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O que fazer em Monte Verde: 18 dicas para curtir o destino de inverno mineiro

Bruna Scirea
28/05/2022 às 6:00

O que fazer em Monte Verde: 18 dicas para curtir o destino de inverno mineiro

Monte Verde é um dos destinos brasileiros mais procurados para curtir as baixas temperaturas. E tem tudo o que é preciso para aplacar o friozinho no melhor estilo: pousadas aconchegantes, centrinho charmoso, restaurantes de comidas fartas e saborosas – como fondue, fábricas de chocolate, atrações em meio à natureza e paisagens incríveis, emolduradas pela imponente Serra da Mantiqueira.

O famoso distrito ao sul de Minas Gerais, distante a pouco menos de três horas da capital paulista, é daqueles vilarejos românticos e divertidos, perfeitos para serem curtidos em casal e também em família. Confira a seguir o que fazer em Monte Verde e todas as nossas dicas para programar sua viagem para o destino serrano!

Se preferir, vá direto ao assunto:
O que fazer em Monte Verde
Compras em Monte Verde
Restaurantes em Monte Verde
Onde ficar em Monte Verde
Quando ir a Monte Verde
Como chegar em Monte Verde

O que fazer em Monte Verde

Visitamos o destino em maio deste ano e, em quatro dias, pudemos montar uma vasta lista do que fazer em Monte Verde. Tem opções para curtir os dias de sol ao ar livre, atrações ideais para crianças, aventuras para toda a família e também muitas dicas de compras, restaurantes e hotéis em Monte Verde.

1. Trilha da Pedra Redonda

Monte Verde está na Serra da Mantiqueira. Então você já deve imaginar que não faltam cenários incríveis por lá – e está correto! Uma das vistas mais bonitas da região (a mais, na minha opinião) é a do topo da Pedra Redonda, que pode ser alcançada por uma trilha de cerca de um quilômetro, feita em torno de 1h30min, considerando os trechos de ida e volta.

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Da Pedra Redonda, a vista 360° para a Serra da Mantiqueira. Foto: Bruna Scirea/Melhores Destinos

Apesar de ser um pouco íngrime – no topo da Pedra Redonda se está a uma altitude de 1.990 metros – a trilha pode ser considerada de dificuldade fácil a moderada. Após os primeiros 15 minutos de caminhada já dá para fazer uma pausa em um mirante, que tem uma bela vista para o verde da Serra. E com mais 15 minutos se chega à Pedra Redonda, com uma vista praticamente 360° da região. Como a pedra é ampla, é como se você estivesse em um terraço pertinho do céu. No fim da trilha também passa a divisa entre os estados de São Paulo e Minas Gerais, então dá para brincar de estar em dois lugares ao mesmo tempo!

Quando fui, escolhi o horário das 10h, pensando em garantir que não haveria neblina. Mas dizem que o fim de tarde por lá é espetacular – só convém levar uma lanterna para o caminho de volta.

Desde o início da pandemia, esta é a única trilha oficialmente aberta aos visitantes. Para fazê-la por conta própria é preciso comprar ingresso antecipadamente (R$ 35,90 por pessoa) ou então contratar uma agência, no caso de preferir fazer o caminho acompanhado.

Trilha da Pedra Redonda
Dificuldade: fácil a moderada
Distância: 926 metros
Altitude no topo da pedra: 1.990 metros
Duração: 1h30min
Ingressos: R$ 35,90 por pessoa (sem guia)

Outras das trilhas de Monte Verde que, por enquanto, seguem oficialmente fechadas, são: Trilha do Chapéu do Bispo, Trilha do Platô, Trilha do Pico Selado e Trilha da Pedra Partida. Todas elas ficam Serra da Mantiqueira acima e têm belas vistas.

Para quem deseja algo mais leve, uma boa pedida é a facílima Trilha do Pinheiro Velho, bem no centrinho de Monte Verde. São várias as entradas para a trilha, sendo a principal na Avenida Monte Verde, bem em frente à fábrica de chocolate Gressoney. São menos de 300 metros até o tal do Pinheiro Velho, uma araucária com idade estimada em mais de 500 anos. A árvore surpreende pela altura e, principalmente, pelo diâmetro, que na base chega a medir 1,70 metro, sendo necessárias três pessoas para abraçá-la.

2. Mega Tirolesa na Fazenda Radical

Atividades de aventura também fazem parte das atrações de Monte Verde. Uma das mais clássicas é a Mega Tirolesa da Fazenda Radical, que na verdade são duas tirolesas de 500 metros cada, a mais de 70 metros de altura. Eu não sou lá grande fã de estar tão distante do solo firme, mas né.. já que estava lá, resolvi encarar. E olha, não senti medinho em nenhum momento! Foram repassadas todas as instruções de segurança, pediram que eu vestisse o capacete e a “cadeirinha” e, antes de eu me aventurar pela tirolesa, dois instrutores desceram para verificar se o equipamento estava 100% (e também para me esperar lá do outro lado).

o que fazer em monte verde tirolesa

Aí foi só alegria! O primeiro caminho é um pouquinho mais baixo do que o segundo, mas a vista é bem semelhante: uma paisagem com casinhas e uma enorme área de reflorestamento de eucaliptos. Entre a primeira e a segunda tirolesa é preciso subir uma ladeira em meio à floresta (que não é muito leve, por conta da altitude dá uma bela cansadinha). No fim da segunda tirolesa também é preciso caminhar até a base onde o passeio inicia, junto à sede da Fazenda Radical. Todo o percurso não leva mais do que 20 minutos.

Na Fazenda Radical ainda há outras atividades, como arvorismo, arco e flecha e parede de escalada. Pelas trilhas da propriedade também são feitos passeios de quadriciclo e UTV, contratado diretamente com empresas parceiras.

Mega Tirolesa
Distância: a primeira tirolesa tem 500 metros e a segunda tem 550 metros
Altura em relação ao solo: mais de 70 metros
Duração: com preparação e passeio, cerca de 40 minutos
Ingressos: R$ 100 por pessoa

Dica esperta: a Fazenda Radical fica pertinho da Escola de Falcoaria. Se a ideia for fazer os dois passeios, tente concentrá-los no mesmo dia. Para este lado do distrito de Monte Verde também está o restaurante Rasselbock, de culinária tradicional alemã, e o Hügel Bar, que abre no fim da tarde e tem uma bela vista no pôr do sol.

3. Passeio de quadriciclo em Monte Verde

Não faz muito tempo que a avenida principal de Monte Verde foi asfaltada – e ela ainda segue sendo uma das poucas pavimentadas. Todo o restante é estrada de terra, não importa se ainda dentro do perímetro mais urbano ou se na zona rural mesmo. Então, para entrar nesse clima off-road, uma das pedidas é andar de quadriciclo ou UTV. Os passeios são oferecidos pelas agências de turismo da cidade (várias delas com quiosques no centrinho) e realizados em áreas rurais, como a Fazenda Radical.

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Foto: Rota Monte Verde Quadriciclos/Divulgação

Passeios de Quadriciclo ou UTV
Duração: 40 minutos a uma hora
Valores: R$ 150 por quadriciclo e R$ 350 por UTV (ambos têm capacidade para duas pessoas)

4. Escola de Falcoaria

Confesso que de início não estava assim empolgada para ver de perto e interagir como uma ave de rapina. Acontece que a Escola de Falcoaria e seu idealizador, Rilvanio, têm um trabalho muito legal de conscientização ambiental e respeito às aves. É daqueles lugares onde se aprende e de onde se sai um pouquinho melhor do que quando entrou. Sabe?

o que fazer em monte verde escola falcoaria

Antes de poder “voar” um gavião ou uma coruja, você terá uma aula (bem lúdica, nada chata) sobre a arte milenar da falcoaria e as aves de rapina, e saberá mais sobre o projeto de reabilitação de animais resgatados de maus-tratos e cativeiros que está por trás da Escola de Falcoaria. É a oportunidade de saber mais sobre estes animais, a interação deles com o homem e também tirar todas as curiosidades que, tenho certeza, vão surgir ao longo da apaixonada explicação de Rilvanio. Só depois deste processo todo, então, é que o biólogo irá permitir que os visitantes tenham a experiência de ver uma ave voando em sua direção e pousando em sua luva – o que também é incrível.

Escola de Falcoaria
Duração: pelo menos 1h30min
Valor: R$ 95 por pessoa
Agendamento deve ser feito com antecedência pelo site.

5. Parque Oschin

Localizado não muito distante do centrinho de Monte Verde, o Parque Oschin é o lugar onde os visitantes podem caminhar em meio a uma vasta floresta de araucárias. A trilha principal, que faz um circuito no parque, é toda cercada de hortênsias (bastante floridas nos primeiros meses do ano). Ao longo do trajeto, é possível ver algumas lhamas, um laguinho, gruta, pedras e outros pontos de destaque, como um playground infantil. Há um redário para quem desejar ficar mais tempo em meio à natureza, e também um restaurante, caso o visitante deseje fazer alguma de suas refeições lá mesmo.

Parque Oschin
Duração: o ingresso vale para um dia inteiro, mas é possível ver tudo em cerca de 1h30min
Ingresso: R$ 40 por acima de 12 anos, R$ 25 de 3 a 11 anos

6. Patinação em pista de gelo

No inverno, em Monte Verde, o frio é generalizado. Mas tem um cantinho do distrito ainda mais gelado: é uma das pontas da Avenida Monte Verde, onde estão o Ice Bar e a pista de patinação no gelo, que requer alguma habilidade… ou então bom senso de humor e coragem para cair alguns tombos! O espaço é fechado, tem música ambiente e um instrutor que fica direto na pista, socorrendo ou auxiliando os menos desenvoltos. Boa pedida para os dias de chuva… ou para dar boas risadas em grupo!

Patinação no gelo
Valor: R$ 80 por patins, aluguel de meia hora
Não é preciso fazer reservas antecipadamente.

7. Ice Bar Monte Verde

Outra atração gelada, essa sim bastaaante gelada, é o Ice Bar. Antes de entrar, o visitante será convidado a vestir um casaco especial e luvas para suportar os -19°C no interior do bar de gelo. O espaço é pequeno, mas cheio de esculturas em gelo: além do bar, um telefone público, poltronas, corações, asas de anjos… tudo altamente fotografável! Provavelmente o seu celular não irá resistir por muito tempo na baixa temperatura, mas os registros estão garantidos, uma vez que há sempre um fotógrafo captando todos os momentos, que podem ser adquiridos digitalmente ou impressos na saída da atração. Há dois tipos de ingressos: um deles inclui um drink e, o outro, duas bebidas.

Se eu me diverti?

Ice Bar de Monte Verde
Duração: 30 minutos
Ingressos: R$ 70 com dois drinks ou R$ 60 com um drink, R$ 30 de 4 a 10 anos com uma bebida inclusa
Fotografias: R$ 10 por foto ou R$ 50 o combo com todas as fotos (via WhatsApp)

8. Fábricas de chocolate

Como todo bom destino de inverno, Monte Verde conta com duas chocolaterias bem tradicionais: a Gressoney, com a fábrica e loja na Avenida Monte Verde, e a Chocolateria Monte Verde que, além da loja na avenida principal, tem a fábrica na Av. Sol Nascente (pertinho de outros lugares interessantes, como a fábrica de sabonetes e a destilaria). Na Gressoney, em meio a uma infinidade de diferentes tipos de chocolate, a grande pedida é provar a Prímula, um doce criado pela marca que é parecido com o alfajor e o pão de mel. Uma delicinha! Boa também para levar de lembrança!

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Na fábrica da Chocolateria Monte Verde o visitante pode ver a produção ao vivo e também comprar vários produtos a granel, além de provar umas amostrinhas. Agora, a perdição mesmo está na loja do centro, onde são servidos doces como fondue, petit gateau, brownie e outras delícias bem chocolatudas. Bem mesmo. Olha só:

9. Orquidário, fábrica de sabonetes e destilaria

Outra região que concentra algumas atividades em Monte Verde é a Avenida Sol Nascente. Por lá, além de pousadas e da fábrica da Chocolateria Monte Verde, também estão o Orquidário MV, a fábrica de sabonetes Folhas e Flores e a Destilaria Monte Verde, onde é possível comprar diversos tipos de cachaças e outras bebidas destiladas. Em um turno dá para fazer tudo isso!

No Orquidário Monte Verde o visitante encontra orquídeas de diferentes espécies dentro de uma estufa, além de bromélias e plantas carnívoras. Não há custo para a visita e é possível comprar flores para levar para casa também!

Na fábrica de sabonetes Folhas e Flores dá acompanhar um pouquinho do processo de produção dos sabonetes artesanais. E também escolher entre os produtos que servem muito bem como lembrancinhas de viagem, como os sabonetinhos em forma e com cheirinhos de frutas.

Já na Destilaria Monte Verde, é possível visitar a fábrica, com seu destilador e também suas diversas barricas de madeira. Por lá não há visita guiada, mas você pode provar todos os produtos – é você quem se serve, na quantidade que quer. E o pior (ou melhor): os funcionários ainda incentivam a seguir provando! É preciso ter cuidado para não se emocionar – ou não dirigir depois. Hehe.

10. Galeria de Arte Unger’s Pottery House

Aos amantes das artes, a boa pedida é conhecer a galeria Unger’s Pottery, da artista paulistana Paula Unger. No espaço de 3 mil metros quadrados, o visitante encontrará peças artísticas espalhadas pelo interior da galeria e também no jardim, sendo boa parte delas em cerâmica. Além das obras de Paula Unger, o acervo também conta com peças de outros artistas brasileiros contemporâneos. A galeria funciona como loja e pode ser visitada gratuitamente.

11. Passear pela avenida principal

Um dos programas mais gostosos de Monte Verde é passear a pé pela avenida principal, olhando as vitrines, fazendo uma pausa para um café ou chocolate quente, provando o Apfeltrudel recém-saído do forno e curtindo a noite nos bares e restaurantes com música ao vivo. Não dá para ir embora do destino serrano sem tirar uma foto ao lado do termômetro mostrando a baixa temperatura, nem antes de se sentar em um dos tantos banquinhos espalhados pela Avenida Monte Verde, onde é possível curtir um solzinho e observar o vaivém do distrito mineiro.

Dicas de Monte Verde, Minas Gerais

Confira a seguir nossas sugestões de compras, restaurantes, como chegar, quando ir, quanto tempo ficar e hotéis em Monte Verde. Nossas dicas para você fazer uma viagem especial ao destino no sul de Minas Gerais estão bem fresquinhas. Aproveite!

12. Compras em Monte Verde

Boa parte do comércio de Monte Verde está localizado na avenida principal. Basta uma caminhada para encontrar lojinhas de queijos, doces tradicionais mineiros e cachaças. Algumas das mais famosas delas são o Chalé do Ito e A Pioneira.

Nas galerias Suíça, Inverness e Celeiro estão lojas de artesanato e também de roupas, com peças em malha e lã, além de casacos, toucas e todo o artefato necessário para encarar as baixas temperaturas. Todas elas também se situam ao longo da Avenida Monte Verde.

Uma das descobertas legais em Monte Verde foi a fábrica de tapetes, mantas e almofadas Sadale. A marca tem três lojas no centro e conta com produtos muito bonitos e com bom preço. Boa pedida para decorar a casa com alguma lembrança mineira.

Vale lembrar que em Monte Verde há apenas uma agência bancária, do Bradesco. Em todos os estabelecimentos, no entanto, aceitam cartões de crédito e débito, além de o PIX ser amplamente utilizado como pagamento nas atrações.

13. Restaurantes em Monte Verde

Destino de inverno pedem uma comilança daquelas, né? Neste quesito, Monte Verde também não deixa a desejar. Quando estivemos no distrito mineiro pudemos experimentar nove restaurantes! Aqui vamos falar dos que mais recomendamos.

Adorei o espaço e a comida servida no Paulo das Trutas. Quando fui, pedi um chope e provei o patê de truta defumada (maravilhoso) acompanhado de pãezinhos. Depois fui de truta grelhada com molho de pinhão, arroz e batata cozida (o prato servia facilmente dois, ainda mais depois de uma entradinha). Tava delicioso!

Entre tantos risotos, massas e entradas deliciosas, foi difícil escolher o que pedir no Villa Donna Bistrô. Sabe quando os produtos são bons e chef caprichoso? Como entrada pedi a Burrata Caprese (simplesmente a melhor que já comi) e, de prato principal, fui de risoto de abóbora assada, com carne seca e molho de costela. Infelizmente não havia mais espaço para sobremesa. A carta de vinhos também é bem legal, e o ambiente e o atendimento merecem elogios.

Os amantes da culinária tradicional alemã encontram refúgio no restaurante Rasselbock, que fica um pouco afastado do centro de Monte Verde – e, justamente por isso, conta com um belo espaço sob as araucárias ou então dentro de uma charmosa casinha, bem aos moldes alemães. Por lá, as grandes pedidas são o Eisbein (joelho de porco) e o schnitzel (porco empanado) com acompanhamentos delícias como repolho roxo, purê de batata e chucrute.

A culinária italiana também está presente com o polpettone do restaurante Portale di Napoli. A decoração do espaço é bem divertida – e peculiar -, e os pratos são fartamente servidos. O mais pedido é a super almôndega acompanhada de massa ao molho branco. Quando fui, pedi a massa ao molho sugo. Simples e gostoso.

E claro, uma vez na Serra, também provamos o fondue, prato que é servido em vários restaurantes. Provamos o da Casa do Fondue e curtimos. São servidos ao mesmo tempo o fondue de queijo e o de carnes, com acompanhamentos como pão de alho, torradinhas, batatas cozidas e vários tipos de molho. As carnes são de alcatra, frango e porco, e tem ainda queijo coalho e goiabada para derreter na chapa. Por fim, muitas frutas, marshmallow e suspiros para lambuzar no chocolate derretido. Bem delícia!

14. Casa do Apfelstrudel

E já que estamos falando de comida, é preciso sim provar uma das delícias da culinária germânica: o Apfestrudel, a torta de massa folhada com recheio de doce de maçã, geralmente acompanhada de chantilly ou nata batida. A da Casa do Strudel é uma delícia! Há uma placa em frente ao café anunciando diariamente o horário da próxima fornada. Basta chegar um pouquinho antes para garantir o doce recém-saído do forno.

15. Onde ficar em Monte Verde

Na nossa viagem, dividimos nossas noites em três diferentes pousadas em Monte Verde – e recomendamos todas elas: Jardim Monte Verde, Cerejeiras e Spa Mirante da Colyna. No nosso post sobre hotéis e pousadas em Monte Verde leia mais sobre cada uma delas e também confira sugestões de outras hospedagens divididas por faixas de valores.

Vale a pena só adiantar que as pousadas em Monte Verde impressionam pela qualidade. Dá muita vontade de passar alguns dias ali, só curtindo a lareira, a banheira de hidromassagem e as delícias oferecidas nas acomodações. Outro lembrete importante é que os hotéis em Monte Verde lotam na alta temporada (meses mais frios do ano), então é mais do que recomendado fazer reservas com bastante antecedência.

Pousada Spa Mirante da Colyna tem uma vista incrível para a Serra

16. Quanto tempo ficar em Monte Verde

Em um fim de semana prolongado (chegando na sexta, por exemplo) já é possível curtir bem as principais atrações de Monte Verde. Três dias é o suficiente para ter alguns momentinhos românticos em pousadas super aconchegantes, passear pelo centrinho, escolher uma ou outra atração paga e também se fartar nos restaurantes do distrito mineiro. Agora, se a ideia for viver mais do que Monte Verde tem a oferecer, fique pelo menos quatro ou cinco dias. Assim, haverá tempo suficiente para se divertir e também descansar!

17. Quando ir a Monte Verde

Se você estiver buscando temperaturas mais baixas ou ao menos mais frescas, saiba que você as encontrará em Monte Verde independentemente da época do ano. Embora no inverno os termômetros marquem mínimas muito menores, às vezes até negativas, ao menos um casaquinho será bem-vindo em qualquer mês. À noite é sempre bem fresquinho, fazendo mínimas de 17°C, mesmo nas madrugadas de verão.

O que você deve levar em consideração em relação `à melhor época para ir a Monte Verde, portanto, são outros dois fatores: a chuva, que é mais frequente entre setembro e março; e também os eventos especiais do distrito mineiro, como o Amor nas Montanhas (junho), o Festival Inverno nas Montanhas (julho) e o Festival Gastronômico (outubro).

18. Como chegar a Monte Verde

Monte Verde é um distrito pertencente ao município de Camanducaia, no sul de Minas Gerais. A capital mais próxima do famoso destino mineiro é São Paulo (166 quilômetros, feitos em pouco menos de três horas), sendo os aeroportos de Guarulhos e Campinas os de mais fácil acesso. A melhor maneira de chegar a Monte Verde é de carro, mas também há a opção de se deslocar de ônibus de São Paulo até Camanducaia e de transfer ou táxi de Camanducaia até Monte Verde. Confira nosso post completo sobre como chegar em Monte Verde.


E aí, curtiu nosso conteúdo sobre Monte Verde? Se você já esteve no destino mineiro e tem mais dicas e sugestões para compartilhar, participe nos comentários!

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