Flamengo quer transformar sede no Rio em atração turística com hotel temático, museu e miniestádio
Flamengo quer transformar sede no Rio em atração turística com hotel temático, museu e miniestádio
Uma vez Flamengo, sempre Flamengo! O clube carioca quer transformar sua sede na Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro, em um complexo turístico e multifuncional, com hotel temático, museu interativo, miniestádio, áreas comerciais e estacionamento.
A proposta faz parte do projeto “Gávea no Século XXI”, apresentado originalmente em 2022, e estruturado para ser viabilizado por parcerias privadas, ou seja, sem custos diretos para o clube.
Desde então, o plano passou por vários ajustes e ganhou os holofotes nos últimos dias após receber autorização oficial do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

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Gávea no Século XXI: o projeto do Flamengo
Para entender por que o aval do governo foi decisivo, é preciso olhar para a origem da sede da Gávea. O terreno pertence ao Estado do Rio de Janeiro e é cedido ao Flamengo por meio de aforamento desde a década de 1930, com uso restrito à finalidade esportiva.
O QUE É AFORAMENTO? É o ato pelo qual a União atribui a terceiros o domínio útil de imóvel de sua propriedade, desde que atendidos os requisitos legais e pagamento de pensão anual.
Esse contexto ajuda a entender por que o hotel foi tratado como o ponto mais sensível do projeto. Segundo apuração do jornal O Globo, a estrutura não terá um perfil convencional e funcionará como apoio ao complexo esportivo, ao museu e aos eventos do Flamengo.
A prioridade de uso será para atletas do clube, delegações visitantes, sócios e torcedores de fora do Rio. O público em geral poderá se hospedar de forma complementar, dentro de uma proposta de experiência temática ligada ao Flamengo e não como um hotel tradicional aberto ao mercado.

Ainda de acordo com o jornal, o Estado aceitou esse formato desde que as receitas do hotel sejam destinadas às atividades esportivas do clube.
Apesar da autorização do governo estadual ser importante, para que o projeto possa sair do papel, outros órgãos precisam dar o aval também. A própria prefeitura do Rio precisa conceder as licenças urbanísticas e ambientais e possivelmente realizar estudos de impacto.
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