Latam vai renovar completamente refeições da classe econômica de seus voos internacionais!

Leonardo Cassol 7 · novembro · 2017

A Latam vai renovar completamente as refeições a bordo da classe econômica de seus voos internacionais com mais  de sete horas de duração. A novidade já está disponível nos voos de e para o Chile e será implementada nos demais voos da malha internacional do grupo até o fim do ano. Nos voos que partem e chegam ao Brasil, o serviço será alterado até o fim de novembro.

A companhia substituiu a tradicional bandeja utilizada para refeições a bordo por um novo modelo de pratos gourmet individuais. Eles são 50% maiores e apresentam elementos das cozinhas latino-americana, internacional e vegetariana.

Os passageiros receberão um menu com três opções para almoço ou jantar, incluindo uma alternativa de prato quente, outra de um prato vegetariano e uma alternativa de prato frio, mais leve. Todos serão acompanhados do serviço de bebidas e um snack doce. Também haverá duas opções para o café da manhã – todos sem nenhum custo adicional para os passageiros.

Menu

As opções para almoço e jantar para os passageiros da cabine Economy incluem pratos que vão desde ‘capa de filé cozida lentamente, torta de milho com farinha de milho, aspargos salteados e tomate-cereja’ e ‘caneloni de ricota e espinafre com molho cremoso de açafrão e coulis de pimentão assado’ até ‘prato frio de de frango assado com quinoa, favas, molho de iogurte com gergelim e mix de folhas’. As opções de café da manhã incluem ‘sanduíche de presunto e queijo no pão croissant, ‘crepes recheados com maçãs e peras caramelizadas’ e ‘waffles recheados com doce de leite, castanha de caju e laranja’.

No total, a companhia criou mais de 300 novos menus, que serão servidos para cerca de 14 mil passageiros em 64 voos todos os dias.

Exemplo de menu: Santiago-Melbourne

Segundo a empresa, o novo conceito de refeições foi desenvolvido junto com especialistas em catering de aviação no Gategroup Innovation Centre, na Holanda. Foram realizados 14 testes a bordo dos voos. Os clientes responderam questionários sobre a experiência a bordo como um todo e, em média, as notas de satisfação dobraram com o novo serviço de bordo quando comparadas com as de voos anteriores em classe Economy em rotas de longo curso.

O passageiro esteve no centro de todas as decisões do processo de desenvolvimento. Perguntamos o quê eles queriam e firmamos uma parceria entre os especialistas da indústria e tripulantes para assegurar que tudo era factível a bordo.”, destacou Claudia Sender, vice-presidente de Clientes do grupo Latam.

Quem for viajar nos próximos dias nas rotas que já estão com o novo serviço conta pra gente o que achou!

Autor

Leonardo Cassol - Editor Editor e especialista em programas de fidelização do Melhores Destinos.
  • Marcelino

    Boa iniciativa da Latam. Com mais promoções qualquer refeição da classe econômica fica uma delícia. Rsrsrs. Parabéns.

  • Eduardo Riviello

    Decepcionante que ainda não tenham aprendido a diferença entre vegetariano e ovolacto-vegetariano. O exemplo de Santiago-Melbourne não tem nenhuma opção vegetariana para o jantar.

    • SirNiXXon

      Ovo-lacto-vegetariano sempre foi o vegetariano padrão, não precisa ser especificado além do termo “vegetariano” na linguagem comum do dia a dia (mesmo que seja tecnicamente impreciso). Os outros tipos de vegetarianismo, como o estrito, o veganismo, etc, que precisam ser especificados.

      Particularmente considero excelente que a companhia tenha se tocado da necessidade de sempre oferecer uma opção vegetariana, ao invés de forçar o passageiro a solicitar um prato especial para si (que nunca tem a mesma qualidade dos pratos padrão) ou pior: sequer oferecer a opção.

      • Hara

        Vegetariano e lacto ovo são diferentes.sim Sempre oferecem margarina, um horror , e manteiga é que deveria estar no cardápio. Realmente nenhuma companhia sabe a diferença. Isso quando não substituem queijo por tofu no pão, aí é dose…

        • Hara

          E ainda tinha um angu duro no café da manhã, no vôo MIA/ GRU.

      • Eduardo Riviello

        Saudações, SirNiXXon. É importante que haja precisão no uso do termo: vegetarianismo pressupõe exclusão de carne, ovos, laticínios e qualquer derivado animal. A adição de ovos e laticínios dá a nomenclatura ovolacto-vegetariano. Outra coisa: veganismo não é dieta. O fato de veganismo estar se confundindo com dieta se deve basicamente pelo mau uso da nomenclatura ovolacto-vegetarianismo como sinônimo de vegetarianismo. Não são

        Sobre a companhia incluir por padrão opções ovolacto-vegetarianas, acho que deveria, antes de mais nada, chamar a refeição pelo nome correto. Se já começou assim, fica difícil conferir alguma credibilidade.

        • SirNiXXon

          Saudações, Eduardo. Discordo. Acho pedantismo a demanda por termos com precisão técnica nessas circunstâncias. É um menu, não um manual técnico ou um guia científico. Há sim um distanciamento entre a linguagem comum, do dia-a-dia, e a linguagem técnico-científica – ainda bem! É bom que nós sejamos compreendidos ao identificar algo como “aquele carro azul” ao invés de “aquele carro azul real” ou mesmo “aquele carro #4169E1” – imprecisão, em dados momentos, é chave para uma comunicação fluida, cabe ao interpretante preencher as lacunas da linguagem. Em termos de linguagem do cotidiano, é útil que não tratemos tomate como uma fruta (apesar de ser) e que tratemos o figo como uma (mesmo que não seja), pois, nesse caso, são os usos culinários e culturais que ditam como eles são chamados, não os aspectos técnicos. Há diversos e diversos momentos no qual a linguagem cotidiana e a técnico-científica se distanciam, isso é fenômeno comum. Estranho é querer encontrar linguagem científica onde deveríamos encontrar a linguagem cotidiana e vice-versa.

          Assim sendo, reitero: para nossa linguagem do dia-a-dia, vegetariano e ovolactovegetariano são sinônimos – e isso há bastante tempo – os *outros* tipos de vegetarianismo, mais raros, que precisam ser diferenciados e destacados. Talvez, no futuro (por pressão de grupos vegetarianos ou quaisquer outros motivos) esse uso mude, mas não dá pra esperar que a empresa mude antes que interpretação cultural do termo o faça.

          • Eduardo Riviello

            Saudações. Obrigado pelo retorno. Estou de acordo com a sua visão e acho que ela funciona satisfatoriamente com o exemplo do carro “azul real” ou outros objetos/situações.

            Porém, quando um indivíduo (leia-se consumidor) por qualquer razão escolhe não consumir um determinado produto (no caso específico, aqueles com componentes de origem animal), qualquer imprecisão na comunicação (seja de um anúncio, seja de uma embalagem) causa prejuízo.

            Perceba como é diferente do fato de o tomate ou o figo serem encarados como frutas ou legumes. Em ambos os casos, sabe-se que não são alimentos de origem animal e isso é suficiente.

            Portanto, se a companhia aérea diz que um determinado alimento é vegetariano, o fato de conter ovo em sua composição já compromete a escolha consciente do consumidor. A Avianca, por exemplo, demonstra a opção com o nome ‘ovolacto’, embora às vezes sirva opções vegetarianas. Note como nesse caso não há qualquer prejuízo, pois tudo que é vegetariano, é ovolacto (o oposto não é verdadeiro).

            Enfim, seria bem simples para a LATAM expôr o produto com o termo ‘ovolacto’, como faz a Avianca. Mas eles acabaram escolhendo usar um termo que atrai também um público que não tem interesse em consumir ovos e laticínios.

            Abraços abolicionistas.

  • kleber silva

    gosto muito do serviço de bordo da gol.
    alimentação grátis e de alta qualidade.

  • Helson

    Eu estive num voo de MIA para GRU em Junho onde eles estavam testando o ‘novo serviço’. De fato a comida é gostosa mas não tem mais snacks (crackers, queijo, geleia, pão, etc) que geralmente são servidos junto à refeição principal… é somente a refeição mais UMA bebida! Caso queira algo a mais, tinha que comprar… para um voo de intercontinental de quase 8 horas, o serviço deixou a desejar…

    • Juliana Miranda

      Ixiii…era o pãozinho que ajudava a dar uma enganada a mais no estômago!

    • Rauf S.

      Pelo texto, os pratos são 50% maiores que os anteriormente servidos. Deve ser o motivo de não haver mais os snacks de complemento. Pra mim não faziam muita diferença, até pq sempre levo algo a mais de comer na mochila.

  • Amanda Gd

    Voltei ontem de punta, num voo para o Chile e já tive ótimas opções! Era sempre uma opção vegetariana, uma opção de proteína animal quente, e algo mais fit e fria (ex camarão com cuscus marroquino) mas não tem mais aquele pãozinho, com manteiga e uma bolachinha (tem gente que curte, eu não rs)

  • Gilberto

    Tenho saudades da tam, quando até meados de 2008 serviam refeições decentes, inclusive nas rotas de 2h15 de duracão de São Paulo para Montevideo e Buenos Aires. Alem de utilizarem talheres de metal, toalha, etc, a comida era saborosa. Hoje não só Eh diminuta, como ruim. Eu já nem esquento mais a cabeça e como antes num aeroporto sul americano ou sala VIP antes de embarcar em voos para cumbica, pois, sempre vem aquele Sanduiche de queijo e presunto fraco deles e um bolo diminuto.

    Pra minha surpresa, até no dreamliner deles num voo de longa duração de Madrid a Santiago a questão de alimentação foi bem fraca, isso voado recentemente em 6/9. Repetindo o mesmo neste tipo de avião para cumbica 13 dias após. Isso sem contar que na rota ida e volta de Santiago a calama agora Eh na base do “food for purchase”, comida paga. Por isso, só mesmo em resgate eu escolho a latam.

  • Marcus Vinicius Bertola

    Experimentei este novo serviço no último final de semana no vôo de Madrid para Guarulhos (LA703) e gostei bastante da refeição, as opções oferecidas pareciam todas muito boas. Gostei da bandejinha e tambem do menu (cardápio) que foi entregue ja no começo do vôo com todas as opções de pratos disponíveis naquele voo. Só achei mal os talheres serem de plástico e os copos descartávei

  • Luciano Assunção

    Nós voos internacionais a Gol oferece lanche sim, além de oferecer lanche gratuito na ponte aérea. LATAM por outro lado cobra em todos os voos, menos os internacionais.

    • Charles Barros

      Luciano, a afirmação sobre a LATAM está equivocada. 3 semanas atrás voei GRU-AJU-GRU e avisaram que naquela rota não há venda pelo Mercado Latam; apenas refeição gratuita. Teve snacks, refrigerante, suco e água na ida e na volta.

    • Samantha Zarth

      POA-São Paulo costuma ter algum lanchinho tb

  • joao

    Esse novo menu já estava disponível nos voos da Latam Chile de GRU para MAD. As opções de jantar realmente eram bem interessantes e a porção um pouco maior que o habitual. Os pratos tinham um gosto muito bom e a variedade do cardápio impressiona. Porém, a sobremesa agora é apenas um doce industrializado e, no café da manhã, você tem que optar entre iogurte ou frutas para acompanhar a panqueca/omelete/sanduíche. Antes as sobremesas eram pavês ou tortas preparadas na cozinha e a bandeja do café da manhã era mais sortida, tinha iogurte e frutas.

  • Vinicius

    ótima notícia! Finalmente uma inovação que beneficia o consumidor.

  • RABUGENTO SFQNS

    Melhor mesmo é só viajar se for muito necessário e se realmente precisar levar o farnel de casa.
    Nos voos domésticos já sugeri que levem aquele sanduba de linguiça com queijo.

  • Mauricio Bertolin

    Ótima notícia… Tenho voo marcado para o Chile nesta sexta-feira (10/11), e vamos ver as surpresas…

    • Ricardo

      Eu acho que nos vôos entre o Chile e o Brasil, comida quente só tem no 787 da Latam Chile, que faz GRU-SCL. Nos Airbus 320 da Latam Brasil continuam a servir os sanduíches secos.