logo Melhores Destinos

Como é voar com a TAAG de São Paulo para Luanda

Como é voar com a TAAG de São Paulo para Luanda

GRU São Paulo
LAD Luanda
DT746
Avião Boeing 777-300
Classe Econômica
Poltrona
Data 17/01/2017
Partida 19:25
Chegada 6:07
Duração
Por Monique Renne
2/03/2017 às 13:14

No final de 2016 o Melhores Destinos anunciou uma super promoção da TAAG – Linhas Aéreas de Angola para a África por valores abaixo de 1.000 reais. Era possível escolher entre passagens para a África do Sul – já bem conhecida por aqui – e também outros destinos ainda pouco visitados, como Moçambique e Namíbia. Foi uma oportunidade espetacular para muitos brasileiros visitarem pela primeira vez o continente africano. E nós também aproveitamos para dar um pulinho por lá! Nosso destino final era Windhoek, capital da Namíbia. Porém o primeiro voo, a partir do Brasil, tinha como destino Luanda, em Angola. Até Luanda eu e todos os outros brasileiros que estavam indo para diferentes países seguiríamos no mesmo voo, por isso a nossa avaliação é do trecho São Paulo – Luanda.

Quando a promoção entrou no ar, muitos leitores ficaram na dúvida sobre as condições de voo e das aeronaves da TAAG. E nada melhor para dar uma opinião sincera e honesta do que embarcar nos voos da companhia. Por isso nós fomos pessoalmente conferir como é voar na TAAG. Vale dizer que a companhia pertence ao governo de Angola, mas é administrada pela companhia aérea Emirates desde 2014 e vem melhorando muito a qualidade dos serviços, assim como sua participação no mercado.

Antes de começar a avaliação do voo é preciso explicar como aconteceu a compra da passagem aérea. Apesar de ser uma promoção oficial da TAAG, nem todos os trechos para a África estavam disponíveis para compra no site da companhia aérea. O trecho que nós escolhemos, de São Paulo para Windhoek, só estava disponível para compra em sites parceiros. Nós compramos a passagem pelo site do Viajanet e depois de receber o bilhete eletrônico entramos em contato diretamente com a TAAG para fazer a reserva dos assentos. O contato foi feito pelo chat online e pelo telefone, mas também é possível usar o serviço de Whatsapp da TAAG.

Check-in

Desembarquei no Aeroporto de Guarulhos seis horas antes do embarque da TAAG para Luanda, em Angola. Ao chegar no aeroporto, tentei fazer o check-in pelo totem eletrônico. Não consegui registrar o passaporte durante o processo e não pude seguir com o procedimento. O totem pedia também dados do visto de entrada para Luanda, mas no meu caso ele não era necessário, já que eu faria apenas uma conexão em Luanda. Não pude realizar o check-in e a solução foi esperar pela abertura do check-in no balcão. Como eu teria que despachar a mala, não chegou a ser um problema. Mas se eu estivesse apenas com a bagagem de mão certamente teria sido ruim.

Fui ao balcão da TAAG para fazer o check-in convencional às 16h40. Havia onze passageiros na minha frente e fui atendida às 17h02 pelo funcionário Diego. Poucas vezes vi um atendente tão gentil e simpático. E não só ele! Pedi auxílio para passar uma fita adesiva no plástico da minha mochila e prontamente outro funcionário se ofereceu para auxiliar. Ele trouxe a fita, protegeu a mala onde eu pedi e ela foi embora, rumo à Namíbia!

Pela primeira vez em um voo internacional me pediram para mostrar o comprovante de vacina da febre amarela ainda no check-in. Comprovante em dia, tudo certo! Às 17h07 eu já estava liberada para o embarque. Sai do guichê com os dois cartões de embarque em mãos (o segundo trecho seria Luanda-Windhoek) e a informação de que a minha mala iria até o destino final na Namíbia.

O embarque da TAAG aconteceu na área mais antiga do terminal internacional do Aeroporto de Guarulhos, bem longe do DutyFree principal e das salas VIPs. O controle de passaportes foi bem rápido, assim como o raio-x para entrada na sala. Às 18h30 foi anunciado que o embarque seria iniciado pelos passageiros da classe econômica. Não houve fila e nem tumulto. O embarque foi muito rápido e logo eu já estava no meu assento. Detalhe que o voo já vinha com passageiros do Rio de Janeiro, por isso o embarque foi sem fila.

Às 19h começaram os anúncios de segurança de voo e pontualmente às 19h25 a aeronave da TAAG já taxiava para a decolagem. Nem um minuto de atraso! Durante a decolagem o compartimento de bagagem acima da fileira ao lado da minha se abriu. Uma mochila caiu sobre o passageiro e, por sorte, não era nada pesado para chegar a machucar. Neste momento o comissário de bordo não fez nenhuma menção de se levantar para fechar o bagageiro e o perigo continuou. Outras malas poderiam cair a qualquer momento e, com isso, um passageiro tirou o cinto de segurança, se levantou e fechou o compartimento enquanto outro tomou conta da mochila que nem era dele. Apesar do aviso de cinto de segurança atado, não considerei a atitude do comissário correta, optando por colocar em risco um passageiro sem preparo para a situação.

Cabine

Quando entrei no avião já havia na minha poltrona um travesseiro (o padrão de voo na econômica) e uma colcha de cor laranja. Os tons laranja e preto se dividiam entre as colchas nas poltronas e seguiam o padrão da logomarca da TAAG.

A classe econômica tinha configuração 3 x 3 x 3 e a minha poltrona era de corredor, 17 F. Eu estava bem à frente do primeiro trecho da classe econômica, mas não na primeira poltrona. Era perto do banheiro e com grandes chances de conseguir escolher a refeição antes de acabar uma das opções. A aeronave não aparentava ser nova, mas não havia nada de destaque que estivesse velho. O espaço entre as poltronas era padrão de classe econômica.

Na minha poltrona havia um apoio de pé que, para pessoas baixinhas como eu, faz toda a diferença na hora do conforto. Meus pés não ficaram “voando” e desta vez pude viajar com os dois apoiados. Quase emocionei! Em compensação, depois de reclinar a poltrona, vi que ela não voltava sozinha para o lugar. Precisei de um empurrãozinho do passageiro de trás pra ela voltar à posição inicial. Na poltrona da frente havia uma entrada USB que permitia carregar aparelhos eletrônicos ou conectá-los ao sistema de entretenimento de bordo. Sempre muito útil! Mas não funcionou pra nenhuma das duas funções. Depois da decolagem foi distribuído um fone de ouvido para os passageiros e o jeito foi deixar de lado o meu telefone e usar o entretenimento de bordo da aeronave. Abaixo da poltrona havia uma tomada que ajudou a resolver o problema de carga nos eletrônicos.

Entretenimento

O entretenimento de bordo é o grande ponto negativo da TAAG. São poucas opções de filmes e apenas um seriado. Até mesmo as opções de música são limitadas. A tela do entretenimento do bordo é touchscreen e há um controle remoto externo à disposição dos passageiros que não desejam ficar cutucando a tela (e a cabeça do passageiro da frente).

O sistema de entretenimento permite que o passageiro veja o conteúdo do próprio celular (ao menos é o que está anunciado), entretanto, ao conectar o meu telefone, ele não foi reconhecido pela tela e também não consegui usar a entrada USB para dar carga.

A revista de bordo disponível também é bem fraca, mas para a minha sorte ela tinha uma matéria sobre Windhoek, a capital da Namíbia e meu primeiro destino da viagem. Para passar o tempo eu assisti ao filme Marley e Eu. Cometi o erro de passar vergonha chorando no avião. Não tenho maturidade pra ver esse filme em público e parei antes do final para o desastre não ser maior.

Serviço de Bordo

O serviço de bordo do voo começou às 20h22 com o jantar. Os talheres do serviço da Classe Econômica eram de plástico, assim como o copo e as bandejas dos alimentos. As opções eram peixe com arroz e carne com batatas. Ditas exatamente assim. Depois vi que era o contrário. O meu prato foi carne com arroz e legumes cozidos. Estava surpreendentemente saboroso. Como acompanhamento da refeição havia uma salada de batata com atum e, apesar da alface velha e meramente decorativa, estava muito boa também. O pão, que normalmente é duro nos voos, estava bem fresco. E até o estranho pudim de chocolate com calda de frutas vermelhas estava delicioso. Pedi para beber um vinho branco e depois da refeição foram servidos chá e café.

O café da manhã foi servido à 1h (horário de São Paulo). As luzes da cabine, que estavam reduzidas para maior conforto dos passageiros, foram gradualmente sendo acesas. O café da manhã era bem simples, sem nenhum prato quente. Foi servido um croissant e uma fatia fina de bolo de cenoura com cobertura de chocolate. Os dois eram simples, mas estavam frescos, porém o croissant era um pouco massudo. A hora que o café foi servido não era muito animadora para o fuso horário brasileiro e muitos passageiros seguiram dormindo. Pedi um suco (sem dizer qual) e fui servida de um suco amarelo que até hoje não sei dizer de qual fruta era.

Entre as amenidades do voo, não havia mais do que um travesseiro, uma colcha e um fone de ouvido para cada passageiro. Nada de kit de higiene, meias, tapa olho ou protetor auricular. Tudo isso faz falta para o conforto do passageiro e eu sempre acho um pecado as companhias aéreas que não distribuem os kits de amenidades com o mínimo de produtos que seja.

Comissários e equipe de solo

A equipe de solo da TAAG se mostrou extremamente gentil ao ajudar com a proteção da minha bagagem (como descrito no início da avaliação). Não havia nenhuma obrigação de me ajudarem, mas prontamente me auxiliaram no pedido.

Já a equipe de comissários de bordo pecou logo no início da viagem, quando o compartimento de bagagem abriu sozinho durante o procedimento de decolagem e uma mochila caiu sobre um passageiro. Não houve nenhum movimento para solucionar o caso e os passageiros correram o risco de serem atingidos por malas maiores e mais pesadas. Confesso que não sei qual o procedimento padrão para o caso, mas acredito que não seja o de permitir que um passageiro resolva o problema sozinho ou seja submetido a qualquer tipo de risco. A poltrona estava a apenas duas fileiras do comissário. Sobre o serviço de bordo tudo correu de maneira tranquila e não houve incidentes que destacassem positiva ou negativamente a equipe de bordo da TAAG.

Programa de Fidelidade

O programa de fidelidade da TAAG é o Umbi Umbi. Ele oferece benefícios apenas para passageiros da própria companhia aérea e não permite o uso dos pontos acumulados em outras companhias. Ou seja, se você não é um passageiro frequente da TAAG os pontos acumulados no voo estarão fadados a morrerem na sua conta do Umbi Umbi. É um programa que oferece benefícios apenas para quem voa constantemente com a TAAG, já que não tem parceria com nenhuma outra companhia aérea ou programa de milhagem. Se você deseja muito usar os pontos acumulados vale tentar os parceiros que o Umbi Umbi tem fora do âmbito de viagens aéreas. Há parcerias com a Hertz e algumas redes de hotéis.

Conclusão

O procedimento de pouso em Luanda aconteceu às 2h45 (horário de São Paulo) e às 3h07 já estávamos em solo africano. O pouso foi muito tranquilo e sem emoções. Chegamos a Luanda alguns minutos antes do horário previsto e o voo todo ocorreu sem atrasos. O desembarque da aeronave foi sem finger e pela porta traseira. Os passageiros entraram em um ônibus e seguiram para um portão onde era possível escolher entre fazer a imigração em Luanda ou seguir para a conexão. No local da conexão não havia um responsável no raio-x e houve uma pequena espera até que a fila fosse liberada.

O aeroporto de Luanda é bem pequeno e muito confuso. Todos os embarques da TAAG no dia aconteceram no mesmo portão e isso gerou bastante dúvida entre os passageiros. Alguns, que não tinham o cartão de embarque do segundo voo em mãos, ficaram bem perdidos. E eu, que aguardava o voo para Windhoek, também. Muitos outros voos apareciam nos televisores, mas o meu demorou bastante para ser mostrado na tela de decolagens.

O Aeroporto de Luanda oferece algumas lanchonetes, lojas e cafés, além de duas salas VIPs: uma da TAAG e outra com acesso para o Priority Pass. Não há wi-fi livre e o tempo de conexão, confesso, passou bem devagar. Faltando 1h30 para o meu voo ele apareceu na tela de decolagens. Viagem confirmada, segui rumo a Windhoek para dias maravilhosos na Namíbia. Outros seguiram para a África do Sul e Moçambique também com a TAAG.

Depois de quatro voos com a TAAG (id a e volta), posso dizer que a companhia aérea apresenta um bom serviço, mas nada excepcional. As aeronaves não têm estofados novos, algumas poltronas tinham pouco enchimento, o entretenimento de bordo é bem fraco e era possível ver que a TAAG não tem uma frota de altíssimo padrão de conforto. Mesmo assim, a relação custo x benefício superou as expectativas e eu não pensaria duas vezes em comprar novamente uma promoção da TAAG. Detalhe: a comida estava realmente muito boa em todos os voos. Fator bastante surpreendente para uma companhia aérea que não está entre as melhores do mundo.

E se aparecer outro precinho como esse, viajo de TAAG outra, outra e outra vez! A África é maravilhosa e muito grande. Que venham mais promoções! Tá na dúvida se vale embarcar para a Namíbia? Dá uma olhadinha no que vimos por lá!

 

Nota final

TAAG

São Paulo - Luanda

Voo DT746

7,3
Embarque 10
Assento 8
Entretenimento 6
Amenidades 7
Equipe 8
Fidelidade 5

36 Comentários

  • Felipe Silva says:

    Muito boa avaliação!
    Fiz esse mesmo voo 1 dia antes, 16/jan e tive as mesmas impressões.
    Tive o azar na ida, que os comissários estavam mal humorados.

    E o aeroporto em Luanda é bem desconfortável mesmo, com informações confusas e tudo junto pra embarcar.
    Mas não estragou nada da viagem. Ainda voltarei a voar com a TAAG.

  • Fabio says:

    Jah vih muito vinho ruim em Coach, mas Almaden eh F……

    • Ronaldinho Gaúcho says:

      hahahahaha sim… O meu voo o cara queria me dar esse, aí eu disse tem vinho Sul Africano aí que eu sei… Ele com cara de nojo me deu a garrafinha desse e guardou o Almaden hahahahaha

  • Rosangela Silva says:

    O Diego nos atendeu também no check-in e ele foi super atencioso. Melhor atendimento que já tivemos. Um funcionário assim merece ser reconhecido

  • Pedro Ivo Dantas says:

    Fui pra Moçambique em dezembro com a TAAG. Minha impressão foi um pouco pior. Achei o serviço a bordo (refeições, atenção dos comissários, etc) bem fraquinho e o serviço na conexão em luanda foi simplesmente horrível. Confuso, sem ninguém pra orientar, nenhuma informação, só descobrimos onde seria o embarque depois de perguntar e andar o aeroporto inteiro (e por sinal, que péssimo aeroporto, sem nada pra fazer). Moral da história: a companhia ainda tem muito a melhorar mas a viagem não foi nenhuma catástrofe e se encontrasse outro voo nas mesmas condições provavelmente compraria novamente.

  • Margot Prevot says:

    Ótima avaliação avaliação, Monique!

    Concordo com tudo sobre a TAAG e, principalmente, sobre “dias maravilhosos na Namíbia”!

    😉
    Margot

  • Rafael says:

    Muito interessante. Alguém sabe dizer se tinha cerveja no vôo? Se pediu ou se viu alguem pedindo?

    • Ronaldinho Gaúcho says:

      Tem cerveja, mas é praticamente quente… E é uma cerveja de Luanda, tipo Nova Schin, vai de Coca mesmo ou vinho que tu vai ser mais feliz…

  • MOACYR LOPES DOS SANTOS says:

    Me lembrou a US Arways…

  • Uheslei Fagundes says:

    Legal a avaliação. Agora só queria as recomendações dos lugares para visitar na Namíbia se não fosse pedir demais… Belas fotos

  • Deyvisson F. R. Almeida says:

    Bem melhor que o vôo da American de Dallas para Tokyo!

  • Dete Araujo says:

    Fui tambem dia 16/01 saindo do Rio de Janeiro. Pude ver que um funcionario da Tam trocou o asssento de um passageiro e desentupiu o toalete em Sao Paulo. De Luanda para Johanesburgo o reclinador de cabeca da poltrona de minha filha caia a todo instante.

    Quis comprar outra passagem para mudar de companhia aerea mas deppis pensei: a parte do piloto foi bem cumprida no decorrer da viagem e a aterrissagem foi boa. Se eu iria de novo de TAAG, so se nao desse para pagar uma cia melhor.

  • Quézia Salles says:

    Uau! Só de olhar as fotos de lá eu imagino o quanto deve ter valido a pena. Um próximo post falando do roteiro em Namíbia seria muito bem-vindo também! ;D

  • Raisa says:

    Só queria fazer uma observação de que os comissários são proibidos de levantar dos assentos se o sinal de atar cintos estiver aceso.

    • Antonio Rossano says:

      Raisa desconheço (por ignorância da minha parte) essa proibição, porém em vários voos que eu peguei, seja internacionais ou nacionais, já vi comissário de bordo em pé, mesmo com o sinal de cintos acionados, resolvendo problemas na cabine, como bagageiro que não estava devidamente fechado…

  • Ju Genaro says:

    Viajei com a familia(eu, marido e duas crianças) dia 16 de janeiro para joanesburgo, com escala em luanda, Bem a aeronave me pareceu um poco velha, a poltrona só ficava reclinada, e o controle do monitor estava quebrado, ubs não funcionava, os comissários mau humorados, melhor mau educados mesmo, parecem que estão servindo amimais, E NAO HUMANOS (E EU COM DUAS CRIANÇAS) não são nada gentis. Em luanda o aeroporto estava um calor só, sem ar condicionado, nao tem conforto algum, com apenas 01 portao para embarque, horrivel o aeroporto de luanda, sem informaçoes, o voo para joaneburgo foi tranquilo. a volta de joanesburgo para luanda tbem tranquilo, a partir dai (luanda-guarulhos)começam os problemas novamente, e a volta foi pior, quando chegamos no Brasil (GRU)dia 27 de janeiro um senhor mau educado pedindo o bilhete de desembarque???? Foi um transtorno desembarcar, qdo chegamos na porta da aeronave e fomos pegar nossos CARRINHOs de BEBES para nossa surpresa estavam Quebrados e sem as Rodinhas dianteiras, TRANSTORNO TOTAL, RECLAMAMOS FIZEMOS A OCORRENCIA NO BALCAO DE RECLAMAÇÕES ENFIM E ATE HOJE NÃO CONSERTARAM E NEM ENVIARAM(para casa) OUTRO CARRINHO COMO FOI PROMETIDO NO DESEMBRAQUE,
    JÁ VIAJAMOS COM QUASE TODAS AS EMPRESAS AEREAS (que saem de Guarulhos) E ESSA (TAAG) PARA MIM FOI A PIOR QUE VIAJEI ATÉ HOJE. NAOOOOOOOOOOOOO RECOMENDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO MESMO, PROCUREM OUTRA É MUITO RUIM VOAR TAAG.

  • Alexandre Martins says:

    Muito bem escrito o relato. Parabéns, Monique!

  • Sim, teoricamente é isso mesmo, existe esse benefício exclusivamente para Brasileiros

  • Monique Renne says:

    Oi, Renata! Fico feliz em poder ajudar! Espero que você tenha curtido Los Roques! Lindo demais aquele lugar.

  • Ronaldinho Gaúcho says:

    Voei agora no carnaval com a TAAG para Maputo e posso dizer que em promoção até viajaria com eles novamente. Mas por preço normal ou a trabalho negativo. Aeronave GRU/LAD Boeing seguro tranquilo, mas com serviço fraco e aeronave bem “gasta” na ida meu assento era próximo ao banheiro assentos de 2 apenas, até aí ok… Mas não funcionava NADA da luz de leitura até a tela de vídeo nada ligava… Reclamei umas 5 vezes desde o primeiro minuto que sentei no assento, pois vimos que algo não estava certo, mas sempre com educação e os comissários da mesma forma educadamente me enrolavam dizendo que “já estavam vendo” e me deixavam falando sozinho… Até que resolvi ir na executiva ver se tinha assentos sobrando, e tinha uns 5 pelo menos. Mas a comissária me disse que de jeito nenhum poderia me por ali, pois ela já tinha colocado outros 3 da econômica que haviam feito “escândalo” por a poltrona não reclinar. Desisti… A comida achei BEM ruim… Não tinha carne era apenas frango, mas seco e sem graça. A parte legal realmente era a da garrafinha de vinho…. O refri e a cerveja eram quase em temperatura ambiente bem ruim…
    Os voos internos Luanda/Maputo/Luanda cerca de 3:30hs de duração feitos em boeings 737-700 da idade da pedra… Parecidos com o da finada webjet… Mas por serem boeing são sempre seguros. Refeições completas mas igualmente bem ruins, desta vez tinha frango e peixe. O voo de volta parecíamos estar voando para o inferno… Um calorão! Nunca havia feito um voo com calor… Sei-lá o que aconteceu… O Aeroporto de Maputo é novinho e bem calmo… Mas não tem wi-fi público e free-shop não existe… Apenas lojinhas tipo camelô. Mas ok! O de Luanda é pequeno, velho, quente e o free shop minúsculo com tudo muito caro. Este da pra se dizer que é ruim.
    O voo de volta ao menos as coisas na poltrona funcionavam e deu pra ver o entretenimento fraco da cia. Comida igualmente ruinzinha e esse comissário moreno de óculos das fotos é bem mal humorado/educado… Tudo fazia cara de nojo e parecia sempre estar fazendo um favor para qualquer um que pedisse qualquer coisa.
    Enfim… Nota 6.
    Maputo nota 8 (uma gastronomia nota 10 no custo benefício para quem curte frutos do mar)
    Kruger Park nota 10 (uma das coisas mais emocionantes que já fiz na vida).

    Um abraço e boa viagem a todos que ainda vão voar!

  • Ronaldinho Gaúcho says:

    Oi amigo, eu fiz o visto de entrada simples no Brasil R$300,00 mas fiz de otário… Pois pode fazer na entrada no aeroporto custa U$69,00 por passageiro. Mas DETALHE é de uma entrada apenas, ou seja se vai ficar somente em MOÇAMBIQUE OK! caso contrário se pretende ir na áfrica do sul por exemplo e voltar aí precisa ser o de múltiplas entradas. Nesse caso o dobro do preço. Lá o pessoal é Brasil anos 80 ou seja corruptos afú… Não tem troco, se puderem cobram a+ e etc… Muito cuidado. Não que o Brasil de hj em dia não seja corrupto, mas depois que inventaram celular com câmera aqui ficou mais difícil roubar assim. Lá os celulares deles ainda são a sensação o jogo da cobrinha.. Hehehehe

  • Marcelo Cardoso says:

    Detalhe: Nenhuma lanchonete do aeroporto de Luanda aceita Mastercard e como só tínhamos rand (da áfrica do sul)…passamos um perrengue.

  • Denilson Secoll says:

    Fui para Cape Town com a TAAG (São Paulo – Luanda – Cape Town). Nos voos de ida, não fosse pelo mal humor/falta de educação dos comissários e serviço de bordo ruim, poderia afirmar ter sido bons voos. Os voos de volta foram terríveis, de Cape Town – Luanda a tela de entretenimento não funcionava e notei no avião poltronas sem assento, um dos meus amigos solicitou três vezes água durante o voo e não foi atendido. De Luanda – São Paulo, novamente comissários mal humorados e serviço de bordo ruim, passamos três vezes pelo raio-x em Luanda (o aeroporto de Luanda está abaixo da crítica, parece regional, um raio-x, uma sala de embarque, ar condicionado que não funciona, etc…) e dava vontade de “colar” o bilhete na testa, de tantas pessoas que queriam ver o bilhete antes do embarque, no embarque e no desembarque, atraso superior a 30 minutos em Cape Town e Luanda e para fechar com chave de ouro extraviaram a minha mala. Enfim posso afirmar que TAAG nunca mais. Essa empresa desconhece qualquer conceito da forma de tratar seus clientes. Dessa experiência ruim apenas uma coisa boa: a cidade de Cape Town, linda e limpa, com montanha e praia, povo hospitaleiro, vida noturna intensa (bares e restaurantes para todos os gostos e bolsos) e pessoas de todos os lugares do mundo, valeu a pena cada minuto e já estou com saudade da Cidade do Cabo.

  • Diego Santos says:

    Queria ter pego essas promoções, quando fui procurar em dezembro/janeiro para viajar para o carnaval não estavam nesse preço. Vejo o pessoal reclamando da TAAG mas pagaram super barato na passagem, vi até gente não recomendando viajar de TAAG. O serviço ruim é o preço que paga-ser pelo baixo valor da passagem ou alguem esperava algo diferente ? Voei de South African serviço muito bom e tudo mais mas paguei R$4.000,00 na data que precisava, mas ainda prefiria viajar de TAAG.

  • Thales Lopes says:

    Pessoal, como fizeram a marcação de assentos? somente no dia do check in?

    • Jose Augusto Ferronato says:

      Thales, eu também comprei pela TAAG, a resposta do pessoal é que estão constantemente mudando a configuração da aeronave e por isso a marcação de assentos só é permitida 36 horas antes de vôo ou no check-in, horrível na verdade, vai ser meu primeiro vôo pela TAAG, sempre vou para áfrica pela SouthAfrican, e já estou sentindo a diferença de atendimento meses antes do embarque hehehe

      • Thales Lopes says:

        Existem dois pontos críticos nessa cia. O resto é padrão das demais empresas que operam rotas internacionais.
        Primeiro ponto a marcação do assento, reservei com 36 horas antes e deu certo, viajei ao lado da minha noiva. Muitos casais separados, virou uma bagunça de gente tentando trocar lugar no avião.
        Segundo ponto, o aeroporto de Luanda, aquilo não existe. É impossível, não comporta o fluxo. Um scanner só pra todos que fazem escala, leva uma hora. E sala de embarque minúscula, fique atento lá.
        Mas pelo preço, vale a pena demais.

  • Elaine says:

    Vou para a África do Sul por essa empresa é só agora me dei conta q trocarei de avião em Luanda. Alguém sabe me dizer se é necessário o visto para fazer isso?

  • Bruno Brum says:

    Oi Adriana, eu comprei dessa maneira… pelo telefone. Eles me enviaram a fatura p/ conta do PayPal, dá pra parcelar em até 4x. Logo depois recebi a confirmação e o bilhete por email. Pode confiar!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *