Roteiro no Quênia: 11 dias de safári em um cenário exuberante e natureza selvagem!

Redação 9 · junho · 2017

A África dos leões, elefantes, hipopótamos, zebras, girafas, macacos, dos costumes tribais, da beleza exuberante e da vida selvagem! O Quênia é um dos destinos mais visitados na África Oriental – aliás, é no turismo que está uma das principais fontes de renda do país, que infelizmente ainda convive com a desigualdade social.

Foi para lá que viajou o leitor André Araújo, com a vontade de viver um sonho: o de ver os gigantes animais livres na natureza. André é jornalista e consultor de turismo. Neste post, ele conta como foi sua experiência. E já adianta: “superou todas as expectativas!”. Confira!

11 DIAS DE SAFÁRI NO QUÊNIA

Por André Araújo

A África sempre me fascinou. Quando criança, nunca tive interesse pela Disney ou mesmo por zoológicos, sempre quis conhecer o Quênia e ver os animais livres na natureza, suas paisagens fantásticas que até então eu só conhecia através de filmes ou fotos de revistas. Já adulto, planejei a sonhada viagem, criando meu próprio roteiro e tendo um respaldo de uma agência de turismo de lá apenas para as questões envolvendo transporte, guia e reserva de acomodações.

Seria a minha primeira vez na África – e foi sem dúvida uma das melhores viagens que já fiz até hoje. Guardo maravilhosas recordações daqueles 11 intensos dias viajando num jeep 4×4 pelas estradas poeirentas do Quênia.

1º DIA: NAIRÓBI

A viagem foi mega cansativa, pois houve alterações no vôo próximo da data, partindo do Rio de Janeiro para São Paulo – Bueno Aires – África do Sul – Quênia. Não preciso dizer que cheguei extremamente cansado no aeroporto Jomo Kenyatta, em Nairóbi. O motorista/guia da agência me esperava na área de desembarque – interessante que não é permitido fotografar dentro do aeroporto, fui logo repreendido por um segurança ao sacar a minha câmera.

O pernoite foi no hotel Sarova Panafric localizado em uma área bastante urbana de Nairóbi.

Era confortável. Eu queria mesmo era dormir, pois no dia seguinte teria que acordar cedo para dar início às atividades que havia definido no meu roteiro.

2º DIA: NAIRÓBI

Logo de manhã cedo, desci pra tomar o café da manhã, que era excelente com bastante variedade. Os funcionários ficaram surpresos ao saber que eu era brasileiro e, claro, logo quiseram conversar sobre futebol. Meu guia chamado Alex me esperava no lobby do hotel em um carro de passeio, e seguimos rumo a quatro lugares que eu visitaria naquele dia.

Nairobi Safari Walk: uma espécie de zoo, mas diferente. O visitante caminha por passarelas suspensas, enquanto os animais vivem sob ela em áreas demarcadas por cercas.

Foi lá que um funcionário me abordou (em troca de alguns $$) perguntando se eu gostaria de tirar uma foto com os cheetahs (guepardos). Apaixonado por animais, aceitei na hora. Ele abriu a jaula e durante alguns minutos eu estava no meio delas.

Nairobi Animal Orphanage:  como o nome já diz, é um orfanato para animais. Achei o local meio vazio, mas os animais pareciam bem cuidados, alguns macacos até viviam soltos.

Giraffe Centre: um lugar bastante interessante, que reabilita e cuida de girafas ameaçadas de extinção pelo fato de pertencerem a uma espécie em particular. Lá o visitante pode alimentá-las e até dar um beijo nelas, como eu fiz. Ao lado do Giraffe Centre, está o famoso hotel Giraffe Manor, em que as girafas colocam a cabeça na janela dos quartos – a hospedagem é caríssima. Já ficaram lá celebridades como Brooke Shields, Mick Jagger e Gisele Bundchen.

Em seguida, o último passeio do dia seria no David Sheldrick Trust, um local que cuida e reabilita elefantes órfãos para a vida selvagem, um trabalho muito bacana que a fundadora Daphene realiza há décadas. Ela foi responsável por criar um leite artificial para os elefantes, que, até então, só aceitavam o leite materno. Com isso, Daphene salvou a vida de centenas de elefantes e ganhou notoriedade do mundo todo.

O visitante pode observar o momento que os funcionários brincam e alimentam os jovens elefantes com esse leite. Se tiver sorte, você pode inclusive tocá-los como eu fiz. Porque eu escolhi esse quatro lugares? Porque eu queria muito poder tocar em alguns animais ou pelo menos estar muito próximo deles.

Os dias seguintes seriam nas savanas e florestas, em diferentes lugares, fazendo safáris todos os dias. Então eu já sabia que eu iria avistar inúmeros animais, mas tocá-los seria praticamente impossível.

3º DIA: ABERDARE

Meu guia já me aguardava logo pela manhã no lobby do hotel em Nairóbi para irmos a Aberdare, localizada na região do Monte Quênia. Uma das característica de Aberdare são suas florestas densas e fechadas e as inúmeras cachoeiras – sem contar que é uma região mais fria e em que chove com frequência.

Dessa vez o guia era outro e chamava-se Lawrence. O carro era uma 4×4, pois em regiões de safári são necessários veículos e motoristas/guias especializados. A paisagem urbana aos poucos se tornava mais rural (ou selvagem). Fiquei hospedado no The Ark, um lodge todo de madeira localizado dentro do Aberdare National Park. Antes de chegarmos ao The Ark, almoçamos no Aberdare Country Club.

O lodge (alojamento na selva) era bastante confortável. Em frente a ele, há um lago onde elefantes, búfalos, rinocerontes, javalis e antílopes convivem harmoniosamente lado a lado. Todos os ambientes do lodge são envidraçados, de forma que o hóspede tem uma visão ampla.

Curiosidade: devido à vegetação fechada e úmida, vários filmes foram rodados em Aberdare como Sheena A Rainha da Selva e Nas Montanhas dos Gorilas.

4º DIA: LAGO NAKURU

Neste dia, fomos de Aberdare rumo ao lago Nakuru, localizado dentro do parque de mesmo nome. Nakuru é o menor e o mais belo parque de vida selvagem do Quênia. Possui uma imensa população de flamingos e muitos babuínos. Fiz um safári pelo parque e, quando estávamos indo em direção ao penhasco dos babuínos (um mirante com uma visão geral do parque), uma caminhonete em alta velocidade bateu de frente na nossa Land Cruise – por sorte, não tivemos nenhum ferimento, foi apenas um susto.

O problema é que o carro parou de funcionar. Na região que estávamos até podíamos descer do veículo, mas não era muito recomendado porque o parque Nakuru tem leões (poucos, mas tem). Os rangers (guardas do parque) vieram nos socorrer e rebocar o carro.

Enquanto isso, fui a pé ao penhasco dos babuínos, que felizmente era muito próximo de onde houve o acidente. Foi interessante ficar a poucos metros daqueles grandes primatas que vivem à caça de comida.

Uma caminhonete do parque me levou para o lodge Sarova Lion Hill, que é muito interessante e tem uma bela vista do lago.

5º DIA – LAGO NAIVASHA

O dia a dia era sempre o mesmo: acordar cedo, tomar o café da manhã, entrar no carro e partir para o próximo destino. Horas e horas por estradas de terra, passando por cidades e vilarejos paupérrimos, mas com população de sorriso farto. Dessa vez, o carro era uma van e o guia chama-se Steve – até a Land Cruise ser consertada, esta era a opção.

Considerado o maior lago do Quênia, o Naivasha é tão imenso que se perde de vista. É lar de centenas de animais, como hipopótamos, aves, gnus e antílopes (que vivem em suas pequenas ilhotas). Fiz um passeio de barco muito interessante pelo lago rodeado por esses animais. Paramos em uma ilhota e andei tranquilamente entre gnus e antílopes. O rapaz do barco dizia orgulhoso que ali vários filmes famosos tinham sido rodados como Sheena, Entre dois amores e outros.

Após o passeio de barco, o almoço foi no Elsamere (residência onde viveu a escritora Joy Adamson, conservacionista e autora do best-seller Born Free, sobre a leoa Elsa) – Joy foi assassinada em 1980 por um de seus ex-funcionários. A casa era linda, às margens do lago. O almoço foi servido no jardim e, dentro da residência, havia um museu com as obras de Joy. Após o almoço, segui para o lodge Naivasha Sopa Lodge, onde ficaria por duas noites – aliás o melhor lodge dentre todos que fiquei ao longo da minha estadia no país.

6º DIA – LAGO NAIVASHA

O lodge Naivasha Sopa Lodge é lindo. Os chalés são feitos de pedra e ficam diante de um belo jardim, onde animais transitam tranquilamente. Acordar pela manhã e ter essa visão é fantástico. Eu comentei com o motorista que o local parecia um paraíso ou o jardim do Edén. Quando estava à beira da piscina, sempre tinha os macacos ao redor.

Gostei de caminhar sem rumo pelo jardim e, em uma ocasião, andei a cavalo, que disparou e me arremessou longe – felizmente, nada grave ocorreu, senti apenas dores pelo corpo, que me acompanharam por dias.

No mesmo dia, fizemos um safári pelo Hells Gate, parque em que o visitante pode descer do automóvel, porque praticamente não há leões. Há muitas zebras e girafas, além de macacos. Devido ao baixo risco, muitos filmes são rodados lá, como o Tomb Raider.

7º DIA – MASAI MARA

Pegamos a estrada novamente e, dessa vez, na Land Cruise devidamente consertada. Fomos ao parque com a maior diversidade de vida selvagem do país: a reserva Masai Mara, onde se é possível avistar facilmente o grupo big five (os 5 principais animais africanos). Antes de fazer o safári, paramos em uma típica vila Masai, onde pude conhecer a cultura de uma das tribos mais tradicionais da África. Dancei com eles, conheci suas casinhas feitas de esterco de boi e gastei uma grana ao comprar seus artesanatos.

De lá seguimos para o Masai Mara Sopa Lodge – vale ressaltar que todos os lodges estão localizados dentro dos parques/reservas de vida selvagem. Eles possuem cercas para que os animais não entrem dentro das dependências – entretanto macacos e outros pequenos animais são facilmentes vistos transitando pelas áreas comuns do alojamento.

Em Masai Mara, eu pude escolher se preferiria fazer o safári pela manhã ou no fim da tarde. Escolhi o primeiro turno e foi a melhor opção, pois vi uma grande quantidade de animais. É no Masai Mara que a cada ano ocorre a grande migração de animais a caminho do Serenguetti, na Tanzânia. É um espetáculo incrível.

À noite, no lodge, houve apresentação de dança de uma tribo Masai. Além disso, um funcionário do hotel alimentava hienas enquanto turistas observavam da sacada próxima da piscina.

8º DIA – MASAI MARA

O segundo dia em Masai Mara também foi com safáris. Interessante ressaltar que quando o safari ocorre na parte da manhã, o visitante (não sei todos, mas comigo foi dessa forma) recebe uma cesta de piquenique com diversos ítens (sanduíche, iogurte, suco, fruta etc).

É como se fosse o almoço, tendo em vista que não dá pra ir pro lodge e retornar pra savana. Na maioria das vezes, eu doava esses alimentos para as crianças que viviam em áreas isoladas nestas reservas selvagens. Em uma destas vezes, juntaram-se tantas crianças que elas acabaram brigando entre elas, a ponto do guia/motorista ter que descer do carro para  separa-lás. Uma imagem triste.

9º DIA – AMBOSELI

De Masai Mara, acordei cedo e encarei mais algumas horas na estrada rumo a Amboseli, um dos lugares mais incríveis que tive oportunidade de conhecer durante a viagem. Amboseli possui vastas planícies secas. O silêncio impera no lugar, ouve-se apenas o barulho do vento e as manadas de elefantes andam tranquilamente em alguns trechos. É um lugar de profunda paz e tranquilidade, como poucas vezes presenciei.

10º DIA – AMBOSELI

Mais um dia de safari em Amboseli. Vi muitos elefantes e hipopótamos, mas um dos pontos altos desse lugar foi ter feito uma caminhada de aproximadamente duas horas ao lado de um nativo Masai pela savana seca da reserva. Éramos apenas eu e ele ali no meio daquela imensidão. Foi um dos raros momentos onde pude caminhar na terra sem estar dentro de um jeep. Conversamos muito, o calor castigava, mas a paisagem compensava. Ele usava chinelos feitos de pneu e eu um tênis que ficou tão detonado que tive que deixar por lá.

 

O lodge era o Amboseli Spa Lodge, que, em comparação com os outros, não era tão interessante assim – a não ser a bela vista que se tinha para o Kilimanjaro.

11º DIA – AMBOSELI

Deixei a paz e a beleza de Amboseli com suas manadas de elefantes que já serviram de locação para vários filmes e segui para a caótica e urbana Nairóbi. Fui direito em direção ao aeroporto para pegar o voo com destino a São Paulo.

Na câmera, muitas fotos. Na memória, recordações incríveis de todos os momentos vividos intensamente em um país tão belo – mas ao mesmo tempo com tanta desigualdade social. O Quênia superou as minhas expectativas. É um lugar que eu indico para aqueles que amam vida selvagem e belas paisagens!

PONTO ALTO

Dificil escolher o que eu mais gostei na viagem. Tudo foi incrível! Mas eu diria que as paisagens me chamaram muito atenção, principalmente pela diversidade. Em um lugar havia florestas, em outro, savanas, lagos, cachoeiras, rios… Enfim, a paisagem se difere de acordo com a região. De todos os locais citados, o Lago Nakuru e Amboseli foram os que eu mais gostei, principalmente pela paisagem!

PONTO FRACO

O Quênia possui dois idiomas, o inglês devido à colonização britânica e o suaíli, que é um idioma local falado em alguns países, além do Quênia. Porém era complicado compreender o inglês deles, tendo em vista que eles se comunicam diariamente em suaíli.

RAIO-X

Hospedagem: se o objetivo é ver de perto a vida selvagem, certamente a melhor opção é se hospedar dentro das reservas como eu fiz. As melhores acomodações foram o Sarova Lion Hill, em Nakuru, e o Naivasha Spa Lodge, que foi o melhor de todos. Todas as acomodações são bastante confortáveis e desfrutam de uma boa área de lazer com piscina.

Alimentação: a alimentação era excelente! Claro que tem uma forte influência britânica devido à colonização, mas no almoço era possível provar iguarias tipicamente quenianas. Os lodges trabalham com pensão completa, as refeições em regime de buffet estão inclusas nas reservas.

Passeios e atrações imperdíveis: díficil escolher os passeios imperdíveis porque todos os lugares que visitei eram incríveis. Mas eu poderia destacar de fato o Lago Nakuru e sua multidão de flamingos, a beleza intocada das vastas planícies de Amboseli, o passeio de barco pelo Lago Naivasha e a visita ao Giraffe Centre e David Sheldrick Trust. Além disso, o Naivasha Spa Lodge já é uma atração à parte.

Melhor forma de transporte: contratar um serviço de guia com transporte diretamente com uma agência de turismo. É prático e mais seguro.

Como levar dinheiro: no aeroporto eu troquei doláres por xelim (moeda queniana), mas não levei muito dinheiro, pois, quando fiz o meu roteiro de viagem e entrei em contato com a agência de turismo africana, efetuei um pagamento que correspondia a toda parte terrestre que incluía: transporte + guia, acomodação com pensão completa, entradas nos parques de vida selvagem, os passeios etc. Apenas defini os lugares (as reservas de vida selvagem) que eu gostaria de ir, e a agência providenciou o restante.

DICAS

– Algumas agências possuem roteiros de viagem para o Quênia semelhante a este que eu fiz, porém não inclui todos os locais que eu visitei, muito menos as visitas aos centros de conservação de animais em Nairóbi aqui citados. Lembre-se que ao comprar um pacote, você terá que dividir o automóvel com outros turistas também e na hora de fotografar os animais pode ser meio estressante, sem contar que todo pacote tem horários definidos durante todo o itinerário da viagem;

– Caso opte por fazer como eu fiz, ou seja, ter um roteiro próprio, entre em contato diretamente com uma empresa africana. O custo será bem mais barato do que com uma agência no Brasil. Eu solicitei os serviços da Ziari Safaris. Todos os custo da viagem ficaram em torno de R$ 8.000;

– Não esqueça de tomar a vacina contra febre amarela e fazer o visto de entrada no país, que pode ser tirado ao desembarcar no aeroporto de Nairóbi;

– Apesar de ser uma região quente, não notei muitos mosquitos. À noite, a temperatura pode cair – então sempre leve agasalhos;

– Para ler: Pé na África (Fábio Zanini) e Na África Selvagem (remonta a vida que culminou com o assassinato da conservacionista Joan Root em 2006).

CONCLUSÃO

É uma viagem que realmente vale a pena, principalmente para aqueles que apreciam a vida selvagem em sua plenitude e ao mesmo tempo não dispensam o conforto. Espero voltar ao país com certeza!

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Agradecemos ao leitor André Araújo por esse super roteiro, que certamente vai ser muito útil para quem está planejando uma viagem ao Quênia! Quer mandar o roteiro de sua viagem para o MD? Entre em contato com a gente pelo e-mail convidado@melhoresdestinos.com.br

Autor

Redação - redacao
  • Ernesto Lippmann

    Parabens pelo relato…. Ja fui ao Qenia e Nanimbia, e escolheria a Nanimbia se fosse recomendar apenas uma viagem. Para quem for num esquema um pouco menos organizado, deve-se ter alguma precaução com a segurança. Alguem poderia dar dicas sobre Bostwana?

    • Andre Araujo

      Obrigado Ernesto. Só estive no Quênia, Tunísia e África do Sul, adoraria visitar a Namíbia, principalmente aquelas paisagens Etosha, Soussusvlei e outros lugares belíssimos.

  • Ernesto Lippmann

    Maria Lucia, acho eses destinos melhores para mulheres sozinhas.

    • maria lucia

      Quais destinos ? Os que o André fez ?

  • Andre

    Tomei vacina contra febre amarela, riscos de malária ocorre mais na África do Sul na região do Kruger park. Abs

  • Andre Araujo

    Obrigado Maria Lucia, fico contente que tenha gostado. Independente de estar sozinha ou acompanhada, solicite os serviços de transporte junto a uma agência de turismo de lá, dessa forma vc terá um motorista/guia sempre ao seu lado, dessa forma será mais tranquilo. Porém alugar um carro por conta própria e viajar sozinha, eu não recomendaria, mesmo porque há muitos trechos de estradas de terra e geralmente são motoristas experientes.
    É verdade sim, Botswana e Namíbia são 2 destinos incríveis, porém o primeiro costuma ser bastante caro, a Namíbia possui paisagens incríveis desde savanas, desertos e praias. Abraços

  • Leny Eggert

    Estive na África do Sul em Maio. Fiquei na reserva de Madikwe, no Madikwe Hills, tb amei! Agora quero conhecer o Quenia. Com certeza irei seguir suas dicas.
    A única modificação q faria, seria o tempo de estadia. Pretendo ficar pelo menos 3 dias em cada lodge.
    Gostaria de trocar ideias c vc se possível.

    • André Aram

      Oi Leny, já ouvi falar de Madikwe, acho…não tenho certeza, que é a menor reserva da África do Sul e rola uns passeios de balão por lá. É uma boa ficar 3 noites em cada lodge, exceto em Aberdare que realmente não vale a pena ficar tanto tempo assim, a não ser que você faça safaris todos os dias.
      Meu email é andre.riocarioca@gmail.com

      • Leny Eggert

        Madikwe é a 5ª maior reserva da África do Sul. Eu a escolhi, por ñ ser tão turísticas e por ser local dos cães selvagens africanos ( q acabei ñ os vendo ). Os lodges são muito bons. Acredito q a maioria das reservas tenham acomodações de 4 estrelas à 5 estrelas.
        Tb sou apaixonada por animais e a África sempre me atraiu.
        Esta viagem foi a 1ª de mais algumas, q com certeza farei, ao continente Africano. Há uma diversidade enorme para se conhecer neste país sem igual.
        Obrigada por compartilhar sua experiência.
        Meu e-mail é leny_eggert@yahoo.com
        Abç

        Leny Eggert

  • Leny Eggert

    Eu tomei um medicamento q prevenia contra Malária. Iniciei o tratamento 5 dias antes de ir e continuei tomando enquanto estive por lá.
    Posso perguntar o nome ao meu médico. Mas ele apenas previne, ñ é vacina.

  • Ronaldinho Gaúcho

    Não fala preço de nada e achei os parques com jeito de artificiais, não deu vontade conhecer, mas sempre bom ter estes roteiros menos comuns publicados por aqui.

  • Maurício Martins

    Olá, parabéns pelo relato! Esse valor de R$ 8 mil é por pessoa ou por carro com guia? Esse valor inclui as hospedagens e a alimentação? Abs…