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Estados Unidos vão restringir animais de apoio emocional voando na cabine de passageiros

Daniel Gadelha
03/12/2020 às 15:19

Estados Unidos vão restringir animais de apoio emocional voando na cabine de passageiros

Acabou a festa! O DOT, Departamento de Transportes dos Estados Unidos, anunciou uma mudança na polêmica regra para transporte de animais de serviço em voos comerciais. Na lei atual, qualquer passageiro com uma declaração médica informando que o animal tem função de apoio emocional pode embarcar com ele na cabine sem pagar por isso. A regra não restringia os animais aceitos, então abria brecha para que passageiros abusassem, viajando junto com patos, porcos, pavões, avestruzes, cangurus e outras especies silvestres sem custo e vínculo evidente com qualquer tipo de transtorno.

O que muda no transporte de animais de suporte emocional nos Estados Unidos

A nova definição de animal de serviço contemplará apenas animais treinados para desempenhar atividades em benefício de uma pessoa com deficiência física, sensorial ou intelectual. Adicionalmente, os passageiros deverão preencher um formulário do DOT e enviar para a companhia aérea com pelo menos 48 horas de antecedência. O documento deve confirmar que o animal recebeu treinamento, tem bom comportamento e está saudável. Caso o voo tenha duração de 8 horas ou mais, o passageiro deverá ainda garantir que o animal não irá “se aliviar” durante a viagem, ou que o fará de forma sanitária que não traga transtornos aos demais passageiros.

A medida atende ao pedido das companhias aéreas e também de passageiros que já passaram por situações desagradáveis com animais a bordo. Em algumas situações mais graves, passageiros e animais tiveram que ser retirados de voos.

A nova regra entra em vigor 30 dias após a sua publicação oficial no Registro federal Americano (Federal Register).

Como funciona no Brasil?

No Brasil, somente são aceitos para embarque cães e gatos e, dependendo da raça e porte, podem viajar na cabine com o passageiro ou no porão de carga. Em ambos os casos, é cobrada uma taxa pelo serviço. Já animais de serviço, como cão guia, podem viajar na cabine sem custo, desde que a documentação necessária seja apresentada a companhia aérea. O embarque de passageiros com animais de apoio emocional só é permitido em voos com destino aos Estados Unidos – pelo menos enquanto a regra não mudar.

E você, o que acha da nova medida? Comente e participe!

Com informações do site The Points Guy.


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