6 formas de ter status no Latam Pass: minha estratégia real para virar Black em 2026
6 formas de ter status no Latam Pass: minha estratégia real para virar Black em 2026
O status Latam Pass Black é o segundo mais alto da companhia (atrás apenas do exclusivíssimo Black Signature) e reúne um pacote bem interessante de benefícios para quem viaja com frequência. Em 2025, eu fui atrás desse status porque a Latam tem sido minha companhia preferida nos últimos anos, tanto pelos preços, quanto pelos destinos e pelo atendimento.
E eu cheguei lá com um mix bem objetivo, usando todas as estratégias: voos, reservas de hotéis, cartão, clube e outras estratégias menores. Mas com uma lição cara: não dá para tratar status como troféu – se você “compra” qualificação sem usar os benefícios, vira só gasto desnecessário.
Se você viaja com a Latam e essa também é uma meta para você em 2026, deixo aqui um relato sincero do que funcionou comigo (e do que eu não faria de novo).
E já adianto: talvez essa estratégia não faça sentido para todo mundo.
O que é o Latam Pass Black (e o que ele entrega de verdade)
Mesmo que muita gente não faça questão de ter status em companhia aérea, a verdade é que ele pode, sim, trazer vantagens reais para quem viaja com alguma regularidade. Nem sempre muda a viagem por completo, mas pode melhorar a experiência e, principalmente, economizar tempo (e às vezes dinheiro) em momentos que contam: check-in, despacho de bagagem, filas e conexões.

No caso do Latam Pass Black, estamos falando de um dos níveis mais altos do programa de fidelidade da Latam. Hoje, ele fica abaixo apenas do Black Signature e acima dos status Platinum, Gold e Básico.
| Categoria Latam Pass | Pontos qualis necessários |
| Gold | 12.000 |
| Platinum | 35.000 |
| Black | 100.000 |
| Black Signature | 200.000 |
- Veja nosso post completo: Como conseguir os benefícios Gold, Platinum, Black e Signature no Latam Pass em 2025
No caso específico do Latam Pass Black, estes são os benefícios que considero realmente relevantes no dia a dia de quem viaja com alguma frequência:
- Antecipação ou adiamento de voos nacionais e internacionais no mesmo dia, sem custo – algo que já me salvou em mais de uma ocasião
- Duas bagagens despachadas extras de 23 kg em voos nacionais e internacionais
- Acesso aos lounges Latam (próprios), Delta e salas conveniadas, para o titular e um acompanhante
- Upgrades ilimitados para solicitar em voos dentro da América do Sul para você e 6 trechos para acompanhantes
- 8 trechos de upgrade para voos de longa distância, como Estados Unidos, Europa, Caribe, África e Oceania para você e acompanhante
- Espaço de check-in dedicado nos aeroportos de Guarulhos, Santiago e Lima
Além disso, o status Black também inclui, assim como os níveis Gold e Platinum, outros benefícios que ajudam a melhorar a experiência de viagem, como acesso gratuito ao wi-fi a bordo para navegação, embarque preferencial (no caso do Black, no grupo 1), bagagem prioritária e milhas Latam Pass sem prazo de validade.
E cabe destacar que alguns desses benefícios são válidos também caso você viaje em companhias aéreas parceiras da Latam, como a Iberia, Qatar Airways e principalmente a Delta.
- Uma coisa que pouca gente coloca na conta: status na Latam pode virar “moeda” para status match em outras companhias. Há dois anos, eu estava com status na Azul, dei match para Latam Pass Black e isso abriu caminho para outras ofertas. No fim, eu ainda consegui status na ITA Airways de graça e em companhias da SkyTeam, que usei em viagens específicas.
Formas de alcançar status na Latam em 2026 além de voos – e a minha estratégia
Para chegar a qualquer status no Latam Pass, você precisa acumular Pontos Qualificáveis, que são diferentes das milhas tradicionais usadas para resgates. Eles são contabilizados separadamente e podem vir de vários caminhos.
Além dos voos, é possível obtê-los usando o cartão de crédito Latam Pass Itaú, assinando o Clube Latam Pass e fazendo reservas de hotéis ou aluguel de carros por meio dos parceiros da companhia. Em alguns períodos, também entram na conta parcerias com instituições financeiras ou de acúmulo, que ajudam a complementar o saldo.
Em 2025, eu usei todas essas frentes de forma combinada. Nos próximos tópicos, explico como cada uma funcionou na prática, quanto elas pesaram na minha qualificação e para quem cada estratégia realmente faz sentido.
1) Voos: nacionais, internacionais e com parceiras
Voar, claro, continua sendo parte central da lógica de qualquer status elite. Afinal, ele existe justamente para quem está com frequência dentro do avião. No caso da Latam, o acúmulo de pontos qualificáveis é baseado no valor gasto na passagem, e não mais na distância voada. A partir de 2026 funciona assim:
- Voos nacionais com a Latam: você acumula 3 pontos qualificáveis a cada R$ 1 gasto
- Voos internacionais com a Latam: você acumula 6 pontos qualificáveis a cada US$ 1 gasto
- Voos com companhias parceiras (Aeroméxico e Delta): o acúmulo varia conforme a companhia, a tarifa adquirida e a distância do voo
Na prática, isso cria uma distorção curiosa: voos nacionais acabam gerando mais pontos qualificáveis do que voos internacionais. Para ilustrar: um gasto de R$ 1.000 em passagens Latam:
| GASTO | PONTOS |
| R$ 1.000 em voos nacionais | 3.000 |
| R$ 1.000 em voos internacionais (cerca de US$ 180) | 1.080 |
- ✅ Essa estratégia vale: para quem viaja bastante, especialmente a negócios
- ❌ Essa estratégia NÃO vale: para quem emite passagens com milhas, que acabam sendo mais baratas em alguns casos
E para quem usava tarifas Full e Premium para qualificação, uma má notícia em 2026: a Latam vai reduzir a quantidade de Pontos Qualificáveis em passagens aéreas das tarifas Premium Business (classe executiva), Premium Economy e Full. Saiba mais aqui.

2) Cartão de crédito Latam Pass Itaú: ajuda, mas com limites bem claros
Clientes dos cartões Latam Pass Itaú Mastercard Black, Visa Infinite e Platinum acumulam pontos qualificáveis a partir das milhas geradas no cartão. A regra é simples: a cada 10 milhas Latam Pass, o cliente recebe 1 ponto qualificável. Esse acúmulo, porém, tem teto anual:
- 9.000 pontos qualificáveis nos cartões Black e Infinite
- 5.000 pontos qualificáveis no Platinum
Na prática, isso significa que o cartão pode ajudar, mas dentro de um limite bem definido. Para chegar ao máximo de 9.000 pontos qualificáveis nos cartões Black ou Infinite, seria necessário gastar aproximadamente R$ 198 mil em compras nacionais ao longo do ano. Já para quem é assinante do Clube Latam Pass, que oferece um acúmulo promocional cerca de 70% maior, esse gasto cai para algo em torno de R$ 117.860.

Sim, são valores altos. Eu mesmo não consegui atingir os 9.000 pontos qualificáveis máximos pelo cartão. Por outro lado, é importante lembrar que esses gastos não precisam estar ligados à Latam. Entram na conta todas as compras do dia a dia, como mercado, serviços, viagens e despesas recorrentes.
Ainda assim, muitos clientes – eu inclusive – consideram que esse modelo de acúmulo poderia ser mais favorável.
- ✅ Essa estratégia vale: para quem tem preferência em acumular pontos na Latam e consegue anuidade grátis do cartão, obtém isenção de anuidade mediante gastos
- ❌ Essa estratégia NÃO vale: para quem tem bons cartões de crédito que podem render mais milhas ou pontos valiosos em outros programas com boas emissões
3) Hotéis e aluguel de carro: fizeram grande diferença pra mim
Se teve um fator que fez diferença real na minha qualificação em 2025, foram os hotéis. A Latam mantém parcerias com a Booking.com e com a Decolar, permitindo acumular pontos qualificáveis também nas reservas de hospedagem. Funciona assim:
- Booking.com: 6 pontos qualificáveis a cada dólar gasto
- Decolar: 1 ponto qualificável a cada real gasto
A grande maioria das minhas reservas de hotel em 2025 foi feita pela Booking, o que acelerou bastante o acúmulo de pontos qualificáveis ao longo do ano. Além disso, em alguns momentos, também comprei pacotes para familiares na Decolar via Latam, centralizando as reservas na minha conta, o que ajudou a somar pontos sem necessariamente aumentar o número de viagens pessoais.
Mas aqui cabe um alerta importante. Apesar de a pontuação ser sempre tentadora, ela não pode ser o único critério de decisão. É fundamental comparar preços, porque o acúmulo extra só faz sentido quando a tarifa está competitiva.
- ✅ Essa estratégia vale: se você já ia reservar hotel pelos sites parceiros e a cotação está com um bom preço após comparar
- ❌ Essa estratégia NÃO vale: caso o valor seja mais caro do que em outras plataformas ou você tenha acesso a cupons de desconto e pontuação melhor em outras parcerias
4) Clube Latam Pass com adicional Embarque: acelera, mas tem custo
Assinar o Clube Latam Pass vai além de receber milhas mensalmente na conta. A assinatura traz benefícios dentro do programa, como bônus maiores em transferências de bancos, desconto na compra de milhas e algumas vantagens para quem costuma voar com frequência pela companhia.

O plano básico custa R$ 40,90 por mês, acumula 1.000 milhas mensais, oferece 35% de desconto na compra de milhas e outros benefícios menores. Mas o ponto-chave da estratégia, quando o objetivo é status, está no adicional Embarque – agora chamado de Booster Embarque. Com esse adicional, o cliente passa a acumular:
- 500 pontos qualificáveis por mês, ou
- 750 pontos qualificáveis por mês se a assinatura for feita com um cartão Latam Pass Itaú
Além disso, o Booster Embarque inclui acesso às salas VIP da Latam. Com o adicional, o custo total da assinatura sobe para R$ 90,80 mensais.
Aqui vai minha avaliação pessoal: acho o custo alto. Tanto que utilizei essa estratégia apenas em parte do ano. Ainda assim, o fato é que, para quem quer acelerar a qualificação, o clube com Embarque é uma das poucas formas de gerar pontos qualificáveis de maneira previsível e recorrente.
- ✅ Essa estratégia vale: se você realmente está focado em atingir um dos status na Latam e obtém um retorno tangível deste valor ao longo do ano com os benefícios da categoria; também caso faltem poucos pontos para atingir um status
- ❌ Essa estratégia NÃO vale: caso você possa gerar pontos de outra forma mais barata ou simples.
5) Bônus Latam Pass
O Bônus Latam Pass foi introduzido pela companhia no final de 2024 como um modelo de benefícios personalizáveis dentro do programa de fidelidade. Além do status tradicional (Gold, Platinum, Black e Black Signature), a Latam passou a oferecer recompensas adicionais conforme o cliente acumula Pontos Qualificáveis ao longo do ano.
Funciona assim: ao atingir determinados marcos de qualificação, o cliente pode escolher um benefício entre algumas opções disponíveis. Os marcos atualmente definidos pela companhia são:
- 6.000 pontos qualificáveis
- 23.500 pontos qualificáveis
- 67.500 pontos qualificáveis
- 150.000 pontos qualificáveis
- 275.000 pontos qualificáveis
Em cada um desses níveis, é possível optar por pontos qualificáveis extras ou por outros benefícios, que variam conforme o perfil de viagem do cliente. Os pontos são depositados após a sua próxima viagem e a pontuação adicional funciona da seguinte forma:
- Voos fora da América do Sul: de 1.000 a 5.000 pontos qualificáveis
- Voos dentro da América do Sul: de 350 a 2.000 pontos qualificáveis
Em 2025, em todos os marcos que atingi, optei por escolher os pontos qualificáveis. A decisão foi simples: considerando meu objetivo claro de chegar ao status Black, fazia muito mais sentido reforçar a pontuação de qualificação do que trocar por benefícios pontuais, que não teriam impacto direto no resultado final.
- ✅ Essa estratégia vale: se você realmente está focado em atingir um dos status na Latam e os demais benefícios ofertados não fazem diferença; e se você tem uma viagem já marcada
- ❌ Essa estratégia NÃO vale: caso uma das alternativas de benefício seja mais aproveitável para sua próxima viagem
6) Outros parceiros financeiros (oportunidades pontuais)
Além das formas tradicionais de acúmulo, o Latam Pass também lança, de forma esporádica, promoções de pontos qualificáveis em parceria com instituições financeiras. Nelas, o cliente transfere pontos de programas externos e recebe um equivalente em pontos qualificáveis.
Em 2025, esse tipo de ação envolveu parceiros como C6 Bank, Nubank Ultravioleta e Petrobras Premmia.
À primeira vista, a proposta parece interessante – afinal, pontos qualificáveis costumam ser o maior gargalo para quem busca status. Mas aqui vale ligar o alerta. Em todos os casos, ao optar por esse tipo de transferência, o cliente não recebe bônus nas milhas tradicionais, aquelas usadas para resgatar passagens aéreas (geralmente 30%).
No meu caso, aproveitei uma ação com o C6 Bank (banco que parei de utilizar), mas de forma bastante pontual. O resultado foi modesto – pouco mais de 900 pontos qualificáveis –, mas ajudou a complementar o saldo final sem comprometer uma estratégia maior de acúmulo de milhas para resgates.
- ✅ Essa estratégia vale: se você acumula vários pontos no parceiro e alguns deles e o bônus deles não fará falta numa emissão
- ❌ Essa estratégia NÃO vale: se o seu cartão gera poucos pontos nas compras e caso você vá fazer uma emissão na Latam com milhas, necessitando aproveitar promoções de transferência
Por que decidi buscar o Black (e para quem isso faz sentido)
Ter status na Latam faz sentido para mim porque eu realmente viajo com certa frequência pela companhia. Isso não aconteceu por acaso, mas por uma combinação de fatores bem práticos, que posso resumir em três pontos principais:
- O primeiro é malha aérea. A Latam atende muito bem a minha cidade, Curitiba, com voos diretos para seus principais hubs: São Paulo (GRU), Santiago (SCL) e Lima (LIM). Isso facilita conexões e torna a companhia uma escolha natural para boa parte das minhas viagens.
- O segundo fator é rede e parcerias. Hoje, a Latam tem a malha internacional mais completa entre as companhias que operam no Brasil, com boa cobertura na América do Sul, Caribe, Estados Unidos, Europa e África, além de parcerias relevantes, como a Qatar Airways, Etihad, Delta, Lufthansa, Aerolíneas Argentinas e muitas outras. Para quem viaja para fora com alguma regularidade, isso pesa bastante.
- Por fim, entra o preço. Como editor de promoções do Melhores Destinos, não faria sentido pagar caro para viajar. E, nesse ponto, a Latam tem sido competitiva em diversas rotas, com boas ofertas ao longo do ano – incluindo campanhas como a Mega Promo Latam.
Outro aspecto importante é a minha flexibilidade de férias e folgas (obrigado, Léo do Melhores Destinos). Nos últimos três anos, tenho feito, em média, duas viagens internacionais, uma pela América do Sul ou Caribe e outra para Europa ou os Estados Unidos. Soma-se a isso uma quantidade razoável de viagens nacionais, especialmente para São Paulo e Brasília (duas rotas bem atentidas pela Latam.
Diante desse cenário, buscar e manter o status Black faz sentido para mim. Mas vale o alerta: se você voa apenas uma ou duas vezes por ano, provavelmente o esforço não compensa. Nesses casos, os status Gold ou Platinum já oferecem vantagens relevantes e suficientes para melhorar a experiência de viagem, sem exigir tanta estratégia ou planejamento.
Eu mesmo enquanto tinha o status Platinum aproveitei bastante os benefícios para economizar em despacho de bagagem e antecipação de voo sem custo.

E para quem o status NÃO vale a pena?
Por mais que status seja legal, ele não é um “upgrade automático” para todo mundo. Em geral, não costuma valer a pena se você:
- Faz poucas viagens por ano (o ganho prático não paga o esforço).
- Viaja só com mochila e mala de mão, sem despachar bagagem e sem muita necessidade de prioridade.
- Mora numa cidade com pouca oferta de voos da Latam, e acaba comprando o que tem (ou o que é mais barato) em outras companhias.
- Precisa pagar mais caro ou trocar horários piores “só pra voar Latam” e justificar a qualificação. Se o status te faz gastar mais do que economiza, ele vira mais vaidade do que vantagem.
- Quer viajar em classe executiva numa viagem especial: os upgrades da Latam estão cada vez mais difíceis pelo sistema de trechos e status, já que hoje os lances do leilão pesam mais. Sim, é possível conseguir, mas talvez seja mais jogo você emitir uma passagem já diretamente na classe executiva em milhas ou mesmo em dinheiro se o valor estiver bom. Em 2025 tivemos executiva da Air France por menos de R$ 10.000 divulgada aqui no MD. Eu não pensaria duas vezes.
Meu raio-x de Pontos Qualificáveis em 2025
Para deixar bem transparente como eu cheguei ao volume de Pontos Qualificáveis em 2025, abaixo está o “raio-x” do meu extrato, quanto entrou por categoria e qual o peso de cada uma no total.
| Categoria | Pontos Qualificáveis (PQ) | % do total |
| Hotéis (Latam Travel + Booking.com + Decolar) | 43.624 | 43,20% |
| Voos + extras Latam (nacionais/internacionais, bagagem e serviços) | 36.226 | 35,90% |
| Clube Latam Pass (Clube + Embarque) | 8.250 | 8,20% |
| Cartão Latam Pass Itaú Mastercard Black | 6.019 | 6,00% |
| Bônus Latam Pass | 6.000 | 5,90% |
| Outros parceiros (ex.: C6 Bank) | 900 | 0,90% |
| Total | 101.019 | 100% |
Um alerta importante: regras mudam (e benefícios somem)
Outra coisa que eu sempre coloco na conta: programas de fidelidade mudam o tempo todo e, não raramente, os benefícios vão sendo enxugados.
A própria Latam já fez ajustes recentes que impactam quem corre atrás de status: mudanças em acessos/benefícios em salas VIP parceiras, alterações no acúmulo de Pontos Qualificáveis em tarifas Premium e ajustes na lógica de upgrade/leilão, com critérios que tendem a privilegiar dinheiro ou milhas em vez de clientes elite.
Por isso, a regra é clara: status só vale quando encaixa no seu jeito de viajar. Antes de entrar na corrida, vale olhar com calma o que você realmente usa — e o que é só “benefício bonito no papel”.
O que eu farei diferente em 2026?
Se eu pudesse voltar no tempo e montar o plano de novo, eu faria algumas escolhas mais “frias”, pensando menos em status como objetivo e mais em uso real de benefícios.
- Hotéis continuariam sendo minha base. É onde eu senti que o custo-benefício mais se paga, especialmente quando dá para concentrar reservas baratas
- Eu não perseguiria teto de cartão ou de passagens mais caras. Gasto forçado pra qualificar é o tipo de coisa que parece esperta na planilha, mas pesa no bolso. Em alguns casos pontuais, emiti passagens da Latam que estavam mais caras (mas não muito) ou que poderiam ser emitidas com milhas
- Eu miraria Platinum ou Black dependendo do ano. O status Platinum já entrega um pacote bem interessante para muita gente. E, em alguns perfis, a diferença grande para o Black (de 35 para 100 mil pontos) não justifica a corrida extra por Pontos Qualificáveis.
No fim, a melhor estratégia é a que encaixa no seu jeito de viajar.
E para você: vale a pena correr atrás de status? No seu estilo de viagem, status faz diferença ou é irrelevante? Participe nos comentários.