O que fazer em Brickell, Miami: passeios, museus e como explorar a cidade sem carro
O que fazer em Brickell, Miami: passeios, museus e como explorar a cidade sem carro
Você provavelmente já viu em algum filme ou seriado de TV aquela imagem de Miami com prédios altos à beira da água. Reconhece o cenário, mas não sabe exatamente onde ele fica. Parte desse visual está em Brickell.
Brickell é um bairro localizado ao sul de Downtown (região central da cidade), às margens da Baía de Biscayne, e, à primeira vista, parece só mais uma fileira de arranha-céus.
O apelido de “Manhattan do Sul” não é por acaso; há muitos prédios, trânsito e um movimento intenso durante boa parte do dia. Mas basta caminhar um pouco para perceber que existe outra vida ali, com áreas verdes, arte ao ar livre, espaços de convivência e uma rotina de bairro que surpreende quem esperava encontrar apenas concreto e escritórios.
Neste post trago o que fiz e vi em Brickell durante a viagem, com dicas práticas de como explorar o bairro sem precisar de carro.
Novotel Miami Brickell: uma boa base para explorar a cidade
Durante a viagem, fiquei hospedada no Novotel Miami Brickell. O hotel fica em uma localização que funciona bem para quem quer explorar Brickell e também acessar outras regiões de Miami sem precisar alugar um carro.
A estação Brickell do Metrorail fica a seis minutos de caminhada do hotel, o que facilita o acesso a outras regiões de Miami.

Em frente ao hotel fica o Simpson Park, uma área verde preservada que cria um respiro no meio da paisagem urbana. Da piscina, que fica na cobertura, a vista mistura a vegetação do parque com os prédios de Brickell e a paisagem da cidade.

Vista do rooftop do Novotel Brickell Miami para o Simpson Park
Ao lado do hotel, tem os mercados Publix e Walgreens, onde é possível comprar água, protetor solar ou alguma coisa que tenha ficado para trás na mala, sem precisar transformar isso em outro deslocamento.
O hotel também tem dois espaços para alimentação. O UVA Restaurant & Lounge ocupa a área do lobby e funciona para almoço e jantar, enquanto o café da manhã é servido em um espaço separado do UVA.
Na cobertura fica o Vista Rooftop Bar & Lounge, junto à área da piscina.



O rooftop também recebe atividades ao longo da semana. Durante a viagem, por exemplo, rolou uma aula de ioga no espaço, aproveitando a área externa e a vista de Brickell.
A programação pode variar, então vale conferir o que estará acontecendo durante a sua estadia. O hotel também conta com academia, o que ajuda a manter a rotina de treinos.

Pontos ALL te ajudam a economizar no hotel
Para quem acumula pontos no ALL (Accor Live Limitless), programa de fidelidade dos hotéis Accor, a hospedagem também pode entrar na estratégia. O programa permite acumular pontos nas hospedagens da rede, pela assinatura do clube e por meio de transferências de programas parceiros.
As transferências podem ser especialmente interessantes quando aparecem promoções com bônus, já que é possível aproveitar uma oferta para enviar pontos de outro programa para o ALL e aumentar o saldo. Os pontos podem depois ser usados para reduzir o valor de futuras hospedagens nos hotéis participantes.
Para quem já costuma se hospedar na Accor ou acompanha promoções de transferência de pontos, vale conhecer essas possibilidades antes de reservar a próxima viagem.
O Novotel também é uma rede internacional, então, para quem já conhece a marca, é aquele tipo de hotel em que você já chega sabendo mais ou menos o que vai encontrar, mesmo estando em outro país.
The Underline: verde, arte e galinhas
Andar debaixo de um trem elevado não parece, à primeira vista, o programa mais interessante para fazer em Miami, mas o The Underline surpreende.
Ele dá nome ao parque linear criado sob a estrutura elevada do Metrorail, transformando uma área que poderia ser apenas de passagem em um espaço com jardins, obras de arte e áreas de convivência.

É comum encontrar pessoas praticando exercícios, passeando com seus cachorros ou aproveitando as mesas para comer algo comprado nos restaurantes próximos.
E, em meio a tudo isso, existe uma cena que pode parecer improvável para quem imagina Miami apenas como uma cidade de carros, prédios e praias: galos, galinhas e pintinhos circulando tranquilamente pela Underline.

Foi por ali que saí do hotel em que eu estava (Novotel Brickell Miami) em direção ao Brickell City Centre. No caminho de volta, fui caminhar pela orla e, em uns 25 minutos, já dava para ver a ponte que conecta o bairro à Brickell Key, uma pequena ilha em formato triangular com trilha circular gratuita ao redor.
Eu teria entrado se não tivesse que voltar para o hotel, então fica a dica: se você sair sem hora marcada para voltar, a caminhada da orla até a ilha é tranquila e gratuita, ótima para um fim de tarde.
Brickell City Centre
Por fora, ele parece mais do mesmo: um shopping como tantos outros, com uma fachada grande e pouco chamativa. Mas, quando você entra, a impressão é outra.

O espaço é bem grande e se espalha por diferentes níveis, com áreas abertas, jardins e bastante espaço para circular. O teto também chama atenção e deixa o ambiente bem diferente de um shopping tradicional fechado.

Tem áreas para sentar, espreguiçadeiras para quem quiser tomar sol e alguns vãos de onde dá para olhar para os prédios ao redor e tirar fotos. Em vez de ficar só andando de uma loja para outra, você acaba circulando por espaços abertos e áreas de convivência.
É o tipo de lugar em que você pode estar simplesmente passando para fazer uma compra e acabar dando uma volta maior do que pretendia. Não precisa ser uma parada exclusivamente para compras. Como fica no meio do bairro, dá para encaixar o City Centre no caminho enquanto você explora a região a pé.
E tem ainda uma vantagem para quem está fazendo o roteiro sem carro: o complexo tem uma estação do Metromover, o transporte gratuito que circula por Brickell e Downtown.
Metromover ajuda a ampliar o passeio
Parece bom demais para ser verdade, mas Brickell tem um transporte gratuito que circula pelo bairro e também chega a Downtown: o Metromover.
O sistema é automático, elevado e gratuito. Os trens são climatizados e, como circulam acima das ruas, o trajeto acaba oferecendo uma vista diferente da cidade. E ele realmente funciona bem: é limpo, rápido e fácil de usar depois que você entende como as linhas se organizam.
O Metromover tem três trajetos circulares, os chamados loops. O Brickell Loop atende à região de Brickell e faz a ligação com Downtown, enquanto os outros dois circulam por diferentes áreas da região central.

O Metromover e o Metrorail fazem parte do mesmo sistema de transporte, mas têm funções diferentes. O Metromover funciona como uma circulação pela região de Brickell e Downtown, enquanto o Metrorail é o que leva para áreas mais distantes de Miami, incluindo o aeroporto.
Na hora de fazer a conexão, porém, não espere sempre aquela troca simples de uma linha para outra dentro da mesma estação. Dependendo do ponto, pode ser necessário sair da área do Metrorail e acessar o Metromover separadamente. A integração existe, mas pode ser um pouco confusa para quem está usando o sistema pela primeira vez.

Por isso, vale olhar o mapa antes de embarcar. Ver os três loops separados, com seus sentidos e estações, ajuda muito a entender qual trem pegar e onde fazer a conexão. Se mesmo assim você ainda ficar na dúvida, pergunte.
Só não espere que a primeira pessoa que encontrar vai saber explicar, pois há muitos turistas usando o sistema pela primeira vez e que podem estar tão perdidos quanto você. Pode ser preciso procurar alguém que realmente use o transporte no dia a dia.

A vantagem do Metromover é poder usá-lo nos deslocamentos por Brickell e Downtown sem ficar pensando no preço de cada corrida. Uma viagem de Uber, que parece barata em dólares, pode facilmente passar dos R$ 100 na conversão das moedas, e fazer vários trajetos de carro por aplicativo ao longo de alguns dias pesa no orçamento.
Isso não significa que o Metromover substitua o Uber em toda a viagem. Para atrações mais distantes, o carro por aplicativo pode ser bem mais prático e economizar tempo. Mas, dentro da região atendida pelo sistema, é uma opção que vale muito a pena aproveitar: você anda de graça e ainda vê Miami de cima.
Como ir do aeroporto para Brickell sem Uber
É possível sair do Aeroporto Internacional de Miami usando o transporte público (Metrorail) e chegar a Brickell sem pagar Uber ou táxi.
No aeroporto, siga as placas para a estação Miami Central Station/MIA Metrorail Station e pegue a Orange Line, que liga o aeroporto à rede de Metrorail. Para chegar a Brickell, desça na Brickell Station. De lá, dependendo de onde estiver hospedado, é possível continuar a pé ou usar o Metromover. A tarifa do Metrorail é de US$ 2,25 por trecho.
Para voltar ao aeroporto, o caminho é o mesmo, mas no sentido contrário: da estação de Brickell, pegue o Metrorail até o aeroporto. A Orange Line é justamente a linha que atende o Aeroporto Internacional de Miami.
Para quem está com pouca bagagem e quer economizar, essa é uma alternativa bem mais barata do que começar a viagem pagando Uber, táxi ou alugando um carro.
Passeios por Miami
Miami tem atrações espalhadas por diferentes regiões da cidade. Algumas ficam próximas e podem ser combinadas no mesmo dia, como o Design District e Wynwood.
Design District: luxo e arte
O Design District é conhecido pelas lojas de marcas de luxo. O bairro concentra vitrines de grifes como Bvlgari, Hermès e Yves Saint Laurent, além de restaurantes e algumas obras de arte espalhadas pelas ruas.

Para quem gosta de compras de luxo, as próprias lojas são provavelmente o principal motivo para conhecer a região. Para quem não tem esse interesse, o passeio fica mais interessante pelas obras que aparecem pelo caminho, embora elas não estejam por toda parte.

O bairro também tem boas opções para comer, como o Mia Market, que reúne diferentes restaurantes em um mesmo espaço.

O passeio é interessante, tem restaurantes bons, lojas de luxo e algumas obras bem diferentes, mas não considero um passeio imperdível em Miami.
Para uma viagem curta, eu colocaria o bairro apenas como uma opção, principalmente para quem gosta de lojas de luxo ou quer conhecer as obras de arte espalhadas pela região. Se esse não for o seu perfil, provavelmente existem outros lugares de Miami que merecem mais espaço no roteiro.
Wynwood: a parte colorida
Se Brickell mostra uma Miami vertical e urbana, Wynwood apresenta outro lado da cidade.
O bairro é conhecido pelos murais, pela arte urbana e pelas cores espalhadas pelas ruas. Mesmo sem passar muitas horas por lá, a diferença aparece assim que você chega: fachadas, muros e estabelecimentos fazem parte da paisagem.

O principal ponto do passeio é o Wynwood Walls, um espaço fechado que reúne diversos murais e obras de arte. A entrada é paga (entre US$ 12 e US$ 18 por adulto), mas pode estar incluída em alguns passeios. Quem for por conta própria deve considerar o valor do ingresso.
Lá dentro, não há apenas pinturas nas paredes. Algumas obras têm QR codes que podem ser escaneados com o celular. Depois de baixar o aplicativo indicado, basta apontar a câmera para a obra para ver a animação em realidade aumentada, fazendo com que alguns desenhos ganhem movimento e volume.
Também há uma área em que os visitantes podem brincar de artista e fazer seus próprios grafites em uma parte autorizada da parede. Para quem quiser levar alguma lembrança, o espaço ainda conta com uma loja de souvenirs.


E, se o calor estiver castigando, uma parada para tomar um gelato ajuda bastante a recuperar o fôlego antes de continuar o passeio.
Museus e planetário
A região de Downtown concentra o Frost Museum of Science e o Pérez Art Museum Miami, duas atrações que ficam próximas e podem ser combinadas no mesmo roteiro.
Frost Museum of Science
O Frost Science é uma atração paga. O ingresso dá acesso ao complexo, incluindo as exposições de ciência, o aquário e o planetário. O Pérez Art Museum Miami é uma atração separada e tem ingresso próprio.

O aquário vale pela curiosidade de conhecer de perto animais que normalmente são muito mais difíceis de observar, incluindo espécies que vivem em regiões mais profundas do oceano.
A estrutura permite observar os animais de diferentes ângulos, inclusive por baixo, criando a sensação de vê-los passando sobre você.

Além do aquário, o museu reúne exposições bastante diferentes entre si. Há espaços com experiências interativas, jogos e instalações que usam luz, além de áreas dedicadas ao corpo humano, à saúde e à relação entre corpo e mente. Uma delas fica nas Baptist Health Galleries e explora justamente como nossas escolhas e hábitos podem influenciar a saúde e o bem-estar.
Por isso, o Frost Science pode funcionar especialmente bem para famílias com crianças e adolescentes, mas não fica restrito a esse público. As exposições misturam ciência, tecnologia e experiências práticas, e algumas permitem participar em vez de apenas observar.
Frost Planetarium
O planetário fica dentro do próprio Frost Science e faz parte da entrada do complexo. As apresentações têm horários e temas diferentes, por isso vale conferir a programação antes da visita e escolher a sessão que mais interessa.
Pérez Art Museum Miami
O Pérez Art Museum Miami (PAMM) fica praticamente ao lado do Frost Science, mas há um detalhe importante para quem pretende visitar os dois: o museu de arte fecha mais cedo que o Frost Science. Por isso, vale conferir os horários antes de montar o roteiro e não deixar o PAMM para o fim do dia.

O museu reúne exposições de arte moderna e contemporânea, mas a visita não precisa terminar na porta do prédio.
O jardim do PAMM também faz parte do passeio, com obras espalhadas pela área externa, incluindo esculturas grandes e bastante coloridas.

A área externa ainda tem espaços para caminhar e uma vista bonita da Baía de Biscayne. Por isso, mesmo que o museu esteja fechado, ainda vale passar pela região para conhecer o jardim e aproveitar a paisagem.
Vizcaya: uma pausa entre jardins e arquitetura
O Vizcaya Museum and Gardens é uma experiência bem diferente dos passeios pelos bairros mais modernos de Miami. A propriedade reúne uma antiga residência, jardins, elementos arquitetônicos e ambientes internos preservados.
Os jardins são uma parte importante da visita e merecem tempo para serem explorados. Há diferentes áreas, fontes, esculturas, caminhos e ambientes que rendem fotos bem bonitas ao longo do passeio.


Há também um pequeno orquidário, com algumas espécies de orquídeas. É uma parada curiosa, mas não espere um espaço enorme: dependendo da época, pode ser mais uma parte rápida do passeio do que uma atração por si só.
Dentro da casa, os ambientes preservados mostram outra parte da história da propriedade. O pátio interno, os vitrais e os detalhes dos cômodos ajudam a entender como era a residência.

E tem um detalhe importante para quem visita o Vizcaya no verão: o calor pesa bastante. A propriedade tem uma área grande de jardins, com bastante vegetação e trechos ao ar livre, e, durante a visita, o sol e a umidade podem deixar o passeio bem mais cansativo do que parece.
Por isso, vale ir com protetor solar, levar água e usar roupas confortáveis. Um guarda-chuva pequeno também pode ser útil para se proteger do sol e para aquelas pancadas de chuva rápidas que aparecem durante o dia.
Bayside Marketplace: o lado mais turístico de Miami
Se existe um lugar em Miami que pode lembrar um pouco a 25 de Março, aquela famosa rua de compras popular de São Paulo, é o Bayside Marketplace. A comparação é principalmente pela quantidade de gente e pela variedade de lojas, quiosques e produtos.
A diferença é que o Bayside fica em uma região mais nobre de Miami e também reúne lojas famosas com produtos de marca. Ainda assim, no meio de tudo isso, dá para encontrar um pouquinho de cada coisa, especialmente lembrancinhas para turistas.
Ali aparece de tudo um pouco: souvenirs, camisetas, bonés, ímãs de geladeira, ecobags e outras lembrancinhas que provavelmente não seriam prioridade em uma viagem de compras, mas que fazem parte daquele ritual turístico de voltar para casa com alguma coisa escrita “Miami”.

O Bayside provavelmente vai dividir opiniões. Para alguns, o excesso de lojas de souvenirs, quiosques, gente e letreiros pode parecer exagerado. Para outros, é justamente essa mistura que faz parte da graça do lugar.
É aquele lugar em que você provavelmente não vai comprar nada de que realmente precise, mas pode acabar levando alguma coisa porque é a cara da viagem.

Não é um passeio para quem procura silêncio, exclusividade ou compras sofisticadas. Mas, se você gosta de uma boa muvuca turística, vale entrar no clima.
Para quem está hospedado em Brickell, o passeio ainda tem a vantagem de ser possível chegar gratuitamente de Metromover, descendo na estação College/Bayside, a poucos passos do complexo.
O Bayside pode não ser o lugar mais interessante para quem está procurando uma experiência diferente de Miami, mas funciona para quem quer conhecer a região da baía, passear entre as lojas e levar alguma lembrança para casa.
Miami vista da água
É no passeio de barco que você vê de perto aquela imagem de Miami tão conhecida das telas: o skyline de Downtown e Brickell à beira da Baía de Biscayne, com os arranha-céus e mansões.

Existem diferentes tipos de passeios pela baía, e vale prestar atenção à proposta de cada um antes de reservar. Há opções mais tranquilas, que funcionam melhor para famílias e quem quer apenas apreciar a paisagem, e outras com música, bebidas e uma atmosfera mais voltada para festa.
O passeio dura cerca de uma hora e meia e, à noite, o cenário muda. Com os prédios iluminados e os reflexos das luzes na água, Miami fica com outra aparência.

Para quem está hospedado em Brickell, o passeio pode ser combinado com uma visita ao Bayside Marketplace, de onde saem diferentes opções de passeios pela baía. É uma maneira de incluir uma experiência diferente no roteiro sem precisar reservar um dia inteiro para isso.
Miami Beach: a Miami clássica
Para quem está em Miami pela primeira vez, Miami Beach continua sendo um dos passeios que mais fazem sentido entrar no roteiro.

A região é bem diferente de Brickell, com praia, a Ocean Drive e o cenário que ajudou a construir a imagem clássica de Miami.

Para quem está hospedado em Brickell, Miami Beach merece ser tratada como um passeio próprio. A distância no mapa pode parecer pequena, mas o trânsito e os deslocamentos fazem diferença. O transporte público existe, mas, dependendo do horário e do roteiro, pode consumir uma parte considerável do dia.
Nesse caso, usar Uber faz mais sentido para aproveitar melhor o tempo disponível.
The Wolfsonian-Florida International University
Para quem quiser aproveitar a ida a Miami Beach para conhecer um museu, o The Wolfsonian-FIU reúne uma coleção de objetos de design, mobiliário, cartazes e outros itens que ajudam a entender diferentes períodos da história do design.

O museu fica em South Beach, perto da Ocean Drive, então pode ser combinado com um passeio pela região. A entrada é paga, por isso vale conferir o valor antes de incluir a visita no roteiro.

É uma opção para quem gosta de design, história e objetos do cotidiano, mas não precisa necessariamente entrar na programação de quem tem pouco tempo em Miami Beach. O próprio passeio pela região já concentra bastante coisa para conhecer.
Dica prática para conhecer Brickell
Precisa de conta global para viajar a Miami?
Não é uma necessidade, mas ajuda bastante. Eu usei a conta global da Nomad durante a viagem e achei prático ter o saldo em dólar para fazer pagamentos nos Estados Unidos.
Para quem viaja ao exterior, uma conta global pode ser uma alternativa interessante ao cartão de crédito, principalmente para ter mais controle sobre os gastos e comprar a moeda antes da viagem.
Entre as opções estão a Nomad e a Revolut, que oferecem contas globais grátis e podem ser abertas pelo celular. E você não precisa escolher só uma. Dá para ter conta nas duas e aproveitar os benefícios de cada uma.
- Para abrir sua conta na Revolut, clique aqui
- Para abrir sua conta global na Nomad, clique aqui
Internet no celular
Ter internet durante a viagem facilita bastante na hora de usar mapas, transporte, pesquisar horários e resolver qualquer imprevisto. Uma opção é contratar um eSIM antes de embarcar, para já chegar ao destino conectado.
Você pode reservar seu eSim da Airalo clicando aqui!
Vale a pena se hospedar em Brickell?
Para quem quer ficar bem perto da praia, Miami Beach continua sendo uma escolha mais direta, mas Brickell pode ser a opção para quem procura uma experiência diferente e quer usar a região como base para explorar outras partes de Miami.
O bairro permite conhecer uma Miami mais urbana, caminhar bastante, encontrar restaurantes, áreas verdes, espaços públicos e aproveitar o Metromover gratuito para circular por parte da região central.
A localização também ajuda a montar uma viagem sem precisar escolher entre dois extremos: alugar um carro para todos os dias ou pagar Uber para absolutamente tudo.

Com uma boa base, parte dos passeios pode ser feita a pé. O transporte gratuito resolve alguns deslocamentos, enquanto o Metrorail pode funcionar para outros. O Uber fica reservado para os trajetos em que realmente vale a pena gastar mais para economizar tempo.
A hospedagem entra nessa mesma conta. Usar pontos para reduzir o custo do hotel e aproveitar o transporte gratuito quando ele é conveniente pode liberar parte do orçamento para outras experiências da viagem.
No fim, a escolha depende do tipo de viagem. Para quem quer praia todos os dias, ficar em Miami Beach pode ser mais conveniente. Para quem quer conhecer uma Miami mais urbana e combinar caminhadas, transporte público e Uber conforme a necessidade, Brickell funciona muito bem como base.
Perguntas frequentes sobre Brickell, Miami
O que fazer em Brickell, Miami?
Brickell tem atrações que vão além dos arranha-céus e dos shoppings. Entre os lugares que visitei estão o Brickell City Centre, o The Underline e a região dos museus.
O bairro também fica próximo de atrações de Downtown, como o Bayside Marketplace, que podem ser acessadas facilmente de Metromover ou Uber.
Dá para conhecer Brickell sem carro?
Sim. Foi uma das coisas que funcionou bem durante a viagem. Boa parte dos deslocamentos pelo bairro pode ser feita a pé, enquanto o Metromover ajuda a circular pela região central.
Para os lugares mais distantes, como Miami Beach, Wynwood, Design District e outras regiões da cidade, o Uber foi suficiente, sem necessidade de alugar carro.
Como usar o Metromover em Brickell?
O Metromover é um sistema de transporte elevado e gratuito que circula por Brickell e Downtown Miami. É uma ótima alternativa para deslocamentos curtos, sem a necessidade de depender de carro por aplicativo.
Brickell fica perto de Miami Beach?
Não. Brickell fica em Downtown Miami, enquanto Miami Beach está do outro lado da Baía de Biscayne. Apesar de parecerem próximas no mapa, o deslocamento pode levar um tempo considerável, principalmente por causa do trânsito. Para quem está hospedado em Brickell, o Uber foi uma das formas mais práticas de chegar a Miami Beach durante a viagem.
VEJA TAMBÉM:
Sou editora de conteúdo e escrevo sobre cartões de crédito, milhas e programas de fidelidade. No Melhores Destinos e no Melhores Cartões, ajudo o leitor a aproveitar melhor pontos, benefícios e promoções.
Acompanho de perto as oportunidades de acúmulo e compartilho as principais ofertas para quem quer juntar e usar pontos.