Como é “pilotar” o simulador do Bruce Dickinson, líder do Iron Maiden!

Denis Carvalho 25 · novembro · 2013

Simuladores de voos são usados pelas companhias aéreas para o treinamento de pilotos em condições severas adversas que – felizmente – são muito raras em voos reais. Construídos em conjunto com as fabricantes das aeronaves, são réplicas perfeitas das cabines, com movimentos próximos ao real e imagens panorâmicas. Só quem experimenta um desses tem ideia do realismo. Agora imagine fazer um voo simulado como piloto ao lado de um grande ídolo, como Bruce Dickinson, líder do Iron Maiden? Nosso leitor João Alberto Barros da Silva teve essa experiência e preparou um relato especial para o Melhores Destinos. Imperdível para quem é fã da banda ou de aviação. Confira!  

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Em 1996, um amigo da escola falava tanto num tal de Iron Maiden que peguei emprestado dois CDs. O primeiro não empolgou muito, mas ao ouvir o segundo, um disco ao vivo, o vocalista capturou minha atenção.

Naquela época, Paul Bruce Dickinson já não estava mais no Iron Maiden. Ele havia saído da banda e se dedicava à sua carreira solo, segundo me disseram. Fui conhecendo as músicas aos poucos, à medida que adquiria um CD ou outro. Eram sensacionais! E o cara cantava demais, além de ser creditado como compositor de várias das melhores (na minha opinião, pelo menos) músicas . A cada álbum que escutava, ficava mais admirado.

Dois anos depois, conheci um negócio chamado internet e comecei a pesquisar com afinco. Bruce Dickinson era formado em história, esgrimista, autor de livros e, diziam, estava aprendendo a pilotar aviões. E ainda tocava sua carreira solo, que à época, dava um banho no que o Iron Maiden estava fazendo.

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No ano seguinte (1999), ele retornou à banda, tendo havido várias turnês memoráveis desde então. Além disso, a aviação passou a ser mais um ingrediente do sucesso da banda. É que paralelo ao seu trabalho como vocalista e radialista (teve um programa numa rádio inglesa entre 2002 e 2010), o sujeito havia se tornado comandante de aeronaves de grande porte e fazia voos comerciais regulares por uma empresa chamada Astraeus (agora extinta, especializada em voos charter).

O mítico "Ed Force One"
O mítico “Ed Force One”

Bruce começou a levar fãs para o show, comandando um voo exclusivo para aqueles que adquiriam um pacote conhecido como “Bruce Air Flight 666” (passagem, ingresso para o show, etc). Em uma das turnês, em 2008, foi um dos comandantes de um Boeing 757 customizado para levar a banda, equipe técnica e equipamentos ao redor do globo, odisseia documentada no ótimo Flight 666.

Atualmente, está envolvido com uma empresa fundada a pouco tempo, a Cardiff Aviation, especializada em manutenção de aeronaves e que, especula-se, planeja expandir suas operações para voos comerciais.

Por essa incrível gama de atividades, todas (até onde sei) realizadas com extremo profissionalismo e qualidade, tenho uma profunda admiração por Bruce Dickinson. Olhando para trás, vejo que o descobri numa época em que estava carente por um ídolo. Ele preencheu um pouco do vazio que a morte de Ayrton Senna deixou.

No fim de 2011, o site oficial da banda noticiou que Bruce abriria datas para que fãs fossem instruídos pessoalmente por ele num simulador do Boeing 737-400. Não podia deixar passar. Era a chance de, além de conhecer um ídolo, ver mais um lado da aviação. No dia 11.03.12, o comandante Paul Bruce Dickinson seria meu instrutor durante uma hora num de treinamento localizado junto ao aeroporto Heathrow, em Londres.

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O site para pesquisar os dias e horários, bem como obter outras informações sobre o que é oferecido, é o www.bruceair.co.uk. Atualmente não há datas disponíveis e já não tem há um bom tempo (desde dezembro passado). A banda esteve em turnê ao longo de 2013. Não existe qualquer regularidade, embora a eventual disponibilidade é comunicada com uma antecedência de algumas semanas. Aos interessados, sugiro se inscrever na newsletter.

Em síntese, você escolhe um dia e horário disponível e solicita a reserva por e-mail. Após receber a confirmação, o pagamento deve ser feito até duas semanas antes do seu dia de piloto. O pagamento é feito através de cartão de crédito, mas é preciso telefonar para Londres para fazer isso. Após o pagamento, um e-mail com o recibo e instruções detalhadas para chegar ao ponto de encontro, documentação necessária, etc, é encaminhado. O preço por uma hora foi de salgadas 666 libras (cerca de R$ 2.450), tax included.

“Check-in e embarque”

No dia e horário combinados uma assistente me pegou numa cafeteria junto a uma estação de metrô perto do aeroporto. O trajeto até o prédio onde estão os simuladores foi bem rápido. Aproveitei para perguntar por que Bruce faz esse tipo de coisa, especialmente num domingo. “Fun”, disse ela, e porque o trânsito é melhor.

Foto: JanickG (Creative Commons)
Foto: JanickG (Creative Commons)

Pelo que eu entendi, o simulador fica dentro de um complexo voltado ao treinamento de pilotos. A dona (ou maior cliente) é a British, pois o logo dela estava em praticamente todos os simuladores pelos quais passei. Além disso, todos os tripulantes que iam e vinham estavam identificados como funcionários da empresa.

O lugar é enorme, segurança rígida. Uma vez no “nosso” simulador, como tinha alguém terminando seu “treinamento”, pude observar como ele funciona por fora. Várias pernas mecânicas movimentam a cabine para frente, para trás, lados, inclinação. Um show à parte. Também notei que quando o simulador está em uso, não há como, fisicamente, alguém acessá-lo pelo lado de fora. Fica um fosso entre a plataforma e a cabine. Acho que isso se dá justamente porque a cabine faz vários movimentos.

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Finalmente a portinhola se abriu, Bruce apareceu, acenou com a cabeça, baixou uma pontezinha que conectou a cabine à plataforma, recebeu presentes do pessoal que estava indo embora, tirou fotos, assinou mais algumas coisas e finalmente olhou para mim e disse: “Hello sir, how are’ya?”

Foto: JanickG (Creative Commons)
Foto: JanickG (Creative Commons)

Antes de entrarmos ele me perguntou se eu tinha alguma experiência. Absolutamente zero, respondi. “Great”.

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Sentei do lado direito, o do co-piloto. Tinha até que colocar o cinto. A quantidade de instrumentos, botões, alavancas, etc, é inacreditável. Eu só tinha espiado uma cabine por mais de 3 segundos uma vez, então fiquei realmente impressionado. Até no teto tem botões (e não são poucos). Eu já me perguntava como alguém pode dominar um avião e nos levar sãos e salvos da decolagem ao pouso. Depois dessa experiência, fiquei ainda mais intrigado. Minha esposa ia se arrepender da sua crença de que o controle do Playstation tem muitos botões.

Foto: JanickG (Creative Commons)
Foto: JanickG (Creative Commons)

Na tela à nossa frente, a imagem da pista. Segundo entendi, é possível simular praticamente qualquer condição atmosférica (intensidade da chuva e do vento, direção deste, visibilidade…), bem como falhas no equipamento. Em razão da minha experiência, as condições seriam as melhores possíveis.

Bruce passou a me explicar como funciona o manche e como trabalhar com os pés. Um pedal para cada pé para acionar o leme direcional. Ainda, os pés tem outra importante função, que é acionar os freios. Após ele se acomodar à minha esquerda, falou que estávamos prontos para “decolar”.

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Ele me instruiu na decolagem e depois em algumas manobras, que foi o que eu achei mais difícil. É um negócio interessante. Ao mesmo tempo que é sensível, não é. O esforço para conseguir determinado movimento era diretamente proporcional ao esforço para não exagerar (para não passar do ponto). Fazer uma curva sem levantar ou abaixar o nariz do avião era impossível. Numa certa hora ele assumiu o controle para demonstrar como é que se faz. Não sei porquê, mas aí foi tudo muito suave e preciso… “Pequenas correções” ele disse. “Se você lutar contra o avião, ele vai te derrotar”. Pela quantidade de alertas e sinais sonoros que eu levei, fui derrotado várias vezes.

Foto: JanickG (Creative Commons)
Foto: JanickG (Creative Commons)

Depois fizemos um sobrevoo de Londres. Como era minha primeira fez na capital britânica, Bruce fez um “city tour” aéreo, indo para lá e para cá apontando lugares. Também me explicou algumas coisas sobre o controle aéreo, como por exemplo que nós não poderíamos sobrevoar Londres daquele jeito sem que o controle nos interpelasse umas 50 vezes e provavelmente até mandasse a RAF contra nós. Também fiz várias perguntas sobre piloto automático. Por exemplo, ele disse que ao menos na Europa, num voo de uma hora, 90% ou mais é piloto automático. E em algumas situações, é até melhor deixar o piloto automático fazer o pouso (visibilidade zero, num pouso absolutamente necessário e totalmente por instrumentos).

Foto: JanickG (Creative Commons)
Foto: JanickG (Creative Commons)

Aí chegou a hora da verdade. Pousar o bicho. Meu trabalho consistiria em mantê-lo alinhado com o horizonte e conservar a “linha” que representava o avião dentro de duas barras paralelas. Duvidei muito que fosse conseguir, mas até que não me saí mal. Engraçado é que me concentrei tanto olhando para o instrumento que não olhei para frente, pela janela da cabine, nenhuma vez. Quando pousou ele pediu para eu olhar para frente, pois o avião já ia sair da pista (estava indo para a esquerda, pois eu tinha esquecido de compensar com os pés, ou seja, acionar o leme direcional). Depois fizemos mais uma decolagem e, por fim, ele demonstrou o pouso pelo piloto automático com visibilidade absolutamente zero. Ao menos no simulador, deu super certo. Muito preciso.

Enfim, foi muito legal, pena que foi pouco tempo. Confirmei que os pilotos ganham é muito pouco pelo que fazem e pela responsabilidade que carregam.

Conclusão
Vale a pena investir tanto tempo e dinheiro para conhecer um ídolo? Não é possível responder com 100% de racionalidade à pergunta. Tampouco existem respostas certas ou erradas.

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Conhecer um ídolo é uma coisa engraçada. É uma pessoa como eu e você. Quebra-se uma mística. Aquela coisa do ídolo ser inalcançável, distante o suficiente para apenas ser “idolatrado” se desfez. Ele enfia a mão bolso e conta moedas para colocar na máquina de café, pisca quando tira fotos, faz um monte de coisas que a gente também faz. Mas aquele diferencial, aquilo pelo qual você o escolheu permanece. O que eu tirei disso tudo foi a compreensão de que o que eu idolatro na verdade é menos a pessoa e mais aquilo que ela me inspira. Bom, e também que os aviões e seus pilotos são ainda mais impressionantes do que eu imaginava.

Queremos agradecer ao João Alberto por esse relato fantástico. Apostamos que muita gente vai salvar o endereço nos favoritos, assinar a newsletter e ficar de olho para agendar uma simulação na próxima leva! E você? Já fez hum voo ao lado do Bruce? Ou experimentou algum simulador? Conte como foi nos comentários!

Publicado por

Denis Carvalho

Editor chefe

  • Dênis Colli

    Uaaaaau!!!
    Acredito que seja o Sonho de muitos aqui…
    Brincar num simulador de verdade e ainda de quebra conhecer o Bruce do Iron…
    Parabéns João Alberto pelo excelente relato!!!
    Quem sabe não abrem vagas em breve para os demais sonhadores… apensar de financeiramente achar caro, mas para quem é fan dos caras, vale a pena…

  • MattOKiller

    O numero da besta poderia ser 111 hein?? kkkkk

  • Rubens Dourado

    Se inveja matasse, esse cara aí tava morto esturricado! hehehehe

    Demais esse relato!

  • Bruno

    O Bruce é um dos meus maiores ídolos.
    Excelente cantor(meu terceiro favorito, só perdendo para Paul Rodgers e Ronnie James DIO), compositor de mão cheia, piloto, esgrimista, radialista, escritor, cineasta(sabiam???), historiador, empresário e pensador.
    Esse relatou, literalmente, me fez viajar e imaginar como seria legal voar ao lado dele e ouvir histórias sobre a estrada e a Donzela de Ferro.
    O cara tem muito a ensinar!
    Ah, para quem quiser ter maior contato com ele, ele estará presente na próxima Campus Party 2014.

    Parabéns pelo relato!!! Já me inscrevi para a próxima turma!
    😉

  • A experiência deve ter sido realmente única, muito louca mesmo. Gosto não se discute. A banda é muito boa, mas investir essa grana toda para ter uma aula de pilotagem com o ídolo é algo no mínimo diferente, ainda mais que o rapaz não mal conhecia uma cabine.

    Mas, novamente, gosto não se discute e cabeça de fã não se entende. =)

    De qualquer forma, parabéns pelo relato.

  • Demais!!! Parabéns pela experiencia e pelo relato!

  • Rhuana Machado

    Oh Meu Deeeus, seria um sonho. Sou fa demais da banda, e ainda mais fa do Bruce!
    Deve ser sensacional essa experiencia!

  • Caramba muito louco, não sabia que existia isso ! valeu pelo relato !

  • legal.. vou assinar a news quem sabe eu consigo.. são 3 realizações de uma vez, conhecer internamente a British, pilotar um simulador comercial real, e voar com ninguém menos que Bruce.. Já junta a paixão pela aviação musica, e pelo Reino Unido. pra quem paga geralmente 400 dolares por pessoa pra conhecer a Disney não é caro.

  • marcel

    Muito Legal, não achei o preço um absurdo

  • quero informar a equipe do MD que saiu hoje no panrotas que a tap e azul ano que vem estudam um codeshare e envie por e-mail não sei se estão sabendo!!

  • Clérison Santos

    Eu que já me divertia muito só com o Flight Simulator X no computador, imagina com um simulador desses e um ídolo da magnitude do Bruce, eu ia ficar igual a um pinto no lixo…

    Mas tem nada não, se eu ganhar na Mega-Sena da virada eu compro um simulador desses e contrato o Bruce para um voo panorâmico pelas praias do nordeste.

  • Roger

    É um 737-300, o mesmo utilizado pela Webjet alguns anos atrás. Recentemente trasladei o penúltimo deles para Miami; junto com outro tripulante da GOL.
    Uma hora de voo em cruzeiro, só de combustível, saí mais caro que a experiência que ele enfrentou (algo como 2 a 2,5 toneladas). Os simuladores são extremamente reais!
    Ah, uma dica: para quem for em Miami, passe na PAN-AM, eles tem simuladores da maioria das aircrafts e o preço médio é algo de U$400.00/hora.

  • Pippen

    Mandou bem de mais!!!!!!
    Parabéns, João!!!!

  • Hallan

    Cara, que sensacional isso! Sou muito fã dos caras, principalmente do Bruce. Parabéns pelo relato e como o camarada falou ai pra cima, se inveja matasse… 🙂

  • Cassio

    Muito doido. Nem imaginava que isso pudesse ser feito.

    Só um detalhe. Se o Steve Harris ouvir que o Bruce é o líder eu acho que ele acaba com a banda. huauauaa

    E mais uma. Iron já era Iron antes do Bruce, e com ele também. Depois acabou, mesmo com ele.

    Abraços

  • Brigitte

    Adorei saber que isso existe. Obrigada pelo relatorio!

  • Dyson

    Parabens meu nobre. Tambem sou fã do Iron.
    E de fato, se você não ta passando fome e podia gastar a grana, nada mais justo que seja com um sonho. Vamos morrer e a grana vai ficar aí portanto que seja gasta com algo que vale a pena.
    Eu sou da linha de pensamento que um artista não deve ser maior que sua arte. E você me confirmou isso. Repetindo suas palavras ''O que eu tirei disso tudo foi a compreensão de que o que eu idolatro na verdade é menos a pessoa e mais aquilo que ela me inspira. ''
    Parabens novamente.

  • Andre

    Cara, isso que você fez foi muito legal… Valeu cada centavo.

  • Rodrigo

    Voces do MD tem sempre um coelho na cartola! Esse post foi demais. Parabéns para o João Alberto, por dividir isso conosco. Vou ver se a Angelina Jollie faz algo parecido. Vai que a moda pega…

  • Rodrigo Vaz

    Muito legal o post, adorei ler cada detalhe,porém,acredito que o Blog esteja fugindo de suas propostas.
    Por mais interessante que seja, o simulador não ajuda ninguém a viajar mais ou melhor.Além de ser algo que 99,9% das pessoas daqui jamais chegarão perto.
    Por mais pitoresco que seja, não passa de um brinquedo, um experiência lúdica.
    Se o Blog começar a postar isso, não é errado imaginar que haverá posts de passeios de balão, asa delta, pessoas descrevendo o jatinho que alugaram (ou compraram) ou até um brinquedo novo da Disneyworld.
    Lembro-me de um tempo atrás ler um post de um avião antigo da Lufthansa, que decolava de um lugar e descia…. bem, no mesmo.Não considero isto uma viagem.
    Enquanto isso, avaliações de companhias aéreas ficam pelo caminho.Eu mesmo enviei uma há seis meses e até agora, nada.

    • Rodrigo, tudo bem?
      Sua avaliação está entre as próximas a serem publicadas, a fila está grande mesmo e peço desculpas pela demora. rsrs
      Quanto à fugir da proposta do site, nós temos uma preocupação grande com isso, por isso pode ficar tranquilo que não vai acontecer. Só de vez em quando nós postamos algo “diferente” como essa avaliação e pelo retorno parece que foi bem aceita. =)

    • Bea

      Não entendi esse comentário, cara… é dor de cotovelo por não ter sido publicado ainda? Relaxa aí que todo o mundo tem a sua vez, o seu relato não é necessariamente melhor nem pior que o dos outros.

      "Por mais interessante que seja, o simulador não ajuda ninguém a viajar mais ou melhor.Além de ser algo que 99,9% das pessoas daqui jamais chegarão perto."

      Ué? E ter um gostinho de como é difícil se pilotar um avião, valorizar o trabalho de um piloto… pode não ser uma informação "prática" em uma viagem mas com certeza só tem a acrescentar ao viajante que percebe o respeito que esse tipo de profissional merece! E daí que muita gente nunca passará perto de um simulador? Eu provavelmente nunca vou voar na primeira classe da Emirates (o sonho continua, claro, quem sabe um dia?), mas isso de forma alguma tira o prazer em ler um relato desse tipo de viagem! Nunca irei à Coreia do Norte, mas isso não me impediu de ler e apreciar um relato (tempos atrás) sobre a companhia aérea de lá!

      O MD tá sempre cheio de promoções, notícias sobre as cias aéreas, os aeroportos e tudo o mais, sempre tem avaliações periódicas. É tão terrível assim postar alguns relatos mais curiosos de vez em quando pra sair da mesmice? Relatos que TÊM A VER com aviação, que agradam aos amantes da aviação, que ajudam a desvendar um pouquinho que seja de uma cabine de comando aos leigos… não entendo o porquê dessa queixa. Se fosse o simulador de um trem, vá lá…

      Na boa, muita dor de cotovelo, só pode… amplie seus horizontes, cara!

      E João Alberto, parabéns pelo relato e pela oportunidade, tô numa invejinha de você! =) E não só eu, pelo visto… (mas é uma invejinha "boa", viu? rs).

  • FANTÁSTICO RELATO – somente quem tem todo um amor e comprometimento com algo / com um ídolo consegue entender nas palavras e foto o que isso representou.

    Muito legal mesmo! Gostaria de aproveitar a oportunidade de convidar a todos os fã do Bruce e de metal em geral em conhecerem o Minuto HM – http://www.minutohm.com – um blog dedicado e muito em linha com o que vimos neste maravilhoso texto aqui.

    [ ] ' s,

    Eduardo.