Governo estuda aumentar para 1.000 dólares limite para compras em free shops!

Leonardo Cassol 16 · junho · 2017

O Governo Federal está analisando uma proposta para dobrar de 500 para 1.000 dólares o valor de isenção de impostos para compras em free shops para os passageiros que desembarcam em voos internacionais no Brasil. A informação é da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo.

O atual limite é o mesmo desde 1991 e já estaria defasado, de acordo com a Dufry, concessionária que opera 33 lojas do gênero nos principais aeroportos brasileiros. A mudança traria um acréscimo de R$ 320 milhões em impostos que incidem sobre o faturamento das lojas, afirmou a rede.

Com um limite de 1.000 dólares, por exemplo, seria possível vender o modelo mais caro de Iphone sem impostos nas lojas de free shop. Mas isso não quer dizer que o preço seria igual ao dos Estados Unidos, já que outros eletrônicos que ficam dentro do valor da cota atual não custam barato nas lojas dos aeroportos.

Em busca de apoio à proposta, a Dufry teria oferecido colocar uma seção de produtos brasileiros em suas 2.700 lojas espalhadas pelo mundo, em mais de 65 países.

E você, gostaria de ter uma cota maior para compras no free shop brasileiro? Ou acredita que nada seria melhor do que aumentar a cota de isenção para compras no exterior, que também é a mesma desde mil novecentos e antigamente? Comente e participe!

Autor

Leonardo Cassol - Editor Editor e especialista em programas de fidelização do Melhores Destinos.
  • Ricardo

    Mais que o limite do duty free, o governo deveria reajustar o limite de 10 mil Reais em dinheiro que se autoriza a entrar ou sair do país sem declarar. O dólar dobrou mas esse limite continua igual, pra poder arrecadar IOF. Deveria ser como em quase todo o mundo, 10 mil dólares.

    • Cayo Bezerra

      Concordo tbm

    • AndreL

      Não vejo o por quê. Se for o caso, que reduzam ou eliminem o IOF. Declarar evita e previne uso de dinheiro sujo, ou que a pessoa ganhou trabalhando mas não pagou IR da pessoa física ou jurídica, ou serviço faturado sem nota, em viagens internacionais.

      • Ricardo

        Limite tão pequeno, de 3 mil dólares, não é normal em lugar nenhum do mundo. Talvez na Venezuela…É ótimo para pegar turista estrangeiro desprevenido.
        O limite de 10 mil dólares se usa em países muito mais exemplares no combate à lavagem de dinheiro que o Brasil. Na Europa é 10 mil Euros.

        • Marcus Vinicius Cavalcanti Soa

          VERDADE, COMO NOS ESTADOS UNIDOS E COMUNIDADE EUROPÉIA.

        • Pois é. E na tão criticada Colômbia, também são 10mil dólares.

      • Fabio

        Risivel ese argumento. Como de 3k dolares fosse impedir evasao de divisas ilegais.

    • Renato Matos

      Concordo, limite ultrapassado.

    • LuisDias

      Super apoiado, podia aumentar também os $500 da bagagem.

    • Carlos Gomes

      Salvo engano não há limite para entrar ou sair, só é necessário “declarar” se for sair com valor superior a esse, no caso se a pessoa possua renda com origem legal não vejo o problema em fazer a declaração de tal valor.

    • Marcus Vinicius Cavalcanti Soa

      GRANDE VERDADE. TUDO ISSO TORNA O BRASILEIRO UM REFÉM DESSA SANHA ARRECADADORA DOS GOVERNANTES E, NÃO TEMOS A QUEM APELAR, POIS OS PARLAMENTARES QUE ELEGEMOS, SO PENSAM EM SE DAR BEM COM O MANDATO QUE LHE OUTORGAMOS.

  • Cayo Bezerra

    Sem sombra de dúvidas que o melhor seria o aumento da cota de compras no exterior,muitos produtos nos Free shops são mais caros que nas lojas.

    • Helder Jean

      Também prefiro o aumento da cota para compras no exterior. Raramente vi preços interessantes em free shops.

    • RABUGENTO SFQNS

      Há 10 anos até valia a pena fazer alguma compra nos Free Shoppings brasileiros.
      Acontece que essas lojas produziram uma inflação em dólar absurda.
      Exemplo está em alguns perfumes que custam nada menos que o dobro do preço da origem.
      Vinhos também. Tenho o exemplo em um vinho que paguei € 15,00 (incluindo o tal IVA de 23%) e está à venda no pseudo Free por US$ 38.00 a garrafa. Até o fiscal da RF fez questão de mostrar a nota do que paguei para os colegas.
      Resultado: Viajantes hoje só param no desembarque para comprar alguma coisinha que esqueceram ou tiveram preguiça de carregar.
      Sinto-me até mal vendo os vendedores perfilados vendo prováveis clientes passando direto.

  • Eros Alexandre

    O ideal seria aumentar as cotas do exterior. Temos vários produtos muito melhor que aqui e que custam US$ 550 ou 600 e ficamos com receio.

  • Francisco Teixeira da Costa

    No Free Shop compro no máximo um vinho que estiver em promoção, perfume e um tempo atras comprava chocolate. Hoje nem o chocolate. Acho tudo muito caro.

    • RABUGENTO SFQNS

      Chocolates então estão mais caros do que em nos nossos supermercados pagando os impostos.

  • Marcio Correa

    Esta passando da hora de rever/ajustar, para valores superiores, todos estes limites em função da desvalorização do real. Não muito, somente o suficiente para turistas não terem de ficar passando por constrangimentos ao trazerem mercadorias sabidamente para uso pessoal, mas que na maioria das vezes extrapolam $ 500,00. Tem de aumentar o limite de compras no exterior, tanto por via aérea, como terrestre e fluvial. Aumentar o limite de saída de dinheiro em espécie e, como na matéria, muito boa por sinal, aumentar o limite no free shops tanto no embarque, cota de compra no exterior, como no desembarque. Estes limites, eram razoáveis, no meu modesto entender, nos tempos de real a 1,80. Nos últimos 20 anos o real praticamente dobrou, em relação ao dólar, e os preços no exterior tiveram aumento, ainda que pequeno, mas tiveram, afinal nos EUA, Europa, Japão etc., tem inflação também. Tudo bem que em 20 anos é quase a mesma nossa em 2 ou 3 anos, rs.

  • Cidadão

    Os preços dos Free Shops estão caríssimos. É claro que seria melhor aumentar a cota de isenção para compras no exterior e baixar o IOF do cartão. Isso aí tá com cheiro de lobby

  • C_Vil

    Pode deixar em 500, assim ja quebra logo o Duty Free que somente explora os viajantes cobrando o dobro do preço la de fora.

  • Renato Matos

    A Dufry jogou pra imprensa e consequentemente para o público, algo que seria maravilhoso na época do dólar a 1,60, mas jogou no momento errado, de dólar alto e retração nas viagens internacionais, fora o desequilíbrio no balanço financeiro, acho meio difícil essa de aumentar em 320 milhões a arrecadação com impostos ter coerência (não são livres de impostos?) quanto a promessa de colocar uma stand de havaianas por 20 dólares o par isso já deviam ter feito a tempos.

    • THE GUNSLINGER

      Os produtos são, o faturamento da empresa para IR não.

  • Edgar Luiz Gomes

    Acho um verdadeiro absurdo o governo querer taxar compras que são feitas para uso do próprio viajante. O mais correto serio um limte como praticado na grande parte do mundo $10.000,00 dólares e começarem a fazer uma vistoria na receita apenas com pessoas que sejam suspeitas de estarem trazem mercadorias em grande quantidade para o intuito de revenda.O processo de vistoria pela Receita Federal na grande maioria dos aeroportos é feito de forma inadequada e muitas vezes humilhante para os passageiros.

    • Leandro Moreira

      Não conheço nenhum país que tenha um limite de isenção de 10 mil dólares para compra no exterior. Realmente nosso limite de isenção de 500 dólares é baixo, mas 10 mil? Aí seria tornar 90% dos viajantes muambeiros.

      • Edgar Luiz Gomes

        Estados Unidos e México são dois exemplos. No papel que a gente preenche na imigração são é obrigatório declarar bens caso excedam o valor de $10.000,00. E como falei acima, passar as malas em raio-x você consegue saber a quantidade de coisas que uma pessoa esta trazendo, caracterizando ou não as compras como uso pessoal. Se você viaja e quer trazer um Macbook por exemplo isso entra na sua cota e só ele já custa mais de $1.000,00 facilmente. Ou se aumenta o limite ou aumenta os itens que são permitidos trazer 1 por viajante independente do valor, como é o caso de relógios, câmeras e celulares.

        • Allan Patrick

          Se você chegar na Europa com 6 L ou mais de cachaça (que é bem menos de US$ 500), já tem que declarar e pagar imposto.

          • LuisDias

            Você está particularizando para um item. Há lugares onde realmente o limite para bebidas alcoólicas é diferente do limite geral.

        • Gilberto

          Se voce for residente nos US, nao pode ingressar com bens acima de 800 USD sem declarar, pois acima desta cota paga se imposto, sim, como em qualquer lugar. E no mesmo formulario para visitantes se questiona se ha intencao de deixar bens adquiridos no exterior em solo americano e sao aceitos, se nao me engano, como presentes ate o valor de USD 100. E depois de pega a mala e passar pra entregrar aquele formulario, os agentes da aduana verificam, se acharem necessario, a mala, tanto que residentes ja vem com as notas na mao para comprovar de imediato a legalidade das compras. Na Alemanha, residentes tambem tem cotas isentas de imposto de ate 480€. Entrou com mais de 10.000 euros em especie e bens acima do valor de 480€, tambem eh obrigado a declarar.

          • LuisDias

            No Panamá é U$6.000,00.

  • A Dufry é a única loja freeshop aqui no Brasil? Viajei para os EUA e vi que lá havia outra(s).

  • SirNiXXon

    Mais uma demonstração clara do que acontece hoje no Brasil: priorizar apenas o empresariado sem considerar reais benefícios à população e ainda vender a mudança como “boa notícia”, como “boa para todos”. Os argumentos usados para se aumentar os limites nos duty free são exatamente os mesmos para aumentar a franquia do que podemos trazer de fora, com a diferença que aumentar a franquia seria realmente uma mudança positiva, enquanto dobrar o limite dos duty free só vai ajudar o empresariado e os patos a gastarem mais grana: tem anos já que não vale a pena comprar nada em duty free brasileiro.

  • LuisDias

    Mas é “burrocracia” desnecessária.

    • Allan Patrick

      Pelo contrário, declarar diminui a burocracia. Temos o caso de uma amiga portuguesa que comprou um imóvel aqui no Rio Grande do Norte e agora está tendo problemas porque não tem como confirmar a origem do dinheiro. Se ao invés de fracionar os euros que trouxe da Europa em diversas viagens, ficando abaixo do limite para declaração, tivesse trazido de uma só vez e declarado à Alfândega, teria como comprovar facilmente a origem dos recursos.

      • LuisDias

        É de se suspeitar que esse dinheiro era de origem duvidosa. Pois trazer dinheiro em várias viagens para compra de apartamento é meio estranho. É muito mais fácil abrir uma conta no Brasil, obter o swift code e enviar um wire.
        Houve casos, aqui no Rio de Janeiro, onde fizeram a declaração de trazer valores o foram assaltados próximo a saída do aeroporto. A investigação mostrou que alguém passava informação.

      • LuisDias

        A declaração que está entrando com os dólares não valida a origem do dinheiro. Se é dinheiro lícito, a fonte do dinheiro é justificativa.

  • LuisDias

    Não mantém, basta ver os preços que cobram no dutyfree de saída.

  • Itamar Maciel

    Aha como seria bom!!!kkkk

  • Igor Beleza

    To esperando o Governo baixar até hoje o IOF de 6,38% do cartão de crédito. À época disseram que era pra segurar a cotação do dólar, que estava muito baixa e tal. O dólar aumentou a o imposto continua… Duvido o governo abrir mão de receita assim, fácil, infelizmente.

    • Fabio

      Mas se reduzirem o IOF como vao financiar as propinas?

  • LuRodamilans

    Enquanto nós, meros mortais temos “limites” de gastos, as malas com milhões andam circulando por aí, afinal, políticos não tem entram nessa “cota”.

  • Mariluce Remedy Dos Santos

    Sim, essas lojas todas pertencem a quem ?
    alguém muito influente que certamente se beneficiará , possivelmente políticos brasileiros, ou não ? Por qual motivo não aumentam o valor pra fazermos compras fora do País então ? Não está defasado , já que 500 dólares hoje não vale mais nada para comprar fora daqui ?

  • Fernando

    Em relação a cotas no exterior não faz muito sentido.. já que são para compras fora do Brasil.

    A inflação dos eletrônicos e vestuário nos EUA foi irrisória nestes anos.. possivelmente em 1995 você não comprava um notebook por 500 dólares.. hoje você compra, por exemplo..

    • Marcus Vinicius Cavalcanti Soa

      UM NOTE BOOK COMPRA POR MUITO MENOS, A PARTIR DE 150 DOLLARES EXISTEM VÁRIOS DISPONÍVEIS.

  • Deyvisson F. R. Almeida

    HAHAHAHAHAHAHA

  • Deyvisson F. R. Almeida

    Para continuarem cobrando o que cobram em produtos ultrapassados? Complicado.

  • Jonathas

    O melhor seria aumentar também a cota para compras no exterior, já que nesse formato a opção ficaria para o viajante, ao invés de simplesmente beneficiar uma única empresa – a Dufry.

  • World Traveller

    1000 reais de duty free é bullshit, Duty Free é bullshit. Eles tinham de aumentar é a quota mesmo, de compra no exterior, pra 1000 dólares, e não o duty free que não vale de nada.

    • Marcos

      Corretíssimo! E ainda mostrou sua indignação no mais autêntico estilo gringo rsrs!

    • Gianluca Araújo Santos

      Errado o preço da duty é pouca coisa a mais que nos USA.A menos se for comprar usado. Bom é uma mão na roda pagar 50 US$ voltando da viagem em um item que seria taxado por ter passado limite de 500US. Ai compra aqui por pouca coisa a mais que renderia bem mais do que pagar 60% do produto na taxação.

      • World Traveller

        Não sei quais Duty Free vc frequenta, mas não é pouca coisa a maos não, é MUITA coisa a mais que nos EUA. Mas quando eu disse que Duty Free é bullshit não é pelo fator preço. Duty Free é bom pra quem comprar bebidas comuns, cigarros comuns e chocolates comuns. Sai disso, não tem muita coisa que preste. Os eletrônicos são poucos e ultrapassados, com preços nada competitivos, por isso Duty Free é Bullshit.

      • LuisDias

        Chega a ser 50% à mais no Dutyfree.

  • Luis Otavio Porfirio

    Deveria reajustar também a tabela de carros para deficientes, também conhecida como vendas especiais, a quase dez anos que a mesma está congelada.

  • Kézia Nascimento

    Sem dúvida, muito melhor seria aumentar a cota de isenção para compras no exterior, pois os preços de free shop
    no Brasil não são nada camaradas!!

  • Particular Risk

    Com todo respeito, “Free Shop” é uma enganação no Brasil. Cobra-se muito mais caro que o normal pois aproveitam que as pessoas ainda estão no “espírito consumista” da viagem. Simplesmente não vale a pena…

  • Ricardo Cubas

    O que eu gostaria mesmo era isenção de imposto de importação para todos os produtos que fossem comprados no exterior via internet. Aí seria sonho de consumo!

  • Gilmar Piauhy Dos Santos

    Alguém…???

  • Marcus Vinicius Cavalcanti Soa

    INFELIZMENTE, O CIDADÃO BRASILEIRO NÃO SABE VOTAR E ELEGE REPRESENTANTES QUE IRÃO TRABALHAR CONTRA NÓS.TUDO QUE FOR PARA BENEFICIAR A POPULAÇÃO, ENCONTRA BARREIRAS DA PARTE DO GOVERNO,CUJA AVIDEZ EM ASSALTAR O BOLSO DOS CONTRIBUINTES É SEM LIMITES.ESSAS COTAS DE PSEUDOS BENEFICIOS, POIS NA VERDADE OS PREÇOS PRATICADOS PELOS DUTTI FREES, SÃO SEMPRE MUITO MAIORES DO QUE SE COMPRA NO EXTERIOR, ENCONTRAM-SE CONGELADAS HA LONGOS 16 ANOS, TORNANDO ESSA ISENÇÃO ,VANTAGEM DE POUCA MONTA. A COTA PARA AQUISIÇÃO DE BENS NO EXTERIOR,QUE TAMBÉM SE ENCONTRA CONGELADA HÁ MUITO MAIS TEMPO, DEMONSTRA TODA A FALTA DE CONSIDERAÇÃO DA PARTE DO GOVERNO PARA COM OS CIDADÃOS B RASILEIROS, QUE, SÃO VÍTIMAS DAS MAIS DESUMANAS E ESCORCHANTES ALICOTAS DE IMPOSTOS,QUE, EM MUITOS CASOS,TEM EFEITO CASCATA, IMPOSTO SOBRE IMPOSTO, SEM QUE NADA LHE SEJA RETRIBUIDO EM TERMOS DE SERVIÇO PÚBLICO.aSSIM COMO AS TABELAs de isenções do imposto de renda, que nunca são atualizadas, embora a inflação seja constante do país. o que torna o cidadão brasileiro, principalmente o da classe média, vítima maior dessa avidez tributária de tudo que é governo que tenha dirigido o país nos ultimos 30 anos. AS COMPANHIAS AÉREAS, RESPALDADAS PELA ANNAC, JÁ ESTÃO PRATICANDO AS NOVAS BENESSES QUE LHES FORAM DESTINADAS E COBRAM PELA BAGAGEM E AGORA PELOS ALIMENTOS E ATÉ ÁGUA SERVIDA A BORDO. CONTUDO, COMO JÁ SABIAMOS, NÃO HOUVE REDUÇÃO DO PREÇO DAS PASSAGENS, AUMENTANDO O LUCRO DAS EMPRESAS POR INICIATIVA E RESPALDO POR QUEM DEVERIA DEFENDER O CONSUMIDOR, A PARTE MAIS FRACA NESSA RELAÇÃO COMERCIAL. ISSO É UMA VERGONHA.

    • Jonas L

      Entendo a sua indignação, mas digitar em CAIXA ALTA faz com que ninguém leia o seu texto.

    • Ranieri Queiroz

      Concordo plenamente!

  • SirNiXXon

    Olha, essa história de concorrência é muito bonitinha, mas na prática é mais provável que os concorrentes entrem num acordo de cavalheiros e mantenham tudo igualmente caro, do que começarem uma guerra de preços que vai dar prejuízo pra todos (exceto para os consumidores). Isso é estratégia corporativa básica.

  • Adriana Desconsi Giordani

    Prefiro que aumente a cota de isenção para compras no exterior, pois comprar nos Dufry continua sendo muito caro.

  • LuigiPaolo

    Sim, já comprei meu gadgets no exterior e aproveitei viagens para renovar guarda roupas. Mas intimamente acho que a cota de isenção de impostos é mais um privilégio para os privilegiados. No mínimo, é uma vantagem pontual para um sério problema estrutural (excesso de impostos). Depositamos inconscientemente nas compras com vantagens uma certa compensação para a “culpa” com os gastos de viagem.

  • Cigarro é barato no Brasil. Mas no Free shop é 20% do valor (80% mais barato) que nos EUA, e ainda mais barato que na Europa. A melhor compra do Free Shop é cigarro.

  • Alexandre Martins

    Certamente a Dufry é de gente muito influente. Se eles forem genero$o$, conseguirão esse aumento de cota.

  • jorge moraes

    Como a duty free paga os impostos ao governo? Essa história que é produto livre de impostos é balela.

  • Dorgival

    Teremos preços melhores quando as pessoas pararem de pagar o preço que estão cobrando.

  • Fabio

    E o valor da cota de isencao que eh de 1981?

  • Hugo Leonardo

    A imensa maioria das pessoas poderiam comprar o mesmo produto no país que ela estava mais barato do que na Dufry. Mas sempre que passo na Dufry, as filas são enormes mesmo, sempre tem a pessoa que compra algo de última hora, talvez com o dinheiro que sobrou, não sei. Mas nunca vale a pena comprar eletrônico, roupa, chocolate nessa loja =/

  • Leandro de Souza Ferreira

    Isso não vai ocorrer (infelizmente) porque o governo está trabalhando para aumentar arrecadação, logo isso iria na contramão.

  • Allan Patrick

    Marcos, depende do destinatário da transferência. Se for para depósito em conta da própria pessoa física que está fazendo a remessa, não há imposto de renda (exceto, creio, para remessa cujo destino seja país considerado paraíso fiscal pela Receita Federal). Se há ounão imposto de renda na fonte no destino, vai depender da lei do respectivo país. Para EUA, temos o caso do BB Américas (de propriedade do Banco do Brasil), com inúmeros relatos de sucesso tanto no melhores destinos como em outros sites pela internet e, ao que tudo indica, lá não se paga imposto de renda na fonte no crédito dessas transferências.

    • Marcos

      Bem lembrado o BB Americas, só que este é “bem tranquilo”, dá para se fazer a transferência para lá estando por aqui mesmo, ou seja sem uso de cheque. Ele é meio que uma extensão da agência brasileira numa versão dolarizada. É uma ótima solução para uso internacional sem o inconveniente do IOF. Minha pergunta, Allan, se referia a fazer uma viagem internacional, abrir conta num banco local e fazer um depósito lá em cheque (não transferência), algo como R$ 500 mil, a dúvida é se seria tributado aqui por essa “saída de divisas” representada pelo cheque depositado lá fora.