Patagônia Argentina – descubra os encantos e atrações da província de Chubut

Marcel Bruzadin 18 · novembro · 2014

Cenários naturais espetaculares, cidades charmosas com várias opções de lazer e a inesquecível sensação de ficar tão próximo a animais selvagens. Atrativos não faltam à Patagônia argentina e cada vez mais brasileiros descobrem o quanto a região tem a oferecer.  A convite da Secretaria de Turismo de Chubut, uma das mais importantes províncias da Patagônia, o Melhores Destinos embarcou para a região para desvendar suas belezas e paisagens de tirar o fôlego.

Conhecemos grande parte da Península Valdés e a pequena cidade de Esquel, duas regiões afastadas geograficamente, mas que oferecem muitas atividades para quem busca um contato maior com a natureza e um povo hospitaleiro e receptivo. O resultado você confere nesse post especial – já avisamos que será difícil não querer conhecer pessoalmente a região!

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A cidade de Esquel vista da La Trochita. Foto: Marcel Bruzadin

1.400km distante da capital Buenos Aires, a Península Valdés é o lugar ideal para quem sonha ficar frente a frente com animais selvagens e incomuns para nós brasileiros, como pinguins-de-magalhães, baleias-francas, lobos-marinhos e as toninhas, primas-irmãs dos golfinhos. O mais interessante dos passeios é poder encontrá-los em seu habitat natural, sem qualquer interferência do homem para sobreviverem. A oportunidade de vê-los em liberdade, diferentemente dos zoológicos e parques, é incrível.

Toda a região da Península Valdés é muito bem conservada pelo governo argentino, afinal é uma das principais áreas do planeta em termos de diversidade de fauna.

É importante ressaltar que em toda a província de Chubut, as distâncias entre os pontos turísticos são altas, portanto, prepare-se para rodar alguns quilômetros até chegar onde deseja. Mas acredite, mesmo após algumas horas de estrada, o que encontrará certamente vai valer a pena!

Veja no mapa quais as regiões em você pode encontrar os principais animais em Chubut.

Punta Tombo – Península Valdés

Para ter um contato bem próximo com os pinguins-de-magalhães, um dos animais símbolo da Patagônia, visitar Punta Tombo é essencial. A cerca de 100 km de Trelew, ela é uma das maiores colônias de pinguins do mundo e chega a abrigar mais de 500 mil aves entre setembro e dezembro.

Pinguim-de-Magalhães em Punta Tombo. Foto: Marcel Bruzadin
Pinguim-de-Magalhães em Punta Tombo. Foto: Marcel Bruzadin
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Pinguim-de-Magalhães em Punta Tombo. Foto: Marcel Bruzadin

Além do contato próximo com os pinguins, Punta Tombo possui um importante centro de informações sobre esses animais, contando sua história, hábitos e como sobrevivem na região. Apesar da ansiedade para vê-los pessoalmente, vale a pena conhecer um pouco mais sobre os pinguins antes de ter o primeiro contato com eles, assim, certamente você vai ter uma compreensão melhor de todo o ambiente.

Para avistar os pinguins-de-magalhães, o parque criou trilhas muito bem sinalizadas para que os visitantes possam caminhar e chegar próximo a eles sem interferir na vida dos animais. São trilhas largas e extensas (cerca de 4 km), mas não se espante caso alguns pinguins resolvam atravessar as trilhas bem na sua frente.

Dica: a não ser que esteja visitando a região no verão, procure levar casacos pesados, gorros e luvas, principalmente se estiver com crianças. Os fortes ventos gelados vindos da costa podem ser um problema.

A tarifa de entrada em Punta Tombo é de US$ 10 para maiores de 11 anos, de 6 a 11 anos pagam US$ 5 e crianças até 5 anos entram gratuitamente. Nessa tarifa está incluso o centro de informações e a caminhada livre nas trilhas do parque. O local também conta com um restaurante e uma pequena loja de souvenirs.

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Placa de chegada à Punta Tombo. Foto: Marcel Bruzadin

Puerto Madryn – Península Valdés

Uma das atividades mais emocionantes para se fazer na Patagônia argentina é o mergulho com os lobos-marinhos. Sem dúvida é uma experiência incrível e inesquecível. Para fazer o passeio, saímos de Trelew até a Puerto Madryn, uma pequena cidade com cerca de 100 mil habitantes mas que oferece uma boa infraestrutura para os turistas, com inúmeras agências de mergulho pelas ruas do centro.

Agendamos nosso mergulho com a Master Divers Patagonia, que oferece todas as instruções, trajes, equipamentos e o deslocamento até o encontro com os lobos-marinhos (está incluído um pequeno lanche com croissants e chá no passeio também).

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Agência Master Divers Patagonia, em Puerto Madryn. Foto: Marcel Bruzadin

Não há restrição alguma para se fazer o mergulho com os animais, até mesmo se não souber nadar os instrutores são capazes de lhe dar o suporte necessário para que possa aproveitar o mergulho com snorkel, mas se for o caso avise-os com antecedência.

Dica #1: Caso tenha a devida habilitação, negocie com a agência o mergulho com cilindro. Mas acredite, o snorkeling é suficiente para que possa aproveitar muito bem o mergulho.

Todo o passeio tem duração média de 1h30, sendo 45 minutos de interação direta com os animais e cerca de 30 minutos de deslocamento no mar.

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Mergulho com lobo-marinho. Foto: Marcel Bruzadin

 

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Lobos-marinho adultos. Foto: Marcel Bruzadin

Dica #2: As águas da patagônia são extremamente geladas, cerca de 10ºC na primavera. Embora todo o traje seja de neoprene, é importante que esteja preparado para isso.

O custo dessa atividade é de US$ 210 por pessoa e vale cada centavo.

Puerto Pirámides – Península Valdés

Dentro da Península Valdés, mais precisamente em Puerto Pirámides, este é único lugar de toda a península em que é possível avistar baleias e suas crias (entre os meses de junho a dezembro), em uma experiência única.

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A caminho de Puerto Pirámides, na Península Valdés. Foto: Marcel Bruzadin

Puerto Pirámides possui um centro bastante simples, mas que oferece boa gastronomia, acomodações e diversos passeios turísticos com agências especializadas. Toda essa região tem uma fauna incrivelmente rica, desde as famosas baleias, como as orcas, golfinhos e fósseis de invertebrados com até 9.000 anos de idade.

No dia em que estivemos em Puerto Pirámides, fizemos a observação das baleias e o que mais impressiona nessa atividade é o contato tão próximo com animais tão grandes e imponentes. Apesar de não ser possível tocá-las, as baleias e seus filhotes chegam a ficar até 2 metros da embarcação, sem dúvida é de tirar o fôlego de qualquer um.

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Baleia-franca-austral se exibindo durante o passeio. Foto: Marcel Bruzadin

Realizamos este passeio através da Southern Spirit, uma das agências especializadas. O barco em que navegamos era capaz de suportar um grupo total de 30 passageiros, comandado por um guia local e um piloto habilitado.

Fizemos a avistagem em uma embarcação comum e aberta, mas a agência também oferece o Yellow Submarine, um barco com janelas embaixo d´água em que é possível ver as baleias e seu malabarismo aquático.

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Embarcação que utilizamos para avisar as baleias em Puerto Madryn. Foto: Marcel Bruzadin
Ilustração da embarcação fechada Yellow Submarine
Ilustração da embarcação fechada Yellow Submarine

O custo do passeio varia de acordo com a temporada, mas a tarifa média é de US$ 75 por pessoa na embarcação comum e US$ 150 para o Yellow Submarine. Vale ressaltar que as crianças pagam meia.

Dica: Essa é uma atividade ideal para famílias. Se possível, leve seu filho, ele jamais se esquecerá dessa experiência.

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Baleia-franca-austral e seu maravilhoso salto nas águas de Puerto Madryn. Foto: Marcel Bruzadin

Puerto Norte – Península Valdés

Ainda rodando pelas estradas da Península Valdés, fomos até o extremo norte da península, em Punta Norte, para visitar a Estância San Lorenzo, um lugar que oferece diversos tipos de entretenimento aos turistas.

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Chegada à Estancia San Lorenzo, Península Valdés. Foto: Marcel Bruzadin

Com um clima e estrutura bastante rústicos, a Estância possui visitação aos Pinguins-de-Magalhães e um grande galpão-restaurante que oferece o tradicional churrasco de cordeiro patagônico combinado com um delicioso vinho produzido pelos proprietários. O conceito da Estância é trazer experiências aos turistas, longe dos grandes centros, para que possam experimentar a sensação de estar vivenciando a Patagônia e todas as suas características.

Além disso, a Estância possui parceria com a Argentina Vision, uma empresa que presta serviços turísticos em toda a região da Península Valdés há mais de 35 anos. O serviço é ideal para ser contratado pelos turistas que pretendem conhecer melhor as regiões da península com um guia dedicado, o que é bastante recomendado para melhor aproveitamento do tour. Os preços variam de acordo com o tour a ser realizado, mas vale como uma opção para orçamentos.

Gaiman – A cidade de Gales

Provavelmente você nunca ouviu falar dessa cidade ou vilarejo na Argentina, mas isso não quer dizer que não tenha sua importância. Com aproximadamente 6.000 habitantes e 18 km da cidade de Trelew, Gaiman é a típica cidade que parece ter parado no tempo.

Com ruas vazias e um ar de abandono, Gaiman mantém até hoje sua arquitetura e cultura do país de Gales, afinal sua fundação, em 1865, se deu por conta de colonos galeses que procuravam uma terra para fundar a Nova Gales.

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Visita à primeira casa de Gaiman. Foto: Marcel Bruzadin
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Igreja em Gaiman. Foto: Marcel Bruzadin

Por conta de seu tamanho, não há muito que se fazer em Gaiman, a principal atração é o Té Galés, o tradicional chá de Gales. Tivemos a oportunidade de visitar a Casa de Té Galés, a mais tradicional casa de chás da cidade e experimentar a tradicional refeição.

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Casa de Té Gales em Gaiman. Foto: Marcel Bruzadin

São dezenas de doces e chás, para todos os gostos. Além dos doces, são servidos também muitos pães, com diferentes tipos de geleias e manteigas, sem dúvida, uma farta refeição para os amantes de doceria.

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Alguns dos doces servidos na Casa de Té. Foto: Marcel Bruzadin

Este estabelecimento que visitamos recebeu em 1995 a Lady Di (princesa Diana) e até hoje tratam este dia com grande entusiasmo. Peças da porcelana e a cadeira que a princesa utilizou estão em exposição em um espaço dedicado dentro da casa.

Embora a pequena cidade de Gaiman seja interessante e com muita história por trás, não despenda muito de seu tempo para a visitação. A visita vale caso esteja hospedado em Trelew e possua um tempo livre para conhecer um pouco da cidade.

Dica: Caso esteja viajando com crianças, a visita a Gaiman pode ser muito tediosa.

 MEF – Museu Paleontológico Egidio Feruglio

Toda a região da Patagônia e a principalmente a cidade de Trelew, são mundialmente conhecidas por abrigar importantes descobertas paleontológicas. Por conta disso, visitamos o MEF – Museu Paleontológico Egidio Feruglio, que é hoje o principal museu de toda a região de Chubut.

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Entrada do MEF, em Trelew. Foto: Marcel Bruzadin

Sua importância é tanta que é neste local que está sendo estudado e reconstruído o maior dinossauro do mundo encontrado até os dias de hoje. Segundo os próprios paleontólogos do MEF, o dinossauro teria cerca de 40 metros de comprimento e com idade próxima a 95 milhões de anos. Sem dúvida é um privilégio estar em um museu que nos deixe tão próximo de algo tão grande e importante da história do nosso planeta.

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Paleontólogo trabalhando na restauração de um fóssil no MEF. Foto: Marcel Bruzadin
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Exposição do fêmur do maior dinossauro do mundo, no MEF. Foto: Marcel Bruzadin

Além dessa principal atração, o MEF é bastante completo no que se refere às demais informações sobre os dinossauros e a época em que viveram. Com inúmeros exemplares em tamanho real e um tour guiado por profissionais muito bem informados, o MEF é uma parada obrigatória para quem estiver de passagem em Trelew.

A tarifa para entrar no museu é de US$ 10 para adultos e crianças de 6 a 12 anos pagam US$5.

Esquel

Após ficarmos 3 dias na região da Península Valdés, pegamos a estrada rumo à Cordilheira dos Andes até a pequena cidade de Esquel, fundada ao pé das montanhas na divisa da Argentina com o Chile.

Localizada a aproximadamente 600 km da cidade de Trelew, Esquel é aquela típica cidade que abriga os turistas com muito carinho e de forma acolhedora. Por não se tratar de uma cidade de grande porte, Esquel não é repleta de hotéis de luxo, mas ao mesmo tempo dá espaço para as aconchegantes cabanas, acomodação típica da região.

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Incrível vista da cidade de Esquel com os picos nevados ao fundo. Foto: Marcel Bruzadin
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Antiga placa da cidade de Esquel. Foto: Marcel Bruzadin

As cabanas são ideais para quem viaja em família ou grupos de até 6 pessoas, e conta com cozinha própria e banheiros exclusivos por habitação. Há cabanas para todos os tipos de bolso e estilo de viajantes, desde as mais simples até as mais rebuscadas. Vale alertar também que, em Esquel, as cabanas costumam ficar mais afastadas do centro da cidade, um ponto a ser considerado, pois você dispenderá mais tempo com deslocamento. Por possuir uma estrutura mais simples, as tarifas são consequentemente melhores, em torno de US$ 100 a diária.

A cidade possui um pequeno centro urbano, onde você poderá encontrar uma maior diversidade de hotéis, restaurantes e lojas, caso tenha interesse em comprar algo. No entanto, vale lembrar que Esquel tem pouco mais de 40.000 habitantes, portanto não espere uma infra-estrutura tão grande.

Apesar disso, como dito anteriormente, no centro da cidade há alguns hotéis interessantes para viajantes que procuram um pouco mais de sofisticação e conforto, como o Las Bayas Hotel, que em alta temporada possui tarifas próximas a US$ 450 a diária.

Mas, além disso tudo, o que mais Esquel pode oferecer aos turistas?

A linda paisagem das montanhas e uma grande estrutura de um centro de Ski, chamado La Hoya, são os principais atrativos da cidade. O centro de Ski fica localizado a 13 km do centro de Esquel e permanece aberto de julho até o início de outubro, quando ainda há neve para a prática do esporte.

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Centro de Ski La Hoya. Foto: Divulgação

Com pistas para todos os tipos de níveis, La hoya é um excelente opção de entretenimento na região para viajantes solitários ou famílias. As tarifas variam de acordo com o número de pessoas e época do ano.

Um passeio muito interessante a ser feito em Esquel é o tour na La trochita, uma antiga locomotiva que percorre os mais lindos cenários da região. Essa é uma opção bacana para quem está em família na cidade, além de conhecer um pouco mais da história da locomotiva é uma atração bastante interessante.

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La Trochita, antes de iniciar o tour. Foto: Marcel Bruzadin
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Paisagem das janelas da La Trochita. Foto: Marcel Bruzadin

Para quem estiver pensando em visitar Esquel e aprecia cervejas artesanais, há um interessante local para se conhecer, a cervejaria Heiskel. Fabricada em uma pequena estrutura montada na casa do fundador Randall Williams, a sua produção conta com cervejas leves e alguns aperitivos para apreciação das bebidas caseiras. Uma boa dica para curtir uma noite em Esquel.

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Fachada da cervejaria Heiskel. Foto: Marcel Bruzadin
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Algumas das cervejas artesanais produzidas pela cervejaria Heiskel. Foto: Marcel Bruzadin

Um dos pontos fortes da região de Esquel também inclui o Parque Nacional Los Alerces. Abrangendo uma área total de 263.000 hectares e localizado na divisa da Argentina com o Chile, o Parque possui enormes lagos, montanhas e inúmeras espécies de árvores e flores, inclusive com algumas das árvores mais antigas de toda a Patagônia, com até 2.600 anos de idade e intactas até hoje.

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Magnífica paisagem na entrada do Parque Los Alerces. Foto: Marcel Bruzadin

Embora seja um ambiente de mata fechada e de acesso restrito, todo o parque é extremamente bem sinalizado e possui trilhas com diferentes níveis de dificuldade. Mesmo com a visitação frequente de turistas, o entorno do Parque faz residência para os indígenas locais, chamados Mapuches.

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Uma das paradas dentro do Parque Los Alerces. Foto: Marcel Bruzadin

Para os amantes da natureza e de paisagens cinematográficas, o Parque Los Alerces é um passeio indispensável. Aproveite também para realizar o tour pelas águas geladas dos lagos entre as montanhas e seus picos nevados.

Dica: Prepare sua câmera fotográfica e seus cartões de memória, você não se cansará de tirar lindas fotos desse maravilhoso lugar. Reserve também um dia inteiro para a visitação ao parque, além de ser afastado do centro de Esquel, o passeio pelas trilhas leva um certo tempo, apesar disso, o passeio pode ser feito também por crianças, sem nenhum problema.

Linda paisagem por entre os lagos do Parque los Alerces. Foto: Marcel Bruzadin
Linda paisagem por entre os lagos do Parque los Alerces. Foto: Marcel Bruzadin

Dica #2: Evite ir ao Parque no inverno, o frio e a neve certamente vão atrapalhar o passeio.

Se tiver disponibilidade de tempo, procure conhecer o campo de tulipas na cidade vizinha a Esquel, chamada Trevelin. Na primavera, período em que visitamos a região, é possível ver um cenário cinematográfico, com uma impressionante variedade de cores e um contraste lindo entre as montanhas e seus picos nevados.

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Campo de tulipas em Trevelin, cidade vizinha à Esquel. Foto: Marcel Bruzadin
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Contraste das diferentes cores de tulipas em Trevelin. Foto: Marcel Bruzadin

Como falamos anteriormente, apesar de não ter uma grande estrutura turística como Bariloche e outras, Esquel é uma cidade encantadora e pode ser uma excelente opção de destino exótico de férias com sua família, principalmente se tiver a oportunidade de ir na alta temporada.

Conclusão

A região e toda a província de Chubut oferecem uma boa oportunidade para quem quer fazer uma viagem diferente dos roteiros tradicionais, sem grandes centros e opções. Trata-se de uma excelente possibilidade para se conhecer um lugar fora do comum, ter experiências sensacionais, principalmente se estiver em família.

Como dissemos, fique atento e planeje bem seus passeios, as distâncias e o tempo dispendido devem ser considerados sempre, para ajudá-lo, utilize o mapa personalizado no início do post. Para não ficar refém de outros meios de transporte, recomendamos o aluguel de carro por lá, você terá maior liberdade e um melhor aproveitamento do seu tempo.

Publicado por

Marcel Bruzadin

Marcel

  • César

    Gostei do relato, principalmente da combinação de dois destinos interessantíssimos – com mar e montanha. Aguardando promoções para o destino!

  • Valeria

    Valdes e Pt Piramide foram um dos lugares mais bonitos que ja conheci!! Fizemos uma viagem incrivel para la em dezembro de 2006. Esta entre as Top Five!!! Quero muito voltar!!!

  • Fábio Viana

    O lugar é espetacular e pra quem já queria conhecer a região a vontade só aumentou. Fiquei apenas com uma dúvida, os valores citados são em dólares mesmo? :/

    • mbruzadin

      Olá Fábio!
      Sim, os preços estão todos em dólares americanos, até pra ficar mais fácil na conversão para reais.

      • Fábio Viana

        Ok Marcel, grato!

  • Tomás

    Ótima, matéria. Parabéns, MD!

  • Thaty

    A Argentina é muuuuito mais do que Buenos Aires!!! Já estivemos em toda a região centro / norte, agora falta a Patagonia… sinceramente, tinha deixado Esquel para trás…. mas vou repensar…

  • Eu tive recentemente em setembro de 2014 na Patagônia Argentina, sendo em Ushuaia, El Calafate y El Chatén (a capital do trekking).

    • Tamar

      Olá Wesley, como estava o clima em setembro por la? Estou pensando em ir em setembro (dps do dia 15) do ano que vem fazer esse mesmo roteiro mas estou preocupada de pegar lagos congelados e não conseguir fazer o Big Ice no Perito Moreno, o que vc me sugere? Melhor deixar para outubro?
      Obrigada!
      Sds Tamar!

  • Já fizemos esse roteiro. Super hiper recomendo para quem curte natureza e animais. Um dos lugares mais lindos onde já estivemos. Vale a pena voltar muitas vezes.

    • mbruzadin

      É bem isso mesmo Adriana! =)

  • mbruzadin

    Olá Thaty.
    Repense mesmo, é um lugar muito bonito e apesar de ser uma cidade pequena, vale a pena conhecer =)

  • Lin Costa

    Adorei o relato, fiquei com muita vontade de conhecer. Qual o gasto médio para um casal nesse roteiro? Como chegar lá, há algum aeroporto próximo onde possamos alugar carro? Obrigada.

    • mbruzadin

      Oi Lin!
      Bom, os gastos variam muito, de acordo com o estilo de viagem que fizerem.
      Só pra terem uma ideia, o voo de São Paulo a Trelew, por exemplo, sai em torno de R$ 1.200 a R$ 1.500 ida e volta por pessoa e as acomodações variam muito com o estilo do hotel e tudo mais, como detalhei no texto.
      De qualquer forma, acredito que o que mais pode interferir no valor total são os passeios e atividades que desejarem fazer.
      Por isso, acho que vale a pena estudar bastante o roteiro geral e o que fazer. Sem dúvida vale muito a pena conhecer a região 😉

  • Rangel

    Relato preciso! Exceto na afirmação “uma grande estrutura de um centro de Ski, chamado La Hoya”. Mesmo assim, vale a pena conhecer!

  • Tamar

    Legal!
    Por favor um guia sobre Calafate / Chaten!!! 🙂
    Incluindo os trekkings!! E o Big Ice please!!!
    Obrigada!!

  • Sandromar

    Fiquei com algumas dúvidas: para que cidade (aeroporto) eu preciso pegar o vôo? Ao chegar a melhor opção seria eu alugar um carro para circular entre as cidades?