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Tour gastronômico por Lima: passeios e boa comida na capital do Peru

Daniel Akstein Batista
21/11/2025 às 14:00

Tour gastronômico por Lima: passeios e boa comida na capital do Peru

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A gastronomia peruana é uma das mais reconhecidas e premiadas do mundo, e viajar pelo Peru é mergulhar em um mar de sabores e aromas. A cada garfada, a cada gole, a cada restaurante visitado, temos uma nova e maravilhosa experiência, e novas descobertas. E que tal fazer um tour gastronômico por Lima que mistura passeios por pontos turísticos com boa comida?

Na minha primeira viagem ao Peru (espero um dia voltar), conheci do país tudo aquilo que imaginava e já havia ouvido falar: que é impossível não se apaixonar pelos sabores da gastronomia peruana e que a capital Lima realmente merece ser visitada.

Passeio Reservas
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Tour gastronômico por Lima

Quando falamos do Peru e de Lima, é praticamente obrigatório falar de sua gastronomia. Em 2025, aliás, o renomado prêmio The World’s 50 Best Restaurants 2025 colocou dois restaurantes peruanos entre os 10 melhores do mundo, ambos localizados em Lima: o famoso Maido, que ficou na primeira colocação, e o Kjolle, na nona posição.

Infelizmente não consegui visitar esses dois restaurantes, mas fico só imaginando a qualidade de sua comida e serviço, considerando que todos os outros que fui eram espetaculares.

A seguir, vou compartilhar a minha experiência em Lima e trazer ainda uma dica extra de passeio com boa comida. Partiu?

Passeio de bike com paradas gastronômicas

Minha viagem ao Peru foi a convite da Latam e da PromPeru, a agência de promoção turística do país e, antes do embarque, perguntaram ao grupo de jornalistas brasileiros se todos sabiam andar de bicicleta. O motivo? Teríamos um tour gastronômico de bike por Lima.

O passeio que fizemos contemplava paradas em pontos importantes em dois bairros da cidade, Miraflores e Barranco. E o legal é que, em cada lugar, o guia nos contava um pouco da história do local e dos monumentos visitados.

Partiu pedalar por Lima?

Passamos pelo centro histórico de Lima, onde fica a Catedral e a Praça de Armas, o shopping Larcomar e o Parque do Amor com sua escultura O Beijo e uma bela vista do Oceano Pacífico.

 

Lima é uma cidade pensada para os ciclistas, com um bom espaço para quem circula de bike ou patinete. Fazia uns 15 anos que eu não subia numa bicicleta e, no começo, confesso que quase caí algumas vezes. Depois peguei o jeito e fui embora.

Como nosso passeio era também gastronômico, nossa primeira parada para comer foi no restaurante Canta Rana, que tem uma temática toda esportiva e cujo dono é argentino, fã do Maradona e do Racing.

Comemos um dos melhores ceviches da região (na opinião do nosso guia), provamos a Inca Kola, o refrigerante mais popular do país, tomamos uma cervejinha peruana e seguimos nosso caminho rumo a Barranco, o bairro boêmio da cidade.

Barranco é uma região bem agradável e, assim como Miraflores, um dos preferidos dos turistas para se hospedar. Foi lá que fizemos o nosso almoço principal, no restaurante Javier, com vista para o mar.

Foi uma refeição tipicamente peruana, em que dividimos as famosas causas (uma espécie de tortinha com camadas de purê de batata temperado com limão e pimenta amarela, com recheio ou cobertura), o lomo saltado e uma chicha morada, bebida tipicamente dos Andes peruanos feita com milho roxo, frutas e especiarias, que eu gostei bastante.

Bairro de Barranco

A ideia era fazer o trajeto de ida e volta todo de bicicleta, mas, como demoramos muito nas paradas e ainda tínhamos muito o que fazer, acabaram cancelando o retorno de bike. No total, andaríamos cerca de 10 a 12 km, mas fizemos só metade. Não vou mentir: agradeci aliviado.

À noite, fomos depois para mais uma experiência gastronômica e etílica inesquecível, dessa vez no Hotel B., que conto a seguir.

Aula de coquetelaria peruana e jantar

No bairro de Barranco, esse hotel boutique é bem charmoso, com uma decoração moderna no lobby e com uma refeição que ainda me dá saudades. Mas, antes de falar dos pratos, passamos mais uma vez por uma aula de coquetelaria.

A mesa estava toda posta quando chegamos, e preparamos três drinks, todos harmonizando com alguma comidinha. Teve o tradicional pisco sour (o pisco é a bebida tradicional do país, como se fosse a nossa cachaça), um drink com gim e suco de pepino (que não gostei muito) e outro com vodca e frutas vermelhas. A aula de coquetelaria custa 70 dólares por pessoa e pode ser reservada no site oficial do hotel.

Depois dessa aula, foi a hora da refeição, uma das melhores que tive em Lima. Mudamos de ambiente, o que só aumentou a minha vontade de me hospedar no Hotel B: o local é bem estiloso e aconchegante.

Quer se hospedar no Hotel B? confira aqui os preços e faça sua reserva!

De entrada, pedi um croquete que misturava carne de peixe e bovina curada e maturada, simplesmente fantástico. Como prato principal, escolhi o “arroz enchupetado de camarões”, uma espécie de arroz cremoso com o crustáceo que estava divino. E ainda teve uma torta de matcha e cappuccino para fechar a noite perfeita.

Visita a mercado de rua e aula de culinária e coquetelaria

Meus dias em Lima foram o puro suco de gastronomia. Com muito ceviche, pisco sour e novos sabores por um mercado de rua, com direito a degustação de frutas que nunca tinha ouvido falar.

Nesse passeio que fizemos, a primeira parada foi no Mercado 1, cujo local estava fechado para obras e, por isso, as barracas estavam todas na rua. E, já que estávamos lá, por que não provar das frutas locais? O aguaymanto, também conhecido como physalis, é uma frutinha nativa dos Andes de sabor agridoce.

A granadilla lembra o sabor do maracujá, porém doce, e foi o que eu mais gostei: abrimos ela e comemos com colher. A lúcuma é uma das frutas mais tradicionais do país, usada muito em sorvetes e mousses (que fui experimentar depois). E há muito mais!

As feiras de Lima lembram muito as nossas (apesar da falta de pastel e caldo de cana), com venda de legumes, verduras, especiarias e muita pimenta. Afinal, uma das características da comida peruana é a sua picância.

Depois de uma rápida passada na feira, fomos a pé mesmo para uma aula de gastronomia e coquetelaria no Ayni Coffe, um charmoso espaço no bairro de Miraflores.

Para começar, nos ensinaram a fazer o pisco sour. Ao contrário da aula no Hotel B., aqui no Ayny Coffe fizemos todos os passos do drink, inclusive espremendo o limão e separando a gema da clara do ovo (a bebida leva apenas clara), por exemplo (na outra experiência, os insumos já estavam todos separados). E, particularmente. Ficou muito bom!

Em seguida, colocamos a mão na massa, literalmente. Começamos aprendendo a fazer uma causa acevichada, que ficou simplesmente fantástica. Tudo bem que a maioria dos processos já estava pronta (como o caldo do ceviche), mas a mistura do “purê” de batata, com avocado e o ceviche foi uma explosão de sabores que eu não estava preparado.

Como eu achava que aquele seria o único prato, me esbaldei nele e raspei até o último peixinho cru. Mal sabia que viria uma outra aula, de lomo saltado, feito com pedaços de carne bovina com vegetais, arroz e fritas. Por ser um prato quente, fizemos toda a mistura no fogo.

Dessa vez, não aguentei nem metade do que preparei – e ainda veio uma sobremesa depois, já pronta, preparada pelos próprios chefs do restaurante.

Colocando os ensinamentos em prática

Museu Larco e Cafe do Museo

Após um farto e delicioso almoço, dei uma volta à tarde pelo Larcormar, o shopping a céu aberto que ficava atravessando a rua do meu hotel. Elee se destaca pelas lojas de marcas internacionais, bares e por ficar em frente a um penhasco com uma belíssima vista para o mar. Foi o tempo de dar uma voltinha, voltar para o hotel para um banho e logo sair para um outro passeio, que mais uma vez misturaria cultura e boa comida.

O Museu Larco é uma das principais atrações de Lima, abrigando mais de 45 mil obras e contando os mais de 5 mil anos de desenvolvimento da história peruana. Vale a pena fazer a visita com um guia, para conhecer melhor todo o acervo do país.

No geral, a história do Peru e do povo é contada através das garrafas encontradas em antigas tumbas, além de artefatos de guerra e peças de ouro. Há também a Galeria Erótica Checán, um espaço reservado a esculturas que representam atividades sexuais.

Minha dica é ir já mais no fim da tarde ao Museu Larco para aproveitar a outra atração do local, que também é imperdível: jantar no Café do Museo.

Com dois andares, ele fica na mesma propriedade do museu, cercado por jardins floridos e com uma luz baixinha, o que ajuda a dar um ar romântico ao lugar – e não à toa vimos dois pedidos de casamento naquela noite.

Depois de um almoço bem farto, não estava com muita fome e não pedi a entrada – pelas escolhas dos meus colegas, confesso que fiquei com uma certa inveja, pois era um prato mais bonito que o outro (e saborosos, segundo eles).

De prato principal, escolhi uma massa com camarão, que estava uma delícia. Também pulei a sobremesa, mas experimente o famoso mousse de lúcuma, que não achei nada demais.

Com certeza esse é um passeio que vale muito a pena, principalmente juntando o Museu com o jantar. Em sua visita a Lima, não deixe de reservar uma tarde/noite para essa dupla visita.

Dica extra – Huaca Pucllana

Esse era um passeio que eu mais estava com vontade de fazer em Lima e, por falta de tempo, acabei perdendo. Huaca Pucllana é um sítio arqueológico que fica no centro de Miraflores e que oferece um tour guiado.

Dentro do sítio arqueológico, há um pequeno museu onde estão expostos objetos encontrados por arqueólogos, uma pirâmide e tumbas. E, como nosso post mistura cultura com gastronomia, o ideal é fazer aqui igual falei do Museu Larco: aproveitar a visita ao sítio arqueológico para jantar no restaurante Huaca Pucllana.

Com vista para o sítio, é um dos melhores restaurantes de Lima e, segundo alguns colegas jornalistas que visitaram o local, é um lugar que merece estar no roteiro de quem vai a Lima. Em uma próxima viagem, então, já sei onde ir!

Reserve aqui seu passeio por Miraflores e Huaca Pucllana com a Civitatis.

Foto: Civitatis

Onde ficar em Lima

Já que estamos falando de gastronomia, não posso deixar de mencionar meu café da manhã no AC Hotel Lima Miraflores by Marriot.

Mas antes deixa eu falar um pouco do hotel, que está muito bem localizado, praticamente em frente ao Shopping Larcomar e com vista para o Oceano Pacífico (se você der sorte de pegar um quarto na frente).

As suítes são bem espaçosas, e ainda tem um detalhe que vale citar: além de ter garrafa de água de graça no quarto, há ainda um filtro com água disponível no lobby. Bem que outros hotéis podiam ter essa mesma iniciativa, né?

Foto: Booking.com

Como meus dias eram praticamente na rua, eu mal ficava no hotel. Mas tomava um super café da manhã antes de encarar todos os passeios.

O café tinha muitas variedades, de tudo um pouco: doces, salgados, pães, sucos, chás… Um dos meus salgados preferidos foi um croissant recheado de presunto e queijo, que me deixou saudades.

Não poderia deixar também de agradecer ao hotel (e ao Café do Museu e Ainy Coffe) pela super surpresa que recebi. Como eu estava comemorando aniversário naquele dia em que visitei os lugares, ganhei um docinho/bolo de cada local =)

A seguir, deixo algumas dicas de onde ficar em Lima:

Hotel em Lima Nota na Booking.com Reservas
AC Hotel by Marriott Lima Miraflores 9,2 Reserve aqui
Hotel B 8,9 Reserve aqui
Miraflores Park, A Belmond Hotel, Lima 9,0 Reserve aqui
The Westin Lima Hotel & Convention Center 9,4 Reserve aqui
INNSiDE by Meliá Lima Miraflores 9,1 Reserve aqui
Aku Hotels 8,6 Reserve aqui
Casa Andina Premium Miraflores 8,6 Reserve aqui
Hilton Lima Miraflores 8,7 Reserve aqui

Foram apenas dois dias em Lima e a certeza que a cidade vale mais do que isso. Acredito que pelo menos com um dia a mais já conseguiria aproveitar melhor tudo o que a capital tem a oferecer, seja os passeios e, claro, sua gastronomia!

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