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Fui barrada na imigração americana: a primeira vez na temida “salinha” e dicas para evitá-la

Monique Renne
Monique Renne
23/04/2014 às 5:10

Fui barrada na imigração americana: a primeira vez na temida “salinha” e dicas para evitá-la

Passagens compradas, hotéis reservados, passaporte válido e visto ok! Dinheiro na carteira, cartão de crédito internacional, ficha limpa e emprego fixo. Nada poderia dar errado… Será mesmo?  

Já estive sete vezes nos EUA e nunca passei por problema na imigração. Já viajei com excursão,família, amigos, namorado, sozinha e com um grupo de jornalistas. Sempre passei ilesa pelo pequeno interrogatório na saída do avião. Já conversei com o agente da imigração sobre caipirinhas, dei dicas de como conseguir um apartamento tão barato na Central Park West e, de curiosa, já perguntei como ele tinha um português tão bom (o agente em questão falava nove línguas). No final o resultado era sempre o mesmo: seja bem-vinda! 

Imigração na chegada aos Estados Unidos (foto: divulgação U.S. Customs and Border Protection)

Imigração na chegada aos Estados Unidos (foto: divulgação U.S. Customs and Border Protection)

Desta vez foi diferente. O aeroporto era o de Atlanta. Voo direto de Brasília. Cheguei como sempre chego: com sorriso no rosto, simpatia e um inglês razoável. “Good morning, Sir!”  As perguntas eram as de sempre: para onde vai, quanto tempo vai ficar, quanto dinheiro está trazendo. Porém o número de perguntas começou a aumentar.

Já passava do padrão que eu estava acostumada. O agente insistia no fato de eu estar viajando sozinha. Expliquei que estava acostumada a viajar sozinha. Os carimbos no meu passaporte entregam que eu viajo muito. Ele quis saber o porquê. Expliquei que sou fotógrafa e viajo a trabalho.

_ Então você está aqui a trabalho?

_ Não. Estou a turismo.

Nessa hora eu pensei: Meu trabalho é ser turista! Que azar! Fui condenada por ter o trabalho de turistar.

_ Vai fazer o que em Vegas? Está com o seu equipamento? Conhece alguém nos EUA?

As perguntas foram aumentando e aquela tensão pareceu uma eternidade pra mim. Respondi tudo calmamente, sem gaguejar! Até que chegou o temido momento de não ter o meu passaporte carimbado com a data de entrada nos Estados Unidos. Pela primeira vez ele foi colocado em uma pasta de plástico e entregue a outro agente.

_ Acompanhe este senhor, por favor.

Imigracao-estados-unidos

Pronto! Deu tudo errado! O que eu falei? Ou o que eu não falei pra ter dado errado? Passa de tudo na cabeça. Enquanto eu acompanhava aquele senhor simpático (que tentava puxar papo) eu só conseguia pensar em uma coisa: mantenha a calma!

A sala para onde fui levada tinha porta automática e os passageiros só saem de lá se alguém buscar. Dentro estavam outras quatro pessoas. Os nomes eram chamados por um alto-falante. Não demorou cinco minutos, mas foram os minutos de maior martírio da minha vida de viajante. Eu estava tão concentrada em manter a calma que nem percebi quando um agente entrou e gritou meu nome. Levantei no susto e o acompanhei até uma segunda sala. Lá estavam o meu passaporte e mais dois agentes. Simpáticos, é verdade! Mas não importa! Eu estava correndo o risco de ser enviada de volta pra casa.

Novamente respondi às mesmas perguntas. Os dois, com sorriso no rosto, foram realmente muito gentis. Estranharam o fato de o meu visto americano ser tão recente (renovei este ano) e, no mesmo passaporte, ter carimbos de entrada nos EUA com data anterior ao visto. Expliquei que aquele era o meu terceiro visto americano e o anterior estava em um passaporte com validade expirada (durante algum tempo andei com os dois passaportes por causa disso).

Eles fizeram uma cara de Ahhhhhhhh, então é isso! Pelo que entendi eles tinham acabado de perceber porque fui parar naquela salinha. Ainda assim os questionamentos continuaram. A conversa só acabou quando a pergunta foi “quanto você está trazendo de dinheiro?”. Respondi a quantia em espécie e emendei, de maneira proposital, que tinha também um American Express Platinum, sem limite (não, não sou rica, mas sei que cartões platinum são coisa rara nos EUA). Os agentes fizeram cara de espanto.

_ Você tem esse cartão mesmo? Podemos ver?

Respondi que sim, mostrei o cartão e tudo mudou! Muitos sorrisos, conversa sobre blogueiro de viagem nos EUA e, finalmente, o que eu queria ouvir:

_ Ok, obrigada! Desculpe-nos pelo incomodo e seja bem-vinda aos EUA.

Imigracao-estados-unidos-usa
Peguei minhas coisas rapidamente, fiz propaganda do Melhores Destinos (que estava claramente anunciado no meu travesseiro de pescoço) e agradeci. Saí de lá correndo para pegar meu voo de conexão para Vegas, torcendo para não mudarem de ideia até eu sair do aeroporto.

Welcome to Vegas!

Las Vegas

Dicas para passar na imigração americana

Uma das maiores preocupações dos brasileiros que visitam os EUA é como funciona o processo de imigração. Na verdade, ele é bem mais simples e menos assustador do que parece. Se tudo correr como esperado você não passará mais do que cinco minutos com o agente da imigração.

O processo começa ainda no avião. Você receberá um formulário que deve ser preenchido e entregue posteriormente ao agente que irá te atender. Ao descer da aeronave, siga as placas de imigração pelos corredores. Não tem como errar: provavelmente este será o único – e quase sempre longo – caminho. Ao chegar, você verá vários guichês: uma fila para cidadãos americanos e outra para estrangeiros. Entre na fila correta e aguarde a sua vez. Um agente te encaminhará para o guichê correto. Caso esteja em família, todos juntos poderão seguir para o mesmo atendimento.

Aqui é onde começa realmente o processo de imigração. Você precisará apresentar o passaporte, visto válido e, caso seja solicitado, documentos como passagem de volta e comprovante de hospedagem. O agente da imigração certamente fará algumas perguntas, as mais comuns são: Para onde vai? Conhece alguém nos EUA? Qual o motivo da viagem? E a sua profissão? Quanto tem em dinheiro e quantos dias vai ficar? Após as perguntas, ainda no guichê, você será fotografado e os seus dedos escaneados para comparação de impressão digital. Se tudo estiver ok você receberá o carimbo de entrada nos EUA e as boas vindas! As malas você pega apenas depois de todo este processo.

Imigração no aeroporto (Foto: divulgação US Customs and Border Protection)

Se as coisas não saírem conforme o esperado, a primeira medida que você deve tomar é não questionar. Não pergunte o porquê de ter sido levado para uma segunda entrevista, nem para onde está indo, muito menos o que pode acontecer com você. Apenas mantenha a calma e responda, mesmo que pela milhonésima vez, tudo o que for perguntado. Preferencialmente não caia em contradição. Caso as dúvidas sejam sanadas, você será liberado (com um pouco mais de emoção, é verdade) e tão bem vindo aos EUA como todos os outros.

Algumas medidas simples podem ajudar a evitar problemas na imigração americana. O Melhores Destinos separou alguma dicas para quem está com viagem marcada:

– Mantenha sempre o passaporte e visto americano à mão e com você;

– Caso o seu visto esteja em um passaporte já vencido, lembre-se de levar os dois passaportes;

– Leve impresso todos os dados da sua viagem, principalmente reservas de hotel e passagens aéreas;

– Tenha sempre uma quantia em dinheiro, além de cartão de crédito internacional;

– Ao desembarcar do avião, já tenha o formulário de alfândega (você receberá ainda no avião) preenchido e sem rasuras. Caso erre alguma informação, solicite um novo formulário;

– Não utilize equipamentos eletrônicos, câmera fotográfica ou telefone celular enquanto estiver dentro da área de segurança;

Controle de acesso no aeroporto (foto> divulgação U.S. Customs and Border Protection)

Controle de acesso no aeroporto (foto: Divulgação U.S. Customs and Border Protection)

– Na sala da imigração existe uma fila para cidadãos americanos e outra para estrangeiros. Leia atentamente qual entrada você deve pegar;

– Evite qualquer tipo de piadinha, isto vale até para a conversa entre os amigos;

– As imigrações de vários aeroportos americanos contam com intérpretes para o português, não é preciso se preocupar caso o seu inglês não seja dos melhores;

– Dirija-se ao guichê apenas quando for chamado e mantenha-se atrás da linha de segurança. Caso esteja em família, todos juntos poderão seguir para o mesmo guichê;

– Tenha, na ponta da língua, as respostas para tudo o que os agentes perguntarem e não responda mais do que o necessário;

– O número de perguntas aumentou? Responda todas elas sem contradição;

– Se acontecer com você de ser enviado para uma segunda etapa de verificação, não perca a calma. Mantenha-se seguro e aguarde ser chamado pelos novos agentes que o entrevistarão. Se você não tiver nada a esconder, as chances são grandes de ser liberado para curtir a sua tão sonhada viagem…

Já passou por algum problema em imigração? Divida a sua experiência com a gente!

845 Comentários

  • Kalynara says:

    Adorei essa reportagem. Fazia 18 anos que não pisava nos Estados Unidos, até porque não é um País que me atrai, ou seja, no meu passaporte, que tem menos de 5 anos, tinha vistos do Afeganistão, Bósnia, Sérvia e Rússia e um recém emitido visto americano. O agente estava curioso porque tinham esses vistos e o visto ameriano era tão recente (eu senti como se ele perguntasse: por que você vai a outros países e não vem ao soberano USA?) daí expliquei que fui voluntária para uma organização americana no Afeganistão e que estava a caminho da Tailândia (super dica do MD em 10/2013 – o voo estava lotado de brasileiros com o mesmo destino). Graças a DEUS carimbaram meu passaporte, mas eu fui separada na fila de reembarque porque a Delta colocou no meu cartão de embarque o S de Select, após a pequena entrevista feita no check-in em Guarulhos. Fui revistada até a alma! Mas cheguei à Tailândia em paz rss Graças ao MD tb! 🙂

    • David says:

      Se o país nao te agrada porque vai pra lá ? Só nao ir.

      • Luiz Bolognesi says:

        Ela não foi ao país mais sim fez uma escala lá

      • Oi Davi, acredito que você não tenha comprendido que eu não fui ao País, mas apenas fiz uma CONEXÃO e conexão caro colega, é apenas uma PARADA.

      • DVC says:

        É de numa finesse… e uma compreensão de texto…

      • Fabiano Vasconcelos says:

        Sem querer ser chato, mas eu acho um negócio absurdo algumas pessoas se incomodarem com o fato de alguém querer visitar os EUA! Eu acho que cada um visita o país que quiser, seja Cuba, EUA, Afeganistão, China, Japão, Venezuela, Canadá e ninguém tem nada com isso! Até quando vamos ter que aturar comentários bestas do tipo? Eu, por exemplo, sou amante da cultura norte-americana assumidíssimo, mas visitaria Cuba numa boa! Acho que falta o que fazer em quem perde tempo escrevendo esse tipo de comentário.

        • says:

          Ela não está incomodada pelos outros irem aos EUA, simplesmente disse que o país não a atrai. Respeitar opinião alheia é ter educação. 😉

        • Haroldo Malta says:

          O que você pretende fazer em Cuba? Por que Cuba? Não acha meio estranho querer visitar Cuba? Pode dizer que é simpatizante, ninguém vai espalhar e a imigração americana não vai ficar sabendo.

      • fabio says:

        Antes de fazer pergunta sem sentido
        , leia atentamente o texto.

      • Wesley says:

        TEM QUE APRENDER A INTERPRETAR UM TEXTO, SABE LER, MAS NÃO ENTENDE O QUE LEU

    • Guilherme Figueredo says:

      Nao tem mais o formulario I-94, o unico formulario que tem que preencher e o Customs Form

    • Antonio S. says:

      Convenhamos, não é porque vc não foi ao "soberano USA", mas esses países que vc andou viajando, realmente…vc por acaso é Correspondente de guerra?? Só faltou o Iraque e Coréia do Norte no teu passaporte…

      • Marcela says:

        Kalynara, sabe de nada… haha brincadeiras à parte, a preocupação do agente com certeza era sobre você, demonstrando estar familiarizada com países ”inimigos” dos EUA e com fama de terroristas, querer agora, depois de passar por eles, ir aos EUA. Eles te viram como uma possível ”agente inimiga”, querendo trazer desavenças nos EUA.

      • Helena B. says:

        Convenhamos, o que tu tem a ver com a vida dela?

      • Lucas says:

        Quanto preconceito na sua resposta meu jovem.

      • AndreaP says:

        Gente! Quanta treta! Ahahah quase peguei a pipoca do Michael Jackson! Eu também interpretei dessa forma. Países visitados não tão padrão e de repente um país padrão (e que suspeita até da sombra). Pra gente ver como o critério é tão subjetivo e se nada devemos, nada tememos. Já fui pra salinha várias vezes e sempre sou mais questionada nesse e em vários países com a frase “mas por que você viaja sozinha?” O ano é 2018. ?

    • MARK says:

      A Delta me sacaneou tb. Péssima Cia Aérea. E se puder, não vá por Atlanta.

    • Celeuma Colorada says:

      Brasileira que visita o Afeganistão dizendo que não se atrai pelos EUA? Cheiro forte de hipocrisia no ar. Legal então é a cultura da roubalheira e favelismo do Brasil né? De ser assaltado a cada esquina. Do lixo e degradação social e de infraestrutura. Ou a linda cultura afegã de paz e respeito às mulheres. Aham….
      Absurdo como tem gente recalcada e com inveja doa EUA. Garanto que essa tal KALYNARA daria um braço por um greencard. Hipócrita.

      • Redneck Murikano Junkie says:

        Brasil tem 11 mi em favelas e os EUA 25 mi em trailer (favela movel)

        Do que tu ta falando? País corrupto até a garganta, frauda eleições (Lembra da Flórida? Bush filho?). Lobby é permitido e incentivado no congresso, quer coisa mais corrupta do que essa?? Ahh sim, lembra da crise de 2008 quando as grandes empresas do país fraudaram números para dizer que estava tudo bem?

        Vai se catar, sua vira-latas de merd*

      • Cassiano Lück Gonçalves says:

        Se eu ganhasse uma viagem gratuita com duas opções, Afeganistão e EUA, provavelmente escolheria Afeganistão também.

        No meu ponto de vista, não é questão de achar que lá é melhor do que os EUA (até porque obviamente não é). Mas é um local diferente e essa diferença me atrai.

        Meu interesse turístico nos EUA é muito baixo porque todos nós, desde que nascemos, conhecemos tudo desse país através dos filmes, seriados, desenhos, músicas, marcas de produtos, etc.

        Os EUA oferecem pouca novidade, coisas inusitadas, grande diferença cultural. É um Brasil rico. E se isso é bom ou ruim, vai da opinião de cada um.

    • Felipe says:

      Kalynara. Você foi entrevista em Guarulhos mesmo? Antes do embarque? Alguém sabe se é de praxe?

    • Fernando Su says:

      Não acho que eles estavam curiosos por você ir a outros países e não ao “soberano” EUA… Com um monte de atentados contra eles, eles devem se preocupar quando um turista vai a vários países “suspeitos” (que tem muitos inimigos americanos) e logo depois visita os EUA…. Acho certo da parte deles pelo menos perguntar….

    • Haroldo Malta says:

      kalynara você é uma pessoa muito estranha; por que não visitou a Disneylandia como toda mocinha normal na sua idade?

  • Pedro H says:

    O I-94 acabou. Tem que preencher é o papel de alfandega que será carimbado e devolvido e você o entregará na alfandega.

    Aliás, não confundir BUSINESS com WORK. Isso muda completamente o sentido da sua viagem.

    Para os que tem dupla cidadania e não viajam com visto, tem que entra no site para fazer o ESTA . Sem isso a cia não deixa nem embarcar.
    Para quem precisa de visto, se esquecer o passaporte que tem o visto nem entra no avião pq a empresa não vai deixar.

    • Monique Renne says:

      Tem toda a razão, Pedro H. Já fiz a correção no nome do formulário. Obrigada!

      • Simone says:

        Monique, em 2007 retirei um visto apenas de trânsito para entrar nos EUA, acabei morando por 4 anos, retornando apenas em 2011 para o Brasil. Pois bem, agora estou retornando com novo visto (turismo) e novo passaporte
        , e estou com muito receio na hora de passar pela imigração, a dúvida é se devo ou não dizer que estive nos EUA. ?? Eles tem esse acesso? Já me disseram que quando eles chegam a perguntar é porquê já tem o registro.

        • Monique Renne says:

          Simone, o passo mais difícil você já deu, conseguir o visto!É bem provável que eles tenham como saber que você já morou lá, afinal, são os EUA. Por isso não acho que você deva mentir. Apenas, ao ser perguntada se já esteve antes nos EUA, não entre em detalhes. Diga que sim e pronto. É o que eu faria. Você só saberá indo até lá 🙂

          • Arthur Carrao says:

            Dica: Eles têm acesso à essa informação! E pode acreditar…a pergunta é feita propositalmente justamente para pegar sua mentira.

        • Luciana says:

          Eles saberão que vc esteve lá por 4 anos. Um amigo meu tbm foi para lá e ficou 4 anos clandestino. Voltou ao Brasil e anos depois, quando foi solicitar novo visto americano, lhe foi perguntado quando ele havia estado nos USA pela última vez e por quanto tempo havia ficado. Ele disse não ter certeza do tempo de permanência e ainda disse que havia ficado o tempo que lhe foi permitido. Eis que o agente, lhe disse: “vc está errado, vc entrou nos USA na data tal e permaneceu aqui até data tal, ficando ilegal por todo este período, portanto, sua renovação de visto foi NEGADA! Não tem jeitinho brasileiro com os americanos, temos que ser corretíssimos com eles e no País deles. A sua entrada e saída do País está registrada lá. Eles sabem de tudo!

        • paula says:

          Oi Simone, você conseguiu entrar no eua sem problemas?

        • says:

          Olá Simone!! Meu caso é bem parecido com o seu…e gostaria de saber se seu tudo certo pra vc.

    • Rafael says:

      O papel da alfândega é entregue durante o voo também? O preenchimento é como o I-94? Vou ao Canadá mas tenho escala nos EUA por Newark….

      • Pedro H says:

        normalmente te entregam no avião ou mesmo no check-in.
        é um papel de alfandega, como tinha antigamente no Brasil. Colocar nome numero de passaporte, se tem mais alguem com você, endereço nos EUA(no seu caso você so escreve connecting flight – Canada) e responder se ta carregando drogas, armas, plantas mais de 10mil USD etc.. assinar e pronto.

      • Monique Renne says:

        Oi Rafael! O meu sempre foi entregue durante o voo (já no final). Você deve entregá-lo logo depois que passar da esteira de bagagens. Muitas pessoas estarão entregando também, você vai identificar com facilidade. O formulário é muito semelhante ao i94. Nem notei a diferença, sinceramente. Você só não ficará mais com um "comprovante", como era antigamente, para entregar na volta.

        • angourakis says:

          Obrigado Monique. Como ficarei 1 ano no Canadá e ainda não tenho o voo de volta (até porque se tivesse comprado teria perdido), creio que não terei problemas, ainda mais com todos os documentos comprobatórios de estudos.
          Assim espero! =P

      • Doris says:

        Rafael,

        Eu tive um problema "curioso" quando fui para o Canadá por Newark. Entrei nos EUA normalmente e eles grampearam um papel no meu passaporte. Quando fui embarcar para o Canadá, a FUNCIONÁRIA DA CONTINENTAL arrancou o tal papel, e eu não me preocupei com isso. Como fui para Niagara e atravessei a fronteira para os EUA, fui parar na "salinha". A questão do funcionário americano era porque eu tinha arrancado o visto que me dava direito a voltar aos EUA nos próximos 6 meses. Eu expliquei que não fui eu quem arrancou, mas não o convenci. Depois, tudo se resolveu, mas quis te alertar para não deixar arrancarem o "tal papel" do teu passaporte.

    • CLAUDIA says:

      Esse ano passei um super constrangimento na imigração. Eu e meu filho mais velho viajamos com pasaporte italiano, e meu marido e filha brasileiro porque os processos de cidadania deles não está concluido. o agente disse que eu não poderia entrar porque ue moro no brail e deveria ter passaporte brasileiro. Fez milhares de perguntas que com muita educação e calma fui respondendo. Fechou meus passaportes como se fosse me mandar de volta para o Brasil, ameaçou a cobrar 600 dolares por passaporte e no final disse que era a uktima vez que isso acontecia. Não questionei nada, fiquei quieta e no final permitiu a entrada super contrariado. Agora vou no meu consulado italiano questionar esse tipo de constrangimento q seus cidadãos estao sofrendo. Mas já estou encaminhando um visto brasileiro….

      • Pedro H says:

        eu passei por isso uma vez.
        Fui do Canadá para o Rio com conexão em Miami. Na imigração americana em Montreal o guarda da imigração ficou me enchendo pq eu tinha passaporte europeu. Eu disse que mina familia era portuguesa / brasileira e se eu tinha o passaporte é pq eu tenho direito e os EUA me isentam de visto. se acha errado reclame com os superiores para exigir visto de português. Mas eu sou portugues como qualquer outro e tenho direito. Ele não teve o que fazer e me deixou entrar.

        Não precisa tirar visto. Você tem o direito de entrar. Só precisa preencher o ESTA

        • Roberta says:

          Ano passado passei EXATAMENTE o mesmo problema. Eu com meu passaporte portugues e meu namorado com o Alemao. Tb em Miami e tb estava indo pro Canada. Tive que responder centenas de perguntas hostis, o agente relutou e nos liberar, ofereceu o vist por 600 dolares e foi bem desagradavel todo o tempo. Tb achei que ia ter a entrada negada. E por fim entendi que na proxima vez enfrentaria problemas.
          Nao cheguei a ir na embaixada.
          Minha cunhada, meses depois, chegou por Orlando com passaporte Alemao tb, sem problema algum…

          • Mari says:

            Eu nunca tive problema nenhum nesse sentido. Eu falo sou italiana, mas moro no Brasil (não falo que tbm sou brasileira).

          • Renato Ribeiro says:

            como devo proceder quando ele oferece o visto por 600? posso recusar sem problemas?

      • Sérgio says:

        Também tive leve problemas ao entrar com passaporte Italiano. O agente queria saber como eu tinha passaporte italiano se era brasileiro. Fiquei um tempo na famosa salinha, me fizeram algumas perguntas (bem grosseiros os dois agentes), mas no fim me liberaram…

        • Sérgio e Pedro, isso acontece porque na cultura americana você não "pode" ter 2 nacionalidades – ou você é americano ou você é estrangeiro. Se você quiser ter outro passaporte, tem que abdicar do americano. Então quando aparece alguém com dupla nacionalidade, eles acham muito estranho – "como você é Brasileiro e Italiano/Espanhol/Português?"

          Meu sogro ficou um tempo na salinha pois tentou entrar com com passaporte português e quando jogaram o nome dele no sistema já havia um visto brasileiro emitido no nome dele… aí rolou aquela confusão.

          • Guilherme Mesquita Figueredo says:

            Na verdade os americanos não incentivam a dupla nacionalidade mas aceitam o fato de varios americanos terem dupla nacionalidade.

          • Roberta says:

            Tive o mesmo problema com o passaporte portugues. Ate entendo que eles tenham outras regras para cidadania no pais deles. Mas como agentes de imigracao eles tem obrigacao de compreender que em outros paises existe a dupla cidadania. Pela recorrencia do problema, acho que é implicancia mesmo. Ate pq no meu caso, e no caso da Claudia ai em cima, eles oferecem um visto de 600 dolares para vc pagar na hora. E me parece que é em Miami onde isso mais ocorre…

          • VERA says:

            Propina….Depois se dizem os mais corretos e santos do planeta…

          • Paulo_PoA says:

            @Rodrigo Sciammarella,

            vai me desculpar, mas isso não tem nada a ver com a “cultura americana”! Isso tem a ver com arrogância!

            Um custom aduaneiro TEM QUE SABER (obrigação de profissão, convenhamos) que há países em que as pessoas podem ter duas nacionalidades! Ainda mais se o “cabra” (é o que ele é) atende rotas de turistas vindos da América do Sul.

            Eu sou brasileiro e tenho risepass (alemão) e entrei várias vezes “Wellcome to the States!”. Basta fazer o ESTA (validade 2 anos) e pronto.

          • Mari says:

            Dá problema vc ter VISTO brasileiro e fazer o ESTA com o passaporte português, italiano, etc.
            Na própria página do ESTA tem esse aviso.
            Eu já viajei com meu passaporte italiano, nunca tive problema. Falo que sou italiana, mas moro no Brasil. Nunca me encheram o saco.

          • Mari says:

            Para ficar mais claro, se vc tiver o VISTO no passaporte brasileiro, com validade, NÃO tire o ESTA!!! Use seu passaporte br até o visto expirar. Só depois tire o ESTA.

        • Gasparian says:

          Já fui 5 vezes aos EUA, sempre utilizando meu passaporte italiano e ESTA e no ano passado, entrando por Miami , o agente de imigração me questionou o motivo de eu morar no Brasil e ter cidadania italiana. Que o melhor era eu ter o visto para brasileiro pois assim eles poderiam saber mais sobre mim. Chegou a dizer que se eu pago meus impostos no Brasil eu teria que entrar com o passaporte brasileiro. Confirmei com a cabeça que entendia o que ele falava, não questionei e pronto. Autorização concedida.
          Esse ano vou ao Canadá passando pelos EUA e vamos ver no que vai dar.

          • Roberta says:

            Ouvi exatamente a mesma ladainha ao usar meu passaporte portugues em Miami. Estou ficando com a impressao, pelos relatos a cima, que Miami anda com esta implicancia… O agente se mostrou indignado com o fato de eu nao pagar impostos em Portugal. O que ele tem a ver com isso?!

        • Sergio, isso acontece pois na cultura dos americanos você não pode ter 2 nacionalidades – para você ter outra nacionalidade, tem que abdicar da americana. Por isso eles estranham quando aparece alguém com passaporte brasileiro e italiano/espanhol/português.

          Meu sogro já foi parar na salinha ao entrar com passaporte português, já que na consulta ao sistema identificaram um visto do Brasil no nome dele. Teve que explicar o fato dele ser filho de portugueses e ter direito ao passaporte umas 3 vezes…

          • Amanda says:

            Isso não é verdade. Há muitas pessoas com duas nacionalidades, sendo uma a americana. É super comum crianças de pai americano e mãe brasileira nascidos tanto no Brasil quanto nos EUA com os dois passaportes.

          • cris says:

            Serio. Quem te disse?

          • Anderson says:

            O negocio e que a pessoa mora no Brasil e quer entra nos Estados Unidos com passaporte de outra nacionalidade que isenta do visto. Se a pessoa tem a principal cidadania brasileira e mora no Brasil por que usar a outra? Imagino eu que seja isso que eles pensao!

          • Marco Sobral says:

            Pq se for com o passaporte brasileiro tem que pagar 160 dólares pelo visto, enfrentar fila, fazer entrevistas e ainda pode ser negado.

        • Celina C Falck-Cook says:

          Rodrigo isso é mais cultural porque na verdade você pode sim ter duas nacionalidades. Digo, technically, é possível. Apenas as pessoas que trabalham para o governo em cargos que exigem “clearance” têm que renunciar oficialmente a sua cidadania original (com publicação no Diário Oficial e tudo). Portanto, não é verdade que não seja permitida a dupla cidadania. Eu tenho os dois passaportes.

          • Celina C Falck-Cook says:

            A propósito, fazemos um juramento de fidelidade aos EUA na naturalização. Significa que se houver um conflito entre Brasil e EUA eu fico do lado dos EUA. Caso contrário, eles retiram minha cidadania. Mas ter um passaporte brasileiro, eu posso tranquilamente.

        • Sabrina Orefice Cavallini says:

          sério?? eu tenho passaporte italiano e nunca tive problemas, pelo contrário, da última vez em miami nem passei pela imigração, passei por uma maquina que leu meu passaporte e liberou. Qua cidade foi essa que vc passou nervoso?

      • Roberta says:

        Claudia, isso ocorreu em Miami? Ano passado passei EXATAMENTE o mesmo problema. Eu com meu passaporte portugues e meu namorado com o Alemao. Tb ftive que responder centenas de perguntas hostis, o agente relutou e nos liberar, ofereceu o vist por 600 dolares e foi bem desagradavel todo o tempo. Tb achei que ia ter a entrada negada. E por fim entendi que na proxima vez enfrentaria problemas.
        Nao cheguei a ir na embaixada.
        Minha cunhada, meses depois, chegou por Orlando com passaporte Alemao tb, sem problema algum…

        • Renato Ribeiro says:

          Qual resposta devo dar quando eles oferecem um visto por 600 dolares? aceitar, dizer que é um direito meu usar o ESTA? posso recusar pagar? se sim, como fazer isso?

        • Moi Moi says:

          Uma coisa é certa, como se diz na França, deve-se ter “a cara do emprego”… se você tem passaporte português, assuma o estilo dos portugueses. Se você tem passaporte italiano ou alemao, assuma o estilo da nacionalidade do passaporte que você leva no bolso. Senao, passa vexame na hora pois o agente pensa que é falso ^^ Fonte: eu mesmo vendo o comportamento dos meus amigos brasileiros “europeus” na Europa, que têm uma unica nacionalidade tipo holandesa, sem nacionalidade brasileira trocada pela holandesa, e que seguem dizendo que sao brasileiros e fazendo batucada no metrô , rs …. desse jeito nao passam como holandeses nem aqui nem na China! Pegou nacionalidade e passaporte estrangeiros, assuma exatamente como o Arnold ex-austriaco e o Kissinger ex-alemao. O primeiro ministro francês é um ex-espanhol que chegou imigrante à França com 16 anos de idade e o cara é 100 por cento francês, até na antipatia e na hipocrisia, rs. A prefeita parisiense, Hidalgo, também é outra “espanhola” que chegou à França com 12 anos…Eles assumem completamente a nacionalidade de naturalizaçao. Agora é injusto os franceses brancos maltratarem os franceses de étnia arabe nascidos em Paris so por causa do racismo antiarabe. Entendam porque o francês de origem argelina Karim Benzema nao canta a Marselhesa nos estadios… e ele nasceu em Lyon, com nacionalidade francesa na maternidade (pais arabes franceses nascidos na Argélia francesa antes de 1962) e nao na Espanha, rs. Lembro de um amigo de Sao Paulo loiro e de olhos azuis que chegou a Londres com um passaporte italiano cor de vinho novinho em folha e ficou preso na imigraçao até a abertura do expediente do consulado italiano de Londres para confirmar o passaporte latino, ainda mais dos italianos que têm ma reputaçao na Inglaterra como imigrantes bagunceiros. Causa: o paulista loiro de olhos azuis nao tinha nada a ver com o estilo de um loiro de olhos azuis italiano da gema. Como aquele negro no trem Bruxelas-Paris, no controle de passaportes dentro do trem ja na França, o gendarme francês passa, olha todo mundo com aquele arzinho policial que vocês conhecem e pega o unico negro como judas para controlar passaporte. Ele olha o passaporte holandês chique com a marca da coroa da rainha holandesa (rainha na época) e faz a pergunta cretina ao negro “Vous êtes Hollandais?” e o negro que responde em alta voz também em francês “Vous ne savez pas lire? C’est écrit dessus” (você nao sabe ler? esta’ escrito ai) hahahaha Foi épico, o gendarme devolveu o passaporte sem nenhuma palavra e foi embora sem descer dos saltos franceses ^^ Nesse caso nao foi o comportamento do homem chique tipo “business-man”, foi a sua cor negra que marcou a discriminaçao flagrante aos olhos de todos os outros passageiros do Thalys. E vocês ai no Brasil pensam que europeu branco é bonzinho lol

      • Anna says:

        Vc n usou o ESTA?! O visto q vc precisaria?

      • Renato Ribeiro says:

        o que responder com a oferta do visto por 600 dolares? este visto seria carimbado no passaporte brasileiro? posso recusar pagar ou isso seria uma indicação para me mandarem de volta…

    • Daniela says:

      Mas mesmo com o ESTA eles podem questionar.
      Fui barrada na terceira vez que entrava com ele e no fim da entrevista os agentes me “sugeriram” que tirasse um visto para entrar na próxima vez…
      Tirei o visto (a funcionária do consulado estranhou meu pedido mas concedeu o visto) mas ainda não voltei aos EUA.

      • Pedro H says:

        eles sempre podem questionar.

        Fui 8x lá e só tentaram implicar uma vez. não dei confiança, até pq estava de conexão indo pro Brasil e não tinha nada a perder.
        nem fui pra salinha! e foi a unica vez que tive problema.

        Não vou mesmo tirar visto americano como brasileiro. gastra dinheiro, tempo e ter que aturar consulado americano.. sendo que eu estou no meu direito… eu não. eles não podem e não vão negar a sua entrada. a não ser que você esteja indo mesmo com objetivos obscuros…

    • Romeo Hurtado says:

      Tenho dupla cidadania, sempre entrei nos EUA com meu passaporte americano.
      Que ESTA é esse? Isso e novo?

    • Romeo says:

      ESTA ?? O que é isso ??? É novo ???
      Tenho dupla cidadania Americana e entro lá com passaporte americano, nunca ouvi falar de ESTA

      • Pedro H says:

        o ESTA é para quem usa passaporte aprovado pelo visa waiver program
        se você é americano não paga nada ne! nao tem que fazer nada. ta voltando pra casa

    • I Pedro! Por favor me explique a diferença de BUSINESS para WORK. Voei…. tenho receio de não me expressar corretamente na alfândega. Obrigada!

    • Neize says:

      Pedro, tenho dupla cidadania (Brasileira/Americana). Não entendi o que você quis dizer com "entrar no site e fazer o ESTA". Você poderia me explicar melhor por gentileza? Desde já agradeço.

    • Giorgio Felix says:

      Exatamente isso!!! A escritora da matéria disse que não soube o por que se ser encaminhada para uma segunda rodada? Muito provavelmente quando lhe foi perguntado o objetivo da viagem ao invés de ela responder Business e Mandou um to Work. Dai desandou a receita pois para trabalho é necessário um outro visto. Eu trabalho em uma multinacional americana, sou residente no Brasil porém vou muito para reuniões lá. De 2012 até agora foram 19 viagens. Ou seja muitas vezes entrei sem nem me perguntarem para onde ia. E outras vezes quiseram saber o porque entro e saio toda hora. Calmamente falo Business me perguntam em qual empresa trabalho, falo o nome e as portas se abrem. Outra dica é quando for para a Australia ou Canadá frizem Only Transit to. Respondendo certo e sem erros na tradução não tem o que dar errado.

      • Monique Renne says:

        Oi Giorgio! Minha resposta foi turismo. Meu trabalho é ser turista 😉 Apesar de o meu visto também ser de business nunca digo que estou a trabalho. Perguntaram se eu estava com o meu equipamento e respondi que sim, o que é muito normal para uma fotógrafa, mesmo de férias… Não acredito que este tenha sido o motivo.

        • Marcela says:

          Concordo com o Giorgio, quase certeza ter sido por isso. Embora não tenha sido a realidade, você ja deixou a entender primeiramente que estava a trabalho e depois, o que acredito que pegou mais, é ser um trabalho como fotógrafa ou então, ”trabalho de ser turista”. Estes dois itens soam ruins aos olhos do agente, por fotografia não ser considerado um emprego fixo e um ”trabalho de ser turista” poder chegar a soar ”mochileira” ou até gipsy, ou seja, pessoas sem vínculo em seu país, que podem acabar ficando além do permitido no território estadunidense.

  • Fernando-RJ says:

    Eu acho que nesse caso, o que “travou” a Monique, foi o fato de ter dito que o trabalho a faz viajar, dessa forma poderiam contestar o visto (trabalho ao invés de turismo). Melhor dizer que viaja muito porque gosta de conhecer novas cidades/países e ponto final, sem muito detalhe! Lembre-se, estamos com visto de turista e turista, mesmo sendo fotógrafa, está a turismo !!

    • Monique Renne says:

      Eu não disse, kakakakak. Disse que estava como turista. Mas perguntaram o meu trabalho, ou seja, fotógrafa… E começou a confusão….. No final deu tudo certo 🙂

    • sergioharger says:

      Exatamente… tb achei q a derrapada foi:
      "Expliquei que sou fotógrafa e viajo a trabalho.
      _ Então você está aqui a trabalho?
      Não exatamente! "

      Mas q bom q conseguiram entender depois!

  • Jean says:

    E alguns brasileiros ainda insistem em ser humilhados nos EUA! Nem de graça! Viajo com frequência para países muito mais interessantes e que me recebem muito bem.

    • Marcio says:

      Vou dizer que tinha o mesmo pensamento, achava o povo americano arrogante, donos do mundo, acho que os filmes incentivam um pouco isso, mas depois de visitar os EUA por algumas vezes, me desculpe, mas é um país invejável, a parte que é arrogante e se acha maior do que os outros, acredito que esteja apenas no congresso, nas ruas as pessoas são extremamente educadas, tudo lá funciona, humilhação é comprar algo aqui no Brasil e pedir troca ou devolução do produto e se precisar usar garantia então? Por lá, eles fazem isso imediatamente sem burocracia.

      Além do mais, brasileiros são muito bem vistos, ainda mais depois da crise, pois são os que mais gastam lá, depois dos chineses.

      E um dos países que mais sofrem com atentados terroristas, tem sim que ser exigentes na imigração.

      Já conheci todo o cone sul, peru, méxico, venezuela, espanha e portugal, e afirmo que o EUA tem a melhor qualidade de vida dos países que conheci.

      • fabiana says:

        Concordo com você Marcio!

      • Excelente comentário! Essa é exatamente a minha experiência com relação aos Estados Unidos.

        Gente que se acha superior aos outros existem no Brasil também, muitas!

        Além disso, permissão de entrada em um país é um direito soberano de cada Estado! As exigências para a entrada são estabelecidas por cada país e cada país escolhe o que é importante se exigir de um viajante.

        • Merhi Taha says:

          E digo mais, as pessoas não sabem como é burocratico tirar um visto pra entrar no Brasil…a má vontade impera nos consulados brasileiros.

          Meu cunhado demora 6 meses pra conseguir um visto de 3 meses pra vir da Costa do Marfim pra ca.

          Se soubessem disso não acharia tão ruim o processo de visto americano.

      • marcelo says:

        Caro amigo Marcio…descordo totalmente de você, mas respeito sua opinião. quando você fala que conheceu o Peru-México-Venezuela- e compara com o TODO PODEROSO U>S>A com certeza vai encontrar uma grande diferença entre os países citados acima. Mas é bom te lembrar que mesmo não sendo países COMERCIAIS PARA BRASILEIROS; (isso mesmo, comercial!!! pois mais de 80% dos Brasileiros vão para fazer compras e frequentar restaurantes)…eles tem tanta importância como qualquer outro país!! Agora afirmar que o todo poderoso tem qualidade de vida superior que Portugal e Espanha é porque você não deve ler muito, ou só faz viagem para compras (como quase todo Brasileiro que conheço).

        • Arthur Leão says:

          Marcelo, quem não deve ler muito é você.

          Os EUA tem o 3º melhor IDH do mundo, perdendo apenas para Noruega e Austrália, ou seja, qualidade de vida superior a todos os outros países europeus (os únicos que talvez cheguem perto são Noruega e Suécia).

          Como se não bastasse, os PIB per capita norte-americano é pelo menos 30% maior do que Portugal e Espanha (que, aliás, estão quebrados e com desemprego elevadíssimo).

          Não é porque um país Europeu também é desenvolvido e com riquezas culturais e naturais que ele é superior aos EUA.

          A Europa é fantástica de visitar, mas essa "americanofobia" não faz os países Europeus serem melhores.

          • marcelo says:

            Marcelo, talvez devesse ler de novo!!!! onde esta escrito em meu comentário sobre índice de desenvolvimento humano? onde estou citando que Europa é melhor oi pior que Norte América??? (Portugal é o Pais com maior índice de longevidade e qualidade de vida para Idosos) onde falo sobre superioridade de pais???? a questão é que cada um tem seus benefícios e seus problemas e que a maioria dos brasileiro não tem cultura mesmo!!!! ou você acha que eles tratam europeus do mesmo jeito que tratam os latinos???? te digo com propriedade!!! pois já realizei mais de 30 viagem pelos quatros cantos do planeta e sei muito bem o que pensam sobre nós na terra do tio "Patinhas"

          • Felipe says:

            eu tenho educação, tratei os americanos bem e fui bem tratado. Vi brasileiros sendo estupidos ou sendo burros, falando coisas que até eu me irritava. Assim os americanos tbm perdem a paciencia as vezes. Mas se vc é uma pessoa descente e educada não terá problemas, gostei de la, me senti em casa pois sou educado e estudei muito na vida, aqui no Brasil me sinto um estranho em virtude do nível educacional no país….

          • Raphaela says:

            Descente…

        • Barbara says:

          Não sei o que qualidade de vida significa pra ti. Mas, no meu ponto de vista, estão incluídos o melhor uso dos impostos (voltados para o bem comum), uma lei que é aplicada a qq um (e não está só no papel), uma verdadeira democracia (não se obriga a votar). Certamente tu não morou lá (só deu atenção às compras que estava fazendo e não reparou como as pessoas vivem no dia a dia). Agora comparar EUA com Portugal e Espanha é desleal. São os únicos países que não faço questão nenhuma de conhecer na Europa, pois são os "primos pobres". Além do mais, na Espanha, por exemplo, mulher é barrada na imigração como prostituta. Eu adoro ver brasileiros falando mal dos EUA. Só pode ser inveja mesmo, porque o que esse país tem de melhor que lá: o futebol, o samba ou o carnaval? Sempre fico me perguntando…

          • THAIS says:

            é até engraçado uma brasileira chamando portugal e espanha de primos pobres da europa! portugal e espanha são extremamente ricos culturalmente, se tem aqui uma qualidade de ensino e de vida que nós no brasil provavelmente nunca alcançaremos. já morei na inglaterra e agora moro em portugal há 2 anos, tb já estive duas vezes nos EUA e adorei, mas ouvir que alguém não faz questão de conhecer portugal e espanha pq são os primos pobres da europa é demais! melhore! 🙂

          • mariana says:

            Pois é uma pena pois são países extremamente interessantes e muito, mas muuuuuito à frente do Brasil. Se acham que Portugal = Brasil estão muito enganados. Não é uma Suíça mas passa longe de ser Brasil. Considerar "primo pobre" é uma injustiça enorme, tal como alguém dizer que EUA não vale nada. Vem de um preconceito por tudo o que não é anglo-saxão. E nem sempre críticas aos EUA é inveja: todo país tem defeitos e colocar países desenvolvidos em um pedestal e torná-los mitos não ajuda em nada. Fechar os olhos para os absurdos que acontecem no hemisfério norte só cria mitos longe da realidade. Democracia é uma luta constante, tanto nos EUA quanto na França. Tem forças para todos os lados querendo derrubá-la e isso não é diferente nos países desenvolvidos. Dizer que há uma "verdadeira democracia" em um país que tem passado por críticas seríssimas de gente do mundo inteiro, inclusive estadistas de outros países, é no mínimo mitológico. No mais, rebaixar o Brasil ao futebol, samba e carnaval é de uma simplificação absurda. Achar que a cultura do Brasil se resume à cultura do Rio de Janeiro é de matar. Os países desenvolvidos tem méritos incontestáveis, bem como deméritos e falhas gravíssimas. Não tem porque fechar os olhos para isso. E não tenha medo de ir para Portugal: quando vc deixar o carro na rua e perguntar para alguém se pode descer com as malas porque é perigoso deixá-las no carro e serem roubadas, rirão de vc. Não se rouba carros lá – não teve uma única pessoa que conheci que me disse o contrário. Vc pode andar de madrugada a pé pelas vielas de Coimbra sem medo. (nada que uma brasileira consiga fazer sem receio) Achar que isso é ser país de quinta categoria é ofensivo. Ônibus sem cobrador em Lisboa? Rodovias em excelentes condições de tráfego? Preços honestos e comida nutritiva e saborosa? Atendentes de supermercado falando inglês com turistas? Pessoas lendo livros no transporte público ou em praças? … … … ora pois. Muito mal mesmo. Por óbvio EUA tem mais atrações interessantes – olha o tamanho continental e é o centro do capitalismo mundial! Mas ridicularizar países só porque a mídia relata desempenho econômico baixo ou mediano é péssimo. Como se a vida se resumisse a PIB…

          • Luiz says:

            Moro nos EU ha 35 anos e gosto muito daqui. Entretanto, a Espanha e' um pais muito lindo. O povo e' grosso mas o pais e' lindo. Portugal tambem e' bonito mas partes tem aparencia pobre. Alguns predios em Lisboa necessitam de reforma. Mas, vale a pena visitar. Gosto do povo portugues.

        • Fernando Vieira says:

          Sim, claro que Peru, Venezuela e Mexico tem a mesma importância que os EUA… Tanto é que quando o Hugo Chavez disse para os EUA não invadirem o Iraque eles não invadiram. Países são mais importantes que os outros e, lamento informar mas, globalmente Peru é irrelevante, Venezuela é o rato que ruge, cheio de petróleo e o México é aquilo "jogamos como nunca, perdemos como sempre"

        • Marcio says:

          Marcelo, apesar de ler com frequência, minha impressão não é tida por livros, jornais ou qualquer outro impresso, é na pele e visual, e em nenhum momento disse que algum pais é melhor ou pior que o outro, apenas disse que para MINHA PESSOA, preferia morar nos EUA, eu poderia deixar meus filhos brincando nas ruas, em escolas públicas excelentes, com transporte incluso e gratuito, com trilhões de vezes mais incentivo ao esporte, com as melhores faculdades próximas e chances de bolsa. Com um salário que mesmo que fosse a mesma quantia que o meu no Brasil, compraria 3x mais alimentos, produtos, etc. Com praias, rios, montanhas para esquiar, tudo no mesmo país. Portugal e Espanha são ótimos países, assim com a maioria dos outros que viajei, mas o custo de vida lá é altíssimo. E sim, aproveito muito as compras quando é mais interessante comprar fora do que no Brasil, por que não aproveitaria? Acredito que o mesmo preconceito que você tem com os EUA, vc tem dos brasileiros, correto? Que todos não costumam ler, que todos só viajam para comprar… deve ter preconceito com negros, nordestinos, e pobres também né?

      • Paulo Brito says:

        concordo plenamente com vc Marcio.

      • Angelica says:

        Concordo Márcio! Também tinha um pré conceito sobre os americanos e reconheço que errei!

      • Eu também tinha o mesmo preconceito do Sr. Jean, mas tive a mesma impressão que o Marcio teve depois de ir para os EUA. Entre trabalho e férias, fui para lá pelo menos duas vezes por ano, nos últimos 10 anos e nunca tive problemas na imigração. Para a Europa fui 4 vezes e as perguntas sempre foram em maior número que para os EUA. Cada país tem as suas vantagens/desvantagens e não vejo muito sentido neste tipo de comparação sobre melhor ou pior. Fui para o Camboja ano passado e aproveitei muito mais do que em países infinitamente mais desenvolvidos. O importante é viajar e aproveitar da melhor forma tudo que cada um tem, sem preconceitos. A propósito, adorei o post!

      • Antonio Veiga says:

        Não precisa ir muito longe. Vai a Curitiba e verás a arrogância brasileira.

      • jordana says:

        Márcio, você respondeu exatamente o que eu goataria de dizer. E quanto à humilhação sobre trocar o produto comprado, diga-se de passagem que certamente você ainda pagou no Brasil um preço muuuito maior por ele. O povo dos Estados Unidos realmente é uma simpatia, adoro aquele país!!!

      • Daniel says:

        Concordo 100% com vc, só de fazer compras para uso pesoal vc ja tira o valor da viagem de volta e ainda sai com produtos com mais qualidades, alem de tudo ainda sai mais barato do que viajar no proprio territorio brasileiro, vergonhoso é morar em um pais com impostos em tudo e ainda pagar bem mais caro pra viajar dentro do que para fora…

      • Flavio says:

        A melhor impressão possível dos EUA, povo educado, atencioso, um país que tudo funciona,uma infraestrutura impecável, lá vemos para onde vai o dinheiro dos contribuintes. Passei na imigração de Miami com a minha família na maior tranquilidade, pena que a Monique,apesar de tantas vezes ter ido para lá,ter acontecido este episódio,acho que deu azar mesmo, acho que o agente da imigração deve até ter sentido é inveja,mas como pode?Uma simples brasileira ter tantos vistos, etc…Mas aí o nosso American Express Platinum abre todas as portas,é impressionante né? 😛

      • Marco says:

        ótimo comentário… ja morei na Australia e achava q lá seria o paraíso , país do Surf de primeiro mundo…. bem parecido com o BR , que nada¹!!! o povo lá é arrogante e detesta brasileiros… este ano resolvi ir aos EUA e imaginei que seria a mesma coisa… para minha surpresa tds são mt educados, e os brasileiros , por mais que ainda se portem mal, são respeitados por lá….. então essa história de que americano é metido, arrogante, é tudo balela… mas em questão de qualidade de vida ainda prefiro a Australia, tirando os australianos lógico

      • MALU says:

        CONCORDO PLENAMENTE, EU TB TINHA ESSE PENSAMENTO, MAS ISSO ANTES DE IR A PRIMEIRA VEZ E SER MUITO BEM TRATADA E HOJE AMAR AQUELE PAÍS. VOLTO SEMPRE E SEMPRE SOU BEM TRATADA, E JÁ FUI BARRADA UMA VEZ, MAS ENTENDI PERFEITAMENTE BEM, VISTO A QUANTIDADE DE ATENTADOS QUE ELES SOFREM,

    • Bruno says:

      Exatamente o que o Marcio falou.

    • Arthur Leão says:

      Se você se refere a países europeus, eles adoram mandar brasileiros de volta também.

      Aliás, sempre fui muito mais questionado na imigração de países europeus do que nos EUA, quando sempre fui muito bem atendido mesmo estando sozinho.

      Isso é pura sorte ou azar, nada mais.

    • Fabio says:

      Ih, Jean….
      Aí vc mexeu no vespeiro….
      Há algum tempo, em um tópico parecido com esse, aqui no MD, caí na tentação de "falar mal" dos EUA e quase sofri um linchamento eletrônico.
      Em solidariedade a vc, quero dizer que concordo 100% com seu comentário.
      Mas gosto é gosto….
      Há quem goste de hamburguer, Mickey Mouse, e ser deportado como lixo do aeroporto.
      Ah, e antes que comecem as ofensas pessoais, desnecessárias e histéricas, quero dizer que já estudei muito na minha vida, já li muito e já viajei muito também….hehehehehe

    • Patty says:

      Eu concordo com você Jean !
      Eu viajo Para outros países que me recebem de braços abertos e não faço questão de ir para os EUA.
      Ele humilham mesmo e, eu acho que não precisamos disso…

      • José says:

        Complexo de inferioridade é concordar com quem acha que "existem países superiores", ou que por que a "humilhação" de trocar um produto em uma loja pode ser comparada com a de ser deportado ou ter seu visto negado. Complexo de inferioridade é não entender as razões das diferenças entre os países e classifica-los em "superiores" ou "inferiores" com base na riqueza obtida sabe-se lá a que custo e ignorando ou concordando que pode estar contribuindo para perpetuar o problema. Mas a solução pro complexo é simples. Se mude. Seja feliz.

    • Gabi K says:

      Estes comentários de brasileiros são ótimos mesmo. Não entendo tanta raiva no coração.
      Cada um viaja para onde quiser. É burocrático ir para os EUA? é, mas é um direito deles e se o Brasil não faz o mesmo, problema é do Brasil. Já vi gente falando mal de Londres porque foi mandando para casa ou por causa das perguntas na imigração, eu entrei em Londres sem problema algum, as pessoas foram muito educadas, tanto na imigração quanto nas ruas, em Amsterdã e Paris a mesma coisa. Brasileiro acha que todo mundo tem que recebe-lo com sorrisos e abraços, senão fala mal e diz que não vão passar "por humilhação".
      Fora que você não precisa sair do Brasil para passar por situações de humilhação, com nosso transporte, educação e hospitais, pessoas com muito pisando em quem tem pouco. Fora o "você sabe com quem está falando?".

      • José says:

        Que comentários são ótimos ? A maioria dos brasileiros aqui se opuseram ao comentário que você critica. E, mesmo assim, você ainda generaliza e chama de "comentários de brasileiros". Isso que é ótimo!! Uma maioria de brasileiros em um blog brasileiro reclamando de comentários minoritários e classificando-os pejorativamente como "comentários de brasileiros" !!!!! É tanta vontade de não ser enquadrada como "brasileiro", que me pergunto porque simplesmente não vão embora ? São livres !! Sejam outra coisa, se já não são !! Concordo com você que cada um viaja pra onde quiser. E também que cada um tem o direito de expressar sua opinião. Foi só um colega dizer que não entende como alguém se sujeita a passar por um processo estressante e humilhante como o de tirar o visto e viajar pros EUA tendo tantas opções alternativas sem semelhante procedimento, que choveram críticas em defesa dos Estados Unidos. Se tem algum ódio no coração por aqui, é dos brasileiros contra eles mesmos.

    • Lilian says:

      Já me trataram bem mal na imigração da Turquia por besteira, tipo não podia piscar que ele já parava de fazer o que tava fazendo pra me encarar. E não foi só comigo, vi acontecer coisas piores nos outros guichês. Isso pode acontecer em qualquer outro lugar. Na imigração dos estados unidos, foram sempre cordiais comigo.

    • Lívia says:

      Me desculpe, mas esse papinho de humilhação é papinho de pessoas não viajadas. As pessoas que tem experiência em viagens, sabe que isso é normal e que tem países MUITO piores. Isso tudo é feito para proteger o país. Eu concordo que deve ser feito SIM. Se vc quer bagunça, vai pro Paraguai, que lá qq um entra. EUA é país de primeiro mundo.
      Então antes de falar em "humilhação dos EUA", primeiro procure viajar ou se informar direito.
      Ficar no recalque só pq não pode viajar e sair criticando coisas e países sem fundamento, é mais ridículo e humilhante do que passar por qq "salinha" da imigração.

    • Erika says:

      Vergonha eh pagar os altos impostos do Brasil e ainda se achar malandro. O pais com os impostos mais altos do mundo e com os piores services do mundo. A corrupcao eh solta e parece q todo mundo esta feliz! Este eh o pais do espertos. Esperto mesmo eh morar no Brasil e comer coco e achar q estar comendo caviar. Fala serio ….

    • Márcio Cavalcante says:

      Nossa, quanto comentário babaca! E o que vocês têm a ver se a mulher foi ao Cazaquistão, Irã ou onde quer que tenha sido? Há beleza em todos os países. Uma pena que haja pessoas com mentes limitas o suficiente para não enxergar isso. Aí ficam só no vira-latismo – da parcela mais medíocre brasileira -, babando pelos EUA. Chega a dar pena! ;D

    • Neize says:

      Você está por fora e está perdendo. EUA é um lindo país com pessoas extremamente educadas e respeitosas. Essa "humilhação" que você se refere é para defesa social. Para evitar entrada de malucos que vão pra lá pra matar por motivos fúteis, tais quais religião. Claro que infelizmente, pessoas do bem, como a autora desse belo texto, entram na peneira, mas isso faz parte. Como ela mesmo mencionou, foi tratada com muita educação.

    • Jean, não é pessoal a vc ou a qualquer outro aqui. Como alguém já disse aqui, gosto é gosto e opinião cada um tem a partir de suas experiências pessoais. Acho que gostar ou não gostar de algo não é razão para ofensas pessoais. Acho que muitos tem razão de reclamar dos EUA pois uma parte do povo realmente se acha superior aos outros povos (e não só do Brasil), como nós mesmos !! Isso mesmo. Afinal, quem nunca riu de um desenho dos Simpsons gozando da cara de qualquer outro povo ou local e ficou indignado quando fizeram um episódio dos Simpsons no Brasil ?!?! O que temos para não ser gozados e os outros tem ???
      Minha experiência pessoal foi de ter sido bem aceito as duas primeiras vezes que entrei e ter sido barrado nas outras 4 que tentei entrar ou fazer conexão para outro local. Em todas as vezes fui bem tratado. Inclusive na primeira vez, em NY, fui levado para a sala que estava cheia. Todos aguardavam calmamente o atendimento até que um homem (com traços e sotaque do Oriente Médio) ficou revoltado de ter sido barrado e começou a reclamar que iria passar mal pois sofria do coração. Os oficiais se dispuseram a buscar a bagagem dele para que ele pegasse o remédio ou a receita médica e ofereceram chamar os paramédicos. Ele gaguejou e tudo não passou de encenação e arrogância. Conclusão : foi separado de todos dentro da sala (ficou sozinho de um lado da sala) com um oficial de pé ao seu lado e deve ter sido o último a ser atendido. Quando chegou a minha vez, respondi as perguntas, recebi o carimbo e as boas vindas. Ou seja, nada que alguém não tenha passado, de forma pior, num banco, repartição pública ou hospital (do SUS ou de plano de saúde) no Brasil…

  • André Almeida says:

    Já tinha morado nos EUA em 2007, voltei em 2010 sem problemas, mas em 2011 fui enviado para a tal salinha em Miami e fiquei 4 horas ali, sendo que só tinham 3 pessoas comigo e uma delas era uma senhora de quase 70 anos, coreana, que não falava nada de inglês. As amigas dela passaram e ela não. Achei os atendentes muito debochados e não estavam nem aí para a senhora. Quando fui chamado, respondi tudo, daí perguntaram pq morei em 2007, expliquei e mostrei a carta da imigração me dando mais 3 meses para ficar lá aí eles "pq vc nao mostrou isso ao atendente lá da frente?". Foi a primeira coisa que fiz, mas ele nem fez questão de olhar. Acho um abuso isso, por eles se acharem tão superiores a nós. Ano que vem estou pretendendo voltar, vamos ver no que vai dar…

  • Maria Lucia says:

    Eu passei por algo parecido. Começaram a exagerar nas perguntas e eu com meu ingles falho, comecei a ficar nervosa.Também tive de mostrar meu cartão platinum para justificar que vinha com mais dinheiro. Foi estressante mas saiu tudo bem. A viagem tb era para LAS vEGAS com conexão em Charllote.

  • Renata says:

    Acredito que essa postagem esseja um tanto quanto defasada, pois o I-94 não é mais requisitado tem mais de 1 ano, somente o formulário da alfândega. Quanto a profissão, essa é uma das principais causas de ser mandado para a tal salinha. Se você trabalha com determinada profissão e está indo aos Estados Unidos exerce-la, você poderá ter problemas com seu visto de turismo. Não é incomum casos de pessoas que tentaram entrar com visto de turismo alegando que iriam a congressos, convenções, treinamentos, e terem tido sérios problemas na imigração. Idem para jornalistas e fotografos.

    • Pedro H says:

      o visto normalmente é B1/B2, Isso significa Negócios/Turismo.
      Se for só B2 vai ter mesmo problema. Senão é só não confundir as palavras. Você não será remunerado nos EUA e nem vai desenvolver uma atividade. Vai para uma reunião, um congresso essas coisas são cobertas pelo visto B1

    • Monique Renne says:

      Tem toda razão, Renata. Troquei o nome dos formulários. Obrigada!

    • Gui Lopes says:

      Eu tenho o visto B1/B2. Quando solicitei, expliquei que precisava de visto para reuniões a trabalho nos EUA – o cônsul nem questionou.

      Particularmente acredito que agentes de imigração são treinados para perceber nervosismo ou contradições entre o que você fala e o que o seu corpo mostra. A gente pode emitir sinais sem nem perceber, pode ser que ele tenha achado notar algo e se enganado depois. Vai saber…

      Já passei pro pequenos problemas em Madri, mas nada tão grave.

      • Quando solicitamos o visto, eles colocam B1/B2 no visto (solicitei o visto em junho/2013). Ao entrar no EUA o agente de imigração que decide qual vai colocar no carimbo. Em uma ocasião ele colocou B2, justamente pq a finalidade era turismo, já na outra era apenas uma conexão e ele carimbou como TRANSIT, sem direito a ficar nos EUA. Então imagino que não tenha problemas com o B1, negócios sem remuneração.

  • Eu nunca fui retido na Imigração Americana para demais averiguações. Porém na última viagem (a 3 semanas) a imigração foi muito morosa em Miami, poucas pessoas trabalhando. Fica a dica, evitem chegar aos domingos em Miami pela manhã devido a lentidão da fila.

  • Na primeira que fomos desembarcamos em Miami. Fomos pra salinha. Só lá que percebi que apenas o passaporte da minha esposa tinha sido retido. Quando a oficial chamou a minha esposa explicou num português corretíssimo que o problema eram as digitais. E ai orientou minha esposa: na próxima bastaria um creme nas mãos para combater o ressecamento provocado pelo ambiente seco da cabine do avião.

  • Fabio says:

    Eu vou seguido aos EUA pois trabalho em uma empresa americana aqui no Brasil, e já entrei em vários, mas vários aeroportos diferentes. E tive o desprazer de passar algo semelhante também no aeroporto de Atlanta. Devido a isso, decidi nunca, mas nunca mais entrar nos EUA por este aeroporto.

    • Rafael says:

      Fabio, o aeroporto de entrada não tem nada a ver com isso, e sim o agente no qual você "cai". Viajo aos EUA a trabalho 4-5 vezes por ano, e já entrei por (quase) todos os aeroportos que tem voos do Brasil, com passaporte Suiço. A única vez que fui enviado para a salinha, foi porque o agente em Miami estranhou a quantidade de carimbos de paises árabes no meu passaporte. A tal salinha aliás, estava lotada de árabes, e alguns homens de negócios, que visivelmente tinham o mesmo "problema" que eu…

  • Isabella says:

    Em 2012 eu e meu marido fomos para Orlando. No guichê da imigração tudo ok: "sejam bem vindos". Entretanto, ao passar por um agente após retirar a bagagem, o mesmo estranhou o fato de estarmos apenas com uma mala e resolveu nos mandar para a tal salinha! Lá um outro agente (muito simpático) pegou os nossos passaportes e começou a consultar dados em um computador. Logo após a consulta o agente voltou e iniciou uma bateria de perguntas (que incluiu exatamente as mesmas feitas durante o processo do visto em São Paulo e outras já realizadas no guichê como a quantidade de dinheiro, hotel, tempo de estadia, etc.). Respondidas as perguntas, o agente sorriu, nos pediu desculpas e desejou boas vindas novamente. Isso durou uns 10 minutos, que foram os mais longos da minha vida…ahahahahahaha.

    • David says:

      Também tive o mesmo problema…. O oficial da imigração foi super simpático e carimbou o passaporte rapidinho, mas quando fui passar pela Customs com apenas uma mala pequena, uma oficial meio arrogante achou esquisito um brasileiro com apenas uma mala, sozinho e que passaria apenas 4 dias lá (graças àquela promo de 2012 fui visitar uma prima que mora lá, ficando apenas de quinta a domingo).
      Fui levado pruma sala ao lado por outro agente que começou consultar dados freneticamente num computador.
      Ele me perguntou tudo de novo e, ao final, se eu já tinha morado nos EUA, porque meu inglês era muito bom… Respondi que já tinha morado duas vezes pra estudar e, por sorte, eu tinha levado meu passaporte antigo com os dois vistos de estudante… Aí ele ficou tranquilo, pediu desculpas e me liberou. Então, fica a DICA: levem os vistos e passaportes antigos.

    • Marcio says:

      Passamos por algo parecido, eu e minha namorada viajamos um dia antes que outro casal de amigos, pois eles compraram depois e não tinha mais lugares, então levamos as malas deles, para irem sem bagagem e tentarem adiantar o vôo da conexão, e foi mais ou menos o mesmo, os agente ficaram perguntando como e porque entrariam no EUA sem bagagem, mas dai eles mostraram nossas passagens do dia anterior e a reserva para os 4 no mesmo quarto em Orlando e liberaram. Vale essa dica pro post… Dinheiro, cartão de crédito internacional e BAGAGEM! rs…

    • Fabiano says:

      Será que tem no MD alguma dica sobre essa parada das bagagens?

      Pretendo ir aos EUA pela primeira vez no meio do ano. A ideia era chegar a Miami apenas com a bagagem de mão, comprando tudo (incluindo as malas) lá.

      Agora tremi…hehehe

    • Barbara says:

      Quando éramos namorados nos mandaram passar separado. Rendeu tanto que serviu até de argumento pra gente casar logo kkkkkk

    • merhi taha says:

      Na primeira vez que fui pros EUA (2012) fui parado tb…sera que era pela minha descendencia arabe, acabei na salinha e depois de muitas perguntas me liberaram, as perguntas são as mesmas de sempre, o cara so levou fé depois de mostrar o dinheiro e os cartões de credito.

      Depois disso fui diversas vezes, sempre com frio na barriga na hora da imigração, mas nunca mais tive problema, ja cheguei a desembarcar só de mochila, causou surpresa naquela vistoria pos imigração mas foi tranquilo depois que expliquei que compraria as malas lá.

    • Gabi says:

      Passei por isso, porém foi sofrido….Olá galera, vou falar da minha experiência…um pouco diferente, pois fui SEM RESERVAS DE HOTEL, fui pra ficar na casa de uma amiga que mora lá. E FUI BARRADA, não na imigração inicial, mas depois, pra checarem minhas malas e minha vida também! Quase tive um treco, quase chorei, nunca passei por uma pressão tão grande como aquela, não desejo pra ninguém. O problema maior foi porque eles acharam na minha carteira o telefone da tal amiga e ligaram pra ela e ela disse que eu passaria 30 dias e eu disse 17dias e eles me encheram o saco, me revistaram até na alma e o pior eu levava 2 maracujás pra ela e eles pegaram e jogaram no lixo. Desembarquei em Miami as 5hs da manhã e fiquei nesse processo todo até 6:50, quase perdi meu vôo para Boston. Nesse tempo todo que fiquei na salinha do raiox o agente foi pra dentro e me deixou quase uma hora esperando e eu angustiada, até que ele voltou e com outro, e esse outro bem mais gentil me repetiu as perguntas e disse que eu estava mentindo em relação a data de volta, então expliquei que minha amiga confundiu e ele viu que eu estava falando a verdade, realmente havia um engano e ele me perguntou sobre grana…Vixe!!! Fui com apenas 200dolares na carteira e um cartão de crédito. E ele começou a questionar como eu comeria e sobreviveria esses 17 dias e eu disse que não teria gasto nenhum, pois ficaria na casa da minha amiga. Daí esse agente ficou com dó de mim e me liberou… UFA!!!! Que alívio aquele momento. 3 problemas comigo: dinheiro, fruta e a contradição de dias!!! Fui em julho, agora voltarei em dezembro pra passar 1 mês, será que terei problemas?

  • Danilo says:

    Se alguém puder me ajudar, eu tenho uma dúvida quanto à imigração. Eu pretendo ir com minha namorada aos EUA no final do ano. Na hora de passar pelo guichê de imigração, devemos ir juntos, ou cada qual em um guichê diferente?

    • Pedro H says:

      separado. Só passa junto famílias que MOREM juntos.

      • Danilo says:

        Uma pergunta meio idiota agora, mas só para desencargo de consciência mesmo: mas se me perguntarem se estou viajando sozinho ou acompanhado, falo que estou acompanhado, certo?

    • Monique Renne says:

      Namorada é separado, esposa é junto. Mas comino Brasil união estável vale e não tem papel, fica a dúvida mesmo… Sugiro o seguinte: se não preencheu no visto que você é casado com ela, vá separado 🙂

    • Alex says:

      Ano passado fui com minha noiva, a irmã dela e uma sobrinha delas (filha de uma terceira irmã) para Miami. entramos os 4 no mesmo guichê sem problemas. Varia do atendente aceitar ou mandar a tropa de volta pra fila.

    • Felipe says:

      Você pode pedir para o atendente. Fui em novembro com a minha namorada e deixaram tranquilamente.

    • Joao Zardini says:

      Já entrei quatro vezes nos EUA com minha namorada e nas quatro fomos juntos para o guichê, inclusive respondo às questões relacionadas a ela, por exemplo, profissão, já que ela não fala inglês e nunca tivemos problemas com isso. Boa viagem!!!

    • Helio Filho says:

      Já fui com um amigo que não falava inglês, entramos por Miami, e eu e ele fomos atendidos juntos, eu traduzi pra ele!!! Então na hora que for ser chamado, é só pedir para ser atendido junto com sua namorada!

      • Pedro H says:

        engraçado pq as duas vezes que eu fui com minha namorada, que virou esposa, me mandaram passar separado, mesmo ela não falando nada em inglês.

    • Marcio says:

      Eu já passei junto, mas depende, o vistoriador não vai te barrar por tentar passar com a namorada no mesmo guichê, o máximo que pode acontecer é ele dar uma bronca e mandar um dos dois voltar e ir em outro guichê. Normalmente tem alguém coordenando as filas, basta perguntar para essa pessoa se podem ir juntos ou não, pelo menos evita a bronca.

    • Rafael says:

      Fui duas vezes com minha namorada, sem peoblemas. Eu não falo inglês e ela respondeu tudo por mim.

    • Thati says:

      em outubro fui pra nova york com meu namorado, na escala em washington o cara da imigração não deixou a gente ir no mesmo guichê, mandou meu namorado voltar pra fila…rs, disse que só pode se for casado

    • Augusto says:

      Fui em novembro com um AMIGO, nossa entrada era no aeroporto de Atlanta, e fomos juntos ao guichê e não tivemos problemas. Meu amigo não fala inglês, e como estávamos viajando juntos isso acaba facilitando o trabalho dos oficiais. Nunca vi eles mandarem ninguém voltar pra fila quando estão viajando juntos. E só perguntaram pra onde estávamos indo. SÓ! Mais nada.

    • merhi taha says:

      eu ja vi o casal indo e o pessoal da imigração falando pra passar um de cada vez, como o casal era argentino ate tirei um sarro…zueira.

      mas vai do humor do oficial de imigração…

      e num tem cabine certa, as vezes vc acha que o cara que sorri vai te liberar rapido e sem perguntas, as vezes esses são os piores.

    • Luis says:

      Eles só aceitam que faça a entrevista juntos, se for marido e mulher ou companheiros. Se falar que é namorada, não vão aceitar.

    • Filipe says:

      Já fui eu e uma amiga juntos, e ela olhou pro atendente e falou "I don´t speak english" conversaram em espanhol, e deu tudo certo.
      Combinamos de irmos juntos, porque as passagens eram no mesmo Localizador, e hotel na mesma reserva, nem pediram pra ver, foi bem tranquilo…
      Estavamos indo pra Las Vegas também…

    • Evelyn says:

      Oi Danilo fui esse ano a ny e ao passar pela imigração em Miami fui com meu "namorido" tendo em vista que vivemos juntos mas não somos casados! o problema só foi que o agente perguntou se éramos família! Eu simplesmente disse que sim e ele não muito gentil me perguntou se éramos casados, respondi que não e claro tive que escutar a explicação de que só era família quem era casado, fora isso não teve problema irmos juntos! Boa sorte!

    • Carolina says:

      Eu e meu namorado falamos inglês, mas, mesmo assim, optamos por ir juntos ao guichê. Não pedimos autorização, nem nada. Só fomos.
      O atendente primeiro perguntou a um, depois ao outro, os dados essenciais, mas quanto ao endereço do hotel, quanto tempo íamos ficar, etc, fez apenas uma pergunta, válida pra ambos.
      Faça na hora o que se sentir mais a vontade. Apenas não hesite, pois se você for pedir permissão eles, provavelmente, dirão que não é possível.

    • Débora says:

      Fui com meu namorado sem problema. Melhor que ir sozinho né?

    • Nas 2 vezes que fui com amigas, passamos juntas. Sem nenhum problema.

    • Indira says:

      Danilo, a primeira vez que fui, entrei por Miami, e fui com meu então namorado. Preenchemos dois papéis separados mas fomos ao guichê juntos. Lá o vistoriador perguntou se éramos casados e eu respondi noivos. Ele aceitou nós dois no mesmo guichê e riscou nosso papel alterando para duas pessoas.
      Na segunda vez, meu namorado já tinha virado meu esposo. E estávamos com a irmã dele e o filho dela. Fomos os 4 para o guichê e o vistoriador mandou separar: eu e meu esposo num guichê, minha cunhada e o filho para outro guichê.
      Acho que também depende do vistoriador. Mas isso não tem problema, voltar para o final da fila não é a pior coisa; eu mesma já voltei duas vezes (rasura no formulário e separação de família)…
      Como a Monique falou, o importante é manter a calma.
      Se eu fosse você, ía junto com ele para o mesmo guichê, sem problema algum, é só dizer que são noivos…

  • Vou ter que conseguir esse American Platinum sem limite, hahaha, ai sim estarei bastante tranquilo, brincadeiras a parte, ótima reportagem!

  • Só uma correção de uma confusão comum: o The Platinum Card tem limite sim! O fato do limite não ser pré-estabelecido não significa que não tem limite.

    Único cartão da Amex sem limite é o Centurion Card, e se você tem ele, você é rica sim 😛

    • Francisco, você pode imaginar que eu tinha duas opções: dizer que era sem limite ou explicar que ele é sem limite com limite pré aprovado. Poderia ser a diferença entre entrar ou não nos EUA. Optei pela maneira mais simples. Mas, realmente, este cartão não é muito comum nos EUA…. Por isso funcionou 🙂 E eu realmente não estou nem perto de ser rica! Kkkakakakakak.

    • Fred Dabras says:

      Confusão da sua parte! Os cartões Green, Gold e TPC ( The Platinum Card) não tem limites de crédito! Já comprei um apartamento no meu TPC, basta você comunicar antes que fará uma grande compra, porque se não eles bloqueiam por questão de segurança. Gosto demais do Membership Rewards, por isso consideroos Amex os melhores cartões do mercado, principalmente quando se consegue negociar a anuidade!

    • Alexandre says:

      Ola, na verdade o Mastercard Black tambem é um cartao sem limite, tanto que esta escrito no cartao unlimited

    • Rick Amaral says:

      Talvez voce esteja falando do Amex Black… esses sim top de top… so vi com um advogado americano de uma grande firma de advocacia…

  • Daniel says:

    Passei por isso várias vezes.

    Da última vez foi no JFK e nesse caso específico havia um brasileiro naquela sala que estava sendo deportado por ter entrado nos EUA ilegalmente em outras ocasiões. Não tenho detalhes desse caso do cara, só sei que eu fiquei pensando … "pronto, agora a casa cai para mim".
    Ainda que eu estivesse viajando a trabalho (sou diretor de uma empresa de importação e exportação e minha matriz fica nos EUA, viajo muito, estou no meu 6o passaporte e no passaporte atual tenho carimbo de entrada em 4 dos 5 continentes), respondi os inúmeros questionamentos calmamente, mas não posso negar que fiquei pensando que finalmente esse seria o meu dia de ter problemas com a entrada nos EUA, mas no final deu tudo certo.
    Ótima postagem, parabéns.

  • Wagner says:

    No meu caso foi após a imigração, mesmo após ter ouvido o "bem vindo aos US" no aeroporto de Miami.
    Não lembrei de colocar na declaração de entrada, nem de avisar ao agente da imigração e estive com duas esquecidas maçãs na minha mochila. Ao sair da imigração o cão farejador me seguiu e o policial logo me enquadrou pela suspeita do bichano. Eu e minha esposa fomos para a salinha das bagagens suspeitas, após a revista e descarte das maçãs fomos liberados.

  • Ana Fiorani says:

    Curioso, mas passei um aperto mesmo foi chegando via trem (Eurostar) a Paris. Estávamos eu, meu marido e minha filha adolescente e ao passarmos pela imigração, após as várias perguntas (parecia até EUA) havia um curral onde passávamos um a um pelo detector manual de metais. Já havíamos passado eu e meu marido e fiquei aguardando minha filha quando reparei que a oficial a estava questionando novamente, em separado. Fiquei bem aflita pois fui impedida de voltar para ficar com ela que, apesar de ser alta, só tinha 15 anos. Como tem inglês fluente, ela respondeu prontamente as perguntas e, pelo que notamos, foram direcionadas somente a ela em separado por se tratar de suspeita de tráfico de mulheres, bastante comum na Europa. Se ela tivesse saído de meu alcance de vista certamente teria dado uma de mãe-leôa, mas não foi preciso, felizmente.

    • Ainda bem que sua filha fala inglês e conseguiu comunicar-se , pois a polícia francesa eh muito ostensiva. Deus me livre de ver-me numa situação assim. Ainda bem que a leoa não precisou agir. Rsrsrs.

      • Juliana says:

        Verdade. Voltava com meu namorado de Paris de trem e ficamos em filas separadas porque eu tenho o passaporte português. Nessa altura, morávamos na Inglaterra a estudo. Os guardas Franceses são assustadores e mesmo pra quem fala inglês fluente e está super seguro de si, fica nervoso com o tipo de abordagem e questionamentos. Se vc der qq passo em falso então… Já era!
        No caso dele, fizeram milhares de perguntas e inclusive pediram pra ele descrever o percurso dele do Curso pra Casa e em quais estações de metro ele utilizava, aonde fazia a baldiação, etc. O desfecho foi com muita emoção!

  • Wilton says:

    Apesar de não precisar, na ficha da alfandega (azul) eu coloco o valor que tenho em dolares e sempre falo que estou a passeio e compras apesar do meu visto ser B1/B2.

  • Bernardino Medeiros says:

    Em 2012 eu fui comemorar 10 anos de casado com minha esposa em Orlando, já dentro do avião aqui em Guarulhos, fui guardar o celular no compartimento do banco a frente e vi que tinha uma lâmina, na mesma hora pensei que o melhor a fazer seria entregar a comissária que logo guardou e seguiu normalmente. Porém ao chegar em Detroit, notei que demorou além do tempo para liberar o desembarque até que o comandante informou que eles estavam em procedimento de segurança, logo pensei, to ferrado. Bom, se passaram 15 minutos e tudo liberado, fomos para imigração. Ficamos na fila tranquilamente, quando eu estava próximo para ser atendido, chegou um agente e falou Mr. Medeiros, eu me apresentei e ele nos acompanhou até a cabine. Passamos por lá traquilamente e o agente pediu para que a gente pegasse nossas malas na esteira. Minha esposa nervosa e eu começando a ficar nervoso com ela, pois ela não parava de falar. Pegamos as malas, na verdade tinha uma mala dentro da outra, pois geralmente vamos vazios e voltamos lotados de coisas. Ainda tinha um doce pé de moleque que estava levando para um conhecido em Orlando. Depois que revistaram tudo, ele nos pediu para que fossemos até outra salinha. Ai eu gelei, pensei comigo, agora to fudido, vão nos colocar no primeiro voo de volta ao Brasil. Chegamos numa salinha pequena e uma pessoa da companhia aérea nos acompanhou todo momento. Ele fez várias perguntas, se eu tinha filhos, porque eles não estavam com a gente, se já tinha ido para os Estados Unidos, se usava drogas, e por último se a gente poderia ter uma revista íntima para provar que a gente não trazia drogas. Eu falei que não seria necessário pois a gente não tinha drogas, mas se aquela fosse uma condição única não tinha o que ser feito. Foi quando ele disse que muitas pessoas utilizam a lamina para preparar a cocaina para cheirar. Após esse periodo ele nos disse que a gente estava liberado, pegamos as malas e seguimos viagem. Sinceramente é um tanto quanto constrangedor e humilhante, porém para um país que tem que duvidar de tudo acho que é válido. Afinal de contas, ninguém tem estrela na testa para falar que é traficante, ou algo do genero.

    • RABUGENTO says:

      Sacanagem ou ignorância da comissária.
      Se você pretendesse utilizar a lâmina não a teria chamado.
      A empresa aérea era lá do Norte, né?
      Completamente neuróticos…

  • Uma vez decidi ir aos Estados Unidos. Como moro no Recife, há um consulado aqui, então não precisei me deslocar para outra cidade. Apesar de ter marcado hora, como todos devem ter feito, havia uma fila enorme debaixo daquele sol de nove da manhã que quem conhece o Recife sabe que é o pior momento do dia, aquele calor sem brisa. Fiquei numa lanchonete até chegar minha hora. Foi tranquilo, servidor público e já com visitas feitas à Europa não encontra problemas. Já com o visto garantido, comecei a organizar a viagem. Seria NY, o revival de A Chorus Line ainda estava em cartaz na Broadway e queria muito ver. Mas nas minhas pesquisas infindáveis percebi que o visto não garantia minha entrada no país. Ele garante somente que eu bata à porta, me deixarem entrar é outra coisa. Foi então que eu refleti: caramba, para que passar por isso? Entendo o cuidado que os EUA tenham com imigração ilegal e terrorismo, mas a impressão que me dá é que por mais que gastemos nossa grana por lá, que alavanquemos o turismo, somos ainda intrusos ou entramos lá pela benevolência das autoridades de imigração. Posso estar enganado – e devo estar – mas essa sensação de bancar a festa e se sentir penetra me fez desistir de ir. Fui revisitar Paris. E olhe que sou bastante detalhista com documentações para viajar, até um pouco paranoico. Quando viajo pela TAP, por exemplo, além dos documentos habituais, pego uma declaração do órgão onde trabalho atestando que sou funcionário público e levo ao consulado português para ser carimbado por eles. São cuidados que tenho para ter a certeza de que irei entrar no país de destino, por que são situações pragmáticas. Mas o que ocorre nos Estados Unidos nos deixa a mercê do humor de quem irá nos receber. Infelizmente creio que essa política deles jamais tenha fim. Eu que tenho que trabalhar isso comigo se quiser um dia conhecer os EUA.

    • Alex says:

      Sem dúvida nenhuma vale a reflexão seu relato. É exatamente isso que você disse: Pagar pela festa para se sentir o penetra. PERFEITO!

    • Sergio says:

      Nem todas as pessoas são iguais a você e a maioria dos leitores desse site. Infelizmente há algumas pessoas mal intencionadas que querem virar imigrantes ilegais e se não existisse esse tipo de pessoas o visto nem seria necessário.

    • Rebeca says:

      Entendo o que você diz, mas ter o visto e não ter permissão para entrar no país, pode ocorrer com muitos outros destinos.. em geral a decisão é daquele agente que está em sua frente

  • Leandro says:

    Eu fui para na salinha da imigração do aeroporto de Schipol em Amsterdã só que na saída do país. O oficial da imigração na hora de dar saída não conseguiu ver a data da minha entrada no carimbo que estava muito apagado. O passaporte tinha sido carimbado em Lisboa menos de um mês antes. Fui levado pra salinha e fiquei por 40 minutos até conseguirem contato com Portugal e verificarem a data correta da minha entrada. Um sufoco!

    • Alexandre says:

      Não sei quando foi sua viagem Leandro, a minha foi em 2008, e o carimbo de entrada em Lisboa foi beeeem vagabundo, quase não dava pra ler. Porém, como a saída foi por Lisboa também, devem ter conseguido checar os dados mais facilmente.

      abraços

    • Silvia says:

      Em Zurique me fizeram as perguntas básicas e o carimbo ficou péssimo por “minha causa” (eu tinha colocado um clips na última página) e a agente de imigração me pediu desculpas, que normalmente os carimbos dela no passaporte ficavam bons. Ela pediu que eu não mais colocasse clips no passaporte e eu pedi desculpas. Na volta para o Brasil, no mesmo aeroporto, o agente não conseguiu conferir a minha data de entrada e comentou que o carimbo estava ruim. Mas eu falei que tinha deixado o ticket da viagem de ida ali na mesma página para saberem a data de entrada e mostrei para ele, e disse que a agente tinha me pedido desculpas pelo carimbo ter ficado ruim. Ele agradeceu e me desejou um “boa noite” em português que não entendi senão quando ele traduziu para o inglês o que estava tentando falar.

    • re178 says:

      Falando nisso, ano passado fiz uma viagem para a Ásia e fiz conexão na Europa e em Dubai. Na ida, quando cheguei na Europa carimbaram meu passaporte, normal. Mas quando cheguei na Europa novamente vindo da Ásia ( e Dubai) o policial não carimbou. Pernoitei esta noite na Europa e no dia seguinte quando estava deixando a Europa o policial perguntou onde estava meu carimbo de entrada. Para “tentar” não criar problemas, mostrei o carimbo de entrada antes de ir para a Ásia, e ele aceitou. (Ainda bem que ele não viu o de saída para a Ásia) Mas voltando ao assunto, tem problema se o policial não carimbar o nosso passaporte?

    • Regis Cunha says:

      Cheguei na Itália por Milão e ao sair por Roma o oficial percebeu que no passaporte de minha esposa não constava o carimbo de entrada. E começou a fazer um monte de perguntas (e eu não falo italiano). Foi quando ele perguntou por onde nós havíamos entrado e eu falei: Milano. Ele olhou para o oficial da cabine ao lado, falou um monte e disse "MILANO", balançou a cabeça e disse até logo.

    • Renato says:

      Eu tive o mesmo problema. Meu passaporte foi mal carimbado em Lisboa e eu tive problemas para entrar na Suiça. O pior é que eu comecei a conversar com o oficial de imigração suiço em francês, mas vi que o negócio tava ficando feio e quis falar em inglês mas o fdp queria que eu continuasse falando francês. O pior é que depois a imigração do Reino Unido colocou o carimbo sobre o carimbo português. Uma verdadeira zona.

  • Daniel Brito says:

    Monique, esse teu AmEx Platinum foi convite ou você sabe alguma estratégia para conseguí-lo? Eu tenho o Gold Card que é anterior a ele. Abço.

    • Oi Daniel! Foi convite sim.

    • O The Platinum Card é sempre por convite, não tem como solicitar. Mas eu tive o Green, o Gold e tipo 2 anos após eu ter o Gold me convidaram para aderir ao platinum. Se voce ja tem o Gold há algum tempo, consulte a possibilidade de te converterem em platinum…mas se prepare pra anuidade salgada (1.200/ano em 3 parcelas de 400). Eles tambem aceitam troca de pontuação do Membership Rewards como pagamento da anuidade. E não se esqueça de se inscrever no membership Rewards turbo, que voce receberá 2,2 pts/dólar gasto….

    • Rick Amaral says:

      Convite em tese… se pedir ao gerente dos bancos emissores eles providencia… estou cancelando o meu the platinum hoje… prefiro o Mastercar Black e o Visa Infinite

  • Willian says:

    Pretendo passar 18dias nos EUA Ny e Miami,Estou indo vom cartão internacional,mas quanto devo levar em dinheiro?nã sou adepto de andar com muito dinheiro no bolso.

  • Anderson says:

    Nossa, senti esse medo por você agora, mesmo indo diversas vezes para os EUA, um ano fui 4 vezes, e esse frio na barriga deve ser de todos.
    O agente teve a cara de pau de perguntar se era a minha primeira vez nos EUA, sendo que no passaporte antigo tinha mais de 8 carimbos só em Miami.

    Outra coisa, agora entendi, o porque 2 vendedores falaram (brincando e sorrindo) que era milionário quando paguei com meu platinum.

    Por falar em fazer a propaganda do site, essa semana fui para Bolívia, e o agente da Federal não queria liberar uma pessoa que estava viajando também para Bolívia por estar portando apenas a cópia autenticada, mesmo sendo emancipada. Esperando na policia federal a agente comenta com um rapaz que trabalhava na TAM e disse que precisava de passagem barata para o Canada, na mesma hora eu opa, anote esse site (www.melhoresdestinos.com.br), citei que era minha primeira viagem do ano, e já tinha mais 2 marcadas, Miami mês que vem, e Santiago no começo de Agosto, ela deu risada, e falou, chama lá a pessoa que vou liberar vocês por esse portão de embarque, e me perguntou melhor sobre o site e como funcionava as passagens, na mesma hora abri meu e-mail e mostrei as passagens para os EUA por U$ 380,00.
    Nem ela a agente nem o cara da TAM acreditaram, rs…

    Obrigado MD e as dicas da Monique.

  • Ivana Rafaela says:

    Preciso desse cartão tbm!!!!!! Alguém pode me informar como é a entrada na Europa por Frankfurt?

    • Juliano says:

      Europa é mais tranquilo. Leve sempre as passagens de ida e volta, reserva de hotéis, etc.
      Ano passado quando entrei por Frankfurt fui recebido por dois agentes jovens, bem alemães chucrute (loiros de olhos azuis), e bem arrogantes.
      Qdo me dirige ao guichê livre, o agente estava comendo um sorvete (o que não tinha visto), e me encheu de osso, perguntou se eu não vi que ele estava comendo, me mandou voltar pra fila e esperar, e depois mais um monte de desaforo… Faziam várias perguntas, e os dois ficavam fazendo cara de deboche, que não entendiam o que eu estava falando.

      Acho que queriam me humilhar e se exibir, pois eu estava com minha namorada , que é uma descendente de alemães muito bonita…
      Mas tirando isso em geral o povo alemão é muito simpático.

    • Silvia says:

      Entrei por Frankfurt pela primeira vez no ano passado e foi rápido e tranquilo. Fizeram perguntas básicas rápidas, respondi objetivamente e foi tudo bem. Já num vôo de conexão de Lisboa para Munique, após desembarcar, um agente à paisana me parou, anunciou ser da polícia federal e mostrou a carteira de identificação (como em filmes norte-americanos: “aqui é fulano tal, sou agente da polícia federal, seus documentos por favor!”), em um tom de voz bem intimidador e me fez perguntas em inglês. Fiquei meio sem reação (foi muito rápido e ele meio que saltou na minha frente e não estava vestido como policial então fiquei meio desconfiada) e então ele perguntou que idiomas eu falava. E então ele fez toda aquela apresentação (quem era e mostrando a carteira com o emblema da PF alemã) em português. Viu meu passaporte, perguntou de onde vinha e para onde ia, mostrei minhas passagens e ele me liberou. Antes que o complexo de brasileiro “vira-lata” surja em possíveis leitores, achando que é perseguido nas imigrações europeias, sou mais polaca que muito europeu e o vôo não vinha do Brasil. A agente que estava com ele perguntou a ele rindo em alemão que idioma ele estava falando comigo e ele disse que português, porque eu era de São Paulo. Ela então perguntou a ele com um tom de voz engraçado “e como é que vc aprendeu português?” e então eu não ouvi mais nada pois fui liberada. Não faço ideia da razão de ter sido parada mas após mostrar passaporte e passagem e eles serem analisados a olho pelo guarda fui liberada alguns minutos depois. Em pé mesmo, sem entrar em salinha nem nada.
      Vale dizer que eu nunca esperava que as 3 pessoas que estavam lá era agentes à paisana. Eles se disfarçam bem. A imigração veio bem depois. Com o brasileiro na minha frente (jornalista) o agente da imigração em Munique conversou bastante (não sei se era interrogatório ou “bate papo” pois o brasileiro estava muito à vontade, falante e amistoso) mas chegando na minha vez ele só carimbou e desejou boa viagem.

    • Samira says:

      Olá Ivana, Tenha em mãos passaporte com validade superior 6 meses, reservas de hotel e seguro de viagem/assistência é bom ter uma declaração de emprego em inglês ou alemão. Responda o que perguntarem e esteja bem vestida, ou seja, discreta. isso conta muito.
      Os alemães são bem sérios, rigorosos e educados. Nunca tive problemas, sempre foi rápido creio que minha profissão ajude bastante, pois eles valorizam muito o professor universitário.
      As perguntas geralmente são: para onde vai? O que fará? Por quanto tempo? Seguro Saúde?
      Boa sorte.

    • Sergio says:

      Já entrei 3 vezes por Frankfurt e a única pergunta q me fizeram foi: " qual o destino?". Enfim, a imigração da Europa é muito tranqüila , com algumas exceções, claro!

    • Carlos says:

      Não mexa com os cães! A única vez que desci em Frankfurt, tinha que passar por um pastor alemão. Alguem na minha frente, fez menção em fazer uma caricia nele. Sorte que alguém o impediu.

    • marlo lawin says:

      Boa tarde Ivana. A minha entrada foi tarnquila, com excessãod a bagagem que demorou muito, muito mesmo pra chegar. Já estava até na filinha de bagagem extraviada que, por sorte, tinha 200 metros, quando vi a bagagem chegar. Como moro no sul e falo razoavelmente alemão, foi tudo tranquilo. Pergunas muito simples, não me pediram sequer sobre dinheiro ou cartão, só pediram a passagem de volta, mas recomento ter tanto dinheiro como cartão e a carta convite ou a reserva paga de hotel. tive mais problema na saída em Colonia, fizeram muito mais perguntas, demorou muito mais e no raio x, tive que abrir a mala pois tinha posto umas moedas empinhadas dento da mala que chamaram a atençãoe e eles não conseguiam indenticar o que era. Mas tudo bem tranquilo

    • Oswaldo says:

      Quando fui para a Europa, entrei por Zurich e pegaria a conexão para Paris. Estavam eu, minha esposa e minha mãe de 80 anos. Ao sair do avião, minha esposa foi na frente e eu fiquei ajudando minha mãe e acabamos ficando um pouco atrás.
      Quando cheguei do lado de fora do avião, havia um guarda grandão questionando minha esposa sobre para onde ela estaria indo. Minha esposa nåo fala nada de inglês ! Quando vi isso falei que ela era minha esposa e que pegaríamos a conexão para Paris. Imediatamente nos deixou passar sem problemas. No guiche de imigração, o rapaz que nos atendeu não perguntou nada, apenas carimbou o passaporte e nos orientou onde seria o embaque da conexão!

    • Lucia says:

      Oi, Ivana
      Já fui duas vezes pra Europa, entrando por Frankfurt , de Recife pela CONDOR. Imigração tranquila e educada, falam bem inglês!

      • Ivana Rafaela says:

        Juliano, Silvia, Samira, Sérgio, Carlos, Marlo Lawin, Oswaldo e Lucia… Muito obrigada pelas informações! Já fui para Europa entrando por Milão e foi super tranquilo, mas sempre tive aquela ideia de que na Alemanha seria mais complicado. Enfim, muito obrigado por todas as dicas! Não mexerei nos cachorros, esperarei na fila caso os agentes estejam comendo e não me separarei do meu marido! Beijos e muitas viagens a todos nós ;*

    • Daniel says:

      Sou do Rio e moro em Berlim. Na única vez que fui de Condor (partindo de SSA), tinha policiais federais no finger parando e interrogando todo mundo de cor parda. Eu (branco) passei sem problemas. E pr variar, ganhei o carimbo de entrada na página do visto americano (eles acham que se você pode entrar nos EUA, pode entrar na Europa).
      Mas achei muito estranho. Venho muito a Europa há 3 anos e sempre foi tranquilíssimo. Primeira vez que vi isso. No check in em Salvador, o funcionário da Condor disse que tinham 2 brasileiros sendo mandados de volta de Frankfurt.

  • eduardo says:

    Galera do MD, estou de viagem marcada para os Estados unidos, voo direto fortaleza – miami, minha saida sera dia 02/08/14 e volta dia 16/08/14 e o meu passaporte é valida ate 28/01/15, eu preciso tirar um novo passaporte? aguardo resposta

    • Fabio Peixoto says:

      Eduardo,

      Não existe mais uma obrigatoridade/exigência, mas ainda assim continua extremamente recomendável que seu visto seja válido por ao menos 6 meses além da sua data prevista de saída dos EUA
      http://portuguese.brazil.usembassy.gov/pt/nivfaq….

    • Oi, Eduardo! A resposta oficial no site da embaixada americana não deixa claro, ou seja… Se você ainda tem tempo, tire um novo. Melhor prevenir do que remediar. Veja abaixo a resposta do site:

      37. O meu passaporte brasileiro precisa estar válido por seis meses além da data de minha partida dos Estados Unidos?
      É sempre melhor viajar com um passaporte válido por seis meses além da data de sua partida dos Estados Unidos.

    • Karina says:

      Eduardo
      O passaporte deve ter validade de 6 meses. Providencie a renovação para não ter problemas e leve o antigo com o visto.

    • Mileide says:

      Acredito que sim! O passaporte tem que ter, pelo menos, 6 meses de validade!

    • itabunense says:

      rapaz, acho que nao. Antigamente a Europa exigia q o passaporte valesse 6 meses alem da data de volta, mas até lá agora acho que caiu para 3.

    • Helio Filho says:

      Olá Eduardo! vc precisa ter um passaporte com validade mínima de 6 meses para entrar em qualquer país!!!! na sua entrada o seu passaporte terá validade de 5 meses, então precisa sim de um novo passaporte!!!!

      • Carina says:

        a validade depende do país, muitos na Europa exigem só 3 meses. Nos EUA, mais importante que a validade do passaporte, é a validade do visto.

    • Viajei no último black friday GIG-JFK (25/11-03/12/13) com visto válido até 26/12/13. No chek in da Avianca, a funcionária me alertou que poderia haver problemas na imigração. Como já vi posts e relatos anteriores no MD que um passaporte e visto válidos são suficientes, fiz cara de confiante e embarquei. Já no avião, com minha esposa e amigos (que dependeriam de mim, com meu oooóóótimo english), disse que estava com medo de ser barrado…. no guichê do JFK, nem perguntaram nada. Welcome sir. Desapareci daquele lugar em instantes, antes que mudassem de ideia.

    • Fernanda says:

      Viajei para Orlando com passaporte vencendo em março e não tive nenhum problema.

    • Luis says:

      Não será preciso. A validade do passaporte ou do visto tem de ser pelo menos 1 dia depois da sua data de retorno para o Brasil, ou seja, se você retornará para o Brasil no dia 16/08/14, eles aceitam a sua entrada, desde que a data de validade seja 17/08/14. Mas é claro, o ideal é você ter a validade de pelo menos 6 meses após a sua data de retorno.

  • Valéria Moraes says:

    Excelente matéria. Vou pros EUA pela primeira vez daqui há duas semanas e o texto foi bem esclarecedor. Muito obrigada mais uma vez, MD!!

  • Olá pessoal,
    pelo seu relato, acredito que o motivo de ter sido levada para a 2o salinha foi o fato de ter respondido que estava a trabalho. Se você usou a palavra "work", ele entendeu que você estava ali para trabalhar nos EUA e nao tinha o visto apropriado. Nos casos de viagens pontuais a trabalho ou como no seu caso, devemos sempre utilizar a palavra "workshop".

    • Oi, Vinicius! Eu disse que estava de férias. Porém, ao ser perguntada sobre a minha profissão, respondi que era jornalista e fotógrafa. Eles perguntaram se eu estava com equipamento, eu disse que sim. Talvez tenham presumido que eu estava a trabalho, porém não deixaram claro o motivo da minha ida pra salinha…

  • Carla says:

    Sempre tive uma dúvida referente a entrada nos EUA. Por exemplo, eu vou fazer uma viagem em que os EUA não será o meu destino final, somente farei uma conexão. Vc é entrevistado nesses casos também? Eles podem te impedir de continuar a viagem e te deportar? E o visto como fica? Obrigada!!

    • Carla, se você vai fazer conexão nos EUA obrigatoriamente você precisa do visto. A imigração é para todos, mesmo para os que não tem os EUA como destino final. Você precisa de um visto válido e passará pelo mesmo processo.

      • Alex says:

        Tá mas digamos q a pessoa não sabe lê, não tenha internet, e nem TV e viaje pra lá sem visto nenhum apenas passando pelos EUA fazendo uma conexão. Eu sei que deve existir casos em que a imigração libera pessoas nessa situação. Digo, as vezes a viagem demanda extrema urgência, e realmente não da tempo de tirar visto algum e a pessoa precisa fazer conexão em Solo Americano… E aí? Será q num aparece um bendito q tenha conseguido o feito de passar pela imigração mesmo sem o visto? Sei q parece ilógico essa questão todavia aí mora uma grande questão debatida exaustivamente em Direito Internacional: o direito de ir e vir — que são direitos constitucionais universais — sem afetar a soberania do país em questão.

        Minha vontade era que esse que conseguiu passar sem visto desses as caras aqui pelo MD e dissesse: EU, EU JÁ CONSEGUI entrar nos EUA sem visto. Kkkkk

        • RABUGENTO says:

          Não conseguirá!
          Não é permitido embarcar sem apresentar o visto no check-in da cia.aérea.
          Os consulados atendem em emergência se necessário for.

          • Alex says:

            Ahhh, entendi. Então por exemplo: a mãe da Ex-Ginasta Laís Souza que recentemente se acidentou e lesionou a medula, a mãe dela foi pra lá, mas foi atendida com altíssima prioridade no Consulado/Embaixada, pra poder embarcar… Entendi.

        • Alex, a companhia aérea só permite a sua entrada no voo se você tiver o visto americano. A fiscalização começa aqui.

          • Alex says:

            Achei que fosse que nem Europa: apenas Passaporte em mãos e documento válido c/ foto na hora do embarque. Bom… Sendo assim, a vigilância começando na hora do embarque: acabou o sonho. :/

  • Não tenho ideia de quando mas um dia pretendo ir aos EUA e com certeza esse post fará toda a diferença na organização da viagem.
    Galera MD sempre a frente.
    Show de bola!
    Super parabéns!

  • Talita says:

    Aconteceu comigo em Nova York em 2010. Estava sozinha e fiz escala no Panamá. O engraçado é que não fui parada na imigração, mas sim na na porta que dava saída do aeroporto. Uma policial americana pediu para que acompanhasse ela até uma sala. Eu, que não tenho inglês bom, tirei o vocabulário dos cosmos, pois consegui manter a calma e falar. Ela revistou toda a bagagem, rasgou a mala por inteiro, inclusive o forro, tirou até o papelão de proteção da mala, era roupa pelo chão e inúmeras perguntas. Mostrei reservas, passagem de volta, dinheiro e tive que explicar o que fazia no Brasil. Como tenho empresa, a coisa ficou mais fácil para convencê-los de que estava sozinha, pois tinha flexibilidade de viajar.
    Depois disso, fiquei mais light, mas simpatia é o que menos vejo na imigração, eles te encostam na parede, principalmente quem está sozinho.

  • Já fui passar um fim-de-semana no EUA e tive problemas com a imigração :). Nada mais natural, né, para um maluco que passa 10h dentro de um avião para chegar num dia e ir embora no outro.

    Em agosto de 2012, peguei uma promo da Delta (anunciada aqui no MD) saindo de BSB e indo para Orlando. Queria muito comprar um subwoofer para o meu home-theater. Como lá ele custava US$300, o que juntando ao preço da passagem, sairia mais barato do que aqui, R$2500, valia a pena "gastar" uma mala para trazê-lo e passar só um fim-de-semana lá.

    Pedi-o pela Amazon e só teria trabalho de ir pegar no hotel. Na imigração em Atlanta, mostrei meu passaporte para a senhora, e ela me perguntou: "How long will you stay here ?". Eu disse: "For the weekend". A senhora: "For the week ?". Eu disse: "No, for the weekend". Nisso, ela levanta a cabeça e me olha falando: "Deixa eu ver sua passagem". Ela vê o período da passagem e dá uma risadinha. E começa o bombardeio de perguntas: "Quanto tempo você vai ficar aqui ? Por que você não pede para a Amazon entregar no Brasil ? Você conhece alguém aqui ? O que mais você comprou ? Por que você não compra este subwoofer lá ?". Nisso, eu respondei a todos os questionamentos, embora nervoso por ser confrontado daquele jeito. Ela carimbou o passaporte, mas, mesmo assim, fui parar na salinha perto da Receita Federal deles. O rapaz revistou minha mala e minha mala de mão, fazendo as mesmas perguntas do que as da senhora da imigração. Eu expliquei a ele a matemática lá de cima, e ele, incrédulo, perguntou: "Por que vocês pagam tão caro lá ?". Aí, eu disse: "A gente não paga. Prefere viajar para comprar aqui". Bom, depois de todo esse arsenal de perguntas, ele me deixou passar e pude pegar minha conexão para Orlando.

    O que fica da experiência é: 1) não invente qualquer argumento, achando que vai ser mais fácil passar pela imigração. Responda a verdade, pois assim você não cai em contradição; 2) leve comprovantes de hotel, carro e trechos internos, mesmo que seja um "print screen" da tela do celular; 3) mantenha a calma. Dica boa é concentrar-se na respiração, inalando e exalando da maneira mais lenta possível; 4) seja educado ao máximo.

  • Daniel says:

    Passei por uma situação parecida na primeira vez que estive nos EUA, em 1995. Meu destino era Washington e minha entrada nos EUA era via Miami.

    Após responder as perguntas básicas, solicitaram que eu acompanhasse um agente até um pequeno auditório, onde estavam cerca de 4 agentes entrevistando pessoas enquanto outras aguardavam sua vez. O tempo foi passando e não me chamavam e comecei a ficar preocupado com a minha conexão para Washington.

    Como começou a demorar muito, resolvi explicar a situação para um senhor que fazia a segurança, falando que eu estava em trânsito e que tinha uma conexão para Washington e que poderia acabar perdendo o vôo. A resposta foi curta e seca: "O senhor ainda não entrou nos EUA. Por favor retorne ao seu lugar e aguarde a sua vez".

    Voltei ao meu lugar e aguardei. Após alguns minutos me chamaram e fizeram umas 3 perguntas, no máximo, e logo carimbaram o passaporte. Sai do tal auditório correndo e procurando a esteira para despachar a bagagem e depois o portão de embarque do outro vôo. Embarquei em cima da hora mas felizmente tudo correu bem.

  • Juliana says:

    Olá, no ano passado passei o maior apuro também!!! Era minha primeira viagem internacional e estava com o meu marido (já havia ido para os EUA 02 vezes)… Qdo cheguei na imigração um aparelho que eles usam na cintura começou a apitar… o policial tentava parar… mas o aparelho insistia. Então ele nos perguntou: "vcs tem algum problema no coração?", respondemos que não… e o aparelho insistia… então chegou o outro policial e começou a apitar o dele tb…. Então nos chamaram separadamente para ver o que havia, com meu marido tudo bem… mas comigo o aparelho apitava mais que tudo… resumindo: depois de alguns minutos (que pareciam uma eternidade) descobri que apitava pq eu estava RADIOATIVA (eu havia feito exame com contraste 02 dias antes)… Nossa, já me imaginei na salinha igual naqueles filmes… Mas tive sorte, expliquei o motivo do exame e os 02 policiais entenderem… Mas foi um susto!!! Então fica a dica: NAO FAÇAM EXAME COM CONSTRASTE DIAS ANTES DE FAZEREM VIAGENS INTERNACIONAIS!!! Qdo ele me perguntou se eu tinha problema no coração, estava querendo saber se eu usava marcapaço!!!

  • Alessandra. says:

    Na minha primeira visita aos EUA também fui barrada no mesmo aeroporto. Estava com meu esposo e tudo certo para conhecermos a Disney…mas fomos barrados e questionaram se no momento de registrar minhas digitais no Brasil para o visto americano eu não teria invertido as mãos. Fiz aquela cara de Oi? Como assim?
    Enfim…fomos para a mesma salinha da reportagem e depois liberados para nossas férias!

  • Bruna Locks says:

    Eu graças a Deus nunca tive problemas para entrar, mas meu pai passou por um pequeno constrangimento, em virtude da foto dele do visto. Ele e minha mãe foram pra China e Indonésia via Los Angeles há uns anos atrás (compraram os trechos separados, pois voaram com milhas até LAX). Na ida, tudo ok. No retorno da China o cara da imigração encrencou com a foto do meu pai…no final das contas, já na salinha, quando pegaram o passaporte dele e olharam pra ele começaram a rir. Disseram que não tinha nada de errado, apenas que meu pai parecei "too happy" na foto do visto (que, por alguma razão, continha ele sorrindo).

    Já um 2 amigos se darem MUITO mal, por acharem que falavam inglês bem e ao mesmo tempo, darem respostas bem "à brasileira". Foram juntos pro mesmo guichê. Questionados se estavam juntos responderam que eram "brothers". Quando o agente viu que tinham sobrenomes diferentes, disseram que eram "brothers" mas não de sangue, que eram amigos, que eram casados (depois de muita conusão e um santo intérprete na vida deles conseguiram esclarecer que eram casados, e estavam indo encontrar as respectivas esposas uque tinham chegado uns dias antes para fazer compras). Até eu fiquei nervosa por eles!

  • Letícia Donin says:

    Fui pros EUA em 2007, para visitar uma amiga que lá morava. Cheguei pelo JFK. Levei várias coisas pra ela, dentre elas erva-mate (tive o cuidado de comprar uma embalada a vácuo, que tem uma apresentação melhor), leite condensado, bombons Ouro Branco e Sonho de Valsa. Na hora de preencher o formulário, cheguei à conclusão de que o "jeitinho brasileiro" poderia não ser uma boa ideia, então declarei que estava entrando com alimentos (mesmo com várias pessoas no avião tendo me recomendado omitir esse fato). Resultado, tive toda a minha bagagem inspecionada separadamente, expliquei o que era cada item e para que era utilizado. Apesar do procedimento ter sido bem burocrático, todos os funcionários com quem tive contato agiram, ao menos, com cortesia, sendo que a maioria foi, inclusive, bastante simpática. Distribuí vários bombons aos funcionários, que adoraram e me liberaram sem problemas. Sinceramente, acredito que eles efetivamente precisam se preocupar mais com questões de segurança do que o resto do mundo e o fato de aceitarmos muita coisas por aqui dos turistas (o que não deveríamos!) não pode servir de padrão.

  • Bruno says:

    Hoje, já tenho mais de 10 carimbos de entrada nos EUA no passaporte atual, mas na minha primeira vez fui mandado pra salinha. Fiquei quase uma hora dentro da sala sendo sabatinado, mas depois de todo esse tempo descobri que o problema era a quantidade de dinheiro que disse estar carregando. Quando me perguntaram quanto carregava disse que eram US$ 9800 e o cara ficou desconfiado. Quando fizemos a contagem dos US$ e dos R$ o valor correto era US$ 10010.
    Me encaminharam para preencher um formulário de declaração de valores e liberam a minha entrada no país.

  • Rosi Santiago says:

    No final de 2013 fomos passar as férias em Orlando,estavamos em 5 pessoas,eu,meu marido,meu filho e meus pais.Passamos juntos no guichê e para a nossa surpresa mandaram meu marido para a salinha.

    Ficamos quase meia hora sentados esperando alguem nos chamar e para nossa surpresa devolveram o passaporte carimbado com o visto de entrada sem fazer nenhuma pergunta.

    Em fevereiro de 2014 retornamos os 5 à NYC e não tivemos nenhum problema.

    Eu acho que vai do bom humor do agente da alfandega e do numero de pessoas que eles tem que barram e conferir os documentos.

    Detalhe eu sempre fico apreensiva na alfandega e pra falar a verdade já passei pela Europa,America Central e America Latina e o atendimento é sempre ruim.

    • Eliandro says:

      Comigo aconteceu a mesma coisa em Orlando.A minha esposa e o meu filho tiveram o passaporte carimbado, quando chegou a minha vez me mandaram para a salinha, a agente que foi conosco foi bem simpática e disse que o problema estava no meu nome. Quando chegou a entrevistadora ela assinou o passaporte sem fazer nenhuma pergunta, ambas foram muito simpáticas e demorou no máximo 10 minutos (uma eternidade).

  • Rafael Fernandes says:

    Só compartilhando a experiência que o American Express salva mesmo.

    Depois de 2 meses na Inglaterra, estava encerrando a viagem com um tour começando por Barcolona, meus amigos ja haviam chegado em vôos mais cedo e eu chegava sozinho, confesso que fui relapso e deixei os comprovantes de hostels com eles. O agente da ja conhecida imigração espanhola implicou comigo e disse que não entraria de jeito nenhum, depois de muita conversa ele perguntou quando dinheiro eu tinha, eu disse e também ja emendei falando do American, tirei logo ele do bolso e parecia um milagre kkkkk, ele não perguntou mais nada, fez uma cara de surpresa e carimbou meu passaporte!

  • Cesar says:

    Achei a imigração de Atlanta um pouco mais rigida do que a de Nova Iorque. O agente que nos atendeu ano passado foi sério e menos "agradável" do que de costume. Eu estava com mulher, filho e minha mãe. Fomos liberados com poucas perguntas e, no final, ele melhorou o humor. Mas vi ele "barrar" uma moça que estava com namorado na nossa frente. Primeiro, ele não deixou os dois passarem juntos. Depois, colocou o passaporte dela na pasta e chamou o agente. Vi isso acontecer em vários outros guichês, pois o meu guichê era o mais lerdo (e eu não podia trocar de fila) e eu via tudo o que acontecia a nossa volta. Todos os que eu vi sendo barrados (convidados a acompanhar o agente para a salinha) estavam sozinhos. Mas ainda acho que peguei um agente meio "chato". Outras pessoas estavam rindo e se descontraindo em outros guichês e o nosso… sério. Demoramos tanto naquela fila (fui o últmo a deixar o saguão, meu atendente estava com a pá virada) que quase perdi minha conexão. Espero não passar por isso este ano em NY.

    • Johnny says:

      Fui 3 vezes aos EUA, sendo duas delas por Atlanta. As duas vezes em Atlanta foram meio chatas; na primeira o oficial de imigração era um pouco antipático e na segunda, após algumas perguntas, o oficial disse "você tem que responder o que estou te perguntando, não perguntei nada sobre cartões de crédito", só porque disse que tinha comigo US$ 1.000 e um cartão (ele perguntou "cash" – depois de quase 10h de voo nem prestei atenção). Em NY, no JFK, foi super tranquilo, mas estava em família e de nós 4 só minha mãe não tinha ido aos EUA anteriormente. Já tinha ouvido várias coisas ruins do JFK, mas achei super tranquilo; o oficial só perguntou quanto tempo ficaríamos. Talvez dependa mesmo da pessoa…

  • Cesar says:

    Complementando… NUNCA minta. O cara perguntou o que minha mulher fazia… eu disse: Ela não trabalha…. ele disse: trabalha sim, ela cuida da casa e do seu filho… aí a conversa descontraiu…

  • Bruno says:

    Realmente é bem desagradável, mas é necessário. E não é só os EUA, vários Países tem a imigração bem rigorosa, como realmente tem que ser. Note que os comentários aqui expostos são de pessoas bem intencionadas, que viajam para turistar , mas , infelizmente, existem pessoas praticando o mal o tempo todo e em todos os lugares do mundo. Portanto se você se enquadra nas pessoas que estão bem intencionadas, não passará de um mero aborrecimento, pois será liberado com certeza.

  • Carlos says:

    Comigo aconteceu algo interessante, aqui em casa todos temos a cidania italiana, e todos viajamos com os 2 passaportes ( brasileiro e italiano ), fizemos os devidos ESTA, para viajar e na chegada na imigração o atendente deixou passar todos menos eu por ter visto válido. Este visto eu tinha antes de ter adquirido a cidadania italiana.
    Pra minha sorte, o meu passaporte brasileiro que tem o tal visto estava comigo, entao tive que entrar como brasileiro.

    Teve uma pergunta que achei engraçada, eu ja tinha ido aos EUA em 2000 e 2004, esta que deu problema foi em 2010 e o atendente me perguntou "Porque a demora em voltar?" eu respondi que estava indo em outros lugares também interessantes… tive que me conter para nao rir.

    Agora, não vamos pensar que é só nos EUA, tive também que explicar porque um brasilerio nascido no Rio de Janeiro tinha visto Italiano em LONDRES.

  • Pieter says:

    Também fui para a salinha em Atlanta, quando estava a caminho de Dallas.
    Foi minha primeira vez nos EUA e naturalmente fiquei nervoso.
    Tenho passaporte holandês e viajei com o ESTA. Mas por algum motivo me barraram.
    Viajava sozinho, não conhecia ninguém e minhas duas malas estavam vazias.
    Foi um interrogatório de quase 40 minutos, onde perguntaram tudo ao meu respeito, da minha família, trabalho, etc.
    E eu preocupado com o voo de conexão, com pressa.
    Mas deu tudo certo!

    E gentileza não é o forte deles, foram bastante deselegantes.

  • Cesar says:

    Bom dia, acabei de resgatar 10.000 da Petrobras, e foi muito rapido e tranquilo e no site do Premmia já consta o voucher para impressão.

  • simone says:

    Olá. Também estou com viagem marcada e me desculpem perguntar assim… mas qual a quantia satisfatória que devo levar? Isso é muito importante e as pessoas ainda não falam…rs
    obrigada!

    • Heron says:

      Simone, isso é muito relativo. Depende para onde vc vai e o que pretende fazer. Pretende ir a restaurantes todos os dias? Ou vai passar no Walmart e comprar um monte de congelados ou comer big mac todos os dias? Vai assistir shows, ir em parques, fazer passeios opcionais? Já comprou os tiquetes na internet ou vai comprar no guichê? Vai alugar carro ou andar metrô (ou táxi, ou ônibus, ou barco…)

      Por isso é muito difícil responder essa pergunta. Existem muitas variáveis. Por exemplo, gastei ontem 7 dolares para “almoçar” no Subway, um dolar pra comer um mega pedaço de pizza (excelente) a tarde, mas 40 dólares para jantar no Olive Garden, já com 18% de gorjeta (com direito a prato principal, taça de vinho, salada e um café). Teve quem gastou 26 dólares em um prato de massa mais refri. E tudo poderia ter sido pago no cartão ou np dinheiro: vai de cada um!

      Agora, se já tem noção do quanto pretende gastar, sugiro levar pelo menos 30% em dinheiro, o resto no cartão. Há quem prefira levar mais dinheiro (pra economizar os 6% do IOF), mas há quem prefira carregar um monte de cartão, por medo de perder ou ser roubado (leva ao menos dois, pq se um falhar…)

      Nos EUA vc consegue usar seu cartão até pra pagar a passagem de ônibus…

      • julie says:

        Heron… achei oportuna sua colocação e tenho algumas duvidas… ficarei 36 dias estudando epasseando, logico, exatamente. Miami. Vou com ESTA. Sou do segundo time, o que prefere cartão, mesmo com IOF, contudo pretendo levar uma quantia cash, qual o ideal para fins de ingresso lá no guichê da imigração considerando que serão 36 dias? apenas para evitar problemas e a 'segunda' salinha… Alguns dizem que é interessante levar fatura do cartão de credito para que vejam o 'limite' que tens em dinheiro, procede? Se estiver escrito Platinum no cartão (li em posts anteriores) conta alguma coisa?Grata…

  • Karina says:

    Eduardo

    Vc precisa de um passaporte com validade de 6 meses. Providencie a renovação para não ter problemas e leve o antigo com o visto.

    • Rafael S says:

      Lenda Karina… Lenda!!

      Ano passado voltei dos USA dia 03/11 e meu passaporte vencia no dia 06/11.
      O oficial devia ser novo, consultou um supervisor e liberou a entrada mas ao invês de 6 meses, anotou a mão que minha saída deveria ser até 05/11. Não sei se ele não sabia dos "6 mont club".

      Mas não me perguntou nada, eu que percebi o procedimento…

      • Heitor says:

        Visto tem que estar válido até a data de entrada nos estados unidos e o passaporte tem que estar válido até a data de retorno ao brasil. Simples assim.
        Ja fui agente de aeroporto e trabalhei para a American Airlines.

  • Angelo says:

    Entrei aqui nos EUA dia 19-04 com um vôo da aeroméxico com origem na Cidade do México. Achei mais demorado o processo de entrada, inclusive vi algo em torno de 10 pessoas sendo levada para essa segunda sala.

    Estou com minha esposa e foi muito rápido. perguntas como quanto está levando e quantos dias ficara nos EUA e depois liberado.

  • OLÁ, Uma pergunta. Qualquer cartão platinum, ou o que tem peso é o AMEX? Tenho outros platinum, credicard, citi, itaú etc. tem importância também? E em relação a $. quanto precisa em espécie? Vou com crianças, corro muito o risco de ficar na salinha?

    Alguém souber agradeço!

    Obrigada

    • Oi, Camila! Platinum é sempre bom! Mas sei que o Amex Platinum no EUA (e não é mesmo do Brasil, mas os agentes não sabem disso) é coisa rara e de rico. E também não é regra eles acharem o AMEX tão legal assim, eu dei sorte. Não há um valor estipulado que você deve ter em espécie. Eu levo sempre, ao menos, 500 dólares e nunca apenas uma opção de cartão. Não acredito que você terá problemas 😉

      • Matheus says:

        O Amex tem dois tipos de Platinum, cartão de crédito platinum, comum, e o cartão de compras platinum. Este cartão de compras você só consegue mediante convite, não tem como pedir, e é bastante exclusivo.

    • Ronald says:

      O cartão de compra "The Platinum Card" da American Express, não possui limite pré-estabelecido de despesas. A renda mínima necessária é em torno de R$20 mil, ou pelo menos 3 anos de associação com o cartão "The Gold Card", que exige renda mínima de R$8 mil. O The Gold Card também não tem limite pré estabelecido de despesas, porém, o The Platinum Card, você tem que receber o convite da Amex. O cartão é muito bem visto pelo fato de ser necessário uma renda alta, além da taxa de anuidade, hoje em torno de R$1200,00. Ou seja, só tem que pode mesmo! Os outros cartões da linha Platinum de outros bancos, normalmente têm limite.

  • Sandra says:

    Quem acha que a entrada nos Estados Unidos é rigorosa é porque nunca foi a Israel! Lá sim, é de enorme rigor. E sair de Israel é muito pior que entrar. Passei por 5 barreiras de conferencia e inspeção para sair. Eles se preocupam e não gostam que os turistas tragam livros (não sei o motivo), e compreendem trazermos agua do rio jordão e até mesmo alguma pedra da terra santa. Mas nada de livros. É uma dica: não comprem livros em Israel e saibam de cor e com segurança em todas as cidades que esteve e o que comprou em cada uma delas. O raio-x deles é poderoso e detalhado e eles não abrem sua mala mas vão te perguntando sobre cada objeto e de onde ele veio.
    A policia de aeroporto de Israel é bem jovem mas extremamente bem treinada e nada passa despercebido no raio-X e todas as malas passam pelo raio-x junto com voce.

    • Nelson says:

      Na verdade em Israel é onde eles fazem o dever de casa como deveria ser feito! Já estive lá duas vezes, e passei por esta revista, mas no final de tudo a segurança é o principal motivo.

  • Eu caí na bobagem de mexer no telefone na área de segurança, enquanto estava na fila. Não fui para a "salinha", mas passei por um interrogatório gigante na fila e no guichê.
    Isso foi em MIA.
    No final, acabei passando.

  • Rafael S says:

    Nossa, que coincidência!!!
    Aconteceu muito parecido comigo….
    É um pouco longo, mas vale a pena ler… kkkk

    Foi há 10 anos atrás e na imigração Inglesa.
    Eu tinha 20 anos e estava cansado, perto do vigésimo dia de viagem por uma Eurotrip com 7 amigos.
    Era bem de manhã e o agente (Indiano com aquele "turbante" na cabeça e muito mal encarado) começou as perguntas, quando ele chegou no quesito dinheiro, eu falei que tinha 600 euros em cash. “(Ia passar 5 dias com hotel pago). Ele me respondeu: "Essa não é a moeda usada nesse pais"; eu achei tão absurdo a resposta que dei uma pequeno sorriso e fiquei meio mudo por uns 10 segundos e respondi só "About Change?!" Não sei pq respondi isso mas saiu.

    Ele ficou meio furioso e pediu meu ticket de volta. Ai começou o stress, o papel estava com a minha namorada, que já tinha passado pela imigração. Agora, PORQUE PEDIR UM TICKET DE VOLTA?!?! É a coisa mais fácil do mundo de adulterar, é um papel cheio de informações que qualquer um pode mudar. Se não conferir com a cia aérea, não tem validade alguma…. PQ eles insistem em pedir isso?!? (Depois disso, já aconteceu outras vezes comigo. Somente entrando na Europa). Voltando, quando eu não achei e falei que tinha perdido, ele começou a balançar a cabeça pros lados no sentido de "não", pegou meu passaporte e fez a ultima, maldita pergunta, "Are you by yourself?".

    Muito nervoso e com o inglês malemá, entendi que a pergunta referia-se, a se eu estava me bancando, por causa da idade, não sei porque o "by myself" me soou isso. Minha resposta? "Yes". Ele deu um tapa no balcão, um suspiro e me falou: "Your entry will be denied". Gelei, fiquei sem reação e pensei o mesmo que a Monique: "Preciso ficar calmo e pensar certo". Em 10 segundos respondi: "Desculpa, mas o que fiz de errado?" Ele me perguntou de novo: "Are you by yourself" e eu perguntei o que ele quer dizer com aquilo, que meu inglês não era bom e que eu estava um pouco cansado… E ele: "Are you lonely?", "Não"-respondi. "Porque acabou de me dizer sim? Tenho informações que você está com mais pessoas",falou bravo. Comecei a explicar, gaguejando o que eu tinha entendido e pra tentar melhorar as coisas, soltei: "Me desculpe, estou errado de não ter entendido o sr e de não ter o ticket, mas porque o sr não consulta o voo com a Cia Aerea?", ele me respondeu bem bravo: .

    "Não tenho tempo pra isso e não posso mais fazer nada pro vc, quando ele novamente pegou o meu passaporte (pra me devolver e negar ou carimbar uma entrada negada), meu Amex Platinum Card caiu do passaporte. ISSO MESMO, CENA DE FILME!!! (Eu não uso carteira quando viajo, como o passaporte é grande, eu coloco os cartões dentro dele e o dinheiro no outro bolso). Ele me olhou de novo, 10 seg de pausa (pra mim 10 dias) "Esse cartão é seu?", eu: "Sim sr.". “Quem é o dono da conta, seus pais, certo?: "Não sr. Eu sou o dono, sou o titular". Ele: "Preciso consultar a veracidade disso", e eu: "Estou a sua disposição". Ele saiu, demorou uns 10 min e voltou com uma cara mais leve, jogou o meu cartão na mesa. carimbou o passaporte com força e me disse: "Nunca mais viaje seu o ticket de volta, tenha um um Bom Dia".

    • Carina says:

      Na minha primeira vez na Inglaterra, passei aperto tb. Tinha 17 anos, viajava para um intercâmbio, estava surda por causa da pressão nos ouvidos e não entendia as perguntas do agente, pedia para repetir. Ele foi ficando impaciente, mas acabou liberando meio contrariado. Eu tinha documentos que respondiam todas as perguntas que ele me fez. parece que só quis confirmar se eu tinha lido o papel que eu carregava!!
      Na segunda vez, em 2011, fui com marido e na pergunta " o que vc vem xeretar aqui" disse: turismo! E o agente me perguntou o que eu queria ver em Londres. Segurei um riso, mas respondi os pontos turisticos mais óbvios, coisa q qualquer um que navega na internet pode responder…..

    • Juliana says:

      Hahahahahha rindo demasiadamente! Acho que eu pirava com metade desses fatos, apesar de falar super bem inglês, parece que esse tipo de abordagem é de levar a loucura.

  • Rafael S says:

    Foi muita sorte, muita ajuda de Deus. Não sei, até hoje como consegui sair dessa. Acho que foi o momento mais tenso que já passei
    Em tempo, meus pais tinha o cartão e eu era adicional. Quando fiz 18 anos, liguei na Amex e pedi um pra mim, dei o número do meu adicional, explicando que eu queria ter o meu e foi aprovado na hora.

    Desculpa mandar vários comentários mas não consegui de mandeira alguma mandar de uma vez só, PS.: Se quiserem juntar tudo é melhor. Valeu

  • Helio Filho says:

    Muito boa sua reportagem Monique!!!! Já fui várias vezes para os EUA, porém nunca fui para a salinha!
    Na minha primeira entrada, achei estranho as perguntas, tava inseguro como era a primeira vez entrando lá, o oficial me perguntou 3 vezes a mesma pergunta de forma diferentes: Onde iria ficar nos eua? Onde iria dormir? Onde iria me hospedar? Já na minha ultima entrada, o guarda quis saber como que eu trabalhava, aí tive que fazer uma superdescrição das minhas funções dentro da área de publicidade!!! Rsssss Aí qdo fui passando pelos guardas de imigração eles me fizeram as mesmas perguntas, mas deu tudo certo!!!!!! Em janeiro, eles pararam 3 amigos, 1 deles ia para morar, eles reviraram a vida deles, até Facebook, olharam, e no que foi deportado de volta tinha mensagens das pessoas dando adeus, vou sentir saudades! Então eles alegaram que ele estava imigrando e mandaram ele de volta pra casa!!!!

  • Pergunta de prova…

    Será que um Visa Infinite e um MasterCard Black tem ao menos metade do poder de convencimento que o American Express Platinum?

    • Eliane says:

      Bem nunca me pediram nada referente a cartão de credito..viajo pelo menos uma vez aos EUA e Europa ao ano…acho q vai da sorte.( ou azar) na hora da imigração …

    • Rick Amaral says:

      Olha… eu acho que nem eles sabem o que eh MB e VI…

    • Ronald says:

      Visa Infinite e Mastercard Black tbm são ótimos cartões! Não possuem limite pré-estabelecidos de despesas, e só pessoas com grande poder financeiro possuem esses cartões. Mas sinceramente, nada como um Amex Platinum! É como um passaporte já carimbado!

  • Mari says:

    Eu também já frequentei a tal salinha em Miami. Já havia ido várias vezes aos EUA sem problema nenhum, mas de repente comecei a ser encaminhada para a salina. Em três viagens, quando o agente checava o meu passaporte, já chamava o outro agente para me levar para a salina. Nas duas primeiras vezes, eles me fizeram algumas perguntas e não me explicaram porque eu estava sendo averiguada, já na terceira, peguei um agente mais simpático que, no final da entrevista, me disse que o número do meu passaporte estava em uma lista negra, mas aparecia para eles como sendo de um homem. Acho que eles me chamavam para confirmar se eu era mulher, mesmo viajando com marido e filho pequeno nas três vezes. Sabendo disso, fiz um novo passaporte e nunca mais tive problemas.

  • Karla says:

    Tive problemas na imigração entre França e Inglaterra ao atravessar o Canal da Mancha, eles questionaram o porquê de viajar sozinha se eu sou casada, o porquê de o meu marido não ter conciliado suas férias com as minhas, foi quando disse que havia ganho as passagens aéreas em um evento pronto…pra que?!? Tive que liberar o bus do grupo e fiquei 4 horas na sala de imigração respondendo um milhão de perguntas, inclusive tendo que converter para libras o meu salário, do meu marido etc…apesar de muito nervosa, eles foram muiiiito educados comigo, pacientes e nem revistaram minhas malas, após me liberarem para entrar na Inglaterra ainda me emprestaram o celular para que ligar para a guia do meu grupo. Tive que me virar pra chegar a Londres já que antes estava com o bus do pacote, e nem curti a aventura pois ainda estava paralisada com tudo que havia me acontecido. Experiência pra contar aos netos hehe, agora vou para a Alemanha (agora com marido e filho) e espero que a imigração seja bem tranquila.

    • Rafael S says:

      Karla, acabei de voltar da Alemanha (19/04) com mulher e filho e o oficial me perguntou o motivo da viagem, a quantia em dinheiro em espécia e também pediu o ticket de volta.

      Boa Viagem!!!

  • Gillian says:

    Já fui também para a temida salinha. Na minha segunda viagem para os EUA.

    Fui fazer um curso de 1 mês nos EUA. Como cursos de curta duração, e no máximo 4 dias por semana e cerca de 3 horas diárias, não precisam de cisto de estudante, fui com visto de turista mesmo. O agente insistiu que eu teria que ter o visto de estudante.

    Fui pra salinha, aguardei unas 15 minutos (os 15 minutos mais longos da minha vida), fui chamado, expliquei novamente e fui liberado.

    😉

  • Certa vez eu estava indo pros USA, aeroporto de Houston se minha memória não falha. No primeiro guichê foi só o de sempre (para onde você vai, é turismo ou trabalho, onde você fica, quando volta, etc). Mas quando eu peguei a mala e fui passar pelo customs, um guardinha me chamou de lado e pediu para acompanhá-lo. Eu fiquei surpreso, nunca tinha visto isso antes.

    Chegando na tal salinha ele pediu para que eu abrisse a mala porque ele não tinha entendido uma coisa na minha declaração. Eu abri, aí ele apontou para a mala aberta e perguntou:

    "Se você está vindo para os USA a negócios, então por que você não trouxe um terno?"

    Não tinha terno mesmo, eu nem gosto de usar terno. Minha sorte é que eu pensei rápido! Respondi na hora:

    "É uma empresa na Califórnia. Ninguém usa terno na Califórnia".

    Aí o agente foi só sorrisos: "Ah! Na Califórnia! Lá é assim mesmo! Pode passar!"

    A alma do negócio é pensar rápido 🙂

  • Luciana says:

    Oi Eduardo

    Seu passaporte não precisa ter 6 meses de validade . Está claro no site da embaixada americana. Acabei de voltar de viagem com minha filha e meu esposo e não tivemos problema algum. O passaporte da minha filha vencia em 4 meses e nada foi questionado sobre isso.
    Há um acordo entre Brasil e EUA q consta no 6 month club q estende a validade do seu passaporte por mais 6 meses da data da validade do mesmo!
    Não se preocupe!

    • Rafael S says:

      Exatamente Luciana. Já voltei dos USA dia 03/11 e meu passaporte vencia no dia 06/11.
      O oficial devia ser novo, consultou um supervisor e liberou a entrada mas ao invês de 6 meses, anotou a mão que minha saída deveria ser até 05/11. Não sei se ele não sabia dos "6 mont club".

      Mas não me perguntou nada, eu que percebi o procedimento…

    • Olá como é entrar com crianças? Ainda sim é muito burocrático?obrifada

      • Luciana says:

        Fui ao EUA duas vezes com minha filha de 9 anos. Em agosto iremos novamente. Não tive problema algum. Eles não fazem diferença se é adulto ou criança, desde que esteja tudo correto com a documentação.

    • Evelise says:

      Oi Luciana, o visto americano tem que estar válido por quanto tempo a partir da sua entrada vc sabe? São 6 meses tb?

      • Luciana says:

        O visto americano é válido até o ultimo dia. Se seu visto vence dia 30/05/2014, vc só poderá permanecer legalmente nos EUA até esta data.

  • Bruno Aguiar says:

    Como viajo sempre sozinho, acabo passando por situações similares. Já fui interrogado no Peru, Cuba e recentemente no Panamá, abordado já na fila de embarque para Cancun. Dessa vez tiraram até um raio x do meu estômago, pra ter certeza que eu não estava ali de mula…é difícil não ficar nervoso nessas horas, ainda mais pelo fato de não ter alguem para dividir esse momento com você. Evito ao máximo regressar aos EUA(fui com 15 anos), pelo menos sozinho, porque sei que as chances de passar por isso são maiores…não que eu esteja errado com algo, mas não gosto de me submeter a isso pra injetar dinheiro na economia de um outro país (e também porque o meus alvos para viagens são mais relacionados com praia, natureza no geral e culturas diferentes).

  • anamyself says:

    Passei um perrengue 80 vezes pior quando fiz um voo Lisboa – Amsterdã. O cara da imigração jurava que eu carregava drogas no corpo e queria me reter no aeroporto para exames toxicológicos, cujos resultados demorariam 3 dias. Foi desesperador.

  • Marco says:

    4 vezes pra NYC, as 4 vezes fui pra temida salinha…hahahaha…mas todas as vezes recebi o bem-vindo aos EUA. Nunca soube ao certo o pq disso.

  • Graciano says:

    Prezados, a forma como os cartões PLATINUM e BLACK são oferecidos aos clientes nos EUA, é muito mais difícil que aqui no Brasil, só mesmo quem tem muitaaaaa grana possui um. Por isso quando eles veem um cartão desses, sabem que quem os possui além de terem dinheiro, estão cobertos quase que automaticamente por seguros viagem oferecidos por estes cartões.
    Felizmente aqui no Brasil o acesso a estes cartões é bem mais fácil…E não importa se é AMEX, VISA ou MASTER, sendo BLACK ou PLATINUM já é um excelente cartão de visitas!!!

    • Alex Costa says:

      Complementando o que você acertadamente mencionou, a resposta para esta "forma" como os Cartões são emitidos nos EUA comparado ao Brasil, é que, aqui nossa taxa de juros anual está próximo de 12% a.a, enquanto que lá, essa mesma taxa é de 0,5 ou 0%a.a se não me engano. Logo, quase não é vantagem para operadora emitir tais cartões à qualquer um, e já aqui, o Custo Efetivo Total compensa enormemente mais que nos EUA.

  • Um determinado conhecido meu, me falou que numa das inúmeras viagens que fez a Londres, Inglaterra, o cidadão da imigração questionou quanto o mesmo estava levando em dinheiro para gastar na viagem. Prontamente ele fez a seguinte pergunta para o agente da imigração; HOW MUCH DO I NEED TO CAME IN YOUR COUNTRY? Na mesma hora o agente carimbou o passaporte e o liberou. Em uma das ocasiões que desembarquei em Miami, tambem fui parar em uma sala que estava lotada. Vi muitas pessoas que chegaram depois que entrei na referida sala sendo atendidos primeiro. Fui no balcão e reclamei com um dos atendentes, que prontamente resolveu meu problema na mesma hora. O primeiro idiota que me atendeu achou que eu estava indo morar lá, embora tenha mostrado mais 2 passaportes anteriores com visto e diversas entradas.É só não ficar nervoso e não falar besteira.

  • Juliana says:

    Até o momento tive sorte! Em 2008 fui para os EUA e a imigração foi tranquilíssima, o oficial só perguntou o que eu faria no país e nada mais. Ano passado em Portugal foi a mesma coisa, e o oficial ainda trocou uma ideia comigo sobre as festas de Reveillon! Mas realmente, é um momento muito tenso!!!

    • Juliana says:

      Ah, e entrei por Atlanta em 2008. É sorte!

      • Juliana, foi a minha primeira vez 🙂 E olha que já viajei um bocado! kakakakaka. Fiquei mal até uns dois dias depois.

        • Dênis Colli says:

          Sempre que chego por Miami vou para uma segunda revista… OK, 90% das vezes que viajo, estou sozinho, faço em média 4/5viagens internacionais ao ano, dependendo da frequencia de promoções…
          Ja fui 9x para os EUA, nunca tive problema na chegada em Atlanta, Dallas, Nova York e Philadelfia. Ja as demais vezes que pisei por Miami, sempre uma marcação extra no meu cartão de imigração e umas perguntas extras…
          Da ultima vez em janeiro/2014 estava de mudança para Europa passando pelos EUA, a oficial me perguntou o trivial e la vai eu para abrir as 3malas(despachadas)+mala cabine… Toda hora questionando porque estava com tanta bagagem, porque escolhi passar pelos EUA ao ir direto para Europa, até meu visto para Europa ele questionou, e disse Brasileiros não precisam de visto, ofereci até a carta da universidade, mas recusou…
          Depois de 15minutos, liberado!

  • Ricardo says:

    Olá, preciso de uma informação quanto ao documento de alfandega recebido na entrada, me informaram que o mesmo precisa ser entregue na saída, já que nos EUA eles não carimbam a saída, isso confere?
    Pois no meu caso nao entreguei (não tinha a informação de onde entregar e não foi solicitado em nenhum momento) e estou com medo de ter algum problema quando for aos EUA novamente…

    • Ricardo, acho que esse era o antigo formulário que não existe mais. Este sim era devolvido na saída. O de alfândega você entrega na entrada, depois das bagagens. Eu também não tive meu passaporte carimbado na saída.

  • Marco Ab says:

    Maneiro saber que não precisa ser rico pra ter cartão platinum sei lá o quê! Vou pedir um agora mesmo.

    Sobre os EUA, há dezenas de outros países no mundo que não colocam restrições à minha entrada. Dou prioridade a eles!

  • Obrigada pelas respostas… Só estou com dúvidas sobre viajar com meu filho sozinha.. Estou relutando ir lá por causa do medo de ser deportada com uma criança pequena e ser traumático pro meu filho que quer muito ir a Disney… Quem puder diZer como é viajar com crianças, agradeço.

    • Eliane says:

      Olá, minha mãe é Brasileira e mora nos EUA, eu geralmente consigo dar uma fugidinha do trabalho e viajo sozinha com meu filho de 6 anos, meu marido fica trabalhando.
      Não falo bem o inglês, mais entendo o que me dizem, nunca tive nenhum problema na imigração, já fui por MIA e NEW, dia 01/05 estamos indo por Charlot pela primeira vez e para ajudar estou com um barrigão de 6 meses.
      Geralmente tento ficar tranquila e avisar que o meu inglês é bem fraco, eles me perguntam porque estou sozinha com meu filho, digo que o pai esta trabalhando e alguns riem disso.
      Acredito que tudo vai da sorte, mais a criança mais ajuda do que atrapalha.
      Boa sorte!

  • GdM says:

    Não foi falado nada sobre seguro-saúde; por mais que não seja uma exigência dos EUA, acho que é um ponto a mais.

    • Rick Amaral says:

      Se pagar integralmente a passagem especialmente com visa e mastercard …esta incluido um seguro que onclusive ja usamos… pergunte direto a sua operadora de cartoes e limites

  • Marcia Luppi says:

    Já viajei inúmeras vezes para lá, e a única vez que tive problema não foi na imigração, mas na saída das bagagens – e exatamente por falta de bagagem. Ia ficar só 4 dias e carregava uma bolsa comum e outra maior com as poucas roupas que precisava: short, camisetas, chinelo, biquini e canga. E só fui liberada quando disse que Miami era apenas a conexão, meu destino final era Toronto. Coisas que a gente nunca espera…

  • Kalil says:

    Na dica de vcs, há a orientação da estadia. Como faço no meu caso: ficarei na casa de uma prima da minha esposa, em Boston, e que mora, trabalha, tem filhos e netos nascidos nos EUA, assim como seu marido que também trabalha, mas ninguém tem green card. Indico assim mesmo o lugar ou simulo que vou me hospedar num hotel?

    • Monique Renne says:

      Kalil, nunca passei por essa situação e no site americano não há informações sobre isso. Sugiro que você tire essa dúvida diretamente no consulado. Mentir nunca é a melhor opção, pois, caso descubram, será muito pior.

    • graciano says:

      A pior coisa que você pode fazer é mentir na alfandega… Primeiro porque eles são extremamente treinados para perceber uma mentira (jeito que seus olhos se deslocam a ser interrogada, seus gestos, etc). Isso sem contar que se for pego mentindo, ai pode dizer adeus para entrar nos EUA por um período bem longo. Deportação na certa!!! Se você não possuir uma quantia em dinheiro e cartão de credito para se manter durante o tempo de estadia, vai ser difícil você entrar…

  • Tiago says:

    Sempre viajei, não importa o destino, com passagens, reservas de hospedagem impressos. Não por preocupação com imigração, mas por precaução mesmo. Já fiz 3 imigrações nos EUA: Fronteira entre Washinton e British Columbia (vindo por terra do Canadá), Miami e Newark. Nunca passei mais que 5 min, nunca me pediram pra mostrar nada. Em Londres, já fiz imigração em Gatwick e em Luton, também nunca me pediram nada. Em Lisboa, me fizeram umas perguntas, mas não encrencaram. Em Milão, Roma, Praga e Zurique, não fiquei em 1 min, só carimbaram o passaporte e devolveram. E tenho uma aparência de turco/iraniano e nunca tive problemas. Ficar criticando os EUA e uma grande besteira, quem não tem o que temer, quem não deve, não vai ter raiva de um procedimento de imigração um pouco mais rígido, seja nos EUA ou em qualquer outro lugar.

    • John says:

      Tiago, já fiz 3 vezes aos EUA e 1 à Europa. É unânime entre meus amigos considerar que os EUA são os mais chatos nesse quesito. Eu mesmo não gostei das duas primeiras vezes aos EUA. Você deu sorte ou é muito tranquilo mesmo.

  • JPM says:

    Na minha primeira ida aos EUA, em 2011, viajei com mais 2 amigos. Ainda na fila da imigração, em Miami, perguntamos se deveríamos ir juntos ou separados no guichê. A moça me perguntou se éramos, família, eu disse que não, então ela nos disse para passarmos separados. Tudo sem incidentes, só as perguntas básicas: motivo da viagem, destino, dinheiro. Eu levava US$ 1000 e 3 cartões (Visa, Master e American). foi tudo tranquilo.
    Na segunda vez, em 2013, viajei novamente, com um dos amigos que tinha ido junto em 2011, e entramos novamente por Miami. Me apresentei sozinho no guichê, o funcionário fez as perguntas de sempre. Dessa vez eu levava US$ 2000 e ele achou pouco. Mas mencionei os cartões e ele aceitou. Só que ele havia percebido que eu estava conversando com meu amigo, e perguntou se estávamos viajando juntos. Eu respondi que sim. Aí ele fez uma cara estranha e questionou o por quê de não termos passado juntos. Eu disse que na última vez me haviam orientado que somente famílias passavam junto. Ele aceitou, chamou meu amigo (que era o próximo da fila), perguntou "Você vai ficar a viajem toda junto com ele?". Meu amigo disse "Sim". Ele carimbou o passaporte e disse "Ok. Move along!".
    Só que na verificação de bagagens, a funcionária que checava minha mala fez as mesmas perguntas da imigração, e emendou: "Você está trazendo alguma comida?"
    "Não"
    "Tem certeza? Nem comida do avião?"
    "Não, comi tudo a bordo"
    "Not even Coxinha?" — Desse jeito mesmo, falando coxinha em português!
    Será que só por sou gordo ela achou que eu fosse contrabandear Coxinhas??

  • Felipe says:

    Já fui para a “salinha” 3 vezes, por causa de um homônimo que é procurado nos EUA.

    Se você tem um problema parecido, sugiro emitir uma reclamação pelo site abaixo, forneça todos os seus dados e envie documentação necessária. Em 3 meses eles irão lhe retornar com uma carta de reparação que terá um código.

    Toda vez que for viajar, informe esse código na cia aérea e também apresente a carta na imigração, pelo código eles entendem o que se passa e te liberam sem ter de ir para a “salinha”.

    https://www.dhs.gov/dhs-trip

    Funciona!!

  • Armando Cruz says:

    PROFISSIONAIS DA SAÚDE,(MÉDICOS E DENTISTAS ETC,) SE FOR PARTICIPAR DE CONGRESSO NOS ESTADOS UNIDOS,DEVEM ESTAR ATENTOS PARA O TIPO DE VISTO AMERICANO, SE É B 1 0U B1/B2 . POIS SE FOR SOMENTE B1 PODERÃO TER PROBLEMAS NA IMIGRAÇÃO. CASO VENHA A DECLARAR QUE IRÁ PARA CONGRESSO.

  • Walber says:

    Cheguei ontem dos EUA (Atlanta) e passei pela mesma situação. Fiz uma viagem pela Ásia e Malásia e optei em ir pela Delta Airlines, assim, conexões de ida e volta nos EUA. Retornando do Japão para os EUA fui barrado na imigração americana e me fizeram as mesmas perguntas citadas pela Monique e por coincidência tudo se resolveu quando mostrei o meu cartão American Express Platinum, pois na carteira eu só tinha 300 dólares. Já estava no fim da minha viagem e também não quiseram saber de quantos vistos ou entradas eu já tive nos EUA. Mexeram nas minhas malas e reviraram tudo. Depois de tantas perguntas e explicações incoesas, falaram para eu arrumar as minhas malas e que eu estava liberado. Sem medo eu disse que não iria arrumar pois foram eles que bagunçaram tudo e que eu gostaria de ver a minha mala do mesmo jeito que eles abriram. A agente da imigração resmungou mas recebi a minha mala conforme a solicitei.

    • João Ferreira says:

      Walber… "se for" verdade, mesmo, o que voce narrou… VOCE ESTÁ DE PARABÉNS, viu ??? Mas, NÃO ENCORAJE OUTROS BRASILEIROS A FAZEREM O QUE VC FEZ… É DEPORTAÇÃO NA HORA !!!

  • Meu colega uma vez quase foi barrado na entrada do JKF pq acharam que ele era mexicano, mesmo ele tendo um passaporte brasileiro e dizendo que não falava espanhol. Para nosso azar o sistema caiu e só após 3 horas de espera ele foi liberado pelo chefe dos agentes de inspeção que pediu desculpas pela confusão inexplicável.

    • Ah, já ia esquecendo. Um outro colega meu teve uma nota de 100 dólares rasgada por um agente no JFK sobe alegação que era falsa. O detalhe é que ele estava com umas 20 delas e o agente cismou apenas com uma que foram sacadas no mesmo lugar.

  • Wellington says:

    Fui passar o natal de 2012 em New York, minha esposa e filhos voaram com as nossas milhas e por este motivo fomos em voos separados, na imigração fui questionado se estava sozinho e expliquei que a familia estaria chegando em outro voo inclusive em aeroporto diferente, me deixaram passar, porém logo após outras duas agentes me abordaram e fizeram as mesmas perguntas, fiquei realmente achando que daquela vez não conseguiria entrar nos EUA como das vezes anteriores, que não tive problema algum. Depois de varios questionamentos, por fim me liberaram.

  • rodrigo says:

    Olá pessoal, estou vendo que varias pessoas tiveram problemas com dupla cidadania(tenho a portuguesa), nunca fui para fora e não tenho o passaporte brasileiro, mas estou quase com o passaporte português pronto. Vou com minha esposa em outubro para os EUA, ela ira com o passaporte brasileiro mesmo. Melhor eu tirar o brasileiro tb? Agora deu mais cangaço ainda

    • Rafael Viana says:

      Eu estou fazendo a cidadania italiana para não tem que passar por esse tipo de constrangimento, mas ao que parece não é isso que vem acontecendo!
      Se mais alguém puder relatar eventuais problemas para cidadãos com dupla cidadania seria legal!
      abraços

      • Marta Gmeiner says:

        Oi, Rafael! Não desanima, não! Acho que a dupla cidadania tem muitas vantagens, sim. Antes não precisava da ESTA, mas mesmo assim ainda acho que vale a pena. Dei uma explicada como fazê-la na resposta para o Rodrigo. Eu morria de medo de que se tivesse que responder muitas perguntas, meu ingles não daria e eles chamariam um interprete italiano, mas isso nunca aconteceu…rsrsrs. Fui fazer aula de italiano, para ter uma base… Aqui você sempre será brasileiro. saindo e entrando, isso precisa ficar bem claro… Nunca tive problema para entrar nos EUA. Usei para o México e Canadá também, além da Europa. Auguri!

    • Marta Gmeiner says:

      Oi, Rodrigo! Tenho passaporte italiano há 20 anos, mas não é possivel sair do Brasil sem o passaporte brasileiro. Naquela entrevista antes do check-in os atendentes nem deixam você prosseguir. Uma prima da minha mãe nem embarcou em Guarulhos porque estava com a identidade daqui e passaporte italiano. Você sai daqui com o brasileiro e entra lá com o português. Se for como o italiano, precisa fazer a ESTA, que é uma autorização eletronica para membros de países dispensados de visto. É feita no site do consulado americano e atualmente é paga (acho que a última foi 14 dólares, que você paga com cartão de crédito). Depois da aprovação, é só imprimir. Dura 2 anos e o proprio consulado te avisa que está para vencer. Já fui umas 7 vezes pros EUA e nunca tive problema. Quando minha filha ainda não tinha passaporte italiano, ela entrou com o brasileiro e eu com o italiano, sem problemas.

    • Marcelo says:

      Também tenho cidadania portuguesa e fui para Miami pela primeira vez ano passado. Acredito que por estar sozinho, com passaporte português apesar de morar no Brasil, e também pelo fato de não entender uma pergunta (‘are you by yourself?’) pelo inglês rápido que o cidadão falava e não fazia questão de ajudar, fui submetido a algumas perguntas a mais, porém acredito que não tiveram relação direta com a dupla cidadania. Ele aceitou sem problemas meu ESTA. Fui liberado em pouco tempo sem salinha.

  • Alex says:

    Agora prontoooo… Milhares de pessoas achando que pra passar na imigração americana tem de ter um AmEX Platinum em 3, 2, 1…

  • Duarte says:

    Ola Boa tarde gostaria de receber algumas dicas mais especificas do que fazer.
    Primeiramente sou atleta e vou competir em um campeonato mundial nos EUA na California.
    Devo embarcar dia 20/05 .
    E tenho algumas questões, trabalho com carteira assinada, tenho carro, casa registrados em meu nome, mas Não tenho conta em banco e nem cartão de credito devido ja ter sido funcionário bancário e criei uma inadimplencia.
    Vou viajar para passar 10 dias mas a passagem de volta so terei depois.
    Então preciso de dicas para não estragar com metade do meu sonho. Que eh apenas a competição.
    Vou com 1000 Dolares em dinheiro e oque mais devo fazer?

    • JPM says:

      Apesar de estar em cima da hora, acho que a melhor coisa é você tentar entrar em contato com um consulado/embaixada americana e explicar a situação. Porque tentar explicar isso lá na imigração será um problema.

    • Alex says:

      Viajar com passagem só de ida é pedir pra ser barrado na imigração. Dica.

  • Nayde oliveira says:

    A dois anos estava retornando dos EUA e antes de ir ao aeroporto almocei e tomei 9 comprimidos passado por um médico brasileiro de uso continuo que deveria tomar após as refeições, no entanto as 17 horas não havia feito a digestão e ao passar pelo RX foi detectado os comprimidos no estômago, meus filhoe e esposo tiveram que mim deixar sozinha por imposição da polícia e tive que ir para um local a parte, passaram um reagente nas minhas mãos e depois do resultado me liberaram. O susto que passei foi terrível tinha certeza que não transportava nada de anormal mas este aparato todo deixou me aflita. Hoje quando viajo evito tomar medicação, principalmente quando a quantidade e grande. Fica aí a dica.

  • Sergio says:

    Nunca tive problema na imigração,
    2010 – Miami: era a primeira vez, só perguntas básica, passei junto com a namorada e, na volta, esqueci de entregar o formulário de saída I-94 (ainda existia o I-94);
    2013 – Miami: fiquei com medo de não terem registrado a saída anterior, mas o agente não falou uma palavra, olhou os passaportes e digitou no computador uns 2 minutos (pareceu meia hora), pegou as digitais e liberou;
    2013 – Paris: o agente sorriu, falou bonjour, pegou os passaportes e carimbou
    2013- Londres: perguntas básicas, olhar desconfiado e liberou.

    Porém, tive problema quando fui tirar o visto em 2010 na embaixada em Brasília… Levei tudo que os sites recomendam (declaração do IR, contracheques, carteira de trabalho, etc) mas o senhor que me entrevistou queria que eu mostrasse o crachá da empresa onde eu trabalhava. Eu tinha vários documentos que demonstravam que eu trabalhava nessa grande empresa, mas não tinha levado o crachá e por isso ele me negou o visto. Foi um dia péssimo já que estávamos com essa viagem toda planejada. Pensamos em mudar o destino mas como já estávamos sonhando com essa viagem, resolvi tentar de novo. Fui no consulado do RJ e o rapaz que me entrevistou dessa vez perguntou porque tinham negado meu visto e respondi que eu não tinha levado o crachá. Ele fez uma cara de deboche, disse que o visto estava aprovado e nem quis ver documento nenhum.
    Infelizmente existem maus profissionais em qualquer lugar, mas quando se trata de funcionários a serviço de outro país, não temos como reclamar. O que importa é que a viagem foi ótima e não me arrependo de ter persistido.

  • Washington says:

    Na realidade a Imigração americana é a pior coisa que existe. Se eu não tivesse que ir á trabalho aos EUA, EU NUNCA PORIA OS PÉS LÁ E ACONSELHO FORTEMENTE AOS QUE LEREM ESTE COMENTÁRIO QUE NÃO VISITEM OS EUA. Na penúltima vez que estive em Nova York, DE TRÂNSITO,VINDO DA EUROPA E POR UMA NOITE SOMENTE, ao entrar declarei que tinha mais de dez mil dolares,fui levado para a sala especial e o agente NÃO QUIS ME DAR O PAPEL PARA APRESENTAR NA SAÍDA, POIS EU ESTARIA POR UM DIA, CONFORME ELE. Muito bem, no dia seguinte na saída do vôo da COPA, tinha um batalhão de policiais, COM CÃES, ME REVISTARAM E À MINHA MULHER, ME LEVARAM PARA UMA ALA À PARTE DA ENTRADA DO AVIÃO e me perguntaram por que eu andava com mais de dez mil dolares. Ora se vou em uma viagem de 30 dias pela africa, europa e voltando pelos EUA, CLARO QUE TENHO QUE ANDAR COM DINHEIRO por qualquer eventualidade. Me liberaram finalmente depois de aterrorizarem bem. Mes passado voltei aoss EUA, POIS IMPORTO AIRBOATS PARA O BRASIL. Para surpresa minha me levaram para a SALINHA perguntaram porque eu estava escondendo dinheiro, que fazia da vida, se comercializava drogas, etc.. e ME ESTAVAM DANDO UMA ÚLTIMA CHANCE PARA NÃO ME LEVAR PRESO!. Depois de verificarem que eu não tinha mais de dez mil dolares, me liberaram. Em tempo: alem de importar airboats, SOU CONSUL HONORÁRIO DE UM PAÍS CENTRO AMERICANO,MINHA MULHER ESTAVA DE EMBAIXADORA ATÉ A ÚLTIMA VIAGEM, VIAJAVAMOS COM PASSAPORTE DIPLOMÁTICO!!!!!!!! COISA DE LOUCO.

    • Acho fantástico isso nos americanos: vc pode ser o que quiser e será á tratado como todo mundo. Aqui no Brasil é que está errado. Seu passaporte x, y, d não faz a menor diferença para eles. Somoa todos estrangeiros.

      • Fernanda says:

        Acho que segurança em 1º lugar! Eles fizeram o que TODOS os países deveriam fazer! Desconfiar de tudo e todos e tratar mesmo casos mais simples como se não fossem! Imagina se vc realmente fosse traficante e tivesse entrado com o $$ e comprado drogas? Era a chance deles de te pegarem no dia seguinte com a boca na botija!

    • Caio says:

      Hum, deve ser chato mesmo. Imagina, no Brasil sai dando suas carteiradas de "Consul Honorário de um País Centro Americano" e funciona bem, ai quando entra em um país que te trata igual a todos, deve ficar realmente frustrado com esse tratamento, uma "coisa de louco". Bem de minha parte, passei agora a respeitar ainda mais a Imigração americana!

  • Rafael Barcellos says:

    Bom… Nunca viajei para o exterior, mas penso em viajar para outros países antes de ir a Terra do Tio Sam e tenho algumas dúvidas como:
    Nesse caso do Felipe, como saber se não há um homônimo seu que e procurado nos EUA ou estar em alguma lista de procurados da interpol?
    Meu inglês de pronúncia é péssimo, terrível se eu um dia for aos Estados Unidos irei usar o expediente de contratar um interprete.Isso pode prejudicar à entrada de alguém nos Estados Unidos ou Ilhas Virgens Americanas?

    • Tiago says:

      Rafael, minha cunhada, não fala NENHUMA palavra em inglês, passou sozinha na imigração em Miami. Em Miami, quase 100% da população fala espanhol, então, não tem problema. Ninguém é obrigado a falar inglês para entrar nos EUA, em qualquer porta de entrada…

  • Ana says:

    Queridos nessa viagem, aprendemos o como o Brasil é uma verdadeira mãe com os turistas que aqui chega. Não sei como é o procedimento mais devo confessar que lá fora a coisa é bem diferente do que aqui, não tive muito constrangimento em minha viagem graças a Deus até porque vi de um alemão uma frase que me deixo pasma Brasileira mulher em viagem para Europa ou é Puta ou é professora como sou professora sempre que falo minha profissão recebo o carimbo na mesma hora, bem se essa teoria e verdadeira ou não confesso que não sei, mais em alguma viagens que fiz quando eles perguntava minha profissão mostrava minha profissional ai eles carimbo na hora seja bem vida, o que me deixou a acredita deve ser verdade o que meu amigo falou, bem mais narrado um fato me deparei em duas situações constrangedora uma foi na Espanha quando em conexão para suíça passei pela imigração eu e min há filha depois de já te feito todos os trames legais na entrada na hora do embarque depois de 8 horas de espera fui abordada por uma agente estava de bota e na hora o detector de metal acusou alguma coisa me levaram para uma área ao lado onde tive que fica só de calcinha e sutiã ali achei muito desnecessário tão medida mais como estou em pais que não conheço suas regras fiquei calada estava eu e minha filha uma adolescente graças a Deus ela não foi abordada. Em outra ocasião foi nos estados unidos em um dos aeroportos em que houve o atentado hoje ele e extremamente fiscalizados por agentes extremamente mal educados que não respeitam idosos nem crianças estava com um casal amigo meu esposo e minha filha em uma viagem para Orlando em saída de nova York para Miami aqueles voos domésticos vc passa por um detector de metal e assim alguns são escolhidos para passar por ele eu fui à sorteada infelizmente os agentes sempre gritando foram isso não tive qualquer contrariedade em minha viagem mais vale sempre ressaltar o que foi dito aqui anteriormente mantenha a calma não ajude ninguém que queira entra no pais, falando pedindo a vc para dizer que esta acompanhado isso aconteceu comigo em que uma jovem que já tinha ficado ilegalmente pediu a mim para dizer q estava comigo, me recusei e de fato a jovem foi abordada na imigração e com toda certeza foi deportada de volta para o Brasil só a vi depois de algumas horas chorando. Mantenha a calma e responda sempre que esta com dinheiro. Caso contrario vc corre o risco de volta sim.

  • Olá povo do MD.

    Tenho 2 curiosidades.
    1ª – Estou querendo ir sozinha pros EUA mas, não trabalho precisava saber se isso seria um problema? Só faço faculdade.
    2º – Esse dinheiro que tenho q levar em espécie deveria ser quanto em média?? Costumo viajar pra Europa e lá nunca m perguntaram quanto estava levando. E tento sempre evitar esta com muito dinheiro em mãos.
    Qual o valor que é seguro levar pra poder entrar tranquila?

    Obrigada!

    • João Ferreira says:

      SEM CHANCES !!! DESISTA !!! VÁ PRA EUROPA, rsrsrsrsr…

    • Marcio says:

      Emili, você é a típica barrada no visto.. .rs… O medo dos EUA são, claro, os traficantes e os imigrantes ilegais que vão a turismo e ficam por lá, então se você não tem nenhum emprego, bens ou algo que te prenda ao Brasil, eles provavelmente vão te analisar com mais cuidado. Já tem o visto? Se já tiver acho que não tem muito problema, eu nunca levo muito dinheiro, levo somente o cartão de crédito e digo que vou sacar com o cartão de débito. Da ultima vez levei apenas 200 dolares em espécie. O principal é declarar direitinho o motivo da viagem… Intercambio e Turismo é tranquilo… importante é mostrar a passagem de volta e as reservas do hotel coincidindo com a data de volta…

    • Francisca says:

      Complementando o que disse Márcio, acho que o mais difícil será o visto, mas não impossível, pois você poderá comprovar os vínculos com o Brasil de outras formas (comprovantes da faculdade, automóvel, imóvel, filhos/família). Estando lá, é seguir as recomendações do post e levar tudo impresso, inclusive seguro-saúde. Quanto ao valor em espécie, sempre levei mais de 500 dólares na carteira. Mas isso é muito relativo, pois há pessoas que têm pavor de andar com muito dinheiro, então levam menos. Boa sorte. Abs.

    • LucyD says:

      Emili, não se deixe influenciar por comentários negativos… passei anos querendo ir aos EUA e todos faziam um bicho de 7 cabeças em torno do visto. Quando tomei coragem e tentei, com menos de 5 perguntas, uma moça super simpática (ao contrario dos "caras feias" que todo mundo diz que enfrenta) disse que meu visto havia sido concedido.
      Detalhe, sou solteira, tenho 34 e sou estudante (mestrado, mas mesmo assim)… o que é importante no caso do visto é que você tenha o formulário bem preenchido e detalhado, e claro, vínculos.
      No meu caso, coloquei uma excursão com o nome da agência (pois quando a consular perguntou com quem eu ia, mencionei que ia com um grupo que ainda estava sendo formado, então não conhecia ninguém).
      O mais importante, nesse caso, são os vínculos… como meu pai entrou como patrocinador, levei os documentos dele (carta de custeio, extratos e Imposto de Renda) junto com os meus extratos, minha declaração de Isenção do IR e declaração de matrícula da Universidade. Ela não me pediu nenhum documento.
      A média de reprovação do visto hoje em dia é muito baixa (se não me engano 3 ou 2%), e eles olham se vc está nervoso ou se contradiz as informações que preencheu no formulário.
      Turistas brasileiros são interessantes pra eles. Consumimos muito, é sempre um bom negócio.
      Quanto ao valor, a imigração pede que você tenha no mínimo 150USD por dia de estadia. 10 dias = U$ 1500. Você também pode levar Cartão Internacional (preste atenção ao limite, se puder leve algum comprovante) ou Pré-pago (nesse caso, recomendam levar um extrato da quantia que está depositada).
      Busque a página da Embaixada no Youtube e veja os vídeos, eles explicam tudo com a maior clareza.
      Um abraço e boa sorte!

      • Alê Paiva says:

        Oi LucyD…. se eu levar cartão de débito com o extrato do valor e cartão de crédito mesmo assim tenho que levar dinheiro em espécie? E quanto ao limite, para meus gastos aqui no Brasil meu limite dá e sobra mas para dólar fica meio "baixo", isso pode dar problema? Eu tenho que dizer o limite do cartão? Vou passar só 9 dias com tudo pago saindo daqui rsrsrs

    • A primeira vez que fui estava também fazendo faculdade, ganhava menos de R$950,00 na época, e o fator principal, sou de Governador Valadares- MG que é um lugar que vai muitos clandestinos para o EUA, consegui o visto para 10 anos, tive sim muita dificuldade na entrevisto, pq me perguntaram até questões técnicas sobre meu curso,acredito ter ficado uns 20 minutos na entrevista do visto respondendo perguntas e mais perguntas, até que consegui convence-lo que tinha vinculo aqui no brasil, e o fato que acredito ser chave para eu conseguir o visto foi estar cursando ensino superior, que é o seu caso. Vai na fé e boa sorte, sobre a grana em levar depende muito de quanto tempo você irá ficar, mas 2 mil dólares seria um valor legal para uns 15 dias, com compras se não for usar o Cartão de Credito se for uns 800 seria o ideal

    • aehauheaue então, vc pode ter a sorte que eu não tive e conseguir, de fato não é bicho de sete cabeças. Devo assumir que eu avacalhei e tava pedindo pra ser negado mesmo uaheuaheuae Eu tinha 17 anos (ano passado), tentei tirar sozinho, estava claramente nervoso, apenas estudava, me contradisse quanto a informações do formulário e o cônsul era bem mal encarado (Jeffrey, gravei o nome do miserável), mas vá com fé e todos os documentos necessários que não deve ser difícil.

  • JOHN PENNEY says:

    Ótimas observações, válidas para viajar no mundo inteiro, e quando entrando por qualquer aeroporto internacional .

    Resumindo: nada de piadinhas, nada de críticas aos agentes ou ao país em questão, nada de falar pelo celular ou sacar fotos na sala de imigração, nada de mencionar "trabalho" se você é realmente turista, sempre ter reservas (vó, hotel, nomes de amigos etc) impressas e na mão, preencher os documentos (alfândega, etc) sem erros, levar algum dinheiro em especie e levar um ou vários cartões de credito na carteira.

    E não esquecer que a sua tortura não acabou até você esteja completamente fora do aeroporto. Aqueles grandes vidros que parecem espelhos são "two-way mirrors" e os agentes ficam atrás deles espionado os passageiros até a saída do lugar. Brasileiros, welcome to the wonderful world of international travel!!!!!!!l

  • Kah says:

    Cuidado também ao mudar a aparencia. Fiquei presa nessa salinha por 1h só pq tinha cabelo loiro escuro e mudei pra ruivo, e em todas as fotos eu estava com o cabelo loiro. O moço me pediu até identidade e carteira de motorista do Brasil, além dos dois passaportes (brasileiro e italiano) para conferir se a foto em todos os documentos batia. Aí no final me explicou que foi somente isso, a cor do cabelo, que gerou confusão e me aconselhou a não fazer mais isso para não ter problema novamente.

    • marcel campos says:

      OLá Kah, Já vi dicas falando o contrário…se você vai muito 'igualzinho' a foto do visto/passaporte, é porque está querendo disfarçar algo…Na foto do meu visto, estou com barba e já não a uso há tempos..e não tive problema nenhum…isso é lenda.

  • Aiii gente q frio na barriga deu agora lendo a matéria e os comentários!!
    😮
    Meu paaai!

  • Laudrin says:

    Tenho um Visa Platinum. Recomendam que eu solicite um American Express Platinum?

  • João Ferreira says:

    Eu juro que não sabia… que existem tantos Brasileiros "bestas". Está certo que os EUA estejam sempre, e cada vez mais, alertas…. creio que eles jamais esquecerão o 01/09… torres gemeas, etc… mas, HUMILHAR até não terem mais como, os simples turistas viajantes que visitam, e gastam muito, o seu país, ahhhh, me dá licença !!! Sabe, eu tinha o sonho de um dia visitar os EUA… desde os meus 15 anos de idade… mas agora, lendo tantos depoimentos de pobres vítimas desse preconceito e desconfiança dos americanos… desistí definitivamente !!! Vou viajar mesmo pra Europa, que é bem menos complicado e a imigração não é tão mal-educada como a dos americanos… do norte !!!!!!!

    • Silvana says:

      APOIADO!!
      kkkkk chega até ser engraçado esse tipo de matéria… fala sério, ter que passar por tudo isso (sem falar nas etapas antecedentes no Brasil de pura burocracia) pra poder "desfrutar" de férias? Calma aí, eu falei férias!! Férias não é isso, pelo menos minhas férias jamais começaria assim. Temos um MUNDO TODO pra conhecer, mas infelizmente muitos ainda se vangloriam por ter que passar por isso ao tentar chegar no "País das Maravilhas". Na boa, se nós deixássemos a terra do Tio San um pouco de lado, quem sabe tudo isso se tornaria mais leve! Ao meu ver nós (principalmente brasileiros) damos muito valor para eles, será que o consumismo excessivo terá de fato muito importância? Muito mais do que ver paisagens exuberantes ou ir à lugares bem menos frequentados por brasileiros? Mil vezes Varadero em Cuba do que qualquer praia na Flórida ou Califórnia. Quero ter frio na barriga pra conhecer coisas belas, diferentes (Marrocos, Nepal, Tailândia, Austrália, Suiça) e não pra passar pela imigração (risos). Apesar que pra muitos comprar uma calça na Levi's por 20 dólares já dá um super frio na barriga né (que pena). Bom acho que é isso… bjinhos

    • Lívia says:

      Leia de novo, acho que está faltando interpretação de texto pra vc.
      Ninguém falou em humilhar, estão falando em verificação de dados que "não batem".
      Se eles vêem que vc fez algo que talvez não esteja de acordo com a lei, ele te levam pra sala, para verificar… só pra vc não ficar na fila, atrasando os outros.

    • Claudia Sarsur says:

      Nao seria 11/09?

    • Luiz says:

      Boa cara! Quando for pra Europa escolha sempre entrar pela ESPANHA, pois é a melhor a imigraçao, nunca criam caso.

    • mariana says:

      Concordo. Eu adoraria conhecer os EUA, deve ser um país fascinante com lugares fantásticos, rica cultura e história. Mas enquanto eu for vista com desconfiança pelo simples fato de eu ter nascido no BR, não vou. Entendo que muitos brasileiros causem problemas lá – causam aqui também, não é verdade? – mas será que o nível é tão alarmante ao ponto de os comportados merecerem pagar o preço dos mau comportados? Sinto muito. Vou curtir países que me recebam bem, ainda que o Euro seja mais caro. Se os brasileiros tivessem mais consciência coletiva, perceberiam que essa babação de ovo por quem não nos quer só gera mais e mais repulsa. Concordo com quem diz que o dia que os brasileiros pararem de torrar sua economias nos EUA e abrirem suas mentes para conhecer outros lugares do mundo pode ser que os EUA sintam saudade do nosso rico dinheirinho. (o comércio de lá fará pressão econômica no governo de lá) E aí, quem sabe, seremos bem vindos novamente, já que dinheiro é a única linguagem que eles entendem.

  • Olá pessoal!
    Tenho uma dúvida: No guichê da imigração, quando for feita a primeira pergunta eu devo tentar responder, pedir um intérprete ou avisar que não falo muito bem o inglês? Porque pode ser que eu entenda e responda, mas devido ao nervosismo pode ser que não! rsrsrs

    • Francisca says:

      Oi Regina,
      Meu inglês também não é lá essas coisas. Na verdade eu entendo mais do que falo. Mas as perguntas são muito básicas. Sempre consigo responder. Eles têm preparo para fazer as perguntas de vários jeitos, a lidar com turista, sabe? E alguns falam vários línguas. Apenas uma vez, peguei um que falava muuuito baixo. Não conseguiria entendê-lo nem em português e ele não se esforçava, daí fiquei meio nervosa, pois ele me falou: vc não fala inglês, não? Daí respondi que mais ou menos e pedi desculpas. Depois correu tudo bem. Boa sorte e vá tranquila. Abs.

    • Depende. Se você consegue articular frases básicas em ingles você está melhor do que 50% das pessoas que passam na imigração. Se for preciso, o proprio agente vai pedir através do sistema de som a presença do tradutor.

    • Regina, se eles acharem que um interprete é necessário, vão providenciar. Não se preocupe 😉

  • Pablo Parucci says:

    Na minha segunda ida aos EUA, ano passado eu desembarquei em Miami e teve um pouquinho de suspense. Eu havia pintado o cabelo de amarelão, perdi uma aposta pra um amigo. Ao chegar na imigração, o officer olhou pro meu passaporte, depois meu cabelo e soltou um "Yellow Hair, hum?". Eu contei a história, ele deu risada e passei com um friozinho na barriga… Foi uma viagem bem engraçada no final das contas 🙂

  • Paula says:

    Olá. Em 2007 viajei para a China com uma excursão da Queensberry. A conexão foi em Amsterdam. Entre a saída do avião até chegar ao saguão do aeroporto, fui parada 5 vezes pelos agentes. Já estava achando graça…será que pareço a alguma terrorista internacional procurada nos 5 continentes?? Que chique.

    Quanto ao tráfico de mulheres, já mencionado por alguém, tive uma experiência desagradável. Minha irmã, eu e duas amigas fomos aos países Bálticos e depois para a Rússia. Fizemos o trajeto Talin-São Petersburgo de ônibus. Na fronteira da Estônia com a Rússia pediram nossos passaportes. Eu entreguei o meu e o da minha irmã, que estava na minha bolsa. O policial arrancou os passaportes da minha mão e perguntou para a minha irmã porque eu estava com o passaporte dela. Como meu inglês é um pouco melhor do que o dela, comecei a responder. O policial deu um grito, dizendo para eu me calar por que havia perguntado a ela.

    Tensão total. Vou para a Sibéria!!

    Ela respondeu que éramos irmãs. Ela olhou com desconfiança, pois na mistureba que é minha família, ela saiu alemã e eu com cara de italiana mafiosa. No final, o problema se esclareceu. Nesta região, o tráfico de mulheres é comum e os traficantes carregam o passaporte das vítimas. Resumo da ópera: tenho cara de terrorista traficante.

    Paula

  • Evandro Moreira says:

    Olá,

    Vou com meu companheiro em lua de mel para nova york em novembro ambos já temos vistos, queremos tambem visitar quebec, ou seja curtiremos ny e então iremos ao Canadá depois voltaremos a ny só para pegar o voo de volta p o Brasil. Como se portar na imigração estando nesta condição?

    Abraço.

    Evandro.

  • Fernanda says:

    Outro dia me perguntaram se eu conhecia alguém lá …
    E estava indo visitar minha irmã em NY.
    Não sabia se respondia se sim ou não.
    Se isso ia depor contra ou a favor da minha entrada na

  • Mari says:

    Nossa, quanta gente tem uma história da "salinha" pra contar, já não me sinto só, rs. Aconteceu na minha primeira ida aos EUA no ano passado, e não sei por qual motivo, acredito que seja por causa do meu sobrenome, Ortiz, muitos mexicanos tem esse sobrenome, talvez seja por isso. Confesso que passei momentos de tensão, mas fiquei calma e respondi tudo que me perguntaram. Entrei, adorei, e não vejo a hora de ver uma promoção bombástica por aqui pra voltar lá ainda esse ano, rs.

    • LILIAN AZEVEDO says:

      Acho que todas as vezes que vc retornar terá que passar por essa salinha.Meu marido foi levado para essa salinha em 2008,quase morremos do coração,chamaram interprete e perguntaram nome de pai,mãe,onde trabalhava,o que estava indo fazer,quanto em dinheiro,nome dos hotéis etc….Todos os anos seguintes fomos pra essa sala.Segundo o interprete o nome do meu marido é muito comum entre latinos que tentam entrar nos EUA ilegalmente. Parece que seu nome fica registrado e daí em diante é só esperar.Mesmo sabendo que é isso me dá um nervoso,vamos todos para essa sala e eles não tentam ser simpáticos nunca.Quando vamos fazer conexão já peço um intervalo bem grande para não perder o voo.

  • Wander says:

    Realmente, a passagem pelo guichê da imigração americana dá um frio na barriga até nos viajantes mais frequentes. Vamos combinar que a maioria daqueles guardas não são nada simpáticos. Há quem tenha sorte de ter uma conversa rápida e descontraída antes de ouvir o “welcome”. Mas, a partir dos relatos, percebe-se que o normal é ser atendido por um agente com cara de poucos amigos. E vc ali todo feliz por ter chegado, pensando nos “compromissos” turísticos que te aguardam. Ano passado, fiz minha primeira viagem aos EUA com destino a San Francisco, imigração na conexão de Miami. Já tinha lido vários relatos na internet, sabia quais seriam mais ou menos as perguntas, estava munido de reservas, dinheiro, cartão internacional, VISA Travel Money, seguro viagem, passagens, etc. Tudo impresso direitinho. Estava viajando com um amigo e fomos para guichês separados. Ao ser chamado, fui todo feliz ser entrevistado e fui recebido por um agente mal encarado que me encheu de perguntas. Foras as básicas (duração da viagem, cidades visitadas, viajando com quem, etc). Ele aindaquis saber detalhes da minha profissão e, quando respondi que era militar, ele quis saber meu posto, o que eu fazia exatamente, e até pediu minha identidade militar (ainda bem que tinha levado!). Respondi que era Tenente e assessor jurídico na FAB. Ele perguntou o que significava “data de expedição” na identidade. Respondi tudo com muita calma e seriedade. As vezes não entedia a pergunta e pedia pra ele repetir. Engraçado como nessas horas a gente tira um inglês que não sabe de onde vem hehe. Ele não sabia falar português e nem tentava. O chato é que quando o número de perguntas vai aumentando… o agente vai fazendo uma cara de poucos amigos a cada resposta sua… aí vc pensa: “não vou entrar, ele não foi com a minha cara”. Os meus papéis estavam dentro da mochila e ele não gostou quando precisei me aproximar e apoiar a mochila em cima da bancada pra retirar os papéis que ele mesmo pediu pra ver. Aí, me afastei, expliquei que precisava abrir a mochila, pedi permissão para apoiar na bancada e ele concordou (que amor de pessoa, né? rs). Mas, como muitos aqui disseram, a dica é manter a calma e responder tudo certinho sem mentir nada. Ele vai perceber que vc é um mero turista ” do bem” e vai liberar. Foi o que aconteceu. Leve tudo impresso numa pastinha e já chegue com ela em mãos. Não espere tratamento simpático. Haja com seriedade e confiança. Depois, quando vc passar, sair do aeroporto e estiver bem longe a caminho do seu hotel, mande (mentalmente ou verbalmente mesmo rs) aquele agente tomar…. banho no aÇUde!! kkkkkkkkk

    • Relato perfeito Wander… exatamente o que sempre acontece comigo. Como você é militar, creio que pode analisar uma dúvida minha, este comportamento deles deve ser treinado, para pegar quem mente, porque você falando e tendo aquele retorno negativo, dá muito nervosismo e você acaba falando besteira. Da última vez, ainda por cima eu comecei a responder a pergunta "quem tu conhece aqui?" e citei o mês de agosto, "August"… não é que o cara achou que eu conhecia um tal de August??? para desfazer a confusão eu tive que repetir 3 vezes a mesma história… não sei como tem gente que consegue chegar lá e falar mentira.

  • Francisca says:

    Passei por algo levemente semelhante devido à questão "estar sozinha". O fiscal perguntou mais de 3 vezes "but, alone? Why?" – e então eu comecei a ficar triste, achando que ia me mandar pra salinha. Mas ele me liberou. Como diz na reportagem, tem que focar na verdade, sem enfeitar, para não se contradizer. Expliquei que só eu estava em férias, amigos e família, não. Que eu não ia deixar de viajar por isso. Que eu gosto de viajar para o exterior, etc. Deu tudo certo, mas passei medinho.

  • Já entrei nos EUA mais de 15 vezes, sempre como turista, e minha opinião/impressão é que vale mais a honestidade, por mais absurda que ela seja, do que tentar dar as respostas certas. Não viajo com dinheiro em cash. Deixo para sacar no ATM assim que chego la. Quando me perguntam quanto dinheiro estou levando, respondo que levo apenas 100 dolares para emergencia e que pretendo ir sacando aos poucos nos ATMs conforme a viagem for acontecendo, pois prefiro usar cartão de credito. Se me perguntam o que vou fazer, respondo com o maior detalhe possível "vim andar de montanha russa, inclusive minha viagem começa pelo parque X que fica aqui do lado do aeroporto". Semana passada fui a Hong Kong na promoção da United que apareceu aqui no Melhores Destinos. Fui a Hong Kong basicamente pra conhecer a Disney de lá. Na volta, consegui em cima da hora um stopover em DC, ou seja, quando passei pela imgração americana eu tinha acabado de vir de Hong Kong, sozinha, e não tinha nenhuma reserva de nada, pois tinha conseguido mudar a passagem e incluir o stopover no aeroporto em Hong Kong antes de embarcar. O agente perguntou o que eu fui fazer em Hong Kong, respondi "Disneyland". Ele riu. Perguntou o que eu faria nos 3 dias em DC, respondi "Busch Gardens e Kings Dominion" (dois parques locais. Ele falou "nossa, você gosta mesmo de parques né?" e carimbou rindo o passaporte. Por isso fica minha dica, fale a verdade por mais engraçada e diferente que ela possa ser!

  • Gaby. says:

    Vi comentários de pessoas dizendo para não visitar os EUA. Não visitar por qual motivo? Porque eles são rígidos e fazem cara feia para você na imigração? "É uma humilhação, mimimimimi" "Eles precisam do nosso dinheiro e fazem isso, mimimimimi". Ah, me poupe né! Você pode passar por esta situação em qualquer lugar, os caras tem direito de fazer isso. Não é só nos EUA, mas em qualquer outro país, se eles decidirem que você não atende certos critérios você pode ser barrado e ponto final. Por isso é preciso ir com toda a documentação correta. Mas muito mais que isso, é preciso SEMPRE manter a calma e ser cordial, não ficar de gracinhas, com raivinha ou ironias. Os caras da imigração são treinados para serem como são, frios…e isso não é atoa, eles querem pegar alguém em contradição, nervoso e etc, e tem gente que ainda discute com eles, dá chilique (Já vi acontecer), aí que eles pegam raiva mesmo. Mantenha a calma, seja educado por mais que eles não sejam, seja direto e firme nas respostas, quem não deve não teme, não é verdade?
    O que é uma cara feia em comparação aos dias que você terá para aproveitar?

    • Livia says:

      Exatamente!!!!!
      Esse povo que fica de mimimi, falando de humilhação, geralmente é recalcado que não tem possibilidade de viajar e ficam repetindo comentários de outros idiotas.
      O país é deles e eles tem que proteger SIM!
      Ou eles acham que deveriam deixar entrar qq um que tivesse em situação irregular.
      As pessoas viajadas sabem que isso é padrão, e nem se importam com isso.

    • mariana says:

      Por um simples motivo: se há uma "presunção" negativa em torno da minha nacionalidade, gerada por estereótipos, clichês ou o raio que o parta, eu não vou até mudarem de posição. Eu não sou a minha nacionalidade, eu sou a minha individualidade. Por que um francês ou alemão tem tratamento cordial e eu não posso ter? Se nunca fiz nada errado por que mereço ir para uma sala de averiguação a cada aparente contradição? Um francês ou inglês sempre têm dados impecáveis só porque eles são desses países? Ser desses países ou ter uma determinada característica física é presunção de ser bonzinho? É por isso que não vou. Pode ser recalque de uns, de outros não. Já é um saco ir para qualquer lugar no mundo e ser olhada de lado por ser mulher brasileira – obrigada ao governo brasileiro das décadas anteriores por fazer eventos de turismo relacionados a mulheres nuas dançando, thank you idiots!. Pior que isso é ver homens, mulheres e crianças latino-americanos recebendo de graça uma presunção negativa só por virem do continente abaixo. Concordo com o rigor nas fronteiras, sou totalmente contra criminosos de baixo a alto calibre MAS é preciso separar uma coisa: nacionalidades tem presunção de serem ruins? Há nacionalidades indesejadas? Se há nacionalidades indesejadas em um país que defende democracia e direitos humanos, fim de preconceito etc, alguma coisa está errada, não está? Enquanto um inglês ou alemão entrar num país com mais facilidade que um latino-americano, nada tira da minha cabeça que há preconceito. Afinal, tem globalização ou não tem? Hipocrisia é que não dá para aturar. Acho que os países tem que ser coerentes em seus atos com as palavras que pregam no mundo inteiro especialmente os países que se vendem como os melhores. Mais poder, mais responsabilidade.

    • Anuska Monteiro says:

      Olá Gabi.
      Concordo contigo quando dizes que os agentes da imigração têm de ser rigorosos. Mas concordo ainda que tudo tem peso e medida. Eu já viajei para muitos países e precisei tirar vistos mas nunca fui para os EUA. Quando tiras um visto para ires para certos países, tens obrigatoriamente de apresentar um comprovativo em como tens meios financeiros para te sustentares nesse mesmo país durante o tempo que lá vais permanecer, assim como um comprovativo do que vais fazer a esse determinado país. Só mediante esses comprovativos o visto te é fornecido. Um amigo que foi para a América teve precisamente que apresentar todos esses documentos. Eu também vou ser sincera quando te digo que a America não me atrai. Ainda mais, com esse controlo de imigração que para mim se torna mais uma expiação da tua vida pessoal do que propriamente um controlo. Um policia de imigração deve ver se tens um visto/passaporte válido e saber o motivo da tua visita (embora este mesmo esteja indicado no visto). Mas perguntar quanto dinheiro/cartões ATM a pessoa leva no momento, na minha opinão, é falta de educação, pois isso só diz respeito aquela pessoa, não ao polícia. Se a pessoa tem visto válido é porque apresentou o comprovativo que tem meios financeiros para fazer aquela viajem. Eles não precisam saber no aeroporto quanto dinheiro tens. Isso não é controlo, e invasão de privacidade, e aliás, um comportamento muito rude. Dá aspecto que eles querem saber se és rico ou não. Parece uma espécie de discriminação. Até pela história que a escritora do blog partilha connosco dá a entender que o que a ajudou a livrar-se daquela confusão foi ter o cartão American Express platinum. Provavelmente se não tivesse esse cartão, nem a teriam deixado entrar no país. Um amigo foi a América uma vez e posso te dizer que o que determinou a entrada dele foi a quantidade de dinheiro que ele trazia. Eu nunca passei por essa situação ridícula à entrada de nenhum país. Sempre apresentei meu passaporte e vistos validos e não houve azares. Mas também digo que se um país me tratasse com essa falta de respeito, era eu que não punha lá mais os pés….

  • Fui ano passado para Miami, e antes de ir pra Miami fiz escala em Atlanta e lá passei pela imigração. Quando passei pelo guichê do agente, ele me pediu passaporte, e começou a questionar, e questionou mais ainda quando viu que eu já tinha ido aos EUA para fazer work experience, eu tinha o visto J-1 (trabalhar em alguma estação de ski ou resort ou mc, algum lugar lá na epoca das ferias da faculdade) e dentro do meu passaporte eu tinha esquecido meu social security ( carteira de trabalho americana) e após ele questionar queria saber se eu tava com alguem, mas eu estava sozinha, se eu conhecia alguém em miami e falei que não, perguntou das minhas passagens, eu tinha apenas os e-tickets que ele não entendeu, e depois disso ele pegou meu passapote colocou num plastico e disse pra eu acompanhar uma pessoa, e fui pra uma salinha que só sai se alguem busca, lá tinha vários mulcumanos, e apenas um brasileiro. Esperei algum tempo e me chamaram, foram os minutos mais demorados da minha vida. E o agente comecou a fazer perguntas e ele abriu toda a minha mochila, pegou minha carteria e abriu, todo papel que tinha algo escrito ele perguntava o que era. Mas no final de tudo, deu certo. Sai de lá voando, apenas joguei minha mala pra o cara que tava despachando e peguei o metro pra ir pro meu portão de embarque.

  • leandro says:

    Ola!!! Tenho uma dúvida tenho cartão da Caixa Visa Infinite (black), gostaria de saber se ele é melhor, igual ou pior que o America Express Platinum para impressionar na imigração dos EUA caso eles perguntem??

    • Leandro, os cartões VISA PLATINUM e os BLACK são bem parecidos com o AMEX PLATINUM, porém no caso do AMEX eles só são expedidos por convite.
      Não encana com isso, na realidade caso venham a pedir que você mostre algum cartão de credito, ter um visa platinum ou black, ou amex, dá no mesmo…
      Se realmente quiser impressionar na alfandega mostre um PALLADIUM ou um ROYALLE (que feito com diamantes e ouro), ai sim…o policial da alfandega ate te carrega no colo rsrsrsrsrsrs

    • Eu tenho um AMEX The Platinum mas creio que essa impressão seja pelo fato de ser AMEX. Fique tranquilo, vai dar tudo certo

    • Leandro, você está muito bem equipado! Não tem porque se preocupar 😀

    • Raquel says:

      Leandro,
      Eu entro com uns 5 cartões e nunca querem saber qual é. Só tome cuidado com a quantidade em dinheiro e valor no cartão pré-pago tb entra na cota. Todos os cartões são mto bem vindos lá hihihi

  • Cleusa St says:

    Aeroporto JK em N.Y embarquei com destino a Orlando, trajava uma calça jeans nova com bolsos frontais costurados (bolso falso), marido passou, notei uma pessoa me observando..perguntou o que eu levava nos bolsos, nada foi minha resposta, e porque estão costurados? não existem, são falsos, lá fui eu para a sala com duas mulheres na minha frente e um segurança me seguindo, quiseram ver o forro dos bolsos..mas nem existiam, resolveram passar a mão com luvas , passavam em um papel que ia para análise, quiseram ver meu dinheiro,, contaram nota por nota rs, viram meu cartão e me liberaram, mas a sensação é terrivel

  • Ramon says:

    Fui para ny há 2 semanas com minha família e passamos por uma situação um pouco tensa na imigração também, porém foi no guichê mesmo.
    Minha mãe viajava com dois passaportes. Aquele modelo antigo verde tinha o visto e o atual azul. Não sei se vcs já perceberam mas no modelo atual no campo sobrenome ficam todos os sobrenomes da pessoa( pra quem tem mais de um) , porém no antigo em lastname fica apenas o último. Como o visto da minha mãe estava impresso no passaporte velho, no seu visto tinha o primeiro nome e em last name o seu último sobrenome, porém no passaporte atual em sobrenome estavam os 2 sobrenomes dela. Resultado : a funcionária da imigração fez outras perguntas, e ficou desconfiada pois mesmo as fotos sendo iguas achava q eram passaportes de pessoas diferentes. Perguntou se era a primeira vez que ela ia ao EUA( mesmo tendo carimbo de uma visita anterior) . Terminou dando certo mas fica a dica pra qm for viajar. Acredito que se fosse a primeira vez que ela estivesse indo pra os Estados Unidos teríamos tido mais problemas.

  • Poderiam me tirar uma dúvida? Estou indo para Fort Lauderdale e de lá irei pra Orlando, ficarei 13 dias no EUA. Sendo que ficarei 9 em Orlando e 4 dias em Miami, na casa de um primo que mora nos EUA há 7 anos. Vocês recomendam eu avisar na Imigração esta questão? Eu irei viajar sozinho, então nao sei se me hospedo num hotel os 13 dias direto e faço visitas esporádicas ao meu primo ao invés de ficar 9 em orlando sozinho e 4 dias em miami. Obrigado!

    • Bruno eles perguntam com frequência o que você veio fazer nos EUA, conte a verdade, ou seja sua rota. Se você for passar 4 dias na casa do seu primo, pode falar normal. A não ser que seu primo esteja ilegal nos EUA, ai a conversa com o oficial pode se aprofundar e você ter problemas. Abs

  • Jamais a passeio, você ser mal interpretado por perguntar pq seu visto foi negado, não tenho a mínima intenção de um cara desses dizer se eu posso entrar ou não do país dele. Existem centenas de outros países para ir.

  • Leonardo says:

    Parabens pela materia.

    Quando fui a primeira vez para os EUA, não sei pq, mas todas as pessoas me colocaram medo em relacao a alfandega.
    Cheguei lá com um ingles meia boka tremendo por dentro de medo.
    Quando o agente da alfandega me deu boa noite e pedio meu passaporte pensei. É agora.
    Quando o cara vio q eu era do brasil ele deu um grito.
    Ow brasillll, ronaldinho, pele.
    O cara falou isso com um intusiasmo q quebrou todo o gelo, foi tudo tranquilo e sem problemas.
    Dai pra frente nunca mais tive medo. Kkkkk

  • Roger says:

    Falou TRABALHO. Ta explicado porque foi pra "salinha". Vacilou.

  • Ana Amelia says:

    Tô chocada com as histórias. Tenho um Amex platinum e nunca poderia imaginar que ele poderia me ser tão útil! E o lance é que me ligaram oferecendo um, há uns 6 anos atrás. E eu não precisei comprovar nenhuma renda, simplesmente me perguntaram qual era a minha renda mensal e eu joguei lá no alto edisse que era empresária, ou seja, não tinha salário fixo.

  • Silvana says:

    kkkkk chega até ser engraçado esse tipo de matéria… fala sério, ter que passar por tudo isso (sem falar nas etapas antecedentes no Brasil de pura burocracia) pra poder "desfrutar" de férias? Calma aí, eu falei férias!! Férias não é isso, pelo menos minhas férias jamais começaria assim. Temos um MUNDO TODO pra conhecer, mas infelizmente muitos ainda se vangloriam por ter que passar por isso ao tentar chegar no "País das Maravilhas". Na boa, se nós deixássemos a terra do Tio San um pouco de lado, quem sabe tudo isso se tornaria mais leve! Ao meu ver nós (principalmente brasileiros) damos muito valor para eles, será que o consumismo excessivo terá de fato muito importância? Muito mais do que ver paisagens exuberantes ou ir à lugares bem menos frequentados por brasileiros? Mil vezes Varadero em Cuba do que qualquer praia na Flórida ou Califórnia. Quero ter frio na barriga pra conhecer coisas belas, diferentes (Marrocos, Nepal, Tailândia, Austrália, Suiça) e não pra passar pela imigração (risos). Apesar que pra muitos comprar uma calça na Levi's por 20 dólares já dá um super frio na barriga né (que pena). Bom acho que é isso… bjinhos

  • Em março deste ano fui aos EUA desembarcando no JFK (NYC), e passando pela imigração, o oficial olhou para mim, olhou para o passaporte, olhou o visto (F-1 e toda documentação original impressa comigo), olhou novamente pra mim quando eu disse: "any problem sir", pronto, fui parar na salinha de imigração, detalhe: mais de 30 pessoas esperando nessa sala (detalhe: um oficial chamou um árabe que morava nos EUA pra briga!!! Hahahaha), fiquei mais de uma hora lá até ser chamado, quando uma segunda oficial não me fez nenhuma pergunta e apenas me disse que provavelmente o primeiro oficial havia encanado com meu sobrenome (achou q era russo) e pelo fato de meu voo ter feito escala na Colombia, ou seja, os caras encanam mesmo, então a minha dica é: quem não deve não teme, mantenha a calma e curta o momento (hahaha) porque mesmo as piores experiências viram história para o futuro 😛

  • Ao viajar para países de dimensões continentais você sempre deve se ater à aspectos regionais na hora de tomar decisões.
    Enquanto Flórida, Nova Iorque, Massachussets (Boston), Califórnia e Nevada (Las Vegas) são estados tradicionalmente liberais e estão extremamente interessados no nosso dinheiro, Geórgia (Atlanta) e Carolina do Norte (Charlote) são estados conservadores, de história racista e que só servem de porta de entrada dos turistas que vão gastar dinheiro em outros lugares, logo eles não fazem a menor questão de nos tratar bem, pelo contrário, têm medo de tentarmos ficar lá ilegalmente.
    Eu só ouço falar bem do tratamento das imigrações dos estados turísticos (o cara que me atendeu em Miami falava um português fantástico), é só tomar cuidado com essa história de bussiness x work, mesmo tento o visto b1/b2, mas conheço diversas histórias de problemas em Atlanta e Charlote.

  • Danilo Buss says:

    Lendo alguns relatos chego à conclusão que o American Express Platinum está quase no mesmo patamar do próprio visto americano! Válido inclusive como "cancelamento da negativa de entrada"! Hahahaha! Vou cuidar bem do meu Gold e esperar o Platinum! Nunca se sabe, né? Hahahaha!
    Excelentes relatos!

  • Pergunta ao Melhores Destinos ou a quem souber:

    Ja vou aos EUA a anos e nunca tive problemas. Estou com viagem programada pra Junho (Vegas, NY).

    O problema é o seguinte. Ano passado, quando voltamos, a funcionária inteligente da TAM esqueceu de pegar o formulario de saida e este veio dentro do meu passaporte.

    Pesquisei no site do consulado americano e perguntei a conhecido que trabalha neste e a resposta foi a mesma. Caso eu saia por navio ou aéreo e esquece de devolver, preciso guarda-lo junto com o canhoto da passagem e apresentar ao agente na próxima volta. Caso tivesse saido po rmeio terrestre (carro e etc), teria que enviar para um endereço específico.

    Alguem ja saiu sem entregar o papel e voltou normalmente?

    Obrigado pela grande ajuda

    • Diogo B.M. says:

      Olá, uma vez saí sem entregar o formulário de saída. Ao retornar, fui questionado pela migração, disse que realmente havia esquecido de entregar e como ninguém me solicitou, acabei levando para o Brasil, pedi desculpas, ele disse para não se esquecer daquela vez e me liberou prontamente. Creio que você precisa sempre ser sincero e falar a verdade, por mais deselegantes e arrogantes, eles só se manifestam em contrário quando estão convictos que alguma informação não bate. Espero ter ajudado.

    • Aline S. says:

      Thiago, não se preocupe, pois esse formulário (I-94) não existe mais. A minha primeira viagem aos EUA foi em 2012 e nessa época (e em 2013 também) era necessário preencher esse formulário, além do formulário que é entregue na alfândega (aquele que vc declara se está levando mais de 10 mil). O formulário I-94 deveria ser entregue à companhia aérea na hora de voltar ao Brasil, pois na imigração só é carimbada a data da entrada nos EUA e o formulário I-94 servia como prova de que você saiu de lá. Em 2013 voltei aos EUA, só que semanas antes de embarcar, olhando minha pasta de documentos, vi que esse formulário da viagem que fiz em 2012 estava lá, ou seja, havia esquecido de entregar… e fiquei com muito medo de não conseguir entrar no país. Aí pesquisando também obtive a informação de que eu deveria encaminhar o formulário com cópia da passagem para um escritório que que fica nos EUA ou então levar e apresentar para o agente de imigração caso fosse solicitado. Viajei e eles não pediram nada. Domingo passado cheguei da Califórnia e já não estavam entregando mais esse formulário para preencher, pois o registro da saída dos passageiros cabe agora às companhias aéreas. Leve esse formulário na sua próxima viagem de qualquer forma…mas pode ir tranquilo pois eles provavelmente não irão solicitar, já que eles podem checar através das companhias aéreas que você retornou ao Brasil.

    • Sergio says:

      Não tive nenhum problema. Já esqueci de devolver o da familia inteira e todos ja retornamos sem problemas.

  • Tatha says:

    DÚVIDA: todo mundo tem um familiar/amigo que more (legalmente) nos EUA. Então na pergunta "vc conhece alguém nos EUA", o que responder?? Grata.

  • Bruna says:

    Sério que estão encrencando com o passaporte europeu de quem tem dupla cidadania?! Meu marido tem o passaporte português e eu não. Quando fui a Miami em 2012 ninguém questionou.. mas agora estamos indo com minha filha de 1 ano tb.. será que vão nos barrar???

  • Danielle says:

    Isso eh seguranca. Terrorista Nao tem um xis na testa. Infelizmente Nao da pra diferenciar e eles tem o dever de proteger suas fronteiras. O brasil precisa fazer isso tambem.

  • Francisco Siqueira says:

    Vendo várias pessoas tendo problemas com a imigração, eu me recordo da última vez que fui para os EUA. No ano passado fiz uma conexão para o Canadá em NY e na imigração não me fizeram nenhuma pergunta. Isso mesmo, o cara mal olhou na minha cara, simplesmente conferiu o passaporte e as únicas palavras que ele se dirigiu a mim foi para colocar as digitais e tirar a foto. Tudo bem que eu estava informando no formulário que estava apenas de conexão para o Canadá, mas quem garante que isso era realmente verdade?

    Nas vezes anteriores, em que meu destino final era os EUA, nunca tive problemas, inclusive nunca me perguntaram quanto eu estava levando. O único momento mais tenso foi em LAX quando eu estava entrando com minha mãe, que não fala nada de inglês, e o agente perguntou quem era ela. Quando disse que era minha mãe, ele olhou bastante desconfiado, já que sou moreno e ela loira, nada parecidos. No fim, deve ter conferido os sobrenomes e nos liberou na hora.

  • Arthur says:

    Nunca tive problemas para entrar no EUA. Minha surpresa foi ter sido levado para a tal salinha quando estava entrando na Namíbia, isso mesmo, na Namíbia. Viajei o mês passado para lá para participar de um trabalho voluntário. Cheguei sozinho no aeroporto e minha bagagem foi esquecida em Johannesburg onde fiz uma conexão. Depois de acertar com a SouthAfrican Airways a entrega da minha bagagem no endereço onde ficaria, fui sair da area de bagagens e fui abordado por um policial. Passei 8 horas na tal salinha sem comer ou beber, com meu celular confiscado, tive minha bagagem de mão revistada, respondi mil perguntas mil vezes e só fui liberado quando minha bagagem chegou e eles revistaram e viram que nao tinha nada demais.

  • Krisley says:

    Voltei ontem dos Estados Unidos (Miami) e na chegada eu pensei que seria mandada para a salinha, meu marido e eu passando pelos procedimentos legais de coleta de digitais, depois perguntou o que estávamos fazendo lá e eu não respondi pq como meu marido é fluente achei que ele responderia mas não, ele estava distraído e nem prestou atenção (fiquei furiosa depois). Eu falo um pouco de inglês e me enrolei toda para responder que estávamos de férias e iríamos para a Disney, eu estava nervosa! No final o agente olhou muito estranho para nós mas liberou, mas foi muito estranho! Das outras vezes não foi assim não, foi bem mais tranquilo!

  • Carlos Eduardo says:

    boa noite amigos, em minha única viagem ao exterior fui passar 17 dias em Orlando em setembro de 2013 com minha esposa, não falo inglês e seguindo dicas levei uma pasta transparente com todos os documentos como reserva de hotel, voucher dos ingressos de parques, seguro saúde e passagens de volta. Viajamos pela Delta com conexão em Atlanta, ao entregar os passaportes ao agente de imigração já fui dizendo "I dont speak English, my destin is Orlando", consegui entender as 3 perguntas que ele fez que falavam sobre prazo de estada, cidade de destino e prazo da viagem, tendo respondido da minha maneira. O agente olhou e nos mandou sentar num banco próximo onde ficamos 15 minutos e em seguida fomos chamados num outro guichê na saída da imigração onde fizeram as mesmas 3 perguntas e nos liberaram.

  • Noêmia says:

    Acho que é sorte. Porque minha filha mora lá a 5 anos, já fui 3 vezes. em 2011, 2012 e 2013 e vou agora em junho de 2014. Não falo inglês bem enrolo. Na primeira vez levei uma carta da minha filha em inglês dizendo aonde iria ficar etc. o Agente leu e carimbou o passaporte, na segunda vez e na 3 vez foi tudo beleza graças a Deus. Nunca perguntaram a mim quanto eu estava levando nem se eu tinha cartão de créditos. Graças a Deus.

  • Já vim diversas vezes para o EUA, aliás estou aqui agora.

    Tenho uma pequena empresa no Brasil, e trouxe comigo documentos da minha empresa, para se o fiscal me perguntar se eu pretendo voltar para o Brasil, eu mostrar que tenho empresa e ver que pretendo voltar, que não quero morar ou ficar ilegal no EUA.
    Porém não foi bem como planejei.

    Passei pelas perguntas, ele me devolveu aquele papel que assinamos, mas riscou com um X no papel, e na hora de entregar o papel após pegar minha mala para a fiscal, ela me encaminhou para uma outra sala, onde todos abriam a mala.
    Esperei em uma fila, atrás de um balcão, me chamara, e por azar, peguei um senhor de muito mau humor.
    Ele me chamou, olhou meus 2 passaportes(um do visto e outro atual), fez perguntas básicas, e pediu para abrir minha mala, pronto, viram meu papel da minha empresa e perguntaram: O que é isso, eu respondi que era papeis que comprovavam que tinha empresa, que não queria ficar no EUA por muito tempo.
    Dai ele olhou para mim um tempo e falou, por que você tem papeis da sua empresa com você aqui? Você sabia que seu visto é B1/B2, você pretende fazer algum negocio no EUA? Esta procurando algo para sua empresa, e eu so falando não e não, que só estava de férias viajando.
    E continuou assim por mais uns 20 min só de pergunta sobre minha empresa.

    Consegui entrar após conversar sobre viagens, e ele melhorar o humor, disse que costumava viajar de 1 a 2 vezes por ano, que sempre ficava um tempo fora do Brasil, disse que ele me assustava, haha, ele olhou para mim e disse, você nao tem que se assustar, isso é normal, ser parado pela alfandega, ele disse que já foi parado na grécia uma vez.
    Dai já puxei assunto da Grecia, disse que tinha ido numa viagem antes dessa. e o humor dele começou a melhorar, ele me contou um pouco da sua viagem a grécia, eu contei da minha, e no final ele disse, viu, não precisa ficar com medo. (eu entendi que eu demostrei medo, e ele percebeu, e imaginou que eu estaria escondendo algo)

    apesar de não ter nada a esconder, eu fiquei com medo sim, pois qualquer coisa pode acontecer, mesmo eu estando totalmente legal.

  • antonio junior says:

    Todo mundo acha constrangedor, abuso, etc mas ninguem gostaria de estar presente num atentado terrorista num parque de orlando ou na broadway, todos querem se sentir seguros lá.
    Então devido ao historico acho correto eles fazerem essas entrevistas revistas, afinal nehum traficante, terrorista, etc tem um selo na testa pra facilitar a identificação.

  • Gil says:

    Não falo inglês, e a única vez que tive problemas com imigração, incrivelmente foi na cidade de Porto, Portugal. Vou aos EUA desde 2000 e nunca entendo o que me perguntam, salvo "holiday ou business". Quando chego ao guichê entrego o cartão da alfândega (que sei não é ali que se mostra), passaporte e fico esperando o agente se manifestar. Em nenhuma ocasião fiquei mais do que o necessário para processar minha entrada. O que me perguntaram? Nem imagino. Cheguei a conclusão que quanto menos falar, menos problema.

    PS – porque não tem login pelo G+ aqui?

  • Rafael de Oliveira says:

    Olá pessoal!
    Estou planejando minha viagem para o estado de New Jersey
    E confesso que essas dicas estão me valendo ouro! Uma coisa que
    Eu gostaria de saber é a seguinte: no caso de reserva de hotel, levar o
    Comprovante de reserva. Mas em caso de você se hospedar na casa de um amigo
    Como a gente pode comprovar essa informação?
    Queria parabenizar a galera do Melhores Destinos, a matéria está uma delícia
    E vocês sempre arrasam nisso! PARABÉNS!

  • Maria says:

    Se é proibido tirar foto da sala de imigração, como tem tantas fotos neste post de agentes (q eu saiba não pode de jeito nenhum fotografá-los)?

  • Cristiano says:

    Pessoal, aproveitando os comentários e experiencia de viagens de vcs, estou indo para os EUA via Fort Lauderdale, comigo vai meu sogro, sogra, cunhado, esposa e filho dele e o marido da minha cunhada (minha esposa e a irma dela não irão viajar conosco). Minha pergunta é: isso é considerado familia ???

  • Duarte Leopoldo says:

    Ola gostaria de pedir ajudas e dicas… Pois sou atleta e vou competir em um mundial na California… Tenho emprego casa e carro em meu nome porem não tenho nenhum cartão de credito por inadimplencia…
    Posso ir apenas com dinheiro? Quanto em media?
    A passagem de volta e reserva de hoteis vao ser enviadas depois para mim, como faço? alguém tem ideias para me ajudar…
    Ja entendi que o importante eh não mentir.

    • Rebeca says:

      Você pode comprar um cartão Amex/VISA pré-pago, leve ele na sua carteira como cartão comum, você pode comprar esse cartão em bancos como Itau, Safra, Bradesco. Só vai precisar ter dinheiro para colocar nele, nenhuma consulta a SPC ou SERASA é feita. Acredito que seja melhor do que não levar cartão algum.

  • Denis Martinho says:

    Fiz minha primeira viagem internacional para os EUA, em março, e duas coisas interessantes aconteceram na Imigração.

    Primeiro é que eu cheguei em voo quase 6h da manhã e a fila não estava tão grande. Cheguei por Miami. A fila demorou uns 30 min, o que eu achei razoável. Acontece que quando faltavam umas 3 pessoas na minha frente, a fila de cidadãos americanos havia terminado e o agente nos direcionou para lá, as 3 pessoas da minha frente, eu e minha esposa e uma senhora que estava atrás de nós. Na fila de cidadãos americanos já estavam outras pessoas que tb já haviam sido direcionadas para lá, até que o agente nos mandou para o guichê 2, que é bem na ponta do salão e distante de onde estavam todo mundo, já que a única fila que ainda existia era de estrangeiros. Quando chegou minha vez, o agente me chamou e eu me dirigi com minha esposa para o guichê. Só que neste exato momento começaram a chegar passageiros de um outro vôo e vários cidadãos americanos ocuparem a fila. Nisto, um outro agente se dirigiu para a senhora que estava atrás de nós durante toda a fila questionando se ela era americana. O problema é que ela não falava nada de inglês e não conseguiu explicar que haviam nos mandado para lá. Como o agente também não entedia o português dela, fez com que ela voltasse para o final da fila de estrangeiros, que ela já tinha pegado inteira. Eu fiquei morrendo de arrependimento de não ter intercedido por ela, mas como já estava no guichê, fiquei com medo de que, se falasse algo sobre ela, me prejudicasse. Mas fiquei me julgando a viagem inteira por ter sido egoísta naquele momento.

    Depois, o agente fez as perguntas de praxe, colheu as digitais, carimbou os passaportes e nos indicou para a saída. Lá, precisamos entregar o passaporte e o formulário da imigração para outro agente. Foi quando chegou uma policial pegou nossos passaportes e pediu para acompanhá-la. Nessa hora me deu um frio na barriga. Mas ela perguntou se eu falava inglês e começou a explicar que era um procedimento de rotina para nossa segurança. Fomos acompanhando por um corredor e ela começou a me fazer as mesmas perguntas do formulário (se estavamos levando legumes, frutas, etc, se tinhamos mexido com gado ou estado em uma fazendo…) e disse que teríamos nossas malas revistadas e caso estive estivéssemos mentindo aplicaria uma multa de US$ 300 (You don´t wanna go this way, right?) Como eu estava tranquilo de que não havia mentido no formulário, passamos de boa pela revista. E entendi perfeitamente a situação, já que se trata de um procedimento de segurança. Além de que todos foram simpáticos. Mas que foi um teste bem cedo para meu inglês e para meus nervos, foi, rssss

  • Euu says:

    Bom, a duas semanas voltei para casa, mas mes passado eu parei no mesmo aeroporto de atlanta e me fizeram as mesmas perguntas mas eu estava viajando a trabalho e me pediram identificação de trabalho, eu apresentei meu crachá, conferiram meu crachá, respondi quanto tinha no bolso e também falei dos cartões platinum que estava carregando , etc e me liberaram, eu ando com os passaportes antigos sempre comigo como forma de precaução… ps: também tenho o passaporte todo carimbado e infelizmente, chama atencão..

  • Regis Cunha says:

    Todo conhecimento é necessário. Ir para os eua ficou mais simples, mas é ainda uma das imigrações mais exigentes.

    Não precisa ser rico, mas as vezes precisa mostrar que tem condições de se manter lá.

    Não precisa de inglês, mas ajuda pra caramba. Abre muitas portas e te tira de encrencas.

    As vezes perguntam quanto vc leva sim, qual a tua profissão sim, onde vc vai se hospedar sim etc.

    Mas chumbo ele falou, não minta. Mas conheça os problemas e evite que ocorram.

  • Cristina says:

    Estava no Canadá, aluguei um carro e viajei para os EUA.
    Porém, ao invés de pegar as highways principais, acabei caindo em uma estrada menor passando por dentro de pequenas cidades, onde a “fronteira” era nada além de um posto policial sem identificação visível ou cancela!
    Enfim, passei “direto” e aí veio aquela sirene atrás de mim… Dei ré, estacionei o carro, saí e fui explicar para a funcionária da imigração (com uma cara péssima) que iria para Boston (sem reservas nem nada), e que tinha ido parar naquela cidadezinha por indicação do GPS. Mas até explicar… Não teve jeito, fiquei ultra nervosa, me embolei das respostas e minha sorte é que estava com todos os meus vouchers de passagem dentro do Canadá e hospedagens (ou seja, iria voltar).
    Na hora foi péssimo, mas depois que autorizada a entrada, a funcionária foi super gente boa e ainda deu as melhores orientações de estradas, o

  • Pedro Mendonça says:

    essa moral do cartão platinum só funciona para os american express ou os platinum de qualquer banco também são sinônimo de “garbo e elegância” nos EUA?
    já entrei duas vezes nos EUA:
    1. JFK, 15 dias, sozinho, fácil, poucas perguntas, simpatia
    2. MIA, 10 dias, com amiga, complicado, o agente de imigração fez muitas perguntas, comparando as respostas com as da minha amiga, pouca simpatia.

  • Banco do Brasil Estilo. Melhor que o Platinum. Pessoal não vai mais tirar visto, vai tirar card agora kkkkkkkkkkkkk

  • Alda says:

    Alguma recomendação especial para gravidas, que estão indo fazer o enxoval lá?

    • kenia says:

      la nao. problemas com muitas compras pra enxoval pode ser so na chegada aqui. em dezembro de 2013 cheguei de orlando,do black fridays e tres voos chegaram juntos. entretanto , TODOSSSSS, passaram pelo rx, perdemos quase tres horas ali. apos a demora pra pegar as malas, muitos exageraram nas compras e pagaram multa.

    • Leticia says:

      Lá as coisas são muito baratas!!! Aproveita pra comprar. Como a colega disse, o problema maior poderá ser na volta, ao passar pela Receita Federal. Eles são mto arbitrários, se duvidar taxam até a roupa q vc ta usando. Vai mto da sorte -ou azar.
      Quando eu voltei dos EUA, após morar 1 ano, voltei com 2 malas grandes, 1 média, 1 pequena q foi dentro do avião, mais minha bolsa. Só aparecia minha cabeça por cima do carrinho. E graças a Deus não fui parada. Minha preocupação seria para fechar a mala, caso abrissem. Boa compras e boa sorte. Mas sabe que, as, vezes, mesmo pagando o imposto de importação, vale a pena. Pois as coisas são mtooooo mais baratas do q no Brasil. Êh bom vc trazer as notas junto.

    • Aline S. says:

      Alda, segundo a Receita Federal, o enxoval de bebê entra na cota dos 500 dólares (vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=9R5b1wm3jKs). Mas é aquela história do humor do agente. Cheguei dos EUA no domingo passado, e havia um casal na minha frente cheio de caixas grandes da Amazon e com muitas malas…a mulher estava grávida com a barriguinha já apontando. Então observei o que iria acontecer com eles, pois quando engravidar pretendo fazer meu enxoval lá também. O agente só perguntou quanto foi o carrinho que estava na caixa, aí o marido da gestante falou um valor baixo, que não me recordo, e disse que estava com comprovante, mas o agente, bem simpático disse que não precisava mostrar o comprovante, e eles não passaram nada pelo raio-x…Depende do agente. Em um Walmart de Los Angeles (não me lembro exatamente qual Walmart)…vi um carrinho de bebê da Disney que fecha tipo guarda-chuva, que estava custando 19 dólares…quase comprei mesmo não estando grávida…Você vai amar as coisinhas e os preços de lá. O ideal é que você já saiba o sexo do bebê, pois é mais difícil encontrar coisinhas neutras…principalmente roupinhas. Boas compras!

    • Voltei de NYC tem uma semana. Fui com a minha irmã que está grávida de 5 meses. Você vai enlouquecer com a quantidade de coisas com preços ótimos e com coisas que não tem no Brasil!
      Uma dica valiosa… compramos o carrinho dela na Babies r us… No dia da compra entrei na internet e procurei por cupons de desconto. Achei um e conseguimos um excelente desconto de 20% !!Lá nos EUA eles tem cupons pra tudo!!! E geralmente você consegue usar os cupons mesmo que o produto já esteja em promoção…
      Agora o que o pessoal falou é a verdade… acabamos indo eu, minha irmã e minha mãe por conta da cota…E fique atenta para a cota pois além de valor tem também cota para quantidades… entra no site da receita e fique por dentro de tudo que pode trazer…
      Nós por sorte não fomos parada…

  • Thiago says:

    Senti falta de uma dica: nunca entregue todos os papéis que voce tem de uma vez. Espere ele pedir papéis. Eles costumam achar que quando você joga um monte de papíes de uma vez está querendo confundí-los.

    E um comentário que eu fazia sempre aos meus amigos que me visitavam quando morava lá: não se assuste; eles não são acostumados a distribuir sorrisos, como nós fazemos; mas isso não significa que estão com má vontade. Na verdade, em todas as minhas experiências eles sempre foram muito educados.

    Acho que a dica é essa: não espere simpatia, espere educação. (nós é que tendemos a achar que se uma pessoa não sorri quando fala com nós é porque é grosseira)

  • Vanessa says:

    Irei a NY para assistir um show e ficarei 6 dias na casa de amigos americanos. Será que o fato de falar que ficarei na casa deles vai impedir ou ter problemas na minha entrada nos EUA?

    • Leticia says:

      Vanessa, eu sugiro vc falar a verdade. Até pq, o agente vai perguntar se vc conhece alguém nos EUA. Basta dizer que vc tem amigos e que vai ficar na casa deles, se indagado o local da sua estadia. Agora, se a casa q vc ficar for de imigrantes ilegais, seria melhor não dar o nome deles. Pq pode ter certeza, que eles vão ver que essas pessoas estão ilegal e vai acabar com a vida dos seus amigos. Do contrário, fala a verdade. Certamente, vc deve ter a passagem da volta comprada e em mãos. O agente tbm deve pedir para ver.

  • Kelcion says:

    Pessoal, tenho uma dúvida, ja fui ao EUA, e não tive qualquer problema, até conversamos sobre o brasil, Estou retornando para lá porém apenas uma conexão, para Europa, meu visto é de turista, eles podem questionar a respeito? posso ter algum tipo de problema? ficarei 12h no JFK.

  • Alexandra says:

    Olha, generalizar é muito complicado. Já viajei cerca de 5 vezes pros EUA e, no geral, o atendimento da imigração é cordial e várias vezes simpático. Já entrei por NY, por Orlando e por Miami. Só houve uma única vez que fui destratada, por um agente grosseiro e mal educado, mas entrei normalmente após a concessão, mantive a cabeça erguida e a segurança no interrogatório, afinal eu tinha um visto e convicção do que ia fazer lá. Já aconteceu de revistarem meu noivo na alfândega e pedirem para abrir sua carteira pra ver o que tinha dito, mas nunca com falta de educação. Jamais deixaria de voltar aos EUA por causa do rigor da imigração, pois apesar de tudo, há bastante cordialidade. Em Orlando há placas na entrada com frases para “acalmar” os visitantes, dizendo que todos ali foram treinados para lhe receber bem. Em Miami, já fui atendida por um simpático descendente de latino que me perguntou sugestões para o nome do seu filho que estava para nascer. Já vi até até uma bancada cheia de action figures, pois o atendente era louco por quadrinhos! Sinceramente, não consigo falar mal de uma país pela segurança que ele impõe na entrada. A não ser que em sua visita no geral vc realmente constate pessoas chatas e desagradáveis, o que não tem sido a minha experiência em quase nenhum lugar do mundo. Acho muito válido toda a revista e segurança que se impõe, afinal, num país com tantos atentados, nada mais justo que eles exagerem na inspeção. Isso inclusive me deixa mais segura, apesar de ser sim chato e até constrangedor para alguns. Para mim, não. Os americanos são no geral pessoas simpáticas, educadas e prestativas e não tenho porque criticá-los, pelo menos não por enquanto!

  • Marcelo says:

    Passai exatamente por isso no aeroporto de Atlanta, e como meu inglês é péssimo chamaram uma intérprete que foi extremamente gentil…..deu tudo certo.

  • Emilio M. says:

    Não. São família distintas. Na última vez que entrei nos EUA, minha cunhada foi junto para a imigração. A primeira pergunta feita quem era quem. Identifiquei esposa, filhos e cunhada. Então o Boarder Patrol me disse que a cunhada não integrava minha familia, portanto deveria preencher um formulário só para ela, apesar disso, ela ficou com a gente no guichê sem problemas.

  • roberto says:

    Pois é…e eu que tenho um homônimo que é um traficante mexicano procurado pela interpol !!! sempre me param, vou para a salinha junto com outros latinos, árabes e orientais….no final, chegam à conclusão de que "ele é ele, e eu, sou eu"…e me liberam, mas a sensação é horripilante….vou usar a estratégia do platinum do AMEX e ver se cola tb…

  • Marcia says:

    Por incrível que pareça, tive problemas no aeroporto de Auckland, Nova Zelândia. Fui parada na imigração e até hj não tenho ideia do porquê. Mas nem fui pra salinha. Levaram meu passaporte, vieram fazer algumas perguntas umas duas vezes e depois voltaram com o visto. Eu tinha todas as documentações necessárias, mas nem me deram tempo de mostrar. Tive impressão de que foi algo aleatório ou por eu estar sozinha. Meu marido tinha ido 2 meses antes pra fazer um curso e entrou sem problema algum. Fiquei muito contrariada. Minha vontade na hora foi de abandonar a viajem e só não fiz isso pq meu marido me esperava no aeroporto e não saberia de nada.

  • Haytham says:

    Meu pai é do Iraque e em 2011 tivemos esse tipo de problema. O mais engraçado foi o motivo. A gente imagina que seja por causa do país onde ele nasceu. MAS NÃO FOI! Ele não havia entregado um papel que te dao na entrada nos EUA, mas isso era pra ter acontecido em 2010, numa viagem anterior. Teoricamente seria como se ele não tivesse saído dos EUA, uma espécie de imigrante ilegal. Na salinha, foram mal educados demais! Perguntaram TUDO sobre a vida dele e sua infância no Iraque, além de todo tipo de pergunta sobre bombas e coisas ridículas! Achei que iríamos voltar pro Brasil!
    Em 2013 cometi o mesmo erro de não entregar esse papel na volta pro Brasil e achei que esse ano iria ter problema na imigração, mas eles não exigem mais esse comprovante de que a pessoa voltou pro seu país, graças a Deus!!!

    • Aline S. says:

      Que bom que esse formulário I-94 não existe mais. Na viagem que fiz em 2012 esqueci de devolve-lo na volta. Na minha segunda viagem, em 2013, fui morrendo de medo pelo fato de eu ter esquecido de devolver esse formulário na viagem anterior…mas deu tudo certo e eles não perguntaram nada. Domingo passado cheguei da California e eles não entregam mais esse formulário para preencher. Agora os dados dos passageiros que saem dos EUA são passados pelas companhias aéreas.

  • Cristiano says:

    Alô, é o gerente do banco……cadê meu cartão American Express Platinum…….kkkkkkk

  • Thiago says:

    Mais importante é justamente manter a calma , quando fui em 2009 , para trabalhar em Gulfport no Mississípi , admito que passei um certo nervosismo,antes da imigração .

    Porem confiante no meu inglês , fui bem tranquilo.

    O oficial perguntou apenas para que cidade estava indo , conferiu meu passaporte , fez uma brincadeira com uma pessoa que passou atras pelo corredor , ( aeroporto de Miami ) , tirou minhas digitais e logo em seguido me liberou , não durou nem 5 minutos.

    Uma colega foi mais interrogada , porem sempre em clima tranquilo pelo oficial.

    Como a materia disse , a intenção deles , ao contrario do que alguns pensam , não é prender ou não liberar milhares de pessoas ,é um trabalho normal de controle , é so se comportar da mesma forma que se comportaria em qualquer situação de controle , seja com policiais aqui no Brasil ou Oficiais de Imigração.

    So ir tranquilo , com documentação em mãos , e responder com calma tudo que for perguntado.

  • marco says:

    Sempre fui bem atendido nos USA e EU,inclusive em Barajas na Espanha, muito temido.
    Procuro sempre manter um nivel de apresentação sem aberrações,meu coportamento e respeitoso e intendo sempre que as medidas restritivas de seguranca sao uma necessidade.
    Ademais devemos sempre respeitar as regras das casas alheias.
    Quanto ao questionamento de valores em espécie , e muito mais para prevenir a entrada de dinheiro ilegal.
    Nos USA o uso de cartoes de creditos muito mais intenso e anistio que no Brasil.
    Podem ir sem medo, quem nao deve nao teme.

  • Roberto Ribeiro Jr says:

    Estive recentemente em MIAMI e "namorada" não é considerada "família". Logo a entrevista teve que ser feita separada.

  • Alice says:

    Eu todas as vezes q vou sou revistada, em fev último fui p Disney c parentes mas estávamos em vôos separados e eu estava sozinha. Qto a revista n me incomodo, só fiquei receio qdo a policial após a imigração ( na imigração só me perguntaram se eu estava indo ver o mickey mouse) me perguntou se eu falava inglês, respondi q sim , e se eu queria ser revistada ali no meio do povao ou numa sala reservada , eu disse q podia ser revistada ali mesmo, sem problemas, revistou o meu corpo, me passou resíduo anti pólvora e revistou a minha bolsa, mas td com mta educação … Isto foi na imigração na Carolina do Norte.

  • Joao says:

    Pessoal, estou indo pros EUA com mãe e tios… Irei pra Miami e Vegas e de la pra NY… aí é que esta o problema! Minha esposa chega apenas em NY pra encontrar a gente! Ela é minha dependente e eu vou custear a viagem dela! Ela corre o risco de ser barrada por eu nao estar junto dela na chegada? Eles podem me chamar no Aeroporto pra tirar as duvidas?

    • Leticia says:

      João, eu acho que ela deve dizer que o marido dela viajou antes com a família, enfim, contar a verdade, que vc está custeando a viagem. Por isso, seria bom ela levar copia dos seus flight tickets e dos demais para comprovar quando vcs chegaram e dos tickets da cidade x até ny, bem como a reserva do hotel (seja ele em seu nome ou não). Pode ser q ele desconfie e mande ela para a salinha, mas lá ela vai explicar a história e vão ver o equívoco. Tenha em mente que ela não está fazendo nada de errado, então nao tem pq ficar nervoso.

  • bruno says:

    Não sei se ja postaram isso, mas TUDO que vc responder no seu questionario de solicitação de visto poderá ser perguntado na imigração…

  • Daniel says:

    Fort Lauderdale eu sofri, em 2011. Interrogado por vários agentes, levado pra salinha e tudo mais. Uma sensação de terror.

  • patricia says:

    Aconteceu comigo em Atlanta também! O agente encrencou com a cor do meu cabelo, fiz luzes! Perguntou se eu tinha namorado lá, com a minha negativa perguntou se eu tinha namorada lá, disse que meu cabelo ficava melhor mais escuro como no passaporte. Um porre!! Quando fui para tal salinha viram o equivoco, desde 2008 viajo para US de férias e nunca tive nenhum problema anteriormente. O agente da salinha foi muito simpático e gentil comigo, se desculpou pela perda da minha conexão de voo.

  • Lui says:

    Boa propagando do amex, mas não acredito que o povo brasileiro deva ser humilhado dessa forma.
    Vão viajar para outro lugar, ao invés de financiar toda essa descriminação.

  • Entrei com meu passaporte italiano em Miami, passei pela imigração, mas depois tem uma porta com uma bifurcação com pontos verdes e vermelhos no chão. Ao passar o agente me disse: "red dots"…

    Ai fui andando até um balcão onde me fizeram todas as perguntas, revistaram minha mala, trouxeram cachorros para cheirá-las e etc.. Mostrei meus cartões, dinheiro, e o oficial só ficou tranquilo depois que eu falei sobre a empresa de desenvolvimento de sistemas que eu trabalhava. Foram 40 minutos…

    O que mais o deixou desconfiado foi que eu estava sozinho. Eu gosto de viajar sozinho… Depois segui pro meu voo de conexão pra nyc, claro, sem imigração dessa vez..

  • Leticia says:

    Fui apenas 1 vez para os EUA com visto de trabalho temporário (J1) e quando passei na imigração o agente, mto educado, perguntou para onde eu ia, onde ia ficar, oq ia fazer, onde eu ia trabalhar e só. Quando disse a cidade, myrtle beach, ele disse q lá era mto bom e enjoy. Tudo em inglês. Mas enquanto eu morei nos EUA, que foi 1 ano e 3 meses, uma amiga foi deportada. Ela morava ilegalmente há 7 anos, tinha ido buscar o pai no aeroporto e andando no aero, na companhia do namorado, um policial perguntou o nome dela e levou ela pra salinha. Ela teve sorte q o cara da imigração conhecia ela e deixou q alguém levasse 2 malas pra ela trazer embora. Geralmente, em caso de deportação, a pessoa volta só com a roupa do corpo.
    E esse pessoal que fala mal dos EUA, pelo constrangimento sofrido ao entrar no pais, eu acho q pode passar por isso em qqr lugar. Os EUA estão corretíssimos em ser rigorosos nos procedimentos, sendo um pais visado, sofredor de atentado terrorista, tem que se precaver. Se o passageiro está com tudo em dia, não está levando nada ilegal, embora vá para a salinha, lá eles vão verificar qual êh a sua situação e vão libera-lo. Basta falar a verdade e não se contradizer. O problema que aqui no Brasil não tem procedimento nenhum, nós passamos por um raio x que ninguém olha, ficam todos conversando, aí quando se vê numa situação dessas acha ruim, é passar por constrangimento. Eles apenas estão trabalhando e zelando pelo pais deles. Eles não tem como adivinhar quem é pessoa do bem, quem ta indo pra morar, quem é traficante. Meu namorado mora nos EUA, é cidadão americano e várias vezes ele levou comida na bagagem despachada (salame, café, chocolate, pão de mel, goiabada, doce de leite, etc) e nunca deu em nada. Apenas abriram a mala e deixaram td lá. Meu irmão já foi pros EUA com a mala vazia, levou apenas 1 pack de chocomilk (imagine, 24 garrafas) no raio x deveria parecer ser uma bomba kkkk mas ninguém abriu a mala. Claro q eles não escreveram no papel q estavam levando alimento.

  • Leticia says:

    Outra coisa: em relação ao Amex platium, para ter esse cartão nos EUA é muito difícil, tem que ser mto rico pra conseguir. Aliás, para conseguir um cartão de crédito nos EUA é mais burocrático que no Brasil. Lá vc tem que ter um score bom, pagando suas contas em dia, baseado em quanto vc gasta, qto vc ganha, se atrasa as contas. Eu tenho o amex platium e aqui no Brasil digamos que qualquer um tem, mas lá eles não sabem disso. Acham que a pessoa que tem um cartão amex êh rica. Mas claro que vc tem q ter qualquer cartão de crédito ao viajar, não precisa ser amex.

  • Karine says:

    Ja fui diversas vezes para os EUA, e na ultima em marco de 2014 tambem nos pararam, tensoooooo demaaaiiiisss!!! A minha irma e cunhado foram para a salinha, eu meus irmaos e meus pais fizemos uma entrevista ali fora mesmo (proximo a esteira de bagagem). Deram um cha de cadeira imenso em nos, e vi que pararam 90% daquele voo vindo de SP, nao havia criterio nenhum, as pessoas iam passando da alfandega e ja eram paradas, ficou uma fila imensa para a policia entrevistar. Sera que isso esta se tornando um procedimento padrao para voos vindos do Brasil ou ‘e geral???

  • Edvaldo says:

    Sempre vou aos EUA para fazer compras de produtos para revenda aqui no Brasil, normalmente estou indo de 2 em 2 meses, essa vai ser a minha quarta viagem seguida, sera que tem algum problema?

  • EDUARDO says:

    Bela reportagem, Monique! Parabéns! Só que acho que o motivo pelo qual você foi barrada na imigração americana (mesmo já tendo visitado aquele país por tantas vezes) se deu por razão mais específica, que apenas atinge um específico grupo de turistas: as mulheres jovens e bonitas que viajam sozinhas. Sim, porque, aqui entre nós, se não fosse você, se estivessemos falando apenas de uma moça jovem e bonita que está viajando sozinha para Las Vegas, qualquer um que conhece aquele lugar, sejamos sinceros, pensaria o mesmo que estou pensado, inclusive – e com muito mais razão – os funcionários da imigração.

  • André Moreira says:

    Pessoal,

    Essa história de casado, solteiro, passa junto, separado, não tem nada a ver. Depende do oficial e independe do aeroporto. Se tiver que acontecer, vai acontecer, e não importa se você é classe media ou classe alta. Funciona como o visto. Tem pessoas que tem bens em seu próprio nome (imóveis, carros), investimentos no banco, emprego fixo ou até mesmo empresário e o visto é negado. Porque? Não há uma explicação lógica. Depende, digamos, da sorte ou azar ou de uma série de fatores.

    Quando eu fiz o visto, nunca tinha viajado para fora da América do Sul e o único bem que possuía era um veiculo que comprei usado e financiado, recebendo salário de menos de R$ 3.000,00, solteiro. Meu visto foi concedido, sem problemas.

    Não tenho muita experiência em viagens, afora a América do Sul, mas hoje já conheço a Europa e viajei duas vezes para o Estados Unidos. A primeira vez, em 2012, fui eu e mais dois amigos, todos solteiros e passamos os três juntos para receber o famoso carimbo de admissão. Foi no aeroporto JFK. Na segunda vez, ano passado fui eu e outro amigo, por MIA, e também passamos juntos, sem problemas. Como não sei falar muito bem o inglês, meu amigo apenas me ajudou a responder quando me perguntaram com o que eu trabalhava. Nada mais, sem muitas perguntas.

    Ou seja, se tiver que acontecer, vai acontecer, infelizmente. Tenham certeza que isso acontece com muito pouca gente. Mas os comentários são sempre daqueles com histórias mais tristes. A maioria entra sem problemas, mas são os que enfrentam esse tipo de problema é que relatam suas experiências.

    Com o visto é a mesma coisa. Quem está prestes a tirar pesquisa em diversos sites, faz os mais variados tipos de questionamentos. Mas depois que conseguem, ninguém relata como foi. Mas aquele que teve o visto negado, embora a minoria, tenham certeza, serão eles em sua “maioria” que relatarão suas frustrações pelo visto negado.

    E jamais saberemos o motivo específico. Podemos até suspeitar, mas não temos como saber a política e os procedimentos que levam a fazer isso. E imagino que devem fazer isso até por dever e para que outras pessoas saibam que isso acontece. Jamais serão liberais com todo mundo.

    Sugiro apenas ser sempre sincero e se precaver de todas as formas possíveis a garantir que de fato não não temos interesse em permanecer no país deles de forma ilegal.

  • Christiane says:

    Toda vez que entropy nos EU ou por miami ou. Por Orlando sou levada na salinha, e com green card na mao e nunca tive. Problem as apenas me fizeram perguntas,

  • Luis Rocha says:

    A minha historinha é a seguinte.

    Havia entrado duas vezes nos EUA normalmente, uma via Los Angeles e outra via Houston. Em ambas as mesmas perguntas padrão e logo em seguida fui liberado. Na terceira vez, outra vez via Los Angeles, o agente da imigração começou a fazer perguntas relacionadas ao meu roteiro, pediu comprovante de carro, hotel, etc. Como tinha entrado nas duas primeiras normalmente, não levei NADA impresso (levem sempre, muito importante). Estava sem bateria no celular, expliquei a situação, mas me mandaram para a salinha. O agente que me levou até que foi simpático, disse que era um procedimento padrão e que logo eu seria liberado. Eu achei primeiramente que era pq na segunda vez que saí, não devolvi o i94 ao oficial, ficou dentro do passaporte, mas sinceramente não sei se foi esse o motivo ou o cara simplesmente não foi com a minha cara. Na salinha tinha alguns colombianos que logo foram liberados e uma senhora oriental, que falava pouco inglês e pelo que prestei a atenção na conversa do interprete com o agente, ela estava lá pq na última vez nos EUA, ela havia ficado além do tempo permitido do visto. Foi bem, chegou a minha vez e as mesmas perguntas de sempre, dessa vez com mais detalhes, como telefone dos hotéis,endereços, etc. Sempre procurando alguma contradição, Expliquei novamente a questão do celular, expliquei que não havia impresso nada, expliquei que não tinha motivos para permanecer nos eua, estava com faculdade em andamento, emprego fico, etc, tudo calmamente e educadamente, Nessas horas tu acha que o teu Inglês não serve para nada, mas ele serve e você percebe que fala mais do que imagina. Então o agente conseguiu com um colega um carregador e meteu o meu iphone na tomada para carregar. Enquanto ele carregava, ele começou a perguntar sobre o meu voo de volta, falei dia, cia aerea tudo, falei até o código de reserva, esse havia memorizado. Ele colocou no sistema o localizador e disse que não achava. Eu gelei na hora, mas mantive a calma e raciocionei, a ficha caiu. Como eu havia emitido pela tam com milhas, logo após a fusão com lan, provavelmente o vôo de volta que era operado pela LAN PERU havia outro localizador. Expliquei a situação e o agente perguntou se chamasse alguém da LAN ali na salinha, ele confirmaria a reserva. Eu respondi que sim, que poderia chamar. Apareceu um Sr. da LAN bem simpático, expliquei a situação da reserva, el bateu um rádio com a central e eles encontraram a reserva. Nesse momento o agente desplugou o meu iphone da tomada e carimbou o meu passaporte e não falou mais nada. As vezes penso se vale tanta humilhação para ir para os EUA e gastar tanto, ajudar a economia deles, porém realmente eu gosto de lá. Final do ano entrei via Miami e foi super tranquilo.

    • Leticia says:

      Não entendo que "tanta humilhação" vc passou. Eu entendo que isso é um procedimento adotado por medida de segurança. Oras, vc não tinha nenhum comprovante quando solicitado pelo agente. Entendo que das outras vezes não pediram, mas o passageiro tem que estar preparado. É igual quando vamos tirar visto: eles pedem aquele monte de documentos e na hora nem pedem pra ver, apenas fazem perguntam e acreditam no que falamos. Mas pode ser que eles peçam tais documentos, então devemos estar preparados. Se vc não tem nada a temer, como vc não tinha, logo o equívoco foi sanado e vc foi liberado. Simples assim. Agora, tem mta gente que quer deixar de visitar um pais que é exemplo em segurança pública, saúde, educsçao, etc, etc, apenas por não querer "passar por tanta humilhação". Eles tem que ser assim, ainda mais depois do atentado terrorista.

      • Luis Rocha says:

        Sinceramente não vejo dessa forma, mas cada um tem sua opinião.

        Atentando terrorista não é parâmetro,visto que esse tipo de segurança deve ser reforçada antes do vôo, em revistas e raio x, scanner térmicos, etc. Não em procedimentos no momento da imigração. Se o receio deles era que eu virasse imigrante ilegal, poderiam checar o meu histórico de duas idas e voltas dentro do prazo estipulado. Quando você compra uma passagem para os EUA e passa o número do passaporte, a CIA área já envia os dados para a NSA e eles fazem uma pré avaliação, se você tem algum problema, provavelmente já tenha uma surpresa durante o checkin. Além de que, o meu código de reserva representava tb a passagem de volta, totalmente desnecessário o procedimento da salinha, mas tudo bem.

        E para finalizar, os EUA por mais que tenha diversas qualidades, no qual eu admiro muito, não é muito exemplo de saúde pública, não que o Brasil seja, muito longe disso.

  • Margarete says:

    Nossa deu um frio na barriga agora…..vamos fazer uma viagem a passeio….eu minhas duas irmãs,minha sobrinha,uma prima e minha cunhada,será que vão deixar a gente passar todas juntas….?????

  • Meu passaporte foi roubado em 2010 e desde então sempre vou para a tal salinha. Nada demais, apenas algumas perguntas a mais e tudo certo, sempre. Para quem não tem nada a esconder não precisa temer o processo.

  • Ricardo says:

    Acontece ao contrário também, a irmã de uma amiga minha é casada com um paquistanês milionário, chegando em Guarulhos seguraram ele mais de 6 horas com diversas perguntas e reviraram a mala atrás de algo suspeito.

  • Já fiz cerca de uma meia dúzia de entradas nos EUA (Algumas com o próprio país como destino e outras como escala econômica de viagem). Nas primeiras duas viagens (entrando por Houston e Charlotte) não tive qualquer problema. A partir da 3a. entrada (por New York), fui selecionado para averiguação adicional em todas as vezes. A exceção da última, que após responder algumas perguntas (entre elas, sobre porque entrar nos EUA, por Atlanta, para ir a Cancun e não ir direto do Brasil), e de dizer de cara que em todas as últimas vezes havia sido enviado para a averiguação adicional e, acredito que por isso, o oficial da imigração teve "pena" de mim e me liberou, até porque era apenas uma escala…
    Numa delas (a 2a.) tomei coragem e perguntei ao oficial da imigração sobre a possível razão da minha seleção, o que ele respondeu de bate-pronto : "common name". Depois me explicou que o meu nome (JOSE – 1o. e JESUS – último) é muito similar ao de outros imigrantes que já apresentaram algum problema e possuem registros junto a imigração americana.
    Mas o mais importante é que ao reservar passagens para outra viagem aos EUA este ano (2014) pela Gol, fui perguntado se tinha o REDRESS CONTROL NUMBER. Não sabia do que se tratava e concluí a reserva sem o tal número para não perder as vagas. Depois procurei na internet e descobri do que se tratava : É um cadastro junto a imigração americana para evitar estas repetidas averiguações adicionais na alfândega americana. Não é 100% certo de que não ocorrerá (como a própria carta que recebi afirma), mas o objetivo é tentar evitar erros como o que provavelmente justificou os meus seguidos envios a "salinha".
    Segue o link : http://www.dhs.gov/redress-control-numbers

  • Alysson says:

    Na verdade essa dica de "As imigrações de vários aeroportos americanos contam com intérpretes para o português, não é preciso se preocupar caso o seu inglês não seja dos melhores" não funcionou muito comigo e minha esposa. Na imigração em Miami, em nossa primeira viagem aos EUA, pegamos um Agente de Imigração muito mal humorado, pra não dizer grosseiro. Nosso inglês é muito meia boca e logo na primeira pergunta, a qual não entendemos bem, dissemos: "we don´t speak in english very well". Pra que? Parecia mais que nós estávamos mandando ele tomar naquele lugar. Irou-se e começou a dizer que ele não tinha obrigação de falar a nossa língua, pelo contrário, nós é que teríamos a obrigação de falar a língua delel. Continuou a fazer outras perguntas de forma ríspida, todas em inglês, as quais depois desse "cartão de boas vidas", respondíamos com total receio. Amenizou um pouco o tom após perguntar qual era a minha profissão e eu dizer que era policial. Entretanto, nossa chegada na terra do Tio Sam começou muito mal.

  • Vandeca says:

    Morro de medo de ir para a tal salinha!!! Vou para Miami na próxima sexta-feira para fazer umcruzeiro para o Caribe por 5 dias. Depois vou para Orlando onde comprei um apartamento e pretendo fiacar lá por 5 meses, portanto tenho passagem de volta para o dia 25 de setembro. Devo dizer a verdade ou dizer que ficarei somente uns 15 dias? Tenho o cartão Platinum e levarei dinheiro para tanto tempo. O que fazer?

    • JPM says:

      Nunca, NUNCA MESMO minta desse jeito. Isso pode te render problemas futuros. E cuidado com o tempo de permanência. Não o exceda, senão vai acabar não desfrutando direito do seu apartamento lá

  • Raquel says:

    Já fui trilhões de vezes aos EUA e, de todas as vezes, só duas por Orlando (sempre sozinha). Em Miami, nunca tive problemas, nem por estar sozinha. Mas em Orlando… A primeira vez, estava grávida de 7 meses e sozinha. Fui fazer o enxoval da minha filha. Só eu tinha visto, só eu tinha férias, então fui. Era minha primeira vez nos EUA e eu não tinha manhas de que compras era tão bem vindo como turismo. Me falaram que as únicas coisas que eu poderia falar era turismo, estudante ou trabalho. Antes tivesse dito "shopping". Não falo nada em inglês, arranho um espanhol e a comunicação ia bem nesse idioma. Ele me pediu um atestado da médica e entreguei o que tinha, em português. Quando me perguntou quanto tempo eu ficaria ali (4 dias) e o que ia fazer (turismo), o agente riu, afirmou que era impossível alguém fazer turismo em 4 dias e grávida de 7 meses em Orlando. Me pediu para acompanha-lo e me levou para a "salinha". Eu já tinha lido várias coisas sobre a dita cuja e sabia que não podia demonstrar nervoso ou mentir. Mas como não demonstrar nervoso em sua primeira viagem, grávida, longe do marido…. Esperei e esperei… mais de 01h30. Eu só tinha vontade de chorar, de ligar para meu marido pedindo socorro… Depois de esperar mto, um senhor me chamou. Ele falava português e me fez milhões de perguntas. Mtas mesmo. Coisas pessoas, profissionais, o motivo de viajar sozinha, se eu pretendia ter filho nos EUA etc.. Respondi todas, sem melindre pq era verdade e fui liberada. Meu marido já estava quase pegando um avião no Brasil de tanto desespero pq eu não entrava em contato e a cia falava que o avião já havia pousado, mas tudo foi esquecido quando entrei naquele mundo de sonhos, principalmente para uma futura mãezinha hihihi. Quase três anos depois e após mtas ida à Miami, comprei passagem para Orlando, novamente sozinha. Quando cheguei, já fui logo falando (ainda em espanhol hihihi) que eu estava ali para fazer compras. Não adiantou, fui levada, dessa vez, para a vistoria de bagagens. Um lugar enorme e assustador. Cheio de policiais e cães. Revistaram tudo, tudo, tudo. Minhas roupas, forro de bolsas, meu celular, minha carteira. Só não me revistaram. Aí, as perguntas começaram e eles confrontavam tudo com as respostas que eu já havia dado no passado. Quantos filhos eu tinha, a idade da minha filha, quantas vezes já entrei nos EUA etc.. E quase me dei mal quando me perguntaram o nome do meu empregador, pq havia mudado. Dessa vez, não precisei de tradutor, consegui fazer toda a entrevista em espanhol e fui liberada.
    A unica dica que posso deixar, pq várias coisas podem acontecer, é que nunca minta sobre o valor que está levando. Fale todo ele, até centavos de reais. E o valor do cartão pré-pago tb entra na cota. Isso pode causar mtos problemas.

  • Manuella says:

    Olá, irei (acompanhada da minha mãe) pela segunda vez para os Estados Unidos (aeroporto de Miami). Queria saber se alguém já viajou com o visto próximo do vencimento (no meu caso volto no dia 15.5 e o visto vence dia 18.5). Não vi nenhuma restrição no site da embaixada, mas com os relatos do post acabei ficando preocupada. Em tempo, na 1ª vez, há 2 anos, fiquei surpresa pois o oficial, apesar do jeito sério, não me perguntou absolutamente nada (será que é pq as informações que subsidiaram a concessão do visto constam do sistema?)

    • Monique Renne says:

      Manuella, uma amiga já teve esta mesma dúvida e procurou a embaixada. Na época eles disseram que o visto é valido até o último dia, ou seja, está tudo ok. Mas, confesso, eu não arriscaria. Algumas emergências podem te segurar nos EUA, como uma emergência médica, por exemplo, e você ficar sem o visto…. Será que vale a agonia?

  • Jackie says:

    Fui com meu marido (que tem dupla nacionalidade – brasileira e portuguesa) em março de 2013 para Vegas, via Houston. Tivemos também em uma situação um pouco tensa na imigração. O agente fez um monte de perguntas, várias vezes repetindo-as e chegamos ao ponto de não entendermos mais nada! Acho que ele não estava bem consigo mesmo! Acabou nos liberando, mas já tínhamos reparado nos outros passageiros que estavam a nossa frente que ele estava afim de pegar no pé. Tanto que, um rapaz foi enviado para a tal salinha.

  • Clelio says:

    Minha maior preocupação é com a imigração do Brasil, pois já fui umas 6 vezes para o USA e nunca tive problemas para passar, no entanto, quando volto para o Brasil com as malas abarrotadas de coisas, aí sim, fico com frio na barriga, mas até agora só uma vez me pegaram…kkkkkkkk

  • beto viajador says:

    Ola, muito interessante entender um pouco as chegadas a paises do mundo. Ha alguns anos minha esposa, filho, nora, todos com sobrenomes SILVA chegaram a new york e foram encaminhados para a famosa salinha, meu filho que fez intercambio nos USA e fala ingles fluente perguntou porque e responderam que tinha muitos SILVA neste voo, liberando umas 10 pessoas em seguida……Ha 3 anos estava saindo do Laos e o agente mandou eu subir num estrado alto e me revistou e como uso um colete e la estava o dinheiro colocou nas mãos e me perguntou "how much" muitas vezes e eu me fiz de desentendido pois viajava com cerca de 6 mil euros( fazia uma viagem pela africa e asia) e não conhecia as regras deste pais quanto o montante que poderia portar. Me fiz de desentendido e peguei meu envelope de suas mãos e fui descendo do estrado, com a cara amarrada para ele e fui para o embarque…que sufoco…..Ha dois anos estava viajando de trem e na fronteira da Bosnia Herzegovina apresentei o passaporte que foi carimbado e tudo OK, mas o trem estava demorando muito e vi a bandeira do pais e tomei uma foto e um agente da imigracão viu e veio vociferando perguntando pelas minhas malas.M ostrei-as e ele abriu conferindo tudo ate sabonetes, cheirava, creme de barba, creme dental e qualquer coisa embrulhada e devolvendo a mala….. Enfim fez um pente fino em tudo, deixou tudo desarrumado e ate roupas intimas de minha esposa ele olhou…Hoje quando falo sobre esse agente chamo-o de cão Buldog ou Pit Bull.Um alienado indigno do cargo…Como nada encontrou baixou a cabeca e foi embora…..Mas a maior revista das malas que sofri nos 104 paises visitados foi em Israel.Ate um relógio Kuko que havia comprado na Floresta negra( proximo a Munique) na Alemanha ele cortesmente e com muita finesse desmontou porem montou novamente…E eu estava saindo do pais…..Vai entender a cabeca de um agente….

  • Olá pessoal,
    Em setembro do ano passado compramos pacote para Orlando (eu minha namorada a irmã dela e seu marido); no dia do embarque, ela teve uma crise de apendicite e não pode embarcar, indo eu e o casal; entramos via Detroit, eu com um inglês básico, quase nada…no 1º guichê tudo ok, mas após as esteiras, como estava apenas com bagagem de mão, o agente me questionou "one bag???" "one bag???" ;eles passaram e eu fui enviado para as esteiras, onde fazem as revistas das malas…quase 1 hora depois, fui chamado por um outro agente para verificar minha bagagem, me perguntou algumas coisas, tentei explicar sobre a cirurgia da namorada, apresentei os vouchers dela e após algum tempo, me entregou o passaporte e me levou até a porta de entrada para o saguão do aeroporto…
    Por pouco não perdi minha conexão para Orlando… ufa!!!!
    Em novembro devemos ir juntos, tomara que dessa vez seja mais tranquilo…

  • Patricia says:

    Também já fui parar na salinha uma vez. Estava chegando em Miami pra um cruzeiro em dezembro de 2010 e o agente da imigração me fez as perguntas de praxe… aí ele perguntou quando tinha sido a última vez q eu tinha estado nos EUA. Falei a verdade – q tinha sido em 2009, e q eu tinha ido a Nova Iorque. O agente olhou meu passaporte, olhou a tela do computador, chamou outro agente e pediu q eu o acompanhasse. Fui. Cheguei lá e esperei uns 5 minutos só. O outro agente pegou meu passaporte e perguntou quando eu tinha ido pros EUA pela última vez. Falei de novo e ele perguntou quanto tempo eu tinha ficado em NYC… falei q tinha sido 10 dias…. ele revirou meu passaporte mil vezes, perguntou q passaporte eu tinha usado – respondi q aquele mesmo -, perguntou onde eu tinha ficado em NYC… não aguentei: perguntei o q estava acontecendo. O agente então disse q só constava a minha entrada nos EUA em 2009, mas não a minha saída. Aí falei "mas como eu não saí se agora estou vindo do Brasil?". O agente riu e disse "é isso q eu estou tentando descobrir!". No fim das contas ele disse q provavelmente foi um erro da cia aérea, carimbou meu passaporte e ouvi o famoso "welcome to the United States!". Fiquei uns 15 minutos na salinha só, foi relativamente tranquilo… mas fiquei tensa!

  • Katia says:

    Olha só, pessoal: dica de quem viaja com filho menor de idade.
    Demorei um bocado uma vez p/ passar na imigração pois pediram a copia da autorização de viagem (a que o pai assina e a gente entrega na saída do Brasil, para a polícia federal brasileira).
    Eu sempre tiro uma copia e desta vez esqueci.
    Jamais pensei que poderiam pedir uma via na chegada aos EUA. E eu levei todos os documentos comprovando que eu era a mãe. Nao adiantou. Cade a autorização do pai?
    Tive que mostrar fotos no celular de outras viagens que fiz com meu filho, sem o pai. Acreditem se quiser. Foi isto que me salvou.
    Fica a dica. Nao esqueçam de levar mais de uma via da autorização do pai ou mãe, qdo viajarem com suas crianças!

  • Tive uma experiencia engraçada. Fui pra Washington-DC em 2009. Viajei com uma camiseta do Pearl Jam. Desembarquei as 06 AM e de manhã sou muito lerdo. Na imigração o agente me perguntou o básico, respondi assertivamente e antes de carimbar meu passaporte ele me perguntou: Do you like "PJ"s? e eu disse que não tinha entendido. Ele tornou a perguntar e eu disse que não tava entendendo, ele perguntou mais uma vez, mas nem esperou a resposta e carimbou meu passaporte. Uns cinco minutos depois olho pra baixo pegando as malas e vejo que estou com a camisa do Pearl Jam "PJ" a que ele se referia. O cara tentando puxar assunto e eu nem me liguei! Morri de rir depois.

  • Neide says:

    Ano passado viajei para os EUA e precisei passar por uma cirurgia de emergencia… eu possuía o seguro viagem onde cobriu quase toda a dívida… saí do pais "dendo" uns 3000 dolares.
    Pretendo voltar este ano para os EUA. Sera que podem nos barrar por conta deste débito? O que pode acontecer? Ha algum risco de não conseguir entrar no apís? Preciso de ajuda!
    Obrigada

  • Raphael says:

    Já passei por isto no aeroporto da nova zelandia. Estava na austrália de férias e dei um pulinho no pais vizinho. Estava sozinho também. Foi quase 1 hora de perguntas. Pensaram que estava levando drogas. O agente tentando ser simpático mas eu já estava quase pedindo pra ser deportado. Tiraram tudo da minha mochila, pediram senha do laptop e etc..Enfim…Experiência horrível!

  • Luiza says:

    Acho humilhante a forma como os americanos nos tratam. Se tenho que escolher um destino turístico onde vou gastar o meu "rico dinheirinho", vou escolher um destino onde seja bem-vinda. Fui apenas uma vez aos EUA e foi o suficiente. Viajo todos os anos durante todo o meu 1 mês de férias e apenas para a Europa, onde não preciso de visto.

  • Thiago says:

    Francamente, não sei porque o brasileiro insiste tanto em fazer turismo nos EUA, aliás, insiste tanto em babar-ovo de americano. Humilhação para conseguir visto no Brasil, humilhação lá nessa entrevista… Tudo para gastar aos tubos com os eletro-eletrônicos que eles vendem baratinho ou com aqueles parques da Disney. Cultura que é bom, praticamente nada.

    Enfim, azar dos insanos que para lá vão.

  • Mercia says:

    Depois de ler a maioria dos posts vi que não tem nenhuma história parecida com a minha…. Então, resolvi compartilhar com vocês o que aconteceu comigo em 2008 no JFK em Nova York. Já tinha ido várias vezes aos Estados Unidos sem problemas, inclusive viajando sozinha. Desta vez estava com meu marido e filha de 12 anos. Eu já tinha tido problemas com as digitais na hora da emissão do visto em Recife. Tive que viajar duas vezes para tomar as digitais. Chegamos a NYC e meu marido e filha passaram normalmente. Na hora de tomar minha digitais, só tinha a luz amarela. Me levaram para a salinha onde fiquei por mais de 4 horas com o coração na mão….A aeromoça da TAM tinha acesso a sala e me deu notícias de minha família que estava aguardando lá fora…Tinha muitos mulcumanos na sala e vi um deles ser deportado….Dai me chamaram e sem mais perguntas me liberaram com o clássico " Have a Nice Day !" Não perguntei mais nada e sai aliviada para um merecido café…Já estive lá mais três vezes, mas sempre fico sobressaltada… A luz de reconhecimento das digitais sempre fica amarela, mas ninguém me bloqueou mais….Na renovação em SP no ano retrasado, tive o mesmo problema nas digitais, desta vez levei uma carta da empresa em que trabalho com produtos químicos… Tem pessoas que vão perdendo a clareza nas digitais devido ao manuseio de produtos químicos…. É o meu caso…..

  • Fabio says:

    Alguém já assistiu ao filme Olhos Azuis?

  • É o que eu não entendo, acho sinceramente um sistema extremamente invasivo o de emissão de vistos americanos/passagem na imigração americana. Por exemplo, não sei se é bom ou ruim falar que conhece alguém lá. E se você conhece? Qual o problema de ficar hospedado lá? (seja amigo, voluntário do couchsurfing ou qualquer outra coisa) Sério, não consigo compreender. E se uma pessoa quiser ir sozinha pra mochilar por lá, não pode porque é suspeito? Putz, acho um absurdo. Tenho dezoito anos (na época tinha 17) e fui tentar tirar meu visto sozinho pois iria visitar um amigo, foi negado obviamente, mas nem me refiro a isso, porque dei "motivos", tanto pela idade quanto pelo meu nervosismo, cheguei a me contradizer. O que reclamo é da invasão de privacidade, da pressão psicológica, de todo um clima ruim criado. Fiquei meio desiludido depois de ter meu visto negado, mas como já tava planejando uma viagem fui no meio do ano pra Europa (primeira vez que saí do país) e chega a assustar a diferença de tratamento, sem nenhuma pressão, de forma rápida e nem um pouco burocrática passei pela imigração e entrei nos países, sem maiores problemas. Estava pensando tirar o visto de novo por questão de honra, mas quer saber?? Dane-se, não vou insistir em entrar em um país com esse sistema, se tudo der certo estarei voltando à Europa lá pelo final do ano pra fazer um mochilão, e em planos futuros pretendo mochilar na ásia, oceania e vários lugares do mundo, mas enquanto este sistema existir nos EUA, a este lugar eu não pertenço. (ainda pior, imagina passar pelo consulado aqui e ser barrado na imigração, ninguém merece)

  • Lucia says:

    Excelente post!
    Também fui pra salinha do Aeroporto de Miami, ano passado. E essa já era a 5ª vez que ia aos USA. E olha que quando adolescente fui intercambista e morei lá por 6 meses.
    Mas desta vez fui só, eu e DEUS. Destino Atlanta com conexão em Miami, pela AA.
    Perguntas comuns no guichê, mas de repente o agente olha pra o passaporte e olha pra mim, e me convida a acompanhá-lo, e não era uma salinha era uma salona, com porta de aço parecendo mais de um cofre forte e onde tinham dezenas de pessoas. desde pessoas idosas, com bengala, cadeirante, casais com filhos, jovens, de várias nacionalidades e raças…
    Mandaram esperar ser chamada, e eu preocupada com a hora da conexão pra Atlanta… Me chamaram me fizeram as mesmas perguntas que no guichê externo, como o agente falava também espanhol, falei com ele tanto em inglês como espanhol, perguntando o motivo de estar ali.
    Me deixaram esperando por quase 5 horas, perdi minha conexão,. Passava uma pessoa com uma prancheta perguntando qual a companhia aérea e o destino e anotavam, e nessa coisa percebi que várias pessoas iam inclusive pra outros países… Tentei manter a calma, e a única coisa que vinha na minha cabeça era que deveriam ter pego na minha bagagem as castanhas e amendoins que estava levando pra meus amigos em Atlanta. Daí pensei, se for isso, vão ficar sem os presentes. Proibido se comunicar por celular , e qualquer outro meio. A maioria dos agentes foram ríspidos, deselegantes e autoritários! Ví e ouvi ameaça de confisco de um celular e de u notebook de duas pessoas que queriam se comunicar com a família que estava do lado de fora. Enfim, como não ia poder me comunicar mesmo resolvi tentar relaxar e rezar, além de pensar em coisas boas…
    Depois de ser chamada pela terceira vez e responder as mesmas perguntas, o agente entrou com meu passaporte pra outra sala e me mandou esperar, depois de uma meia hora chamaram meu nome e me mandaram entrar numa sala que tinha uma janelas de vidro que de fora não se via dentro, mas de dentro se via o movimento fora. Tinham várias escrivaninhas, com uns quatro agentes nos computadores e um numa mesa, que me mandou sentar e começou a me interrogar pela quarta vez. Desta vez me perguntou mais coisas inclusive onde eu morei entre 2004 a 2008, onde eu trabalhava, etc, etc. Perguntei se queriam ver minha carteira do CRM, mas dispensaram e disseram pra aguardar que iriam fazer alguns "calls"…Depois de una 20 minutos mais, me chamaram novamente e simplesmente me disseram que eu estava liberada… Ainda chamei o Oficer e perguntei se a imigração americana não poderia me dar uma declaração do porquê tinham me retido por cerca de cinco horas, e ele grosseiramente respondeu que não tinham nenhuma explicação ou justificativa a dar…e o outro simplesmente me abriu a porta e mandou eu sair… Na passagem pelo outro agente num tipo de portão, ainda me atrevi a fazer a mesma pergunta e cuja resposta foi a mesma…
    Resultado perdi a conexão, e tive que passar a noite de lado do guichê da AA pra tentar na manhã seguinte o primeiro vôo pra Atlanta, pois tinham me colocado num vôo das 13hs do dia seguinte, o que daria quase 24hs até meu destino…
    Enfim até hoje não sei o motivo. Bagagem intacta!!!
    Será que descriminação por eu estar só sem meu marido, ou filhos ou amigos???
    Será que noutra viagem pra os USA, diante disso correrei o risco de passar por esse constrangimento novamente??
    Foi muito estresse, e ansiedade! Espero que nunca mais!

  • Sidemar Rodrigues says:

    Seu relato me fez lembrar a primeira vez que fui aos Estados Unidos onde também dei entrada por Atlanta. O agente de imigração começou a perguntar as mesmas coisas várias vezes. Fiquei calmo, dando respostas curtas mas verdadeiras. Perguntou a minha profissão e me hostilizou quando disse que era professor. Ele perguntou com que dinheiro eu viajava já que professor não ganha bem no Brasil e também viajava num período que não era férias escolares. Fiquei calmo e respondi que estava lá com dinheiro que economizei para poder aproveitar uma licença premio que tinha direito. Ai ele novamente fez as mesmas perguntas… Foi quando eu, nervoso, deu um branco total, esqueci a tradução de WHO… Dizia pra mim mesmo: meu Deus, me apresenta este WHO que não sei quem é… E a pergunta era simples: Who are u visiting?
    Lembrei que quando tinha saído da aeronave, tinha uma pessoa falando português, dizendo pra ficar com o passaporte na mão e tal. Só lembrei em falar para o agente: I need a portuguese translator, please.
    No microfone ele simplesmente gritou. Todos olharam… Me senti como um verdadeiro homem bomba naquele local…
    Depois de responder novamente as mesmas perguntas, ele simplesmente carimbou o passaporte, e jogou sobre o balção, sem dizer a famosa frase: Be welcome…
    Fiquei com muita raiva dele, muita mesmo… Só fui esquecer aquele episódio quando cheguei ao meu destino que era San Francisco. A beleza daquela cidade me fez esquecer da grosseria daquele agente que com certeza devia estar cansado pois eram 6 horas da manhã, ele com certeza devia ter trabalhado a noite toda e tudo o que ele mais queria na vida dele, era poder ser professor, e poder estar viajando como eu estava.
    Voltei pra lá no ano seguinte, mas evitei fazer escala em Atlanta novamente. Fiz São Paulo – Cidade do Méxixo – San Francisco…
    Nossa, desta vez fui atendido por uma agente, doce, meiga, muito simpática. Perguntou apenas quanto tempo iria ficar e lembrou-me que não tinha metrô funcionando devido ao horário caso ninguém estivesse me esperando.

  • Carla says:

    ja fui barrada também. Uma vez na Bélgica. Estava na Bélgica, viajei para a Irlanda, e qnd voltei pra Bélgica o agente da imigração fez um interrogatorio comigo.. me eixou super nervosa.. e soh quando eu mostrei os meus 2 cartoes de credito (q nem credito tinham direito) ele falou "dessa vez vou acreditar que você nao quer ficar aqui" o.O a outra vez foi nos eua.. também fui levada pra salinha, me fizeram mil perguntas, mas no fim descobriram que estava dando problema pois na escola que estudei la anos atras eles nao cancelaram meu visto de estudante direito, e ai n constava no sistema que eu tinha saído dos eua na epoca, mesmo eu ja tendo ido pra la alguns meses antes dessa viagem. tenso. No final deu tudo certo.

  • Ronan Cezar says:

    Tive um problema muito parecido no aeroporto de Charlotte – NC, quando estava indo pra NY em outubro do ano passado.

    Já tinha ido algumas vezes para os EUA fazendo imigração em Miami e NYC. Normalmente elejo NYC como cidade de chegada, tanto pela facilidade de locomoção à partir de lá, quanto pelo fato de gostar muito da cidade.

    Nessa viagem estava indo com minha namorada que viaja pela primeira vez aos EUA.

    O voo aterrizou no horário, porém o avião que estava no portão teve problemas e levamos mais de uma hora para desembarcar.

    Fomos direcionados à um guichê onde uma mulher estava claramente tendo dificuldades na entrevista; ela chegou a solicitar um tradutor, mas vimos quando o passaporte dela foi colocado na temida pasta “L” e ela foi acompanhada por um agente.

    Quando chegou nossa vez fomos juntos para o guichê, por duas razões: 1) Todo o motivo da viagem estava descrito no formulário de solicitação de visto dela, com meu nome inclusive; 2) Ela não fala Inglês e se por algum motivo ela tivesse a entrada negada, eu também não aceitaria entrar.

    Já conhecia as perguntas básicas dos agentes (Para onde vai, onde vai ficar, quanto tempo, etc); expliquei que éramos namorados e que estavamos viajando à turismo;Entregamos nossos passaportes ao agente (eu estava com dois passaportes em função do visto estar num passaporte que vencera havia 5 meses) Ele então me perguntou porque já tinha entrado tantas vezes no EUA ( Achei a pergunta meio descabida) mas expliquei que gosto muito de viajar sozinho além de minha família viajar bastante e que inclusive encontraríamos minha irmã em NY. Então ele começou a fazer perguntas parecidas com as da entrevista de solicitação de visto ( O que eu fazia no Brasil, onde trabalhava, se levando alimentos, quanto dinheiro vivo tinha comigo) respondi a todas elas tranquilamente. Então ele digitou muito tempo e disse Ok.

    Depois virou para minha namorada e começou a fazer outras perguntas sobre o trabalho dela; Eu então o interrompi e expliquei que ela não falava inglês, ele então dirigiu as perguntas à mim.

    Também respondi todas.

    Ele digitou mais um tempo, escaneou nossos passaportes e disse ok.

    Depois mais uma vez me perguntou quanto dinheiro vivo estava trazendo comigo; Eu respondi outra vez (Tinha além do suficiente para todo o nosso período).

    Ele disse outro “ok” e ficou enrolando com nossos passaportes na mão.

    Passamos pelo processo da digitalização das digitais, ele carimbou nossos passaportes e ficou mais um pouco com eles.

    Ele retirou o formulário de alfândega e fez um “X” vermelho no formulário da minha namorada.

    Depois disso nos entregou nossos passaporte e disse o famoso “Welcome to USA”; porém, contudo, todavia, quando fomos passar pela alfândega ao entregar os formulários, minha namorada foi direcionada para a tal “salinha”, eu expliquei que estava com ela e o agente me disse para acompanhá-la.

    Ao entrar na sala um agente brucutu nos disse para esperar. Entramos e vimos a mulher que tinha ido antes de nós sendo interrogada por diversos agentes ao mesmo tempo (Foi de dar dó).

    Enquanto esperávamos chegou também uma família latina com uma senhora bem idosa.

    Aquele brucutu que nos atendeu veio então nos interrogar de uma maneira bem hostil.

    Refez as mesmas perguntas do agente de imigração, porém com muito mais “pressão” e eu sempre respondendo tranquilamente,

    Ele me perguntou varias vezes se eu não estava levando mais de U$ 10 K em espécie (Acho que me acharam com cara de laranja de político) e que tipo de turismo eu estava indo fazer em NY, além de perguntar se estava levando carne.

    Fez mais algumas perguntas para minha namorada, e eu novamente respondi e expliquei a situação.

    Ele me perguntou sobre U$ 10 K novamente.

    Eu disse que tinha sim dinheiro em espécie, mas que não nesse montante, além dos cartões; E que ele estaria livre para ver.

    Ele então disse que estávamos liberados.

    Nem mesmo se desculpou ou agradeceu.

    Nunca tinha sido tratado assim em nenhuma imigração antes ( Nem no temido aeroporto de Barajas).

    Me prometi que nunca mais faço imigração em Charlotte, fora o desgaste de fazer conexão lá.

    Esse ano planejando uma nova viagem, me dei conta de que o agente de imigração escreveu 6ª entrada no carimbo de admissão.

    Fiquei pensando se existe um período ideal para re-entrada, mesmo que eu nunca tenha ficado mais que 10 dias lá e entrada num período menor que 6 meses.

    Fiquei com o sentimento de que alguns agentes de fato objetivam “fazer o mau”. Ainda bem que eles são minoria.

    • Rafael S says:

      Ronan, não sei se vc entendeu, mas esse X vermelho no formulário de Alfandega da sua namorada é pq é preciso somente um pro família. MAAASS, família, teoricamente, tem que ter mesmo sobrenome… Já preenchi uma vez, estava viajando com meus pais e, apesar de estar escrito um por família nas insturuções, preenchemos 3. Ele fez esse X vermelho no meu e no da minha mãe, perguntei o motivo, ele respondeu e eu disse: "Pode jogar fora:. Ele disse: "Como foi preenchido, é um documento e só o dono pode jogar fora. Eu só posso anular". Besta mesmo… Bem besta

  • Caio says:

    Tenho um irmão que mora em NY a 30 anos e tem green card, pretendo viajar com minha familia é problema eu dizer na imigração ou mesmo na hora de tirar o visto que vou visita-lo e ficar na casa dele ?

  • marina says:

    Nos EUA em geral, eles se encantam com qualquer Platinum (tipo Visa Platinum do Itau) ou tem que ser alguns em específico?

    • Monique Renne says:

      Marina, a emissão de cartões Platinum é muito mais rara nos EUA do que no Brasil, por isso o “encantamento”, como você disse. Porém, sim, o AMEX é mais raro ainda.

  • Sérgio says:

    Sinceramente, acho um absurdo o que os estrangeiros passam na alfândega. Nunca viajei aos EUA, tudo bem que existe a questão da segurança, mas através dos relatos aqui e de outros sites, vejo que os funcionários são extremamente intrusos, fazendo perguntas muito pessoais, não sabendo eles que o brasileiro detesta que estranhos façam perguntas desse tipo. Ou seja, não há o respeito pela cultura. Adoraria visitar os EUA, mas não é a minha preferência em caso de uma viagem internacional, até porque outros países não devem em nada ao que a “toda-poderosa” nação tem a oferecer.

  • nelson says:

    Cansei de ser parado na salinha…. perdi as contas de quantas vezes fui ao States…Não sei se meu visto tinha problema no scanner/leitor e/ou a minha cara de árabe rsrsrs

    Agora o que mais me deixou chateado, foi uma viagem que sai da Europa para os EUA – Chicago e não do Brasil. Fui parado, com a minha bagagem do meu lado ….. a menina me fez varias perguntas…respondi todas. E no final ela me liberou e me deu um papel se eu quisesse reclamar do atendimento.

    Mas neste momento, perguntei se ela não ia querer abrir a mala…ela disse que não. Desconfiei mas não disse nada.

    Como previsto, eles abriram a mala e mentiram para mim. Ela estava toda remexida.

  • Celso says:

    Parado na imigração??? Sou parado TODAS AS VEZES!!! Meu nome é muito comum, e alegam isso. Da última vez, cheguei a ser parado em SP, ANTES DE EMBARCAR!!!! Juro, pediram que eu tirasse os sapatos, verificasse pólvora nas mãos e etc… perguntei pq, me disseram que era um pedido da segurança americana. Em Los Angeles me disseram que um homônimo meu havia cometido um crime, em Miami não souberam me explicar, em NY me disseram que na saída para Tóquio eu havia esquecido de entregar aquele famigerado papelzinho que eles davam quando entrávamos no país, felizmente não usam mais isso. O que mais me preocupou é que cada vez demorava mais tempo na salinha, teve uma vez em Miami que fui para uma segunda salinha, aí não teve como não pensar no filme Blue Eyes… mas quem não deve, teme menos do que quem deve… rs sempre saí e pude ingressar nos estados unidos. Para alívio, na última viagem em dezembro passado, não fui parado, tanto é que eu havia reservado o carro para 2h mais tarde, já esperando a novela… vai entender…

    • Deixei uma dica aqui nos comentários sobre o REDRESS CONTROL NUMBER que pode ser obtido no site da Homeland Security (http://www.dhs.gov/redress-control-numbers). Cadastrei-me e recebi duas cartas de volta : a primeira parcial dizendo que haviam aceito meu pedido e que estavam sincronizando os dados com diversas agências internas de segurança e uma segunda final, mais uma vez me aceitando, pedindo desculpas por incômodos anteriores e me pedindo para levar a carta junto comigo na próxima viagem. Devo voltar em Agosto e vou experimentar.

  • Silvani says:

    Aeroporto de Atlanta… dia 28/03/2014 – minha 5ªvez nos EUA…. realmente a imigração em Atlanta é mais complicada. Foi demorada, chamaram intérprete…. Nossa! foi tenso. Mas a VOLTA FOI MAIS TENSO AINDA revoltante o que me aconteceu no dia 1º/04/2014 no aeroporto de São Paulo (GRU). Se eu pudesse provar eu diria pra vc´s o que me aconteceu na ALFANDEGA…. COM CERTEZA o que aconteceu, me leva a entender que não é filmado o serviço de fiscalização.
    Silvaní.

  • Toninho Cavalo says:

    Olá pessoal. Acabei de chegar da Nova Zelândia e Austrália. Na chegada a NZ, em Auckland, o policial me perguntou o que eu fazia no Brasil e eu disse, com o maior orgulho, que era policial civil, porém aposentado. Estava com um grupo de 39 pessoas e o aeroporto estava lotado. Este policial então me mandou para a fila 4, na boa intenção de abreviar minha passagem, porque este guichê sempre estava vazio. Realmente só tinham 4 pessoas na minha frente, mas para meu azar fiquei lá mais de uma hora esperando minha vez. Pensei seriamente em voltar e pegar outro guichê, cuja fila andava, mas e o medo de complicação. Assim, quando cheguei são e salvo fora do Aeroporto, o grupo já tinha saído e me deixado para traz. Para minha infelicidade não sabia o endereço do Hotel, porem lembrei que o nome era Hotel City, pois havia preenchido um formulário no avião. Acontece que esta rede tem na cidade uns 15 hoteis, com nomes diferentes ("fantasia") , aí eu pensei: irei em todos até encontrar. No primeiro que entrei no centro da cidade, lá estava minha turma preocupadíssima comigo, ainda do chek -in. Foi nesta hora que pude constatar o quão importante é levar celular, cópias de todos os vouchers, todos os endereços escritos num papel à parte, etc, etc. Bem, fiquei feliz quando alguém indagou ao guia porque não me esperaram no aeroporto e ele disse, na maior simplicidade: com toda certeza ele chegaria aqui, pois este é o país número 70 dele e ele tem as "manhas". Mas o pior, meu inglês dá só para o gasto. E assim, caminha a humanidade. Boa sorte a todos.

  • Cristina Tavares says:

    Este ano fui pela segunda vez pra Orlando. Dessa vez fui com 6 pessoas da minha família. Pegamos um vôo com conexão em Washington. Passamos pela imigração sem problema, família inteira no mesmo guichê.
    Em Washington diferente de Miami, depois do guichê da imigração onde se responde todas as perguntas e o passaporte é carimbado você segue por um corredor largo e passa novamente por guichês, parece entrada de metrô e depois é q/ você vê as suas malas. Nessa passagem você tem q/ mostrar seu passaporte de novo e no nosso caso tivemos q/ ir p/ uma sala na lateral, indicada pelo agente. Na nossa frente tinha um rapaz sendo atendido. Eles verificaram o passaporte dele, fizeram várias perguntas, revistaram a mochila dele e o encaminharam p/ um outro guichê. Imagina, 7 pessoas esperando sem saber porque e o q/ iria acontecer. Enfim, o agente nos deu um formulário p/ preencher, como éramos da mesma família, só eu preenchi. Mandou a gente contar todo o dinheiro q/ tínhamos levado inclusive as moedas, dólares e reais. Ele não nos deu atenção, entregou o formulário e entrou numa outra sala e nos deixou contando o dinheiro e demorou muito pra voltar a nos atender. Escrevemos o valor total, ele converteu o valor em real p/ dólar e nos liberou. Não tivemos q/ passar pelo outro guichê, mas quase perdemos a conexão, porque demorou muito. Foi uma sensação muito esquisita e como sempre a gente não sabe porque aconteceu.

  • Gustavo says:

    Infelizmente eu acabei meio acostumado a ir para a tal salinha. Apesar de já ter ido diversas vezes para os Estados Unidos, em 2010 em Washington, liberaram meu passaporte, mas não o da minha esposa. Fomos para salinha, junto com um árabe e um hippie. Pensei: estamos roubados. Nos levaram para uma nova sala, repetiram perguntas e nos liberaram. Desde então já fomos mais 4 vezes para os Estados Unidos, tendo sido parados em 3 das 4. Na última vez tomei coragem e perguntei se era algo que tínhamos feito errado ou que deveríamos fazer pare evitar o transtorno. Resposta era que haviam muitas pessoas com mesmo nome e que não nos preocupássemos. Assim, ida a salinha não é algo que necessariamente deva ser temido. Muitas vezes é só uma burocracia a mais.

  • Larissa says:

    Oi Monique (ou algum fotógrafo, por favor, me ajude kkkkk),

    Vou realizar uma viagem internacional em breve e gostaria de levar a minha DSLR, tenho o corpo e mais duas lentes, mas não possuo nota fiscal de nada, porque comprei ela a uns dois anos de um amigo, estou com medo de levar e ser parada na alfândega na volta e ser taxada, existe essa possibilidade? Mesmo eu mostrando que ela já foi usada antes da viagem?? Eu li que todo mundo tem o direito de portar uma câmera e um celular, mas estou com receio.

    Obrigada

    • Monique Renne says:

      Larissa, você poderá sim ser taxada. Infelizmente a lei não é clara em relação a que tipo de câmera você pode portar sem ter a nota, ou seja, depende do fiscal da receita que te atender considerar a sua câmera de uso pessoal ou não. Soubemos do caso de um colega que foi parado e teve todo o equipamento taxado, mesmo provando que era equipamento de uso profissional. Eu tomei uma medida de precaução que, sinceramente, só vale para demonstrar a minha boa fé: registrei todos os meus equipamentos, com número de série, em cartório.

    • Hellen says:

      Larissa. Basta tirar uma "nota fiscal"na receita estadual. Fiz assim com a minha câmera amadora quando fui a Venezuela.

    • Larissa, você poderá ser taxada não pela câmera e sim pelas lentes! Você pode ter uma camerca com vc não importa o valor, assim como relógio…não importa o valor… já as lentes entrariam na sua cota se você não levar NF…
      Lembrando que se vc levar sua camera e comprar outra lá ai sim essa nova entrará na cota… E se vc viajar sem nenhuma e comprar uma por la tem que usar durante a viagem pra provar que foi "uso da viagem", não leve na caixa caso contrário poderá ser taxada..

  • Beto says:

    A única vez que eu quase tive "problema" foi no ano retrasado, quando fui pra gravação de um programa de TV. Informei isso quando me questionaram o motivo da viagem (era curta, ficaria 6 dias só em Los Angeles) e fui questionado se era famoso no Brasil, se era algum artista, se tinha contatos com artista, qual programa eu ia, porque fui chamado, etc…

  • AndreaP says:

    Ahhhh se eu viajar pra algum lugar nesse mundo e não for "parada", eu não viajei! kkkkk Eu devo ter a cara de alguma procurada do FBI porque isso sempre acontece! Ou é isso ou é só porque eu sou negra, mulher, viajo sozinha e me hospedo em albergues. Vou citar só algumas bizarrices:
    Itália: o agente pediu pra abrir a minha mala, vasculhou tudo, viu meus tickets de viagens, sorriu, piscou pra mim e me liberou;
    EUA: na última vez que estive lá, perguntou porque eu fui tantas vezes aos EUA, porque eu me hospedo em albergues sendo que eu tenho um bom emprego e porque eu viajo sozinha. Não uma, mas seis pessoas repetiram o mesmo procedimento. Déjà vu;
    Cidade do Cabo/África do Sul: uma conferência de várias pessoas rodearam a minha mala, tiraram TUDO, viram um travesseiro de pescoço e disseram que tinha uma textura estranha(fizeram menção de cortar pra ver o porquê), perguntaram porque eu viajava sozinha, me hospedava em albergues, porque no meu passaporte tinha carimbos dos países e não tinha carimbos de entrada no Brasil (!!!), porque eu me separei e no final, o agente se afastou de todos e perguntou se podia me chamar pra sair.
    Não tá fácil pra ninguém! kkkkkkk

    • Gaby. says:

      A mesma coisa acontece comigo, eu sempre sou parada em algum ponto no aeroporto, eu devo ter cara de imigrante ilegal, só pode. Meu marido passa normalmente, nem abre a mala de mão, mas quando eu passo…
      Aconteceu em Amsterdã (duas vezes, numa das vezes uma agente me revistou inteira, mas perguntou se estava tudo bem por mim), na Itália, em Paris, na imigração de Londres o agente desconfiou de mim já que eu não estava trabalhando no Brasil quando fui pra lá, até em SP e o no Rio eu já tive as minhas coisas revistadas!!!! Meu marido só olha e segura o riso!
      No começo eu ficava até meio nervosa, mas agora já até espero acontecer.
      O negócio é manter o bom humor.

  • Igor Machado says:

    Graças a Deus nunca tive problemas e é pq falo pouquíssimo Inglês. Único transtorno que tive ao entrar nos EUA vindo do Canadá foi uma rasura no formulário e tive que preencher tudo novamente aproveitando o verso do mesmo que estava em lingua espanhola me levando a ser o última a entrar no país, mas a agente que me atendeu foi super gente boa! No mais até agora tudo tranquilo!

  • Fábio Maia says:

    Bom dia. Alguém sabe me informar se para a Argentina é preciso que o passaporte esteja válido por mais seis meses após a volta? Perdi meu RG recentemente e nao sei se vai dar tempo de fazer outro e tenho viagem para Buenos Aires entre os dias 02 e 06 de maio e o passaporte está valido até do dia 29.

  • Ricardo says:

    Não consigo entender como todo mundo vocifera contra o sistema de imigração americano e elogia a Europa. O fato de não precisar de visto não tira o risco de ser deportado, pelo contrario. É muito mais comum ver brasileiros voltando de Londres e madrid do que dos EUA. Outra coisa é que porque estamos indo lá gastar eles tem que nos tratar bem. Mais um mal do brasileiro q quer tudo so pq esta pagando. Eu ja fui para os EUA e conheci muitos lugares além do roteiro básico de outlet do brasileiro e digo tem lugares fantásticos para conhecer. Ah, sempre sozinho e com duas mochilas também. Nada além das perguntas básicas.

  • Jefferson says:

    Olá pessoal!!!
    Tenho uma dúvida. Ano passado eu tentei o visto americano e o mesmo foi negado. Sendo assim, tive que mudar todos os meus planos e visiteis outros lugares tais como Paris(2x), Amsterdã, Madri, Buenos Aires(3x) e Montevideo, pois trabalho em uma cia aérea e tenho certa facilidade em viagens. Esse ano tentarei o visto novamente e caso eu consiga, qd eu passar pela imigracao nos EUA e eles questionarem o pq de outros países primeiro ao invés deles obq eu digo?

  • Ricardo says:

    E outra. Li todos os comentários e não vi nenhum caso de deportação. Você não vem com uma estrela na testa dizendo que é uma boa pessoa. Minha pior experiência foi em um voo de conexão na Guatemala. Pediram ate para abrir o compartimento da bateria da maquina. No Brasil a única vez que fizeram busca detalhada na bagagem de mão foi quando teve um evento da copa em Florianopolis. Como tinham olhos, acho q resolveram mostrar serviço.

  • Ana Roberta says:

    Fui à Orlando no ano passado com meu marido e minha cunhada. Sou diabética e já temia que teria problemas com a minha medicação. Na ida foi tranquilo, mas na volta, quando estávamos no aeroporto de Nova York, o gelo que estava na sacola com a insulina derreteu e eles ficaram perguntando o que era aquilo. Eu não sou nada boa no inglês e ficava repetindo "I'm diabetic" rssss. O rapaz foi simpático e falou em espanhol que como o gelo tinha derretido eu teria que jogá-lo fora. Ufaa. Meu esposo é cadeirante e teve que passar por uma revista rigorosa também. Foi um sufoco, mas depois a gente faz piada! Rsss

  • Júnior says:

    Gostaria de dar minha contribuição para quem viaja com crianças, filhos de parentes ou amigos que não vêm junto. Eu e minha esposa somos aposentados, e em agosto do ano passado decidimos levar nossa neta de 11 anos e o irmão de 8 anos, filhos de minha filha, que ela e o marido não podiam ir por motivo de trabalho, para se divertirem nos parques de Orlando. Entre todos os documentos legais de cada um que levamos e apresentamos no guichê da imigração estava também a autorização legal e obrigatória para sair do país assinada tanto pela mãe – minha filha – quanto pelo pai, meu genro. Ao chegarmos no oficial da imigração, deu tudo certo com as perguntas de praxe, mas quando ele pegou a autorização para conferir começou o problema. Colocou todos os documentos de todos nós numa bolsa de plástico e mandou esperar ali mesmo, por quase 10 minutos, sem se importar com os que esperavam na fila atrás de nós. Então um outro cidadão veio até nós e pediu para acompanha-lo e depois de passarmos por um longo corredor, descemos uma escada e nos deparamos com um amplo salão com várias poltronas, um balcão de forma quadrada com dois oficiais no atendimento, e ao fundo uma saleta envidraçada com dois sujeitos à paisana. Depois de trinta minutos minha esposa foi chamada sozinha para a salinha, onde foi interrogada intensamente, principalmente sobre as crianças. Embora ela se comunique razoavelmente bem em inglês, nenhum dos dois deixou bem claro qual era a preocupação maior deles, de modo que acabaram liberando minha esposa e me chamaram em seu lugar. Depois de toda a ladainha de perguntas e respostas de sempre, comecei a ficar impaciente para que dissessem o porque do interrogatório se todos os documentos estavam corretos e em ordem. Então, finalmente disseram que era porque os nomes de família não batiam. Meus netos tinham o sobrenome do pai (do nosso genro, como é óbvio) que não coincidiam com o nosso. Isso tudo mesmo havendo menção expressa dos nossos nomes na dita autorização. Foi então que mostrei a eles que as crianças tinham o nosso sobrenome intermediário ao delas. Mesmo assim mandaram esperar até confirmarem oficialmente tudo. Mais meia-hora e voltaram afirmando que por nossa sorte minha filha e o marido tinham ido aos USA no anterior com as crianças e todas as informações de parentesco estavam no Sistema. Só depois disso o "bem vindo aos Estados Unidos", sem qualquer pedido de desculpa.

  • Giovani Bonelli says:

    Estive recentemente em Los Angeles e não tive nenhum problema quanto a imigração. Aliás o oficial foi muito mais simpático de que quando fui a Alemanha. Se você não quiser passar pela imigração, vá tirar férias no nordeste ou na Amazônia, por exemplo, pagando mais caro do que ir aos EUA ou Europa. Estive 11 dias nos EUA e em nenhum momento tive medo de assalto, não estive preso em engarrafamento,não passei por buracos enormes na pista e não vi nenhum acidente e olha que fiz 2.500 km em três estados americanos. Fui muito bem atendido em todos os restaurantes e lojas em que entrei e paguei quase sempre um preço muito justo pela refeição ou serviço prestado.

  • Daniel says:

    Sofri em Fort Lauderdade em 2011. Fui péssimamente tratado, coisa terrível, pra salinha e tudo mais. Um pesadelo que não acabava nunca.

  • Marcelo says:

    Monique e equipe do MD parabéns! Mais uma vez vcs com boas informações e dicas. Tenho uma dúvida, vou para NY em vôo da TAM que chega às 17:10h no JFK, estou pensando em comprar um trecho interno e seguir para Las Vegas num vôo da Delta que sai às 20:30h, como me parece que vc fez algo parecido vc acredita que haja tempo suficiente para desembarcar, passar por imigração, pegar mala e seguir para o novo embarque? Desde já obrigado.

  • Daniel says:

    *Lauderdale

  • Renan says:

    Já passei por situação parecida, eu e meu irmão, voo SP conexão em Bogotá e destino final Miami, aconteceu a mesma coisa, primeiro as perguntas, depois um direcionamento para outro local com agentes federais diferentes, depois outra salinha fechada, com mais agentes, uma mesa de exposição de bagagem e muitas perguntas. Questionamentos sobre a parada na Colômbia repetidamente, falta de quantidade de roupa, quantidade de dinheiro, o porque eu ter mais dinheiro que meu irmão, quanto tempo duraria nossa viagem e etc. Após responder todas perguntas de forma calma e tranquila, mostramos dinheiro, mostramos cartão de crédito, cheiraram nossas malas, olharam laptop (tiraram bateria) e logo o policial mais latino do grupo percebeu que eramos turistas curtindo férias e compras. Achou absurdo o preço que pagamos em uma Polo Ralph Lauren aqui no Brasil (contei o preço equivalente em dolares) e ele descontraiu falando para comprarmos mesmo que valia a pena já que era o absurdo que informamos. O tom da entrevista tomou o rumo de tranquilidade, tiramos até algumas dúvidas a respeito de hotéis próximos ao aeroporto e fomos liberados.

  • Ademir Dias says:

    Fórum é uma coisa engraçada e vc vê tanto gente sossegada quanto gente estressada…mas achar normal as tais entrevistas, e as obviedades perguntadas, bem como os critérios de liberação, é demais…se eles estivessem procurando criminosos, ou coisa do tipo, não seriam com essas perguntas que eles seriam capturados. Imagino, que quem quer usar de má-intenção para entrar lá, são pessoas inteligentes, focadas e treinadas para passar por esse tipo de situação…não sou especialista, mas, a princípio, o que temos é constrangimento, despreparo, ou, ambos…cartão de crédito não pode ser salvo-conduto de nada, senhoras coreanas de 70 anos não devem ser ameaças para nenhum país e ser detido em uma sala com fechadura para ser 'entrevistado' deve ser terrivelmente enervante e pessoas nervosas falam o que não devem por estarem nervosas, oras. Acho que os EUA exageram com os brasileiros e os brasileiros exageram com o Brasil. Afinal, todos aqui ganham dinheiro aqui para viajarem e fazerem compras no exterior, mas, todos falam mal para caramba do Brasil. Falta amor próprio para, nós, brasileiros ? Vamos gostar um pouco de um país, até inculto, mas, pacífico e acolhedor com todos os estrangeiros que já vieram para cá ? Temos vários problemas mas também temos qualidades…

    • Ricardo says:

      Amigo, existe uma coisa chamada mula, que por poucos dólares leva o que você não imagina para outros lugares. E se tem uma coisa difícil nesse mundo é mentir para um policial. Se você está falando a verdade, não vai cair em contradição mesmo que seja perguntado 10 vezes. Isso funciona sim e tem que ser ou um James Bond ou um campeão em Poker para não transparecer nada. A gente não tem noção dos sinais que o corpo transmite quando estamos mentindo.

    • Ricardo says:

      Ademir, outro detalhe. Já fiz mais de 20 viagens dentro do Brasil, sempre tive receio de sair, pensava como você, pra que deixar dinheiro lá fora. Mas comecei com a América do Sul, Norte, Europa e Ásia, e digo uma coisa, Perdemos feio no turismo para quase toda a América Latina. O Peru nos dá um banho, sem contar que é muito mais barato. Viajar não é só o local, tem várias experiências envolvidas. Mas pagar caro para ir em lugares aonde você não tem infra-estrutura nenhuma e com o perigo eminente de ser assaltado, prefiro pegar meu passaporte e conhecer um lugar novo. Existem raríssimas exceções, como a região serrana do RS, mas com o preço condizente também.

  • michelle says:

    Passei um aperto em Londres, também viajo sozinha e sou agente de viagens, tenho visto americano e carimbos de entradas e saídas dos USA, e carimbos de entrada e saída de outros países, estava em mãos com reserva de hotel, passagem de retorno, dinheiro e cartões de credito internacionais, e minha carteira Iata, bom em suma só fui liberada por que jogo todos os boarding pass dentro da capa do passaporte e tinha um da Emirates em classe executiva Dubai/São Paulo, a menina da imigração quando viu me liberou.

  • Everton says:

    Já vivi ilegalmente nos EUA por 5 anos (entrei com visto de turista). Saí de lá normalmente, mas quais as chances de eu ser barrado ao tentar entrar novamente?

    • AndreaP says:

      Hmm não quero te jogar um balde de água fria mas, eu acho que a sua entrada e saída só 5 anos depois consta nos registros deles. E isso complica bastante.
      Eu vivi legalmente nos EUA por 6 meses em duas épocas diferentes e o que todos perguntaram é como eu me mantive lá esse tempo (meu ex era americano e portanto eu disse que ele provia o bacon – o que era verdade, vivi como madame hahaha). Mesmo assim, eles me mantiveram por muito tempo pra ver se eu sustentava essa história ou caía em contradição. Eu tinha pedido licença do meu trabalho do governo, então, depois provei que já tinha emprego no Brasil.

  • Alan says:

    A pergunta que não quer calar. O seu Amex era um Platinum credit ou The Platinum Card? Nem todos os “platinums” do Amex são exclusivos. hahahaha

  • Já viajei duas vezes pros EUA e nunca tive nenhum problema na imigração, mesmo uma vez viajando sozinha. Eles fizeram as perguntas de praxe: o que ia fazer lá, onde ia ficar e, na primeira vez apenas, quanto estávamos levando. Foi suoertranquilo. Claro que gera um nervosismo, principalmente no que se refere ao inglês, pois a gente sempre acha que não vai se fazer entender. Mas no final tudo deu certo, graças a Deus.

  • Ruan Cabral says:

    Indo pra Washington, e pela terceira vez ao Estados Unidos, e depois de já ter rodado quase 16 países, como China, Índia, Nepal, Turquia, enfim… fui para o guichê, sozinho, e ao chegar o agente começou a fazer as perguntas básicas e eu respondia normalmente, quando ele olhou todas as páginas do meu passaporte e perguntou se eu falava Hindi, Mandarim, Nepalês e outros idiomas, e eu claro respondi que não, então ele indignado, olhando dentro dos meus olhos perguntou: Então o que você foi fazer lá? Obviamente respondi que de férias, turismo. Aí ele viu que eu já tinha ido três vezes aos EUA e em distintos lugares e me perguntou: E é sua terceira vez aqui? Eu mais uma vez, elucidei o óbvio: Não, com essa vinda de hoje é a quarta. kkkkk E ele queria saber também quanto de dinheiro eu tinha e dos meus cartões, também saquei os cartões Platinum e mostrei a ele, que logo olhou de novo pra mim e disse: Welcome to United States. Have a nive day. Saí feliz e fui encontrar meus amigos que já havia chego em um voo anterior. kkkkk Foi um susto, também achei que ia voltar pra casa, mas deu tudo certo, já fui mais algumas vezes pra lá e não tive problema nenhum mais, Graças a Deus.

  • Mari says:

    Não gosta dos EUA, sem ter ido ou msm ja tendo ido? Beleza, seu direito, igual o meu de ir.
    O que realmente me incomoda é a pessoa que não gostam de lá, gostam de atacar quem gosta, como se fôssemos fúteis por ir lá.
    Se é pra fazer compras ou ir só pra Disney, qual problema? Então podemos julgar alguém por isso?
    Creio que não..

    Mas cara antes de falar que EUA é so Outlet, Disney e Miami pesquise um pouco. Lá é MUITO mais que isso! Nunca fui em disney e outlet e amei lá!
    Eu piro nos Parque Nacionais ( googla aí pra aprender um pouco), já fui em 2 do Canadá e esse ano pretendo ir no dos EUA e tenho mto orgulho de ir lá, pq eles fazem a jus a uma brasileira sair daqui pra ir la ver mato, animais e cachoeiras, pq la tem infra pra isso.

    Não gosta dos EUA beleza, mas ao falar mal não esquece que a Disney é um pontinho no mapa de lá que é gigante de opções.

    Seja Brasil, exterior etc, cada um viaja pra onde o fizer feliz! Isso que importa, ser feliz e não achar que pq eu não tenho vontade ir em X lugar, quem vai é bobo.
    Que bom que tem gosto pra que todos lugares sejam visitados, pena que nem todos turistas sejam bons turistas.
    Mas…

  • Lucas Gabriel Oliveira says:

    Em março entrei nos EUA por Miami, fui passar o meu aniversário de 20 anos na Disney, já tinha visitado 9 países antes. O agente apenas perguntou o motivo da viagem e viu minha data de nascimento, brincou que eu estava querendo uma farra longe dos meus pais, por isso iria comemorar sozinho o meu aniversário nos EUA. Me desejou feliz aniversário e não tive mais problemas. Não questionaram sobre dinheiro, na verdade nem sei qual seria a reação deles ao saber que não utilizo cartão de crédito. Sempre levo em cash. Na turquia um agente comeu uma baklava para garantir que não tinha nenhuma droga no meio, imagino eu. A pior situação ocorreu em uma viagem de trabalho para o Paraguai. Ganhei um estojo de uma empresa e havia um estilete, no raio-x detectaram e retiraram o objeto. Após passar na imigração uma agente com a cara fechada e seria me pediu que a acompanhasse, fui levado para uma mesa ao lado onde pediram para abrir a mochila. O inspetor me fez algumas perguntas e notou o meu nervosismo, questionou se estava nervoso e disse que não. Expliquei que trabalho em uma empresa que tem uma unidade aqui e tudo mais e fui liberado. Ou seja, vi um comentário de alguém que disse que só no Paraguai entra todo mundo, na verdade as coisas não são bem assim e eles estão de olhos abertos para situações suspeitas.
    Concluindo, acredito que independente da quantidade de viagens que já tenhamos realizado, imigração de aeroporto é algo sempre tenso.

  • Di Lopes says:

    Meu Deus!… Agora bateu um medinho! rsr Vou com meu noivo (pretendo) para Miami e orlando e, (se tudo (R$) correr bem), também vamos a NYC. Nunca fomos, e eu não tenho cartão de crédito internacional, apenas o meu noivo, que na data da viagem será meu marido. Será que isso será um empecilho?!

  • Raquel says:

    Pessoal, será que alguém consegue me dar uma luz? Já estive nos EUA uma vez no ano passado em Orlando com meu marido.. tudo bem tranquilo na imigração. Não chegaram nem a perguntar quanto dinheiro tinhamos…. Esse ano vamos para NY em Setembro. Porém, esse ano meu passaporte venceu e tive que fazer um novo. O meu visto está no passaporte vencido, com meu nome de solteira. O meu passaporte novo está com meu nome de casada, diferente do nome do visto.
    No consulado, me informaram que preciso só de uma tradução juramentada da certidão de casamento e que não terei problemas na entrada dos EUA. Alguém já passou por uma situação assim?

  • Vanessa Tavares says:

    Na imigração americana aconteceu comigo uma situação delicada. Era a minha terceira vez nos EUA, eu e a minha amiga estávamos na fila enorme da imigração de Miami (faríamos apenas a conexão lá para depois seguir para NYC) depois de quase 1h na fila, chegou a nossa vez e eu fui primeiro, passaporte checado, mesmas perguntas, depois minha amiga foi e tudo certo! Passaporte carimbado, recebemos um “boa viagem” do policial da imigração e aí enquanto respirávamos aliviada seguindo até a escada…uma pessoa puxa meu braço e diz “por favor, me ajuda?”. GELEI !!! Claro que vários funcionários da imigração olharam pra mim e para a moça (que estava me pedindo ajuda) tentando entender o que estava se passando. Ela estava acompanhada do namorado e estava com dificuldades para entender o que o policial perguntava. Cheguei perto dele e disse que ela tinha me pedido ajuda para traduzir.

    Enquanto isso a minha amiga estava do meu lado e ele perguntou “vc está viajando com quem?” eu disse que com a minha amiga e ele perguntou se eu conhecia a moça que segurou meu braço (a que ele estava entrevistando) e eu disse simpaticamente que não conhecia ela, mas que ela me chamou para tentar traduzir as informações dele. Aí ele pediu para a minha amiga seguir em frente e pediu o meu passaporte (momento de TENSÃO). Eu entreguei meu passaporte que já estava carimbado e ele começou a fazer as perguntas e eu tentava traduzir para ela, ele disse q não precisava que eu traduzisse de volta pra ele porque ele estava entendendo. Ele pediu para eu perguntar a eles qual a cidade que estavam indo, quantos dias ficariam, quanto dinheiro estavam levando e qual o motivo da viagem. Depois da tradução feita e do casal me responder tudo direitinho, o cara da imigração me dispensou e entregou meu o passaporte (UFA!).

    Eu sai andando com as pernas bambas até a escada rolante, não sei como eu não cai rolando rsss. Lógico que o que deve ter ajudado foi o fato de eu ter ficado calma e feito exatamente as mesmas perguntas que ele me fez ao casal com coerência. Lá embaixo encontrei a minha amiga que já estava com as nossas malas e quando olhei pra tras o casal “da tradução” estava lá e veio me agradecer, nós conversamos um pouco, rimos para descontrair e cada um seguiu viagem.

    Bom, acho que fica a DICA aí que pedir ajuda assim aleatoriamente no meio da Imigração pode ser bastante perigoso, todos nós poderíamos ter voltado pro Brasil no primeiro voo se eles realmentente achassem estranho a situação ou disconfiassem de algo. Mas ainda bem que no final tudo deu certo e eu finalmente respirei aliviada! : )

  • CAMILA says:

    Não é só nos EUA não. Em 2009 fiz um mochilão pela America da Sul. Na ocasião estava em Buenos Aires com rumo ao Chile, de onibus. No entanto na noite anterior eu fui a uma boate chamada VODOO, nome estranho, gente estranha e situações estranhas… Lá tinha alem de gente estranha muita gente fumando maconha e ai comecou o meu problema… Apesar de ter ficado pouco tempo, incrivelmente minha ropupa ficou impreguinada com o cheiro. Pois bem pela manha, pegue o onibus e deixei a roupa que tinha usado na mala. Ao passar 22 horas depois pela fronteira do Chile, na revista ao abrirem o bagageiro os cachorros comecaram a latir, latir loucamente. Pediram pro onibus todo descer, e todos foram revistados individualmente. Pois bem, apos isso perguntaram de quem era uma mala azul grosseiramente e eu pequena e ja nervosa disse que era minha. Digo sim que não se pode aceitar excessos. O policial pediu para abrir a minha mala e os deu varias roupas para o cachorros cheirarem e ai que ele nao paravam por nada de latir, ele tirou TODAS as minhas roupas da mala, e abriu ate as minhas caixas de perfume, ate que finalmente conseguiu achar a minha maldita blusa verde, e o cachorro quase devorou a roupa. Apos com as minhas roupas no chao, um verdadeira zona e o onibus todo esperando..Nessa altura todos me fuzilando com o olhos, frio, neve, e ja tinham se passado umas duas horas..Fui levada pra uma sala, interrogada por mais duas horas. Ate pro consulado brasileiro ligaram, porque apesar de ser livre o nosso acesso, nao sao tao bobos na nossa entrada.. acredito que nao gostem tanto de brasileiros assim..enfim, apos as 4 horas totais juntaram tudo de maneira super desorganizada e nos deixaram ir embora..Coisa de louco. Mas digo que meu mochilão foi inesquecivel..
    valeu!

  • Passei por isso na espanha em 2007. Naquela época muita gente era mandada de volta…e foi praticamente igual ao seu relato…
    Quando mostrei meu cartão a conversa mudou.

    Belo relato…

    Abs

  • Julio Suplicy says:

    Eu viajo toda semana para Florida, já fui para a salinha em Miami, sempre responda com cautela, tenha todos comprovantes de reservas em mãos, dinheiro suficiente para a estadia. E não tema a imigração, eles estão fazendo o trabalho deles.

  • Sergio says:

    Eu viajo com alguma frequência ao exterior e quase sempre tenho problemas na imigração. Minha mãe dizia que eu tinha cara de árabe. Creio mesmo é que tenha algum homônimo ou, quem sabe, vara suspeita mesmo. Nunca tive problema para tirar vistos, mas vez por outra sou parado e levado prum cantinho (a salinha). Minha pior experiência foi entrar por Montreal no Canadá: fui interrogado por quase 40 minutos quando foram respondidas 4 ou 5 perguntas que se repetiam. Detalhe: vinha de Nova York, para onde retornaria em 5 dias. De repente, sem mais nem porque, me liberaram com autorização de ficar por 6 meses!?
    Ano passado, entretanto, pisei na bola ao entrar nos EUA: como da vez anterior o cara da imigração tinha ficado cabreiro quando eu disse a quantidade de dólares que levava (pouco, para uma familia de4 pessoas) e eu tive que mostrar que estava com hoteis, carro, atividades todas pagas com antecedência e que tinha cartões de crédito que me permitiriam passar os 10 dias sem problemas, ano passado ao ser inquirido sobre quanto dinheiro eu estava levando (em dolares e reais) eu respondi: mais ou menos dez mil dolares. Ele me perguntou: – mais ou menos. Respondi que possivelmente um pouco mais. Pronto. Lá fui eu para outra fila. Eu sabia que não podia entrar sem declarar com mais de dez mil, mas achava que era por pessoa, não por família. Resultado: tive que mostrar que não tinha dez mil dolares. #ficaadica

  • JPM says:

    Algumas pessoas, após lerem os comentários aqui, ficaram com a impressão que os EUA perseguem os brasileiros, e que então não devem ir para lá. Não é bem assim. Praticamente todos os países têm controles de imigração, que de vez em quando dão uma apertada maior.
    Estou na Europa neste momento, aproveitando a promoção da Singapore Airline (que vôo aqui no site). Ontem, ao chegar em Barcelona, fiscais da imigração resolveram ficar NO FINGER! (para quem não sabe, é aquela “ponte” que leva ao avião). Todo mundo querendo desembarcar, e já encarando a maior fila ainda no finger, enquanto eles (2 funcionários) chamavam um a um, fazendo as perguntas clássicas e, no caso de alguns, mandando apresentar recibos de passagem, etc…
    Só que eles não carimbavam o passaporte. Tínhamos que encarar outra fila depois, passar pelos guichês, responder perguntas e, aí sim, ter o passaporte carimbado
    No meu caso, o primeiro só perguntou quantos dias, o motivo e a minha profissão. O segundo ficou olhando as folhas do passaporte com o visto e os carimbos dos EUA. Vários passageiros foram retidos, mas não sei o desenlace da situação deles.

  • Joseph says:

    Fui 3 vezes para os EUA, na última cheguei lá sozinho, minha esposa chegaria logo depois, então fui barrado no aeroporto de Los Angeles, já havia passado pela imigração, mas bem na saída do aeroporto fui chamado por um dos agentes, várias perguntas e checagem de mala, os mesmos foram sempre muito cordiais, fui liberado sem problemas, mas concordo quando dizem que a experiência é stress puro e concentrado.

    Pessoal, uma dúvida, mudei meu nome em 2012, uma vez que adicionei o nome do meu pai nos meus documentos. Eu já possuia visto válido por 10 anos para os EUA. meu novo passaporte ficou com o nome atual, ou seja, com o último nome diferente do passaporte e visto anterior, achei melhor renovar o visto, para que tanto o passaporte e visto ficassem com o nome correto, a dúvida é: preciso levar os 2 passaportes na próxima viagem? uma vez que os carimbos de visita das últimas estão no passaporte antigo! Tenho pensado em deixar, chegar lá com esses 2 passaportes, com o último nome diferente, pois até explicar isso vai ser complicado.

  • Rinaldo says:

    Estive nos Estados Unidos a duas semanas atrás e, apesar de ter ido para lá muitas vezes tive meu primeiro problema na imigração de Miami que penso valer a pena compartilhar com vocês. Estava indo para Orlando com minha família e paramos primeiro em Miami para ficar uns quatro dias e depois seguir para Orlando. Ao passar na imigração foi tudo como sempre, perguntaram o motivo da viagem, endereço nos Estados Unidos onde íamos ficar, etc. Então o agente fez a última pergunta: quanto dinheiro estão trazendo? Bem, como o limite são 10,000 dólares, levei comigo exatamente esta quantia, pois iríamos pagar hotel e aluguel de carro, os quais queria pagar em dinheiro para não ter de pagar o IOF para a Dilma. Daí então ele me perguntou: o senhor têm alguns reais com o senhor? Daí tinha cerca de 150 reais no bolso que usaria para quando retornasse ao Brasil e disse que sim, e mostrei os reais para o agente. Então ele respondeu: Não é necessário me mostrar os reais. O senhor não leu o formulário ao preencher, não viu que acima de 10,000 dólares é necessário declarar? Então respondi: Mas eu tenho 10,000 dólares contados! Nada mais! Ele respondeu: O senhor está enganado! Vocês têm mais de 10,000 dólares pois estão com os reais. A lei americana diz que qualquer tipo de moeda conta como entrada nos EUA. Droga, havia deparado com o fiel defensor da lei americana! Respeito muito as leis, mas estava óbvio que não havia agido com má intenção! Então ele disse: desta vez o senhor receberá um aviso (warning) mas da próxima pode ir preso se trouxer um centavo a mais e não declarar. Pensei comigo: ele está certo, se quisesse poderia ter me mandado pro xilindró e eu sem nenhuma intenção de fazer nada errado. Portanto tomem muito cuidado pois, como dizem, o diabo vive nos detalhes.

  • WIlly Faria says:

    Fui pra Las vegas os ultimos 3 anos, 2011 e 2012 em uma convenção da empresa que trabalhava, a primeira entrando por Atlanta e pude constatar que são mais rigidos mesmo, na segunda por Miami. As duas primeiras entradas foram tranquilas pq estava em um grupo grande da empresa então foi fácil. Ano passado nas férias voltei a Las vegas entrando por Miami novamente, dessa vez o agente me fez várias perguntas, onde ia ficar, o que ia fazer lá…etc. Respondi que ia jogar poker e participar da word series of poker, ele perguntou quanto dinheiro estava levando e respondi 7.000 dolares, Ele ficou desconfiado e perguntou como eu ficaria 12 dias lá, jogarias a wsop com apenas 7 mil dolares, Respondi que ainda portava 2 cartões de credito e ele me liberou me desejando boa sorte nos torneios.

  • Alê Paiva says:

    Boa tarde, tenho uma grande duvida. Eu vou levar cartão de débito pré pago e cartão internacional. Mesmo assim devo levar em especie? Quanto mais ou menos? Obrigada!!!!!!!!

    • Monique Renne says:

      Não há uma regra, nem obrigatoriedade, quanto aos valores em espécie que você deve levar. Vale o seu bom senso, já que os cartões poderiam estar todos bloqueados e sem crédito…

  • Olindo says:

    A minha mulher foi para a tal salinha, respondemos as perguntas , e fomos liberados, eu perguntei ao guarda, afinal qual era o motivo de ela estar ali naquela salinha, pois no ano anterior estivemos em Orlando e Miami, ele explicou que era pela leitura facial da minha mulher, entre sua face e a foto, havia algumas dúvidas. Mas foram muito educados, e nos liberaram logo.

  • Carla Damasceno says:

    Bom, eu também estou com uma certa dúvida, e espero que você possa me ajudar com.
    Eu falo inglês muito bem, estudo Comércio Exterior, e já estive duas vezes no US.

    Primeira vez na Califórnia, fiquei de outubro á dezembro, e depois final de fevereiro fui pra Carolina do Sul, e passei duas semanas.

    Agora estou com passagem para 23 de Junho á 18 de agosto. Semestre terminou mais cedo devido os jogos da Copa do Mundo, e retorna somente dia 20/8.
    Então, meu namorado é Americano, mora em Oregon (que é pra onde vou no próximo mês).

    PS. Ele vai arcar com todos os custos da minha viagem, e vou ficar na casa dele, claro!

    Nunca tive nenhum problema com imigração, eles somente fizeram aquelas perguntas básicas (onde vai ficar, que veio fazer aqui, quanto tempo vai ficar, etc.)

    Só, que eu estou um pouco preocupada com essa viagem de agora, devido, o período de tempo que no caso serão 60 dias (o período do verão)… Você acha que isso me trazer algum tipo de problema com a imigração?
    Lembrando que de BSB vou fazer conexão em Atlanta (imigração de lá), e então Portland.

    Agradeceria muito por sua dica!

    Atenciosamente,

    Carla.

  • Nunca fui pra salinha, mas ano passado em Atlanta, quando chegamos na fila, foi solicitado que não apresentássemos o formulário que recebemos no avião, todos jogaram fora e o processo seguiu normalmente até o guichê. Estava com a minha namorada, entramos como família, não sei se por causa do passaporte europeu dela, o tempo de permanência carimbado no passaporte dela foi menor que o meu. Mas enfim deu tudo certo e se tudo der certo, esse ano estaremos de volta.

  • thayscardozo says:

    Coincidência ou não, já vi muitas pessoas que nunca tiveram nenhum problema na imigração terem problemas em Atlanta.

  • Guilherme says:

    Bom dia, estou viajando para os estados unidos pela primeira vez em julho com a minha namorada, que já foi algumas vezes. Minha dúvida é se eu é ela poderemos ir juntos ao guichê na imigração ou se apenas os que comprovam grau de parentesco podem fazer isso!
    Valeu

    • Monique Renne says:

      Teoricamente apenas familiares ou casais casados no papel podem ir juntos, porém vocês podem perguntar para o agente que direciona aos guichês sobre a possibilidade de vocês irem juntos.

  • Augusto says:

    Detalhe importante: se o visto é de turista, nunca se pode declarar tratar-se de uma viagem a trabalho pois, para esta opção, necessário ter visto de trabalho.

  • Hoje em dia todo mundo sabe da burocracia dos USA, acho que temos que levar na esportiva com a Monique fez, não ficar com raiva e achar que eles são arrogantes por controlar as entradas, eu pessoalmente não gosto da posição política dos USA no mundo hoje, porém não jogo pedra como destino turístico, é um país lindo e merece sim ser visitado, porém se você não tem saco pra toda essa burocracia (como eu) exitem muitos destinos no resto do mundo que não precisa de visto, a Europa é linda e riquíssima culturalmente, a experiência de entrar em contato com culturas tão interessantes é inesquecível, tenho uma dica pra quem não gosta de passar por esse "transtorno" da imigração americana, NÃO VÁ PROS USA, ou vai e corra o risco de passar e se divertir muito, ou não.

  • Lais says:

    Em agosto do ano passado fui para os EUA pela primeira vez. Ao chegar na imigração, em Detroit, também me mandaram para a temida salinha, afinal, estava sozinha e tinha 20 anos. Como meu inglês era muito básico, eles conseguiram um intérprete que traduzia tudo o que eu falava pelo telefone. O "policial" que ficava me fazendo as perguntas era muito, muito mal educado. Ligaram para a casa dos meus amigos onde eu iria me hospedar, ligaram para o meu namorado aqui no Brasil para confirmar que eu tinha mesmo um relacionamento com ele. Reviraram todas as minhas coisas, roupas, computador, celular, TUDO o que estava comigo. No total foram 2 horas respondendo diversas perguntas, perdi as minhas duas outras conexões ( estava indo para Iowa), e no final, carimbaram meu passaporte e o policial disse: olha, isso tudo que eu fiz, foi só para comprovar que não era tráfico de mulheres. Sai da sala muito mal, mas durante o tempo que fiquei ali não me demonstrei nervosa, respondia tudo tranqüilamente. Enfim, voltaria para os EUA sem problemas, porque tirando a imigração, eu passei momentos maravilhosos ali e fui acolhida muito bem por todos.

  • Fred says:

    Quero essa dica de "como conseguir um apartamento tão barato na Central Park West".
    Desde já, agradeço.

  • Monique Chang says:

    Isso aconteceu comigo este ano quando ia de bahamas para miami. Sempre vou aos EUA e nunca tive problemas, mas desta vez foi diferente. Antes mesmo de passar pela imigração (que fica na saída de Bahamas) fui selecionada para uma revista mais intima (ao invés de você passar no detector, uma policial vem te revistar na "mãozada" mesmo). Não entendi muii bem como selecionam, acho que é algo aleatório e tem a ver com a passagem, pq a ninha rstava marcada. Estava tudo ok. Estava com meu namorado e os pais dele. Fui direcionada a ou guichê por não ser da família. Depois me levaram pra tal salinha e foram os piores minutos da minha vida. Você fica muito intimidado e é um pouco difícil manter a calma. Ao fim das perguntas apareceram com umas malas e perguntaram se eram minhas. Respondi que uma era e a outra era da minha sogra. O policial ficou espantado e perguntou se eu viajava com a minha família, se eu era casada. Eu disse que não, que quando disse sogra me referia a mãe do meu namorado. Então ele me disse que, no caso, era sempre pra me referir a eles como amigos e enfatizou: AMIGOS! Sinceramente, não entendi mas também não questionei. No fim me liberaram e pude seguir viagem.

  • kleber says:

    já tive problemas em londres, uma amiga mora lá e é casada com um londrino, então fui para ficar na casa deles, eles me deram uma carta convite com endereço etc.
    o agente foi super grosso e me fez dezenas de perguntas, no final queria saber o que eu conhecia de londres, no nervosismo só conseguia lembrar dos pontos mais turisticos: london eye, big ben etc. ele não se conformava como uma pessoa ia para outro pais sem saber tds os principais lugares… no fim deu td certo, principalmente, qdo fiquei irritado e perguntei qual era o problema em tirar férias e ir visitar uma amiga

  • Indira says:

    Platinum, eu também só tenho o Visa. Meu amex é um simples Green… Hahahaha. Mas nunca fui barrada nos EUA, graças a Deus… e também não sabia dessa fama do cartão. Adorei saber disso, muito engraçado! Eu prefiro levar o dinheiro em espécie, assim eu controlo melhor meus gastos: acabou o dinheiro na mão, acabou a brincadeira de compras! Hehehe.
    Na última viagem a Vegas (entrando por Vegas mesmo), agora na semana santa (aliás, peguei váaaaarias dicas dessa sua viagem Monique! Hakkasan DEMAIS! Farra obrigatória em Vegas), eu fui mais questionada após pegar as malas do que na própria imigração.
    O carinha perguntou milhões de coisas, se eu tinha "dinheiro brasileiro" e quanto era. Eu respondi que sim, o equivalente a menos de 50 dólares. Se eu tinha comida, eu falei que chocolates e balas. O que eu estava fazendo em Vegas, respondi férias. Quantos dias, respondi apenas 5. E quanto em dólares eu estava trazendo, respondi 6 mil…. e ele deu um pulo! "6 mil em 5 dias???, ele disse chocado." Eu, calmamente: sim, é Vegas! Ele riu e disse "divirta-se!"

  • Aline says:

    A primeira vez que fui aos EUA com meu namorado ele foi parado, na ocasião em Miami. No momento da imigração passamos normalmente. Porém, mais a frente, depois de pegar as malas, um senhor estava pedindo o passaporte e pediu que eu saísse e ele fosse para uma sala. Tiraram absolutamente TUDO da mala dele e perguntaram por que ele falava inglês tão bem, o que fazia, quanto tinha etc. No final, um agente alertou o agente que estava fazendo essas perguntas, pois ele era novato, e disse que ele não precisava fazer tanta pergunta rs Ou seja, meu namorado foi cobaia do treinamento do tal agente. Sei que ele queria mostrar o dinheiro e tudo, mas falaram que não precisava. É um susto e tanto… Da segunda vez que fomos a Orlando, só perguntaram se tínhamos comida, MAIS NADA!!!!

  • Luana says:

    Uma dúvida: iremos em 3 pessoas à MIA em setembro ficar 6 noites a passeio e compras, eu e meu marido iremos em um vôo e o amigo em um vôo pouco mais cedo. Ele está temeroso em passar pela imigração sozinho, já que não falamos nada de inglês e ele entrará sozinho. Há alguma orientação, dica???
    Aconselham que levemos mais roupas ( apesar de que queremos comprar lá) pra que não impliquem em entrarmos com uma ou duas malas e poucas roupas?

  • Marianna says:

    Muito legal a matéria!

    Graças a Deus não tive problemas com a Imigração em nenhuma das vezes que fui aos EUA, mas aquele friozinho bate toda vez que a gente chega lá!

    Tive porém problemas na imigração da Suíça ano passado ao sair de Zurique!
    Mas no meu caso eu entendi completamente o por que fui parar na temida salinha!!

    Ano passado eu estava trabalhando num navio de cruzeiros na Europa, meu contrato terminou qdo eu estava em Roma, e ao invés de voltar para o Brasil decidi visitar alguns amigos na Suíça. Como fui levada até o aeroporto de Roma, a única coisa que precisei fazer foi comprar uma passagem para Zurique, mostrei normalmente meu passaporte e não tive problema algum. Porém por ser um vôo dentro da Europa meu passaporte não foi carimbado, e detalhe importante, qdo embarquei no barco ainda estávamos no Brasil… férias terminadas hr de voltar pro Brasil, e qdo fui para a imigração começaram os problemas. A agente queria saber o motivo de eu não ter um carimbo de entrada na Europa no meu passaporte… expliquei toda a situação, e graças a Deus eu tinha em mãos TODOS os meus documentos do barco, inclusive contratos e afins…. fiquei uns 20min conversando com a pessoa, e msm depois de explicar td ela chamou um outro agente que me encaminhou "pra salinha"… imagina meu desespero, pleno lugar onde se fala alemão, sem carimbo, poxa só queria voltar pra casa!!!! E ele fez as msms perguntas, e eu dei as msms respostas, e no final ele chegou a conclusão que a culpa era dos italianos que não carimbaram meu passaporte, segundo ele "os italianos são todos folgados msm, ok pode ir!" GRAÇAS A DEUS!!! Mas pra quem sabe, o aeroporto de Zurique é ENORME, e até sair da salinha, pegar o trem e chegar no balcão de embarque já era tarde demais, PERDI O VÔO!!! ¬¬' Bom sem ter o que fazer e nenhum vôo que eu pudesse pegar, o jeito foi voltar pra casa do meu amigo e pegar outro vôo no dia seguinte….. fiquei conhecida no aeroporto e o povo falava "ah vc é a menina q perdeu o vôo" toda vez q eu pedia informação ahuahuahauhauahu é, depois da raiva achei hilário ahuahauhauahu dia seguinte lá fui eu, e dessa vez sem problemas na imigração, ainda beem!!!

  • Gustavo says:

    Já estive 6X nos Estados Unidos a turismo, sendo que a última foi há uma semana atrás, em San Francisco…Graças a Deus nunca tive problemas com a imigração e sempre viajo sozinho. Confesso que todas as vezes rola um “friozinho na barriga” e o medo gigante de ser levado para a sala e ser mandado de volta ao Brasil. Já aconteceu de o agente me dar dicas de Vegas quando fui para lá e até de ser atendido por uma brasileira (muito simpática e solícita) na imigração de Los Angeles (Ela só fez duas perguntas em Português e me liberou). Nesta última, em Houston, pois era conexão antes de chegar em San Francisco, o agente fez apenas 3 perguntas (qual o motivo da viagem, quanto tem de dinheiro e quantos dias ia ficar nos EUA e pronto). Uma pena a Monique ter sido barrada, mas ainda bem que deu tudo certo no final…

  • MATEUS says:

    Alguém poderia me ajudar, eu vou em julho para Orlando com a minha prima só que eu sou de menor ainda(tenho 17 anos) e gostaria de saber se tem que ter algum documento específico?

  • Giorgio Torres says:

    "Tenha sempre uma quantia em dinheiro."

    Gostaria de saber mais ou menos quanto é essa quantia? O que é pouco e o que pode ser considarado muito? Isso varia de estado para estado para onde você está indo? (acredito que Nova Yorque e Califórnia sejam os mais caros).
    Todos nós sabemos que dinheiro em espécie é mais problemático que cartão de crédito, pela facilidade de perda ou roubo.

    Alguém sabe me responder?

    • Gustavo says:

      Olá Giorgio…
      Eu geralmente costumo reservar 100 dólares em dinheiro vivo por dia de estadia. Nesta vez em que fiquei 10 dias nos EUA (San Francisco e Chicago) estava com 1000 dólares em dinheiro + 1 cartão de débito + 2 cartões de crédito… Mas isso não é uma regra… !! Espero ter ajudado!!

  • Luciana says:

    Tirei meu primeiro visto em 2000, mas por conta do doutorado, só consegui viajar em 2007. Fui sozinha a Washington via Atlanta para visitar minha comadre querida que mora lá! Ao chegar na imigração, apresentei meus dois passaportes o antigo já vencido com o visto e o novo. Na hora que o agente olhou meus passaportes, foi logo disparando a pergunta: "porque você tirou o visto em 2000 e só viajou em 2006?". O que mais me espantou foi o tom raivoso/acusatório que ele usou. Como não tinha nada a esconder e meu inglês é bom, expliquei a história da infância da vida para ele: disse que tenho uma comadre que mora em WSH mas que na época morava em Illinois, e que iria passar o Natal com ela em 2000, mas como tinha entrado no doutorado naquele ano não pude viajar. Falei que tinha acabado o curso em 2006 e que naquele momento é que pude viajar. Depois da minha longa e calma explicação, o agente me perguntou se eu tinha passagem de volta e eu disse que sim, e perguntei se ele queria ver. Foi engraçado porque ele logo disse que não precisava, devia estar com medo que eu falasse mais um pouquinho. Depois de dar o carimbo e me desejar um bom dia, fui saindo do guiche quando ele me perguntou qual era o tema da minha tese! Sei que era para confirmar se a história que eu tinha contado realmente tinha fundamento, mas meus olhinhos brilharam com a pergunta! Voltei e dei uma longa explicação bem contextualizada do tema da minha tese, e ao final o agente estava de boca aberta e disse apenas: "Uau!". Saí de lá rindo muito!
    Tirei algumas conclusões do episódio:
    1- saber falar bem inglês foi fundamental para poder me explicar e ser entendida.
    2- é importante NUNCA mentir pois eles possuem técnicas de verificar a verdade, você acaba falando alguma coisa sem pensar pois eles te confrontam.
    3- a forma como os agentes perguntam muitas vezes é para ver a sua reação, que é mais importante do que qualquer coisa que você tenha a dizer. Como eu fiquei calma, e falei calmamente toda a minha explicação, não tive problemas.

  • Lucia Helena Azevedo says:

    Tive um problema sério nos USA a 10 anos atras, fui pega por algumas horas por me acusarem de tentar pegar um relógio em uma loja, paguei a fiança e sai, mas não lembro se teria de ir a algum julgamento, enquanto isso voltei ao Brasil e tirei meu visto novamente, a questão é mesmo com meu visto posso dar entrada nos USA sem problema?

  • Laryssa says:

    Eu e meu pai vamos para Orlando com conexão em Atlanta, dia 15/06. Eu vou voltar pro Brasil no dia 30/06 por causa da minha escola mas meu pai pega um voo pra Boston no dia da minha volta. Ele vai passar uma semana là. Ou seja, ele fica 22 dias e eu 15. Quantos dias devemos falar da estadia, na hora da imigração e do formulário? Alguem tem alguma dica?

  • Fui a Nova York em maio e o funcionário da imigração só disse "Buenos", pegou as digitais e "bye". Só isso! E olha q fiquei com aquele papelzinho do I-94 na mão em 2011 pq não sabia onde entregava e voltei com ele pro Brasil.

  • daniel says:

    Olá, tenho uma duvida, meu cartão internacional não vai ficar pronto antes da viagem, posso ir com o do meu pai? na imigração devo mostrar ele?

    • Daniel, você só deve mostrar qualquer coisa se te pedirem. Nos EUA podem exigir o seu documento de identidade para usar o cartão, por isso, não aconselho que você tente usar o cartão de outra pessoa, muito menos usá-lo como prova de que está levando dinheiro, já que o cartão nem é seu…

  • Fabiana says:

    Estarei indo para o Canadá , lutar o campeonato pan americano de Wrestling , porém faço conexão nos Estados Unidos , e não tenho visto , é obrigatório o visto de transito ?? Porque viajo no dia 25/06 e acho q nao da tempo de tirar o visto . Meu passaporte tem diversos carimbos , pois viajo pelo mundo todo , so nao tem dos Estados unidos , será q se eu for mesmo sem visto, eles me mandam de volta ???

  • andrew says:

    Porque a imigraçao brasileira nao da o mesmo tratamento a eles leva para uma salinha, manda assinar um monte de papelada e fazer um monte de perguntas idiotas tambem, para eles sentirem na pele o constragimento que passamos para visitar o amada patria deles.
    cerga de cem mil americanos entra no brasil por mes muitos deles a trabalho , digo trabalhadores de alguma multinacional americana ou do setor de imprensa . fazer oque fizeram como fizeram com os espanhois. e nao ve alguem diser que eles fazem isso com todo mundo im glusive ingleses.pessoas de paises de primeiro mundo nao passam por isso na imigraçao americana, iso e so com latinos e asiaticos.

  • Danyela says:

    Alguem tira minha duvida?? No momento nao estou trabalhando e nem estudando. E vou para Nyc . O que devo falar na imigracao? To morrendo de medo? Alguem sabe diZer, se das outras entradas no pais as informacoes que eu ja dei, eles guardam no sistema?

    • Danyela, mentir nunca é a melhor opção. Até porque eles poderão te fazer a mesma pergunta várias vezes. Por isso deixe claro o motivo da sua viagem. Se for turismo, simplesmente diga isso e não entre em detalhes. Eles conseguem facilmente todas as informações a seu respeito, acredite!

  • Joyce says:

    Já fui pra França e Espanha e não tive problemas passei em menos de 2 min pela imigração. Agora vou viajar para os EUA sozinha e sou estudante. Estou com os documentos necessários em mãos como: passaporte valido, voucher de hotel, passagem de volta, cartao internacional e dinheiro em especie. Devo me preocupar? Devo levar algum outro documento?

    • Joyce, estes documentos são suficientes. Porém o comportamento da imigração americana é um pouco imprevisível. Esteja preparada para responder tudo o que te perguntarem, sem contradição.

  • Fernanda says:

    Olá viajo para os EUA dia 11/08 e retorno 16/08 meu passaporte vence em 13/12/2014 vcs acham que terei problemas por isso? Cada pessoa fala uma coisa estou apavorada Pq não consigo mais tirar passaporte a tempo.

    • Fernanda, o site da embaixada americana deixa claro que o visto é válido até o último dia. Para os EUA o visto é mais importante do que o passaporte, mas é claro que o seu passaporte precisa estar na validade também. No caso da Europa há uma exigência diferente, o passaporte deve estar válido por mais seis meses a partir da data de entrada no país.

  • Ricardo says:

    Vi todo tipo de comentário. Dos mais sensatos e corretos aos mais toscos.
    Fui aos EUA, com minha esposa e filha de 9 anos, para Miami e principalmente Orlando.
    Eu e ela temos empregos, e minha filha (obviamente) estuda. Nada demais. Perguntas normais por conta da alta necessidade de proteção. Às vezes pode parecer nóia deles, mas para quem vive de possíveis ameaças de atentados…

    Os EUA é um lugar ótimo, e estou me preparando para voltar ano que vem. Quem se sente constrangido (ou "humilhado") vá para outro lugar. Se esse é o jeito deles, respeite-os.

    Muitos são bem educados, outros mais fechados, como em qualquer lugar, inclusive no nosso BraZil. Achei o povo de Buenos Aires, por exemplo, mais fechado que os americanos. Pode ter sido pela besteira de rivalidade no futebol. Só fui lá 2x, por isso só ACHO. Só poderia AFIRMAR que o Argentino é frio com mais idas lá, ou se morasse algum tempo.

    Os EUA é o mais importante país do mundo, por isso tanta gente o odeia.

    Odeia os EUA? Não coma Mc Donald's!

    Odeio é hipocrisia.

  • Jefferson says:

    Oi!

    Muito útil o site e as dicas me valeram ouro!
    Li atentamente todos os post mas ainda tenho uma pequena dúvida:

    E quando for a situação de houver escalas/conexões e em todo desembarque vai ser necessário passar na imigração? ou somente no primeiro desembarque?

    Ex: Ida pra New York com a escala para Miami, terá que passar pela imigração duas vezes?

    Obrigado.

  • Anuska Monteiro says:

    Bons dias!
    Eu apenas näo consigo perceber porque é que eles nos aeroportos americanos se interessam em saber quanto dinheiro a pessoa trás consigo naquele momento. Isso diz respeito aquela pessoa e a mais ninguém. Eu acho muito falta de respeito, e educação alguém te avaliar pelo dinheiro ou cartões multibanco que trazes, e isso ser impedimento a entrares ou não num país. Quando tiras o visto já tens de apresentar um comprovativo em que tens meios para te sustentares nesse mesmo país. Para que essa pergunta num aeroporto? Será para saberem a tua classe social e saberem como te hão de te tratar.?! Que coisa mais sem sentido. Já viajei para varios países e nunca vi tal coisa??!! também sei de um amigo meu que ficou ultra zangado quando foi para os EUA e a quantidade de dinheiro que trazia na hora é que decidiu se ele entrava ou näo no país. Ainda bem que näo tenho qualquer intenção de ir para os EUA. Mas aqui alguém sabe o porquê dessa questão sem sentido??!!!

  • José Luis says:

    A maior parte dos voos para Cidade de México e outras cidades lá fazem escala em algum aeroporto norte americano, por 10 ou mais horas. Precisa-se de visto norte americano para fazer essa escala, trocar de avião e continuar viagem? Um velho amigo brasileiro pretende tirar férias em Jalisco e amigos tem preocupado ele com o fato de ter que passar por USA, devido que os brasileiros (igual que outros latino americanos) parecem não ser muito bem vindos lá.
    Se alguém sabe a resposta, por favor, me ajudem, enviando-a também para o meu e-mail
    Agradeço desde já.

  • Carolinne says:

    Olá, Monique!
    Estou planejando uma viagem onde iria primeiro com meus 2 filhos pequenos, ficar na casa do meu tio, que mora legalmente lá, e meu marido iria uma semana depois. Fico com receio da nossa entrada pois estaríamos separados. Especialmente ele, por estar sozinho. Ele é médico, as crianças são matriculadas na escola, temos cartão platinuum… Tem mais alguma dica?