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Internet no avião! Das guerras ao uso pelos passageiros, veja como surgiu e como funciona a conexão a bordo

Mateus Tamiozzo
26/12/2025 às 7:00

Internet no avião! Das guerras ao uso pelos passageiros, veja como surgiu e como funciona a conexão a bordo

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A 30.000 pés de altitude e dentro de uma “lata” pressurizada não há muita coisa para fazer, certo? Mais ou menos. Se antigamente (e até há poucos anos, na verdade) muitas pessoas passavam voos inteiros olhando para a parede, dormindo ou lendo o cartão de segurança do avião, atualmente a internet a bordo é uma realidade indiscutível, irrefreável e irreversível que muda completamente a experiência de viagem.

Dos “primórdios” dos anos 2000 aos dias atuais, a internet a bordo avançou muito e avançou rápido, como quase tudo o que acontece no mundo da tecnologia. Da “incrível” capacidade de envio e recebimento de e-mails a uma época em que fazer uma dancinha no avião e postar em tempo real é algo comum, a internet finalmente desembarcou no que até então era um “deserto” de comunicação online.

A evolução da tecnologia mudou até o comportamento das tripulações. Se antigamente os anúncios pediam para que os passageiros colocassem os celulares e outros dispositivos em modo avião ou que fossem desligados, a realidade de hoje já eliminou completamente esta segunda necessidade. Evidentemente, é um ponto crucial para quem quer ligar o wi-fi durante o voo e continuar próximo de quem está em terra firme.

Neste post, vamos conhecer um pouco mais sobre a internet a bordo de aeronaves e o cenário atual no Brasil e no mundo. Mas antes, um pouco de história!

Uma breve história da internet a bordo

O dia 15 de janeiro de 2003 foi revolucionário para a aviação. Nesta data, um Boeing 747-400 da companhia aérea alemã Lufthansa decolou equipado com internet a bordo pela primeira vez na história. Os felizardos eram os passageiros da rota FrankfurtWashington (voos LH418 e LH419), que foram os primeiros a experimentar a sensação de continuar conectados mesmo a 36 mil pés de altitude.

O comunicado da Boeing na época era puro confete em torno deste marco – a tecnologia era chamada de Connexion by Boeing – e destacava aspectos que hoje soam triviais: a internet a bordo garantia aos viajantes “acesso total a seus emails e arquivos de trabalho e pessoais”, bem como “anexar arquivos em seus emails enviados ou abrir anexos em emails recebidos, ler as últimas notícias, checar informações sobre o seu destino ou comprar online”.

Executivos de Boeing e Lufthansa celebram a conexão de internet a bordo (foto: Jeff Christensen/WireImage/Getty Images)

Os passageiros, vejam só, podiam usar notebooks próprios ou fornecidos pela companhia aérea. A conexão era considerada de “alta velocidade” para os padrões do início dos anos 2000, quando a internet banda larga começava a se tornar mais acessível.

Esta reportagem da CNN indicava que cada assento na primeira classe teria conexão à internet. Na executiva e na econômica, o serviço estaria disponível a cada dois assentos.

O serviço foi gratuito durante os três primeiros meses de operação do único Boeing 747-400 equipado com internet até então, que voava entre Frankfurt, na Alemanha, e Washington, nos Estados Unidos. Posteriormente, os passageiros seriam cobrados entre € 30 e € 35 (R$ 191 a R$ 222 na cotação atual) para continuarem conectados nas alturas.

Interior de um Boeing 747-400 da Lufthansa em 2001 (foto: Konstantin von Wedelstaedt/Airliners.net)

A expectativa da Lufthansa era equipar até 80 aviões de sua frota, entre o Boeing 747, o Airbus A330 e o A340 até meados de 2004. O projeto até avançou, mas a fabricante norte-americana desistiu do Connexion by Boeing em 2006. Curiosamente, o então CEO da empresa, Jim McNerney, afirmou que “lamentavelmente, o mercado para este serviço não se materializou conforme o esperado”. Mal sabia ele.

2004: o primeiro voo com internet sem fio

À altura do lançamento da internet a bordo, já havia discussões sobre conexões sem fio – um sonho que se tornaria realidade em 17 de maio de 2004, também com a Lufthansa. O voo era o LH452, de Munique para Los Angeles. Ficar online custava cerca de US$ 30 (R$ 163) para toda a viagem ou US$ 9,95 (R$ 54) por 30 minutos e US$ 0,25 para cada minuto extra.

Em 2004, além da Lufthansa, a Boeing tinha acordos para internet a bordo com companhias aéreas como Scandinavian Airlines, Japan Airlines e All Nippon Airways.

2008: “a volta dos que não foram”

Apenas dois anos depois do fim do projeto da Boeing, e já com o “advento” do iPhone, lançado em 2007, a Aircell (hoje a provedora Gogo), apareceu com uma nova solução para internet sem fio a bordo. A Virgin Atlantic foi uma das primeiras a aproveitar a novidade.

Agora, sim, era um caminho sem volta para a aviação. Pouco a pouco, cada vez mais companhias aéreas adotaram o serviço.

O que se desenrola a partir daí é o início de uma briga ferrenha no setor em torno daquele que viria a ser um dos serviços mais desejados pelos passageiros. Tornou-se algo praticamente essencial nos dias de hoje, e é quase inimaginável pensar em embarcar num avião sem wi-fi, seja pago ou gratuito.

2016: a primeira companhia aérea do Brasil com internet a bordo

Demorou 13 anos, contados a partir da “revolução” da Lufthansa, para que a internet a bordo chegasse ao Brasil. Veio pelas asas da finada Avianca Brasil, que inaugurou o serviço em outubro de 2016. A conexão era gratuita para todos os passageiros nos três primeiros meses da operação.

Praticamente ao mesmo tempo, mas depois da Avianca Brasil, foi a vez da Gol. A companhia até chegou a anunciar, em 2015, que teria o serviço a partir do primeiro semestre de 2016, mas a concorrente saltou à frente e levou os louros de primeira aérea nacional a ter wi-fi a bordo. Na Gol, o serviço foi gratuito no seis primeiros meses.

Dois anos mais tarde, a Latam chegou para a festa. Ao contrário das congêneres, a companhia aérea entrou para a disputa já cobrando dos passageiros. Em 2021, a Azul aderiu ao bonde do wi-fi, com o diferencial de ser gratuito a todos os passageiros e a todos os momentos da viagem. Assim é até hoje.

Confira na sequência deste post o cenário atual da internet a bordo no Brasil.

Uma “herança” da Guerra Fria

A Boeing, pioneira na internet a bordo, vai muito além da aviação comercial. A fabricante também atua em estruturas e sistemas de defesa, que podem ser usados em guerras armadas ou guerras frias. Para a Guerra Fria entre os Estados Unidos e a União Soviética, a Boeing foi fundamental no desenvolvimento de conexões banda larga que eram usadas pelos norte-americanos em aviões.

Com o fim das tensões entre os dois países no fim dos anos 80, a Boeing mudou o foco de sua tecnologia de conexão em aviões para o uso civil. Foi o estopim para que, mais tarde, a empresa fosse capaz de introduzir a internet em aviões comerciais. E mais do que isso, para o surgimento da internet como a conhecemos hoje.

É comum que períodos de conflitos resultem em alguns avanços para os setores civis da sociedade. É o caso, por exemplo, dos aviões que lutavam na Segunda Guerra Mundial, que mais tarde impulsionaram o surgimento das aeronaves a jato para uso comercial.

Como é feita a instalação da internet no avião?

Atualmente, os aviões já podem sair de fábrica configurados com wi-fi. Tudo depende, basicamente, da vontade da companhia aérea. Como ninguém quer ficar de fora e correr o risco de perder passageiros, praticamente todas as aeronaves deixam os hangares com o serviço disponível para habilitação.

Quando não é o caso, como em aeronaves mais antigas, esses aviões precisam sair de operação temporariamente e tirar uma folga nos hangares da companhia aérea ou da fabricante para a instalação da estrutura que torna possível obter o sinal de internet durante a viagem.

O passageiro não vê quaisquer mudanças estruturais significativas nas aeronaves. As antenas que recebem o sinal de wi-fi são geralmente instaladas na parte superior da fuselagem – são aquelas “sobressalências” na parte externa. Em aviões menores, é comum ver apenas uma. Em aviões maiores, duas. A Emirates, por sua vez, anunciou que o gigante Airbus A380 terá três antenas para receber o sinal da Starlink!

A instalação também envolve fontes de alimentação e roteadores para distribuir o sinal a bordo.

O tempo de instalação varia de acordo com o tipo de avião. Naturalmente, aeronaves menores podem ter um trabalho mais rápido, enquanto modelos maiores podem demandar mais tempo. A Emirates, por exemplo, estima que instalará o wi-fi da Starlink em cerca de 14 aeronaves por mês.

O custo de instalação do wi-fi em aeronaves não é revelado pelas companhias aéreas e pelas fabricantes. No entanto, portais especializados em tecnologia apontam para uma média entre US$ 200 mil e US$ 300 mil por avião, pago apenas uma vez, mas com outros valores que podem ser cobrados mensalmente.

O montante varia conforme o fornecedor, o tipo de aeronave e o formato de conexão, seja via satélite ou dependente do sinal emitido por torres (menos comum).

Como funciona a transmissão do sinal de internet para o avião?

Hoje em dia, a ampla maioria dos serviços de internet a bordo envolve sinais de satélites enviados às aeronaves, o que permite experiências de conexão mais rápidas e estáveis. Raramente há o uso de torres.

Imagem meramente ilustrativa

A Viasat, uma das principais fornecedoras de internet para aeronaves no mundo, afirma que atua sob uma abordagem “multi-órbita”. Isso envolve satélites em Órbita Geoestacionária (GEO), Órbita Altamente Elíptica (HEO) e Órbita Terrestre Baixa (LEO). Confira abaixo o que significa cada um deles:

  • GEO: é um satélite que orbita a Terra na mesma velocidade e direção da rotação do planeta, a uma altitude de cerca de 36.000 km sobre a Linha do Equador, fazendo com que pareça estar parado em um ponto fixo no céu para um observador na Terra. É fundamental para telecomunicações e monitoramento climático.

Segundo a Viasat, esses satélites levam 23 horas e 56 minutos para completar a órbita em torno da Terra. Esses equipamentos têm um tempo de vida médio entre 15 a 20 anos. GEO é a sigla em inglês para Geostationary Earth Orbit.

  • HEO: usa uma órbita ovalada e alongada, com um ponto bem perto da Terra (1.000 km) e outro muito longe (39.000 km), permitindo que fique horas sobre regiões específicas, como altas latitudes, ideal para comunicações, monitoramento e GPS. Leva 12 horas para orbitar completamente a Terra. HEO é a sigla em inglês para Highly Elliptical Orbit.

  • LEO: é uma órbita em que os satélites se encontram a uma altitude entre 350 e 2.000 km da Terra, bem mais baixa que a órbita GEO, e com um tempo de órbita  de uma hora e meia a duas horas. Os satélites LEO são não estacionários em relação à Terra e têm um tempo médio de vida de 7 a 10 anos. Oferecem internet de alta velocidade e baixa latência para áreas remotas e transportes, usando constelações de satélites para cobertura global. LEO é a sigla em inglês para Low Earth Orbit.

“Essa arquitetura abrangente nos permite aproveitar os pontos fortes únicos de cada órbita: satélites GEO fornecem cobertura ampla e consistente e alta capacidade, formando a espinha dorsal para aplicações de alta largura de banda, enquanto satélites LEO oferecem capacidades de baixa latência cruciais para aplicações em tempo real”, afirma o diretor sênior e chefe de Aviação Comercial da Viasat na Europa, Maik Brückner.

O crescimento da Starlink, braço de internet da SpaceX

A Starlink é parte da SpaceX, companhia de exploração espacial de Elon Musk. A empresa tem avançado rapidamente no segmento de internet para a aviação, com a adesão de diversas aéreas nos últimos anos.

O serviço de internet a bordo da Starlink envolve o uso de milhares de satélites LEO, ou seja, que garantem uma conexão de alta velocidade de baixa latência. Esse é um dos aspectos que tem atraído muitos players do setor e contribuído para o seu sucesso e popularidade.

Embora a Starlink não divulgue os custos para a instalação por aeronave, a empresa afirma em seu site que a taxa mensal por avião é de US$ 10 mil no plano “ilimitado”. As companhias aéreas, por sua vez, têm oferecido o wi-fi da Starlink gratuitamente a todos os passageiros.

Evidentemente, isso não quer dizer que não haja custos para as aéreas. No entanto, o apelo da gratuidade e de alta velocidade é muito atrativo, e se tornou um argumento de venda e marketing de primeira ordem. Em breve, quem não tiver isso provavelmente estará desatualizado e em desvantagem.

Quais companhias aéreas têm internet Starlink?

Cerca de 20 companhias aéreas ao redor do mundo já têm internet da Starlink ou têm contratos assinados para instalação a partir de 2026. A movimentação em torno do serviço da subsidiária da SpaceX começou no fim de 2024 com a Qatar Airways, a Hawaiian Airlines e a United Airlines.

De lá para cá, outras empresas já entraram para o rol de clientes da Starlink: Air Baltic, WestJet e Air France. Todas essas já operam parte de suas frotas com a internet da empresa de Elon Musk.

Por outro lado, há muito mais por vir em 2026. As seguintes empresas já anunciaram contratos com a Starlink: British Airways, Iberia, Emirates, SAS, FlyDubai, Aer Lingus, Level, Vueling, Virgin Atlantic, Zipair, Korean Air, Asiana e Jin Air.

No Brasil e na América Latina não há nenhuma companhia aérea com a internet da Starlink até o momento.

Como acessar a internet no avião?

A Viasat explica que o terminal na fuselagem do avião (aquele que fica na parte de cima do avião), como uma antena de banda Ka (faixa de alta frequência usada para comunicações via satélite), envia e recebe dados da rede de satélites da Viasat. Dentro da cabine, um ponto de acesso sem fio (WAP, sigla em inglês para Wireless Access Point) cria uma rede wi-fi.

Assim, configura-se o caminho para que os passageiros conectem seus dispositivos a este WAP,  que por sua vez está conectado ao terminal de satélite.

De maneira geral, os usuários precisam estar com o celular em modo avião e o wi-fi ativado. A partir daí, basta encontrar a rede da aeronave e seguir o passo a passo, que pode variar conforme a companhia aérea, para ingressar na rede e aproveitar a viagem conectados.

Por que a internet não funciona em algumas partes do mundo?

Você certamente já se deparou com alguns momentos do voo em que o wi-fi parou de funcionar ou ficou muito lento. Isso acontece principalmente por conta de limitações cobertura de satélite, capacidade da rede e questões geográficas, como áreas muito remotas, onde o sinal chega com muita dificuldade ou desaparece completamente.

Hoje em dia, porém, esse é um cenário que vem sendo contornado conforme a tecnologia avança. Tanto a Viasat quanto a Starlink afirmam que seus produtos são feitos para reduzir essas interrupções na navegação e garantir a conexão de “portão a portão”. E como vimos anteriormente, o conjunto e estruturas de satélites mostram que o mundo caminha para uma internet a bordo que seja algo parecido com a experiência que temos em casa.

Outros empecilhos para o acesso ao wi-fi envolvem sobrevoos por países que não autorizam o serviço e problema técnicos na própria aeronave. Também entra para a conta o fato de que, em muitas companhias aéreas, a internet pode estar disponível apenas quando o avião está em altitude de cruzeiro (acima de 10 mil pés, por exemplo).

Quanto custa a internet no avião?

A resposta para essa pergunta varia de inúmeras formas. Atualmente, a maioria das empresas ainda cobra pelo uso do wi-fi a bordo, embora a maré esteja virando para um perfil de internet gratuita para todos, de ponta a ponta do avião.

A principal forma de cobrança pelo wi-fi acontece pelos pacotes de navegação. Hoje em dia, boa parte das aéreas libera o uso gratuito de aplicativos de mensagem, como WhatsApp e Messenger. Em muitos casos, os passageiros são obrigados a fazer login no programa de fidelidade, uma forma de as empresas aumentarem sua base de membros.

Por isso, é interessante ficar atento e fazer um cadastro antes de embarcar caso você queira usar pelo menos o básico do wi-fi sem custos adicionais.

Para outros tipos de navegação, como redes sociais, streaming de vídeos e jogos, muitas empresas cobram taxas específicas. Na Air France, por exemplo, o custo dos pacotes começa em € 5. Na British Airways, em £1.99 Na American Airlines, em US$ 10. Na China Airlines, US$ 11,95. Na Egypt Air, US$ 6. E assim por diante.

Como destacamos acima, muitas empresas estão migrando para um modelo de wi-fi a bordo gratuito para todos os passageiros em todas as cabines. Tal fenômeno é especialmente visível entre aquelas que fecharam contratos com a Starlink. A tendência, pelo menos neste momento, é vermos cada vez mais aéreas garantindo esse serviço, praticamente essencial nos dias de hoje, sem custos. Não quer dizer que esse valor não estará embutido no preço da passagem, mas definitivamente não demandará um pagamento extra em um segundo momento.

Wi-fi na Azul, na Gol e na Latam

Hoje, o wi-fi é uma realidade para Azul, Gol e Latam (e seus passageiros). As três grandes companhias aéreas nacionais têm serviços de internet a bordo usando sinal via satélite, o que garante uma conexão de qualidade. No entanto, os formatos de pacotes e preços são diferentes.

Na Latam, é possível comprar pacotes de internet ao voar dentro do Brasil, Chile, Colômbia, Equador ou Peru. A companhia cobra a partir de US$ 2 para o uso de aplicativos de texto, como o WhatsApp, e alcança valores de US$ 49,50 para um pacote mensal de streaming.

Segundo a Latam, as tarifas para uso de internet a bordo dependem da rota e tipo de avião. Atualmente, a empresa tem o serviço em todas as aeronaves de corredor único (A319, A320 e A321), mas se prepara para iniciar em 2026 a instalação do wi-fi em modelos de corredor duplo, usados para voos internacionais de longa distância, como o Boeing 787 e o 777.

Um detalhe importante na Latam é que os clientes Elite do Latam Pass (Gold, Gold Plus, Platinum, Black ou Black Signature) têm acesso livre ao wi-fi.

Na Gol, são três pacotes diferentes. O mais básico é gratuito, que permite acesso a aplicativos como o WhatsApp e o Messenger.

Já o pacote Light é indicado para quem precisa acessar emails e sites de notícias ou de lojas. O preço é de R$ 25 para uma hora de uso e de R$ 40 para todo o voo. A opção mais completa é o Voo Max, que permite acesso a apps como Netflix, Spotify, Facebook, Instagram e Tiktok, além de outros sites. Neste pacote, o preço de uma hora é de R$ 45, chegando a R$ 58 para todo o voo.

A Azul, por sua vez, tem o serviço mais fácil de ser descrito: o wi-fi é gratuito para acesso a qualquer site ou aplicativo para todos os passageiros em todas as cabines e em todas as etapas de voo.

Vale ressaltar que nem toda a frota de Azul, Gol e Latam está equipada com wi-fi, mas a boa notícia é que a maioria dos aviões das aéreas brasileiras tem, sim, este serviço. Infelizmente, em muitos casos não é possível conhecer essa informação com antecedência, o que pode frustrar quem esperava ficar conectado durante a viagem.


O wi-fi a bordo é uma excelente mão na roda para quem precisa trabalhar ou quer apenas se divertir um pouco mais no voo. É praticamente um item essencial, e que já faz parte da estratégia de vendas das companhias aéreas. E você? Curte estar conectado nas alturas ou prefere evitar o “ruído” digital e aproveitar o voo para ficar offline? Participe nos comentários!

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