Como conhecer Nova York gastando pouco – dicas para economizar em sua viagem

Marcel Bruzadin 1 · setembro · 2016

É possível conhecer Nova York gastando pouco? Como economizar em atrações, hotel e transporte? Que passeios e atrações gratuitas NY oferece aos turistas? Perguntas como essas chegam todos os dias à nossa caixa de e-mail, sobretudo em tempos de turbulência econômica e variação do dólar. Sim, Nova York é uma das cidades mais amadas pelos brasileiros e turistas do mundo todo, mas está longe de ser barata. A boa notícia é que é possível aproveitar que a cidade tem de melhor e mesmo com um orçamento limitado!

Nesse artigo vamos destrinchar como é possível conhecer Nova York, uma das maiores cidades do mundo, gastando pouco. E, sim, mesmo com a alta cotação do dólar, planejando sua viagem e seus passeios, você conhecerá muita coisa e sem se endividar, é claro.

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Dicas para economizar em Nova York

Para reunir as melhores dicas, o Melhores Destinos esteve novamente em Nova York a convite da NYC & Company,  com o único objetivo de desvendar quais são as principais atividades turísticas baratas e/ou gratuitas que os brasileiros podem aproveitar em época de dólar em alta.

Nova York possui centenas de atrações turísticas e culturais, e acredite, é possível conhecer muitas delas em gastar nenhum centavo. Além disso, a cidade também oferece toda a infraestrutura aos turistas de forma muito eficiente.

Para se ter uma ideia da importância do turismo para a cidade, em 2015 Nova York recebeu 58,3 milhões de turistas e o volume tem crescido cerca de 4% ao ano. Para suportar tamanha demanda de turistas de todos os lugares do mundo e de forma segura, o policiamento está por todos os lados, literalmente.

Circulando em NY

Antes de falarmos sobre as principais atrações da cidade, é preciso entender a geografia da região. Nova York possui uma população total de aproximadamente 8.5 milhões de habitantes e é composta por cinco diferentes distritos, sendo: Queens, Bronx, Brooklyn, Staten Island e Manhattan, cada uma dessas regiões são distintas e oferecem diferentes atividades.
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Abaixo fizemos um mapa navegável para que possa encontrar os principais pontos de interesse da cidade, assim poderá planejar melhor sua viagem.

Transporte em Nova York

Antes de entrarmos em detalhes sobre cada um dos locais a serem explorados, é importante ressaltar como se locomover por toda Nova York. Para que já leu um pouco mais sobre a cidade, sabe que é completamente inviável alugar um carro por Manhattan.

Nesse distrito da cidade, a grande maioria das pessoas – sejam locais ou turistas – utilizam basicamente o metrô pra tudo e andam a pé sempre que possível, isso se deve ao simples fato de que não há espaço na ilha.

Para que você possa fazer uma viagem com poucos recursos financeiros, tenha em mente que você precisará andar muito e veja isso como um aspecto positivo, você passará por locais, como pequenas lojas, cafés, galerias, restaurantes e paisagens que nem imaginava conhecer e que provavelmente não estaria no seu roteiro.

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Uma excelente dica para se locomover em Nova York é comprar um um passe ilimitado do metrô, que para 7 dias de uso custa US$31. Se com esse passe você fizer 13 viagens de metrô, o custo das passagens sai mais barato do que pagando o valor unitário de casa passagem.

A malha de trem de Nova York é invejável e extremamente extensa, ou seja, é possível chegar em qualquer ponto da cidade utilizando o metrô. Sendo bem honesto, leve sempre consigo um mapa do metrô, pois a chance de você se confundir com as linhas nos seus primeiros dias são grandes, mas nada que impeça de utilizá-lo – lembre-se, o metrô vai te levar para qualquer canto da cidade utilizando o MetroCard.

Onde de hospedar em Nova York?

Esta é, sem dúvida, uma das perguntas que mais afligem os turistas que estão programando uma viagem a Nova York e querem gastar pouco. No entanto, não há motivo para desespero: com planejamento é possível encontrar uma boa acomodação sem estourar o orçamento.

Bem, Manhattan é a região mais disputada e também a mais cara da cidade, portanto, se você pretende ficar em hotéis nessa região, saiba que pagará muito mais caro por isso, claro. A não ser que você esteja disposto a se hospedar em albergues (hostel), no entanto, neste artigo vamos focar apenas em hotéis.

Para ficar bem hospedado em Nova York e sem pagar uma fortuna com hotéis, uma das dicas mais importantes é evitar ficar nos grandes centros/bairros e procurar os hotéis próximos às estações de metrô. Lembre-se, para aproveitar a cidade será preciso caminhar muito e utilizar o transporte público com exaustão, e isso faz parte da rotina dos próprios nova-iorquinos.

Se estiver disposto a abrir mão da boa localização de Manhattan em prol de economia, procure por acomodações em outros distritos, como o Brooklyn ou Queens. Muita gente pensa que esses locais ficam afastados do agito da cidade, mas se você fica hospedados nos bairros do Queens como Long Island ou Astoria, com um trajeto de 15 minutos você chega no epicentro de Manhattan.

Outra dica muito importante para se hospedar gastando pouco em Nova York é efetuar suas reservas com a maior antecedência possível. Nada de deixar para reservar seu hotel uma semana antes da viagem!

Para os viajantes que possuem um pouco mais de flexibilidade, outra opção que pode ser vantajosa (principalmente para quem está viajando com amigos) é procurar por aluguel de casas através do AirBnb, que pode lhe oferecer excelentes opções de hospedagem, porém, sem os serviços que os hotéis costumam oferecer.

Leia mais sobre isso em onde se hospedar em Nova York, no nosso Guia de Nova York.

Atrações baratas em Nova York

Central Park

Conhecido como um dos símbolos da cidade, o Central Park é um dos lugares mais lindos de Nova York e chega a receber mais de 35 milhões de visitantes todos os anos. Localizado no distrito de Manhattan, o parque, que possui mais de 300 hectares, é repleto de árvores, lagos, monumentos, alguns animais e paisagens fantásticas. Além disso, como muitos sabem, o Central Park também já foi cenário de inúmeros blockbusters do cinema mundial, como “Esqueceram de Mim”, “Sex and The City”, “Os Vingadores”, “Homem Aranha”, entre dezenas de outros títulos.

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Um fato interessante sobre o parque é que independente da época do ano que você estiver planejando sua viagem, a visita ao Central Park é indispensável. Em Nova York as estações do ano são muito bem definidas, isso quer dizer que é possível ver diferentes paisagens em cada época do ano por lá.

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Engana-se quem pensa que é possível conhecer todo o parque em apenas um dia. Caso queria visitar os principais pontos do Central Park, reserve, se possível, ao menos 2 dias para poder realmente curtir a atmosfera do lugar.

A entrada no Central Park é gratuita e ele Park oferece muitas possibilidades para o turista que quer gastar pouco, como por exemplo o Strawberry Fields, um jardim-memorial em homenagem a John Lennon, ex-Beatle.

O lugar é um dos principais pontos do Central Park e a possibilidade de você encontrar algum fã tocando músicas do Beatles no violão é enorme. Inclusive é bem próximo ao jardim, do lado de fora, que está o Dakota Building, prédio onde o ex-líder da banda foi assassinado por um fã, em 1980.

Além disso, o Central Park pode ser considerado um dos lugares mais democráticos de toda Nova York, afinal é possível encontrar centenas de turistas, locais apresentando e vendendo suas obras (como pinturas), pessoas se exercitando, crianças e jovens praticando esportes, enfim, é um dos principais lugares para se conhecer em NYC.

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Times Square

Localizada no centro de Manhattan, exatamente no cruzamento da Broadway com a 7th Ave, a Times Square é o ponto de encontro dos turistas em Nova York e a maior aglomeração de lojas por metro quadrado da cidade. Justamente por isso que o local recebe tantos visitantes.

Para visitar a Times Square não há custo algum, já que é uma rua pública, e ela fica “aberta” 24 horas por dia, ou seja, é possível visitá-la a qualquer hora, inclusive de madrugada. Algumas lojas costuma ficar abertas até a madrugada e são dezenas de opções diferentes, desde cafés, lojas de brinquedos, eletrônicos, chocolates, roupas e muito mais.

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A Times Square é perfeita para os turistas que querem sentir o famoso clima de Nova York e observar os inúmeros painéis de LED mostrando marcas, shows, eventos e as novidades norte-americanas.

Vale lembrar também que é nessa região central de Manhattan que ficam os principais shows de teatro de Nova York, que acontecem diariamente, incluindo as peças off-Broadway, que falaremos mais à frente.

Empire State Building

Quando falamos sobre Nova York, cada pessoa tem um símbolo da cidade que vem à mente – até mesmo os que nunca visitaram a cidade – seja a Times Square, a Estátua da Liberdade, Central Park ou o Empire State Building, um dos prédios mais altos e imponentes do mundo, que também teve participação no longa-metragem King Kong, filmado em 1976.

Construído nos idos de 1930, o Empire State Building é um dos principais arranha-céus nova-iorquinos e permite aos visitantes ter uma visão panorâmica de toda a cidade, até mesmo de noite – pessoalmente acho a melhor opção. É possível visitar até o 102° andar, mas ele é cercado por vidros, o que não ajuda muito para quem quer fazer fotos da linda paisagem de Nova York. Neste caso, a visita até o 82° andar é a melhor opção para quem quer tirar fotos e sentir o vento (extremamente gelado no inverno) da cidade.

Broadway e Off-Broadway

Os espetáculos realizados na Broadway são mundialmente conhecidos, até por quem nunca esteve lá, principalmente por sucessos como “O Fantasma da Ópera”, “The Wicked”, “Cats”, “Chicago”, entre dezenas de outros, no entanto, poucas pessoas sabem ou já ouviram falar sobre os espetáculos da off-Broadway.

Bom, esta é uma das mais importantes dicas de Nova York, principalmente para os turistas que querem conhecer mais da cidade, sua cultura e gastar pouco. Os espetáculos da off-Broadway são apresentações realizadas em teatros menores, em relação às peças tradicionais, e geralmente com atrações não tão famosas, o que proporciona um custo mais baixo ao visitante.

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As dicas para economizar com os espetáculos é comprá-los em pontos que venda que oferecem descontos, como no aplicativo TodayTix  ou lojas da TKTS, que tem um ponto de venda na Times Square sempre bastante movimentado e dois mais vazios no Brookyln e South Street Seaport.

Nesta ocasião tivemos a oportunidade de assistir ao espetáculo argentino “Fuerza Bruta”, que inclusive teve breve temporada no Brasil. Podem acreditar, um espetáculo da off-Broadway não deve absolutamente nada à qualquer espetáculo original da Broadway e por um preço bem mais acessível, portanto, não deixe de conferir a tabela de espetáculos quando estiver programando sua viagem à Nova York.

High Line
Construído nos anos 30 o High Line, por muitos anos, nada mais era do que uma linha férrea localizada numa região industrial e malcuidada da cidade de Nova York, no Chelsea. Com os passar dos anos e o crescimento da cidade, os caminhões se tornaram o principal meio de transporte para as indústrias locais e portanto, a linha férrea deixou de ser usada por décadas.

Em 1999, os moradores do bairro descontentes com o abandono da ferrovia, assinaram uma petição para que os trilhos fossem removidos e área ficasse limpa, foi então que surgiu o comitê para que o local fosse estudado e transformado em um parque público. No entanto, o High Line – como parque público e suspenso, só foi inaugurado em 2009, com mais de 2 km de extensão e muito verde em meio aos prédios de Manhattan, ideal para passear com amigos, família e crianças também.

Por se tratar de um espaço público, o acesso ao parque é totalmente gratuito e é um local indispensável para se visitar quando estiver em Nova York, especialmente se estiver no verão ou primavera. Caso esteja programando sua viagem no inverno, a visita ainda vale mas esteja preparado para o frio pois o High Line fica bem próximo à margem do Rio Hudson e o forte vento do inverno pode castigar.

Chelsea Market

Localizado na mesma região do High Line, o Chelsea Market é repleto de lojas de roupas e comida, tudo isso em um ambiente completamente industrial, afinal, o mercado fora construído em uma antiga fábrica de biscoitos e atrai centenas de turistas todos os dias.

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Este é o local ideal para você e seus amigos tomarem um café, um lanche ou até mesmo fazer uma refeição completa e de qualidade em um ambiente completamente inusitado, após a visita ao High Line. Além disso, o local é ótimo para fazer algumas fotos também.

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A entrada do Chelsea Market é totalmente gratuita, paga-se somente o que se consumir nas lojas e restaurantes.

Estátua da Liberdade e Ellis Island

A Estátua da Liberdade, reconhecida pela Unesco como patrimônio da humanidade, provavelmente é o ícone máximo de Nova York e dos Estados Unidos. Não é à toa que a maioria dos turistas que visitam a cidade pela primeira vez façam questão de conhece-la de perto.

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O passeio tradicional à estátua custa 25 dólares Caso queira visitar a base do monumento ou subir até a coroa da estátua, também é possível através de um ingresso de US$ 28 por pessoa. Neste caso, é preciso comprar o ticket através do site oficial.  Fique atento, é importante verificar a disponibilidade desse ticket com maior antecedência possível, alguns relatos de turistas chegam a dizer que é preciso realizar o agendamento da visita à coroa com meses de antecedência.

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Uma outra opção para apenas observar a Estátua da Liberdade, mas sem descer
até os jardins, é pegar o Cruise Line, um barco que faz um passeio turístico por Manhattan. A diferença é que neste passeio você tem uma visão apenas pelo Rio Hudson através da embarcação, o que pode ser uma boa opção para os turistas que estão com o tempo mais curto mas não querem perder a visita.

Se a grana estiver realmente curta ou você não fizer tanta questão assim de ver a estátua de perto, a dica é pegar o ferry para Staten Island. A embarcação é apenas um meio de transporte entre Manhattan e Staten Island, mas ao longo do caminho tem-se uma visão bonita da estátua… e o melhor: o trajeto no ferry é de graça!

Outro ponto de parada ao visitar a Estátua da Liberdade é a Ellis Island, a ilha que recebeu mais de 10 milhões de imigrantes entre 1982 e 1954, todos em busca de uma vida próspera na América.

como-gastar-pouco-em-nova-york-78O edifício principal, que também pode ser considerado como um museu, apresenta diversas fotos e documentos históricos de grande parte dos imigrantes que chegaram à Nova York. Inclusive há um computador onde é possível fazer buscas por imigrantes pelo sobrenome e saber todos os detalhes de cada um deles e todos os registros, este pode ser um atrativo interessante para os turistas brasileiros, principalmente se sua ascendência for de família europeia que migrou para diversos locais do mundo.

Apesar de toda a importância histórica de Ellis Island, caso você não tenha interesse ou curiosidade sobre o assunto, a visita é dispensável. Neste caso, aproveite seu tempo nos jardins à sombra da Estátua da Liberdade e curta a paisagem que é realmente linda.

Para economizar ainda mais,aconselhamos levar o seu próprio lanche em uma mochila durante os passeios, evitando assim gastar os dólares nos pequenos restaurantes e cafés, que em locais de grande apelo turístico elevam o valor dos produtos.

The Metropolitan Museum of Art

Também conhecido como “The Met” o Metropolitan Museum of Art é um dos maiores museus de arte do mundo. Sua coleção conta com mais de 2 milhões de itens, com artes europeia, árabe, egípcia, oriental, ocidental, além de milhares fotografias, armas e armaduras de guerra.

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O “The Met” fica localizado na 5 avenida, na região central do Central Park, e portanto, muito fácil de se chegar. Para os visitantes apaixonados por esse tipo de atração, vale a dica de reservar um dia inteiro para poder curtir tudo o que o “The Met” oferece, afinal, são quase 70.000 metros quadrados de pura arte.

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O valor sugerido para a entrada do MET é US$ 25 (adultos), porém, esse valor é uma sugestão de doação e não uma obrigatoriedade. Você não precisa pagar exatamente US$25 se não quiser, é possível visitar o museu pagando US$10, US$5 ou até US$1 se assim desejar.

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Dica: O Museu oferece um áudio-guia (em inglês) gratuito para os visitantes que puderem acessar o aplicativo oficial do “The Met” pelo smartphone. Para os que não conseguirem, o museu aluga o equipamento áudio-guia por US$ 7 (adultos).

Memorial e Museu do 11 de Setembro

Este é, sem dúvida, um dos lugares mais impactantes para os turistas que presenciaram ao vivo o trágico 11 de setembro de 2001. O Memorial, construído exatamente onde estavam construídas as Torres Gêmeas do World Trade Center, consiste em duas enormes cascatas d’agua (sul e norte), com quedas de água com cerca de 10 metros de altura, envoltas por uma grande moldura de mármore contendo os nomes de cada uma das mais de 3.000 vítimas do atentado terrorista que abalou o mundo.

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Além das grandes cascatas, o Memorial também é cercado com centenas de árvores de carvalho branco, que traz o espírito de vida ao ambiente. Durante a visita, em meio às lembranças que nos vem a mente, é possível encontrar uma árvore solitária no Memorial, esta fora a única árvore que se manteve em pé, mesmo com os ataques e quedas dos prédios do complexo do World Trade Center.

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Por se tratar de um espaço público, a visita ao Memorial é gratuita.

Hoje, pelo Memorial, já é possível observar também a nova torre do complexo, o recém construído One World Trade Center, com mais de 540 metros de altura. O mais novo arranha-céu de Nova York é imponente, sendo o mais alto da América e do Hemisfério Ocidental, e conta com um observatório em seu 100 andar, uma ótima opção de tour para os visitantes que quiserem curtir a vista panorâmica de Manhattan. O custo para visitar o observatório do One World Trade Center é de US$ 32 (adultos) e US$ 26 (crianças de 6 a 12 anos de idade).

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No mesmo local do Memorial, é possível visitar também o Museu Nacional do 11 de Setembro, um local que abriga os principais fatos e histórias desse dia histórico de 2001. Logo ao entrar no salão somos surpreendidos com pedaços de aço, que originalmente eram estruturas dos prédios, retorcidos como papel alumínio.

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Em seguida a visita é conduzida numa linha do tempo, para que todos os visitantes possam acompanhar, em ordem cronológica, todos os acontecimentos referentes aos ataques daquele dia. Conforme avançamos pelo Museu, é possível escutar dezenas de áudios inéditos de vítimas em seus últimos contatos com familiares, as últimas conversas entre os bombeiros, além de áudios dos próprios terroristas dentro das cabines dos aviões.

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Além disso, o Museu retrata também a individualidade das vitimas, ou seja, cada uma daquelas mais de 3.000 pessoas começam a ter um nome e uma história, representados por fotos e até mesmo seus itens, como chaves, crachás, óculos, documentos, todos encontrados em meio aos escombros nos dias seguintes ao atentado.

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É importante dizer que a visita ao Museu é algo que choca, afinal, trata-se de pessoas, milhares delas, que morreram naquele local de forma extremamente trágica. Ao mesmo tempo, é um lugar que tem uma importância histórica muito grande no mundo e que vale muito a visita.

A entrada custa US$ 24 (adultos) e US$ 15 (jovens até 7 até 17 anos de idade).

Rockefeller Center

O Rockefeller Center é uma área comercial que reúne lojas, edifícios, área de lazer, o Radio City Music Hall e uma atração muito especial, o Top of the Rock. No local é instalada uma árvore de Natal gigante e uma pista de patinação – juntas elas são um dos maiores símbolos do Natal em Nova York!

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O Top of The Rock é um observatório que fica no alto do GE Building a 70 andares do térreo e assim como o Empire State oferece uma vista espetacular da cidade! Embora o vizinho seja uma atração mais tradicional, é no Top of the Rock que você conseguirá observar melhor o Central Park do alto.

A entrada ao observatório, que tem 3 andares e áreas a céu aberto e fechadas, custa US$32 e para melhor aproveitá-la sugerimos subir ao edifício no fim da tarde para ver a cidade iluminada pela luz do dia lá de cima, observar o pôr do sol e em seguida os edifícios se iluminando ao escurecer!

Outra dica é procurar fazer o passeio em dias úteis, em que o movimento de turistas é menor. Compre seu ingresso pela internet e marque o horário que pretende subir ao observatório, dessa forma você evita ter que esperar em filas.

Museum of Natural History
Outro dos grandes museus de Nova York, é o American Museum of Natural History, fundado em 1869. Talvez você já tenha visto imagens do lugar antes mesmo de visitá-lo; ele foi cenário do filme Uma Noite do Museu, e um dos aspectos que chamam a atenção no filme são os gigantes esqueletos de dinossauros, que realmente fazem parte do acervo do museu.

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É um museu enorme, com exposições permanentes e temporárias, que recebe mais de 5 milhões de visitas por ano. Em suas exibições os turistas podem conhecer um pouco mais da evolução das espécies animais, observar animais em extinção, aprender sobre pedras preciosas, sobre a biologia humana, ver esqueletos gigantes de animais pré-históricos etc. É um museu legal para adultos, mas que as crianças também adoram e podem aprender bastante.

O que nem todo mundo sabe é que anexo ao Museu de História Natural fica o Rose Center for Earth and Space, uma espaço dedicado ao estudo do universo e espaço. No local fica um planetário e são exibidos filmes IMAX, que têm telas com uma excelente resolução.

Amantes de história natural e de assuntos ligados ao espaço certamente terão muito conteúdo para admirar e podem facilmente passar o dia nesse museu. A entrada, assim como o MET, é uma doação com o valor sugerido de US$25. Você pode pagar o quanto decidir para entrar ao local e admirar as exposições, mas algumas exibições especiais só podem ser visitadas mediante pagamento integral.

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O Museum of Moderm Art de Nova York é mais um programa que atrai os amantes das artes. Ele é um dos maiores museus de arte moderna do mundo e reúne obras de artistas como Pablo Picasso, Andy Warhol, van Gogh, Monet, Cézanne, Frida Kahlo, etc. A obra que mais atrai curiosos nesse museu é o quadro A Noite Estrelada, de van Gogh.

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O museu abriga acervos permanentes e temporários, então sempre vale a pena olhar na internet qual será a exibição especial que o museu receberá no período de sua viagem. Como tem vários andares, nossa dica é começar o passeio pelo andar superior e ir descendo a medida que for passando pelas exposições.

Para quem se interessa por arte pode ser um passeio legal, principalmente porque seu acervo é bem variado e tem obras de estilos completamente diferentes.

A entrada ao museu custa US$25, porém, às sextas-feiras entre 16h e 20h a entrada é gratuita.

The Bronx e o New York Botanical Garden

O bairro do Bronx é, com certeza, um dos bairros que mais sofrem preconceito na cidade de Nova York. Provavelmente você nunca pensou em visitar o bairro, certo? Infelizmente, o Bronx – localizado na região norte de Nova York, é um dos locais mais pobres da cidade, mas foi aqui que nasceu a cultura Hip-Hop, onde está localizado o estádio do Yankees (principal time de baseball de Nova York), o belo e imenso New York Botanical Garden, além do principal zoológico dos Estados Unidos – o Bronx Zoo.

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Poucas pessoas sabem, mas diversos nomes mundialmente conhecidos também vieram do Bronx, como Colin Powell, Al Pacino, Edgard Alan Poe e a cantora Jeniffer Lopez. Com tantos atrativos, por que os turistas dificilmente vão até o Bronx? Infelizmente a taxa de criminalidade do bairro é mais alta do que os demais distritos de Nova York e isso faz com que muitos turistas acabem nem planejando passar por lá. No entanto, nós estivemos lá e asseguramos que há muito o que ver no Bronx e de forma bastante segura.

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Fundado em 1891, o New York Botanical Garden, complexo vizinho ao Bronx Zoo, possui mais de 1 milhão de diferentes tipos de flores em um gigantesco espaço extremamente bem cuidado e preservado. Atualmente o Jardim Botânico recebe cerca de 300.000 visitantes por ano, sendo 90.000 composto por crianças e adolescentes, e é um dos lugares de referência mundial para os estudos de botânica.

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A visita ao Jardim Botânico vale não só para os adultos, mas também para os turistas que estiverem viajando com crianças, que se encantarão com as diferentes paisagens naturais do local.

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Dentro do parque há um pequeno caminhão, que circula durante o horário em que o Jardim está aberto, e que faz o passeio por toda a extensão e alas, com paradas programadas nos principais pontos.

Como dissemos no começo deste artigo, a malha do metrô de Nova York é muito bem servida, por conta disso, chegar até o Bronx utilizando o transporte público é muito fácil e prático.

Os ingressos para visitar o Jardim Botânico custam 20 dólares (adultos) e US$ 8 dólares (crianças de 2 até 12 anos de idade).

Brooklyn Bridge

A Ponte do Brooklyn, é mais um dos símbolos eternos de Nova York, sempre presente em matérias, fotos, filmes ou nas séries americanas. Inaugurada em 1883, a Brooklyn Bridge foi a primeira ponte suspensa de aço do mundo e até hoje recebe milhares de turistas anualmente, seja para vê-la de longe ou para cruzá-la até chegar no bairro do Brooklyn.

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A construção da ponte não foi nada fácil, durante a obra – que durou mais de 10 anos – dezenas de trabalhadores morreram em virtude dos recorrentes acidentes. No entanto, hoje a ponte é um dos pontos turísticos indispensáveis para quem vai à Nova York, que oferece a possibilidade de fazer a travessia Manhattan – Brooklyn a pé ou até mesmo de bicicleta, que podem ser alugadas na própria região.

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Dica: aproveite para visitar a Brooklyn Bridge durante o dia e se possível próximo do horário ao pôr-do-sol, a vista é incrível e você pode fazer belíssimas fotos dos arranha-céus de Manhattan.

Williamsburg

Se você quer saber como é viver em um típico bairro residencial de Nova York, você não pode deixar de visitar Williamsburg, atualmente um dos bairros mais cool de toda a cidade e que oferece dezenas de opções de lazer para turistas e moradores, independente da idade.

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Ao chegar em Williamsburg, região que pode ser acessada facilmente pelo metrô, a impressão que temos é de estar dentro de um cenário de série tipicamente americana. O comércio e as residências dividem os espaços de forma harmoniosa e que automaticamente te convidam para um passeio a pé ou de bicicleta para conhecer cada uma de suas ruelas. Durante o passeio, vimos inúmeras galerias de arte, isso sem contar nos grafites das ruas, incluindo uma obra do artista brasileiro Kobra.

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Além disso, o bairro também é uma excelente opção para os visitantes que querem conhecer um pouco mais da gastronomia local, como uma excelente pizza, os bagels ou até mesmo cervejas artesanais, produzidas por micro-empresários de Williamsburg. A duas ruas da margem do Rio Hudson, conhecemos o café Devoción, onde encontramos dezenas de profissionais trabalhando em seus computadores e tomando um café tradicionalmente colombiano, num ambiente extremamente agradável e moderno, vale a pena passar para conhecer.

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Um dos pontos altos do bairro é a incrível paisagem que se tem de toda a região sul de Manhattan quando ficamos às margens do Rio Hudson, incluindo os icônicos edifícios do One World Trade Center e Chrysler Building.

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Explorar os bairros de Manhattan a pé

O melhor de Nova York é estar em Nova York e para isso não é preciso pagar praticamente nada! Há muitos bairros gostosos para caminhar, para admirar a arquitetura, observar as pessoas caminhando, fazer compras ou sentar para tomar um café.

Andar na 5ª avenida é um programa típico entre os turistas! Além de ser uma área de comércio intenso com excelentes lojas, ela é uma das áreas mais nobre de Manhattan – é lugar emblemático não apenas da cidade como do mundo!

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Depois de conhecer a tão falada avenida, reserve um tempo para admirar as lojas descoladas do SoHo parando para fazer umas compras ou ir até Chinatown e se surpreender como parece até outra cidade. Caminhar por Chelsea, observar suas galerias ou assistir ao pôr do sol sentado nas cadeiras do Hudson River Park também é uma ótima pedida!

Outra rua que vale uma visita é Wall Street, em Lower Manhattan, com direito a uma paradinha no Charging Bull, uma estátua de touro que segundo muitos dizem oferecer sorte a quem tocar nos seus testículos.

Grand Central Terminal

Conhecida por Grand Central, essa histórica estação de trens de Manhattan é muito mais do que um mero ponto de embarque e desembarque de pessoas. A estação foi inaugurada no início do século XX e pela quantidade de linhas e plataformas que alimenta ela é considerada uma das maiores estações do mundo!

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A estação abriga vários restaurantes, lojas, supermercado e até uma loja da Apple. Seu salão principal, que tem uma deslumbrante pintura no teto e uma enorme bandeira dos Estados Unidos, já foi por inúmeras vezes cenários de filmes.

Roosevelt Island

A Roosevelt Island é uma ilha no East River, localizada entre Manhattan e o Queens. É um lugar bastante próximo de tudo que acontece em Manhattan e ainda assim super sossegado. A ilha rende um ótimo passeio de bicicleta e oferece lindas paisagens, de um ponto que muitas pessoas não têm a oportunidade de observar.

Chegar ao local já é uma atração, pois o acesso pode ser feito com um bondinho, que já apareceu em gravações do filme Homem Aranha. A vista ao longo do passeio é muito bonita e revela um pouco da mistura que é Nova York, uma selva de pedra, mas com áreas verdes. O bonde faz parte do transporte público, então basta utilizá-lo como se fosse uma extensão do metrô ou ônibus. Se você tiver um passe de transporte, melhor ainda, porque o trajeto sai de graça.

Por não ter muito comércio e ser uma área residencial, o passeio é muito tranquilo. Nossa sugestão é visitar tanto a ponta ao norte da ilha quanto ao sul da ilha, onde está um memorial dedicado a Franklin Roosevelt.

Coney Island
Coney Island é uma península do Brooklyn e um lugar popular para passear nos fins de semana.

É um local muito agradável e ideal para fazer um programa diferente em NY. Coney Island tem uma praia, que embora tenha água gelada fica animada no verão, um calçadão agradável para caminhar ao ar livre e um píer onde alguns moradores se reúnem para pescar.

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A região ainda abriga um parque antigo, que já foi cenário de diversos filmes novaiorquinos, o Luna Park. Se você é do tipo que gosta de aventura, encontrará atrações com mais emoção, mas se prefere algo mais tradicional, pode aproveitar a oportunidade para dar uma volta na roda-gigante! 

Existem vários restaurantes na região e nossa dica é experimentar o cachorro-quente do Nathans Famous, estabelecimento muito tradicional, que todos os anos organiza um concurso para avaliar quem come mais hot dogs… o número dos ganhadores é impressionante e ultrapassa 70 cachorros-quentes!

City Pass
Com tantas coisas para ver e fazer, pode valer a pena comprar o City Pass, que é um passe que inclui entradas para as principais atrações da cidade e deslocamento no metrô. Com isso você pode conhecer a cidade por conta própria, economizando e visitando as atrações quando achar melhor, sem precisar encarar fila para comprar ingressos quando quiser visitá-los.

Com o CityPass você tem direito ao MetroCard (bilhete de metrô) para uso ininterrupto por 9 dias consecutivos a partir da data do primeiro uso. O custo do CityPass é de US$ 116 dólares por adulto e US$ 92 para jovens de 6 a 17 anos de idade.

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Além disso, ao adquirir o CityPass você também recebe voucher de entrada gratuita nos principais pontos turísticos da cidade. Veja todos os locais que o CityPass lhe dá acesso gratuito:

– Empire State Building
– Museu Americano de História Natural
– The Metropolitan Museum of Art (“The Met”)
– Top of the Rock ou Museu Guggenheim
– Estátua da Liberdade e Ilha Ellis ou Cruzeiros da Circle Line
– Memorial & Museu do 11 de setembro ou Museu Intrépido do Mar, Ar & Espaço

O CityPass é um excelente ponto de partida para garantir o seu meio de transporte pela cidade, conhecer os principais pontos turísticos de Nova York e claro, economizar seu dinheiro enquanto se aventura por essa cidade fantástica!

E você? Tem mais dicas de passeios baratos em Nova York? Compartilhe nos comentários e ajude os outros leitores a planejar suas viagens!

Publicado por

Marcel Bruzadin

Marcel

  • Frederico Leite

    Saudades… só isso…

  • PPKX XD ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

    Só faltou o Intrepid Museum

  • Lucio Daou

    O guia está ótimo!
    Porém, o Empire State é uma grande furada se a questão for só a vista da cidade. O Top of the Rock é mais barato, menos burocrático e mais prático, e dele dá pra ver o Empire State, deixando as fotos bem bacanas, especialmente à noite.

    Quanto aos passes, por favor detalhem melhor, pois há dois passes com nomes muito parecidos, o “New York Pass” e o “New York City Pass”. E estes não são os únicos passes também:
    O NY City Pass se baseia num pacote fechado de atrações, com uma mínima possibilidade de escolha e inclui o Metropolitan, cujo valor de entrada é uma doação, não precisa ser 25 dólares;
    O NY Pass se baseia num limite de tempo definido em quantidade de dias, ao longo dos quais se pode ir a qualquer uma das atrações oferecidas, mas é BEM caro;
    O Explorer Pass se baseia num limite de número de atrações, em que se pode ir a qualquer uma das atrações oferecidas;
    E há também o Explorer Pass customizado, em que você escolhe quais atrações deseja ir, com um desconto de 25% a partir de 4 atrações.

  • Matheus Kise

    Excelente matéria. Deu até vontade de ir mais uma vez pra lá. =p

  • Rodolfo

    Pesquisem bastante por hoteis em Manhattan…Ficamos no Fairfield Inn by Marriot, na rua 37 entre a 6 e 5 Avenidas…ou seja, “no quente da ilha” por 110,00 dólares a diária para quarto quadruplo (pouco mais de 25 dólares por dia/por pessoa)..Ahh com café da manha incluido…uma pechincha! Bairros mais afastados são mais baratos, porém a distancia de deslocamento não compensa! Tudo acontece em Manhattan (ou pelo menos 80%).Vão por mim! Até as corridas de taxi e de Uber saiam baratas pela localização! Foram 10 dias inesquecíveis!

    • Helen

      Bacana Rodolfo em que época você ficou no Fairfield Inn by Marriot? Você reservou diretamente por eles?

  • Catarine Matias

    Olá, alguém acha que vale ficar em New Jersey e ficar pegando o ferry pra Manhattan todos os dias? Eu estou vendo que tem hotéis bons por lá que seria só pegar ferry (em torno de 10 min de travessia) para estar em Manhattan. Minha outra opção também seria o Financial District, vi que da em torno de 17 min de metrô pro miolo de Manhattan. Como estou pesquisando de última hora, os hotéis com boa localização estão super caros, coisa de 900 reais a diária… as opções boas e mais em conta, coisa de 500 reais a diária, são essas que mencionei, New Jersey ou Financial District.

    • Thiago Fernandes

      Quando será a sua viagem?
      pesquise Hostels, as vezes é uma saída necessário aos altos preços dos hoteis “comuns”.
      Olhe a linha YMCA de Hostels, as taxas/impostos são bem mais baixas.

  • Marianne Rangel

    Não está incluído não. veja: É o transporte incluído no New York CityPASS?
    O New York CityPass não inclui transporte. Recomendamos um MetroCard e também incentivá-lo a usar o CitySights NY Hop-on Hop-off tour de desconto.

    • Kely Michel

      Obrigada!

  • Aristeu Melo

    Só faltou uma coisa: Café no Starbucks….Nao tem nada mais legal do que parar pelo menos umas 3ou 4 vezes por dia nos cafes e ficar vendo os novaiorquinos pegando o seu café e correndo para o trabalho, andando a esmo, é realmente uma maravilha para quem gosta tanto de café como eu…kkkkkkk. Brincadeira, as dicas ficaram muito boas e deu vontade de voltar a NYC. Valeu.

  • Marcos

    Peguei filé quando usei o “compra às cegas” do Hotwire. Filé de hotel e de preço.

  • Michel Bruno

    Alguém sabe de um bom outlet perto do Central Park? Eu vou ficar na Amsterdam Av..
    Obrigado.

    • Daniel Petrechi

      Michel, você vai ficar no Hi NYC Hostel?

      • Michel Bruno

        Vou sim.

        • Daniel Petrechi

          Quando você vai?

          • Michel Bruno F. Peters

            Infelizmente só 5 dias. Chego dia 4 e ficarei até o dia 9. Vou ficar mais em Detroit. Bora topar em NYC. Você vai que dia?

          • Daniel Petrechi

            Vou apenas em novembro. Em NY de 23/11 a 01/12, antes disso passo por Los Angeles e Washington.

  • Bárbara Adele de Moraes

    Oi Catarine! Eu achei um fórum em inglês das pessoas contando quais hotéis haviam “tirado” na compra. Além disso procurei no Google hotéis na região q estava comprando e q poderiam estar na seleção do hotwire. As estrelas não correspondem à classificação oficial do hotel, mas ao como os hóspedes classificam-no. Eu diria que é um modo meio aventura…rs