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Roteiro de 7 dias pela Itália – Nápoles, Costa Amalfitana e Roma: nossa experiência viajando com a CVC

Luigi Rigoni
19/05/2024 às 7:00

Roteiro de 7 dias pela Itália – Nápoles, Costa Amalfitana e Roma: nossa experiência viajando com a CVC

O roteiro pela Itália é um dos mais buscados pelos brasileiros, motivados pela história, belas paisagens e boa gastronomia. A combinação perfeita para uma viagem inesquecível. Mas qual o melhor roteiro para conhecer a Itália? O país tem muitos destinos incríveis e o tempo que você tem para conhecer cada um deles é o que determina qual o tour pela Itália ideal. Em 7 dias, passamos por Nápoles, Sorrento, Costa Amalfitana e Roma. E temos muito o que contar sobre a experiência.  

Na Itália, onde as mãos dizem tanto quanto as palavras, esquinas despretensiosas revelam gigantes em mármore erguidos há mais de mil anos, um país em que os pratos sempre arranjam espaço para mais uma porção e o pôr do sol é acompanhado pela trilha sonora dos acordeons. Bravo!

Roteiro de 7 dias pela Itália

Visitamos o destino a convite da CVC, em parceria com a ITA Airways e a Special Tours. Como sempre fazemos viagens por conta própria, essa foi uma ótima oportunidade de avaliarmos os serviços da agência na Europa e trazer para vocês como é a experiência de viajar para a Itália com a CVC.

Na viagem para a Itália aprendemos sobre a cultura local, provamos pratos típicos e aproveitamos as lojinhas de souvenirs. Tudo isso acompanhados de guias falando português, no chamado “Circuito Conquistas”. Continue a leitura e saiba como foi nossa experiência com um roteiro de 7 dias pela Itália com um pacote da CVC. 

Nápoles 

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Golfo de Nápoles ao sul do mar Tirreno. Foto: Melhores Destinos

Dia 1 – Nápoles

Chegada à Itália e ida até Nápoles 

Chegamos à Itália pelo Aeroporto Internacional de Roma, sendo recepcionados no desembarque por nosso guia. Esperamos algum tempo até que o restante do pessoal, que vinha do Brasil em outro voo, chegasse. Ao todo, éramos em 50 pessoas. 

Com o grupo todo reunido, nada de táxi ou Uber: fomos até o ônibus que seria nosso principal meio de transporte nos próximos dias, partindo para Nápoles em uma viagem de cerca de 3 horas, com músicas italianas e a paisagem montanhosa, contribuindo para entrarmos no clima do país.

Durante o trajeto, o guia passava as primeiras informações sobre a viagem na Itália, ensinava alguns gestos e palavras curingas, como ciao (usado para cumprimentar tanto na chegada quando na partida), prego (uma forma de se colocar à disposição) e grazie (obrigado).

Em Nápoles, ficamos hospedados no Holiday Inn, um hotel de rede com unidades no mundo todo, com acomodações confortáveis e bons preços. O almoço foi no próprio hotel e falaremos da alimentação na viagem de forma geral mais para frente. 

Passeios em Nápoles 

Dizem que a primeira impressão é a que fica, no caso de Nápoles, com suas construções antigas, ruas lotadas e trânsito caótico, não foi bem assim. Apesar do impacto inicial, a cidade tem seu charme, claro, diferente de outros destinos glamourosos da Itália, mas ainda assim, uma cidade interessante.  

Nosso passeio por Nápoles sai do hotel em direção ao bairro de Posillipo, uma das regiões mais nobres da cidade, com casas e predinhos com uma deslumbrante vista do Golfo de Nápoles. Em uma parada estratégica em um mirante na Via Francesco Petrarca, tivemos nosso primeiro contato com o imponente Monte Vesúvio. Incrível! 

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Vista do Golfo de Nápoles com Vesúvio ao fundo. Foto: Melhores Destinos

Apesar de ser banhada pelo Mar Tirreno, Nápoles não é uma cidade praiana, sua costa é rochosa e os moradores aproveitam a água somente a bordo dos muitos barcos disponíveis na região. Como era um domingo, as ruas estavam absurdamente cheias, tanto de pessoas – que seguem a tradição napolitana de passear com a família aos domingos – quanto de carros. 

O trânsito em Nápoles é uma bagunça e se você quer economizar tempo recomendamos que tente fazer passeios a pé. A Via Francesco Caracciolo, por exemplo, que fica de frente para o mar, tem restaurantes, bares e parques por toda a sua extensão e é uma boa pedida na cidade. Como estávamos de ônibus, levamos um bom tempo para percorrer um pequeno trecho dela. 

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Basílica de São Francisco de Paula na Praça do Plebiscito. Foto: Melhores Destinos

Agora, estava na hora de explorar o coração de Nápoles a pé. Seguimos até a Praça do Plebiscito, uma das principais da cidade e onde estão alguns prédios históricos com arquitetura imponente, com destaque para a Basílica de São Francisco de Paula. Nas redondezas ainda há cafés e restaurantes com mais de 100 anos de tradição, como o Gambrinus. 

Uma pausa rápida para fotos, explicações do guia sobre a história da praça e seguimos em direção a uma das grandes estrelas de Nápoles, a Galleria Umberto I. Com enormes cúpulas de vidro e ferro, a construção é de tirar o fôlego. Nela estão lojas de roupa, cosméticos e confeitarias bastante tradicionais e, claro, todas com fila. No chão, mosaicos que remetem aos signos do zodíaco e cheios de superstição.

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Galeria UmbertoI é o local mais procurado pelos turistas em Nápoles. Foto: Melhores Destinos

Fomos liberados por uma hora para aproveitar a galeria, mas recomendo que explore o exterior dela também. Em frente está o Teatro San Carlo, que foi durante alguns anos a maior casa de ópera do mundo. Por ali também passa a Via Toledo, uma das vias comerciais mais importantes de Nápoles que, para quem deseja aproveitar a viagem para fazer compras, é o lugar ideal. Outro ponto importante é o Castel Nuovo, uma construção medieval surpreendente. 

Castelo de Napoles

O Castel Nuovo próximo ao porto de Nápoles. Foto: Melhores Destinos

Dia 2 – Vesúvio e Pompeia

Visita ao Vesúvio

O dia começou com o café da manhã no hotel e saída em seguida. De ônibus, seguimos até o Monte Vesúvio, em um trajeto pouco convidativo para quem não está acostumado a dirigir com emoção. As estradas que sobem até o local são bastante estreitas e os motoristas locais pilotam com certa velocidade. Subir de ônibus, com alguém experiente, fez toda a diferença. Mesmo para quem está viajando por conta, é uma boa ideia contratar um passeio até lá.

Aproveite o trajeto para apreciar a vista, com plantações de frutas e casinhas charmosas no meio da montanha, um cenário bem italiano. Os veículos sobem até determinado trecho, um mirante onde está a entrada para o pico do Vesúvio. Ali, os turistas descem, passam pelas catracas da atração (com ingressos comprados com antecedência e somente pela internet) e seguem por uma trilha íngreme de terra. 

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Trilha ao topo do Vesúvio requer disposição. Foto: Melhores Destinos

Atenção: o trajeto não é moleza e por isso roupas e calçados confortáveis são indispensáveis. Logo na entrada há um senhor que oferece bengalas para ajudar na subida, ao final do trajeto, devolva-as junto de uma gorjeta. A subida até o topo do Vesúvio leva cerca de meia hora e o visual com certeza vale a pena. 

Nosso guia nos explicou que o vulcão, um dos mais perigosos do mundo e responsável pela destruição da cidade de Pompeia, ainda está ativo, porém, segue adormecido. Ele é monitorado constantemente e há até um plano de evacuação das cidades caso algum sinal de alerta seja emitido. Amedrontador e fascinante ao mesmo tempo. 

Ao redor da boca do vulcão percorremos toda a extensão por meio de pequenas trilhas, tendo a dimensão da grandiosidade do Vesúvio. Ali, a neblina e o vento tornam o clima bem mais gelado, por isso, leve uma jaqueta corta-vento extra e tome uma bebi. O passeio durou em torno de uma hora e após o retorno de todos do grupo, descemos até a costa para almoçar. 

Passeio por Pompeia

Depois de recarregar as energias com um farto almoço em um restaurante ao lado de uma das entradas do Parque Arqueológico, chegou um dos momentos que, para mim, estavam entre os mais aguardados da viagem: visitar Pompeia. E as expectativas, que eram altas, foram superadas. Que lugar espetacular! 

A boa experiência começou logo na entrada, conhecendo nosso guia, um italiano que se mudou para o Brasil ainda criança, estudou no país e depois voltou para a Itália. Seu português era perfeito e ele demonstrou dominar o conteúdo que estava nos passando.

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Ruas de Pompeia preservadas. Foto: Melhores Destinos

Pompeia foi uma cidade romana atingida pela erupção do vulcão Vesúvio em 79 d.C e, por conta das cinzas que cobriram o local, manteve muitas de suas características originais preservadas. São ruas e avenidas, teatros, comércios e casas que parecem não ter sido tocadas pelo tempo. Claro, algumas construções estão melhor preservadas do que outras, mas ainda assim conseguimos ter uma boa dimensão do que foi Pompeia em seu apogeu. 

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Templo de Apolo era uma das principais construções de Pompeia. Foto: Melhores Destinos

Visitamos o Templo de Apolo; a Casa de Menandro e a Casa de Otávio Quárcio, exemplares de como viviam os ricos comerciantes da região; as Termas de Pompeia, onde os homens se reuniam para cuidar da aparência e socializar, entre tantos outros pontos interessantes da cidade. Foram apenas 2 horas de passeio, pouco para conhecer os 66 hectares da cidade, alguns ainda não escavados. Sendo assim, para quem ama história, o passeio em Pompeia com certeza pode render mais.

Após uma pausa para beber alguma coisa e conferir as lojinhas de souvenirs (que em frente a Pompeia são bem caras) voltamos a Nápoles para aproveitar a noite livre. 

Pizzaria em Nápoles 

Em Nápoles, pizza é coisa séria. Ainda que seja consumida de maneira despretensiosa, com as mãos e em salões sem grande pompa, há uma lei, criada pela União Europeia, que define o que é uma pizza napolitana. Ela deve ter massa com diâmetro de, no máximo, 35 centímetros e de um a dois centímetros de altura. O recheio é de tomate sem cascas, mussarela de búfala de Campânia, alho, azeite de oliva e basílico. 

A receita, diferente do que estamos acostumados no Brasil, agrada até quem está acostumado com a massa bem grossa e os recheios brasileiros. E para provar essa iguaria napolitana, basta ir a uma das muitas pizzarias espalhadas pela cidade. A escolhida foi a L’antica Pizzeria da Michele, uma das mais tradicionais de Nápoles. 

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Fachada da L’Antica Pizzeria de Michele, uma das melhores da Itália. Foto: Melhores Destinos

Em funcionamento desde 1870, ela fica em uma charmosa rua no centro histórico, o salão é pequeno e acomoda cerca de 50 pessoas. Por isso, filas para entrar são uma realidade, mas, como a maioria dos locais faz, você pode pedir sua pizza para a viagem ou pegar e comer sentado em um dos bares ao lado, como foi nosso caso. 

Provei a Napolitana e Marguerita, ambas muito saborosas, com a massa um pouco elástica (o que não é um ponto negativo) e super bem servidas. Por 5 euros, você come uma das melhores pizzas de Nápoles, segundo o Guia Michelin, e ainda tira algumas fotinhos para dizer que esteve na pizzaria onde foi gravado o filme “Comer, rezar e amar”, estrelado por Julia Roberts. 

Sorrento e Costa Amalfitana – Positano e Amalfi 

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Incrível vista de Positano, na Costa Amalfitana. Foto: Melhores Destinos

Dia 3 – Sorrento e Costa Amalfitana

Sorrento está localizada a cerca de uma hora de Nápoles, em uma região costeira maravilhosa. O caminho foi feito em vans que, por serem super compactas, não eram as mais confortáveis, mas que se adaptavam bem às estradas estreitas. A vista já faz valer a pena o trajeto, a cada curva em meio às formações rochosas, uma nova paisagem deslumbrante surgia. 

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Vesúvio visto de Sorrento. Foto: Melhores Destinos

Chegamos por volta das 10 horas em Sorrento e, após algumas recomendações do guia, tivemos um tempinho livre para explorar a cidade. Com mirantes com vista para o mar super azul, construções charmosas e muitos, mas muitos, pés de limão e laranja, Sorrento é um encanto.

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Corso Italia, com muitas lojas e os charmosos pés de laranja. Foto: Melhores Destinos

Recomendo passar pela Villa Comunale di Sorrento e pela Piazza della Vittoria, ambas com uma bela vista. Para compras, a Corso Italia, no centro de Sorrento, é onde você encontra licores, biscoitos e chocolates do sabor mais popular na região, o limão. 

O passeio em Sorrento durou pouco mais de uma hora, iríamos continuar a programação nas cidades da Costa Amalfitana e retornar no final do dia para dormir em Sorrento. Ficamos hospedados no Hilton Sorrento Palace, uma estadia muito confortável e com alguns luxos a mais. Porém, em Sorrento há diversas opções de hospedagens com bom custo-benefício, que são a melhor opção para quem não quer pagar os exorbitantes preços da Costa Amalfitana

Positano 

Seguindo de van pela deslumbrante costa, chegamos a Positano, a primeira parada na Costa Amalfitana e sem dúvida uma das mais lindas cidades da região. Ela está posicionada em uma íngreme encosta rochosa que acomoda casinhas coloridas, lojas que vendem roupas com estampa de limão siciliano e bares e restaurantes com drinks com preços elevados. 

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Praia Grande em Positano. Foto: Melhores Destinos

Descendo pelas vielas chegamos à Praia Grande, o “point” de Positano, onde estão clubes de praia, restaurantes à beira-mar e o porto, de onde partem embarcações com diversos destinos ao longo do dia. Por estarmos no final do inverno, fora da alta temporada, a região não estava tão movimentada e foi tranquilo achar um lugarzinho na areia para curtir o visual. 

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Vista de Positano no trajeto para Amalfi. Foto: Melhores Destinos

Após uma hora em Positano, pegamos um barco em direção a Amalfi, em um trajeto com uma paisagens de tirar o fôlego. Prepare as câmeras, você com certeza vai querer registrar o momento. 

Amalfi 

Amalfi é outro destino encantador do sul da Itália e que, além das belas paisagens, conta com muita história. Ela foi uma das primeiras e mais importantes Repúblicas Marítimas da Itália, cidades litorâneas que prosperaram com o comércio entre os séculos X e XIII. As marcas desse feito estão presentes até hoje na cidade, com construções com influência bizantina resultado do contato com outros povos da região. 

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Chegada ao porto de Amalfi. Foto: Melhores Destinos

Chegando ao porto, seguimos até a Piazza del Duomo, onde está a catedral da cidade, uma construção imponente com a fachada com detalhes em ouro. Por ali também há vasta diversidade de restaurantes e lojas, que vendem roupas, artesanatos e os famosos papéis de Amalfi (a cidade tem até um museu inteiro dedicado ao material, o Museo della Carta).

O almoço foi em um restaurante bem tradicional, com atendimento familiar, comida simples e gostosa. Logo após o almoço, mais um tempinho para compras e voltamos de barco para Sorrento, com jantar no hotel. Até tentei dar mais uma volta pelo centro da cidade, mas por volta das 22 horas tudo já estava fechado.

Capri

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Ilha de Capri, próxima à Costa Amalfitana. Foto: Melhores Destinos

Dia 4 – Capri

Chegada à Capri e passeio de lancha

Saindo de Sorrento, fomos de barco até Capri em um trajeto de 30 minutos. Por sorte, foi possível achar um espaço na área externa da embarcação para ir aproveitando a vista e se preparando para o incrível destino. Chegando a Capri descobrimos que a fama da ilha não é à toa, ela é realmente deslumbrante. Formações rochosas surpreendentes, água cristalina e super azul. 

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Marina Grande, por onde chegam as embarcações em Capri. Foto: Melhores Destinos

O desembarque é feito na Marina Grande, onde também pegamos a lancha para o próximo passeio. O guia que nos acompanhou era um brasileiro que vive na Europa desde 1973, guiando grupos de turistas por diferentes regiões. Super carismático e orgulhoso da profissão, ele narra o trajeto dando um charme a mais ao passeio, que contorna parte da ilha apresentando lugares maravilhosos. 

Em um deles, a estátua de um jovem de bronze conhecida como Gennarino Scugnizzo, ou Estátua de Boas-Vindas, cumprimenta os visitantes. O costume é saudá-la com “Ciao, Gennarino!” para que se tenha boa sorte. Já o Túnel do Amor é uma formação rochosa no mar em que os barcos passam por um arco, no momento da travessia, os casais apaixonados que se beijam garantem o amor eterno. Mais uma superstição italiana que torna o destino ainda mais cativante. O passeio durou uma hora e foi bem gostoso! 

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Arcos do Amor, em Capri. Foto: Melhores Destinos

Passeio por Capri

Voltando à ilha, esperamos algum tempo pelos pequenos ônibus que fazem a subida dos turistas até a parte superior de Capri, onde estão as principais lojas, restaurantes e o local do nosso almoço. Geralmente, o trajeto é feito de Funicular, uma espécie de ferrovia para subir grandes pendentes e um meio de transporte mais prático em Capri. Contudo, ele estava em obras e, por isso, ficamos dependentes dos ônibus e acabamos perdendo algum tempo na fila. 

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Vista da parte superior em Capri. Foto: Melhores Destinos

Almoçamos em um restaurante super charmoso, com uma fonte, mosaicos decorativos e uma linda vista. Porém, a comida não estava boa, infelizmente, com um risoto sem tempero algum. Após o almoço, provamos, em uma das  muitas lojas de vendem a bebida, o famoso Limoncello de Capri, um licor de limão delicioso. 

Teríamos mais uma hora livre para conhecer este paraíso na Costa Amalfitana. Nesse meio tempo, passei pela Piazza Umberto I, no centro histórico de Capri, onde está a Igreja de Santo Stefano, com uma emblemática torre do relógio, e mais uma série de lojas de grife e restaurantes. Dado o tempo, descemos de ônibus até o porto e pegamos a embarcação que nos levaria até Nápoles, em uma viagem de uma hora. Dali, seguiríamos com nosso ônibus ao destino final do tour pela Itália, Roma.

Chegada à Roma 

Chegamos a Roma por volta das 20h, no hotel NH Collection Roma Vittorio Veneto, localizado em uma região nobre de Roma, ao lado dos Jardins da Villa Borghese e da Via Veneto, uma das ruas mais caras da cidade. As acomodações, com decoração temática um pouco duvidosa, eram bem confortáveis

Roma

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Ruínas do Fórum Romano, antigo centro político e comercial de Roma. Foto: Melhores Destino

Dia 5 – Roma

Museus do Vaticano e Basílica de São Pedro

O dia começou com um dos passeios mais populares entre os turistas que visitam Roma: os Museus do Vaticano e a Basílica de São Pedro. A recomendação é que os visitantes cheguem cedo e comprem o ingresso com antecedência, pois as filas no Vaticano são enormes e o tempo no menor país do mundo é precioso, já que há muito o que se ver. Outra dica valiosa para a visita é sobre a vestimenta, pois roupas que mostram os ombros ou acima do joelho não são permitidas no Vaticano.

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Cúpula da Basílica de São Pedro vista dos jardins na entrada dos Museus do Vaticano. Foto: Melhores Destinos

Os Museus do Vaticano contam com um dos mais ricos acervos do mundo, com peças que marcam diferentes períodos históricos, de arte egípcia, grega e romana, a obras de mestres do Renascimento, como Rafael e Michelangelo. O projeto foi iniciado pelo Papa Júlio II, no século XVI, e passou por mudanças ao longo dos anos. Antes, as coleções eram restritas ao clero e a um seleto grupo de convidados. Hoje, temos o prazer de contemplar parte da história através dos Museus do Vaticano. 

Algumas das exposições que mais chamam atenção são as do Museu Gregoriano Etrusco e do Egípcio, com artefatos da antiguidade; a Galeria dos Mapas, com registros de diferentes territórios da Itália; a Galeria das Tapeçarias, com obras têxteis de metros de altura; e a famosa Capela Sistina, é claro! 

O espaço é todo decorado com afrescos feitos por alguns dos maiores nomes da Renascença, incluindo Michelangelo. Ele foi o responsável pelas imagens no teto da Capela que narram Gênesis, como a Criação de Adão, e pelo afresco do Juízo Final, na parede atrás do altar. Aproveite a visita para contemplar a beleza e grandiosidade das obras, pois na Capela Sistina não são permitidas fotos. 

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Fachada da Basílica de São Pedro, no Vaticano. Foto: Melhores Destinos

Seguindo a visita, estava na hora de conhecer a Basílica de São Pedro, o maior e mais importante templo do catolicismo. A fachada, com sua enorme cúpula, dezenas de pilares e estátuas decorativas em mármore, chama atenção pela grandiosidade. Já o interior da Basílica é ainda mais impressionante, são tantos detalhes que em uma única visita você dificilmente dará conta de apreciar tudo. 

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Interior da Basílica, com Baldaquino de São Pedro ao fundo sendo restaurado. Foto: Melhores Destinos

Alguns pontos para conhecer, ambos próximos à entrada da Basílica, são a Pietà de Michelangelo e a Porta Santa, aberta pelo Papa para marcar o Ano Santo. Seguindo pelo corredor principal, um dos pontos mais impressionantes da visita, o Baldaquino, com mais de 30 metros de altura, todo em bronze, e posicionado no altar papal acima do túmulo de São Pedro. Já abaixo da Basílica estão também as Grutas do Vaticano, onde são sepultados os papas. 

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Praça de São Pedro, em frente a Basílica. Foto: Melhores Destinos

Passamos cerca de três horas nos Museus do Vaticano e uma hora dentro da Basílica de São Pedro, pouco tempo para o tamanho do local, mas o suficiente para ter dimensão de sua grandiosidade e beleza. Depois, mais um hora para passar nas lojas (que quanto mais próximas à Basílica mais caras – vale pesquisar os preços pela região) e seguimos para o almoço em um restaurante nas proximidades. 

Passeio pelo Centro Histórico de Roma

À tarde, o primeiro passeio seria de ônibus, com o guia contando algumas curiosidades sobre Roma. Foi interessante perceber como antigas vias usadas pelos romanos foram incorporadas pela cidade, assim como construções centenárias que dividem espaço com obras modernas. Entre elas, a Basílica Papal de São Paulo fora dos Muros, erguida no local onde o apóstolo Paulo foi executado, e a Pirâmide de Céstio, uma das construções do antigo império mais bem preservadas. 

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Fontana di Trevi sempre disputada entre os turistas. Foto: Melhores Destinos

A primeira parada foi na Piazza Barberini, de onde seguimos para o centro histórico pela Via del Lavatore, uma rua charmosa e com muitas lojas de lembranças e restaurantes. Ela guia até a Fontana di Trevi, ponto turístico super disputado de Roma e onde você provavelmente vai querer tirar uma foto.

Garantimos que o cenário é realmente deslumbrante, com esculturas barrocas adornando seus cerca de 26 metros de altura e 20 de largura. Mas esteja preparado, pois os espaços próximos à fonte são concorridos, já que dezenas de turistas se amontoam para seguir a tradição de jogar uma moeda na Fontana di Trevi e fazer um pedido. 

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Fontana di Trevi é parada indispensável em Roma. Foto: Melhores Destinos

Com pausa para fotos e um gelato,  o tour por Roma segue pelo centro histórico, passando pela Piazza della Rotonda, onde estão o Panteão e o Obelisco Egípicio, ambos marcos do poder do Império Romano que permanecem preservados até hoje.  Mais à frente, a Piazza Navona, construída onde antes ficava um estádio romano. Hoje, ela é uma das praças mais emblemáticas de Roma, com construções barrocas lindíssimas, como a Igreja de Sant’Agnese in Agone e a Fonte de Netuno. Após o passeio, retornamos ao hotel, com tempo livre para sair para jantar, fazer algumas compras ou descansar – o dia foi bastante intenso.

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Fachada preservada do Panteon, no centro de Roma. Foto: Melhores Destinos

Dia 6 – Roma

Passeio pela Roma Imperial

Com quase 3 mil anos de história, Roma faz jus ao título de “Cidade Eterna”, com construções que ainda hoje marcam o apogeu da antiga civilização. E quem nos conduziu por essa viagem no tempo foi um excelente guia italiano, com português arrastado mas muito conhecimento para transmitir. O passeio começa às de ônibus, passando pelo Monte Palatino, região central entre as sete colinas de Roma, onde os palácios imperiais foram erguidos. Ao lado está o Circo Máximo, onde as grandes corridas de cavalo, um dos esportes preferidos dos antigos romanos, aconteciam. 

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Parte das ruínas do Fórum Romano. Fotos: Melhores Destinos

Seguindo por alguns instantes, agora a pé, passamos pelas ruínas do Fórum Romano, local que foi durante anos o centro da vida cívica e econômica de Roma Antiga, onde havia grandes cerimônias, votações, discursos e negociações comerciais. Com os anos, muitas das construções foram ganhando novas funções, algumas sendo preservadas, outras totalmente descaracterizadas e até mesmo destruídas.Mesmo após tantas transformações, o lugar continua impressionante. 

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Fachada do Coliseu de Roma. Foto: Melhores Destinos

Há visitações ao Fórum que percorrem por entre as ruínas, mas nosso grupo seguiu apenas contornando o local até a Via dei Fori Imperiali, avenida movimentada que leva até outro gigante da história romana: o Coliseu. O estádio reunia mais de 50 mil pessoas, de diferentes classes sociais, para prestigiar espetáculos esportivos, de lutas entre gladiadores até batalhas navais (sim, os romanos enchiam parte do Coliseu de água para esse tipo de atração). 

Nosso guia ainda contou curiosidades sobre a fachada do Coliseu, que antigamente era revestida com mármore e adornada com estátuas. Muitos destes materiais foram utilizados na construção de outros monumentos em Roma, como é o caso da Basílica de São Pedro, no Vaticano. Infelizmente, não entramos no Coliseu, mas se estiver indo a Roma e fizer questão da visita, recomendamos que compre com antecedência, pois os ingressos são disputados. 

Por ser uma área muito turística, há grande oferta de cafés e restaurantes nas proximidades do Coliseu. Tivemos cerca de 40 minutos para descansar e tomar alguma coisa em um desses estabelecimentos. Depois, seguimos até a Basílica de São Pedro in Vincoli, que guarda a escultura de Moisés de Michelangelo. Um lugar pouco visitado mas com obras belíssimas. 

Tempo livre – Castelo de Santo Ângelo, Centro Histórico e Monte Gianicolo

Após o almoço, na Piazza della Repubblica, tivemos um tempo livre para aproveitar Roma. Explorar a cidade a pé é uma boa opção para encontrar lugares incríveis e inesperados. Descendo pela Via Nazionale em sentido Centro Histórico, por exemplo, está o Monumento a Vítor Emanuel II, uma construção enorme que homenageia o primeiro rei da Itália unificada e que pode ser vista de diferentes pontos de Roma. É impressionante! 

Ele fica em frente a Piazza Venezia, uma das praças mais importantes da cidade, local onde também estão as ruínas do Fórum Imperial, museus e algumas belas igrejas de Roma. Um pouco mais para frente, a cerca de 15 minutos de caminhada, está o Campo de’ Fiori, uma região super agradável, com restaurantes, lojas e feirinhas, sempre rodeadas pelos charmosos predinhos que dão o clima de Roma. Outra boa ideia de passeio é seguir as margens do Rio Tigre até o Castelo de Santo Ângelo

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Ponte Sant’Angelo cheia de turistas aguardando para entrar no museu do Castelo de Sant’Angelo. Foto: Melhores Destinos

Desde o início de sua construção em 123 d.C., pelo Imperador Adriano, o local já teve diversas funções. Inicialmente, era um mausoléu; depois, passou a ser uma fortaleza e hoje é um museu. Em frente, há a Ponte Sant’Angelo, adornada com enormes esculturas, e atrás, um agradável jardim. 

vista do jardim do castelo de Sant'Angelo

Jardim do Castelo de Sant’Angelo recebe o público para aproveitar o clima ameno. Foto: Melhores Destinos

Depois de uma pausa, mais uma volta pelo centro, cheio de galerias de arte, antiquários e restaurantes, um verdadeiro cenário de cinema. Inclusive, não estranhe ao encontrar uma rua fechada durante as gravações de um filme, em Roma isso é bem comum. E é em uma dessas vielas cinematográficas que está o melhor gelato que tomei em Roma, o da Frigidarium. Peguei a indicação no Guia Melhores Destinos e amei, o sorvete é maravilhoso! 

Para finalizar o dia, aproveitar o pôr do sol com uma bela vista de Roma, a do Monte Gianicolo. Pela visão panorâmica, o local era usado com fins militares, hoje, inclusive, há um monumento que homenageia o general Giuseppe Garibaldi, importante figura da história italiana. Com música ao vivo e quiosques para comprar algo para beber, o local é super romântico e um bom passeio para casais. 

À noite, tivemos o jantar de confraternização em uma pizzaria e o restante do tempo livre. Roma é uma cidade em que as pessoas aproveitam a rua, mesmo depois do anoitecer, com disponibilidade de transporte público, gente super arrumada, bares e restaurantes movimentados. Aproveite para tomar um drink em um terraço e apreciar a vista noturna de Roma. 

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Vista notturna da Piazza della Repubblica

Dia 7 – Roma

Tempo livre – Villa Borghese, Praça Espanha e compras

O último dia em Roma amanheceu lindo, com céu azul e clima ameno, um convite para aproveitar um dos muitos parques espalhados pela cidade. Ao lado do hotel fica a Villa Borghese, um dos mais charmosos espaços de Roma, com muita área verde, esculturas, belas fontes e atrações turísticas, como o Zoológico e a Galleria Borghese, museu com obras de renomados artistas italianos, como Caravaggio, Bernini e Raphael. Tentei comprar ingresso para a galeria alguns dias antes mas já estavam esgotados, infelizmente. 

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Lago em que os turistas podem passear de barco na Villa Borghese. Foto: Melhores Destinos

Próximo dali está o Terraço do Pincio, com uma bela vista da cidade. Mais 10 minutos de caminhada e chegamos à Praça da Espanha, um lugar vibrante e cheio de turistas. Nas redondezas há muitas lojas, para quem quer aproveitar os últimos momentos para compras, provavelmente, a hora preferida dos brasileiros, que sempre agitam as lojas. 

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Vista do Terraço Pincio, com cúpula da Basílica de São Pedro ao fundo. Foto: Melhores Destinos.

No almoço, aproveitei para conhecer melhor os mercados romanos, que contam com excelentes opções de paninis (lanches típicos da Itália) e vinhos com excelente custo-benefício. Peguei algo em um deles e fui comer na Ilha Tiberina, uma ilha em forma de barco no meio do Rio Tibre. Com ares de praia, muitos romanos aproveitam o local para reunir os amigos e para tomar sol. 

Despedida de Roma e retorno ao Brasil

Ao final do dia, encontro com o grupo no hotel para guardar as malas no ônibus e seguir em direção ao Aeroporto Internacional de Roma – Leonardo da Vinci. O trajeto até lá é marcado pela despedida, já nostálgica, do guia. Na trilha sonora, a mensagem Arrivederci Roma, adiós, goodbye, au revoir” combina com o entardecer na Cidade Eterna. Para ela, que felizmente está sempre à espera dos turistas, um até logo Roma. 

Mais detalhes da viagem para a Itália com a CVC

Voos Brasil – Itália 

Voamos com a ITA Airways, a antiga Alitalia, companhia de bandeira italiana. A companhia oferece voos para a Itália saindo de São Paulo e Rio de Janeiro todos os dias. A experiência com a ITA Airways saindo de Guarulhos foi positiva, com horários de partida e chegada dentro do previsto, aeronaves confortáveis (na medida do possível para um trajeto de mais de 11 horas) e serviço de bordo cordial.

Saiba mais sobre como é voar com a ITA Airways nesse vídeo do Sandro, no canal do Melhores Destinos no YouTube: (Aproveita e se inscreve lá!)

Um ponto que chamou a atenção foi o vídeo exibido antes da decolagem, que conta com a participação de atletas italianos atuando de maneira bem-humorada enquanto são passadas as instruções de segurança. Uma maneira de deixar o clima do voo mais leve. 

Hospedagem 

Ficamos hospedados em três cidades italianas: Nápoles, Sorrento e Roma. Em todas a experiência com os hotéis foi positiva, claro, alguns contavam com uma ou outra comodidade a mais, mas nada que tirasse o mérito da hospedagem. Confira o que achamos de cada um deles: 

Nápoles – Holiday Inn Naples

A rede de hotéis Holiday Inn conta com unidades em diferentes países, seguindo bons padrões de hospedagem ao redor do mundo. Em Nápoles, o hotel está localizado em uma área com grandes prédios comerciais e fácil acesso à estação de trem. As acomodações são completas, organizadas e confortáveis, o que foi fundamental para descansar após a rotina intensa de passeios. No hotel ainda há academia, bar e o restaurante, onde tomamos café e fizemos as principais refeições em Nápoles. A comida era agradável mas não tinha grande charme. 

Sorrento – Hilton Sorrento Palace

No Hilton Sorrento Palace, outra rede conhecida mundialmente, tivemos uma excelente experiência. O atendimento na recepção foi ótimo, com membros da equipe que falavam um ótimo português. Os quartos eram super espaçosos, com closet, banheiro com duas pias e uma super banheira, cama enorme e bem confortável, além da varanda com vista para o mar, uma excelente paisagem para começar bem o dia, né?

A comida no Hilton era bem saborosa, sendo o café da manhã, um ponto alto da estadia, era um verdadeiro banquete. A localização também é boa, já que em 10 minutos de caminhada você está no centro de Sorrento. 

Roma – NH Collection Roma Vittorio Veneto

Roma conta com uma infinidade de boas hospedagens, o NH Collection Roma Vittorio Veneto é uma delas. Com localização excelente, ao lado da Villa Borghese e da Via Veneto, é possível passear a pé pela região tranquilamente. Os quartos tinham uma decoração temática um pouco carregada, com imagens de estátuas romanas combinadas com Pac-Man e tons de vermelho, que não eram o ideal para quem quer relaxar. Gosto pessoal. Contudo, as acomodações eram confortáveis, com cama espaçosa, boa iluminação e banheiro organizado. As refeições que fizemos no NH Colletion foram gostosas, com café da manhã bem diverso. 

Alimentação 

A Itália tem uma das culinárias mais famosas do mundo, o que cria toda uma expectativa para os turistas que visitam o país. Mas se vai com a CVC, não espere um tour gastronômico. Isso porque o roteiro com a agência prioriza a comodidade e o tempo dos turistas, assim, a maioria das refeições foi feita ou nos hotéis em que estávamos hospedados ou em restaurantes próximos às atrações turísticas, que nem sempre são os melhores.

Provamos alguns pratos bem tradicionais, como o Carbonara e a Pizza Romana, a maioria deles bem gostosa e sempre com porções muito bem servidas, mesmo! Também esteja aberto ao paladar italiano, principalmente para doces, que lá são bem mais sutis que no Brasil. Em um dos almoços, por exemplo, foram servidas peras e laranjas como sobremesa, o que foi um tópico decepcionante para parte do grupo, que esperava pelo clássico tiramisù. 

 

Para complementar a experiência gastronômica, recomendo pesquisar alguns restaurantes e mercados para conhecer no seu tempo livre. No nosso Guia de Destinos sempre há boas indicações de onde comer em diferentes cidades do mundo. 

Guias e passeios

piazza di spagna

Escadaria da Piazza di Spagna, sempre cheia de turistas. Foto: Melhores Destinos

O ponto alto da experiência com a CVC e a Special Tours é com certeza a praticidade. Da recepção no desembarque do aeroporto, ao check-in nos hotéis e a entrada nas atrações com ingressos já comprados, tudo isso sempre acompanhado por guias falando português. Para muitos turistas, principalmente os que viajam para Europa pela primeira e vez e sem falar o idioma, um baita diferencial. 

Você não precisa se preocupar com quase nada, exceto com o horário. O guia estará sempre te lembrando do combinado para que todos do grupo cheguem a tempo. Algo que, para quem está acostumado a viajar sozinho, será um choque inicial. Mas acredite, para evitar atrasos e prejudicar todo o grupo, seguir os horários é fundamental. Nos horários livres, recomendo que saia do Brasil com alguns roteiros em mente, principalmente por conta de ingressos, o melhor é comprar com antecedência para não ficar sem. 

Falando sobre os passeios, é claro que após uma viagem sempre fica o sentimento de “poxa, poderia ter conhecido mais”, e realmente, a Itália é um destino com infinitas possibilidades e até mesmo quem já visitou o país diversas vezes sempre encontra algo novo para ver. Mas de maneira geral, conseguimos ter uma boa visão das principais atrações de Nápoles, Costa Amalfitana Roma. Uma ideia que sem a companhia de um guia talvez não fosse tão completa. 

Considerações finais: o que achamos do roteiro de 7 dias pela Itália com a CVC 

Ao final da viagem, entendemos os motivos que tornam a Itália um dos destinos mais queridos do mundo. Em Nápoles, as ruas vibrantes; na Costa Amalfitana, as paisagens de tirar o fôlego; e em Roma, a história marcada em cada construção. Este roteiro pela Itália é uma boa opção para quem quer conhecer o país, mas tem pouco tempo disponível. Contudo, para aproveitar é preciso disposição, afinal, foram 7 dias intensos, passando por 6 cidades e diversos pontos turísticos. Ainda assim, a organização e praticidade do roteiro contribuem para que o turista aproveite a viagem. Chegando em casa, você provavelmente já vai estar com saudade e vai começar a pensar na próxima visita à Itália. Que baita destino!


Para você, qual o melhor roteiro para conhecer a Itália? Deixe nos comentários quais cidades visitaria e quais passeios faria em 7 dias! 

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