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Aeroportos terão lanchonetes com preços mais acessíveis

Denis Carvalho
01/02/2012 às 10:10

Aeroportos terão lanchonetes com preços mais acessíveis

Uma boa notícia para todos os que usam os principais aeroportos do Brasil. A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) pretende criar lanchonetes populares em 12 dos principais aeroportos do Brasil. A ideia da licitação, que deve ser lançada hoje, é baixar os preços dos lanches e alimentos vendidos nos terminais, já tendo em vista a Copa de 2014.

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a  Infraero escolheu 15 itens e fixou um preço máximo que poderá ser cobrado. Um salgado de 80 a 100 gramas, por exemplo, não vai poder custar mais de R$ 3,30. De acordo com o jornal, em aeroportos como o de Congonhas, em São Paulo, um croissant chega hoje a custar mais de R$ 10, já que além de serem poucas, as lanchonetes nos aeroportos praticam preços similares.

O objetivo da proposta é que a concorrência da lanchonete popular leve  os outros restaurantes e cafés a cobrar menos também. Segundo Estadão, um pão de queijo no Aeroporto de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, custa R$ 3,70. Na lanchonete popular, o passageiro vai pagar no máximo R$ 2 pelo mesmo produto. O cafezinho de 50 ml, que custa R$ 3,20 em Congonhas, na lanchonete popular poderá custar, no máximo, R$ 1,60.

Para chegar ao valor máximo dos produtos, a Infraero realizou uma pesquisa no entorno dos terminais, verificando os preços cobrados pelo comércio fora do aeroporto. O primeiro a receber a lanchonete será o de Curitibae a mesma pesquisa será feita nos próximos aeroportos que receberão a novidade – Confins, Galeão e Salvador estão entre eles. Os aeroportos que serão concedidos à iniciativa privada no leilão do dia 6 de fevereiro (Guarulhos, Viracopos e Brasília) não estão incluídos no projeto de lanchonetes populares.

Confira a lista dos produtos e os preços fixados:

– Pão de queijo (porção com 6 unidades) R$ 3
– Pão de queijo (80 a 100 g) R$ 2
– Salgados de 80 a 100 g (coxinha, quibe, empada) R$ 3,20
– Sanduíche natural R$ 3,90
– Misto quente (pão francês ou de forma) R$ 3,30
– Café simples (50 ml) R$ 1,60
– Café expresso curto R$ 2,70
– Café com leite (300 ml) R$ 2,90
– Leite 300 ml R$ 1,30
– Suco natural 300 ml R$ 3,20
– Suco caixa 250 ml R$ 2,80
– Suco lata 300 ml R$ 3,50
– Refrigerante lata R$ 3,20
– Água mineral sem gás (copo 250 ml) R$ 1,50
– Água mineral sem gás (garrafa 500 ml) R$ 2,30

Sem dúvidas trata-se de uma excelente iniciativa da Infraero, mas que sem dúvida deve causa bastante polêmica, sobretudo por parte das lanchonetes e restaurantes que hoje prestam serviços (caríssimos) nestes aeroportos. Esperamos que estes espaços sejam ocupados por empresas sérias que ofereçam estes produtos com qualidade e acabem com a exploração dos passageiros nos terminais pelo Brasil a fora. Fica também a pergunta: e os aeroportos que serão privatizados? Nunca terão nada neste sentido?

É muito importante lembrar que hoje os preços dos alugueis nos aeroportos são absurdo. Como as empresas vão conseguir vender por esses preços? Só se a Infraero oferecer aluguéis mais baratos para essas “lanchonetes populares” e aí será injusto com as outras empresas. Essa mesma Infraero que acha os lanches caros cobrava R$230.000 por mês de aluguel do McDonald’s do aeroporto de Porto Alegre. Ou seja R$7.600 de aluguel por dia! Imagina quanto tem que vender pra pagar isso?

Leia a matéria completa no site do Estadão

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