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Fim do ano deve ter voos com ocupação recorde e passagens mais caras, alerta governo

Leonardo Cassol
01/09/2021 às 15:12

Fim do ano deve ter voos com ocupação recorde e passagens mais caras, alerta governo

A proximidade das férias de fim de ano disparou um alerta no governo. Os voos nacionais podem chegar a 100% de ocupação junto com um aumento expressivo no preço das passagens aéreas. É o que destacou o Secretário Nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, numa audiência realizada na Câmara dos Deputados. O executivo disse que espera a recuperação total da ocupação dos voos domésticos entre dezembro e janeiro, acompanhado de tarifas mais caras.

De acordo com Ronei Glanzmann, os valores das passagens aéreas já estão bem maiores por causa da alta do dólar e do preço dos combustíveis. Mas, com o avanço da vacinação, acredita que a demanda vai aumentar ainda mais, pressionando as tarifas. “Como ninguém está podendo voar para fora, o turismo nacional está aquecido. Na alta temporada, isso potencializa. A família que ia para Miami, agora está indo para Maceió, Fortaleza, Jericoacoara.”

O resultado já foi constatado pelo IBGE no resultado prévio da inflação de julho, medida pelo IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), com um aumento de 35,6% no preço das passagens, muito acima do esperado para o mês.

“A gente deve ter, de fato, uma retomada de preços. Importante o passageiro ficar atento no seu processo de compra e antecipação de aquisição das suas viagens de alta temporada, principalmente”, disse o executivo.

Em julho, o Melhores Destinos já tinha alertado sobre o risco de voos lotados e mais caros do fim do ano, com recomendações para quem planeja viajar nos próximos meses dentro e fora do Brasil.

O secretário também ouviu reclamações dos deputados. “Hoje se encontra passagem Brasília-Fortaleza, só uma perna, a R$ 2 mil para viagens daqui a 15 dias. É um valor exorbitante para o cidadão comum, mais do que um salário mínimo. E dificilmente encontrará abaixo de R$ 1 mil”, disse o deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE), acreditando que agora está havendo um exagero nas cobranças.

Glanzmann respondeu que o governo já investiu R$ 2,5 bilhões no setor aéreo. E que defende a volta da isenção de Imposto de Renda para o leasing de aeronaves e a manutenção da isenção de IPI e de Imposto de Importação para peças de aviões, o que pode ser modificado pelo projeto da segunda fase da reforma tributária (PL 2337/21).

Dicas para quem vai viajar nos próximos meses ou início de 2022 no Brasil

A nossa recomendação é iniciar a pesquisa imediatamente. Quanto mais a vacinação avança, mais pessoas planejam e compram viagens. E isso deve se manter até o fim de setembro, quando é esperado que toda a população adulta tenha recebido pelo menos uma dose de vacina.

Nas passagens aéreas, já é quase impossível encontrar bons preços na maioria das rotas para viajar até janeiro. Onde há maior concorrência, a chance de encontrar uma tarifa aceitável é maior, já que as empresas são obrigadas a disputar os passageiros com preços mais competitivos. Podem haver promoções pontuais nos fins de semana para quem quer viajar até novembro. Mas, para viagens em dezembro, janeiro ou fevereiro, dificilmente teremos boas ofertas daqui pra frente. Nossa dica é utilizar o app gratuito do Melhores Destinos para ser alertado quando tiverem promoções que realmente valem a pena.

Quem puder viajar fora do período das férias escolares certamente vai economizar. Além disso, quanto mais flexível for o seu período de viagem, mais fácil será encontrar tarifas melhores. Considerar destinos diferentes ou fazer uma viagem mais curta pode ajudar a deixar tudo dentro do seu orçamento. Há uma demanda reprimida agora e dificilmente teremos um alívio nos preços nos próximos meses.

Os pacotes de viagem podem ser uma opção interessante nesse cenário, já que na maioria das vezes incluem um desconto diferenciado nos voos e na hospedagem, pela compra conjunta. Temos acompanhado e divulgado excelentes oportunidades que você também pode receber gratuitamente pelo nosso app. Além disso, com menos viagens corporativas, a demanda por hospedagens ainda não se recuperou totalmente, especialmente nas capitais e nos grandes centros urbanos. Isso abre espaço para economizar nas estadias. Vale a pena pesquisar!

Com informações da Agência Câmara de Notícias


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