Taxa de bagagens da Pluna: entenda como funciona e quanto custa

Denis Carvalho 9 · março · 2011

A empresa aérea uruguaia Pluna tem expandido sua atuação no Brasil, com novos voos para Argentina, Chile e Uruguai, sempre com promoções e preços convidativos. Quem pensa em voar pela empresa, porém, deve estar atento a uma questão importante: a taxa de bagagem diferenciada nos voos fora do Brasil. Como muitos leitores têm perguntado sobre o assunto, preparamos este pequeno guia para esclarecer sobre a política adotada pela empresa.

O que é?

A Pluna segue o conceito “low cost, low fare”, que prega a redução de custos e serviços para oferecer preços mais baixos. O transporte gratuito de bagagens, assim como refeições ou escolha antecipada de assentos, estão na lista de serviços extras, que são cobrados à parte. Trocando em miúdos: quem voa pela Pluna tem que pagar uma taxa para despachar suas malas. No entanto, a partir de maio de 2011 a empresa abriu exceção para passagens de ida e volta para o Brasil, que passaram a ser isentas da cobrança para os primeiros 20 quilos.

Quem paga?

Como estratégia para se manter competitiva no Brasil, onde a prática não é permitida, a Pluna não cobra a taxa para a primeira bagagem de até 23 quilos de voos saindo de nosso país e no retorno para ele. A nova regra passou a ser adotada em maio de 2011, já que antes disso os brasileiros que tinham de pagar para que suas malas fossem transportadas no voo de volta.

Quanto custa?

A empresa permite que cada passageiro transporte até 64 quilos. A taxa pela primeira bagagem é de US$ 30 para até 23 quilos. Caso a bagagem supere este limite, será cobrado uma taxa que varia de US$ 5 a US$ 15 por quilo excedente. A empresa também não transporta volumes com peso superior a 32 quilos. Para uma segunda mala a taxa é a mesma e há a possibilidade de levar um terceiro volume, desde que haja espaço no avião.

Descontos

A Pluna oferece alguns descontos para a taxa de bagagem. Quem faz check-in pela internet no site da empresa recebe um abatimento de US$ 5. O mesmo desconto beneficia quem viaja com crianças de até dois anos. Já os passageiros que adquirem as chamadas “tarifas nobres” são isentos da taxa, desde que não ultrapassem o limite de 23 quilos. A tarifa também não é cobrada para passageiros que viajam com grupos de dez ou mais pessoas, desde que façam a mesma reserva.

Será que vale a pena?

Para responder esta pergunta, o primeiro passo é somar a taxa de bagagem que será paga com o valor da tarifa. Além disso, quem gosta de fazer compras ou trazer lembrancinhas para amigos e família deve considerar a possibilidade de pagar taxas extras ou ter de levar mais de uma mala. Só então você poderá comparar se a Pluna é mesmo a melhor opção ou se é mais vantajoso voar por outra companhia. Não se esqueça de considerar outros serviços, como lanches e marcação de acentos, que na Pluna são cobrados à parte.

Mais informações no site da Pluna.

Atualizado em 03/05/2011

Autor

Denis Carvalho - Editor chefe
  • Ótimo saber, Leonardo!

    Excelente post e bastante esclarecedor, ainda mais agora com ela chegando em BSB e fazendo promoções.

  • Oscar Luiz

    Ah se a TAM e a Webjet descobrem isso…

  • Junior

    Ah, no fim das contas da tudo na mesma m****

  • carolnl

    Bastante esclarecedor, Leo. Mas eu tenho cá minhas dúvidas sobre a legalidade da cobrança dessa taxa nos vôos de volta ao Brasil. A regulamentação da ANAC é clara quando estabelece a franquia mínima gratuita para vôos com origem ou destino no Brasil.

    Sinceramente, caso eu opte por voar de Pluna em uma próxima viagem, vou preparada pra pagar a taxa. Mas mais preparada ainda pra, assim que voltar, requerer o dinheiro de volta ainda que judicialmente…

    • Carol,
      No caso de voos internacionais, as empresas aéreas são obrigadas a obedecer as regras das autoridades aéreas do país de origem dos voos. No caso do Brasil, como a franquia de bagagem é obrigatória, a Pluna obedece tal regra. Já na volta ao nosso país vc não poderá cobrar, mesmo judicialmente essa taxa paga já que ela é legal no país de origem do voo, no caso da Pluna o Uruguay, onde ela mantêm o seu hub (aeroporto de carrasco – Montevideo).
      Isso, sobre se obedecer as regras do país de origem do voo, é uma convenção internacional, e até pela lógica não tem como se imaginar que um país queira regular a cobrança de tarifas em embarques que são feitos em aeroportos estrangeiros, fora de seu território, ou seja, não é de sua competência determinar o que acontece em outro estado soberano. Isso é um dos preceitos e fundamentos do Direito Internacional Público.

      • carolnl

        Não é bem assim, Cairo.

        Quando uma empresa voa PARA o Brasil, tem que seguir as regras daqui também. Além do Código Brasileiro de Aeronáutica e do Código de Defesa do Consumidor mencionarem que sempre deve ser adotada a regra mais favorável ao consumidor, a normativa ANAC que trata das franquias de bagagem menciona, textualmente, vôos com origem ou DESTINO ao Brasil.

        Não existe uma convenção internacional que determine que apenas a regra de origem deve ser seguida. A convenção da IATA, por exemplo, que é a mais usada pra termos de aviação internacional, sempre faz a ressalva de que devem ser obedecidas as regras domésticas de cada país.

        A regra de nosso país diz que temos direito a um volume de 23kg gratuito em cada vôo.

    • Ellison

      Carol, por isso que no Brasil vc pode embarcar com bagagem.

      A Anac nao tem jurisdicao para legislar sobre voos vindo de outros países, logo a pratica de cobrar a bagagem quando o embarque é em outro país é perfeitamente legal se o país assim permite.

      • Rodrigo

        Mas se o voo for de ida e volta, iniciado no Brasil, a empresa tbm não pode cobrar a tarifa da bagagem no trecho de volta.

    • Respeito a opinião do Cairo, mas entendo que o Código Brasileiro de Aeronáutica, nos arts. 222 ao 226, combinado com o Código de Defesa do Consumidor, art. 47 vedariam essa prática abusiva da Pluna,

      Quando o consumidor adquire um produto, deve ser oferecido as condições mais favoráveis, nessa situação, as condições brasileiras, caso contrário, por que empresas estrangeiras como AA, Delta, Continental, Air France, Iberia, entre outras, não aplicam tarifas aos passageiros que retornam do exterior ao Brasil?

      Carolnl, entre na Justiça via Juizado Especial Cível, você não terá custas judiciais, e o máximo que receberá vai ser um não, coisa que você já tem! Voarei pela Pluna em abril/2011 e farei o mesmo!

      • carolnl

        Concordo, Juliano.

        Eu também sou advogada, por isso disse que exigiria posteriormente a taxa.

        Existe, também, uma normativa ANAC sobre o tema. Ela diz a mesma coisa: vôos com origem ou destino ao Brasil. Qualquer cia que queira voar pra cá tem que cumprir as regras brasileiras, além das regras do país de destino. Por isso não existe essa de 'no Uruguai é permitido'. Por isso que em vôos dos EUA pra cá a franquia de bagagem é de 2x32kg (não é porque as cias são boazinhas!)

      • Prezado Juliano,

        Empresas como AA, DELTA, CONTINENTAL, AIR FRANCE, IBÉRIA, entre outras, não cobram taxa de bagagem no Brasil (onde é proibido) e também em outros onde é permitido não para cumprir a legislação, mas por uma mera liberalidade delas de decidirem nesse sentido (em não cobrar mesmo onde é permitido).

        Isso porque essas empresas não estão no rol da política do low cost e tentam trabalhar num diferencial por não cobrar por esses serviços mais usados (pelo menos nos voos internacionais).

        Os diplomas que vc disse, o CDC e o Código Brasileiro de Aeronáutica, são leis brasileiras e, logo, não aplicáveis a atos e negócios que se consumam no exterior. A pessoa pode até comprar a passagem de volta aqui, mas ela deve ser dentro das regras do país onde haverá o embarque. Ou vc acha que, no caso contrário, alguém que compra uma passagem no Uruguay de ida e volta ao Brasil, poderá ter cobrada a taxa de bagagem em um aeroporto brasileiro (onde é proibido) só porque no país que ele comprou é permitido?

        Neste caso, como se vê, um país não pode entrar na alçada do outro, pois não está na sua jurisdição regular o que pode ou não em outros países – O princípio da soberania de cada país é com base na reciprocidade, ou seja, cada um respeita as regras do outro sem "se intrometer" esperando assim também ser respeitado.

        Concluindo: Em respeito a soberania alheia, o estado brasileiro não pode regular o que acontece no Uruguay ou em qualquer outro país, por isso mantenho a minha opinião, com a devida vênia ao seu direito de discordar, claro.

        Abçs

  • Bruno

    Voei pela Pluna no inicio deste ano, fiz o trecho Campinas/SP – Montevidéo/URU, adorei a companhia, o serviço de bordo (apesar de não ter nenhum snack ou bebida inclusa) é muito bom, o cardápio deles é bem justo e ainda tem serviço de freeshop dentro da aeronave. Quanto a tacha de bagagem, fiz meu checkin online ganhei US$5 de desconto. Voaria de novo sem problemas. Abraços!

  • Achei a taxa salgada… Felizmente pra embarque no Brasil é não necessário o pagamento (nunca viajei com mais de 23kg). E a cia é bastante recomendada nos sites de avaliação.

  • Carlos

    a tx de bagagem é a coisa mais sem noção ever.

    pagar pela comida ou assenta até vai, agora pagar pela bagagem, é mto sem critério, sem noção rocks.

    será que a RYANAIR, JETBLUE que fazem low costs pela EUROPA adotam dessa msm prática?

    • SIM!

      A Ryanair e a Easy jet, que fazem low cost pela Europa, adotam essa medida. E é essa cobrança por serviços extras que viabiliza a venda de passagens tão baratas pelas companhias low cost!

      Por um lado é justo, pois imagine se vc só leva uma bagagem de mão p/ uma viagem rápida vc não precisará pagar uma tarifa maior que corresponderia ao custo de franquia de bagagem (que não é de graça, ela é incluída no preço da passagem). Assim como lanches etc.

      Já a Jet blue, que vc disse, não opera na Europa e sim nos Estados Unidos.

    • Ellison

      Quando vc compra uma passagem da RYANAIR, vc compra o direito de subir naquele aviao. O resto, absolutamente tudo, é cobrado a parte.

      • Rodrigo

        É, voei pela Ryanair de Barcelona à Roma, ida e volta. Paguei 5 Euros por cada trecho, acredite só 5 Euros por um trecho de cerca de 1 hora e meia, incrível. Achei a companhia ótima para o preço, nem melhor nem pior que a Gol, sendo que a Gol não chega nem perto de um preço desses.

        Sobre a bagagem, realmente é cobrado cerca de 20 Euros por mala, então optei por manter o hotel que eu estava em Barcelona e ir sem bagagem já que eu passaria apenas 1 noite, levei apenas uma mala de Bordo que não é cobrado nada.

    • Alexandre

      Todas as low cost européias cobram esta taxa a anos, porém vc já paga no momento da comrpa da passagem, aí tem desconto. Se deixa para pagar no momento do check-in, é mais caro. Vueling, Easy Jet, Ryan Air, todas cobram.

      Com a Pluna já viajei várias vezes e valeu a pena pagar. O ruim é que aumentou, até o ano passado a taxa era de U$ 20 por mala e davam U$ 10 de desconto no caso do check-in on line…

    • Leonardo

      Não só a RYANAIR e a JETBLUE como também a EasyJet e a Vueling cobram por suas bagagens.

      E normalmente o valor que se paga pelas bagagens e mais cara que a passagem que você compra.

      Experiência própria de quem já viajou por ambas…

    • carolnl

      Aliás, em vôos domésticos nos EUA a maioria das cias também cobram de 25 a 50 dólares por bagagem despachada! E não estamos falando em low cost, mas em AA, United, Delta, etc.

      É uma prática bastante comum.

  • Priscila

    Essa taxa vale também para quem levar somente bagagem de mão?

    • Leonardo Marques

      Não, essa taxa é apenas para bagagem despachada.

  • Igor – Poa

    Espero que as empresas brasileiras não leiam isso.

    Pretendia viajar para o Chile com saída de POA com a PLUNA a tarifa tentadora na soma final ficaria R$ 200,00 mais caro por pessoa, do que ir pela GOL.

  • Alexandre

    Excelente post, tirou todas as dúvidas.Parabéns!!!

  • Cara, muito bom esse post!

    parabens!

  • Diego

    Apenas lembrando que, como forma de chamar a atenção para a rota, a Pluna não cobra o despacho de bagagem no trecho Montevideo-São Paulo (exclusivamente esse trecho).

  • Guilherme

    Uma dúvida: eu pegarei o trecho São Paulo – Santiago (mas com parada em Montevideu). Com isso, eu pagarei taxa? Digo, eu terei que trocar de avião no Uruguai para prosseguir para o Chile. Nessa troca eu pago?

    Outra dúvida: quando você paga essa taxa? Na hora do embarque?

    • Leonardo Marques

      Guilherme, só pagará a taxa um vez, no Chile, na volta.

  • Evandro
  • kantynho

    A mala vai de graça, mas paga pra voltar? Se não ficar esperto acaba saindo mais caro do que voando por outra companhia mesmo…

  • Thales

    Exceção importante:

    "Estas condições não se aplica a passageiros com trechos operados por outras companhias."

    Além da exceção na rota Montevidéu –> Guarulhos, mencionada acima.

  • evelyn albuquerque

    obrigada de novo leo, muito bom o post….

  • Ricardo

    A Anac não tem poder para legislar em outro país, já que a cobrança é realizada fora.

  • A IATA é uma organização internacional NÃO GOVERNAMENTAL. Ela é o resultado da união de várias empresas aéreas em todo o mundo. Por isso, as resoluções dela não obrigam qualquer país a segui-la. O país, por sua soberania, pode acata-la ou não. Existem alguns de seus preceitos fundamentais que os países signatários do tratado de Montreal e o de Varsóvia, se obrigam a cumprir.

    Do restante, só quando uma convenção da IATA, é aprovada pela ANAC (no caso do Brasil), é que vira regra no Brasil.

    Sobre existir ou não uma convenção da IATA em que diz sobre a prevalência das regras do país de origem, eu me retrato pois não me lembro a fonte p/ comprovar. De qualquer maneira, dentro dos preceitos do Direito internacional Público, é lógico que um estado não pode exigir que sua lei seja aplicada para procedimentos feitos em ouro estado soberano, se sobrepondo as leis e demais regras daquele país. Desse jeito, daqui a pouco estarão condenando (ao voltarem p/ o BR) brasileiros que fizeram aborto ou se envolveram com drogas em Amsterdã! Rsss

    Como vc bem disse, a IATA diz que devem ser obedecidas as regras domésticas de cada país, mas no que tange aos voos domésticos. Se isso for levado ao pé da letra para os voos internacionais, teríamos um choque de regras em vários casos. >>As regras para voos internacionais são outras.<<

    Existe sim o entendimento que devem ser seguidas as regras do país de origem. A não ser se ambos os países envolvidos tiverem um tratado sobre o assunto, definindo exceções para os voos entre ambos, vale a regra do país de origem, pois não pode-se acusar de ilegalidade a empresa que fez algo no solo de um país onde aquilo era legal. Viraria uma confusão, um conflito de regras e as empresas ficariam perdidas sobre o quê seguir, pois em determinados casos, ao mesmo tempo que se cumpre em um está se descumprindo as regras do outro.

    Sobre a objeção de algumas empresas aéreas serem "boazinhas" encaro (disse sobre isso em outro comentário abaixo) isso mais como uma política definida pelas mesmas dentro de sua liberdade operacional, para não cobrar tarifas de bagagens em voos internacionais. A AA, por exemplo, em seu único voo entre o Uruguay e os EUA, oferece franquia de bagagem, apesar de ser permitida a cobrança em ambos os países em comento.

    Concluindo: Não há direito ferido no país onde a lei não exigia o contrário!!

    Bem, é isso que tinha a dizer e pretendo finalizar aqui os meus comentários quanto a isso, caso contrário creio que ficaríamos em rodeios dentro dessa discussão.

    http://www.klm.com/travel/br_br/customer_support/
    Sobre as convenções de Montreal e Varsóvia: http://www.iatatravelcentre.com/e-ticket-notice/G

    • carolnl

      Na verdade, não é a ANAC que aprova nada. Os acordos internacionais são internalizados depois de aprovados previamente pelo Congresso Nacional, via Decreto de Promulgação presidencial.

      Veja bem, a ANAC não pode, realmente, legislar sobre outro país. Eu nunca disse isso. Mas a ANAC pode, e deve, impor regras para vôos que cheguem aqui. E uma das regras é justamente a franquia de bagagem.

      Por isso que se alguém comprar uma passagem da pluna pra, digamos, buenos aires, e fizer conexão em MVD, a empresa pode, sim, cobrar a bagagem no trecho BUE-MVD da volta. Mas não pode cobrar no MVD-BR, simplesmente porque para vôos que CHEGUEM ao Brasil a ANAC tem a prerrogativa de impor regras.

      É por isso que, por exemplo, os aviões que saem daqui pra Argentina tem aquele gás branco passado na cabine – exigência da autoridade argentina.

      Enfim, eu já até consultei algumas pessoas da ANAC sobre o tema e me confirmaram: a pessoa paga mesmo, no outro país, porque senão não embarca. Mas assim que chega aqui pode requerer o dinheiro de volta. Resta saber se consegue em dobro, alegando que foi cobrado erradamente, ou não.

  • Prezados Cairo e Carol,

    Atualmente meu foco de trabalho tem sido ajuizar demandas contra companhias aéreas, tanto as brasileiras como as estrangeiras, seja na Justiça Comum ou nos Juizados Especiais,

    Os principais motivos do descontentamento dos passageiros são vôos atrasados, extravio de bagagem e overbooking,

    Façamos o seguinte, como informado anteriormente, viajarei com a Pluna em abril desse ano, daqui aproximadamente 1 mes, depois do ajuizamento, independente do resultado, prometo que informarei vocês da decisão judicial,

    Abraço!

    • carolnl

      Eba, Juliano! Eu tenho interesse mesmo em saber o resultado. Não sei se posso passar meu email aqui pra você – daí a gente não fica lotando o MD com comentários jurídicos. Leo, tem como você passar meu email pra ele?

  • Gilmar

    Tô contigo , Cairo.

  • Rubens

    Aproximadamente R$ 42 (US$ 25) por uma mala de 23 Kg. Acho que o preço da passagem continua imbatível.

  • Olá, pessoal, excelente post!

    Mas não foi mencionado que os passageiros no trecho Montevideo – SP não pagam os primeiros 23Kg, de acordo com a cláusula abaixo

    6. Los pasajeros que viajen en la ruta Montevideo – Sao Paulo (sin conexiones), serán exonerados del cargo por los primeros 23 kilos de equipaje.

    Mais informações em
    http://www.flypluna.com/cat/es/equipaje-7.html

    Abraços

  • Parabéns novamente Léo. Ótimo post!

  • Tiago

    A noticia está com conteúdo errado. Se você olhar as cláusulas no site da Pluna, brasileiros não serão cobrados!

    3. Os passageiros que embarcam no Brasil não serão cobrados por seu primeiros 23 quilos de bagagem. Porém, se viajarem com excesso de bagagem (diferentemente das demais rotas) pagarão USD 10 por quilo nas viagens com destino à Argentina e Uruguai, e USD 15 nas viagens com destino ao Chile.

  • mariangela

    Cheguei de Montevideo dia 07/3 voei pela Pluna direto de BH , excelente vôo ,excelente preço.Quanto ao lance da cobrança é realmente só na volta , 30 doletas podendo passar um pouco de 23 kg. Mas fica elas por elas , sempre paguei a taxa 32 dolares em outras cias aereas, que é o valor da taxa de embarque para deixar o país e que tb as vezes irritava por não sabermos dela.Pela Pluna essa taxa já está incluída.

  • Silvana Joly

    Se eu comprar 1 passagem, ida e volta, partindo e retornando para o Brasil, terei que pagar a taxa de bagagem no trecho de retorno ao Brasil?

    Grata

  • Oscar Luiz

    Desculpe Cairo, mas você está errado. As passagens aéreas com origem/destino o Brasil seguem sim as regras da ANAC. Inclusive se você tiver conexões no outro país. Por exemplo, um voo da AA GRU/LAX, por exemplo, você tem a sua cota de bagagem. O MESMO SE APLICA se for LAX/GRU. Agora, se você desembarca em LAX, fica um dia, e vai para o JFK, você paga a tarifa de bagagem. Lembro que rota aérea é uma concessão governamental e não um direito, e para ter essa concessão é preciso seguir as regras de ambos os países, aplicando-se a mais restritiva.

  • Oscar Luiz

    Entretanto, as companhias americanas permitem que você leve dois volumes a bordo, sendo que um deles pode pesar até 18 Kg. Se não houver espaço na cabine para a sua bagagem, ela é despachada na porta do avião, sem custo.

  • Silcd

    Muito boa a reportagem, pois voei de Pluna para Buenos Aires ano passado e no site onde comprei a passagem nao tinha nada escrito sobre isso, fui pega de surpresa na volta …sobre os lanches, é tudo muito caro .. é bom fazer as contas prá ver se compensa mesmo !!

  • Tatiana

    Entendi sobre a taxa de bagagem da Pluna, e até concordaria em pagar esta taxa, desde que eu soubesse antecipadamente da cobrança da mesma. Comprei um pacote para Buenos Aires, voando com a Pluna, e em NENHUM momento, no site da Americanas, ou no recibo da compra, foi citada esta taxa de bagagem. Em Buenos Aires, tivemos que pagar a taxa de US$25 na época, eu e uma amiga desembolsamos US$50 , ou não embarcaríamos de volta para São Paulo.

    Queremos brigar para receber o dinheiro de volta, não tanto pelo valor, mas pelo princípio… E se a taxa fosse de USS200, teríamos que pagar? Uma postura ridícula da Companhia aérea…

    Qual o melhor caminho? Ir no Procon ou direto na Pluna?

    Obrigada pelos ótimos posts com informações extremamente úteis

  • Wagner

    Ah, mas a Webjet já está descobrindo sim. Já ouvi em Congonhas um anúncio da Webjet (com que não voei ainda)em alto e bom som dizendo que em tal voo (que estava prestes a abrir o embarque) os assentos eram livres, sinal de que ninguém quis pagar a mais para escolher o assento. E os lanches também já são cobrados por eles. Só não cobram pelo despacho de bagagem devido à legislação brasileira.

  • ilca abreu

    Oi gente, vou viajar para Santiago-Chile pela TAM de lá vou a Buenos Aires e ando em busca de passagem mais barata. Vi os preços da Pluna e gostei mas fiquei desnorteada com os horários apresentados, será como estou vendo ou eu é que não sei bem de hora? Por exemplo: saídas de Salvador 18h50, 06h35, 15h10, 06h35 e as chegadas são, respectivamente, estas 09h15, 13h10, 19h55 e 14h25. Quer dizer que quem pegar o voo de 18h50 só chega em Buenos Aires só vai chegar lá no outro dia às 09h15 da manhã? Meu raciocínio está correto? Já estou apavorada com as taxas de embarque, de bagagem, de assento, de comida, etc, será que existe outra que não seja do meu conhecimento? E taxa para bagagem de mão, tb deve ser paga? E na saída de Montevideu pra Buenos Aires teremos que pagar uma nova taxa, ou a que foi paga na saída de Santiago ainda vai valer? Estou totalmente embananada e fazendo contas pra saber se vale a pena até pq a outra empresa mais barata custa mais ou menos R$500,00 e como vou com a minha filha tenho que ficar antenada. Preciso de uma mãozinha de vcs. Agradece, Ilca.

  • RABUGENTO

    Viagem em categoria economica TAM, de São Paulo a Buenos Aires = 23kg.

    Retorno TAM / MERCOSUL = 20kg.

  • Eduardo Wendhausen R

    A Carol é muito teimosa.

    • Leonardo Marques

      Não sei se ela já falou aqui onde ela trabalha, mas posso garantir que ela entende do assunto. O Cairo também sabe o que tá falando…
      Enfim, não não estamos falando de leigos…. é um tema bem complicado mesmo, por isso é muito difícil chegar a um consenso.
      Legislação sobre aviação internacional é sempre algo complicado e atípico.

  • Rodrigo

    É óbvio que o Cairo esta errado. Quando se compra um trecho de ida e volta para qualquer trecho fora do país, tendo origem dentro do Brasil, segue-se a legislação brasileira. Inclusive se vc comprar passagens separadas e mas na hora do embarque mostrar que seu trecho de ida foi partindo do Brasil vale a regra brasileira.

    O problema é quando vc utiliza uma passagem apenas de volta, e aqui deixo sim uma grande questão: vou de navio para a Europa e retorno de avião, por tanto comprei apenas o trecho de volta, qual limite de bagagem terei direito????

  • ANTONIO CARLOS

    -GOSTARIA MUITO DE ACREDITAR EM QUE ESTÃO COMENTANDO A CIMA. MAS ESTAS COMPANHIAS AERIA NÃO CUMPRE AS NORMAS …..

  • Leonardo Marques

    Oi Carol, passei pra ele.

  • Diego B

    Antonio, se são normas, devem ser cumpridas. Se não são cumpridas, a justiça brasileira (para caso de passagens com origem e/ou destino no Brasil) poderia intervir e obrigar estas companhias a cumpri-las, nem que seja fazendo devolver o dinheiro, assim como a Carolnl está cogitando (nos primeiros posts)?

    Além disso, no meu caso, comprei passagens de ida e volta para Buenos Aires, voando Pluna, pelo site Submarino Viagens. O voo de ida sofreu na atraso aqui em Porto Alegre e atraso na conexão em Montevideo. Como resultado, chegamos passado da meia-noite (quando deveriamos ter chego por volta das 20 horas) vesgos de fome e apesar de estarmos perto de restaurantes e bares de uma zona boêmica, tivemos dificuldade em encontrar algo aberto para podermos jantar.

    Na volta, foi pior ainda. O voo que deveria sair de Buenos Aires com destino a Montevideo às 21:15, estava atrasado e sem previsão (já às 19h). Perto das 21:30, o voo que deveria sair pelas 20:20 estava também atrasado, mas o meu voo teve a mensagem de status alterada para "consulte a cía". Fomos até bancão da Pluna questionar e nos informaram que o voo estava decolando. Tentei conversar em portuñol, mas como não faziam questão de tentar me entender, parti para um português bem barraqueiro e acabaram nos colocando em ontro voo, mas para a manhã seguinte. No fim tivemos que dormir no chão frio do aeroporto para conseguirmos chegar em Montevideo, e fazer a conexão para Porto Alegre.

    A questão que tenho é a seguinte: quem eu devo acionar na justiça, por toda a filha-da-putice da Pluna é a própria Pluna que me deu informações incompletas e/ou incorretas ou a Submarino, que me vendeu as passagens? Onde eu faço isso?

  • Prezado "diego b",

    Eu processaria apenas a Pluna, via Juizado Especial Cível, aí em Porto Alegre mesmo, pleiteando danos morais e materiais,

    Abraço e sucesso na sua demanda!

  • Rogério G. Ba

    Prezado Cairo que eu saiba as passagens compradas no Brasil com saida e retorno para o Brasil te concedem o direito da franquia de bagagem na ida e na volta desde que as passagens sejam emitidas no Brasil se eu viajar pela Pluna com certeza não pagarei essa taxa que é ilegal.

  • Paula

    A discussão está bastante boa, não é mesmo? Gostaria de relatar minha experiência com a Pluna:

    Usamos a esta companhia aérea para ir a Buenos Aires sempre. A principal vantagem, que deve ser inclusa nos cálculos é a chegada no Aeroparque (em zona central da cidade) e não no aeroporto internacional. Transfers (recomendo Manuel Tienda León) e taxis são infinitamente mais baratos, o horário é melhor e o freeshop de Carrasco (montevideo) é um bônus extra.

    Fazemos sempre o check-in pela internet e marcamos nossos acentos. A passagem comprada na Internet inclui a taxa de embarque de Porto Alegre (nossa saída). Na saída do aeroparque pagamos a taxa de embarque desse aeroporto e temos direito a uma mala de 23 kg (pagamos, na ultima vez, um excedente de 5 dólares por quilo a mais). É importante se prevenir com o saque da quantia necessária em cash. Os lanches no avião são gostosinhos e o preço não é absurdo, mas se puder esperar para tomar um café no bar do aeroporto de Montevideo, vale a pena.

    Espero ter contribuído com as informações.

  • Daniel

    Isso não vale para Campinas – Montevideo, eu acho. Pois estou com passagens comprada pra Julho pra esse trecho e diz que na volta não inclui "bagagens no porão".

  • Daniel

    Bruno, se eu fazer o check-in pela internet na hora de vir não vale de nada? só se fazer na hora de voltar? ou se fazer os 2 online, vc ganha US$ 10,00 na taxa de despacho de bagagem?

  • Gabriel

    Para mim é muito simples: não compro passagens em companhias que não têm consideração pelas leis ou pelo consumidor. Se em voos normais já tratam o passageiro assim (cobrança de bagagem na volta, apesar de vedado pela legislação brasileira), imagine em caso de problemas, ou, Deus me livre, de acidente. Não compro passagens na Pluna nem por US$ 5,00.

  • Franco Mendes

    Fiquem atentos, pois em minha última viajem para Montevidéu tive que pagar uma taxa de U$30,00 para o aeroporto, afinal o aeroporto é privatizando e repassa taxas de embarque diretamente aos passageiros.Então, prestem atenção na hora de voltar, com certeza terão que desembolsar mais U$30,00.

  • Thais

    Estou acompanhando a discusão e tb trabalho na área, assim como o colega… gostaria de saber o resultado da demanada no Juizado especial, se puder me passar o contato do Juliano e da Carol para falar reservadamente eu agradeço.

  • Pingback: Pluna faz promoção para Buenos Aires e Montevidéu a partir de R$ 297 ida e volta()

  • Simone

    Wagner, eu já voei com a Webjet e para marcar os assentos não paguei nenhum adicional, já os lanches não tem jeito… Abraços

  • Joao

    rODRIGO, SEGUE-SE SEMPRE A REGRA DO PAÍS AONDE INICIA-SE A VIAGEM A ÉREA. NO SEU CASO, SEGUIRA A REGRA DO PAÍS DA EUROPA AONDE VC INICIA SUA VIAGEM.

  • André K

    Lembro que Gol e TAM atualmente já descem no Aeroparque!

  • Ana Maria

    Como requerer o dinheiro de volta? Vc poderia nos dar uma dica? E sobre bagagem de mão, existe alguma limitação além daquelas já conhecidas?

  • marcela

    Minha dúvida é se nas passagens da Pluna vendidas no outlet dela com preço de US$ 99,00 ida e volta para Montevideo é cobrada taxa de bagagem. Qual seria essa taxa?

  • alessandra

    Em Mvd, sempre o valor é de U$30 por 20 kg

  • Karine Lago

    Voei pela pluna e achei ótimo, paguei uma taxa de u$: 17 , de reembarque, não paguei taxa de bagagem.

    Já o serviço de bordo: Comi um sanduiche de u$ 4 e um refrigerante de u$: 3. A Batata Pringles(Latinha)custa U$: 5. Acho que não é tão caro assim.

    Amei a empresa, as AERONAVES Novinhas, Vou utilizar sempre que houver possibilidade.

    Karine Lago. 23-9-11

    • Karine Lago

      Ah reembarque no Uruguay.

  • Prezados,

    Minha esposa e eu viajamos ano passado, com ida em 19/04 e volta em 24/04, para o Chile via Pluna,

    Na volta, em 24/04/2011, a Cia. Aérea cobrou USD 25.00 por passageiro, assim, pagamos os USD 50.00 via cartão de débito, o que totalizou R$88,76 (oitenta e oito reais e setenta e seis centavos),

    Pois bem, ajuizamos pedido de indenização contra a Pluna, requerendo a devolução dos valores cobrados e danos morais,

    Quanrta-feira passada, 14/03/2012, comparecemos à audiência de conciliação onde foi proposto pela Pluna o seguinte acordo: 1º) A devolução do valor cobrado referente às bagagens despachadas no Chile; 2º) R$1.000,00 referente aos danos morais.

    Aceitamos os valores e fizemos a transação proposta. Nosso conselho: não aceitem passivamente as condições propostas pelas Cias. Aéreas, ou seja, se vocês sentirem-se lesados, procurem um advogado de sua confiança e busquem seus direitos na justiça!!

    um Abraço a todos!

  • Luiz Alberto

    Pobre de mim, que comprei pra maio/2012 passagem de Montevidéu para Buenos Aires via Pluna e não me atentei ao detalhe. Resumo: pagarei U$ 30,00 por passageiro. Percebi o detalhe apenas após a compra. A passagem estava muito em conta e acabei comprando sem me procupar com as regras. Alguém me apresenta uma saída? Lembro que comprei via WEB (flypluna.com)

  • sr eroni zinn

    Comprei passagens,POAxSantiago, via Montevideu, preços atrativos, sem taxas alguma de bagagem, limite ate 23 kg por passagero, embarcarei agora em 22 Junho 12, expcativa boa.