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Como economizar com alimentação em viagens internacionais? Confira as nossas dicas!

Aline Bernardes
23/09/2025 às 20:00

Como economizar com alimentação em viagens internacionais? Confira as nossas dicas!

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Como economizar com alimentação em destinos internacionais? Passagens, hospedagem, passeios… tudo isso você pode monitorar promoções no aplicativo do Melhores Destinos, reservar com antecedência e até parcelar. Já o gasto com comida é outra história.

Como economizar com alimentação em viagens internacionais?

Essa é a pergunta de um milhão de dólares que ninguém consegue responder: quanto vou gastar com alimentação na viagem? A resposta simples e frustrante é: depende. Depende do destino, da hospedagem, dos seus hábitos e, claro, do tamanho do seu apetite.

O que posso garantir é que quase sempre o valor final é mais alto do que planejamos. Isso porque comer fora é realmente caro, mas também porque vez ou outra você vai entrar no espírito “eu mereço” e pagar feliz por uma refeição superfaturada só porque a vista do restaurante é belíssima.

Quando a gente entra no espírito do “eu mereço”

E, convenhamos, zero arrependimentos. Não é um drink superfaturado que vai te levar à falência. E, no fim das contas, são esses pequenos luxos que acabam rendendo as melhores lembranças da viagem.

Mas economizar é possível e bastante necessário. A seguir, dicas de como economizar com alimentação em destinos internacionais sem abrir mão de boas experiências.

Entenda o seu destino

Enquanto um pad thai em Bangkok, na Tailândia, pode custar menos de R$ 15, um combo de Big Mac em Zurique, na Suíça, sai pela bagatela de R$ 85. Assim, entender o verdadeiro custo da alimentação no país que se pretende visitar é o primeiro passo.

Carnitas, México

Taco, a perfeita combinação entre tortilla e todo e qualquer recheio imaginado!

De forma geral, o Sudeste Asiático (Vietnã, Tailândia, Camboja) e parte da América do Sul (Bolívia, Peru, Colômbia) são bem baratos para comer. Já em alguns países da Europa (Suíça, Noruega, Inglaterra) e nos Estados Unidos, prepare o bolso, cada refeição pesa no orçamento.

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Vá ao supermercado

Dar uma volta no supermercado é quase uma aula prática sobre cultura local e, de quebra, uma ótima forma de economizar. Para sanduíches, saladas, frutas picadas ou refeições rápidas, você dificilmente encontrará opção mais barata.

miami dicas onde comer

US$ 2.99 a libra do pimentão: caro ou barato?

Nos Estados Unidos, vale conhecer a rede Whole Foods, que vende desde itens de café da manhã até comida por quilo. Compre o que for consumir e peça para embrulhar para viagem.

Em destinos como Nova York, sentar em um parque ou praça e fazer sua refeição como os locais é uma forma de driblar taxas e gorjetas, e, de quebra, vivenciar a cidade no ritmo de quem vive lá.

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Prefira o almoço ao jantar

Em quase todo lugar do mundo, o almoço costuma ser mais em conta que o jantar. Se você faz questão de uma refeição caprichada por dia, aposte nesse horário para comer melhor gastando menos.

Pratos do dia também são encontrados na França

Na Europa, muitos restaurantes oferecem menus especiais no almoço, como o menu executivo adotado em muitos restaurantes no Brasil. Na Espanha, o menu del día custa em torno de € 15. Na Itália, o menù fisso sai por cerca de € 18. Na França, nas boulangeries é possível garantir a formule (sanduíche, doce e bebida) por algo entre €10-15.

Quando estive em Paris, usei e abusei desse combo. As baguetes são tão caprichadas em termos de recheio que custavam a comer inteiro. Assim, o doce logo se tornava o lanche da tarde. Feliz, de barriga cheia e sem gastar muito.

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Prove comida de rua

Outra excelente maneira de como economizar com alimentação durante uma viagem internacional é explorar a comida de rua. Além de saborosa e autêntica, funciona como um retrato dos hábitos locais. Pode ser um fish and chips em Londres, tacos na Cidade do México ou um döner kebab em Berlim — as possibilidades são infinitas.

A tradição da comida de rua vista em Chiang Mai, na Tailândia

Na Ásia, a comida de rua é parte essencial do cotidiano e um atrativo por si só. Na Tailândia, por exemplo, os mercados noturnos são verdadeiras instituições culturais: em cidades como Chiang Mai, é possível mergulhar nesse ambiente vibrante e provar pratos como o som tum (salada de mamão verde) ou o satay gai (espetinho de frango) por menos de US$ 2.

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Pergunte aos locais

Com Google Maps e sites de reviews, a gente acabou esquecendo um hábito simples e poderoso: perguntar às pessoas.

Quando conversar com prestadores de serviço ou gente que conhecer pelo caminho, não pergunte “onde você recomenda que eu vá”, mas sim “onde você costuma ir”. Essa troca muda tudo: em vez de cair nos lugares feitos para turistas, você descobre os cantinhos que os moradores realmente frequentam.

O resultado? Comida autêntica, mais barata e, na maioria das vezes, muito mais saborosa. Win-win!

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Cozinhe no seu local de hospedagem

Sei que não é todo mundo que está disposto, mas a gente precisa admitir: cozinhar é infinitamente mais barato do que comer fora. Para que seja possível fazer uma refeição ou outra em “casa”, significa que você provavelmente está hospedado em hostel ou em Airbnb.

No hostel, o desafio pode ser dividir panela e fogão, e encarar aquela possível pia cheia de louça alheia. Em um Airbnb, pode ser pela falta de itens básicos. Afinal, quem quer comprar 1 litro de azeite ou 1 kg de sal só para fazer um pão com ovo?

Num mochilão pela Europa ou em uma viagem em família, encarar esses desafios vez ou outra pode ser a solução para economizar uns bons trocados. Com o tempo, a gente vira especialista em cardápios rápidos e leva esse conhecimento pra vida.

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Aproveite o café da manhã do hotel

Nada de vergonha de se servir à vontade: fazer bom uso do café da manhã do hotel é dica de economia clássica, seja no Brasil, seja no exterior. Na pior das hipóteses, você economiza o gasto de uma refeição na rua. Na melhor, come tanto que consegue pular o almoço ou transformar o café em um verdadeiro banquete matinal.

Pães, croissant, chá e frutinhas: boa refeição pra começar o dia!

Leve água e snacks com você

Pode até parecer bobagem, mas pequenas coisinhas já ajudam a economizar. Por isso, vale levar sua garrafinha de água e abastecê-la sempre que possível. Na Europa, por exemplo, é comum beber água da torneira, então aproveite para encher onde for possível.

Aliás, pedir água da casa nos restaurantes é totalmente normal em muitos destinos. Na França, você pode pedir por “une carafe d’eau” e nos Estados Unidos, por “tap water, please”. Vai por mim, nenhum garçom vai achar feio nem reclamar.

Jerusalém - Souk Árabe

Frutas secas também funcionam como um ótimo snack pra segurar a fome!

Na primeira ida ao supermercado local, vale comprar alguns lanchinhos simples para o dia. Aposte em amendoim, castanhas, nozes e barrinhas de cereais. Prático e barato, vai ajudar a matar a fome entre as refeições.

Você conhece aquele ditado: de grão em grão, a galinha enche o papo? Se trocarmos grão por dólar, e galinha por viajante, o ditado poderia ser: de dólar em dólar, o viajante economiza um bocado. Pois então.

Use apps contra o desperdício de comida

Para economizar com alimentação em viagens internacionais, a tecnologia pode ser uma grande aliada. Já ouviu falar dos apps de combate ao desperdício de alimentos?

Padarias, mercados e restaurantes montam sacolas-surpresa com itens do dia: tudo em bom estado, mas que não seria vendido no dia seguinte. A ideia é evitar o desperdício, oferecendo comida gostosa por preços muito mais em conta. Você paga pelo app e retira o pedido direto no estabelecimento.

Muitos ingredimentes e alimentos frescos em mercado de Florença, na Itália

Dentre os apps mais conhecidos estão o Too Good To Go, presente em grande parte da Europa, além de Estados Unidos, Canadá e Austrália, e o Phenix, forte na Europa. O primeiro é referência mundial nesse tipo de serviço, já o segundo se destaca por oferecer filtros mais avançados, como tipo de produto e proximidade.

Reserve restaurantes com desconto

Que tal se permitir jantar em um lugar bem legal e ainda pagar menos? Com o app TheFork, basta reservar mesa em restaurantes específicos, especialmente em horários menos concorridos, para conseguir descontos que variam entre 20% e 50%.

Viagens para casais

Típica tarde de verão pelas ruas do Marais, em Paris

Às vezes, ao focar no desconto, acabamos escolhendo o restaurante mais pela oportunidade do que pelo tipo de cozinha ou pelas avaliações. Vai na fé, pode ser uma ótima forma de se permitir um pequeno luxo na viagem, jantando bem e pagando bem menos.

O TheFork funciona bem na Europa, em países como França, Espanha, Itália, Reino Unido, Holanda, Bélgica, Suíça e Portugal.

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Poupe, mas lembre-se de aproveitar!

Economizar é importante, mas não dá para esquecer que comida também é cultura. Provar os pratos típicos de um lugar faz parte da experiência tanto quanto visitar atrações turísticas.

A gente recorre ao supermercado, prepara um macarrão no Airbnb e se vira com snacks no meio do dia para não estourar demais o orçamento. Transformar isso em regra escrita sobre pedra faz a viagem até perder a graça.

Un gelato al caffè, per favore!

Prove pastéis de nata até encontrar o seu favorito em Lisboa, tome um gelato por dia em Roma, se esbalde com os diferentes cortes de asado em Buenos Aires, descubra quantas versões de ceviche consegue provar em Lima e vá de shawarma em shawarma por Istambul até não aguentar mais.

Então, equilíbrio é a palavra. Viajar é sobre colecionar histórias, e a comida é um dos jeitos mais saborosos de vivê-las. 😉

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