Coleções relacionadas a viagens: conheça o que a equipe do Melhores Destinos guarda em casa!
Coleções relacionadas a viagens: conheça o que a equipe do Melhores Destinos guarda em casa!
Trazer um souvenir para lembrar de uma viagem é algo que quase todo mundo faz. Alguns viajantes tem verdadeiras coleções relacionadas a viagens, desde imãs de geladeira e postais até outros itens menos óbvios. Perguntamos para a equipe do Melhores Destinos quem tinha uma coleção neste tema. Confira o resultado:
Copos de shot
Umberto Dissenha
Programador
Em nossa lua de mel viajamos de carro pelo leste europeu. Na Cracóvia, compramos uns copinhos no mercado central para bebermos a Palinka que havíamos trazido de Budapeste. Entre alguns goles e outros, já meio sorridente sugeri: “compramos copinhos em Budapeste e Bratislava. Podíamos comprar aqui e em todas as cidades por onde passarmos”. E assim o fizemos. Mas não paramos nessa viagem. Compramos copinhos em todas as cidades em que vamos desde então. Normalmente passamos por várias cidades durante as viagens e a mala volta cheia de copinhos. Também compramos outras lembrancinhas que nos lembrem das cidades que mais gostamos, mas os copinhos se tornaram especiais.
Imãs de geladeira
Daniel Gadelha
Editor de Conteúdo
Sempre que viajo, compro um ímã daquele destino. Procuro sempre os modelos menos comuns e mais diferentes. Às vezes visito várias gift shops até encontrar o “melhor ímã de todos”. Gosto dos ímãs pois, ao contrário de outros tipos de souvenires como camisetas, chaveiros e canetas, eles têm maior durabilidade. Por essa razão evito os ímãs feitos em material metálico que com o tempo tendem a oxidar. Meus ímãs ficam em um quadro metálico de frente para a minha mesa de trabalho, então posso sempre apreciá-los ao longo do dia e lembrar de cada viagem.
Garrafas de vodca Absolut (fechadas!)
João Goldmeier
Editor de Promoções
Eu não sei bem como a coleção começou, mas ao viajar eu sempre notava que a vodca Absolut tinha umas garrafas diferentes e bonitas. Sempre tive uma tendência a colecionar coisas (já foram latas, quadrinhos) e comecei a comprar devagarinho, uma a uma, imaginando que logo teria a linha completa. Mal sabia eu das edições especiais (são dezenas), muitas delas só vendidas em aeroportos, com venda exclusiva no Duty Free. Mais uma razão para viajar? =)
Apesar de amar minha coleção, não recomendo a ninguém! Carregar uma garrafa de quase 2kg durante uma viagem, enfrentar restrições de países para entrada de álcool e ter que embalar bem para despachar são alguns temas recorrentes nas minhas viagens. Mas pra mim, o esforço vale a pena!
Pra falar a verdade a coleção me faz viajar ainda mais. Todo ano participo do encontro brasileiro de colecionadores, cada vez em uma cidade diferente. E no ano passado participei pela primeira vez do encontro mundial, que ocorre em Ähus, na Suécia.
Postais
Monique Renne
Editora de Destinos
Viajar sempre foi uma paixão e a minha maior coleção de viagem são as fotos que trago comigo. Claro que fotos todos fazem, então não vale dizer que é bem uma coleção. Pensando em uma alternativa que servisse de recordação dos destinos por onde passei, que fosse barato, leve de transportar, fácil de comprar e comum a todos os lugares, cheguei aos postais. A ideia, desde o início, foi juntar postais de todo o mundo para depois fazer uma linda parede de recordações. O plano de decoração ainda não saiu do papel, mas já acumulei algumas dezenas de postais de viagem.
Às vezes, esqueço de comprar os postais, confesso. É uma coleção mais sentimental que materialista. Não me importo em não ter postais de todos os lugares, mas sim postais que me dizem algo. A coleção, apesar de parecer bastante genérica, segue regras rígidas: Nunca compro postais com fotos clássicas dos lugares; jamais compro postais com fotos que eu poderia ter feito; e evito ao máximo comprar postais com coisas escritas (mesmo que seja apenas o nome da cidade). Priorizo ilustrações ou fotos de antigamente.
Quero que o postal pareça uma peça de arte e não apenas um papel ilustrado, afinal, um dia ele estampará a minha casa. Procuro um bocado por postais que me digam algo mais, não economizo na compra (já paguei 10 dólares em um postal, o que é muito para o perfil da coleção) e guardo com carinho cada um deles. Um dia eles irão todos para a parede. Enquanto isso, vou viajando e juntando mais.
Moedas de vários países
Sandro Kurovski
Editor de Conteúdo
Confesso que não sou muito adepto de acumular coisas ou encher a casa de quinquilharias, por isso não faço questão de trazer um souvenir de cada viagem que faço, mas tenho o hábito de guardar moedas de outros países, seja porque sobraram de alguma viagem, ganhei ou encontrei por aí.
Tenho até um cofrinho em forma de cabine telefônica de Londres, que veio na mala como recordação da minha primeira aventura internacional, reservado só par elas.
Não me considero um colecionador, mas até agora acumulei moedas de pelo menos 12 países. Desde as mais tradicionais, como dólar americano, dólar canadense, euro, libra e peso argentino, até outras menos comuns como o dirham, moeda dos Emirados Árabes.
A maioria veio de países que visitei, mas também há moedas no cofrinho de países nos quais não estive (mas pretendo conhecer um dia), é o caso do franco suíço que veio no meio dos dólares quando troquei dinheiro no aeroporto de Montreal, no Canadá, e do złoty da polônia que ganhei de uma tia.
Moedas que recebi de presente e já saíram de circulação também são guardadas com carinho, como a lira italiana e sucre do Equador que achei na rua em Curitiba. No caso do euro, que é usado em mais de um país, procuro sempre guardar alguma moeda com a face do país visitado. Não gosto de pensar nelas como uma coleção, nem tenho essa pretenção, mas são uma boa forma de recordar as viagens e também a história dos países.
Latas de coca-cola
Rafael Castilho
Editor de Promoções
Globos de neve
Yenifer Contreras
Editora Mejores Destinos Chile
A coleção de globos de neve começou de forma espontânea, sem planejamento e foi crescendo ao que é hoje: um móvel repleto de recordações. Cada um com seu significado e transportam para o lugar onde o comprei.
Devo reconhecer que a ideia original foi do Jorge, meu namorado, que buscou compulsivamente o primeiro globo em Paris, no ano de 2014. Nessa mesma viagem, enquanto percorríamos os becos do Monte Saint-Michel, na Normandia, compramos o segundo globo numa lojinha com ares medievais.
Depois vieram Nova York, Istambul, Madri, Cairo e Islândia. Virou uma tradição familiar de todas as viagens e a primeira coisa que buscamos ao chegar num novo destino e já ajuda a indicar se o destino é caro ou barato. No cairo pagamos US$ 4 no globo e na Islândia US$12 – que por sinal é o meu favorito! Não por causa do custo, mas porque me transporta para as maravilhosas luzes do norte, as imensas cachoeiras com a água mais pura do mundo e todas as lembranças maravilhosas dessa viagem.
Bônus: como vocês podem ver na foto, os aviões também são minha paixão. Seria uma coleção nova começando? 😉