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Pista principal do Aeroporto de Congonhas será fechada para reformas em agosto

Leonardo Cassol
20/07/2020 às 9:33

Pista principal do Aeroporto de Congonhas será fechada para reformas em agosto

A pista principal do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, passará por obras de recuperação do pavimento asfáltico. Com investimento de R$ 11,5 milhões, a intervenção vai exigir o fechamento total da pista por 32 dias, devido à complexidade da obra. Serão alocadas equipes 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Durante as obras, entre 5 de agosto e 5 de setembro, a pista auxiliar continuará operando normalmente. No entanto, isso implicará em restrições operacionais para as companhias aéreas, que terão que voar com aeronaves menores. Enquanto a pista principal tem 1.940 metros, a auxiliar tem apenas 1.495 metros, quase meio quilômetro a menos, sendo uma das mais curtas pistas do Brasil.

Por conta dessa restrição, a pista auxiliar só poderá receber aeronaves até categoria 3C, tais como o ATR-72 e Grand Caravan. Isso impede a GOL e a Latam de operarem no aeroporto durante as obras. Já a Azul e a VoePass possuem aeronaves compatíveis com a restrição de pista.

Aeronaves de porte maior, como Boeing 737 e Airbus 320 – que estão utilizando o Aeroporto de Congonhas como estacionamento nesse período de redução de voos por conta da pandemia da Covid-19, poderão usar a pista auxiliar para voos de translado, apenas com tripulação, sem transportar passageiros.

A iniciativa irá melhorar a capacidade de drenagem da pista para um rápido escoamento da água de chuva, além de aumentar a aderência do pneu da aeronave ao pavimento.

“A Infraero está aproveitando a queda na movimentação de passageiros e operações, em decorrência da pandemia da Covid-19, para adiantar o calendário de obras da empresa. No caso de Congonhas, a obra faz parte de manutenção periódica e servirá para garantir que aeroporto siga operando em condições normais, especialmente de segurança, pelos próximos 10 anos”, explica o superintendente do aeroporto de Congonhas, João Marcio Jordão.

De acordo com a Infraero, todas as ações de planejamento para a obra e para manutenção da segurança das operações foram alinhadas e desenvolvidas com a contribuição das companhias aéreas, Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Associação Brasileira de Aviação Geral (ABAG), Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), Secretaria de Aviação Civil e Agência Nacional de Aviação Civil.

As informações sobre cancelamento, transferência de voos e transporte entre os terminais devem ser obtidas diretamente com cada companhia aérea.

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