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Conheça 11 dos mais incríveis vulcões ativos que podem ser visitados no mundo

Bruna Scirea
Bruna Scirea
29/09/2021 às 17:11

Conheça 11 dos mais incríveis vulcões ativos que podem ser visitados no mundo

Expressões absolutas da força da natureza, os vulcões fascinam (na mesma medida que amedrontam) desde sempre. Eles são são resultado direto da incessante movimentação do nosso planeta e estão presente em todos os continentes – de forma que, viajando por aí, talvez não seja assim tão difícil dar de cara com um deles.

E por que não ver essas grandes formações ainda mais de pertinho? Muitos vulcões ativos (e monitorados constantemente) podem ser visitados. Há aqueles sobre os quais foram montadas pistas de esqui. Outros exigem uma bela caminhada morro acima, mas compensam com o visual lá do topo.

Conheça a seguir 11 dos vulcões mais incríveis do mundo que merecem estar nos seus planos!

1. Vesúvio (Itália)

O Vesúvio é um dos vulcões mais famosos de todo o mundo. Devido à sua erupção, em 79 D.C, duas importantes cidades italianas desapareceram completamente por séculos: Pompeia e Herculano. A visita às ruínas de Pompeia é hoje um dos principais passeios de quem vai a Nápoles ou à Costa Amalfitana.

O topo do Vesúvio está a 1.200 metros acima do nível do mar e com uma longa e nem tão fácil caminhada, é possível chegar até ele. Para subir e descer, turistas costumam levar cerca de duas horas.

E além de um certo preparo físico, é preciso também ter coragem. Isso porque o Vesúvio é considerado um dos mais perigosos vulcões do mundo. Sua última erupção foi em 1944 e especialistas que o monitoram afirmam que uma nova explosão já deveria ter acontecido. A camada de magma concentrada abaixo do vulcão é de 400 km² – material suficiente para destruir toda a cidade de Nápoles.

2. Etna (Itália)

O Etna é o maior vulcão da Europa, um dos mais ativos do mundo e um dos grandes símbolos da região italiana da Sicília. O vulcão tem 3.329 metros de altura e tem várias crateras, das quais somente algumas podem ser visitadas mais de perto.

Os passeios costumam sair das cidades de Catania ou Taormina. As crateras chamadas “Silvestri” são inativas, têm acesso mais fácil e podem ser visitadas de forma independente. Para se chegar às crateras mais altas é preciso agendar um passeio com alguma agência local, já que será preciso subir de 4×4 e na companhia de um guia.

3. Mount Rainier (Washington)

O Mount Rainier é um dos maiores símbolos do estado de Washington, que tem Seattle como sua maior cidade. Com altura de 4.392 metros, o vulcão é um dos maiores e mais ativos dos Estados Unidos. Mas não há motivos para temer: pesquisadores monitoram as atividades do Rainier a todo momento e, por enquanto, não há riscos ao passear aos pés do gigante vulcão.

4. Lassen Peak (Califórnia)

O Lassen Peak é o vulcão mais ativo da Cordilheira das Cascatas, no oeste dos Estados Unidos. Símbolo da Califórnia, o vulcão tem altura de 3.187 metros e é rodeado por ricas fauna e flora. Para se chegar até o topo, é preciso fazer uma trilha de aproximadamente quatro quilômetros. Embora as últimas explosões tenham ocorrido em 1917, o forte e persistente cheiro de sulfeto de hidrogênio (que remete a ovo podre) faz lembrar que o Lassen Peak está apenas adormecido…

5. Mount Kilauea (Havaí)

O vulcão Kilauea é o mais ativo do Parque Nacional dos Vulcões do Havaí – e motivo pelo qual todos os anos milhares de turistas visitam a região. Com sorte, é possível ver de longe sua lava escorrendo em direção ao oceano ou brilhando na imensa cratera no topo do vulcão. Sua última erupção ocorreu não faz muito, em dezembro de 2020. O parque conta com excelente infraestrutura e mirantes de onde é possível observar o Kilauea e outros vulcões de distâncias bastantes seguras. Aos mais aventureiros, valem a pena a trilha que passa por uma cratera e também o passeio que leva a uma caverna formada pela lava.

6. Sakurajima (Japão)

Sakurajima é um vulcão ativo e fica a leste da cidade central de Kagoshima, no Japão. Sua última grande erupção ocorreu em 1914, mudando consideravelmente a geografia da região. Para os visitantes que desejam ver o vulcão mais de perto, há dois observatórios bem aos pés do Sakurajima.

Desde 1955 o vulcão tem constantes erupções, por isso é sempre possível ver de longe ao menos uma grande nuvem de fumaça saindo da cratera. Embora as erupções sejam discretas, cientistas que monitoram o Sakurajima acreditam que haverá um grande erupção nos próximo 30 anos.

7. Fagradalsfjall (Islândia)

Muito provavelmente você deve ter ouvido falar deste vulcão nos últimos tempos. Isso porque o Fagradalsfjall, que fica a cerca de 40 quilômetros a sudoeste de Reykjavik, a capital da Islândia, entrou em erupção em 19 de março de 2021, atraindo um grande número de visitantes. Se liga nesse camarada dando uma pedaladinha ali, de boas, enquanto o “bicho tá pegando” ao fundo:

8. Popocatépetl (México)

Popocatépetl é um vulcão ativo situado a cerca de 70 quilômetros a sudeste da Cidade do México. Seu nome significa “montanha fumarenta” na língua asteca e seu cume atinge 5.426 metros de altitude, sendo o segundo vulcão mais alto do México, atrás somente do Pico de Orizaba.

Após um longo período adormecido, em 1994 o Popocatépetl  voltou a ser ativo e não é raro ver fumaças no seu pico. A subida até o topo do “Popo”, como é chamado pelos mexicanos, não é difícil, mas bastante extensa: são de 5.426 metros de altura e costuma levar pelo menos seis horas para cada trajeto.

9. Cotopaxi (Equador)

O vulcão Cotopaxi é uma das principais atrações de quem visita Quito, no Equador. Com 5.897 metros de altura, é o segundo maior vulcão do país e também está entre os que recebem mais visitantes. E não é preciso ser um perito em escalada para ver o Cotopaxi de pertinho. Boa parte da subida do vulcão pode ser feita de carro.

Visitantes sem equipamentos de escalada conseguem chegar até cerca de 5 mil metros de altura. Depois disso, para chegar à cratera do vulcão, sempre branquinha, é preciso de mais tempo – o trajeto geralmente é feito em dois dias e acompanhado de guias especializados.

10. Villarrica (Chile)

O Villarrica é o vulcão mais ativo entre os mais de 90 que existem no Chile e também o grande símbolo da cidade de Pucón. Grande mesmo: o vulcão tem 2.800 metros de altura e está coberto de neve o ano todo. E chegar até o seu cume é o principal objetivo de muitos aventureiros que visitam essa bela região do Chile.

No vulcão funciona um centro de esqui durante o inverno, período que tem mais neve. A estação possui seis meios de elevação e 15 pistas para a prática dos esportes. Já pensou esquiar em um vulcão e de quebra ainda ter uma vista linda para a cidade? Leia mais no Guia de Pucón.

11. Osorno (Chile)

O Osorno é um dos símbolos da região de Puerto Varas, no Chile. Também é considerado dos vulcões mais bonitos do mundo. Quando o céu está com poucas nuvens, é simplesmente incrível poder admirar o vulcão às margens do lago Llanquihue. Ele conta com uma estação de esqui durante o inverno e tem um teleférico que funciona durante todo o ano, de onde se tem uma vista lindíssima.

Com 2.652 metros, o Osorno está adormecido, mas permanece ativo, tanto que no ano passado ele ficou em sexto lugar no ranking dos com maior risco de erupção divulgado pelo Serviço Nacional de Geologia e Mineração chileno.


Tem vontade de visitar ou já visitou um vulcão? O que achou da experiência? Participe nos comentários!