GOL deixará de voar para Miami saindo do Rio de Janeiro e Campinas a partir de outubro

Denis Carvalho 16 · julho · 2015

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A GOL vai deixar de voar para Miami saindo do Rio de Janeiro e Campinas a partir de outubro. A companhia solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) o cancelamento dos voos para a cidade americana saindo do Galeão (voos 7710/7711) e de Viracopos (voos 7712/7713) a partir do dia 25 de outubro. A empresa também solicitou voos saindo de São Paulo (7720/7721) a Miami com início na mesma data.

Os voos do Rio de Janeiro serão substituídos por um voo semanal para Orlando, também com parada em Punta Cana. A nova rota ( voo 7650)  será operada apenas aos sábados, com início no dia 1º de novembro, com saída do Galeão às 10h06 e chegada a Orlando às 21h25. No sentido inverso, o voo 7651 partirá de Orlando às 23h15 e chegará às 9h53 ao Rio.

Para quem sai de Campinas não foi solicitada nenhuma nova rota, ou seja, pelo menos por enquanto a companhia deixará de operar voos internacionais a partir de Viracopos, que é a principal base de operações da concorrente Azul.

A Anac já havia aprovado quatro novos voos semanais (7720 e 7721) se São Paulo a Miami, todos com conexão em Punta Cana. A nova rota, que agora será a única da companhia para a Flórida, será operada às terças, quintas, sábados e domingos, com decolagem em Guarulhos às 10h30 e chegada às 21h10 a Miami e partida da Flórida às 23h05 e chegada às 10 horas.

” Focando na otimização  de rotas mais demandadas no cenário atual, a partir do próximo dia  25 de outubro deste ano, a GOL  passa a oferecer  oito voos semanais destinado a Flórida, sendo quatro para o Miami e quatro para Orlando, com escala em Punta Cana. Estes ajustes foram feitos devido à sazonalidade e queda na demanda de brasileiros por estes destinos”, informou a companhia.

Os voos são operados em jatos Boeing 737-800. No evento realizado ontem, o presidente da GOL, Paulo Kakinoff, destacou que a companhia não tem planos para comprar aeronaves maiores e que as rotas mais longas para os Estados Unidos serão operadas com jatos de fuselagem larga da Delta, sua parceira.

Com informações da Anac e da GOL, dica do leitor Leandro Neves e correção do leitor Don Kalime

Autor

Denis Carvalho - Editor chefe