Senado aprova projeto para proibir cobrança de bagagem pelas companhias aéreas

Denis Carvalho 15 · dezembro · 2016

O Plenário do Senado aprovou, na noite de ontem (14/12), um projeto de decreto legislativo para barrar a decisão da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) de autorizar as empresas aéreas a cobrarem pelo despacho de bagagens em voos nacionais e internacionais.

O projeto agora segue para a análise da Câmara dos Deputados, o que só deve ocorrer no ano que vem devido ao recesso legislativo. Até lá as novas regras da Anac continuam válidas, mas só entram em vigor em março, caso a proposta do Senado não seja aprovada pela Câmara até lá.

O decreto legislativo (PDS 89/2016) é de autoria do senador Humberto Costa (PT-PE). Segundo a Anac, a cobrança de bagagem poderia reduzir o valor final das passagens aéreas. A medida, no entanto, foi muito criticada pelos senadores no Plenário. Jorge Viana (PT-AC) considerou a decisão “muito precipitada”, enquanto Magno Malta (PR-ES) chamou a atitude da Anac de “irresponsabilidade”.

“Se há uma bandeira que unifica a todos nós é a defesa do consumidor”, declarou o presidente do Senado, Renan Calheiros.

Mais informações no site do Senado.

Agradecemos as dicas dos leitores Rodrigo Aguiar, Maria Emília Araújo, Thiago Ramos e José Eduardo Peres.

Autor

Denis Carvalho - Editor chefe
  • Tem muita gente com um pensamento limitado!!
    Sério que esses deputados e senadores não percebem que o preço dessas “malas gratuitas” já está embutido nas passagens??

    • Leticia Carvalho

      E será que as pessoas não percebem que os preços não irão diminuir mesmo tirando as malas?

      • Ninguém pode afirmar isso antes que entre em vigor.

        • Helena

          Sem entrar no mérito, mas por que não vemos essa celeridade dos senadores com assuntos muito mais importantes para o Brasil? Para mim isso é uma cortina de fumaça para fazer média com o povão e tirar o foco da crise política!

          • Fabricio Reis

            Não tenho a menor dúvida disso, Helena. É uma forma de tentar dizer que estão fazendo algo em benefício do povão.

          • Jorge Soirefmann

            Se criticamos quando fazem coisa erradas o mínimo que podemos é aplaudir quando fazem algo que presta,

        • Leticia Carvalho

          Entrando em vigor Guilherme, não se pode voltar a trás. Veja a gasolina. Os preços não baixam no Brasil. Isso é histórico, podemos usar outras indústrias como base de comparação.

        • Bruno Becker

          qualquer um pode afirmar que isso é um fato!!!! no brasil ngm deixa de cobrar pq diminui os custos… msm caso da gasolina!!!

        • Uiliam Zanotto

          Pq simplesmente não dão o desconto ao passageiro que não levar a mala na hora? Nao precisa de toda essa lenga lenga. Eu voto como a maioria do pessoal aqui… NAO acredito em papai noel

          • Pedro

            Era isso que eu ia sugerir….as cias são livres para fazer isso agora…mas não fazem porque não querem ou se fizerem não vão dar desconto o mesmo valor que cobram por uma mala adicional…

          • SP_Pedro

            Porque não podem. A Gol já tentou fazer isso e a ANAC vetou, pois caracteriza a prática de um produto que é vetado pela agência. A alegação é que fazer isso [dar desconto para quem abrir mão] seria o mesmo que “vender”, o que hoje é proibido e a depender dos nossos senadores, continuará sendo.

          • LuisDias

            Apoiado

          • Marcelo Garcia

            Fato. Que não caiam na enganação de que “as tarifas vão baixar”! Não aqui no brasil.

        • LuRodamilans

          Tiraram o serviço de bordo de algumas empresas, o preço da passagem baixou? #SimplesAssim

          • SP_Pedro

            A ponte aérea custava R$400 numa época em o salário mínimo era R$80… Serviam feijoada, vinho e uísque. Hoje, você pode fazer CGH-SDU-CGH por R$200 numa época em que o salário mínimo é R$800. Baixou?

        • Fabio

          Baseado no historico de medidas semelhantes, podemos sim afirmar

        • Pedro

          Eu e os 80% que não quiseram a mudança podemos afirmar isso…se vc quer condições iguais da Europa ou EUA espere o país chegar lá ou então se muda pra lá

        • Alfredo Ferreira

          Vc acredita ate em Papai Noel pelo jeito….se liga cara. Aqui e Brasil !!!

      • Diego Vargas

        Tem que ser muito inocente (ou interessado financeiramente) pra acreditar que o preço dessas passagens irá diminuir a partir dessa nova resolução. Parece que esse povo não vive no Brasil.

        • Pedro

          Realmente… tem uma galerinha das cias. aéreas aqui fazendo hora extra defendendo o que não tem defesa….
          Se 80/90% dos consumidores são contra, se a maioria é contra, então que as cias. aéreas e a minoria, aceite a vontade da maioria… chega desse país ser conduzido para atender APENAS os interesses das minorias…em detrimento da maioria..
          Minorias são para serem respeitadas e atendidas em seus interesses, até o momento em que o interesse delas não entre em conflito com a maioria…

          • Ricardo

            Quem pensa diferente que você não é porque trabalha em cia. aérea ou tem interesse econômico. E me desculpe, mas esse argumento de que a vontade da maioria deve prevalecer é digno de Comitê Central do Partido Comunista Norte Coreano…É mercado, ninguém te obriga a voar, ou escolher determinada empresa. Quanto mais livre esse mercado, maior competição, e mais alternativas para escolher… Isso sim é democracia.

          • SP_Pedro

            Exato, Ricardo. Esse pessoal que defende o “direito de tirar o direito de escolha” baseando-se em argumentos altamente técnicos de que “aqui é brasil”, “o preço não vai abaixar” e “a maioria [segundo quem?] quer assim” não quer pagar a bagagem de jeito nenhum, mas nem se ligam que se fizerem um voo de 40 minutos ou de 5 horas com uma pochete ou com uma Samsonite de 23Kg pagarão exatamente o mesmo. Preferem pagar às cegas do que ter o poder de escolher. Acreditam que todas as companhias vão simplesmente extinguir a bagagem de porão e não baixar o preço (ignoram o fato de hoje já poderem cobrar por serviços e não o fazerem por simples estratégia comercial – vide Avianca com assentos espaçosos e lanche de “qualidade” ou Azul com TV ao vivo e etc.).

            1. A cobrança da bagagem será opcional de companhia para companhia
            2. O passageiro poderá escolher se e quanto quer levar de bagagem (e pagar, consequentemente)
            3. As companhias aéreas trabalham com margens baixíssimas (ou seja, já cobram o mínimo possível, a tendência que continuem), como os 4% de margem da Gol. O maior custo embutido num bilhete aéreo é o combustível e o maior fator consumidor de combustível é o peso e o que mais pesa (depois do passageiro em si) na composição do peso pago (peso variável) é a bagagem. Ou seja, quando uma companhia calcula o preço de um bilhete, hoje, precisam considerar que os 180 passageiros da aeronave pesarão o seu peso próprio + alguma bagagem de mão + a bagagem de porão a qual podem levar.
            4. Desconsideram que o histórico das “liberações” no mercado aéreo favoreceram brutalmente o passageiro e não as companhias aéreas (vide tantas que fecharam);
            5. Desconsideram que em TODO O MUNDO, não somente nos Estados Unidos, mas na Asia, Oceania e até na Africa, essa medida já foi tomada e o preço das passagens, voilà, CAIU.

            É difícil entender essa “maioria”, viu.

          • ERicardo

            (tentando de novo, já que a moderação apagou o último comentário)
            Não é verdade que em todo o mundo os preços caíram após o advento das taxas de bagagem. Nos EUA os preços não caíram e as aéreas arrecadaram mais de 4 bilhões em taxas (inclusive a taxa para embarcar primeiro). Os únicos benefícios para os passageiros foram uma diminuição ínfima no tempo médio de atraso de vôos e a redução do número de bagagens extraviadas (obviamente). Caso tenham interesse, o canal Vox fez um vídeo sobre o assunto muito bem fundamentado e com as referências necessárias. Procurar por “Fuel is cheap. Why are we still paying to check bags?”
            Há até um movimento no Congresso americano para eliminar as taxas de bagagem.

          • LuisDias

            Isso mesmo, conversa de papai noel, acreditar que vai baixar o preço. Isso vai ser mais um produto agregado que as empresas vão lucrar em cima. Não vão cobrar só o custo do transporte das malas, mas sim o custo vezes um multiplicador.

          • LuisDias

            é porque nos outros lugares as coisas funcionam e aqui nada é sério

          • Leticia Carvalho

            Desculpa Pedro, vou discordar totalmente de você. Tirar o direito de levar malas de todos em prol de uma redução de gasolina mínima não me parece um calculo financeiramente muito atraente. Companhia área tem margens baixas, mas pontos aéreos são companhias super lucrativas e os acionistas são comuns. Então sinceramente, se você não for um investidor, ou muito individualista (só porque você não viaja com mala, acha que a maior parte da população brasileira deve viajar sem, para lhe dar um desconto de 3% na sua passagem), não devia acreditar nesse “progresso para nos igualarmos aos países desenvolvidos”.
            Apesar de calcular o preço da passagem considerando o possível peso, a gasolina não é usada considerando a estimativa e sim o real. Não baixará o custo porque, num país continental como o nosso, as pessoas viajam distancias maiores e precisam de malas maiores. Por tanto, as malas não irão diminuir significativamente e a gasolina não irá diminuir, o que pode acontecer é uma receita maior por passar a cobrar o que já é de direito da maioria hoje. Vantagem só para investidor. A estratégia de companhias low costs é reduzir tarifas aeroportuárias utilizando aeroportos alternativos mais distantes da cidade, depreciação no leasing das aeronaves, utilizando avioes antigos, atingir 100% de ocupação, nem queime as ultimas passagens a preço irrisórios e ai sim, a bagagem reduzida para economizar gasolina. Entenda que no Brasil, não temos aeroportos alternativos, o leasing das aeronaves são em dolar, sujeitos a variação cambial ou a hedging e infelizmente o modelo de governança de governança das empresas não é a favor da maioria (múltiplos interesses) e sim do maior retorno (propriedade, gestão retorno). Portanto, pelos fatores expostos acima, low cost não dá certo neste momento da nossa história.
            Veja que a gol e azul entraram com esse propósito (azul em campinas), mas não conseguiram manter a operação neste patamar.

            Btw, a margem da GOL no 3o trimestre foi de 2,7%, mas a margem acumulada no ano é 16%.

          • luis

            Ricardo o que o Pedro disse é algo que na Europa e nos States se pratica! Minorias têm que ter seus direitos garantidos! Vai tomar decisão deste tipo, coloca lá na conversa não só os donos das cias, poem também órgãos de representação dos consumidores. Simples assim. Outra coisa, vai lá em Nova Iorque e propõe para que a cia de água da cidade entre na bolsa de valores pra você ver o que acontece! Estes serviços que estamos a tratar são concessões e como tal devem ser tratadas.

          • Eliezer Fonseca

            Essa do CCPCNC foi ótima! KKKK

          • luis

            Correto!

    • Pedro

      Você acha ou pensa que nós vamos mudar a nossa opinião em relação aos Senadores só porque eles aprovaram isso ??ou que alguém aqui acha que o custo das malas já não está embutido lá… ninguém aqui é criança para achar isso, que a mala é gratuita, assim como ninguém é criança para pensar que, saindo a franquia, o preço para quem viaja COM MALA, vai abaixar… se somar a passagem sem franquia + custo de despacho, o valor vai aumentar.
      Pessoas que viajam sem mala e se acham injustiçadas, que mirem sua ira para as cias. aéreas, pedindo o respectivo desconto…
      Mas.. devem fazer isso com inteligência: olhando a tabela da mala despachada extra e pedindo esse desconto no preço da passagem..

    • Bruno Amorim

      Não é isso que iria “desembutir” esse valor do preço das passagens. Certamente seria cobrado a mais como tudo nesse país.

    • Marcio Rebello

      Exatamente!! Não existe almoço grátis, não existe nada grátis, muito menos despacho de bagagem grátis, isso já esta embutido no preço das passagens!!

    • Avião é como whisky: Quanto mais caro melhor!

  • Deyvisson F. R. Almeida

    Não houve nenhuma consulta ao consumidor sobre a sua opinião. Acho um absurdo isso dessas agências, ainda pela experiência nossa aqui ao viajar pra fora, a grande maioria dos brasileiros não teve acesso a nenhum tipo de estudo do nosso mercado.
    Pelo que conheço do Brasil, infelizmente não acreditava que essa mudança pudesse ser benéfica, infelizmente. Alguém comentou sobre uma média de 12 quilos por brasileiro, mas não sei a fonte. Mas isto estão desconsiderando o equipamento de mão, que hoje não existe qualquer controle. Dificilmente viajariamos sem mala.
    Mas o pior para mim foi atropelar a opinião pública.

    • edson

      Deyvisson teve consulta sim, e por um certo tempo até.

    • Tiago Torresani

      Existiram N consultas publicas, tanto presenciais, quanto online.

    • vsorriso

      Teve consulta pública online e publicada em destaque na Página Inicial do Diário Oficial da União. E durou meses.

      • Deyvisson F. R. Almeida

        Vocês estão certos. Ela está indisponível para mim. Afinal, as pessoas concordaram com a mudança? A ANAC fez segundo o resultado ou cagou para a consulta?

    • Pedro

      Teve sim e 80% foi contra… em função disso, a ANAC resolveu atender aos interesses das cias. aéreas e editou a resolução…
      Aliás, isso sempre foi o certo que iria acontecer… Se 100% fosse contra, a ANAC ia fazer o que fez…

      Quer saber ???
      Porque a ANAC não limitou a cobrança de alteração, cancelamento ou no-show ?? a valores razoáveis, tipo 5,0% ou 10%, como a justiça vem fazendo ??
      Isso ELA NÃO FAZ… porque isso vai contra as cias. aéreas…

      • Deyvisson F. R. Almeida

        Pois é, não adiantou nada a consulta então.

  • Marcelo Barbosa

    Krl, Humbertô!

  • Leonardo Carneiro

    Galera, longe de mim defender político, mas existe um raso fundo de ponderação no que eles estão criticando. A princípio, a nova regra deve reduzir o preço das passagens, como ocorreu no resto do mundo. Entretanto, muitas pessoas (eu incluso) estão receosas (de tanto serem passadas pra tras) de isso ser apenas uma manobra que vai aumentar os lucros das empresas, não trazer economia para o consumidor e ainda reduzir a flexibilidade para este.

    O que os deputados que formularam a petição entendem é que deve existir um compromisso oficial e real das companhias da contrapartida: queda de preços. Eles entendem que, sem um compromisso da queda de preço, a nova regra não deve ser efetivada.

    Então veja bem, não é que não se veja o potencial benefício da medida, mas sim tentar garantir que o benefício seja real.

    • Leticia Carvalho

      E desde quando aumento de receita é parâmetro para baixa de preço?
      Preço é preço, custo é custo.

      Se querem aumentar a receita de carga é só aumentar o transporte de carga. Os Correios estão deixando a desejar e vejo espaço para serem criativos neste sentido, de forma que beneficiaria a população. Sabe que o mínimo de um pacote para a Europa ou Asia do Brasil nos Correios custa R$ 100? Minimo! Qualquer tamanho.

      • Leonardo Carneiro

        quem falou em receita?

  • Rene

    Ainda bem, agora o consumidor tem uma luz no fim do túnel, tomara que seja aprovada e continue como antes…senão papai noel vai abaixar o preço das passagens proporcionalmente ao aumento do despacho de bagagem…kkkk…vai virar um inferno o bagageiro interno, todo mundo querendo levar mala dentro do avião pra não pagar, sou contra aumentar de 5 pra 10, acho que devia era acabar mesmo com essa franquia tbm..pqp

    • Tobias Vizzotto

      Isso é bem simples de resolver, amigo. É só colocar aquele “totem” que todas as low cost europeias tem no portão de embarque, com as dimensões permitidas para a bagagem de mão. Coloca a mochila/mala ali dentro. Se couber, entra no avião. Se não, vai ter que despachar.
      O único problema é conscientizar o povo. O que mais se vê nessas low cost é mochileiro latino (não incluo só os brasileiros) dando chilique com comissária de bordo pq não tem mais espaço pra colocar aquela discreta mochila de 50 litros que o cara teimou em não despachar pois achou que a malandragem ia dar certo.

  • vicente

    O preço não vai diminuir por que não há concorrência. Não adianta medidas como essa em um setor em que há 200 milhões de consumidores Com longas distâncias e reserva de mercado para apenas 4 empresas.

    • Ricardo Almeida

      Ué, mas não é justamente para permitir a chegada de novas concorrentes que a Anac está promovendo essa desregulamentação toda? Pelo que li da própria Anac, a ideia é que tenhamos companhias low cost operando no Brasil e concorrendo com as 4 atuais! A princípio, para as companhias atuais, tanto faz ser obrigado a despachar mala com ou sem taxa: elas são livres para incluir o valor no preço final. O problema é que as próprias companhias querem o fim da franquia e só tem um motivo: vender passagens mais baratas! As companhias precisam de mais passageiros e com as regras atuais o custo está engessado, não há como baixar mais os preços. Pessoal, volto a reforçar: não tem limite de preços nas passagens para o Brasil! Para cobrar mais, as companhias apenas sobre a tarifa e pronto. Todo esse desgaste que estão passando é para reduzir custo e ai sim baixar tarifas!

      • Pedro

        Ricardo…
        Não é por causa disso…
        É porque não tem spots e inota estrutura. ..

  • Manu_Floripa

    ihhh, se os senadores estão preocupados com isso então é porque no final bom para o consumidor não é. To achando que no final seriamos beneficiados por essa mudança. O Senado nunca pensa no povo se não tiver beneficio próprio

    • Ana Miclas

      Ou pq eles também viajam muito e seus familiares idem…No bem do povo eles não costumam pensar mesmo…

  • Fabiano Scuzziato

    Se a “tal medida” realmente abaixará o preço da tarifa? Simples resolver: as cias sabem exatamente o custo do quilo por milha voada. É fato. São grandes corporações e tudo está milimetricamente calculado. Então que exponham este calculo hoje. P. ex.: se no atual tarifário o custo do kg da bagagem representa X, em março esse percentual deverá necessariamente ser reduzido do bilhete. Como muitos disseram, no Brasil qualquer medida é sempre de se desconfiar tendo em vista os interesses escusos das Agências que deveriam proteger os usuários. Mas também não é certo aquele que tem apenas uma mala de mão de 5kg pagar o mesmo que um cara que leva 32kg de bagagem, sendo que cada kg do vôo é computado.

  • Alisson Vinícius

    Não dá pra entender esse governo… Particularmente, não gosto da ideia de pagar em separado pela bagagem (basicamente por não saber ao certo quanto pagarei pela viagem com antecedência, mas tão somente no ato de despachar a mala).
    Contudo, me é bastante claro que essa liberdade de cobrar pelas malas é uma medida importante que pode fortalecer o mercado e, com isso, melhora-lo seja a curto, seja a medio prazo, o setor aéreo. (Afinal, empresas que não quebram levam passageiros que as quebradas nao podem mais levar)

    • Opinião sensata

    • Tiago Torresani

      Melhor opinião que vi por aqui até agora.

    • Leticia Carvalho

      A TAM e GOL são abertas. Veja o lucro que tiveram esse ano. Benefício para investidores, mas para os passageiros é ruim.
      O Brasil, um país de extensão continental, as pessoas não tem condições de fazer viagem de 2-3 dias como executivos americanos, europeus e asiáticos, que quase não utilizam malas. Veja se Austrália tem preços ridículos de passagem como na Asia, Europa ou EUA? Pesquise. Não falo em beneficio próprio, eu mesma sempre viajo com uma mala de bordo, qualquer lugar que eu vou, diferente de muitas mulheres… rs; mas sob o ponto de vista analítico, não há vantagem de médio, longo prazo para o setor áereo esse corte de bagagens. Que eles aprovem uma lei que dê um desconto para quem estiver disposto a abrir mão da bagagem… então… faz mais sentido. Não temos que seguir o resto do mundo… quando a prática não é positiva para o nosso povo em geral.

      • Diego Vargas

        Clap… clap… clap…
        Muito bem observado, Letícia. No momento da compra façam uma simples pergunta: vai despachar bagagem? Caso não vá, aplique-se descontos no preço final. Simples demais de resolver.

      • Ricardo

        A Austrália tem sim bons preços em passagens internas. As low cost Tiger Air, Jet Star (da Qantas) ou mesmo a Virgin Australia. Estou comprando passagens ida e volta Sydney-Brisbane para março (1000 kms de distância) e custa 42 dólares americanos, com taxas incluídas, cada trecho. Acho barato! Fora bons preços para vôos internacionais, como a Air Asia por exemplo…

        • Leticia Carvalho

          Ricardo, morei na Australia 3 anos, conheço bem a política de bagagens das companhias australianas (virgin e qantas tem como padrão direito a 23kg).

          Essas passagens baratas que você está se referindo são promoções e nõs temos no Brasil também. São Paulo, Salvador por exemplo, as vezes saem por R$ 200 um trecho.

          Os preços da Europa e Asia são bem mais em conta, tipo esse ano já paguei $ 15 euros por Hamburgo, Lisboa, por exemplo. Se 40 dolares é pouco para você compra uma passagem qantas, não irá se arrepender… eu já voei tiger air e é péssima, caso precise resolver alguma coisa.

          Você certamente não conhece Venezuela e Coreia do Norte para comparar a política protecionista do Brasil com a destes paises. Devia se informar um pouquinho melhor antes de fazer essa comparação.

          Enfim… divirta-se! Australia é um país maravilhoso. Assim como o Brasil.

          • Ricardo

            Oi Leticia! Sim, conheço a Austrália e realmente é um país quase perfeito. E é evidente que os preços de passagens que comentei são promoções, assim como os 15 Euros que você pagou em low cost na Europa. Sei que essa passagem é sem bagagem, eu gosto de voar leve, uma mochila e olhe lá, a sensação de liberdade é imensa. E a Qantas não cobra por uma mala de 23 kgs, mas sim cobra para marcar assentos antecipados, inclusive em vôos internacionais longos como LAX-BNE.
            Tiger Air? É a Emirates se comparada com a Ryanair, mas o que vale aqui é pagar menos…Já a Easy Jet e Vueling são superiores.
            Claro que estava exagerando ao comparar o Brasil com a Venezuela e a Coréia do Norte, mas parece que por aqui tem muita gente que gostaria que nosso país siga esses exemplos.. Essa comparação não era pra você diretamente, mas me desculpo se ficou ofendida. Um grande abraço, “mate”!

          • Leticia Carvalho

            Oi Ricardo, eu respeito uma boa discussão. Me parece que você está morando na Austrália e quis emitir uma opinião como especialista. Isso é bom :D, mas você tentou contrapor meu argumento com uma situação que não justifica o contraponto.
            Também, temos a mania de reclamar do nosso país. Se você viaja bastante, como me parece, deve entender que todos os países tem defeitos e qualidades e tocar seu nacionalismo. Quando mais positivos formos sobre a vida, melhor a vida se torna. Boas energias, geram boas energias. No caso do nosso país é a mesma coisa. Vamos realçar as coisas boas, não valorizar só a grama do vizinho. Qualquer gringo que vem aqui se apaixona completamente e consegue ver a riqueza do nosso país!
            Porque estamos cegos? Será que não percebemos que quanto pior é a visão que nós temos daqui, pior fica? Duvido você encontrar um americano que fala mal dos Estados Unidos ou um Australiano que não gosta da Austrália… isso não tem nada haver com serem países melhores que o nosso sob o ponto de vista da economia. As condições financeiras da pessoa não estão ligadas ao sucesso financeiro do país. O sucesso do país é que está ligado a situação financeira das suas famílias. Se não, não existiriam milionários e pobres num país. Por isso, todos devemos fazer nossa parte. Querer e se comprometer com um país melhor, mais justo e valorizar e reconhecer que não temos guerra, não temos catástrofes naturais, não temos mais um país de miseráveis (como inúmeros países do mundo),não temos ditadura (podemos expressar livremente nosso pensamento).
            Pela 1a vez o senado tomou uma medida que beneficia diretamente a população brasileira, em detrimento de um grupo de empresários (certamente porque não receberam propina) e temos que reconhecer que está funcionando. As coisas estão mudando. Continuar cobrando e acreditar que juntos somos fortes.
            Demonstre amor pelo seu povo e pelo seu país. Jamais o contrário.
            Você é embaixador do nosso país! Nos represente com respeito a diversidade, brilhantismo e força, “mate”!

  • Hermes Hs

    Eu realmente entendo o motivo das pessoas desconfiarem. O Brasileiro é enganado o tempo inteiro. Agora… pessoal… hello!!!!!!! Um projeto de nada menos que vosso ilustríssimo RENAN CANALHA
    .. OPS CALHEIROS, dizendo que está pensando no povo!!!!! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. Quase me borrei de tanto rir! eu também tenho a mesma desconfiança. Mas sou a favor, pois, abriremos oportunidade para que entrem empresas low cost DE VERDADE no país. A maioria de nós aqui somos mais novos, e no Congresso só temos vovozinhos (maioria) que não tem uma visão moderna. São totalmente limitados! (Não estou discriminando os mais velhos ok! Tenho mãe e tenho pai, tenho avó e tias idosas mas a maioria das pessoas de idade são mais conservadoras). Se não tentarmos dar um passo a frente , ficaremos sempre para trás. Pensar e dizer que é bonito algumas coisas na EUROPA e EUA e não darmos passos para sermos iguais, jamais teremos mudança. Infelizmente temos muito para evoluir, mas cada passo é importante, ainda que de início não consigamos enxergar benefícios.

    • Pedro

      Se você estiver no deserto, morrendo de sede, e passar o Renan Calheiros e lhe oferecer um litro de água, você vai recusar só porque é ele que está te oferecendo ?
      Ou se for o contrário, você iria deixar ele morrer de sede ?
      Outra coisa:
      Responde para nós aqui, onde é que as cias. low-cost que vc acha que vão chover se tirar a franquia, vão conseguir decolar e aterrizar seus aviões ?? em que aeroporto, sem não um único slot disponível ??

      • Ricardo

        Por favor, peço que, se tiverem a oportunidade, deixem esse meliante morrer de sede. Seria um grande favor à sociedade.

  • Apenas uma correção, as companhias aéreas se pronunciaram ontem: http://www.melhoresdestinos.com.br/passagens-aereas-vao-baixar-em-2017.html

  • Eduardo Costa

    “Se há uma bandeira que unifica a todos nós é a defesa do consumidor”, declarou o presidente do Senado, Renan Calheiros. O mesmo que é réu e chamou as pessoas das manifestações de porcos vagabundos! Ah tá, esse é confiável sim… “tá serto!”

  • vsorriso

    Isso. Eureka. Eles ficarão com o lucro no bolso.
    Reduziram os lanches, preço não diminuiu.
    Nós não temos cia aérea efetivamente low cost no Brasil. Qd aparecer uma Ryanair da vida ou uma Airasia ou Fastjet, eu passo a acreditar em Papai Noel. Por enquanto, não viverei de promessa de Anac submissa a Cia. Aérea. Sabe-se lá quanto ganharam por fora.
    A teoria é linda. Infelizmente, pelo que é prometido e praticado no Brasil, o histórico é péssimo.

    • Giancarlo Zardo

      O preço não diminuiu, mas a inflação geral aumentou e a renda caiu. Não tá se fazendo as contas direito…

    • LuisDias

      Temos low cost sim, mas não são low fare.

  • Fábio Mesquita

    O consumidor é a parte mais fraca da relação. Ele não pode ter seus direitos suprimidos sob a duvidosa alegação de que o valor dos bilhetes terão seus preços reduzidos. Nós estamos cansados de ver que esta máxima não funciona, vide o valor da gasolina que não sofrem reduções mesmo com o valor do petróleo em declínio ao redor do mundo. Seria muito bom que funcionasse conforme eles alegam, mas temos problemas culturais que impedem o benefício para o consumidor. A corda sempre arrebenta para o lado mais fraco e esta retórica é altamente aplicável no Brasil.

  • Marcio Mesa

    Ok, a mudança nas regras pode ajudar o mercado e fazer o preço das passagens caírem. Isso pensando em um mercado diferente do Brasil, pois, infelizmente, em diversos setores o que vemos aqui não é o total respeito ao consumidor, nem cobrança com formação de preço justo, muitas vezes dando a desculpa de que há muitos impostos ou coisas do gênero os empresários extrapolam nos preços pensando no seu lucro.
    Se pode haver redução no preço tirando a franquia de bagagem, o que impede as empresas aéreas de darem desconto para quem não despacha bagagem hoje?

  • Fabiano Rosa

    Eu desconfio que as empresas aéreas subornaram a ANAC, mas esqueceram da parte do Congresso.

    • Pedro

      Enfim alguém com perspicácia e que não fica falando abobrinha.
      Parabéns por saber como funciona seu país.

  • João Pedro

    “Liberar a bagagem será mais uma possibilidade de diferenciação entre serviços, e é ÓBVIO que isso abre margem para cobrar um pouco menos de quem não levará bagagem, e um pouco mais de quem levará.”

    O problema é que absolutamente nada garante que a cobrança será realmente menor a quem não levar bagagem. Por mais que o presidente da Abear tenha dado entrevista garantindo isso, a gente vive no Brasil e já sabe muito bem que muita gente aqui fala uma coisa para agradar a todos e pratica outra para agradar a poucos. Enquanto não houver uma garantia real das companhias aéreas de que realmente o preço será reduzido ao cliente e quanto isso, em média, pode interferir no preço, fica difícil acreditar só com base em teoria econômica e discurso em entrevista.

    • Pedro

      Matemática básica no Brasil:
      “um pouco menos = NADA .”
      ” um pouco mais = MUITO”.

  • Eduard Joseph Krummenauer

    Acabando com a change de termos Low Cost companies no Brasil.

    • Pedro

      Você tem alguns aeroportos para emprestar para essas cias. aéreas poderem operar seus aviões ??? Porque nos atuais aeroportos não têm slot sobrando.
      E você achando que é por causa de uma malinha… fala sério…

  • Renato Pinto

    Parece ate estranho, o que dá a entender que os preços astronômicos das passagens aéreas brasileiras são pelo fato das bagagens serem gratuitas? Não seria mais interessante colocar um preço justo no valor do combustível utilizado, que Eu creio que seja o maior vilão dos preços altíssimos.

  • Pedro

    Vc pode nos informar onde é que essas cias. low-cost vão decolar e aterrizar ?? Só se for na cabeça do Renan porque não tem spots disponíveis nos aeroportos e tb não temos aeroportos alternativos para elas operarem como as low-cost fazem na Europa..
    Muita inocência achar que tirando a franquia vai chover low-cost..
    E digo mais, hoje, com a situação política e econômica do país, nem mesmo se tivesse disponibilidade para elas operarem, não sei se teriam interesse, NESTE MOMENTO, de investir por aqui..
    As estrangeiras que voam para ca, pelo contrário, estão saindo…

  • Pedro

    Problema é que as empresas no Brasil colocam os penduricalhos nos custos/preços e quando eles não são mais obrigatórios, elas não reduzem o preço de venda e quando questionadas, se limitam a dizer que estão recuperando prejuízos passados.
    A eliminação das barreiras tarifárias é OUTRA COISA.. era permitir que as empresas cobrassem o preço que quisessem, sem obrigação de valor minimo…
    Por incrível que pareça o que o governo liberou na época foi que as cias. aéreas poderiam reduzir o preço das passagens até o valor que quisessem… ou seja, ela permitiu um ambiente de redução de preços….
    A eliminação da franquia das malas, IRIA sim permitir a redução do preço das tarifas, mas o GRANDE problema é justamente o seguinte:
    Quem viajar sem mala, vai pagar menos, mas quem precisa viajar com mala, vai pagar muiiiito mais caro do que paga hoje em dia com a franquia…
    Como a quantidade de pessoas que viajam com mala é muito superior às que viajam sem mala, então tem que atender a maioria e não a minoria.
    Mas.. devemos pensar tb na minoria, então que ela corra atrás de pedir um desconto por não usar a franquia ou então, que “alugue” a sua franquia de mala, através do “Airbnb” das malas… pode até ganhar um troco

    • Leticia Carvalho

      “que ela corra atrás de pedir um desconto por não usar a franquia ou então, que “alugue” a sua franquia de mala, através do “Airbnb” das malas… pode até ganhar um troco” excelente visão empreendedora Pedro.

  • Pedro

    A gente malha 99,9999% do que o Senado faz (ou deixa de fazer, ou faz errado, ou faz com segundas intenções…)
    Mas, se o Senado faz algo que é do interesse dos consumidores, da maioria deles, então é o caso de aplaudir…
    Isto não nos impede de continuar torcendo e desejando que o senhor feudal das Alagoas seja riscado dali..

    • henriquecaldas

      Do interesse do consumidor? Aumento de passagem se essa lei passar. Vamos acordar gente, qto mais obrigações impostas a qq empresa pelo governo, maior o custo e maior o preço final ao consumidor.

      • Pedro

        Denis, por gentileza, libera a resposta que eu passei para o colega.

      • Pedro

        Se a passagem aumentar só comprova a ma-fé das cias. aéreas.
        Afinal elas não alegam que o custo das malas já estão incorporados às tarifas, então, porque vão aumentar se a lei obrigar que elas continuem oferecendo algo que já são obrigadas ??

        • henriquecaldas

          Outros fatores influenciam na definição das tarifas.
          Não há de se falar em ma fé, a empresa aérea não esta ali pra fazer caridade, está pra obter lucro com prestação de serviços, e esse lucro deve ser o maior possível. Em um mercado engessado se carrega nas tarifas, em um mercado aberto, oferece mimos (que inclui preço mais baixo pra não despachar mala) e se tenta ganhar o passageiro do concorrente.

  • Ranieri Silva

    Se ao menos tivéssemos a certeza de que as cias aéreas iriam ofertar uma tarifa com preço diferenciado, seria ótimo essa mudança!
    Mas o problema é que vão cortando os direitos e a passagem só faz aumentar. Estou ciente que grandes cias aéreas como United, British entre outras, tem muitas restrições, só que os clientes tem a vantagem REAL no preço. É uma relação transparente.
    Mas aki no Brasil, por favor sem hipocrisia, aonde as empresas por livre vontade vai fazer o mesmo… Com uma regra justa todos iriam se beneficiar, quem pagar menos teria mais restrições, entretanto pagar os preços que já são altos e piorar a qualidade ainda mais, não dá mesmo!

    • henriquecaldas

      Os preços são livres, nenhuma aérea precisaria da desculpa de bagagem ou não pra aumentar o preço. A possibilidade de cobrança reduz o custo operacional que em um segundo momento reflete ou em redução de preço ou em não repasse de aumento que ocorreria. Pode ter certeza que se essa lei do senado passar, ano que vem as passagens estarão mais caras.

    • Janaina Verissimo

      Concordo, infelizmente é assim mesmo, simples assim, os preços elevados vão continuar independe da franquia de bagagens…

  • Pedro

    To me lixando para o que as cias. aéreas, Abear vão falar ou garantir.
    Desde quando a palavra delas vale alguma coisa ?
    Vamos triplicar o número de slots nos aeroportos, colocar mais um aeroporto alternativa nos grandes centros urbanos, criar infraestrutura ligando os atuais e futuros aeroportos aos centros turísticos e econômicos e depois disso, tira a franquia das malas.
    Durante este processo, já vai publicando editais pelo mundo, informando que vai abrir o mercado para as low-cost de fora.
    Aí, abramos o mercado.

  • Hugo Leonardo

    As pessoas não entendem que quanto mais “direito” mais custo existe e menos liberdade as empresas têm. Se o povo compara tanto lá fora com aqui, é porque lá fora elas têm condições de reduzir. As pessoas já afirmam que não vão reduzir sem nem mesmo dar a esperança. O maior exemplo de redução de preço foi quando teve a “liberdade tarifária”, antes dela, pouquíssimos viajavam de avião, depois que a empresa passou a cobrar o valor que queria, ela pode aumentar drasticamente o número de passageiros e ganhar no volume, tanto que nossos aeroportos não aguentaram o elevado excesso de demanda uns anos atrás.

    Quando o passageiro sabe que pode levar 23kg na bagagem, ele não tem preocupação em levar menos coisa, só o que precisa, eu mesmo, se tem espaço sobrando na minha mala, eu enfio um shampoo extra, algo que “talvez” eu vá precisar. Só que cada quilo a mais, mais combustível um avião gasta, então incentivamos o desperdício, além do que a companhia precisa reservar o espaço no compartimento de carga para as malas, ela não pode otimizar e usar como renda extra no transporte de cargas.

    Não existe bagagem grátis hoje, ela faz parte do custo da passagem, então todos pagam pelo direito de levar uma mala de 23kg, do momento que essa obrigação cai, as pessoas começam a otimizar as malas, a empresa pode ocupar o espaço do bagageiro, e ela pode cobrar menos de quem não carregar nada, para elas, é interessante ter mais passageiros, ela ganha no volume, se a passagem cai, aumenta-se o número de passageiro. Isso é super comprovado, dizem que a cada 10% de redução da passagem, aumenta-se em 14% o número de passageiros, então, é vantagem ter liberdade para reduzir os preços, elas ganham mais.

    O mundo todo é assim, até países muito mais corruptos e atrasados do que o nosso.

    • Pedro

      Hugo, você que viaja sem mala, olha o preço da mala extra despachada no site da cia. aérea que vai viajar e, no balcão, pede que eles te deem o desconto, afinal, eles não informam que vão reduzir senão tiver a franquia ??
      Se eles disserem que estão impedidos de fazer isso, fala para eles darem a grana que iam dar caso a resolução começasse a valer e pede para que a ANAC crie uma resolução que permita dar desconto para quem não usar franquia.
      Simples assim, você terá seu direito garantido, e os outros 90% das pessoas que viajam com mala, terão o direito delas garantido.

    • Janaina Verissimo

      Todo o esse argumento é bem convincente, mas na prática infelizmente não é assim. Diga-se qual a redução que ocorreu depois da retirada (cobrança) do serviço de bordo. As empresas deveriam pressionar o poder público pra baixar os impostos e/ou o combustível, não repassar o ônus todo pro cliente.Retirar um DIREITO do consumidor e manter os preços altíssimos cobradas pelas passagens, isso sim é retrocesso.

    • Marcio Rebello

      Exato!! Não existe almoço grátis, não existe nada grátis, muito
      menos despacho de bagagem grátis.

    • Flavio Nichitchan

      Kkkkkkkk. Só tem um detalhe.. aqui é Brasil e sempre vai ser esculhambação!!!!
      Acredito nunca que o preco cairá. Aconteceu com a energia, saneamento, acontece com os carros…

  • Eros Alexandre

    Será que não devemos igualar ao resto do mundo? Em muitos países a bagagem é cobrada, não importando a quantidade. Quanto ao peso o negocio lá fora é pior. Minha filha pagou US$ 150 por causa de 9 libras. Concordo que deveria haver desconto para quem não leva mala. Mas isto deveria ser declarado na compra. Se no momento do check-in houver malas, pagaria o dobro do desconto.

  • Pedro

    Responde para nós aqui, onde é que as cias. low-cost que vc acha que vão chover se tirar a franquia, vão conseguir decolar e aterrizar seus aviões ?? em que aeroporto, sem não um único slot disponível ??

  • Eros Alexandre

    Concordo com a Helena. O senado está tirando o foco do RENAN para que ele possa fazer o que quer. Como já tem feito. Desacata até o STF.

  • Hugo Leonardo

    Uma Ryanair, EasyJet, BlueJet, Spirit, AirAsia .. elas jamais viriam para cá com o absurdo de amarra que existe, lá fora não existe bagagem gratuita, hotel se aeroporto fecha, comida se o voo atrasa por tempo ruim, etc etc … isso tudo encarece, o próprio presidente da Ryanair disse que jamais viria para o Brasil com essas regras malucas daqui. Como a gente quer mais empresas se nosso modelo é híper regulamentado e amarra custos elevados?

    • Pedro

      Se o cara quer cagar e andar para assumir prejuízos e só quer auferir lucro, então que ele fique por lá mesmo.
      Se voo atrasa, você acha que é o passageiro que tem que assumir o prejuízo ??

  • Pedro

    Denis.
    Posso propor uma resolução aos nossos “legisladores” da ANAC ?
    Proponho que eles cancelem esta resolução esdruxula.
    Façam uma nova com a seguinte ideia:
    Esta mantida a franquia de malas, mas as cias. poderão oferecer um desconto na tarifa para os passageiros que, no balcão, não despacharem mala.
    O desconto será RIGOROSAMENTE igual ao mesmo valor que as cias. aéreas cobram pela mala extra despachada.
    Dá para o Melhores Destinos encaminhar ??
    Vai atender aos interesses dos colegas que viajam sem mala e o restante dos 90% dos que viajam com mala e querem saber o valor certo, sem ter que ser enrabado no balcão da cia. aérea.
    Ah. sim, para os que acham que a franquia é o motivo de não trazermos low-cost para o Brasil, “publique-se” isso nos principais jornais mundo a fora.

  • Pedro

    Edson, eu concordo contigo, mas te pergunto: não tem UM ÚNICO slot sobrando no Brasil, onde é que essas cias. aéreas vão decolar e aterrizar ??

  • Pedro

    Edson.. eu não sou dono de posto de gasolina, mas não existe cartel nos postos. (no caso o apropriado seria oligopólio, porque é privado)..
    O cartel é da PETROBRÁS, afinal ela é que domina o refino no Brasil.
    Aí, os grandes distribuidores compram pelo mesmo valor na Petrobrás.
    Eles têm basicamente os mesmos custos e vendem a gasolina quase que pelo mesmo preço para seus postos.
    Por sua vez, os postos têm custos quase que totalmente iguais, pois salário de frente é estabelecido pelo sindicato, impostos fixados pelo governo, e eu te pergunto:
    Como é que um posto A vai poder cobrar diferente de um posto B ?? (não esqueça que a margem no preço da venda de combustível é minimo)…
    Ah.. estou falando de postos que pagam os impostos e compram gasolina sem ser adulterada, direto da distribuidora (Shell/BR/Ipiranga).

  • henriquecaldas

    Primeiro, não faço isso, sempre alugo carro sem seguro utilizando os dos cartões de crédito.
    Marcar assento na Ryanair antecipado custa metade do preço de marcar na hora. Bagagem despachada tb. As taxas de bagagem, quando cobradas serão claras. Certamente vão existir perfis de tarifas que vão incluir bagagem, ou seja, pra todos os gostos.

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    • ERicardo

      Ah, explicado então. É que o comentário e a informação de que estava aguardando moderação sumiram após o reload da página. Peço desculpas pela conclusão apressada.

  • Antonio Silva

    Alguém já pagou excesso de bagagem aqui? Eu viajo muito e, normalmente, só com bagagem de mão mas, quando despacho, a bagagem é bem pesada. Tenho uma franquia extra de bagagem por causa da fidelidade nas cias aéreas. Esses dias a atendente não percebeu e quis me cobrar 18 kg de excesso. Eu caí para trás com o preço, muito mais caro do que eu tinha pago na tarifa promocional. Se o valor de cobrança seria esse, baseado em uma tarifa básica que ninguém consegue explicar, então eu dou graças a Deus que não cairá a franquia. Pq acreditar que a tarifa irá baixar eu não acredito mesmo…

  • Maria Emilia Araujo

    Se a ANAC estivesse realmente interessada em baixar os custos das aéreas e propiciar a redução do preço das passagens, reduziria as taxas aeroportuárias

  • Andresa Ferreira

    Não entendo ainda como tem gente que acredita que os preços das passagens iam diminuir, quando o dólar tinha um valor bem baixo aumentaram o iof, quando o dólar subiu um mo te o iof continuou o mesmo. Isso é Brasil se as coisas não forem bem claras sempre vão abusar do consumidor.

  • Beto Karioca

    Sabemos q os valores das malas ja estão embutidos no preço das passagens e que TEORICAMENTE a cobrança avulsa daria margem p tarifas mais enxutas… porem sabemos como funciona o empresariado no Brasil, esse tal desconto ira virar poeira rapidinho e tudo sera convertido em gordo lucro p as cia aéreas, que estão na beira da falência (varias delas). Portanto NAO a cobranca avulsa de malas, NAO !!

  • Roberto

    Eu não estava gostando muito do fim da gratuidade da bagagem, mas com o senado lutando por isso vou rever meus conceitos, já que eles nunca representam o que é bom pra população

  • Giancarlo Zardo

    Já que o povo aqui acha que a bagagem obrigatória vai ser de graça, porque não obrigam as empresas a dar champanhe de graça pra todo mundo? Obriga a oferecer caviar no lanchinho, afinal, vai ser de graça! Como nós brasileiros somos inteligentes, empresários malvadões NÃO PASSARÃO!

  • Helena

    Luis, com o povão sim! Com aqueles que ouviram falar e já criam um juízo de valor sem se inteirar da situação! Que não entende patavina do mercado de aviação, mas ouve alguém reclamar nas redes sociais e já se julga o expert no assunto, erguendo o brado contra mais essa “injustiça” e esbravejando que o “Brasil não tem jeito”, sendo que no mundo todo a aviação funciona assim! O povão ignora que houve sim audiências públicas: http://www.melhoresdestinos.com.br/anac-novas-regras-aviacao.html. O povão ignora que as companhias aéreas são LIVRES para cobrar o quanto desejarem pela passagem, mas são proibidas de oferecer desconto caso alguém viaje sem bagagem despachada por exemplo! O povão não faz ideia que enquanto estamos amarrados a essa lei do século passado, a Argentina (sim, a Argentina!) já tem pelo menos duas low costs encaminhadas e promessas da Ryanair de operar por lá, baixando os preços. O povão acha que está defendendo um direito, mas não percebe que hoje o custo dessa mala (que muitas vezes nem existe) está incluído nas passagens aéreas que todos pagam. Mas pior ainda: essa obrigação inviabiliza que o novo modelo de aviação que traz benefícios no mundo todo (low cost), com novas empresas, novas rotas, novos aeroportos, mais concorrência e melhores preços, continue inviável aqui no Brasil! Parabéns, povão! Os senadores, deputados e juízes estão muito felizes com sua ignorância e soberba!

    • Jorge Soirefmann

      Essas ditas “empresas de baixo custo” nem sempre tem realmente baixo custo, muitas vezes operam em aeroportos alternativos situados “lá onde o diabo perdeu as botas'”, aí se você somar os custos de transfer, a perda de tempo, etc., vai ver que não há tanta vantagem …

    • Jorge Soirefmann

      Desculpe, mas “audiência pública” ? é de rir … onde? quem participou? E quem quer essas porcarias “low cost” voando por aqui, verdadeiras carroças voadoras ….

  • Iara

    Tenho até ver de rir!!! Nd é gratuito. Mesmo que transfiram, agora de fato, o pagamento da bagagem para o cliente, duvido e muito que isso refletirá nos valores praticados atualmente. Reparem em algumas embalagens de produtos alimentícios: Reduzimos de 200g para 175g ou 25% do peso do produto…e onde percebo a redução no valor? Custava R$ 10,00 e, com a redução não mudou nd!!! Vamos acordar pessoal! Querem sempre empurrar, pq sabe q o povo de um jeito ou de outro, aceita a condição sem maiores problemas.

  • Juliana

    No Brasil as coisas não funcionam como no exterior. A começar que por aqui não existe cia aérea low cost. DU-VI-DO que abaixariam os preços das passagens aqui. Sendo que fora você paga 20 doláres/euros pra despachar uma mala, mas pagando 40 a 60 dólares/euros em uma passagem aérea.

  • LuisDias

    Veja o que aconteceu com a gasolina, abaixaram uma mixaria 2 vezes e logo logo aumentaram cerca de 8%.

  • LuisDias

    Muito simples, se houvesse intenção de baixar os preços eles poderia publicar o custo por Km por Kg e também dizer o quanto vai baixar e o quanto vão cobrar por mala. Ninguém diz nada, só diz que vai baixar. Baixar em média quanto? Quanto via custar 23 kg de mala por km voado? Fora isso é acreditar em papai noel.

  • Jorge Soirefmann

    Se as regras são iguais para todos nada impede de outras empresas operarem no nosso mercado, vai me fazer acreditar que outras empresas não operam aqui por causa da obrigação de transportar bagagem … o que limita a entrada de novas empresas é a obrigação de terem maioria de capital nacional.

  • Pedro

    Ainda que se admita como correto o posicionamento da ANAC, é de se indagar onde seriam colocadas tantas bagagens de mão pesando 10kg cada uma? Os bagageiros das aeronaves em uso no Brasil, como se sabe, não comportam tal volume de bagagem…

    • Lara Monteiro

      Já é um sacrificio caber as de 5kg no bagageiro, imagine a agonia que será pra acomodar as malinhas de 10kg. Pra adotar mudanças, requer no mínimo condições adequadas para atendê-las…

  • Lara Monteiro

    Concordo plenamente!

  • Marcelo Garcia

    FATO. Afinal, A QUEM interessa a cobrança das bagagens? Novamente tentam enganar a nós, consumidores!