Roteiro no Egito: uma semana entre Cairo e Luxor!

Redação 20 · outubro · 2017

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O Egito é um destino dos sonhos para os amantes da história e da cultura antiga. E foi justamente essa combinação que motivou o leitor Julio Ferreira a fazer as malas e embarcar rumo ao mundo das pirâmides, sarcófagos, tumbas e paisagens desérticas.

Em um roteiro de uma semana, incluindo o início da viagem desde a cidade onde mora no interior do Rio Grande do Sul, Julio conta como foi a sua passagem pelo país que se estabeleceu às margens do Rio Nilo. E, no fim do post, traz dicas importantes para todos que desejam visitar o Egito. Confira o relato do Julio!

Dia 1 – Do Rio Grande do Sul a São Paulo

A viagem começou em Nova Prata, no interior do Rio Grande do Sul. De lá, parti de carro para Caxias do Sul, onde peguei um ônibus para Porto Alegre. Da capital gaúcha, voei com a GOL para  Guarulhos, de onde saiu o voo da Ethiopian para o Egito.

Dia 2 – De São Paulo para Cairo

O voo de São Paulo a Adis Abeba foi com a Ethiopian Airlines, a bordo de um Boeing 787 Dreamliner. O assento escolhido foi o 30D (na ida e volta) que, por ser na saída de emergência, contava com bastante espaço, fácil circulação, e ainda era perto do toalete – a marcação foi feita sem custo adicional. As refeições não fugiram muito do padrão “beef or chicken”. Para beber: água, refrigerantes e vinhos, chá e café no final.

O voo fez uma parada técnica em Lomé (sem troca de aeronave), após uma rápida escala em Adis Abeba. O hub da Ethiopian impressiona pelo tamanho e pelo número de aeronaves. A comparação com o Brasil é inevitável: como um país daquele tamanho e de economia frágil está tão avançado em termos detransporte aéreo? Após a troca de aeronave, agora com fileiras 3+3 e com pouco espaço para as pernas, fomos em direção ao Cairo.

Dia 3 – A chegada ao Cairo

A chegada no Aeroporto Internacional do Cairo ocorreu de madrugada. O aeroporto estava surpreendentemente vazio, havia poucas luzes acesas. Comprei o Entry Visa no valor de 25 dólares – eu havia lido que brasileiros precisariam de visto com antecedência para entrar no Egito, então preferi não arriscar e colei o visto no meu passaporte português.

O funcionário quase nem olhou a documentação. Então me dirigi ao saguão para apanhar o transfer para o centro de Cairo – no caminho, um trânsito caótico. Cheguei ao Hostel Jamaica, tomei um banho e fui dormir. Coloquei o despertador e acordei três horas depois e fui ao Museu Egípcio a pé.

Foi bom sentir a cidade: o ruído, os aromas, a confusão do trânsito. Mas é bom estar preparado: quase ninguém fala inglês. Chegando ao museu, comprei meu ticket e entrei. É enorme, há muitas peças para ver. Entre tantas, recomendo ver a máscara de Tutancamon (11 kg de ouro) e o Salão das Múmias – em um dia inteiro é possível ver tudo com bastante tranquilidade.

Dia 4 – Cairo

Este dia foi dedicado à visita às pirâmides. Um serviço de transfer me buscou no hotel e nos dirigimos para a planície de Gizé. Eu estava bastante ansioso… e, de repente, tive aquela visão magnífica das pirâmides – que impressionam ainda mais de perto, quando se pode perceber a altura e o estado de conservação delas. Foi sem dúvida um dos pontos altos da viagem.

À noite fui até a central de trens de Cairo para pegar o trem em direção a Luxor. O trem tem vários vagões de várias categorias, eu optei pelo AC1: confortável, espaçoso e com ar condicionado eficiente (e não era o sleeper train para estrangeiros).

Dia 5 – Luxor

Cheguei a Luxor por volta das 7h30. Fui direto ao Templo de Luxor, de onde, mais tarde, segui para o Museu de Luxor. Fiz os percursos a pé, pois as duas atrações são bem próximas.

Às 10h30 fui ao Hotel Eatabe e pedi um early check-in. Dormi cerca de três horas, me preparando para, à tarde, visitar o Templo de Karnak.

Dia 6 – Luxor

Levantei bem cedo, perto das 5h. Após o café da manhã, apanhei o ferry que faz a travessia do Rio Nilo e fui para o West Bank Luxor, onde visitei o Vale dos Reis, entre outras atrações. À noite, peguei o trem de volta a Cairo.

Colossos de Menon

Dia 7 – Cairo

Reservei o dia para visitar a Citadela de Cairo. E, à noite, tomei o transfer para o aeroporto do Cairo, de onde parti de volta para o Brasil.

DICAS

1- Ande sempre com a moeda local, pois assim é mais fácil de negociar os preços com os vendedores. Se sobrar dinheiro, troque por dólares no aeroporto;

2- Combine o preço antes de contratar o serviço. Se precisar, escreva em um papel e mande assinar. É comum o pessoal mudar muito o preço na hora do acerto;

3- A pechincha faz parte da cultura e do negócio deles. Comece oferecendo a metade do que é pedido sem nenhum medo;

4- Se você é estudante, faça a carteira ISIC no site da STB. Assim você irá pagar a metade do preço nos museus e sítios arqueológicos do governo do Egito.

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Agradecemos ao leitor Julio Ferreira pelo roteiro, que pode ser muito útil para quem está planejando viajar para o Egito! Quer mandar o roteiro de sua viagem para o MD? Entre em contato pelo e-mail convidado@melhoresdestinos.com.br

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Redação - redacao