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Passaredo apresenta pedido para operar slots vagos no aeroporto de Congonhas

Thayana Alvarenga
Thayana Alvarenga
14/06/2019 às 13:33

Passaredo apresenta pedido para operar slots vagos no aeroporto de Congonhas

A Passaredo oficializou hoje um requerimento junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para que seja considerada como nova empresa apta a operar os slots vagos no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Em reunião realizada em 28 de maio com a Diretoria da Anac, a companhia já havia sinalizado interesse em operar no aeroporto da capital paulista.

Para José Luiz Felício Filho, presidente da Passaredo, a autorização da operação em Congonhas representa a o ingresso no mais cobiçado aeroporto do Brasil. “Queremos apenas o que é nosso por direito. Mudar a regra para atender empresa ‘A’ ou ‘B’ criaria privilégios indevidos e insegurança jurídica. Além disso, a entrada no mais rentável aeroporto do Brasil irá permitir à empresa o fôlego necessário à consolidação de seu processo de recuperação financeira”, disse.

A Passaredo é uma empresa associada da ABEAR e já está se preparando para as adequações necessárias ao incremento da frota e abertura de base operacional. A frota da companhia conta com aeronaves ATR72-500, atendendo 14 destinos nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste do Brasil.

Em 2018, foram transportados mais de 560 mil passageiros, contando com mais de 500 colaboradores diretos. A Passaredo opera sob a certificação IOSA (IATA Operational Safety Audit), que representa um certificado internacional de padronização e qualidade de procedimentos conferido pela IATA (International Air Transport Association).

Recentemente, a Socicam, empresa responsável pela administração do aeroporto de Vitória da Conquista, na Bahia, informou que a Passaredo vem retendo o repasse de tarifas, inclusive as de embarque. A companhia chegou a ser notificada, mas na noite de ontem foi feita uma negociação entre as partes, não afetando os voos. A administradora do aeroporto chegou a informar que os voos só seriam autorizados a decolar caso a empresa aérea realizasse previamente os repasses das tarifas aeroportuárias.

Vamos aguardar os próximos capítulos! E você, o que acha da Passaredo em Congonhas?

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