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4 tendências gastronômicas (curiosas) para viagens em 2021 segundo a revista Forbes

Rafael Castilho
23/11/2020 às 9:14

4 tendências gastronômicas (curiosas) para viagens em 2021 segundo a revista Forbes

O ano já está acabando e em 2021 novos alimentos devem chegar a mesa. Pode parecer meio estranho ou esquisito, mas a revista Forbes preparou uma lista de possíveis tendências gastronômicas que devem se fortalecer e ganhar mais ainda o mercado mundial. Algumas delas já encontramos por aqui e com certeza você encontrará-las numa viagem ao exterior.  Conheça a, controversa ou não, lista das tendências de comida para 2021.

Insetos

A primeira tendência gastronômica da Forbes já foi tema de post aqui no MD: insetos! Apesar de parecer bastante estranho à primeira vista, a sugestão da revista tem suas justificativas: os insetos são ricos em proteínas e podem ser cultivados e produzidos de forma relativamente fácil e mais barata em comparação com a carne. Também são produções ecologicamente corretas.

Os insetos já estão inseridos em várias culturas gastronômicas de muitos países, principalmente na Ásia e África. E são apreciados por turistas, por prazer ou curiosidade, em muitas viagens a estas regiões. Tá com fome? Que tal incluir alguns insetos no cardápio na próxima viagem?

No Brasil a dieta a base de insetos praticamente não existe, apesar de alguns pratos regionais já incluírem formigas na receita. Mas em outras partes do mundo, como América do Norte e Europa, há cada vez mais adeptos a esta gastronomia que deve se fortalecer em 2021. E ai, convencido a experimentar?

Proteínas vegetais ou de laboratório

A tecnologia está muito avançada e já há a produção de muitas proteínas de forma “ecologicamente”correta e sem a morte de animais. Segundo os especialistas, esta tendência deve crescer muito em 2021 tanto em investimentos neste tipo de mercado como em vendas.

No primeiro trimestre de 2016, este setor recebeu € 25,4 milhões (R$ 160 milhões) em investimentos em todo o mundo, mas quatro anos depois, no primeiro trimestre de 2020, essa quantia havia aumentado para € 1,1 bilhão (R$ 7 bilhões).

E aqui não estamos só falando das proteínas vegetais tradicionais que já conhecemos, como cereais, feijões, leguminosas e oleaginosas. Outra tendência é a carne produzida em laboratório, a partir de células animais, conhecida como clean meat (carne artificial). Além disto, há também as proteínas que imitam a carne, feitas a partir de vegetais: fibras, lipídios e proteínas são retirados de plantas e reconectados na mesma forma da estrutura molecular da carne animal.

Nos Estados Unidos há a Memphis Meat, uma startup que produz filés de frango e de pato a partir de carne de laboratório, sem a morte de animais. Já a inglesa Naturinni, já presente no Brasil, produz bacon vegano a partir de proteína vegetal.

Vinho em caixa

Outra tendência não muito comum no Brasil que segundo a Forbes está ganhando cada vez mais adeptos em outros lugares do mundo, principalmente em países produtores de vinho. Ao invés da tradicional garrafa de vidro, os vinhos em caixas estão aumentando a sua participação no mercado.

Há vantagens neste tipo de embalagem que são ecologicamente mais viável e econômico. Em Portugal é possível comprar uma caixa de bom vinho tinto de 5 litros por menos de € 10 (cerca de R$ 60). De acordo com especialistas, o vinho em caixa é muito mais ecológico, pois cada caixa de três litros gera metade das emissões de dióxido de carbono (por 750 mililitros) em comparação com uma garrafa de vidro. As caixas também são mais baratas e fáceis para transportar.

Além disto, nos últimos anos a qualidade das embalagens estão sendo aprimoradas e o vinho em caixa pode ser melhor armazenado depois de aberto, durando quatro semanas a mais do que o vinho em garrafa e mantendo mais o frescor e a qualidade.

Bebidas alcoólicas de celebridade

Assim como os perfumes e a loção pós-barba costumavam ser o spin-off das celebridades, agora as bebidas alcoólicas são as favoritas. George Clooney tinha sua marca de tequila, Ryan Reynolds seu gin e várias estrelas, como Drew Barrymore e Cameron Diaz, lançaram seus próprios vinhos e champanhes.

Neste segundo semestre, Kylie Minogue lançou seu segundo vinho rosé, Chloe. A cantora Poppy e a atriz Cara Delevingne lançaram um prosecco sofisticado, vendido a US$ 32. O ator Idris Elba apresentou ao mercado um champanhe. Já o Brad Pitt foi muito mais além. Proprietário de uma vinícola na França, o astro lançou um lote de 20 mil garrafas de champanhe rosé. Cada garrafa sai por modestos US$ 390.

Provavelmente esta tendência deve se manter e até ser intensificada, com casas de champanhe e vinhedos procurando capitalizar seus produtos com a popularidade de celebridades.

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O que achou destas tendências para a gastronomia mundial? Acredita que elas se fortalecerão em 2021 por aqui? Deixe seu comentário!

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