeroporto. "Hoje temos quatro companhias esperando lugar para entrar em Guarulhos", diz, referindo-se à Asiana, à Air Maroc, à espanhola AirEuropa e à alemã AirBerlin, que conforme a Anac ainda não entrou com o pedido formal para iniciar operações no Brasil.

    Essa demanda em Guarulhos deve ser atendida no ano que vem, quando ficará pronto o Terminal 3 do aeroporto.

    Carlos Ebner, diretor da IATA, comenta que a entrada de novas companhias em um novo mercado é um processo lento, que leva de quatro a seis meses.

    Além de todo processo burocrático de obtenção das autorizações formais por parte da agência reguladora e de criação de uma empresa no País, as aéreas também precisam se preparar do ponto de vista logístico.

    Cleveland Teixeira, da Pezco Microanalysis, salienta que mudanças na regulação favoreceriam ainda mais a vinda de companhias internacionais, como a abertura do mercado, com o fim da restrição a capital estrangeiro na aviação doméstica, e a permissão para as empresas internacionais realizarem operações de cabotagem, isto é, possam transportar, durante um voo com paradas em mais de um aeroporto brasileiro, passageiros entre dois aeroportos nacionais, o que hoje é proibido.

    No início de junho, o ministro de Aviação Civil, Moreira Franco, defendeu o fim de limites de participação de capital estrangeiro nas empresas aéreas nacionais, desde que as empresas sejam instaladas no Brasil e obedeçam a legislação brasileira.

  • Fernando Scofano

    Sempre defendi isso desde os anos 90, xará, quando começou a debandada de vôos do GIG para GRU.

    • Fernando Vieira

      Tudo bem que o Galeão se transformou em uma rodoviária para aviões, mas do ponto de vista logístico faria muito mais sentido. Tem que ver outros fatores como taxas, preço do combustível, etc.

  • Carolina Birenbaum

    Caros, Peguei o voo inaugural da Ethiopian Airlines. No check in começaram os problemas…caiu o sistema e as pessoas ficaram na fila para emitir o boarding pass por mais de duas horas!! Algumas pessoas nem mesmo conseguiram emiti-lo!!Saimos de Sampa com duas horas de atraso pois ouve problema no RJ!! Porem a demora foi amenizada com o coquetel que serviram no portao de embarque!! A viagem foi muito boa! Avião confortavel, tecnologia de ponta!! embora um pouco apertado o assento na classe economica.. Comida sofrivel e a tripulação nao muito simpatica! Escala em Lome houve um pequeno atraso! A escala em Adis Abeba,um caos!! aeroporto confuso e sem sinalização!! Ninguem sabia nada!! De la vim para Tel Aviv. Tripulação bem mais cordial!! Avaliação – viagem cansativa, mas custo beneficio valeu!!!

    • Olá Carolina, acho que encontrei o comentário que precisava. heheh
      Estou planejando uma viagem para Tel Aviv em Janeiro e encontrei a Ethiopian Airlines a mais em conta no valor das passagens.

      De início, estamos planejando classe econômica mesmo. Acredito que sejam problemas iniciais mesmo.
      Você já voltou para o Brasil? Pegou o mesmo voo?

      Abraços

  • Renan Gustavo Suckow

    Luis,

    Poderia nos contar mais sobre a experiência?

    Se perder o voo o que aconteceria?

  • Felipe

    Entendo a sua resposta Vinicius, só queria dizer que esse trecho poderia ser cumprido pela TAM (codeshare Star Alliance), ou entao o voo parar no GIG e conectar os passageiros que seguirem para SP através da SA tbm..), como os Fernando's disseram abaixo, seria uma boa economia de querosene…

    A impressao que ficou é que eles querem atender tanto os passageiros de negocios (SP) e os turistas (RJ), mas nao acho que decolar com metade ou menos dos passageiros (já que até onde eu sei eles nao podem vender trechos domésticos no BR) para cumprir o trecho GIG/GRU seja uma boa opção, já que vai acarretar em mais taxas, mais querosene, mais tempo de voo (manutenção)…

  • Susana Koch

    ACABO DE VOLTAR DE UMA VIAGEM DE 21 DIAS PELA ETIOPIA: VALE DO OMO, MONTANHAS SIMIEN E LALIBELA. SUGIRO QUE APROVEITEM A COMPANHIA AEREA E CONHEÇAM ESSE PAIS MARAVILHOSO COM UM POVO ORGULHOSO E RECEPTIVO. NAO TENHO PALAVRAS PARA DESCREVER A EXPERIENCIA.

  • Raquel Werneck Hered

    Pois eu não tive sorte… Comprei passagens para viajar para Seychelles com a Ethiopian em 19/06/13 e a companhia não começou a operar na data prevista. Com isso cancelaram meu vôo mas não queriam reembolsar os hotéis que já havíamos pago por conta da viagem. Quando fiz a reclamação pelo site ReclameAqui eles entraram em contato comigo e ofereceram outro vôo pela South African. Faltando 5 dias para a viagem eles disseram que não poderiam emitir os bilhetes que tinham me oferecido e ofereceram um outro vôo ,mas eu precisaria alterar em 1 dia as datas dos hotéis e eu não consegui. Até hoje não definiram o que vão fazer, toda vez que entramos em contato eles me falam de prazos enormes para o reembolso e minha situação até agora não está resolvida!

  • Viviane Costa

    "considerado o avião comercial mais avançado do mundo"…Parabéns pelo avanço tecnológico. No entanto, vejo que houve investimento muito grande no tocante ao conforto da empresa: economia de combustível,equipamentos mais eficientes etc. Parabéns mesmo por isso, o caminho é esse.

    Não obstante, gostaria que o investimento fosse proporcional para o conforto do passageiro. Pois pelas fotos, parecem os mesmos BOEING da TAM, ou seja, poltronas desconfortáveis para viagens longas, principalmente a última que nem inclina direito.

    Se for para ter poltronas com ângulo de inclinação decente, dureza de espuma do banco decente, eu dispenso todas essas TV etc.

    • Viviane, vamos aguardar os relatos de voos longos, mas eu achei as poltronas bem melhores que o 777 da TAM, tanto na largura quanto no espaço para as pernas, que ainda tem um apoio interessante para por os pés com várias posições. A poltrona reclina de uma forma que não dá para alcançar a tela, para você ter uma ideia, talvez por isso os controles no braço da poltrona. Enfim, não é nenhuma Emirates, mas eu viajaria neste 787 tranquilamente!

  • Viviane Costa

    se a poltrona da executiva não está adequada, imagine a econômica

    ao meu ver, eles só estão preocupados com o conforto da empresa: economia de combustível e eficiência da aeronave

    Não diferencial relevante para o conforto dos passageiros. Continuamos com poltronas desconfortáveis, torcendo para que o local de destino chegue logoo

    • Olha, apesar do trecho ter sido curto, eu posso dizer que achei a poltrona bem mais confortável que a do 777 da TAM, por exemplo! Não chega ao padrão de Emirates e cia., mas pelo que tenho visto das econômicas por ai não dá para reclamar da Ethiopian não.

  • Daniel Matos

    Show de bola! Invejinha branca. hehehe

    Senti falta de fotos da tão falada asa vista por dentro do avião.

    • Que vacilo, acabei deixando de fora! A foto não está boa porque era de noite e chovia, mas inclui ela agora no post

  • Kalynara Melo

    É incrível como as passagens dessa companhia para o Oriente Médio são baratas. São Paulo/ Líbano 878 US$ ida e volta.

  • Fernando Vieira

    Os itens de "conforto da companhia" economia de combustível, equipamentos mais eficientes, aerodinâmica refinada… São avanços da fabricante, a Boeing. Isso é o projeto da aeronave. Esse avião já traz o GEnx sob as asas um motor incrivelmente econômico, que traz a tecnologia ainda mais aperfeiçoada da GE90 que empurra o 777 (e é capaz de empurrar um jumbo 747 sozinha) ainda assim economizando combustível. Além disso essa aeronave é feita quase todo de materiais compósitos e suas janelas maiores e maior pressão interna (melhorando o conforto a bordo), são frutos desses avanços.

    No entanto os itens que mais chamam a atenção de passageiros, como espaço de poltronas, conforto das mesmas etc, é definido pela cia aérea, aí não tem jeito, todas elas hoje são muquiranas nessa escolha.

  • Luis Henrique Santan

    Comigo nunca aconteceu, mas ja entrei por ultimo na aeronave, tipo entre sair de um aviao e entrar em outro e a aeronave sair (tudo em 10min)… se for culpa da companhia (na maioria das vezes)…o correto seria ir para o balcao da companhia, fiz uma em 5 minutos em Dallas, aeroporto com estrutura fantástica, Paris em 15 minutos, Dubai em 20 minutos… tudo na correria obvio, a maioria destes voos, ao chegar te dão com precisão qual portão e terminal será o pouso e quais portões estão as principais conexões e obvio que com uma revista com o mapa do aeroporto a bordo facilita muito a vida….

  • Pedro Neves

    Eu breve eu vou fazer o voo até a Ilhas Seychelles com escala em Addis Ababa, fazei um relato da viagem, se quiser saber alguma coisa em especial é só avisar.

  • Pedro Neves

    Em Outubro vamos ter o relato da viagem no site, tentarei colocar o maior numero de fotos e informações, caso deseja saber de alguma coisa em especial é só avisar.

  • Valner Junior

    Gostaria de saber se essa empresa é "segura"? Ouvi dizer que a maioria das empresas africanas não cumprem requisitos de segurança e algumas nem podem voar para a Europa ou EUA.Sei que acidentes podem acontecer em qualquer uma,mas sabemos que tem algumas que dão prioridade em segurança de voo.

    • Goytá F. Vill

      Valner, a Ethiopian é uma das poucas companhias aéreas africanas com padrão internacional e muito seguras. É muito séria e competente, e muito respeitada – tanto quanto as do Primeiro Mundo ou nossa antiga Varig, por exemplo, que sempre teve um prestígio e um respeito desproporcionais aos do país de origem. Com a Ethiopian, é a mesma coisa.

      Outras africanas (subsaarianas) de bom padrão são a South African, a Kenya Airways (com participação acionária e administração da KLM), a Air Mauritius e a Air Austral (da ilha francesa de Reunião). A Arik Air, da Nigéria, é um pouco acima da média de lá, também, mas longe do padrão internacional. O resto é o resto…

  • Fernando Scofano

    787 da Ethiopian pega fogo em Londres: http://oglobo.globo.com/economia/boeing-dreamline

    A Boeing precisa de uma comissão ecumênica de religiosos para benzer esses 787! rsrs Mas deixando a brincadeira de lado, essa série de inovações pode ser um tiro no pé da Boeing.

    O A380 não tem histórico de tantos problemas em tão pouco tempo e se a Airbus conseguir que o A350 seja tão eficiente quanto o 787, mas sem dar problemas, a Boeing pode se ver em maus lençóis.

  • Patricia

    Nossa, é recente esse voo? Nem sabia, em maio eu emiti passagens para a Tanzania que será feita todos os trechos pela Ethiopian, emiti com milhas Tam deu um pouco de trabalho mas valeu a pena, cada trecho 20.000 milhas…

    • Patrícia,
      Como você conseguiu emitir essa passagem pela TAM?
      Na página da TAM eles não permitem DUBAI, mas a cia voa para lá.
      Poderia me dar a dica aí?

  • Loucos por Aviões

    Página feita para quem gosta mesmo de aviões!! Diariamente estaremos postando fotos de aeronaves e noticias da aviação do Brasil e do Mundo! Será q vc pode dar um Curtir?
    Link da pág: https://www.facebook.com/pages/Loucos-por-Avi%C3%

  • Hezequiel L.

    Olá!

    Faz tempo que eu não vejo nada sobre essa empresa na MD. Vocês tem algumas informações sobre como estão os voos no 787 para o Brasil? Pretendo ir para Ásia e os preços estão muito bons mesmo! E vale a pena ir com eles?
    Agradeço ajuda att!

    • Pelo que temos acompanhando a ocupação dos voos está boa, superior a 50%. Parece que estão indo bem!

      • Hezequiel L.

        Muito obrigado, Denis!

        Abraços

  • LiLI

    Alguem sabe me dizer preço da executiva??

  • Lucas Aires

    Comprei minhas passagens com a Ethiopian Airlines , em Dezembro deste ano vou para Nairobi e depois para Tel aviv capital de Israel , o valor era mais atraente pela Ethiopian , ja fiz este trajeto com a Turkish Airlines e nao me arrependi. vou ver como vai ser o meu voo com a Ethiopian , pelo que li sobre eles espero ser muito bom tambem.

  • Vcs sabem dizer se a Ethiopian parou de voar pro RIO??

    • Antonio, até semana passada que eu consultei pelo site, ainda tem voos no Rio sim.
      Viu alguma coisa dizendo isso?

    • Aqui está normal!

  • Eu tive a mesma impressão porque não aparece na pesquisa do rap10 para vôos em dezembro.

    Só encontro saindo de GRU.

    Alguém confirma a informação?

    • Vinícius, eu comprei passagens para o dia 30 de dezembro, pelo Galeão.
      Comprei na semana passada.

  • Edilson Dorada

    amigos, comprei passagem até Bangkok, pela Ethiopian, alguém ja fez o trajeto ? como foi a experiência…?
    pelos relatos vistos até agora me parece boa ideia, ja que o preço é bem convidativo…

    • Maruan

      Edilson, para quando comprou?acho que vou comprar p/ dezembro. O problema é que são duas paradas na ida, e três na volta, pois passa no RJ

    • alexandreaborges

      Eu estou indo no vôo do dia 29/12 saindo de GRU. Volto dia 01/02.
      Até que tem um bom preço comparando com a Emirates, Qatar e outras para o período.
      Vou levar alguns filmes no celular just in case.
      A crítica que li que mais pertubou foi aquela com relação a cc brava no avião, mas fazer o que?

  • Willian Carvalho

    Também gostaria de saber de alguém que já fez essa conexão em Addis Abeba se vale a pena. Segundo a empresa eles pagam hotel e transporte, mas vi em um relato que o hotel era péssimo e não tinha nem água, porém este relato era um pouco antigo. Alguém poderia me dizer o nome do hotel em que ficou e se era bom? Obrigado!

    • Felipe Silva

      William, acabei de voltar de Israel pela Ethiopian.

      Na ida, fiquei apenas 2 horas no aeroporto. Não tem muita coisa pra fazer.

      Já na volta, fiquei 6 horas.
      Em Tel Aviv me deram a opção de escolher café da manhã no aeroporto ou spa, mas não deram detalhes. Acabei escolhendo café no aeroporto mesmo. Ficamos em uma sala exclusiva da companhia e dormimos em um sofá comum.

      Depois, conversei com algumas pessoas que foram para o spa. Disseram que é bacana, puderam tomar banho, sauna e relaxar. Acho que tinha até massagem.

      O pessoal é meio confuso pra explicar as coisas, então tem que sair perguntando.

      • Willian Carvalho

        Eita haha, mas no meu caso essas 14 horas iriam pegar a noite também, então acho que essa opção do SPA está descartada (mesmo que em Addis Abeba também exista).

        A comida no avião era boa Felipe?

        • 14 horas é complicado mesmo.
          Devem te oferecer alguma coisa, mas realmente não sei.

          A comida é boa sim.
          Eu sou meio chato com comida, mas deu pra comer bem.
          As opções geralmente eram boi/frango ou peixe. Acompanha com uma sala, um bolinho ou tortinha de sobremesa. Sempre vem uns biscoitos, pão, manteiga e queijo.

  • Willian Carvalho

    Valeu Felipe, vou ver se aparece alguém que já fez essa parada. Brigadão!!

  • Willian Carvalho

    Mais ninguém?

  • Alexandre

    Olá, gostaria de saber com relação ao visto. É necessário visto para o transito na Etiopia? Pretendo fazer uma viagem entre são paulo e tel aviv em Outubro através da Ethiopian. Obrigado

    • Alexandre, sempre é recomendável confirmar com a companhia aérea, mas não há necessidade de visto de trânsito nem em Lomé nem em Addis Abeba

  • kelly

    Alguém sabe se é preciso tomar vacina para fazer conexão em Lome e Addis Ababa? Meu destino é europa. Obrigada!

  • Paula

    Olá estou cotando uma passagem pela Ethiopian de SP para Tailândia! Alguem já fez esse percurso?
    Eu to meio preocupada nas conexões no Tago e Etiópia…pela questão da segurança no aeroporto! Aguém pode me dar uma luz??? Obrigada

  • Carlos Eduardo

    Pesquisando passagens para Roma em abril de 2015 a Ethiopian e a Air Marrocos tem as melhores tarifas mas a diferença pra Tam em torno de R $ 300, 00 não compensa pelas conexoes muito demoradas em Adis Adebba e Casablanca.

  • leandro

    viajei com meu filho dia 6/7/2014 , ROMA / ETHIOPIA/ SAO PAULO. Muito boa a viagem, porém o pessoal de terra da companhia na capital da Ethiopia deixa muito a desejar. Outra coisa : Sinceramente, vôo direto é mto melhor.

  • Roberta

    Vale o que se paga. Bem eu não viajaria novamente pela empresa. O aeroporto de Addis é o que podemos dizer terrivel, desorganizado, banheiros sujos. A tripulação é muito atenciosa, as meninas são incriveis e educadas, o único ponto positivo. O atendimento em São Paulo é o que podemos resumir com nota 3 se vc tiver sorte de ser atendido por alguém que queira atender. A Fabiola por exemplo é oser humano que podemos chamar de mal educado e cretino, fez tantos erros ba minha passagem que tiver que ficar 2:00 horas no check in em SP o que me rendeu uma latinha de coca cola gratis e em Roma mais 2:00 horas de pé… o que me rendeu após ter comprado a passagem com tres meses de antecedencia sentar longe de meus filhos e marido. Uma dica economize ou gaste um pouco mais e escolha outra companhia. Diga-se de passagem, pelo valor ser convidativo vc acabe ganhando a companhia de mortos de fome . No meu caso a Equipe de São Carlos Gamea que faltou urinar no teto dos banheiros e andar em cima dos bancos, depenarem a cozinha. Não vale a pena…

  • Paulo Ricardo

    Eu voei de Boeing 787 Dreamliner da Ethiopian Airlines em março, saí de GRU com destino à LHR, fazendo escala no Togo e conexão na Etiópia. Adorei esse boeing, e os voos. Achei confortável, e super moderno.

  • Carolina Cremonini Soares

    Oi Paulo, estou indo fazer a mesma viagem!Como foi?Chegou no tempo previsto?Eles embaçaram na imigração por você ter ido pela Ethiopian e feito conexão na Etiopia?
    Brigada!!

  • Vitor Valente

    ShebaMiles é muito ruim, ñ dá pra trocar os pontos nem por uma miçanga. P/ usá-los em voos, não se pode emitir nada que não tenha Adis, como cidade de origem.