Que tal se hospedar na verdadeira Vila do Chaves no México? Brasileira que ganhou promoção do Airbnb conta como foi!

Denis Carvalho 30 · novembro · 2015

Quem nunca sonhou em conhecer a vila da turma do Chaves? O seriado mexicano é amado por gerações de brasileiros, que riram com as trapalhadas do Chaves e do Quico, com a esperteza da Chiquinha, a impagável filosofia do Seu Madruga, o romance da dona Florinda com o professor Girafales, a Bruxa do 71 e tantos outros personagens. A jornalista Luciana Yonekawa realizou o sonho de milhões de brasileiros: foi conhecer de perto a famosa vila e passou uma noite lá, graças a uma promoção promovida pelo Airbnb. Confira em detalhes como foi, nesse texto exclusivo para o Melhores Destinos!

Você é daquelas pessoas que joga toda semana na Mega Sena e entra em toda promoção e todo concurso cultural que aparece na frente? Eu, não. Mas não é que um dia o raio caiu na minha cabeça?

Uma coisa na qual eu sim, acredito, é que as oportunidades não aparecem repetidas vezes na vida de alguém. Tem que aproveitar. Foi assim que eu vim morar no México há quase quatro anos. Uma senhora crise dos 30 anos, uma vontade absurda de morar fora, um novo amor e TCHIBUM: me joguei aqui. Encontrei um povo super querido o tempo todo, o caos da Cidade do México, a beleza das cidades do México mágico patrimônio da Unesco – como Querétaro, onde eu vivo –, o mar de cores caribenhas, tanta alegria e tantos problemas sociopolíticos quanto a gente tem no Brasil. E ainda não encontrei tudo. Falta muito a conhecer!

Mas no imaginário popular, para aquelas primeiras vozes que gritam na sua cabeça quando você ouve uma palavra, o que é o México para a minha geração? É o Chaves! É o Chapolim Colorado, a Chiquinha, o Seu Madruga, a Dona Florinda, o Quico, o Professor Girafales, o Seu Barriga e a turma toda. Acapulco não é o cenário dos filmes do Elvis, nem do Tarzan do Johnny Weissmüller: é onde a turma do Chaves passava as férias de verão. E as referências não se esgotam: 71 é um número qualquer? Não! É onde mora a Bruxa do 71! Brasília? É a minha cidade, mas também é o carro do Seu Barriga!

Há umas duas semanas, um vídeo sobre o Chaves, postado na página do Airbnb México, bombava na timeline do meu Facebook. Era um vídeo lindo mostrando detalhes da vila, e chamando para uma promoção: quem mandasse a frase mais legal dizendo por que passar uma noite na vila ganharia um fim de semana de sonho, ali onde o Chavinho morava! Nos comentários, um montão de mexicanos perguntava como participar, e um montão de brasileiros choramingava que a promoção era apenas para residentes no México.

Eu ri, achei fofo, fiquei feliz que o Airbnb promovesse ações como essa. Eu e o meu namorido mexicano somos pobres, porém honrados. Somos anfitriões do Airbnb, e já nos hospedamos em apartamentos alugados pelo site em vários lugares. Adoramos fazer parte da comunidade Airbnb.

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Depois de muita pilha da Fernanda, uma amiga muito querida, resolvi mandar a frase pra promoção. Saiu assim meio sem querer querendo, com a inspiração que passou ali naquela hora, 100% de coração. Apresentei a mim e ao Alberto como um casal multicultural, formado por uma brasileira que adora viajar e um mexicano que, em todo país que fala espanhol por onde passa, sempre escuta um gritinho de “gente, ele fala igualzinho ao Chaves!!”. Contei que o sonho dos meus amigos é que nos casemos em Acapulco. Previ a comoção nacional que seria no Brasil se uma brasileira ganhasse a promoção. Prometi ser os melhores hóspedes que a vila já teve.

Semana passada, chegamos à Cidade do México para umas reuniões de trabalho, para ver uns amigos, umas palestras, umas exposições. Eu tava morrendo de fome. Enquanto pensava onde encontrar um sanduíche de presunto, um churros, um refresco de tamarindo (um suco de laranja com cor de suco de limão e gosto de tamarindo também servia), recebi uma ligação de um número estranho.

– Lu?
– … Sim… Quem fala? – o diálogo vai em português aqui, porque sabe-se lá em que língua eu e meu perfeito portuspanglish (a mistura de português, espanhol e inglês que os amigos daqui têm que decifrar quando eu falo) estávamos hablando. Falando. Enfim.
– É do Airbnb!!
– Ah, oi… – respondi, meio besta, pensando se tinha algo de errado nos meus apartamentos.
– Você tem planos para este sábado?
– Este sábado? – Eu continuava meio zonza. Será que queriam chamar a gente pra conversar?
– Desmarque seus compromissos neste sábado porque você é a ganhadora!
– AIMELDELSDOCEL A GENTE GANHOU A PROMOÇÃO DO CHAVES, ALBERTO!! A PROMOCÃO DO CHAVES!! A GENTE GANHOU!!

Não podíamos acreditar. Nem parar de rir! Nenhum dos dois se lembra quando foi a última vez que ganhamos alguma coisa na vida. Bom, ganhamos a chance de participar do programa de intercâmbio cultural no Japão no qual nos conhecemos, o Ship for the World Youth, em 2011. Mas, assim, participar de uma promoção e ganhar? Acho que nunca!

Os dias que se passaram entre a ligação e a chegada na Vila foram surreais. Meus melhores amigos piraram junto comigo. Foi uma euforia sem tamanho. Mas fiquei com medo de divulgar nas redes sociais. E se eu estivesse delirando? E se eu acabasse conhecida como a lôka do Chaves?

Sábado, eu era pura emoção. A equipe do Airbnb ficou de ir me buscar às 13h. Eu chegaria de Querétaro na Cidade do México às 10h. Mas, como tudo sempre pode ficar um pouquinho mais emocionante, um acidente tinha fechado uma parte da rodovia, e o DF (como eles chamam a Cidade do México aqui) tava todo parado e (mais) caótico devido a um desfile de natal. Gente, era dia 21 de novembro! Não conseguia parar de pensar num meme que vi estes dias, sobre um protesto contra decoração de natal antecipada, enquanto corria pra casa. Me via num filme louco de ação, tipo o último James Bond, que foi filmado aqui.

Bom, chegamos. E a equipe do Airbnb estava esperando por nós, com um Cadillac 1975 conversível! Cruzamos a cidade pela Avenida de los Insurgentes, a Av. Paulista do DF mexicano, que corta a cidade de norte a sul. O dia estava atipicamente ensolarado para o outono mexicano e, bom, não percorremos todos os 28,8km da avenida, mas o suficiente para chamar bastante a atenção – imagina a cara de “mas quem são esses?!?” dos motoristas ao nosso redor! – e para o Alberto se queimar um pouquinho. Percalços da vida de subcelebridade, ayay.

Almoçamos num restaurante lindo daqui, chamado San Angel Inn. É um dos mais turísticos da cidade. Foi construído no século XVII como convento carmelita. Depois virou fazenda, e restaurante. Fica do ladinho da casa em que Frida Kahlo e Diego Rivera viveram “juntos” (na verdade cada um tinha a sua casa, e as duas eram unidas por uma ponte. É um dos lugares imperdíveis para uma visita ao DF).

Com a pança cheia e já acreditando um pouquinho que o sonho era verdade, chegou a hora de ir para a vila do Chaves!

Mas aí veio um pedido estranho: continuaríamos a programação do dia no conversível… mas com os olhos vendados. Oi? (Imaginem a cara dos motoristas que passaram pelo carro, outra vez, vendo agora um casal vendado dentro de um conversível!)

É que o endereço da vila do Chaves é segredo, gente!

Dia 28 de novembro, faz um ano que Roberto Bolaños, o criador do Chaves, do Chapolim e de todo o universo que os cerca, faleceu. A família tem cuidado muito bem do seu espólio, mas ainda não estão preparados para um museu. A gente entende, né?

E por volta das 17h do dia 21 de novembro, um Cadillac conversível com um casal vendado entrou pelos portões de uma casa… onde tocava “Que bonita vizinhaaançaaaaaa!! Que bonita vizinhançaaaaa!!! É a vizinhança do Chaves! Isso isso isso!”. Tiraram a gente do carro de cara para a vila. Todos os meus anos de estudos em semiótica, metalinguagem, roteiro, publicidade nunca me prepararam pra abrir os olhos e estar dentro do cenário de um programa de televisão que eu vi tanto por tantos anos.

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Eu quase morri de rir, o Alberto tava meio bege também, minha garganta secou, eu não conseguia andar no salto… Segundo uma amiga, eu parecia o Bambi aprendendo a andar. Ainda bem que todo mundo lá tinha muita paciência comigo. E era uma alegria sem tamanho.

Vila Chaves

 

Enquanto eu recobrava o controle do meu corpo, abraçava o Alberto e tentava ignorar a quantidade de câmaras que tinha na nossa chegada, eu descobri como entrar no barril!! Eu beijei meu mexicano dentro do barril do Chaves! Foi lindo!

Beijo no barril

Fui então explorar as portas. O 72, o 14, o 71, que medo!!

E então apareceu o Roberto Gómez Fernandez. Como disseram uns amigos: o filho do hômi.

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Há palavras para descrever a alguém o quanto o pai dessa pessoa foi especial pra gente? E para milhões de pessoas, então? Tem como? Não as achei. Consegui pedir um abraço. E dizer que era um abraço que um mundo de gente gostaria de dar nele e no pai dele. Mais tarde eu entreguei a ele um artigo que um amigo, ex-colega de faculdade e hoje roteirista de comédia escreveu no dia em que Bolaños morreu, homenageando o autor de tantas frases que a gente diz todo o tempo sem nem se dar conta (e que inspira este artigo). Eu podia ter escrito alguma coisa mais, eu podia ter pedido pra mais gente escrever… Mas eu queria evitar a fadiga.

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Roberto Gómez Fernández nos levou a um pequeno museu, que fica dentro da casa da Dona Florinda. Lá estão os óculos de seu pai, a máquina de escrever manual que ele usava, alguns roteiros originais, outros copiados no mimeógrafo – lembremos que o Chaves e o Chapolim foram produzidos nos anos 70! As fotos nas paredes são lindas (esqueci de fazer fotos das fotos. Estudar metalinguagem pra quê, né?), uma de cada personagem da vila. O barril original está lá dentro (ah, porque vocês acham que deixariam a estabanada aqui entrar na relíquia das relíquias? Então… Não deixaram. Que bom). Também há uma coleção de bonecas de época feitas à mão pela mãe de Bolaños, o que mostra que o talento para as artes já era herança de família.

Roberto Gómez nos levou então para conhecer a arte da equipe Airbnb: o apartamento no qual passaríamos a noite (eu e o Alberto!). Lindamente decorado para a ocasião, pudemos dar uma checada geral para aprender alguma coisinha mais para usar nos nossos próprios aluguéis. Ah, se o coitado do Seu Barriga tivesse conhecido o Airbnb, a vida dele tinha sido bem mais fácil!

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Vimos livros sobre o Chaves, a coleção de DVDs original em espanhol, ganhamos presentes e conversamos um pouquinho mais com o Roberto Gómez. O Alberto pôde desabafar sobre a situação atual do país dele: enquanto há dez anos dois dos grandes símbolos do México no exterior eram o Chaves e o Chapolim, hoje infelizmente se fala na fuga espetacular do Chapo, dos 43 estudantes de uma escola rural de Ayotzinapa desaparecidos, dos vários jornalistas mortos. “Gente com o seu talento, o talento do seu pai, precisa salvar o México, com criatividade e amor pelo país”, disse o Alberto. Roberto Gómez concordou, agradeceu, nos abraçou uma vez mais.

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Caiu a noite na vila, e nos chamaram para uma xicrinha de café, porque não era nenhum incômodo. Fomos mimados no pátio com um jantar preparado pelo chef Jorge Udelman, do Oralearepa. Mas… um jantar coxinha na vila do Chaves, pergunta você, como assim? Claro que não! Comemos o melhor sanduíche de presunto que a vila já viu!

Sanduiche de presunto

E, na verdade, foram dois sanduíches de presunto para cada um! O sonho do Chavinho! E compartilhamos com as equipes do Airbnb e da Fundação Chespirito para agradecer – e porque quem come e não divide nada fica com a barriga inchada.

Sanduiche de presunto e eu

Passamos uma noite sensacional. Achei que não ia poder dormir, mas depois de horas brincando que nem criança nas portas da vila, não tem balzaca com alma de criança que aguente, por mais triste que eu estivesse com o fim de um dia de sonhos. Pipipipipi! O quarto preparado pela equipe do Airbnb não estava apenas lindo: estava super cômodo também.

Na manhã seguinte, que acordou fria como um dia triste de despedida (aqui é outono. Fazia uns 13°C, brrrrrr), ganhamos chocolate quente e churros!! Foi bom para esquentar os corpos de burro que não são transparentes, que naqueles dias abrigavam corações tão emocionados como os nossos.

Churros-vila-chaves

O quarto do Airbnb foi montado apenas para esta promoção. Mas um museu do Chaves e do Chapolin está nos planos da família de Bolaños, segundo ele contou em algumas entrevistas. Não há um prazo para a inauguração; tudo deve ser pensado para fazer juz ao carinho dos fãs.

Estatua Chavinho

Comecem a juntar dinheiro para vir!

O México é mágico, gente. A Cidade do México tem um mundo de coisas para conhecer, mas há outros 31 estados cheios de identidade, cultura, história e gente querida para conhecer. Sigam-me os bons!

Agradecemos à Luciana por compartilhar com a gente esta experiência inesquecível, que certamente deixou os fãs emocionados e cheios de vontade de que esse museu abra o quanto antes para poder visitá-lo! Confira todas as imagens dela e do Airbnb:

Autor

Denis Carvalho - Editor chefe
  • Alexandre Hindu

    Top!!!

  • Lorena

    Muito lega!!!

  • Márcio Sampaio

    Um dos melhores textos publicados pelo MD! Luciana, muito obrigado por compartilhar conosco sua experiência única, transbordando emoção (eu não conseguia parar de sorrir enquanto lia seu relato). Parabéns!!!

    Tive o prazer de conhecer a Cidade do México em junho deste ano. Aos colegas viajantes, posso dizer sem medo de errar que é um destino internacional viável mesmo em tempos de real desvalorizado. Mais do que isso: um povo alegre e receptivo e passeios fantásticos (especialmente, para mim, Teotihuacan e o Museu de Antropologia). A única coisa que senti falta foi um espaço dedicado ao saudoso Roberto Bolaños, mas espero que um dia sua família possa efetivar o museu.

    • Mesmo sentimento que vc, Marcio! Estive em agosto no México e a cidade respira Chaves, ainda! Um dos melhores textos do MD, sem sombra de dúvidas! Parabéns!

  • Vitor

    Obrigado por compartilhar esta experiência. Parabéns!!! Me senti dentro da vila do Chaves.

  • Vicente Cassepp-Borges

    Parabéns! Só de ler esse texto eu já fiquei sentindo uma emoção muito boa, como se eu estivesse visitando o lugar. A tua emoção foi transformada em palavras!

  • Larissa Campos Souza

    Luciana, parabéns pelo relato!
    Amei conhecer a vila pelos sentimentos vividos ali! 🙂

  • Tainá Romão

    Caraaaaaaaaaaaa! Que maneiro! Fico só imaginando a emoção!!!! Muito legal!

  • Paulo

    simplesmente DEMAIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Leandro

    Parabéns pelo texto e por compartilhar a emoção com a gente!

  • Marcelo Bohm

    QUE DEMAIS! Parabéns, Luciana! Eu, como grande fã de Chaves, me senti representado por uma brasileira ganhando esta promoção! Conseguiu passar todas as sensações que deve ter sentido lá dentro! As fotos estão incríveis, só faltou fotos do museu na casa da Dona Florinda pra ficar perfeito. Parabéns!!!!!!

  • Vitor Luiz

    emocionante o depoimento!

  • Júnior Pandolfi

    que demais!!!!

  • Salvatore Carrozzo

    Maravilhoso o texto, cheio de cor, emoção.

  • Papel AlumÍndio

    Isso isso isso isso!

  • Eduardo Queiroz

    Impressionante depoimento. Me senti na vila também! Obrigado pelas linhas, lembrei da infância e fiquei emocionado!

  • Márcio

    Só posso dizer: muito maneiro! Claro que eu vou compartilhar essa experiência nas redes sociais.

  • Antonio Silva

    Que lindo gente !!!

  • Laura Campos

    Luciana, que relato bacana, sem medo de ser feliz! Adorei os trocadilhos, sou dessas também! 🙂 Obrigada por dividir com a gente, você representou bem a audiência brasileira em suas quatro gerações!
    E só posso concordar com você sobre o quanto o México é incrível e rico! Foi uma das minhas maiores surpresas positivas de viagens. Não vejo a hora de voltar!

  • Alessandro

    Achei tão legal que fiquei emocionado. Muito obrigado por compartilhar sua história.

  • Waldinei Braga

    Esse marido hein – a voz do Chaves mas a cara do Kiko! kkkkk Brincadeira!!!
    Belo relato! Um sonho pra qualquer fã da série que jamais perde a graça!

    • Juliana Fernandes

      Ah! Que emoção… amei saber que uma brasileira ganhou a promoção… Fui a Cancún em 2013 e fiquei triste quando perguntei ao garçom se lá passava Chaves na tv e ele disse que não 🙁 Mas o México é lindo e o povo é muito amável, receptivo, vale a pena, das viagens que fiz foi o lugar onde de fato me senti em casa e não uma intrusa em país alheio!

  • Cidadão

    Uma dúvida. O que tem no lado oposto a casa da dona Florinda? O que ela vê ao sair de casa do outro lado do pátio?

  • Jonas

    Nossa, que bacana. Melhor relato que ja li aqui no MD. Divertido e emocionante. Parabéns!

  • Bia Carius

    Luciana, que emoção!!! Não paro de chorar!!! Espero poder conhecer um dia!! Coisa linda… Parabéns!!! Muito feliz por ter sido uma brasileira a ganhadora desta promoção! Parece até que fui eu… to emocionada até agora!!

  • Guilhe

    Sensacional, parabéns.

  • Eliezer Fonseca

    Compartilho da emoção da Luciana… Tenho 41 anos, fã do Chaves desde os 18 até hoje, assisto e me diverto muito. Suas brincadeiras nos remonta à infância, quando rir era bem mais fácil. Chaves nos diverte sem apelar para obscenidades, sem ofensas raciais ou de gênero, sem outras futilidades comuns nesse gênero hoje em dia. Quanto ao México, é simplesmente incrível, visitei duas vezes e pretendo voltar mais em breve…

  • Sidinéia Bagão

    Nossa, espetacular matéria, tenho certeza que é o sonho de muitos irem nesta vila, assim como é o meu também…parabéns pela reportagem maravilhosa e por nos mostrar um pouquinho o gostinho desta vila que tantos risos nos tirou…ainda não da para acreditar que o chaves tenha morrido, que sua alma descanse em paz.

  • Bruno Santos

    Eu também gostaria muito de saber !

  • Muuuuuito bom o relato! Acho que descreve o sentimento de todos os leitores que acompanharam o melhor programa da história da TV! 2015 acabando e nenhum programam jamais chegou aos pés do Chavinho!

  • Bruno Bastos

    Só faltou terem servido o jantar no restaurante da Dona Florinda com um garçom vestido de Jaiminho. Inveja interminável da ganhadora! Parabéns pelo texto 😉

  • Felipe Rocha

    Parabéns Luciana! Sou muito fã do Chaves e sua turma, e ao ler seu texto meu dia ficou mais feliz. Me emocionei como se eu tivesse visitado a Vila junto com você. Muito obrigado pelo relato, e por toda a emoção em palavras, que eu sei que não deve se comparar a verdadeira emoção que só quem esteve lá como você deve ter sentido. Muito bom!!!

  • Bruna Mariana Coutinho Massard

    Incrível!!!!!

  • Temis Pucinelli

    Adorei! Obrigada por ter compartilhado. Divertido e emocionante.

  • Tatiana

    Ahhhh, que sonho!!! Vou esperar o museu então para conhecer a Cidade do México! Muito bom o texto, Luciana!

  • Gabriel Santos Tinhu

    Muuuuuito legal!!!

  • Maicon A Z

    Top!!! Também quero.

  • Ana Carsi

    Ai, meu Deus!! Juro que tô toda arrepiada, olhos marejados e nó na garganta pra segurar o choro…emocionante demais <3

  • Marcelo Costa

    Sem dúvidas realizaram um sonho de muita gente, inclusive meu. Fiquei emocionado de ler e ver as fotos. Até hoje nos altos de meus 36 anos assisto o Chaves, que me traz muitas boas lembranças e alegrias. Parabens!!!

  • EIion Tallet

    Parabéns pela sorte de poder ter vivido esse momento mágico!

  • Alana Barreto

    Muito emocionada, meus sinceros parabéns Luciana, pela partilha e por ter aproveitado esse momento de forma tão linda, é notável o carinho do seu relato. Feliz por você, espero um dia poder conhecer as marcas do legado de Bolaños, me emociono muito em falar dele, imagine quando for ao México…

  • Giovana Orsi

    Que demais! Fiquei emocionada aqui!

  • Drcarlos Paiva

    Ok, belo relto, mas eu gostaria de saber qual foi a frase que levou a ganhar o concurso. Aliás todas as vezes que sai esse tipo d promoção as frases não soa divulgadas, pq será ?

  • Danillo Pesquero

    Parabéns ao MD e à feliz ganhadora do concurso!

    O MD tem que abrir mais espaço para esse tipo de relato. Além de ser bem apropriado e condizente com a temática dos site, também nos conduz a outro nível de leitura.

    Texto perfeito! A Luciana deveria fazer isso mais vezes!

    Obrigado e parabéns a todos os envolvidos mais uma vez!

  • Andresa Venancio

    qual a distancia do aeroporto da cidade do mexico ate a vila do chaves?

  • Guilherme Santana

    Aiii…sou brasileiro e estou aqui no DF- CDMX , não falamos outra coisa a não ser achar um lugar (museu), o quer que seja… do CHAVES… Não estamos encontrando nada…sniff.. Alguém tem alguma informação? +5561981362291

  • Anderson Vaz

    geeenteeee….