Fui barrada na imigração americana: a primeira vez na temida “salinha” e dicas para evitá-la

Monique Renne 23 · abril · 2014

Passagens compradas, hotéis reservados, passaporte válido e visto ok! Dinheiro na carteira, cartão de crédito internacional, ficha limpa e emprego fixo. Nada poderia dar errado… Será mesmo?  

Já estive sete vezes nos EUA e nunca passei por problema na imigração. Já viajei com excursão,família, amigos, namorado, sozinha e com um grupo de jornalistas. Sempre passei ilesa pelo pequeno interrogatório na saída do avião. Já conversei com o agente da imigração sobre caipirinhas, dei dicas de como conseguir um apartamento tão barato na Central Park West e, de curiosa, já perguntei como ele tinha um português tão bom (o agente em questão falava nove línguas). No final o resultado era sempre o mesmo: seja bem-vinda! 

Imigração na chegada aos Estados Unidos (foto: divulgação U.S. Customs and Border Protection)
Imigração na chegada aos Estados Unidos (foto: divulgação U.S. Customs and Border Protection)

Desta vez foi diferente. O aeroporto era o de Atlanta. Voo direto de Brasília. Cheguei como sempre chego: com sorriso no rosto, simpatia e um inglês razoável. “Good morning, Sir!”  As perguntas eram as de sempre: para onde vai, quanto tempo vai ficar, quanto dinheiro está trazendo. Porém o número de perguntas começou a aumentar.

Já passava do padrão que eu estava acostumada. O agente insistia no fato de eu estar viajando sozinha. Expliquei que estava acostumada a viajar sozinha. Os carimbos no meu passaporte entregam que eu viajo muito. Ele quis saber o porquê. Expliquei que sou fotógrafa e viajo a trabalho.

_ Então você está aqui a trabalho?

Não exatamente! Meu trabalho é ser turista! Que azar! Fui condenada por ter o trabalho de turistar.

_ Vai fazer o que em Vegas? Está com o seu equipamento? Conhece alguém nos EUA?

As perguntas foram aumentando e aquela tensão pareceu uma eternidade pra mim. Respondi tudo calmamente, sem gaguejar! Até que chegou o temido momento de não ter o meu passaporte carimbado com a data de entrada nos Estados Unidos. Pela primeira vez ele foi colocado em uma pasta de plástico e entregue a outro agente.

_ Acompanhe este senhor, por favor.

Imigracao-estados-unidos

Pronto! Deu tudo errado! O que eu falei? Ou o que eu não falei pra ter dado errado? Passa de tudo na cabeça. Enquanto eu acompanhava aquele senhor simpático (que tentava puxar papo) eu só conseguia pensar em uma coisa: mantenha a calma!

A sala para onde fui levada tinha porta automática e os passageiros só saem de lá se alguém buscar. Dentro estavam outras quatro pessoas. Os nomes eram chamados por um alto-falante. Não demorou cinco minutos, mas foram os minutos de maior martírio da minha vida de viajante. Eu estava tão concentrada em manter a calma que nem percebi quando um agente entrou e gritou meu nome. Levantei no susto e o acompanhei até uma segunda sala. Lá estavam o meu passaporte e mais dois agentes. Simpáticos, é verdade! Mas não importa! Eu estava correndo o risco de ser enviada de volta pra casa.

Novamente respondi às mesmas perguntas. Os dois, com sorriso no rosto, foram realmente muito gentis. Estranharam o fato de o meu visto americano ser tão recente (renovei este ano) e, no mesmo passaporte, ter carimbos de entrada nos EUA com data anterior ao visto. Expliquei que aquele era o meu terceiro visto americano e o anterior estava em um passaporte com validade expirada (durante algum tempo andei com os dois passaportes por causa disso).

Eles fizeram uma cara de Ahhhhhhhh, então é isso! Pelo que entendi eles tinham acabado de perceber porque fui parar naquela salinha. Ainda assim os questionamentos continuaram. A conversa só acabou quando a pergunta foi “quanto você está trazendo de dinheiro?”. Respondi a quantia em espécie e emendei, de maneira proposital, que tinha também um American Express Platinum, sem limite (não, não sou rica, mas sei que cartões platinum são coisa rara nos EUA). Os agentes fizeram cara de espanto.

_ Você tem esse cartão mesmo? Podemos ver?

Respondi que sim, mostrei o cartão e tudo mudou! Muitos sorrisos, conversa sobre blogueiro de viagem nos EUA e, finalmente, o que eu queria ouvir:

_ Ok, obrigada! Desculpe-nos pelo incomodo e seja bem-vinda aos EUA.

Imigracao-estados-unidos-usa

Peguei minhas coisas rapidamente, fiz propaganda do Melhores Destinos (que estava claramente anunciado no meu travesseiro de pescoço) e agradeci. Saí de lá correndo para pegar meu voo de conexão para Vegas, torcendo para não mudarem de ideia até eu sair do aeroporto.

Welcome to Vegas!

Las Vegas

Dicas para encarar a imigração americana

Uma das maiores preocupações dos brasileiros que visitam os EUA é como funciona o processo de imigração. Na verdade, ele é bem mais simples e menos assustador do que parece. Se tudo correr como esperado você não passará mais do que cinco minutos com o agente da imigração.

O processo começa ainda no avião. Você receberá um formulário que deve ser preenchido e entregue posteriormente ao agente que irá te atender. Ao descer da aeronave, siga as placas de imigração pelos corredores. Não tem como errar: provavelmente este será o único – e quase sempre longo – caminho. Ao chegar, você verá vários guichês: uma fila para cidadãos americanos e outra para estrangeiros. Entre na fila correta e aguarde a sua vez. Um agente te encaminhará para o guichê correto. Caso esteja em família, todos juntos poderão seguir para o mesmo atendimento.

Aqui é onde começa realmente o processo de imigração. Você precisará apresentar o passaporte, visto válido e, caso seja solicitado, documentos como passagem de volta e comprovante de hospedagem. O agente da imigração certamente fará algumas perguntas, as mais comuns são: Para onde vai? Conhece alguém nos EUA? Qual o motivo da viagem? E a sua profissão? Quanto tem em dinheiro e quantos dias vai ficar? Após as perguntas, ainda no guichê, você será fotografado e os seus dedos escaneados para comparação de impressão digital. Se tudo estiver ok você receberá o carimbo de entrada nos EUA e as boas vindas! As malas você pega apenas depois de todo este processo.

Imigração no aeroporto (Foto: divulgação US Customs and Border Protection)

Se as coisas não saírem conforme o esperado, a primeira medida que você deve tomar é não questionar. Não pergunte o porquê de ter sido levado para uma segunda entrevista, nem para onde está indo, muito menos o que pode acontecer com você. Apenas mantenha a calma e responda, mesmo que pela milhonésima vez, tudo o que for perguntado. Preferencialmente não caia em contradição. Caso as dúvidas sejam sanadas, você será liberado (com um pouco mais de emoção, é verdade) e tão bem vindo aos EUA como todos os outros.

Algumas medidas simples podem ajudar a evitar problemas na imigração americana. O Melhores Destinos separou alguma dicas para quem está com viagem marcada:

– Mantenha sempre o passaporte e visto americano à mão e com você;

– Caso o seu visto esteja em um passaporte já vencido, lembre-se de levar os dois passaportes;

– Leve impresso todos os dados da sua viagem, principalmente reservas de hotel e passagens aéreas;

– Tenha sempre uma quantia em dinheiro, além de cartão de crédito internacional;

– Ao desembarcar do avião, já tenha o formulário de alfândega (você receberá ainda no avião) preenchido e sem rasuras. Caso erre alguma informação, solicite um novo formulário;

– Não utilize equipamentos eletrônicos, câmera fotográfica ou telefone celular enquanto estiver dentro da área de segurança;

Controle de acesso no aeroporto (foto> divulgação U.S. Customs and Border Protection)
Controle de acesso no aeroporto (foto: Divulgação U.S. Customs and Border Protection)

– Na sala da imigração existe uma fila para cidadãos americanos e outra para estrangeiros. Leia atentamente qual entrada você deve pegar;

– Evite qualquer tipo de piadinha, isto vale até para a conversa entre os amigos;

– As imigrações de vários aeroportos americanos contam com intérpretes para o português, não é preciso se preocupar caso o seu inglês não seja dos melhores;

– Dirija-se ao guichê apenas quando for chamado e mantenha-se atrás da linha de segurança. Caso esteja em família, todos juntos poderão seguir para o mesmo guichê;

– Tenha, na ponta da língua, as respostas para tudo o que os agentes perguntarem e não responda mais do que o necessário;

– O número de perguntas aumentou? Responda todas elas sem contradição;

– Se acontecer com você de ser enviado para uma segunda etapa de verificação, não perca a calma. Mantenha-se seguro e aguarde ser chamado pelos novos agentes que o entrevistarão. Se você não tiver nada a esconder, as chances são grandes de ser liberado para curtir a sua tão sonhada viagem…

Já passou por algum problema em imigração? Divida a sua experiência com a gente!

Publicado por

Monique Renne

Editora de Destinos

  • Kalynara

    Adorei essa reportagem. Fazia 18 anos que não pisava nos Estados Unidos, até porque não é um País que me atrai, ou seja, no meu passaporte, que tem menos de 5 anos, tinha vistos do Afeganistão, Bósnia, Sérvia e Rússia e um recém emitido visto americano. O agente estava curioso porque tinham esses vistos e o visto ameriano era tão recente (eu senti como se ele perguntasse: por que você vai a outros países e não vem ao soberano USA?) daí expliquei que fui voluntária para uma organização americana no Afeganistão e que estava a caminho da Tailândia (super dica do MD em 10/2013 – o voo estava lotado de brasileiros com o mesmo destino). Graças a DEUS carimbaram meu passaporte, mas eu fui separada na fila de reembarque porque a Delta colocou no meu cartão de embarque o S de Select, após a pequena entrevista feita no check-in em Guarulhos. Fui revistada até a alma! Mas cheguei à Tailândia em paz rss Graças ao MD tb! 🙂

    • David

      Se o país nao te agrada porque vai pra lá ? Só nao ir.

      • Luiz Bolognesi

        Ela não foi ao país mais sim fez uma escala lá

      • Oi Davi, acredito que você não tenha comprendido que eu não fui ao País, mas apenas fiz uma CONEXÃO e conexão caro colega, é apenas uma PARADA.

      • DVC

        É de numa finesse… e uma compreensão de texto…

      • Fabiano Vasconcelos

        Sem querer ser chato, mas eu acho um negócio absurdo algumas pessoas se incomodarem com o fato de alguém querer visitar os EUA! Eu acho que cada um visita o país que quiser, seja Cuba, EUA, Afeganistão, China, Japão, Venezuela, Canadá e ninguém tem nada com isso! Até quando vamos ter que aturar comentários bestas do tipo? Eu, por exemplo, sou amante da cultura norte-americana assumidíssimo, mas visitaria Cuba numa boa! Acho que falta o que fazer em quem perde tempo escrevendo esse tipo de comentário.

        • Ela não está incomodada pelos outros irem aos EUA, simplesmente disse que o país não a atrai. Respeitar opinião alheia é ter educação. 😉

      • fabio

        Antes de fazer pergunta sem sentido
        , leia atentamente o texto.

    • Guilherme Figueredo

      Nao tem mais o formulario I-94, o unico formulario que tem que preencher e o Customs Form

    • Antonio S.

      Convenhamos, não é porque vc não foi ao "soberano USA", mas esses países que vc andou viajando, realmente…vc por acaso é Correspondente de guerra?? Só faltou o Iraque e Coréia do Norte no teu passaporte…

      • Marcela

        Kalynara, sabe de nada… haha brincadeiras à parte, a preocupação do agente com certeza era sobre você, demonstrando estar familiarizada com países ”inimigos” dos EUA e com fama de terroristas, querer agora, depois de passar por eles, ir aos EUA. Eles te viram como uma possível ”agente inimiga”, querendo trazer desavenças nos EUA.

      • Helena B.

        Convenhamos, o que tu tem a ver com a vida dela?

      • Lucas

        Quanto preconceito na sua resposta meu jovem.

    • MARK

      A Delta me sacaneou tb. Péssima Cia Aérea. E se puder, não vá por Atlanta.

    • Celeuma Colorada

      Brasileira que visita o Afeganistão dizendo que não se atrai pelos EUA? Cheiro forte de hipocrisia no ar. Legal então é a cultura da roubalheira e favelismo do Brasil né? De ser assaltado a cada esquina. Do lixo e degradação social e de infraestrutura. Ou a linda cultura afegã de paz e respeito às mulheres. Aham….
      Absurdo como tem gente recalcada e com inveja doa EUA. Garanto que essa tal KALYNARA daria um braço por um greencard. Hipócrita.

    • Felipe

      Kalynara. Você foi entrevista em Guarulhos mesmo? Antes do embarque? Alguém sabe se é de praxe?

  • Pedro H

    O I-94 acabou. Tem que preencher é o papel de alfandega que será carimbado e devolvido e você o entregará na alfandega.

    Aliás, não confundir BUSINESS com WORK. Isso muda completamente o sentido da sua viagem.

    Para os que tem dupla cidadania e não viajam com visto, tem que entra no site para fazer o ESTA . Sem isso a cia não deixa nem embarcar.
    Para quem precisa de visto, se esquecer o passaporte que tem o visto nem entra no avião pq a empresa não vai deixar.

    • Monique Renne

      Tem toda a razão, Pedro H. Já fiz a correção no nome do formulário. Obrigada!

      • Simone

        Monique, em 2007 retirei um visto apenas de trânsito para entrar nos EUA, acabei morando por 4 anos, retornando apenas em 2011 para o Brasil. Pois bem, agora estou retornando com novo visto (turismo) e novo passaporte
        , e estou com muito receio na hora de passar pela imigração, a dúvida é se devo ou não dizer que estive nos EUA. ?? Eles tem esse acesso? Já me disseram que quando eles chegam a perguntar é porquê já tem o registro.

        • Monique Renne

          Simone, o passo mais difícil você já deu, conseguir o visto!É bem provável que eles tenham como saber que você já morou lá, afinal, são os EUA. Por isso não acho que você deva mentir. Apenas, ao ser perguntada se já esteve antes nos EUA, não entre em detalhes. Diga que sim e pronto. É o que eu faria. Você só saberá indo até lá 🙂

          • Arthur Carrao

            Dica: Eles têm acesso à essa informação! E pode acreditar…a pergunta é feita propositalmente justamente para pegar sua mentira.

        • Luciana

          Eles saberão que vc esteve lá por 4 anos. Um amigo meu tbm foi para lá e ficou 4 anos clandestino. Voltou ao Brasil e anos depois, quando foi solicitar novo visto americano, lhe foi perguntado quando ele havia estado nos USA pela última vez e por quanto tempo havia ficado. Ele disse não ter certeza do tempo de permanência e ainda disse que havia ficado o tempo que lhe foi permitido. Eis que o agente, lhe disse: “vc está errado, vc entrou nos USA na data tal e permaneceu aqui até data tal, ficando ilegal por todo este período, portanto, sua renovação de visto foi NEGADA! Não tem jeitinho brasileiro com os americanos, temos que ser corretíssimos com eles e no País deles. A sua entrada e saída do País está registrada lá. Eles sabem de tudo!

        • paula

          Oi Simone, você conseguiu entrar no eua sem problemas?

        • Olá Simone!! Meu caso é bem parecido com o seu…e gostaria de saber se seu tudo certo pra vc.

          • Hamilton Bezerra

            Acho que a Simone está presa nos EUA até hoje. Ela sumiu.

    • Rafael

      O papel da alfândega é entregue durante o voo também? O preenchimento é como o I-94? Vou ao Canadá mas tenho escala nos EUA por Newark….

      • Pedro H

        normalmente te entregam no avião ou mesmo no check-in.
        é um papel de alfandega, como tinha antigamente no Brasil. Colocar nome numero de passaporte, se tem mais alguem com você, endereço nos EUA(no seu caso você so escreve connecting flight – Canada) e responder se ta carregando drogas, armas, plantas mais de 10mil USD etc.. assinar e pronto.

        • angourakis

          Obrigado Pedro!

      • Monique Renne

        Oi Rafael! O meu sempre foi entregue durante o voo (já no final). Você deve entregá-lo logo depois que passar da esteira de bagagens. Muitas pessoas estarão entregando também, você vai identificar com facilidade. O formulário é muito semelhante ao i94. Nem notei a diferença, sinceramente. Você só não ficará mais com um "comprovante", como era antigamente, para entregar na volta.

        • angourakis

          Obrigado Monique. Como ficarei 1 ano no Canadá e ainda não tenho o voo de volta (até porque se tivesse comprado teria perdido), creio que não terei problemas, ainda mais com todos os documentos comprobatórios de estudos.
          Assim espero! =P

      • Doris

        Rafael,

        Eu tive um problema "curioso" quando fui para o Canadá por Newark. Entrei nos EUA normalmente e eles grampearam um papel no meu passaporte. Quando fui embarcar para o Canadá, a FUNCIONÁRIA DA CONTINENTAL arrancou o tal papel, e eu não me preocupei com isso. Como fui para Niagara e atravessei a fronteira para os EUA, fui parar na "salinha". A questão do funcionário americano era porque eu tinha arrancado o visto que me dava direito a voltar aos EUA nos próximos 6 meses. Eu expliquei que não fui eu quem arrancou, mas não o convenci. Depois, tudo se resolveu, mas quis te alertar para não deixar arrancarem o "tal papel" do teu passaporte.

    • CLAUDIA

      Esse ano passei um super constrangimento na imigração. Eu e meu filho mais velho viajamos com pasaporte italiano, e meu marido e filha brasileiro porque os processos de cidadania deles não está concluido. o agente disse que eu não poderia entrar porque ue moro no brail e deveria ter passaporte brasileiro. Fez milhares de perguntas que com muita educação e calma fui respondendo. Fechou meus passaportes como se fosse me mandar de volta para o Brasil, ameaçou a cobrar 600 dolares por passaporte e no final disse que era a uktima vez que isso acontecia. Não questionei nada, fiquei quieta e no final permitiu a entrada super contrariado. Agora vou no meu consulado italiano questionar esse tipo de constrangimento q seus cidadãos estao sofrendo. Mas já estou encaminhando um visto brasileiro….

      • Pedro H

        eu passei por isso uma vez.
        Fui do Canadá para o Rio com conexão em Miami. Na imigração americana em Montreal o guarda da imigração ficou me enchendo pq eu tinha passaporte europeu. Eu disse que mina familia era portuguesa / brasileira e se eu tinha o passaporte é pq eu tenho direito e os EUA me isentam de visto. se acha errado reclame com os superiores para exigir visto de português. Mas eu sou portugues como qualquer outro e tenho direito. Ele não teve o que fazer e me deixou entrar.

        Não precisa tirar visto. Você tem o direito de entrar. Só precisa preencher o ESTA

        • Roberta

          Ano passado passei EXATAMENTE o mesmo problema. Eu com meu passaporte portugues e meu namorado com o Alemao. Tb em Miami e tb estava indo pro Canada. Tive que responder centenas de perguntas hostis, o agente relutou e nos liberar, ofereceu o vist por 600 dolares e foi bem desagradavel todo o tempo. Tb achei que ia ter a entrada negada. E por fim entendi que na proxima vez enfrentaria problemas.
          Nao cheguei a ir na embaixada.
          Minha cunhada, meses depois, chegou por Orlando com passaporte Alemao tb, sem problema algum…

          • Mari

            Eu nunca tive problema nenhum nesse sentido. Eu falo sou italiana, mas moro no Brasil (não falo que tbm sou brasileira).

          • Renato Ribeiro

            como devo proceder quando ele oferece o visto por 600? posso recusar sem problemas?

      • Sérgio

        Também tive leve problemas ao entrar com passaporte Italiano. O agente queria saber como eu tinha passaporte italiano se era brasileiro. Fiquei um tempo na famosa salinha, me fizeram algumas perguntas (bem grosseiros os dois agentes), mas no fim me liberaram…

        • Sérgio e Pedro, isso acontece porque na cultura americana você não "pode" ter 2 nacionalidades – ou você é americano ou você é estrangeiro. Se você quiser ter outro passaporte, tem que abdicar do americano. Então quando aparece alguém com dupla nacionalidade, eles acham muito estranho – "como você é Brasileiro e Italiano/Espanhol/Português?"

          Meu sogro ficou um tempo na salinha pois tentou entrar com com passaporte português e quando jogaram o nome dele no sistema já havia um visto brasileiro emitido no nome dele… aí rolou aquela confusão.

          • Guilherme Mesquita Figueredo

            Na verdade os americanos não incentivam a dupla nacionalidade mas aceitam o fato de varios americanos terem dupla nacionalidade.

          • Roberta

            Tive o mesmo problema com o passaporte portugues. Ate entendo que eles tenham outras regras para cidadania no pais deles. Mas como agentes de imigracao eles tem obrigacao de compreender que em outros paises existe a dupla cidadania. Pela recorrencia do problema, acho que é implicancia mesmo. Ate pq no meu caso, e no caso da Claudia ai em cima, eles oferecem um visto de 600 dolares para vc pagar na hora. E me parece que é em Miami onde isso mais ocorre…

          • Paulo_PoA

            @Rodrigo Sciammarella,

            vai me desculpar, mas isso não tem nada a ver com a “cultura americana”! Isso tem a ver com arrogância!

            Um custom aduaneiro TEM QUE SABER (obrigação de profissão, convenhamos) que há países em que as pessoas podem ter duas nacionalidades! Ainda mais se o “cabra” (é o que ele é) atende rotas de turistas vindos da América do Sul.

            Eu sou brasileiro e tenho risepass (alemão) e entrei várias vezes “Wellcome to the States!”. Basta fazer o ESTA (validade 2 anos) e pronto.

          • Mari

            Dá problema vc ter VISTO brasileiro e fazer o ESTA com o passaporte português, italiano, etc.
            Na própria página do ESTA tem esse aviso.
            Eu já viajei com meu passaporte italiano, nunca tive problema. Falo que sou italiana, mas moro no Brasil. Nunca me encheram o saco.

          • Mari

            Para ficar mais claro, se vc tiver o VISTO no passaporte brasileiro, com validade, NÃO tire o ESTA!!! Use seu passaporte br até o visto expirar. Só depois tire o ESTA.

        • Gasparian

          Já fui 5 vezes aos EUA, sempre utilizando meu passaporte italiano e ESTA e no ano passado, entrando por Miami , o agente de imigração me questionou o motivo de eu morar no Brasil e ter cidadania italiana. Que o melhor era eu ter o visto para brasileiro pois assim eles poderiam saber mais sobre mim. Chegou a dizer que se eu pago meus impostos no Brasil eu teria que entrar com o passaporte brasileiro. Confirmei com a cabeça que entendia o que ele falava, não questionei e pronto. Autorização concedida.
          Esse ano vou ao Canadá passando pelos EUA e vamos ver no que vai dar.

          • Roberta

            Ouvi exatamente a mesma ladainha ao usar meu passaporte portugues em Miami. Estou ficando com a impressao, pelos relatos a cima, que Miami anda com esta implicancia… O agente se mostrou indignado com o fato de eu nao pagar impostos em Portugal. O que ele tem a ver com isso?!

        • Sergio, isso acontece pois na cultura dos americanos você não pode ter 2 nacionalidades – para você ter outra nacionalidade, tem que abdicar da americana. Por isso eles estranham quando aparece alguém com passaporte brasileiro e italiano/espanhol/português.

          Meu sogro já foi parar na salinha ao entrar com passaporte português, já que na consulta ao sistema identificaram um visto do Brasil no nome dele. Teve que explicar o fato dele ser filho de portugueses e ter direito ao passaporte umas 3 vezes…

          • Amanda

            Isso não é verdade. Há muitas pessoas com duas nacionalidades, sendo uma a americana. É super comum crianças de pai americano e mãe brasileira nascidos tanto no Brasil quanto nos EUA com os dois passaportes.

          • cris

            Serio. Quem te disse?

          • Anderson

            O negocio e que a pessoa mora no Brasil e quer entra nos Estados Unidos com passaporte de outra nacionalidade que isenta do visto. Se a pessoa tem a principal cidadania brasileira e mora no Brasil por que usar a outra? Imagino eu que seja isso que eles pensao!

        • Celina C Falck-Cook

          Rodrigo isso é mais cultural porque na verdade você pode sim ter duas nacionalidades. Digo, technically, é possível. Apenas as pessoas que trabalham para o governo em cargos que exigem “clearance” têm que renunciar oficialmente a sua cidadania original (com publicação no Diário Oficial e tudo). Portanto, não é verdade que não seja permitida a dupla cidadania. Eu tenho os dois passaportes.

          • Celina C Falck-Cook

            A propósito, fazemos um juramento de fidelidade aos EUA na naturalização. Significa que se houver um conflito entre Brasil e EUA eu fico do lado dos EUA. Caso contrário, eles retiram minha cidadania. Mas ter um passaporte brasileiro, eu posso tranquilamente.

      • Roberta

        Claudia, isso ocorreu em Miami? Ano passado passei EXATAMENTE o mesmo problema. Eu com meu passaporte portugues e meu namorado com o Alemao. Tb ftive que responder centenas de perguntas hostis, o agente relutou e nos liberar, ofereceu o vist por 600 dolares e foi bem desagradavel todo o tempo. Tb achei que ia ter a entrada negada. E por fim entendi que na proxima vez enfrentaria problemas.
        Nao cheguei a ir na embaixada.
        Minha cunhada, meses depois, chegou por Orlando com passaporte Alemao tb, sem problema algum…

        • Renato Ribeiro

          Qual resposta devo dar quando eles oferecem um visto por 600 dolares? aceitar, dizer que é um direito meu usar o ESTA? posso recusar pagar? se sim, como fazer isso?

        • Moi Moi

          Uma coisa é certa, como se diz na França, deve-se ter “a cara do emprego”… se você tem passaporte português, assuma o estilo dos portugueses. Se você tem passaporte italiano ou alemao, assuma o estilo da nacionalidade do passaporte que você leva no bolso. Senao, passa vexame na hora pois o agente pensa que é falso ^^ Fonte: eu mesmo vendo o comportamento dos meus amigos brasileiros “europeus” na Europa, que têm uma unica nacionalidade tipo holandesa, sem nacionalidade brasileira trocada pela holandesa, e que seguem dizendo que sao brasileiros e fazendo batucada no metrô , rs …. desse jeito nao passam como holandeses nem aqui nem na China! Pegou nacionalidade e passaporte estrangeiros, assuma exatamente como o Arnold ex-austriaco e o Kissinger ex-alemao. O primeiro ministro francês é um ex-espanhol que chegou imigrante à França com 16 anos de idade e o cara é 100 por cento francês, até na antipatia e na hipocrisia, rs. A prefeita parisiense, Hidalgo, também é outra “espanhola” que chegou à França com 12 anos…Eles assumem completamente a nacionalidade de naturalizaçao. Agora é injusto os franceses brancos maltratarem os franceses de étnia arabe nascidos em Paris so por causa do racismo antiarabe. Entendam porque o francês de origem argelina Karim Benzema nao canta a Marselhesa nos estadios… e ele nasceu em Lyon, com nacionalidade francesa na maternidade (pais arabes franceses nascidos na Argélia francesa antes de 1962) e nao na Espanha, rs. Lembro de um amigo de Sao Paulo loiro e de olhos azuis que chegou a Londres com um passaporte italiano cor de vinho novinho em folha e ficou preso na imigraçao até a abertura do expediente do consulado italiano de Londres para confirmar o passaporte latino, ainda mais dos italianos que têm ma reputaçao na Inglaterra como imigrantes bagunceiros. Causa: o paulista loiro de olhos azuis nao tinha nada a ver com o estilo de um loiro de olhos azuis italiano da gema. Como aquele negro no trem Bruxelas-Paris, no controle de passaportes dentro do trem ja na França, o gendarme francês passa, olha todo mundo com aquele arzinho policial que vocês conhecem e pega o unico negro como judas para controlar passaporte. Ele olha o passaporte holandês chique com a marca da coroa da rainha holandesa (rainha na época) e faz a pergunta cretina ao negro “Vous êtes Hollandais?” e o negro que responde em alta voz também em francês “Vous ne savez pas lire? C’est écrit dessus” (você nao sabe ler? esta’ escrito ai) hahahaha Foi épico, o gendarme devolveu o passaporte sem nenhuma palavra e foi embora sem descer dos saltos franceses ^^ Nesse caso nao foi o comportamento do homem chique tipo “business-man”, foi a sua cor negra que marcou a discriminaçao flagrante aos olhos de todos os outros passageiros do Thalys. E vocês ai no Brasil pensam que europeu branco é bonzinho lol

      • Anna

        Vc n usou o ESTA?! O visto q vc precisaria?

      • Renato Ribeiro

        o que responder com a oferta do visto por 600 dolares? este visto seria carimbado no passaporte brasileiro? posso recusar pagar ou isso seria uma indicação para me mandarem de volta…

    • Daniela

      Mas mesmo com o ESTA eles podem questionar.
      Fui barrada na terceira vez que entrava com ele e no fim da entrevista os agentes me “sugeriram” que tirasse um visto para entrar na próxima vez…
      Tirei o visto (a funcionária do consulado estranhou meu pedido mas concedeu o visto) mas ainda não voltei aos EUA.

      • Pedro H

        eles sempre podem questionar.

        Fui 8x lá e só tentaram implicar uma vez. não dei confiança, até pq estava de conexão indo pro Brasil e não tinha nada a perder.
        nem fui pra salinha! e foi a unica vez que tive problema.

        Não vou mesmo tirar visto americano como brasileiro. gastra dinheiro, tempo e ter que aturar consulado americano.. sendo que eu estou no meu direito… eu não. eles não podem e não vão negar a sua entrada. a não ser que você esteja indo mesmo com objetivos obscuros…

    • Romeo Hurtado

      Tenho dupla cidadania, sempre entrei nos EUA com meu passaporte americano.
      Que ESTA é esse? Isso e novo?

      • Pedro H

        o ESTA é um sistema do governo americano pra tirar uns trocados de quem tem isenção de visto. já existe a uns 4 anos

      • Pedro H

        o ESTA é um sistema do governo americano pra tirar uns trocados de quem tem isenção de visto. já existe há uns 4 anos

    • Romeo

      ESTA ?? O que é isso ??? É novo ???
      Tenho dupla cidadania Americana e entro lá com passaporte americano, nunca ouvi falar de ESTA

      • Pedro H

        o ESTA é para quem usa passaporte aprovado pelo visa waiver program
        se você é americano não paga nada ne! nao tem que fazer nada. ta voltando pra casa

    • I Pedro! Por favor me explique a diferença de BUSINESS para WORK. Voei…. tenho receio de não me expressar corretamente na alfândega. Obrigada!

    • Neize

      Pedro, tenho dupla cidadania (Brasileira/Americana). Não entendi o que você quis dizer com "entrar no site e fazer o ESTA". Você poderia me explicar melhor por gentileza? Desde já agradeço.

    • Giorgio Felix

      Exatamente isso!!! A escritora da matéria disse que não soube o por que se ser encaminhada para uma segunda rodada? Muito provavelmente quando lhe foi perguntado o objetivo da viagem ao invés de ela responder Business e Mandou um to Work. Dai desandou a receita pois para trabalho é necessário um outro visto. Eu trabalho em uma multinacional americana, sou residente no Brasil porém vou muito para reuniões lá. De 2012 até agora foram 19 viagens. Ou seja muitas vezes entrei sem nem me perguntarem para onde ia. E outras vezes quiseram saber o porque entro e saio toda hora. Calmamente falo Business me perguntam em qual empresa trabalho, falo o nome e as portas se abrem. Outra dica é quando for para a Australia ou Canadá frizem Only Transit to. Respondendo certo e sem erros na tradução não tem o que dar errado.

      • Monique Renne

        Oi Giorgio! Minha resposta foi turismo. Meu trabalho é ser turista 😉 Apesar de o meu visto também ser de business nunca digo que estou a trabalho. Perguntaram se eu estava com o meu equipamento e respondi que sim, o que é muito normal para uma fotógrafa, mesmo de férias… Não acredito que este tenha sido o motivo.

        • Marcela

          Concordo com o Giorgio, quase certeza ter sido por isso. Embora não tenha sido a realidade, você ja deixou a entender primeiramente que estava a trabalho e depois, o que acredito que pegou mais, é ser um trabalho como fotógrafa ou então, ”trabalho de ser turista”. Estes dois itens soam ruins aos olhos do agente, por fotografia não ser considerado um emprego fixo e um ”trabalho de ser turista” poder chegar a soar ”mochileira” ou até gipsy, ou seja, pessoas sem vínculo em seu país, que podem acabar ficando além do permitido no território estadunidense.

  • Fernando-RJ

    Eu acho que nesse caso, o que “travou” a Monique, foi o fato de ter dito que o trabalho a faz viajar, dessa forma poderiam contestar o visto (trabalho ao invés de turismo). Melhor dizer que viaja muito porque gosta de conhecer novas cidades/países e ponto final, sem muito detalhe! Lembre-se, estamos com visto de turista e turista, mesmo sendo fotógrafa, está a turismo !!

    • Monique Renne

      Eu não disse, kakakakak. Disse que estava como turista. Mas perguntaram o meu trabalho, ou seja, fotógrafa… E começou a confusão….. No final deu tudo certo 🙂

    • sergioharger

      Exatamente… tb achei q a derrapada foi:
      "Expliquei que sou fotógrafa e viajo a trabalho.
      _ Então você está aqui a trabalho?
      Não exatamente! "

      Mas q bom q conseguiram entender depois!

  • Jean

    E alguns brasileiros ainda insistem em ser humilhados nos EUA! Nem de graça! Viajo com frequência para países muito mais interessantes e que me recebem muito bem.

    • Marcio

      Vou dizer que tinha o mesmo pensamento, achava o povo americano arrogante, donos do mundo, acho que os filmes incentivam um pouco isso, mas depois de visitar os EUA por algumas vezes, me desculpe, mas é um país invejável, a parte que é arrogante e se acha maior do que os outros, acredito que esteja apenas no congresso, nas ruas as pessoas são extremamente educadas, tudo lá funciona, humilhação é comprar algo aqui no Brasil e pedir troca ou devolução do produto e se precisar usar garantia então? Por lá, eles fazem isso imediatamente sem burocracia.

      Além do mais, brasileiros são muito bem vistos, ainda mais depois da crise, pois são os que mais gastam lá, depois dos chineses.

      E um dos países que mais sofrem com atentados terroristas, tem sim que ser exigentes na imigração.

      Já conheci todo o cone sul, peru, méxico, venezuela, espanha e portugal, e afirmo que o EUA tem a melhor qualidade de vida dos países que conheci.

      • fabiana

        Concordo com você Marcio!

        • rosane

          Concordo com o Márcio e os americanos são super prestativos vom os turistas

      • Excelente comentário! Essa é exatamente a minha experiência com relação aos Estados Unidos.

        Gente que se acha superior aos outros existem no Brasil também, muitas!

        Além disso, permissão de entrada em um país é um direito soberano de cada Estado! As exigências para a entrada são estabelecidas por cada país e cada país escolhe o que é importante se exigir de um viajante.

        • Merhi Taha

          E digo mais, as pessoas não sabem como é burocratico tirar um visto pra entrar no Brasil…a má vontade impera nos consulados brasileiros.

          Meu cunhado demora 6 meses pra conseguir um visto de 3 meses pra vir da Costa do Marfim pra ca.

          Se soubessem disso não acharia tão ruim o processo de visto americano.

      • marcelo

        Caro amigo Marcio…descordo totalmente de você, mas respeito sua opinião. quando você fala que conheceu o Peru-México-Venezuela- e compara com o TODO PODEROSO U>S>A com certeza vai encontrar uma grande diferença entre os países citados acima. Mas é bom te lembrar que mesmo não sendo países COMERCIAIS PARA BRASILEIROS; (isso mesmo, comercial!!! pois mais de 80% dos Brasileiros vão para fazer compras e frequentar restaurantes)…eles tem tanta importância como qualquer outro país!! Agora afirmar que o todo poderoso tem qualidade de vida superior que Portugal e Espanha é porque você não deve ler muito, ou só faz viagem para compras (como quase todo Brasileiro que conheço).

        • Arthur Leão

          Marcelo, quem não deve ler muito é você.

          Os EUA tem o 3º melhor IDH do mundo, perdendo apenas para Noruega e Austrália, ou seja, qualidade de vida superior a todos os outros países europeus (os únicos que talvez cheguem perto são Noruega e Suécia).

          Como se não bastasse, os PIB per capita norte-americano é pelo menos 30% maior do que Portugal e Espanha (que, aliás, estão quebrados e com desemprego elevadíssimo).

          Não é porque um país Europeu também é desenvolvido e com riquezas culturais e naturais que ele é superior aos EUA.

          A Europa é fantástica de visitar, mas essa "americanofobia" não faz os países Europeus serem melhores.

          • marcelo

            Marcelo, talvez devesse ler de novo!!!! onde esta escrito em meu comentário sobre índice de desenvolvimento humano? onde estou citando que Europa é melhor oi pior que Norte América??? (Portugal é o Pais com maior índice de longevidade e qualidade de vida para Idosos) onde falo sobre superioridade de pais???? a questão é que cada um tem seus benefícios e seus problemas e que a maioria dos brasileiro não tem cultura mesmo!!!! ou você acha que eles tratam europeus do mesmo jeito que tratam os latinos???? te digo com propriedade!!! pois já realizei mais de 30 viagem pelos quatros cantos do planeta e sei muito bem o que pensam sobre nós na terra do tio "Patinhas"

          • Felipe

            eu tenho educação, tratei os americanos bem e fui bem tratado. Vi brasileiros sendo estupidos ou sendo burros, falando coisas que até eu me irritava. Assim os americanos tbm perdem a paciencia as vezes. Mas se vc é uma pessoa descente e educada não terá problemas, gostei de la, me senti em casa pois sou educado e estudei muito na vida, aqui no Brasil me sinto um estranho em virtude do nível educacional no país….

          • Raphaela

            Descente…

        • Barbara

          Não sei o que qualidade de vida significa pra ti. Mas, no meu ponto de vista, estão incluídos o melhor uso dos impostos (voltados para o bem comum), uma lei que é aplicada a qq um (e não está só no papel), uma verdadeira democracia (não se obriga a votar). Certamente tu não morou lá (só deu atenção às compras que estava fazendo e não reparou como as pessoas vivem no dia a dia). Agora comparar EUA com Portugal e Espanha é desleal. São os únicos países que não faço questão nenhuma de conhecer na Europa, pois são os "primos pobres". Além do mais, na Espanha, por exemplo, mulher é barrada na imigração como prostituta. Eu adoro ver brasileiros falando mal dos EUA. Só pode ser inveja mesmo, porque o que esse país tem de melhor que lá: o futebol, o samba ou o carnaval? Sempre fico me perguntando…

          • THAIS

            é até engraçado uma brasileira chamando portugal e espanha de primos pobres da europa! portugal e espanha são extremamente ricos culturalmente, se tem aqui uma qualidade de ensino e de vida que nós no brasil provavelmente nunca alcançaremos. já morei na inglaterra e agora moro em portugal há 2 anos, tb já estive duas vezes nos EUA e adorei, mas ouvir que alguém não faz questão de conhecer portugal e espanha pq são os primos pobres da europa é demais! melhore! 🙂

          • mariana

            Pois é uma pena pois são países extremamente interessantes e muito, mas muuuuuito à frente do Brasil. Se acham que Portugal = Brasil estão muito enganados. Não é uma Suíça mas passa longe de ser Brasil. Considerar "primo pobre" é uma injustiça enorme, tal como alguém dizer que EUA não vale nada. Vem de um preconceito por tudo o que não é anglo-saxão. E nem sempre críticas aos EUA é inveja: todo país tem defeitos e colocar países desenvolvidos em um pedestal e torná-los mitos não ajuda em nada. Fechar os olhos para os absurdos que acontecem no hemisfério norte só cria mitos longe da realidade. Democracia é uma luta constante, tanto nos EUA quanto na França. Tem forças para todos os lados querendo derrubá-la e isso não é diferente nos países desenvolvidos. Dizer que há uma "verdadeira democracia" em um país que tem passado por críticas seríssimas de gente do mundo inteiro, inclusive estadistas de outros países, é no mínimo mitológico. No mais, rebaixar o Brasil ao futebol, samba e carnaval é de uma simplificação absurda. Achar que a cultura do Brasil se resume à cultura do Rio de Janeiro é de matar. Os países desenvolvidos tem méritos incontestáveis, bem como deméritos e falhas gravíssimas. Não tem porque fechar os olhos para isso. E não tenha medo de ir para Portugal: quando vc deixar o carro na rua e perguntar para alguém se pode descer com as malas porque é perigoso deixá-las no carro e serem roubadas, rirão de vc. Não se rouba carros lá – não teve uma única pessoa que conheci que me disse o contrário. Vc pode andar de madrugada a pé pelas vielas de Coimbra sem medo. (nada que uma brasileira consiga fazer sem receio) Achar que isso é ser país de quinta categoria é ofensivo. Ônibus sem cobrador em Lisboa? Rodovias em excelentes condições de tráfego? Preços honestos e comida nutritiva e saborosa? Atendentes de supermercado falando inglês com turistas? Pessoas lendo livros no transporte público ou em praças? … … … ora pois. Muito mal mesmo. Por óbvio EUA tem mais atrações interessantes – olha o tamanho continental e é o centro do capitalismo mundial! Mas ridicularizar países só porque a mídia relata desempenho econômico baixo ou mediano é péssimo. Como se a vida se resumisse a PIB…

          • Luiz

            Moro nos EU ha 35 anos e gosto muito daqui. Entretanto, a Espanha e' um pais muito lindo. O povo e' grosso mas o pais e' lindo. Portugal tambem e' bonito mas partes tem aparencia pobre. Alguns predios em Lisboa necessitam de reforma. Mas, vale a pena visitar. Gosto do povo portugues.

        • Fernando Vieira

          Sim, claro que Peru, Venezuela e Mexico tem a mesma importância que os EUA… Tanto é que quando o Hugo Chavez disse para os EUA não invadirem o Iraque eles não invadiram. Países são mais importantes que os outros e, lamento informar mas, globalmente Peru é irrelevante, Venezuela é o rato que ruge, cheio de petróleo e o México é aquilo "jogamos como nunca, perdemos como sempre"

        • Marcio

          Marcelo, apesar de ler com frequência, minha impressão não é tida por livros, jornais ou qualquer outro impresso, é na pele e visual, e em nenhum momento disse que algum pais é melhor ou pior que o outro, apenas disse que para MINHA PESSOA, preferia morar nos EUA, eu poderia deixar meus filhos brincando nas ruas, em escolas públicas excelentes, com transporte incluso e gratuito, com trilhões de vezes mais incentivo ao esporte, com as melhores faculdades próximas e chances de bolsa. Com um salário que mesmo que fosse a mesma quantia que o meu no Brasil, compraria 3x mais alimentos, produtos, etc. Com praias, rios, montanhas para esquiar, tudo no mesmo país. Portugal e Espanha são ótimos países, assim com a maioria dos outros que viajei, mas o custo de vida lá é altíssimo. E sim, aproveito muito as compras quando é mais interessante comprar fora do que no Brasil, por que não aproveitaria? Acredito que o mesmo preconceito que você tem com os EUA, vc tem dos brasileiros, correto? Que todos não costumam ler, que todos só viajam para comprar… deve ter preconceito com negros, nordestinos, e pobres também né?

      • Paulo Brito

        concordo plenamente com vc Marcio.

      • Angelica

        Concordo Márcio! Também tinha um pré conceito sobre os americanos e reconheço que errei!

      • Eu também tinha o mesmo preconceito do Sr. Jean, mas tive a mesma impressão que o Marcio teve depois de ir para os EUA. Entre trabalho e férias, fui para lá pelo menos duas vezes por ano, nos últimos 10 anos e nunca tive problemas na imigração. Para a Europa fui 4 vezes e as perguntas sempre foram em maior número que para os EUA. Cada país tem as suas vantagens/desvantagens e não vejo muito sentido neste tipo de comparação sobre melhor ou pior. Fui para o Camboja ano passado e aproveitei muito mais do que em países infinitamente mais desenvolvidos. O importante é viajar e aproveitar da melhor forma tudo que cada um tem, sem preconceitos. A propósito, adorei o post!

      • Antonio Veiga

        Não precisa ir muito longe. Vai a Curitiba e verás a arrogância brasileira.

        • Concordo Antonio.

        • Alex

          Pq Curitiba? O que tem demais em Curitiba? Passo férias a cada 6 meses lá e não tenho do que reclamar. População extremamente educada, povo trabalhador… Realmente não entendi o trocadilho. Se for pelo fato de a Capital do Paraná ter o melhor IDH dentre todas as capitais brasileiras e os mesmos se orgulharem de tal feito, não vejo problema algum com isso.

        • Ronan Cezar

          hahaha é verdade, CWB é a própria arrogância.

      • jordana

        Márcio, você respondeu exatamente o que eu goataria de dizer. E quanto à humilhação sobre trocar o produto comprado, diga-se de passagem que certamente você ainda pagou no Brasil um preço muuuito maior por ele. O povo dos Estados Unidos realmente é uma simpatia, adoro aquele país!!!

      • Daniel

        Concordo 100% com vc, só de fazer compras para uso pesoal vc ja tira o valor da viagem de volta e ainda sai com produtos com mais qualidades, alem de tudo ainda sai mais barato do que viajar no proprio territorio brasileiro, vergonhoso é morar em um pais com impostos em tudo e ainda pagar bem mais caro pra viajar dentro do que para fora…

      • Flavio

        A melhor impressão possível dos EUA, povo educado, atencioso, um país que tudo funciona,uma infraestrutura impecável, lá vemos para onde vai o dinheiro dos contribuintes. Passei na imigração de Miami com a minha família na maior tranquilidade, pena que a Monique,apesar de tantas vezes ter ido para lá,ter acontecido este episódio,acho que deu azar mesmo, acho que o agente da imigração deve até ter sentido é inveja,mas como pode?Uma simples brasileira ter tantos vistos, etc…Mas aí o nosso American Express Platinum abre todas as portas,é impressionante né? 😛

      • Marco

        ótimo comentário… ja morei na Australia e achava q lá seria o paraíso , país do Surf de primeiro mundo…. bem parecido com o BR , que nada¹!!! o povo lá é arrogante e detesta brasileiros… este ano resolvi ir aos EUA e imaginei que seria a mesma coisa… para minha surpresa tds são mt educados, e os brasileiros , por mais que ainda se portem mal, são respeitados por lá….. então essa história de que americano é metido, arrogante, é tudo balela… mas em questão de qualidade de vida ainda prefiro a Australia, tirando os australianos lógico

      • MALU

        CONCORDO PLENAMENTE, EU TB TINHA ESSE PENSAMENTO, MAS ISSO ANTES DE IR A PRIMEIRA VEZ E SER MUITO BEM TRATADA E HOJE AMAR AQUELE PAÍS. VOLTO SEMPRE E SEMPRE SOU BEM TRATADA, E JÁ FUI BARRADA UMA VEZ, MAS ENTENDI PERFEITAMENTE BEM, VISTO A QUANTIDADE DE ATENTADOS QUE ELES SOFREM,

    • Bem isso.

    • Bruno

      Exatamente o que o Marcio falou.

    • Arthur Leão

      Se você se refere a países europeus, eles adoram mandar brasileiros de volta também.

      Aliás, sempre fui muito mais questionado na imigração de países europeus do que nos EUA, quando sempre fui muito bem atendido mesmo estando sozinho.

      Isso é pura sorte ou azar, nada mais.

    • Fabio

      Ih, Jean….
      Aí vc mexeu no vespeiro….
      Há algum tempo, em um tópico parecido com esse, aqui no MD, caí na tentação de "falar mal" dos EUA e quase sofri um linchamento eletrônico.
      Em solidariedade a vc, quero dizer que concordo 100% com seu comentário.
      Mas gosto é gosto….
      Há quem goste de hamburguer, Mickey Mouse, e ser deportado como lixo do aeroporto.
      Ah, e antes que comecem as ofensas pessoais, desnecessárias e histéricas, quero dizer que já estudei muito na minha vida, já li muito e já viajei muito também….hehehehehe

    • Patty

      Eu concordo com você Jean !
      Eu viajo Para outros países que me recebem de braços abertos e não faço questão de ir para os EUA.
      Ele humilham mesmo e, eu acho que não precisamos disso…

      • José

        Complexo de inferioridade é concordar com quem acha que "existem países superiores", ou que por que a "humilhação" de trocar um produto em uma loja pode ser comparada com a de ser deportado ou ter seu visto negado. Complexo de inferioridade é não entender as razões das diferenças entre os países e classifica-los em "superiores" ou "inferiores" com base na riqueza obtida sabe-se lá a que custo e ignorando ou concordando que pode estar contribuindo para perpetuar o problema. Mas a solução pro complexo é simples. Se mude. Seja feliz.

    • Gabi K

      Estes comentários de brasileiros são ótimos mesmo. Não entendo tanta raiva no coração.
      Cada um viaja para onde quiser. É burocrático ir para os EUA? é, mas é um direito deles e se o Brasil não faz o mesmo, problema é do Brasil. Já vi gente falando mal de Londres porque foi mandando para casa ou por causa das perguntas na imigração, eu entrei em Londres sem problema algum, as pessoas foram muito educadas, tanto na imigração quanto nas ruas, em Amsterdã e Paris a mesma coisa. Brasileiro acha que todo mundo tem que recebe-lo com sorrisos e abraços, senão fala mal e diz que não vão passar "por humilhação".
      Fora que você não precisa sair do Brasil para passar por situações de humilhação, com nosso transporte, educação e hospitais, pessoas com muito pisando em quem tem pouco. Fora o "você sabe com quem está falando?".

      • José

        Que comentários são ótimos ? A maioria dos brasileiros aqui se opuseram ao comentário que você critica. E, mesmo assim, você ainda generaliza e chama de "comentários de brasileiros". Isso que é ótimo!! Uma maioria de brasileiros em um blog brasileiro reclamando de comentários minoritários e classificando-os pejorativamente como "comentários de brasileiros" !!!!! É tanta vontade de não ser enquadrada como "brasileiro", que me pergunto porque simplesmente não vão embora ? São livres !! Sejam outra coisa, se já não são !! Concordo com você que cada um viaja pra onde quiser. E também que cada um tem o direito de expressar sua opinião. Foi só um colega dizer que não entende como alguém se sujeita a passar por um processo estressante e humilhante como o de tirar o visto e viajar pros EUA tendo tantas opções alternativas sem semelhante procedimento, que choveram críticas em defesa dos Estados Unidos. Se tem algum ódio no coração por aqui, é dos brasileiros contra eles mesmos.

        • Gabi K.

          Eu duvido que você não tenha mesmo entendido de quais comentários eu estou falando…mas enfim, Brasil, ame-o ou deixe-o não é mesmo?

    • Lilian

      Já me trataram bem mal na imigração da Turquia por besteira, tipo não podia piscar que ele já parava de fazer o que tava fazendo pra me encarar. E não foi só comigo, vi acontecer coisas piores nos outros guichês. Isso pode acontecer em qualquer outro lugar. Na imigração dos estados unidos, foram sempre cordiais comigo.

    • Lívia

      Me desculpe, mas esse papinho de humilhação é papinho de pessoas não viajadas. As pessoas que tem experiência em viagens, sabe que isso é normal e que tem países MUITO piores. Isso tudo é feito para proteger o país. Eu concordo que deve ser feito SIM. Se vc quer bagunça, vai pro Paraguai, que lá qq um entra. EUA é país de primeiro mundo.
      Então antes de falar em "humilhação dos EUA", primeiro procure viajar ou se informar direito.
      Ficar no recalque só pq não pode viajar e sair criticando coisas e países sem fundamento, é mais ridículo e humilhante do que passar por qq "salinha" da imigração.

    • Erika

      Vergonha eh pagar os altos impostos do Brasil e ainda se achar malandro. O pais com os impostos mais altos do mundo e com os piores services do mundo. A corrupcao eh solta e parece q todo mundo esta feliz! Este eh o pais do espertos. Esperto mesmo eh morar no Brasil e comer coco e achar q estar comendo caviar. Fala serio ….

    • Márcio Cavalcante

      Nossa, quanto comentário babaca! E o que vocês têm a ver se a mulher foi ao Cazaquistão, Irã ou onde quer que tenha sido? Há beleza em todos os países. Uma pena que haja pessoas com mentes limitas o suficiente para não enxergar isso. Aí ficam só no vira-latismo – da parcela mais medíocre brasileira -, babando pelos EUA. Chega a dar pena! ;D

    • Neize

      Você está por fora e está perdendo. EUA é um lindo país com pessoas extremamente educadas e respeitosas. Essa "humilhação" que você se refere é para defesa social. Para evitar entrada de malucos que vão pra lá pra matar por motivos fúteis, tais quais religião. Claro que infelizmente, pessoas do bem, como a autora desse belo texto, entram na peneira, mas isso faz parte. Como ela mesmo mencionou, foi tratada com muita educação.

    • Jean, não é pessoal a vc ou a qualquer outro aqui. Como alguém já disse aqui, gosto é gosto e opinião cada um tem a partir de suas experiências pessoais. Acho que gostar ou não gostar de algo não é razão para ofensas pessoais. Acho que muitos tem razão de reclamar dos EUA pois uma parte do povo realmente se acha superior aos outros povos (e não só do Brasil), como nós mesmos !! Isso mesmo. Afinal, quem nunca riu de um desenho dos Simpsons gozando da cara de qualquer outro povo ou local e ficou indignado quando fizeram um episódio dos Simpsons no Brasil ?!?! O que temos para não ser gozados e os outros tem ???
      Minha experiência pessoal foi de ter sido bem aceito as duas primeiras vezes que entrei e ter sido barrado nas outras 4 que tentei entrar ou fazer conexão para outro local. Em todas as vezes fui bem tratado. Inclusive na primeira vez, em NY, fui levado para a sala que estava cheia. Todos aguardavam calmamente o atendimento até que um homem (com traços e sotaque do Oriente Médio) ficou revoltado de ter sido barrado e começou a reclamar que iria passar mal pois sofria do coração. Os oficiais se dispuseram a buscar a bagagem dele para que ele pegasse o remédio ou a receita médica e ofereceram chamar os paramédicos. Ele gaguejou e tudo não passou de encenação e arrogância. Conclusão : foi separado de todos dentro da sala (ficou sozinho de um lado da sala) com um oficial de pé ao seu lado e deve ter sido o último a ser atendido. Quando chegou a minha vez, respondi as perguntas, recebi o carimbo e as boas vindas. Ou seja, nada que alguém não tenha passado, de forma pior, num banco, repartição pública ou hospital (do SUS ou de plano de saúde) no Brasil…

  • André Almeida

    Já tinha morado nos EUA em 2007, voltei em 2010 sem problemas, mas em 2011 fui enviado para a tal salinha em Miami e fiquei 4 horas ali, sendo que só tinham 3 pessoas comigo e uma delas era uma senhora de quase 70 anos, coreana, que não falava nada de inglês. As amigas dela passaram e ela não. Achei os atendentes muito debochados e não estavam nem aí para a senhora. Quando fui chamado, respondi tudo, daí perguntaram pq morei em 2007, expliquei e mostrei a carta da imigração me dando mais 3 meses para ficar lá aí eles "pq vc nao mostrou isso ao atendente lá da frente?". Foi a primeira coisa que fiz, mas ele nem fez questão de olhar. Acho um abuso isso, por eles se acharem tão superiores a nós. Ano que vem estou pretendendo voltar, vamos ver no que vai dar…

    • Beto

      acha um absurdo o deboche deles, acha um absurdo eles se acharem tão superiores, mas pretende voltar… quer dizer…

  • Maria Lucia

    Eu passei por algo parecido. Começaram a exagerar nas perguntas e eu com meu ingles falho, comecei a ficar nervosa.Também tive de mostrar meu cartão platinum para justificar que vinha com mais dinheiro. Foi estressante mas saiu tudo bem. A viagem tb era para LAS vEGAS com conexão em Charllote.

  • Renata

    Acredito que essa postagem esseja um tanto quanto defasada, pois o I-94 não é mais requisitado tem mais de 1 ano, somente o formulário da alfândega. Quanto a profissão, essa é uma das principais causas de ser mandado para a tal salinha. Se você trabalha com determinada profissão e está indo aos Estados Unidos exerce-la, você poderá ter problemas com seu visto de turismo. Não é incomum casos de pessoas que tentaram entrar com visto de turismo alegando que iriam a congressos, convenções, treinamentos, e terem tido sérios problemas na imigração. Idem para jornalistas e fotografos.

    • Pedro H

      o visto normalmente é B1/B2, Isso significa Negócios/Turismo.
      Se for só B2 vai ter mesmo problema. Senão é só não confundir as palavras. Você não será remunerado nos EUA e nem vai desenvolver uma atividade. Vai para uma reunião, um congresso essas coisas são cobertas pelo visto B1

      • Acho que não existe mais o visto B1 apenas, renovei meu visto em SP e mesmo com a documentação toda para o turismo me deram o b1/b2, acho que querem aumentar a validade dos vistos para brasileiros, já que estão gastando rios de dinheiro lá.

        • Márcio, o meu visto é B1 e é bem recente. Na próxima não vou ter dúvidas em pedir o B2 também.

          • Ops! O meu é B2, de turismo… pretendo tirar o B1, para visitantes de negócios.

    • Monique Renne

      Tem toda razão, Renata. Troquei o nome dos formulários. Obrigada!

    • Eu tenho o visto B1/B2. Quando solicitei, expliquei que precisava de visto para reuniões a trabalho nos EUA – o cônsul nem questionou.

      Particularmente acredito que agentes de imigração são treinados para perceber nervosismo ou contradições entre o que você fala e o que o seu corpo mostra. A gente pode emitir sinais sem nem perceber, pode ser que ele tenha achado notar algo e se enganado depois. Vai saber…

      Já passei pro pequenos problemas em Madri, mas nada tão grave.

      • Quando solicitamos o visto, eles colocam B1/B2 no visto (solicitei o visto em junho/2013). Ao entrar no EUA o agente de imigração que decide qual vai colocar no carimbo. Em uma ocasião ele colocou B2, justamente pq a finalidade era turismo, já na outra era apenas uma conexão e ele carimbou como TRANSIT, sem direito a ficar nos EUA. Então imagino que não tenha problemas com o B1, negócios sem remuneração.

  • Eu nunca fui retido na Imigração Americana para demais averiguações. Porém na última viagem (a 3 semanas) a imigração foi muito morosa em Miami, poucas pessoas trabalhando. Fica a dica, evitem chegar aos domingos em Miami pela manhã devido a lentidão da fila.

    • andew

      E que voce e branco

  • Na primeira que fomos desembarcamos em Miami. Fomos pra salinha. Só lá que percebi que apenas o passaporte da minha esposa tinha sido retido. Quando a oficial chamou a minha esposa explicou num português corretíssimo que o problema eram as digitais. E ai orientou minha esposa: na próxima bastaria um creme nas mãos para combater o ressecamento provocado pelo ambiente seco da cabine do avião.

    • ana cicilia da silva
  • Fabio

    Eu vou seguido aos EUA pois trabalho em uma empresa americana aqui no Brasil, e já entrei em vários, mas vários aeroportos diferentes. E tive o desprazer de passar algo semelhante também no aeroporto de Atlanta. Devido a isso, decidi nunca, mas nunca mais entrar nos EUA por este aeroporto.

    • Rafael

      Fabio, o aeroporto de entrada não tem nada a ver com isso, e sim o agente no qual você "cai". Viajo aos EUA a trabalho 4-5 vezes por ano, e já entrei por (quase) todos os aeroportos que tem voos do Brasil, com passaporte Suiço. A única vez que fui enviado para a salinha, foi porque o agente em Miami estranhou a quantidade de carimbos de paises árabes no meu passaporte. A tal salinha aliás, estava lotada de árabes, e alguns homens de negócios, que visivelmente tinham o mesmo "problema" que eu…

      • Miguel

        Halliburton?

  • Isabella

    Em 2012 eu e meu marido fomos para Orlando. No guichê da imigração tudo ok: "sejam bem vindos". Entretanto, ao passar por um agente após retirar a bagagem, o mesmo estranhou o fato de estarmos apenas com uma mala e resolveu nos mandar para a tal salinha! Lá um outro agente (muito simpático) pegou os nossos passaportes e começou a consultar dados em um computador. Logo após a consulta o agente voltou e iniciou uma bateria de perguntas (que incluiu exatamente as mesmas feitas durante o processo do visto em São Paulo e outras já realizadas no guichê como a quantidade de dinheiro, hotel, tempo de estadia, etc.). Respondidas as perguntas, o agente sorriu, nos pediu desculpas e desejou boas vindas novamente. Isso durou uns 10 minutos, que foram os mais longos da minha vida…ahahahahahaha.

    • David

      Também tive o mesmo problema…. O oficial da imigração foi super simpático e carimbou o passaporte rapidinho, mas quando fui passar pela Customs com apenas uma mala pequena, uma oficial meio arrogante achou esquisito um brasileiro com apenas uma mala, sozinho e que passaria apenas 4 dias lá (graças àquela promo de 2012 fui visitar uma prima que mora lá, ficando apenas de quinta a domingo).
      Fui levado pruma sala ao lado por outro agente que começou consultar dados freneticamente num computador.
      Ele me perguntou tudo de novo e, ao final, se eu já tinha morado nos EUA, porque meu inglês era muito bom… Respondi que já tinha morado duas vezes pra estudar e, por sorte, eu tinha levado meu passaporte antigo com os dois vistos de estudante… Aí ele ficou tranquilo, pediu desculpas e me liberou. Então, fica a DICA: levem os vistos e passaportes antigos.

      • Isabella

        É…passamos pela mesma situação então!

    • Marcio

      Passamos por algo parecido, eu e minha namorada viajamos um dia antes que outro casal de amigos, pois eles compraram depois e não tinha mais lugares, então levamos as malas deles, para irem sem bagagem e tentarem adiantar o vôo da conexão, e foi mais ou menos o mesmo, os agente ficaram perguntando como e porque entrariam no EUA sem bagagem, mas dai eles mostraram nossas passagens do dia anterior e a reserva para os 4 no mesmo quarto em Orlando e liberaram. Vale essa dica pro post… Dinheiro, cartão de crédito internacional e BAGAGEM! rs…

    • Fabiano

      Será que tem no MD alguma dica sobre essa parada das bagagens?

      Pretendo ir aos EUA pela primeira vez no meio do ano. A ideia era chegar a Miami apenas com a bagagem de mão, comprando tudo (incluindo as malas) lá.

      Agora tremi…hehehe

    • Barbara

      Quando éramos namorados nos mandaram passar separado. Rendeu tanto que serviu até de argumento pra gente casar logo kkkkkk

    • merhi taha

      Na primeira vez que fui pros EUA (2012) fui parado tb…sera que era pela minha descendencia arabe, acabei na salinha e depois de muitas perguntas me liberaram, as perguntas são as mesmas de sempre, o cara so levou fé depois de mostrar o dinheiro e os cartões de credito.

      Depois disso fui diversas vezes, sempre com frio na barriga na hora da imigração, mas nunca mais tive problema, ja cheguei a desembarcar só de mochila, causou surpresa naquela vistoria pos imigração mas foi tranquilo depois que expliquei que compraria as malas lá.

    • Gabi

      Passei por isso, porém foi sofrido….Olá galera, vou falar da minha experiência…um pouco diferente, pois fui SEM RESERVAS DE HOTEL, fui pra ficar na casa de uma amiga que mora lá. E FUI BARRADA, não na imigração inicial, mas depois, pra checarem minhas malas e minha vida também! Quase tive um treco, quase chorei, nunca passei por uma pressão tão grande como aquela, não desejo pra ninguém. O problema maior foi porque eles acharam na minha carteira o telefone da tal amiga e ligaram pra ela e ela disse que eu passaria 30 dias e eu disse 17dias e eles me encheram o saco, me revistaram até na alma e o pior eu levava 2 maracujás pra ela e eles pegaram e jogaram no lixo. Desembarquei em Miami as 5hs da manhã e fiquei nesse processo todo até 6:50, quase perdi meu vôo para Boston. Nesse tempo todo que fiquei na salinha do raiox o agente foi pra dentro e me deixou quase uma hora esperando e eu angustiada, até que ele voltou e com outro, e esse outro bem mais gentil me repetiu as perguntas e disse que eu estava mentindo em relação a data de volta, então expliquei que minha amiga confundiu e ele viu que eu estava falando a verdade, realmente havia um engano e ele me perguntou sobre grana…Vixe!!! Fui com apenas 200dolares na carteira e um cartão de crédito. E ele começou a questionar como eu comeria e sobreviveria esses 17 dias e eu disse que não teria gasto nenhum, pois ficaria na casa da minha amiga. Daí esse agente ficou com dó de mim e me liberou… UFA!!!! Que alívio aquele momento. 3 problemas comigo: dinheiro, fruta e a contradição de dias!!! Fui em julho, agora voltarei em dezembro pra passar 1 mês, será que terei problemas?

      • Georgia

        Ola,
        voce conseguiu entrar?
        Estou com a msm duvida

  • Danilo

    Se alguém puder me ajudar, eu tenho uma dúvida quanto à imigração. Eu pretendo ir com minha namorada aos EUA no final do ano. Na hora de passar pelo guichê de imigração, devemos ir juntos, ou cada qual em um guichê diferente?

    • Pedro H

      separado. Só passa junto famílias que MOREM juntos.

      • Danilo

        Uma pergunta meio idiota agora, mas só para desencargo de consciência mesmo: mas se me perguntarem se estou viajando sozinho ou acompanhado, falo que estou acompanhado, certo?

    • Monique Renne

      Namorada é separado, esposa é junto. Mas comino Brasil união estável vale e não tem papel, fica a dúvida mesmo… Sugiro o seguinte: se não preencheu no visto que você é casado com ela, vá separado 🙂

    • Alex

      Ano passado fui com minha noiva, a irmã dela e uma sobrinha delas (filha de uma terceira irmã) para Miami. entramos os 4 no mesmo guichê sem problemas. Varia do atendente aceitar ou mandar a tropa de volta pra fila.

    • Felipe

      Você pode pedir para o atendente. Fui em novembro com a minha namorada e deixaram tranquilamente.

    • Já entrei quatro vezes nos EUA com minha namorada e nas quatro fomos juntos para o guichê, inclusive respondo às questões relacionadas a ela, por exemplo, profissão, já que ela não fala inglês e nunca tivemos problemas com isso. Boa viagem!!!

    • Helio Filho

      Já fui com um amigo que não falava inglês, entramos por Miami, e eu e ele fomos atendidos juntos, eu traduzi pra ele!!! Então na hora que for ser chamado, é só pedir para ser atendido junto com sua namorada!

      • Pedro H

        engraçado pq as duas vezes que eu fui com minha namorada, que virou esposa, me mandaram passar separado, mesmo ela não falando nada em inglês.

    • Marcio

      Eu já passei junto, mas depende, o vistoriador não vai te barrar por tentar passar com a namorada no mesmo guichê, o máximo que pode acontecer é ele dar uma bronca e mandar um dos dois voltar e ir em outro guichê. Normalmente tem alguém coordenando as filas, basta perguntar para essa pessoa se podem ir juntos ou não, pelo menos evita a bronca.

    • Rafael

      Fui duas vezes com minha namorada, sem peoblemas. Eu não falo inglês e ela respondeu tudo por mim.

    • Thati

      em outubro fui pra nova york com meu namorado, na escala em washington o cara da imigração não deixou a gente ir no mesmo guichê, mandou meu namorado voltar pra fila…rs, disse que só pode se for casado

    • Augusto

      Fui em novembro com um AMIGO, nossa entrada era no aeroporto de Atlanta, e fomos juntos ao guichê e não tivemos problemas. Meu amigo não fala inglês, e como estávamos viajando juntos isso acaba facilitando o trabalho dos oficiais. Nunca vi eles mandarem ninguém voltar pra fila quando estão viajando juntos. E só perguntaram pra onde estávamos indo. SÓ! Mais nada.

    • merhi taha

      eu ja vi o casal indo e o pessoal da imigração falando pra passar um de cada vez, como o casal era argentino ate tirei um sarro…zueira.

      mas vai do humor do oficial de imigração…

      e num tem cabine certa, as vezes vc acha que o cara que sorri vai te liberar rapido e sem perguntas, as vezes esses são os piores.

    • Luis

      Eles só aceitam que faça a entrevista juntos, se for marido e mulher ou companheiros. Se falar que é namorada, não vão aceitar.

    • Filipe

      Já fui eu e uma amiga juntos, e ela olhou pro atendente e falou "I don´t speak english" conversaram em espanhol, e deu tudo certo.
      Combinamos de irmos juntos, porque as passagens eram no mesmo Localizador, e hotel na mesma reserva, nem pediram pra ver, foi bem tranquilo…
      Estavamos indo pra Las Vegas também…

    • Evelyn

      Oi Danilo fui esse ano a ny e ao passar pela imigração em Miami fui com meu "namorido" tendo em vista que vivemos juntos mas não somos casados! o problema só foi que o agente perguntou se éramos família! Eu simplesmente disse que sim e ele não muito gentil me perguntou se éramos casados, respondi que não e claro tive que escutar a explicação de que só era família quem era casado, fora isso não teve problema irmos juntos! Boa sorte!

    • Carolina

      Eu e meu namorado falamos inglês, mas, mesmo assim, optamos por ir juntos ao guichê. Não pedimos autorização, nem nada. Só fomos.
      O atendente primeiro perguntou a um, depois ao outro, os dados essenciais, mas quanto ao endereço do hotel, quanto tempo íamos ficar, etc, fez apenas uma pergunta, válida pra ambos.
      Faça na hora o que se sentir mais a vontade. Apenas não hesite, pois se você for pedir permissão eles, provavelmente, dirão que não é possível.

    • Débora

      Fui com meu namorado sem problema. Melhor que ir sozinho né?

    • Nas 2 vezes que fui com amigas, passamos juntas. Sem nenhum problema.

    • Indira

      Danilo, a primeira vez que fui, entrei por Miami, e fui com meu então namorado. Preenchemos dois papéis separados mas fomos ao guichê juntos. Lá o vistoriador perguntou se éramos casados e eu respondi noivos. Ele aceitou nós dois no mesmo guichê e riscou nosso papel alterando para duas pessoas.
      Na segunda vez, meu namorado já tinha virado meu esposo. E estávamos com a irmã dele e o filho dela. Fomos os 4 para o guichê e o vistoriador mandou separar: eu e meu esposo num guichê, minha cunhada e o filho para outro guichê.
      Acho que também depende do vistoriador. Mas isso não tem problema, voltar para o final da fila não é a pior coisa; eu mesma já voltei duas vezes (rasura no formulário e separação de família)…
      Como a Monique falou, o importante é manter a calma.
      Se eu fosse você, ía junto com ele para o mesmo guichê, sem problema algum, é só dizer que são noivos…

  • Vou ter que conseguir esse American Platinum sem limite, hahaha, ai sim estarei bastante tranquilo, brincadeiras a parte, ótima reportagem!

    • claudia

      Esse American Platinum só sendo convidado pela American Express!! Faz toda diferença!!

  • Só uma correção de uma confusão comum: o The Platinum Card tem limite sim! O fato do limite não ser pré-estabelecido não significa que não tem limite.

    Único cartão da Amex sem limite é o Centurion Card, e se você tem ele, você é rica sim 😛

    • Francisco, você pode imaginar que eu tinha duas opções: dizer que era sem limite ou explicar que ele é sem limite com limite pré aprovado. Poderia ser a diferença entre entrar ou não nos EUA. Optei pela maneira mais simples. Mas, realmente, este cartão não é muito comum nos EUA…. Por isso funcionou 🙂 E eu realmente não estou nem perto de ser rica! Kkkakakakakak.

      • Sim, bem mais simples!

        Parabéns pelo post, muito bom! 🙂

      • Kkkkkkk pode crer.

      • Por que o trolls nunca se identificam? Que mania esse povo tem de querer criticar quem está postando algo de boa vontade querendo ajudar aos outros. Se quer fazer isso, ao menos tenha a decência de mostrar sua cara.

    • Fred Dabras

      Confusão da sua parte! Os cartões Green, Gold e TPC ( The Platinum Card) não tem limites de crédito! Já comprei um apartamento no meu TPC, basta você comunicar antes que fará uma grande compra, porque se não eles bloqueiam por questão de segurança. Gosto demais do Membership Rewards, por isso consideroos Amex os melhores cartões do mercado, principalmente quando se consegue negociar a anuidade!

    • Alexandre

      Ola, na verdade o Mastercard Black tambem é um cartao sem limite, tanto que esta escrito no cartao unlimited

      • Daniel Carlos

        Alexandre, possuo tanto o Mastercard Black quanto o Visa Infinite e nenhum dos dois são sem limite.

    • Rick Amaral

      Talvez voce esteja falando do Amex Black… esses sim top de top… so vi com um advogado americano de uma grande firma de advocacia…

  • Daniel

    Passei por isso várias vezes.

    Da última vez foi no JFK e nesse caso específico havia um brasileiro naquela sala que estava sendo deportado por ter entrado nos EUA ilegalmente em outras ocasiões. Não tenho detalhes desse caso do cara, só sei que eu fiquei pensando … "pronto, agora a casa cai para mim".
    Ainda que eu estivesse viajando a trabalho (sou diretor de uma empresa de importação e exportação e minha matriz fica nos EUA, viajo muito, estou no meu 6o passaporte e no passaporte atual tenho carimbo de entrada em 4 dos 5 continentes), respondi os inúmeros questionamentos calmamente, mas não posso negar que fiquei pensando que finalmente esse seria o meu dia de ter problemas com a entrada nos EUA, mas no final deu tudo certo.
    Ótima postagem, parabéns.

  • Wagner

    No meu caso foi após a imigração, mesmo após ter ouvido o "bem vindo aos US" no aeroporto de Miami.
    Não lembrei de colocar na declaração de entrada, nem de avisar ao agente da imigração e estive com duas esquecidas maçãs na minha mochila. Ao sair da imigração o cão farejador me seguiu e o policial logo me enquadrou pela suspeita do bichano. Eu e minha esposa fomos para a salinha das bagagens suspeitas, após a revista e descarte das maçãs fomos liberados.

    • Não pode entrar com comida que não seja industrializada, isso em qualquer país do mundo. Tenho uma amiga que foi multada em U$ 200 por estar com um saquinho de castanhas quando foi entrar no Chile…

  • Ana Fiorani

    Curioso, mas passei um aperto mesmo foi chegando via trem (Eurostar) a Paris. Estávamos eu, meu marido e minha filha adolescente e ao passarmos pela imigração, após as várias perguntas (parecia até EUA) havia um curral onde passávamos um a um pelo detector manual de metais. Já havíamos passado eu e meu marido e fiquei aguardando minha filha quando reparei que a oficial a estava questionando novamente, em separado. Fiquei bem aflita pois fui impedida de voltar para ficar com ela que, apesar de ser alta, só tinha 15 anos. Como tem inglês fluente, ela respondeu prontamente as perguntas e, pelo que notamos, foram direcionadas somente a ela em separado por se tratar de suspeita de tráfico de mulheres, bastante comum na Europa. Se ela tivesse saído de meu alcance de vista certamente teria dado uma de mãe-leôa, mas não foi preciso, felizmente.

    • Ainda bem que sua filha fala inglês e conseguiu comunicar-se , pois a polícia francesa eh muito ostensiva. Deus me livre de ver-me numa situação assim. Ainda bem que a leoa não precisou agir. Rsrsrs.

      • Juliana

        Verdade. Voltava com meu namorado de Paris de trem e ficamos em filas separadas porque eu tenho o passaporte português. Nessa altura, morávamos na Inglaterra a estudo. Os guardas Franceses são assustadores e mesmo pra quem fala inglês fluente e está super seguro de si, fica nervoso com o tipo de abordagem e questionamentos. Se vc der qq passo em falso então… Já era!
        No caso dele, fizeram milhares de perguntas e inclusive pediram pra ele descrever o percurso dele do Curso pra Casa e em quais estações de metro ele utilizava, aonde fazia a baldiação, etc. O desfecho foi com muita emoção!

  • Wilton

    Apesar de não precisar, na ficha da alfandega (azul) eu coloco o valor que tenho em dolares e sempre falo que estou a passeio e compras apesar do meu visto ser B1/B2.

  • Bernardino Medeiros

    Em 2012 eu fui comemorar 10 anos de casado com minha esposa em Orlando, já dentro do avião aqui em Guarulhos, fui guardar o celular no compartimento do banco a frente e vi que tinha uma lâmina, na mesma hora pensei que o melhor a fazer seria entregar a comissária que logo guardou e seguiu normalmente. Porém ao chegar em Detroit, notei que demorou além do tempo para liberar o desembarque até que o comandante informou que eles estavam em procedimento de segurança, logo pensei, to ferrado. Bom, se passaram 15 minutos e tudo liberado, fomos para imigração. Ficamos na fila tranquilamente, quando eu estava próximo para ser atendido, chegou um agente e falou Mr. Medeiros, eu me apresentei e ele nos acompanhou até a cabine. Passamos por lá traquilamente e o agente pediu para que a gente pegasse nossas malas na esteira. Minha esposa nervosa e eu começando a ficar nervoso com ela, pois ela não parava de falar. Pegamos as malas, na verdade tinha uma mala dentro da outra, pois geralmente vamos vazios e voltamos lotados de coisas. Ainda tinha um doce pé de moleque que estava levando para um conhecido em Orlando. Depois que revistaram tudo, ele nos pediu para que fossemos até outra salinha. Ai eu gelei, pensei comigo, agora to fudido, vão nos colocar no primeiro voo de volta ao Brasil. Chegamos numa salinha pequena e uma pessoa da companhia aérea nos acompanhou todo momento. Ele fez várias perguntas, se eu tinha filhos, porque eles não estavam com a gente, se já tinha ido para os Estados Unidos, se usava drogas, e por último se a gente poderia ter uma revista íntima para provar que a gente não trazia drogas. Eu falei que não seria necessário pois a gente não tinha drogas, mas se aquela fosse uma condição única não tinha o que ser feito. Foi quando ele disse que muitas pessoas utilizam a lamina para preparar a cocaina para cheirar. Após esse periodo ele nos disse que a gente estava liberado, pegamos as malas e seguimos viagem. Sinceramente é um tanto quanto constrangedor e humilhante, porém para um país que tem que duvidar de tudo acho que é válido. Afinal de contas, ninguém tem estrela na testa para falar que é traficante, ou algo do genero.

    • RABUGENTO

      Sacanagem ou ignorância da comissária.
      Se você pretendesse utilizar a lâmina não a teria chamado.
      A empresa aérea era lá do Norte, né?
      Completamente neuróticos…

  • Uma vez decidi ir aos Estados Unidos. Como moro no Recife, há um consulado aqui, então não precisei me deslocar para outra cidade. Apesar de ter marcado hora, como todos devem ter feito, havia uma fila enorme debaixo daquele sol de nove da manhã que quem conhece o Recife sabe que é o pior momento do dia, aquele calor sem brisa. Fiquei numa lanchonete até chegar minha hora. Foi tranquilo, servidor público e já com visitas feitas à Europa não encontra problemas. Já com o visto garantido, comecei a organizar a viagem. Seria NY, o revival de A Chorus Line ainda estava em cartaz na Broadway e queria muito ver. Mas nas minhas pesquisas infindáveis percebi que o visto não garantia minha entrada no país. Ele garante somente que eu bata à porta, me deixarem entrar é outra coisa. Foi então que eu refleti: caramba, para que passar por isso? Entendo o cuidado que os EUA tenham com imigração ilegal e terrorismo, mas a impressão que me dá é que por mais que gastemos nossa grana por lá, que alavanquemos o turismo, somos ainda intrusos ou entramos lá pela benevolência das autoridades de imigração. Posso estar enganado – e devo estar – mas essa sensação de bancar a festa e se sentir penetra me fez desistir de ir. Fui revisitar Paris. E olhe que sou bastante detalhista com documentações para viajar, até um pouco paranoico. Quando viajo pela TAP, por exemplo, além dos documentos habituais, pego uma declaração do órgão onde trabalho atestando que sou funcionário público e levo ao consulado português para ser carimbado por eles. São cuidados que tenho para ter a certeza de que irei entrar no país de destino, por que são situações pragmáticas. Mas o que ocorre nos Estados Unidos nos deixa a mercê do humor de quem irá nos receber. Infelizmente creio que essa política deles jamais tenha fim. Eu que tenho que trabalhar isso comigo se quiser um dia conhecer os EUA.

    • Alex

      Sem dúvida nenhuma vale a reflexão seu relato. É exatamente isso que você disse: Pagar pela festa para se sentir o penetra. PERFEITO!

    • Sergio

      Nem todas as pessoas são iguais a você e a maioria dos leitores desse site. Infelizmente há algumas pessoas mal intencionadas que querem virar imigrantes ilegais e se não existisse esse tipo de pessoas o visto nem seria necessário.

    • Rebeca

      Entendo o que você diz, mas ter o visto e não ter permissão para entrar no país, pode ocorrer com muitos outros destinos.. em geral a decisão é daquele agente que está em sua frente

  • Leandro

    Eu fui para na salinha da imigração do aeroporto de Schipol em Amsterdã só que na saída do país. O oficial da imigração na hora de dar saída não conseguiu ver a data da minha entrada no carimbo que estava muito apagado. O passaporte tinha sido carimbado em Lisboa menos de um mês antes. Fui levado pra salinha e fiquei por 40 minutos até conseguirem contato com Portugal e verificarem a data correta da minha entrada. Um sufoco!

    • Alexandre

      Não sei quando foi sua viagem Leandro, a minha foi em 2008, e o carimbo de entrada em Lisboa foi beeeem vagabundo, quase não dava pra ler. Porém, como a saída foi por Lisboa também, devem ter conseguido checar os dados mais facilmente.

      abraços

    • Silvia

      Em Zurique me fizeram as perguntas básicas e o carimbo ficou péssimo por “minha causa” (eu tinha colocado um clips na última página) e a agente de imigração me pediu desculpas, que normalmente os carimbos dela no passaporte ficavam bons. Ela pediu que eu não mais colocasse clips no passaporte e eu pedi desculpas. Na volta para o Brasil, no mesmo aeroporto, o agente não conseguiu conferir a minha data de entrada e comentou que o carimbo estava ruim. Mas eu falei que tinha deixado o ticket da viagem de ida ali na mesma página para saberem a data de entrada e mostrei para ele, e disse que a agente tinha me pedido desculpas pelo carimbo ter ficado ruim. Ele agradeceu e me desejou um “boa noite” em português que não entendi senão quando ele traduziu para o inglês o que estava tentando falar.

    • re178

      Falando nisso, ano passado fiz uma viagem para a Ásia e fiz conexão na Europa e em Dubai. Na ida, quando cheguei na Europa carimbaram meu passaporte, normal. Mas quando cheguei na Europa novamente vindo da Ásia ( e Dubai) o policial não carimbou. Pernoitei esta noite na Europa e no dia seguinte quando estava deixando a Europa o policial perguntou onde estava meu carimbo de entrada. Para “tentar” não criar problemas, mostrei o carimbo de entrada antes de ir para a Ásia, e ele aceitou. (Ainda bem que ele não viu o de saída para a Ásia) Mas voltando ao assunto, tem problema se o policial não carimbar o nosso passaporte?

    • Cheguei na Itália por Milão e ao sair por Roma o oficial percebeu que no passaporte de minha esposa não constava o carimbo de entrada. E começou a fazer um monte de perguntas (e eu não falo italiano). Foi quando ele perguntou por onde nós havíamos entrado e eu falei: Milano. Ele olhou para o oficial da cabine ao lado, falou um monte e disse "MILANO", balançou a cabeça e disse até logo.

      • re178

        Será que é só na Itália? Foi em Roma que eu cheguei e o policial só folheou um pouco meu passaporte e me devolveu, já a saída onde queriam que eu mostrasse o carimbo foi em Lisboa.

      • Carina

        Coisa que irrita é abrir o passaporte em qq página e carimbar! Mta má vontade!

    • Renato

      Eu tive o mesmo problema. Meu passaporte foi mal carimbado em Lisboa e eu tive problemas para entrar na Suiça. O pior é que eu comecei a conversar com o oficial de imigração suiço em francês, mas vi que o negócio tava ficando feio e quis falar em inglês mas o fdp queria que eu continuasse falando francês. O pior é que depois a imigração do Reino Unido colocou o carimbo sobre o carimbo português. Uma verdadeira zona.

  • Daniel Brito

    Monique, esse teu AmEx Platinum foi convite ou você sabe alguma estratégia para conseguí-lo? Eu tenho o Gold Card que é anterior a ele. Abço.

    • Oi Daniel! Foi convite sim.

    • O The Platinum Card é sempre por convite, não tem como solicitar. Mas eu tive o Green, o Gold e tipo 2 anos após eu ter o Gold me convidaram para aderir ao platinum. Se voce ja tem o Gold há algum tempo, consulte a possibilidade de te converterem em platinum…mas se prepare pra anuidade salgada (1.200/ano em 3 parcelas de 400). Eles tambem aceitam troca de pontuação do Membership Rewards como pagamento da anuidade. E não se esqueça de se inscrever no membership Rewards turbo, que voce receberá 2,2 pts/dólar gasto….

      • vania

        Eu tenho Visa, Master e Amex Platinum e não pago anuidade por causa da média de utilização. No meu banco e simples de adquirir, basta ter renda compatível.

        • Sabrina

          Qual seu banco Vânia?

    • Rick Amaral

      Convite em tese… se pedir ao gerente dos bancos emissores eles providencia… estou cancelando o meu the platinum hoje… prefiro o Mastercar Black e o Visa Infinite

      • Henrico

        Sem duvida o Black e melhor… tenho os dois e so uso Black pela pontuação tb.

  • Willian

    Pretendo passar 18dias nos EUA Ny e Miami,Estou indo vom cartão internacional,mas quanto devo levar em dinheiro?nã sou adepto de andar com muito dinheiro no bolso.

    • Fabio

      Leve pelo menos 100 dolares por dia em cash. Ele vai perguntar quanto dinheiro vc tem.

    • Willian, não existe um valor padrão… Sugiro que você sempre leve uma quantia em dinheiro (eu levo, ao menos, 500 dólares) e que tenha um cartão de crédito internacional.

    • matheus

      Wiillian, No minimo 2.500 dolares… serão 18 dias de estados Unidos… 500 dolares se vão em 4 dias tranquilamentes…

  • Nossa, senti esse medo por você agora, mesmo indo diversas vezes para os EUA, um ano fui 4 vezes, e esse frio na barriga deve ser de todos.
    O agente teve a cara de pau de perguntar se era a minha primeira vez nos EUA, sendo que no passaporte antigo tinha mais de 8 carimbos só em Miami.

    Outra coisa, agora entendi, o porque 2 vendedores falaram (brincando e sorrindo) que era milionário quando paguei com meu platinum.

    Por falar em fazer a propaganda do site, essa semana fui para Bolívia, e o agente da Federal não queria liberar uma pessoa que estava viajando também para Bolívia por estar portando apenas a cópia autenticada, mesmo sendo emancipada. Esperando na policia federal a agente comenta com um rapaz que trabalhava na TAM e disse que precisava de passagem barata para o Canada, na mesma hora eu opa, anote esse site (www.melhoresdestinos.com.br), citei que era minha primeira viagem do ano, e já tinha mais 2 marcadas, Miami mês que vem, e Santiago no começo de Agosto, ela deu risada, e falou, chama lá a pessoa que vou liberar vocês por esse portão de embarque, e me perguntou melhor sobre o site e como funcionava as passagens, na mesma hora abri meu e-mail e mostrei as passagens para os EUA por U$ 380,00.
    Nem ela a agente nem o cara da TAM acreditaram, rs…

    Obrigado MD e as dicas da Monique.

    • Fazer viagem internacional com "cópia autenticada" é pedir confusão, essas pérolas da burocracia brasileira não valem nem em outro estado!

  • Ivana Rafaela

    Preciso desse cartão tbm!!!!!! Alguém pode me informar como é a entrada na Europa por Frankfurt?

    • Juliano

      Europa é mais tranquilo. Leve sempre as passagens de ida e volta, reserva de hotéis, etc.
      Ano passado quando entrei por Frankfurt fui recebido por dois agentes jovens, bem alemães chucrute (loiros de olhos azuis), e bem arrogantes.
      Qdo me dirige ao guichê livre, o agente estava comendo um sorvete (o que não tinha visto), e me encheu de osso, perguntou se eu não vi que ele estava comendo, me mandou voltar pra fila e esperar, e depois mais um monte de desaforo… Faziam várias perguntas, e os dois ficavam fazendo cara de deboche, que não entendiam o que eu estava falando.

      Acho que queriam me humilhar e se exibir, pois eu estava com minha namorada , que é uma descendente de alemães muito bonita…
      Mas tirando isso em geral o povo alemão é muito simpático.

    • Silvia

      Entrei por Frankfurt pela primeira vez no ano passado e foi rápido e tranquilo. Fizeram perguntas básicas rápidas, respondi objetivamente e foi tudo bem. Já num vôo de conexão de Lisboa para Munique, após desembarcar, um agente à paisana me parou, anunciou ser da polícia federal e mostrou a carteira de identificação (como em filmes norte-americanos: “aqui é fulano tal, sou agente da polícia federal, seus documentos por favor!”), em um tom de voz bem intimidador e me fez perguntas em inglês. Fiquei meio sem reação (foi muito rápido e ele meio que saltou na minha frente e não estava vestido como policial então fiquei meio desconfiada) e então ele perguntou que idiomas eu falava. E então ele fez toda aquela apresentação (quem era e mostrando a carteira com o emblema da PF alemã) em português. Viu meu passaporte, perguntou de onde vinha e para onde ia, mostrei minhas passagens e ele me liberou. Antes que o complexo de brasileiro “vira-lata” surja em possíveis leitores, achando que é perseguido nas imigrações europeias, sou mais polaca que muito europeu e o vôo não vinha do Brasil. A agente que estava com ele perguntou a ele rindo em alemão que idioma ele estava falando comigo e ele disse que português, porque eu era de São Paulo. Ela então perguntou a ele com um tom de voz engraçado “e como é que vc aprendeu português?” e então eu não ouvi mais nada pois fui liberada. Não faço ideia da razão de ter sido parada mas após mostrar passaporte e passagem e eles serem analisados a olho pelo guarda fui liberada alguns minutos depois. Em pé mesmo, sem entrar em salinha nem nada.
      Vale dizer que eu nunca esperava que as 3 pessoas que estavam lá era agentes à paisana. Eles se disfarçam bem. A imigração veio bem depois. Com o brasileiro na minha frente (jornalista) o agente da imigração em Munique conversou bastante (não sei se era interrogatório ou “bate papo” pois o brasileiro estava muito à vontade, falante e amistoso) mas chegando na minha vez ele só carimbou e desejou boa viagem.

    • Samira

      Olá Ivana, Tenha em mãos passaporte com validade superior 6 meses, reservas de hotel e seguro de viagem/assistência é bom ter uma declaração de emprego em inglês ou alemão. Responda o que perguntarem e esteja bem vestida, ou seja, discreta. isso conta muito.
      Os alemães são bem sérios, rigorosos e educados. Nunca tive problemas, sempre foi rápido creio que minha profissão ajude bastante, pois eles valorizam muito o professor universitário.
      As perguntas geralmente são: para onde vai? O que fará? Por quanto tempo? Seguro Saúde?
      Boa sorte.

    • Sergio

      Já entrei 3 vezes por Frankfurt e a única pergunta q me fizeram foi: " qual o destino?". Enfim, a imigração da Europa é muito tranqüila , com algumas exceções, claro!

    • Carlos

      Não mexa com os cães! A única vez que desci em Frankfurt, tinha que passar por um pastor alemão. Alguem na minha frente, fez menção em fazer uma caricia nele. Sorte que alguém o impediu.

    • marlo lawin

      Boa tarde Ivana. A minha entrada foi tarnquila, com excessãod a bagagem que demorou muito, muito mesmo pra chegar. Já estava até na filinha de bagagem extraviada que, por sorte, tinha 200 metros, quando vi a bagagem chegar. Como moro no sul e falo razoavelmente alemão, foi tudo tranquilo. Pergunas muito simples, não me pediram sequer sobre dinheiro ou cartão, só pediram a passagem de volta, mas recomento ter tanto dinheiro como cartão e a carta convite ou a reserva paga de hotel. tive mais problema na saída em Colonia, fizeram muito mais perguntas, demorou muito mais e no raio x, tive que abrir a mala pois tinha posto umas moedas empinhadas dento da mala que chamaram a atençãoe e eles não conseguiam indenticar o que era. Mas tudo bem tranquilo

    • Oswaldo

      Quando fui para a Europa, entrei por Zurich e pegaria a conexão para Paris. Estavam eu, minha esposa e minha mãe de 80 anos. Ao sair do avião, minha esposa foi na frente e eu fiquei ajudando minha mãe e acabamos ficando um pouco atrás.
      Quando cheguei do lado de fora do avião, havia um guarda grandão questionando minha esposa sobre para onde ela estaria indo. Minha esposa nåo fala nada de inglês ! Quando vi isso falei que ela era minha esposa e que pegaríamos a conexão para Paris. Imediatamente nos deixou passar sem problemas. No guiche de imigração, o rapaz que nos atendeu não perguntou nada, apenas carimbou o passaporte e nos orientou onde seria o embaque da conexão!

    • Lucia

      Oi, Ivana
      Já fui duas vezes pra Europa, entrando por Frankfurt , de Recife pela CONDOR. Imigração tranquila e educada, falam bem inglês!

      • Ivana Rafaela

        Juliano, Silvia, Samira, Sérgio, Carlos, Marlo Lawin, Oswaldo e Lucia… Muito obrigada pelas informações! Já fui para Europa entrando por Milão e foi super tranquilo, mas sempre tive aquela ideia de que na Alemanha seria mais complicado. Enfim, muito obrigado por todas as dicas! Não mexerei nos cachorros, esperarei na fila caso os agentes estejam comendo e não me separarei do meu marido! Beijos e muitas viagens a todos nós ;*

    • Daniel

      Sou do Rio e moro em Berlim. Na única vez que fui de Condor (partindo de SSA), tinha policiais federais no finger parando e interrogando todo mundo de cor parda. Eu (branco) passei sem problemas. E pr variar, ganhei o carimbo de entrada na página do visto americano (eles acham que se você pode entrar nos EUA, pode entrar na Europa).
      Mas achei muito estranho. Venho muito a Europa há 3 anos e sempre foi tranquilíssimo. Primeira vez que vi isso. No check in em Salvador, o funcionário da Condor disse que tinham 2 brasileiros sendo mandados de volta de Frankfurt.

  • eduardo

    Galera do MD, estou de viagem marcada para os Estados unidos, voo direto fortaleza – miami, minha saida sera dia 02/08/14 e volta dia 16/08/14 e o meu passaporte é valida ate 28/01/15, eu preciso tirar um novo passaporte? aguardo resposta

    • Fabio Peixoto

      Eduardo,

      Não existe mais uma obrigatoridade/exigência, mas ainda assim continua extremamente recomendável que seu visto seja válido por ao menos 6 meses além da sua data prevista de saída dos EUA
      http://portuguese.brazil.usembassy.gov/pt/nivfaq….

    • Oi, Eduardo! A resposta oficial no site da embaixada americana não deixa claro, ou seja… Se você ainda tem tempo, tire um novo. Melhor prevenir do que remediar. Veja abaixo a resposta do site:

      37. O meu passaporte brasileiro precisa estar válido por seis meses além da data de minha partida dos Estados Unidos?
      É sempre melhor viajar com um passaporte válido por seis meses além da data de sua partida dos Estados Unidos.

    • Karina

      Eduardo
      O passaporte deve ter validade de 6 meses. Providencie a renovação para não ter problemas e leve o antigo com o visto.

    • Mileide

      Acredito que sim! O passaporte tem que ter, pelo menos, 6 meses de validade!

    • itabunense

      rapaz, acho que nao. Antigamente a Europa exigia q o passaporte valesse 6 meses alem da data de volta, mas até lá agora acho que caiu para 3.

    • Helio Filho

      Olá Eduardo! vc precisa ter um passaporte com validade mínima de 6 meses para entrar em qualquer país!!!! na sua entrada o seu passaporte terá validade de 5 meses, então precisa sim de um novo passaporte!!!!

      • Carina

        a validade depende do país, muitos na Europa exigem só 3 meses. Nos EUA, mais importante que a validade do passaporte, é a validade do visto.

    • Viajei no último black friday GIG-JFK (25/11-03/12/13) com visto válido até 26/12/13. No chek in da Avianca, a funcionária me alertou que poderia haver problemas na imigração. Como já vi posts e relatos anteriores no MD que um passaporte e visto válidos são suficientes, fiz cara de confiante e embarquei. Já no avião, com minha esposa e amigos (que dependeriam de mim, com meu oooóóótimo english), disse que estava com medo de ser barrado…. no guichê do JFK, nem perguntaram nada. Welcome sir. Desapareci daquele lugar em instantes, antes que mudassem de ideia.

    • Fernanda

      Viajei para Orlando com passaporte vencendo em março e não tive nenhum problema.

    • Luis

      Não será preciso. A validade do passaporte ou do visto tem de ser pelo menos 1 dia depois da sua data de retorno para o Brasil, ou seja, se você retornará para o Brasil no dia 16/08/14, eles aceitam a sua entrada, desde que a data de validade seja 17/08/14. Mas é claro, o ideal é você ter a validade de pelo menos 6 meses após a sua data de retorno.

  • Valéria Moraes

    Excelente matéria. Vou pros EUA pela primeira vez daqui há duas semanas e o texto foi bem esclarecedor. Muito obrigada mais uma vez, MD!!

  • Olá pessoal,
    pelo seu relato, acredito que o motivo de ter sido levada para a 2o salinha foi o fato de ter respondido que estava a trabalho. Se você usou a palavra "work", ele entendeu que você estava ali para trabalhar nos EUA e nao tinha o visto apropriado. Nos casos de viagens pontuais a trabalho ou como no seu caso, devemos sempre utilizar a palavra "workshop".

    • Oi, Vinicius! Eu disse que estava de férias. Porém, ao ser perguntada sobre a minha profissão, respondi que era jornalista e fotógrafa. Eles perguntaram se eu estava com equipamento, eu disse que sim. Talvez tenham presumido que eu estava a trabalho, porém não deixaram claro o motivo da minha ida pra salinha…

  • Carla

    Sempre tive uma dúvida referente a entrada nos EUA. Por exemplo, eu vou fazer uma viagem em que os EUA não será o meu destino final, somente farei uma conexão. Vc é entrevistado nesses casos também? Eles podem te impedir de continuar a viagem e te deportar? E o visto como fica? Obrigada!!

    • Carla, se você vai fazer conexão nos EUA obrigatoriamente você precisa do visto. A imigração é para todos, mesmo para os que não tem os EUA como destino final. Você precisa de um visto válido e passará pelo mesmo processo.

      • Alex

        Tá mas digamos q a pessoa não sabe lê, não tenha internet, e nem TV e viaje pra lá sem visto nenhum apenas passando pelos EUA fazendo uma conexão. Eu sei que deve existir casos em que a imigração libera pessoas nessa situação. Digo, as vezes a viagem demanda extrema urgência, e realmente não da tempo de tirar visto algum e a pessoa precisa fazer conexão em Solo Americano… E aí? Será q num aparece um bendito q tenha conseguido o feito de passar pela imigração mesmo sem o visto? Sei q parece ilógico essa questão todavia aí mora uma grande questão debatida exaustivamente em Direito Internacional: o direito de ir e vir — que são direitos constitucionais universais — sem afetar a soberania do país em questão.

        Minha vontade era que esse que conseguiu passar sem visto desses as caras aqui pelo MD e dissesse: EU, EU JÁ CONSEGUI entrar nos EUA sem visto. Kkkkk

        • RABUGENTO

          Não conseguirá!
          Não é permitido embarcar sem apresentar o visto no check-in da cia.aérea.
          Os consulados atendem em emergência se necessário for.

          • Alex

            Ahhh, entendi. Então por exemplo: a mãe da Ex-Ginasta Laís Souza que recentemente se acidentou e lesionou a medula, a mãe dela foi pra lá, mas foi atendida com altíssima prioridade no Consulado/Embaixada, pra poder embarcar… Entendi.

        • Alex, a companhia aérea só permite a sua entrada no voo se você tiver o visto americano. A fiscalização começa aqui.

          • Alex

            Achei que fosse que nem Europa: apenas Passaporte em mãos e documento válido c/ foto na hora do embarque. Bom… Sendo assim, a vigilância começando na hora do embarque: acabou o sonho. :/

  • Não tenho ideia de quando mas um dia pretendo ir aos EUA e com certeza esse post fará toda a diferença na organização da viagem.
    Galera MD sempre a frente.
    Show de bola!
    Super parabéns!

  • Talita

    Aconteceu comigo em Nova York em 2010. Estava sozinha e fiz escala no Panamá. O engraçado é que não fui parada na imigração, mas sim na na porta que dava saída do aeroporto. Uma policial americana pediu para que acompanhasse ela até uma sala. Eu, que não tenho inglês bom, tirei o vocabulário dos cosmos, pois consegui manter a calma e falar. Ela revistou toda a bagagem, rasgou a mala por inteiro, inclusive o forro, tirou até o papelão de proteção da mala, era roupa pelo chão e inúmeras perguntas. Mostrei reservas, passagem de volta, dinheiro e tive que explicar o que fazia no Brasil. Como tenho empresa, a coisa ficou mais fácil para convencê-los de que estava sozinha, pois tinha flexibilidade de viajar.
    Depois disso, fiquei mais light, mas simpatia é o que menos vejo na imigração, eles te encostam na parede, principalmente quem está sozinho.

    • Ana

      Ri muito com o "tirei o voculabulário dos cosmos". 😀

  • Já fui passar um fim-de-semana no EUA e tive problemas com a imigração :). Nada mais natural, né, para um maluco que passa 10h dentro de um avião para chegar num dia e ir embora no outro.

    Em agosto de 2012, peguei uma promo da Delta (anunciada aqui no MD) saindo de BSB e indo para Orlando. Queria muito comprar um subwoofer para o meu home-theater. Como lá ele custava US$300, o que juntando ao preço da passagem, sairia mais barato do que aqui, R$2500, valia a pena "gastar" uma mala para trazê-lo e passar só um fim-de-semana lá.

    Pedi-o pela Amazon e só teria trabalho de ir pegar no hotel. Na imigração em Atlanta, mostrei meu passaporte para a senhora, e ela me perguntou: "How long will you stay here ?". Eu disse: "For the weekend". A senhora: "For the week ?". Eu disse: "No, for the weekend". Nisso, ela levanta a cabeça e me olha falando: "Deixa eu ver sua passagem". Ela vê o período da passagem e dá uma risadinha. E começa o bombardeio de perguntas: "Quanto tempo você vai ficar aqui ? Por que você não pede para a Amazon entregar no Brasil ? Você conhece alguém aqui ? O que mais você comprou ? Por que você não compra este subwoofer lá ?". Nisso, eu respondei a todos os questionamentos, embora nervoso por ser confrontado daquele jeito. Ela carimbou o passaporte, mas, mesmo assim, fui parar na salinha perto da Receita Federal deles. O rapaz revistou minha mala e minha mala de mão, fazendo as mesmas perguntas do que as da senhora da imigração. Eu expliquei a ele a matemática lá de cima, e ele, incrédulo, perguntou: "Por que vocês pagam tão caro lá ?". Aí, eu disse: "A gente não paga. Prefere viajar para comprar aqui". Bom, depois de todo esse arsenal de perguntas, ele me deixou passar e pude pegar minha conexão para Orlando.

    O que fica da experiência é: 1) não invente qualquer argumento, achando que vai ser mais fácil passar pela imigração. Responda a verdade, pois assim você não cai em contradição; 2) leve comprovantes de hotel, carro e trechos internos, mesmo que seja um "print screen" da tela do celular; 3) mantenha a calma. Dica boa é concentrar-se na respiração, inalando e exalando da maneira mais lenta possível; 4) seja educado ao máximo.

  • Daniel

    Passei por uma situação parecida na primeira vez que estive nos EUA, em 1995. Meu destino era Washington e minha entrada nos EUA era via Miami.

    Após responder as perguntas básicas, solicitaram que eu acompanhasse um agente até um pequeno auditório, onde estavam cerca de 4 agentes entrevistando pessoas enquanto outras aguardavam sua vez. O tempo foi passando e não me chamavam e comecei a ficar preocupado com a minha conexão para Washington.

    Como começou a demorar muito, resolvi explicar a situação para um senhor que fazia a segurança, falando que eu estava em trânsito e que tinha uma conexão para Washington e que poderia acabar perdendo o vôo. A resposta foi curta e seca: "O senhor ainda não entrou nos EUA. Por favor retorne ao seu lugar e aguarde a sua vez".

    Voltei ao meu lugar e aguardei. Após alguns minutos me chamaram e fizeram umas 3 perguntas, no máximo, e logo carimbaram o passaporte. Sai do tal auditório correndo e procurando a esteira para despachar a bagagem e depois o portão de embarque do outro vôo. Embarquei em cima da hora mas felizmente tudo correu bem.

  • Juliana

    Olá, no ano passado passei o maior apuro também!!! Era minha primeira viagem internacional e estava com o meu marido (já havia ido para os EUA 02 vezes)… Qdo cheguei na imigração um aparelho que eles usam na cintura começou a apitar… o policial tentava parar… mas o aparelho insistia. Então ele nos perguntou: "vcs tem algum problema no coração?", respondemos que não… e o aparelho insistia… então chegou o outro policial e começou a apitar o dele tb…. Então nos chamaram separadamente para ver o que havia, com meu marido tudo bem… mas comigo o aparelho apitava mais que tudo… resumindo: depois de alguns minutos (que pareciam uma eternidade) descobri que apitava pq eu estava RADIOATIVA (eu havia feito exame com contraste 02 dias antes)… Nossa, já me imaginei na salinha igual naqueles filmes… Mas tive sorte, expliquei o motivo do exame e os 02 policiais entenderem… Mas foi um susto!!! Então fica a dica: NAO FAÇAM EXAME COM CONSTRASTE DIAS ANTES DE FAZEREM VIAGENS INTERNACIONAIS!!! Qdo ele me perguntou se eu tinha problema no coração, estava querendo saber se eu usava marcapaço!!!

  • Alessandra.

    Na minha primeira visita aos EUA também fui barrada no mesmo aeroporto. Estava com meu esposo e tudo certo para conhecermos a Disney…mas fomos barrados e questionaram se no momento de registrar minhas digitais no Brasil para o visto americano eu não teria invertido as mãos. Fiz aquela cara de Oi? Como assim?
    Enfim…fomos para a mesma salinha da reportagem e depois liberados para nossas férias!

  • Bruna Locks

    Eu graças a Deus nunca tive problemas para entrar, mas meu pai passou por um pequeno constrangimento, em virtude da foto dele do visto. Ele e minha mãe foram pra China e Indonésia via Los Angeles há uns anos atrás (compraram os trechos separados, pois voaram com milhas até LAX). Na ida, tudo ok. No retorno da China o cara da imigração encrencou com a foto do meu pai…no final das contas, já na salinha, quando pegaram o passaporte dele e olharam pra ele começaram a rir. Disseram que não tinha nada de errado, apenas que meu pai parecei "too happy" na foto do visto (que, por alguma razão, continha ele sorrindo).

    Já um 2 amigos se darem MUITO mal, por acharem que falavam inglês bem e ao mesmo tempo, darem respostas bem "à brasileira". Foram juntos pro mesmo guichê. Questionados se estavam juntos responderam que eram "brothers". Quando o agente viu que tinham sobrenomes diferentes, disseram que eram "brothers" mas não de sangue, que eram amigos, que eram casados (depois de muita conusão e um santo intérprete na vida deles conseguiram esclarecer que eram casados, e estavam indo encontrar as respectivas esposas uque tinham chegado uns dias antes para fazer compras). Até eu fiquei nervosa por eles!

  • Letícia Donin

    Fui pros EUA em 2007, para visitar uma amiga que lá morava. Cheguei pelo JFK. Levei várias coisas pra ela, dentre elas erva-mate (tive o cuidado de comprar uma embalada a vácuo, que tem uma apresentação melhor), leite condensado, bombons Ouro Branco e Sonho de Valsa. Na hora de preencher o formulário, cheguei à conclusão de que o "jeitinho brasileiro" poderia não ser uma boa ideia, então declarei que estava entrando com alimentos (mesmo com várias pessoas no avião tendo me recomendado omitir esse fato). Resultado, tive toda a minha bagagem inspecionada separadamente, expliquei o que era cada item e para que era utilizado. Apesar do procedimento ter sido bem burocrático, todos os funcionários com quem tive contato agiram, ao menos, com cortesia, sendo que a maioria foi, inclusive, bastante simpática. Distribuí vários bombons aos funcionários, que adoraram e me liberaram sem problemas. Sinceramente, acredito que eles efetivamente precisam se preocupar mais com questões de segurança do que o resto do mundo e o fato de aceitarmos muita coisas por aqui dos turistas (o que não deveríamos!) não pode servir de padrão.

  • Bruno

    Hoje, já tenho mais de 10 carimbos de entrada nos EUA no passaporte atual, mas na minha primeira vez fui mandado pra salinha. Fiquei quase uma hora dentro da sala sendo sabatinado, mas depois de todo esse tempo descobri que o problema era a quantidade de dinheiro que disse estar carregando. Quando me perguntaram quanto carregava disse que eram US$ 9800 e o cara ficou desconfiado. Quando fizemos a contagem dos US$ e dos R$ o valor correto era US$ 10010.
    Me encaminharam para preencher um formulário de declaração de valores e liberam a minha entrada no país.

  • Rosi Santiago

    No final de 2013 fomos passar as férias em Orlando,estavamos em 5 pessoas,eu,meu marido,meu filho e meus pais.Passamos juntos no guichê e para a nossa surpresa mandaram meu marido para a salinha.

    Ficamos quase meia hora sentados esperando alguem nos chamar e para nossa surpresa devolveram o passaporte carimbado com o visto de entrada sem fazer nenhuma pergunta.

    Em fevereiro de 2014 retornamos os 5 à NYC e não tivemos nenhum problema.

    Eu acho que vai do bom humor do agente da alfandega e do numero de pessoas que eles tem que barram e conferir os documentos.

    Detalhe eu sempre fico apreensiva na alfandega e pra falar a verdade já passei pela Europa,America Central e America Latina e o atendimento é sempre ruim.

    • Eliandro

      Comigo aconteceu a mesma coisa em Orlando.A minha esposa e o meu filho tiveram o passaporte carimbado, quando chegou a minha vez me mandaram para a salinha, a agente que foi conosco foi bem simpática e disse que o problema estava no meu nome. Quando chegou a entrevistadora ela assinou o passaporte sem fazer nenhuma pergunta, ambas foram muito simpáticas e demorou no máximo 10 minutos (uma eternidade).

  • Rafael Fernandes

    Só compartilhando a experiência que o American Express salva mesmo.

    Depois de 2 meses na Inglaterra, estava encerrando a viagem com um tour começando por Barcolona, meus amigos ja haviam chegado em vôos mais cedo e eu chegava sozinho, confesso que fui relapso e deixei os comprovantes de hostels com eles. O agente da ja conhecida imigração espanhola implicou comigo e disse que não entraria de jeito nenhum, depois de muita conversa ele perguntou quando dinheiro eu tinha, eu disse e também ja emendei falando do American, tirei logo ele do bolso e parecia um milagre kkkkk, ele não perguntou mais nada, fez uma cara de surpresa e carimbou meu passaporte!

  • Cesar

    Achei a imigração de Atlanta um pouco mais rigida do que a de Nova Iorque. O agente que nos atendeu ano passado foi sério e menos "agradável" do que de costume. Eu estava com mulher, filho e minha mãe. Fomos liberados com poucas perguntas e, no final, ele melhorou o humor. Mas vi ele "barrar" uma moça que estava com namorado na nossa frente. Primeiro, ele não deixou os dois passarem juntos. Depois, colocou o passaporte dela na pasta e chamou o agente. Vi isso acontecer em vários outros guichês, pois o meu guichê era o mais lerdo (e eu não podia trocar de fila) e eu via tudo o que acontecia a nossa volta. Todos os que eu vi sendo barrados (convidados a acompanhar o agente para a salinha) estavam sozinhos. Mas ainda acho que peguei um agente meio "chato". Outras pessoas estavam rindo e se descontraindo em outros guichês e o nosso… sério. Demoramos tanto naquela fila (fui o últmo a deixar o saguão, meu atendente estava com a pá virada) que quase perdi minha conexão. Espero não passar por isso este ano em NY.

    • Johnny

      Fui 3 vezes aos EUA, sendo duas delas por Atlanta. As duas vezes em Atlanta foram meio chatas; na primeira o oficial de imigração era um pouco antipático e na segunda, após algumas perguntas, o oficial disse "você tem que responder o que estou te perguntando, não perguntei nada sobre cartões de crédito", só porque disse que tinha comigo US$ 1.000 e um cartão (ele perguntou "cash" – depois de quase 10h de voo nem prestei atenção). Em NY, no JFK, foi super tranquilo, mas estava em família e de nós 4 só minha mãe não tinha ido aos EUA anteriormente. Já tinha ouvido várias coisas ruins do JFK, mas achei super tranquilo; o oficial só perguntou quanto tempo ficaríamos. Talvez dependa mesmo da pessoa…

  • Cesar

    Complementando… NUNCA minta. O cara perguntou o que minha mulher fazia… eu disse: Ela não trabalha…. ele disse: trabalha sim, ela cuida da casa e do seu filho… aí a conversa descontraiu…

  • Bruno

    Realmente é bem desagradável, mas é necessário. E não é só os EUA, vários Países tem a imigração bem rigorosa, como realmente tem que ser. Note que os comentários aqui expostos são de pessoas bem intencionadas, que viajam para turistar , mas , infelizmente, existem pessoas praticando o mal o tempo todo e em todos os lugares do mundo. Portanto se você se enquadra nas pessoas que estão bem intencionadas, não passará de um mero aborrecimento, pois será liberado com certeza.

  • Carlos

    Comigo aconteceu algo interessante, aqui em casa todos temos a cidania italiana, e todos viajamos com os 2 passaportes ( brasileiro e italiano ), fizemos os devidos ESTA, para viajar e na chegada na imigração o atendente deixou passar todos menos eu por ter visto válido. Este visto eu tinha antes de ter adquirido a cidadania italiana.
    Pra minha sorte, o meu passaporte brasileiro que tem o tal visto estava comigo, entao tive que entrar como brasileiro.

    Teve uma pergunta que achei engraçada, eu ja tinha ido aos EUA em 2000 e 2004, esta que deu problema foi em 2010 e o atendente me perguntou "Porque a demora em voltar?" eu respondi que estava indo em outros lugares também interessantes… tive que me conter para nao rir.

    Agora, não vamos pensar que é só nos EUA, tive também que explicar porque um brasilerio nascido no Rio de Janeiro tinha visto Italiano em LONDRES.

  • Pieter

    Também fui para a salinha em Atlanta, quando estava a caminho de Dallas.
    Foi minha primeira vez nos EUA e naturalmente fiquei nervoso.
    Tenho passaporte holandês e viajei com o ESTA. Mas por algum motivo me barraram.
    Viajava sozinho, não conhecia ninguém e minhas duas malas estavam vazias.
    Foi um interrogatório de quase 40 minutos, onde perguntaram tudo ao meu respeito, da minha família, trabalho, etc.
    E eu preocupado com o voo de conexão, com pressa.
    Mas deu tudo certo!

    E gentileza não é o forte deles, foram bastante deselegantes.

  • Cesar

    Bom dia, acabei de resgatar 10.000 da Petrobras, e foi muito rapido e tranquilo e no site do Premmia já consta o voucher para impressão.

  • simone

    Olá. Também estou com viagem marcada e me desculpem perguntar assim… mas qual a quantia satisfatória que devo levar? Isso é muito importante e as pessoas ainda não falam…rs
    obrigada!

    • Heron

      Simone, isso é muito relativo. Depende para onde vc vai e o que pretende fazer. Pretende ir a restaurantes todos os dias? Ou vai passar no Walmart e comprar um monte de congelados ou comer big mac todos os dias? Vai assistir shows, ir em parques, fazer passeios opcionais? Já comprou os tiquetes na internet ou vai comprar no guichê? Vai alugar carro ou andar metrô (ou táxi, ou ônibus, ou barco…)

      Por isso é muito difícil responder essa pergunta. Existem muitas variáveis. Por exemplo, gastei ontem 7 dolares para “almoçar” no Subway, um dolar pra comer um mega pedaço de pizza (excelente) a tarde, mas 40 dólares para jantar no Olive Garden, já com 18% de gorjeta (com direito a prato principal, taça de vinho, salada e um café). Teve quem gastou 26 dólares em um prato de massa mais refri. E tudo poderia ter sido pago no cartão ou np dinheiro: vai de cada um!

      Agora, se já tem noção do quanto pretende gastar, sugiro levar pelo menos 30% em dinheiro, o resto no cartão. Há quem prefira levar mais dinheiro (pra economizar os 6% do IOF), mas há quem prefira carregar um monte de cartão, por medo de perder ou ser roubado (leva ao menos dois, pq se um falhar…)

      Nos EUA vc consegue usar seu cartão até pra pagar a passagem de ônibus…

      • julie

        Heron… achei oportuna sua colocação e tenho algumas duvidas… ficarei 36 dias estudando epasseando, logico, exatamente. Miami. Vou com ESTA. Sou do segundo time, o que prefere cartão, mesmo com IOF, contudo pretendo levar uma quantia cash, qual o ideal para fins de ingresso lá no guichê da imigração considerando que serão 36 dias? apenas para evitar problemas e a 'segunda' salinha… Alguns dizem que é interessante levar fatura do cartão de credito para que vejam o 'limite' que tens em dinheiro, procede? Se estiver escrito Platinum no cartão (li em posts anteriores) conta alguma coisa?Grata…

  • Karina

    Eduardo

    Vc precisa de um passaporte com validade de 6 meses. Providencie a renovação para não ter problemas e leve o antigo com o visto.

    • Rafael S

      Lenda Karina… Lenda!!

      Ano passado voltei dos USA dia 03/11 e meu passaporte vencia no dia 06/11.
      O oficial devia ser novo, consultou um supervisor e liberou a entrada mas ao invês de 6 meses, anotou a mão que minha saída deveria ser até 05/11. Não sei se ele não sabia dos "6 mont club".

      Mas não me perguntou nada, eu que percebi o procedimento…

      • Heitor

        Visto tem que estar válido até a data de entrada nos estados unidos e o passaporte tem que estar válido até a data de retorno ao brasil. Simples assim.
        Ja fui agente de aeroporto e trabalhei para a American Airlines.

  • Angelo

    Entrei aqui nos EUA dia 19-04 com um vôo da aeroméxico com origem na Cidade do México. Achei mais demorado o processo de entrada, inclusive vi algo em torno de 10 pessoas sendo levada para essa segunda sala.

    Estou com minha esposa e foi muito rápido. perguntas como quanto está levando e quantos dias ficara nos EUA e depois liberado.

  • OLÁ, Uma pergunta. Qualquer cartão platinum, ou o que tem peso é o AMEX? Tenho outros platinum, credicard, citi, itaú etc. tem importância também? E em relação a $. quanto precisa em espécie? Vou com crianças, corro muito o risco de ficar na salinha?

    Alguém souber agradeço!

    Obrigada

    • Oi, Camila! Platinum é sempre bom! Mas sei que o Amex Platinum no EUA (e não é mesmo do Brasil, mas os agentes não sabem disso) é coisa rara e de rico. E também não é regra eles acharem o AMEX tão legal assim, eu dei sorte. Não há um valor estipulado que você deve ter em espécie. Eu levo sempre, ao menos, 500 dólares e nunca apenas uma opção de cartão. Não acredito que você terá problemas 😉

      • Matheus

        O Amex tem dois tipos de Platinum, cartão de crédito platinum, comum, e o cartão de compras platinum. Este cartão de compras você só consegue mediante convite, não tem como pedir, e é bastante exclusivo.

    • Ronald

      O cartão de compra "The Platinum Card" da American Express, não possui limite pré-estabelecido de despesas. A renda mínima necessária é em torno de R$20 mil, ou pelo menos 3 anos de associação com o cartão "The Gold Card", que exige renda mínima de R$8 mil. O The Gold Card também não tem limite pré estabelecido de despesas, porém, o The Platinum Card, você tem que receber o convite da Amex. O cartão é muito bem visto pelo fato de ser necessário uma renda alta, além da taxa de anuidade, hoje em torno de R$1200,00. Ou seja, só tem que pode mesmo! Os outros cartões da linha Platinum de outros bancos, normalmente têm limite.

  • Sandra

    Quem acha que a entrada nos Estados Unidos é rigorosa é porque nunca foi a Israel! Lá sim, é de enorme rigor. E sair de Israel é muito pior que entrar. Passei por 5 barreiras de conferencia e inspeção para sair. Eles se preocupam e não gostam que os turistas tragam livros (não sei o motivo), e compreendem trazermos agua do rio jordão e até mesmo alguma pedra da terra santa. Mas nada de livros. É uma dica: não comprem livros em Israel e saibam de cor e com segurança em todas as cidades que esteve e o que comprou em cada uma delas. O raio-x deles é poderoso e detalhado e eles não abrem sua mala mas vão te perguntando sobre cada objeto e de onde ele veio.
    A policia de aeroporto de Israel é bem jovem mas extremamente bem treinada e nada passa despercebido no raio-X e todas as malas passam pelo raio-x junto com voce.

    • Nelson

      Na verdade em Israel é onde eles fazem o dever de casa como deveria ser feito! Já estive lá duas vezes, e passei por esta revista, mas no final de tudo a segurança é o principal motivo.

  • Eu caí na bobagem de mexer no telefone na área de segurança, enquanto estava na fila. Não fui para a "salinha", mas passei por um interrogatório gigante na fila e no guichê.
    Isso foi em MIA.
    No final, acabei passando.

  • Rafael S

    Nossa, que coincidência!!!
    Aconteceu muito parecido comigo….
    É um pouco longo, mas vale a pena ler… kkkk

    Foi há 10 anos atrás e na imigração Inglesa.
    Eu tinha 20 anos e estava cansado, perto do vigésimo dia de viagem por uma Eurotrip com 7 amigos.
    Era bem de manhã e o agente (Indiano com aquele "turbante" na cabeça e muito mal encarado) começou as perguntas, quando ele chegou no quesito dinheiro, eu falei que tinha 600 euros em cash. “(Ia passar 5 dias com hotel pago). Ele me respondeu: "Essa não é a moeda usada nesse pais"; eu achei tão absurdo a resposta que dei uma pequeno sorriso e fiquei meio mudo por uns 10 segundos e respondi só "About Change?!" Não sei pq respondi isso mas saiu.

    Ele ficou meio furioso e pediu meu ticket de volta. Ai começou o stress, o papel estava com a minha namorada, que já tinha passado pela imigração. Agora, PORQUE PEDIR UM TICKET DE VOLTA?!?! É a coisa mais fácil do mundo de adulterar, é um papel cheio de informações que qualquer um pode mudar. Se não conferir com a cia aérea, não tem validade alguma…. PQ eles insistem em pedir isso?!? (Depois disso, já aconteceu outras vezes comigo. Somente entrando na Europa). Voltando, quando eu não achei e falei que tinha perdido, ele começou a balançar a cabeça pros lados no sentido de "não", pegou meu passaporte e fez a ultima, maldita pergunta, "Are you by yourself?".

    Muito nervoso e com o inglês malemá, entendi que a pergunta referia-se, a se eu estava me bancando, por causa da idade, não sei porque o "by myself" me soou isso. Minha resposta? "Yes". Ele deu um tapa no balcão, um suspiro e me falou: "Your entry will be denied". Gelei, fiquei sem reação e pensei o mesmo que a Monique: "Preciso ficar calmo e pensar certo". Em 10 segundos respondi: "Desculpa, mas o que fiz de errado?" Ele me perguntou de novo: "Are you by yourself" e eu perguntei o que ele quer dizer com aquilo, que meu inglês não era bom e que eu estava um pouco cansado… E ele: "Are you lonely?", "Não"-respondi. "Porque acabou de me dizer sim? Tenho informações que você está com mais pessoas",falou bravo. Comecei a explicar, gaguejando o que eu tinha entendido e pra tentar melhorar as coisas, soltei: "Me desculpe, estou errado de não ter entendido o sr e de não ter o ticket, mas porque o sr não consulta o voo com a Cia Aerea?", ele me respondeu bem bravo: .

    "Não tenho tempo pra isso e não posso mais fazer nada pro vc, quando ele novamente pegou o meu passaporte (pra me devolver e negar ou carimbar uma entrada negada), meu Amex Platinum Card caiu do passaporte. ISSO MESMO, CENA DE FILME!!! (Eu não uso carteira quando viajo, como o passaporte é grande, eu coloco os cartões dentro dele e o dinheiro no outro bolso). Ele me olhou de novo, 10 seg de pausa (pra mim 10 dias) "Esse cartão é seu?", eu: "Sim sr.". “Quem é o dono da conta, seus pais, certo?: "Não sr. Eu sou o dono, sou o titular". Ele: "Preciso consultar a veracidade disso", e eu: "Estou a sua disposição". Ele saiu, demorou uns 10 min e voltou com uma cara mais leve, jogou o meu cartão na mesa. carimbou o passaporte com força e me disse: "Nunca mais viaje seu o ticket de volta, tenha um um Bom Dia".

    • Carina

      Na minha primeira vez na Inglaterra, passei aperto tb. Tinha 17 anos, viajava para um intercâmbio, estava surda por causa da pressão nos ouvidos e não entendia as perguntas do agente, pedia para repetir. Ele foi ficando impaciente, mas acabou liberando meio contrariado. Eu tinha documentos que respondiam todas as perguntas que ele me fez. parece que só quis confirmar se eu tinha lido o papel que eu carregava!!
      Na segunda vez, em 2011, fui com marido e na pergunta " o que vc vem xeretar aqui" disse: turismo! E o agente me perguntou o que eu queria ver em Londres. Segurei um riso, mas respondi os pontos turisticos mais óbvios, coisa q qualquer um que navega na internet pode responder…..

    • Juliana

      Hahahahahha rindo demasiadamente! Acho que eu pirava com metade desses fatos, apesar de falar super bem inglês, parece que esse tipo de abordagem é de levar a loucura.

  • Rafael S

    Foi muita sorte, muita ajuda de Deus. Não sei, até hoje como consegui sair dessa. Acho que foi o momento mais tenso que já passei
    Em tempo, meus pais tinha o cartão e eu era adicional. Quando fiz 18 anos, liguei na Amex e pedi um pra mim, dei o número do meu adicional, explicando que eu queria ter o meu e foi aprovado na hora.

    Desculpa mandar vários comentários mas não consegui de mandeira alguma mandar de uma vez só, PS.: Se quiserem juntar tudo é melhor. Valeu

  • Helio Filho

    Muito boa sua reportagem Monique!!!! Já fui várias vezes para os EUA, porém nunca fui para a salinha!
    Na minha primeira entrada, achei estranho as perguntas, tava inseguro como era a primeira vez entrando lá, o oficial me perguntou 3 vezes a mesma pergunta de forma diferentes: Onde iria ficar nos eua? Onde iria dormir? Onde iria me hospedar? Já na minha ultima entrada, o guarda quis saber como que eu trabalhava, aí tive que fazer uma superdescrição das minhas funções dentro da área de publicidade!!! Rsssss Aí qdo fui passando pelos guardas de imigração eles me fizeram as mesmas perguntas, mas deu tudo certo!!!!!! Em janeiro, eles pararam 3 amigos, 1 deles ia para morar, eles reviraram a vida deles, até Facebook, olharam, e no que foi deportado de volta tinha mensagens das pessoas dando adeus, vou sentir saudades! Então eles alegaram que ele estava imigrando e mandaram ele de volta pra casa!!!!

  • Pergunta de prova…

    Será que um Visa Infinite e um MasterCard Black tem ao menos metade do poder de convencimento que o American Express Platinum?

    • Eliane

      Bem nunca me pediram nada referente a cartão de credito..viajo pelo menos uma vez aos EUA e Europa ao ano…acho q vai da sorte.( ou azar) na hora da imigração …

      • Também nunca me pediram nada, mas não possuo cartão da AMEX e nem pretendia tê-lo, porém com os relatos do pessoal fico pensando se vale a pena fazê-lo, caso os cartões que tenho não possuam o mesmo status.

    • Rick Amaral

      Olha… eu acho que nem eles sabem o que eh MB e VI…

    • Ronald

      Visa Infinite e Mastercard Black tbm são ótimos cartões! Não possuem limite pré-estabelecidos de despesas, e só pessoas com grande poder financeiro possuem esses cartões. Mas sinceramente, nada como um Amex Platinum! É como um passaporte já carimbado!

  • Mari

    Eu também já frequentei a tal salinha em Miami. Já havia ido várias vezes aos EUA sem problema nenhum, mas de repente comecei a ser encaminhada para a salina. Em três viagens, quando o agente checava o meu passaporte, já chamava o outro agente para me levar para a salina. Nas duas primeiras vezes, eles me fizeram algumas perguntas e não me explicaram porque eu estava sendo averiguada, já na terceira, peguei um agente mais simpático que, no final da entrevista, me disse que o número do meu passaporte estava em uma lista negra, mas aparecia para eles como sendo de um homem. Acho que eles me chamavam para confirmar se eu era mulher, mesmo viajando com marido e filho pequeno nas três vezes. Sabendo disso, fiz um novo passaporte e nunca mais tive problemas.

  • Karla

    Tive problemas na imigração entre França e Inglaterra ao atravessar o Canal da Mancha, eles questionaram o porquê de viajar sozinha se eu sou casada, o porquê de o meu marido não ter conciliado suas férias com as minhas, foi quando disse que havia ganho as passagens aéreas em um evento pronto…pra que?!? Tive que liberar o bus do grupo e fiquei 4 horas na sala de imigração respondendo um milhão de perguntas, inclusive tendo que converter para libras o meu salário, do meu marido etc…apesar de muito nervosa, eles foram muiiiito educados comigo, pacientes e nem revistaram minhas malas, após me liberarem para entrar na Inglaterra ainda me emprestaram o celular para que ligar para a guia do meu grupo. Tive que me virar pra chegar a Londres já que antes estava com o bus do pacote, e nem curti a aventura pois ainda estava paralisada com tudo que havia me acontecido. Experiência pra contar aos netos hehe, agora vou para a Alemanha (agora com marido e filho) e espero que a imigração seja bem tranquila.

    • Rafael S

      Karla, acabei de voltar da Alemanha (19/04) com mulher e filho e o oficial me perguntou o motivo da viagem, a quantia em dinheiro em espécia e também pediu o ticket de volta.

      Boa Viagem!!!

  • Gillian

    Já fui também para a temida salinha. Na minha segunda viagem para os EUA.

    Fui fazer um curso de 1 mês nos EUA. Como cursos de curta duração, e no máximo 4 dias por semana e cerca de 3 horas diárias, não precisam de cisto de estudante, fui com visto de turista mesmo. O agente insistiu que eu teria que ter o visto de estudante.

    Fui pra salinha, aguardei unas 15 minutos (os 15 minutos mais longos da minha vida), fui chamado, expliquei novamente e fui liberado.

    😉

  • Certa vez eu estava indo pros USA, aeroporto de Houston se minha memória não falha. No primeiro guichê foi só o de sempre (para onde você vai, é turismo ou trabalho, onde você fica, quando volta, etc). Mas quando eu peguei a mala e fui passar pelo customs, um guardinha me chamou de lado e pediu para acompanhá-lo. Eu fiquei surpreso, nunca tinha visto isso antes.

    Chegando na tal salinha ele pediu para que eu abrisse a mala porque ele não tinha entendido uma coisa na minha declaração. Eu abri, aí ele apontou para a mala aberta e perguntou:

    "Se você está vindo para os USA a negócios, então por que você não trouxe um terno?"

    Não tinha terno mesmo, eu nem gosto de usar terno. Minha sorte é que eu pensei rápido! Respondi na hora:

    "É uma empresa na Califórnia. Ninguém usa terno na Califórnia".

    Aí o agente foi só sorrisos: "Ah! Na Califórnia! Lá é assim mesmo! Pode passar!"

    A alma do negócio é pensar rápido 🙂

  • Luciana

    Oi Eduardo

    Seu passaporte não precisa ter 6 meses de validade . Está claro no site da embaixada americana. Acabei de voltar de viagem com minha filha e meu esposo e não tivemos problema algum. O passaporte da minha filha vencia em 4 meses e nada foi questionado sobre isso.
    Há um acordo entre Brasil e EUA q consta no 6 month club q estende a validade do seu passaporte por mais 6 meses da data da validade do mesmo!
    Não se preocupe!

    • Rafael S

      Exatamente Luciana. Já voltei dos USA dia 03/11 e meu passaporte vencia no dia 06/11.
      O oficial devia ser novo, consultou um supervisor e liberou a entrada mas ao invês de 6 meses, anotou a mão que minha saída deveria ser até 05/11. Não sei se ele não sabia dos "6 mont club".

      Mas não me perguntou nada, eu que percebi o procedimento…

    • Olá como é entrar com crianças? Ainda sim é muito burocrático?obrifada

      • Luciana

        Fui ao EUA duas vezes com minha filha de 9 anos. Em agosto iremos novamente. Não tive problema algum. Eles não fazem diferença se é adulto ou criança, desde que esteja tudo correto com a documentação.

    • Evelise

      Oi Luciana, o visto americano tem que estar válido por quanto tempo a partir da sua entrada vc sabe? São 6 meses tb?

      • Luciana

        O visto americano é válido até o ultimo dia. Se seu visto vence dia 30/05/2014, vc só poderá permanecer legalmente nos EUA até esta data.

  • Bruno Aguiar

    Como viajo sempre sozinho, acabo passando por situações similares. Já fui interrogado no Peru, Cuba e recentemente no Panamá, abordado já na fila de embarque para Cancun. Dessa vez tiraram até um raio x do meu estômago, pra ter certeza que eu não estava ali de mula…é difícil não ficar nervoso nessas horas, ainda mais pelo fato de não ter alguem para dividir esse momento com você. Evito ao máximo regressar aos EUA(fui com 15 anos), pelo menos sozinho, porque sei que as chances de passar por isso são maiores…não que eu esteja errado com algo, mas não gosto de me submeter a isso pra injetar dinheiro na economia de um outro país (e também porque o meus alvos para viagens são mais relacionados com praia, natureza no geral e culturas diferentes).

  • Passei um perrengue 80 vezes pior quando fiz um voo Lisboa – Amsterdã. O cara da imigração jurava que eu carregava drogas no corpo e queria me reter no aeroporto para exames toxicológicos, cujos resultados demorariam 3 dias. Foi desesperador.

  • Marco

    4 vezes pra NYC, as 4 vezes fui pra temida salinha…hahahaha…mas todas as vezes recebi o bem-vindo aos EUA. Nunca soube ao certo o pq disso.

  • Graciano

    Prezados, a forma como os cartões PLATINUM e BLACK são oferecidos aos clientes nos EUA, é muito mais difícil que aqui no Brasil, só mesmo quem tem muitaaaaa grana possui um. Por isso quando eles veem um cartão desses, sabem que quem os possui além de terem dinheiro, estão cobertos quase que automaticamente por seguros viagem oferecidos por estes cartões.
    Felizmente aqui no Brasil o acesso a estes cartões é bem mais fácil…E não importa se é AMEX, VISA ou MASTER, sendo BLACK ou PLATINUM já é um excelente cartão de visitas!!!

    • Complementando o que você acertadamente mencionou, a resposta para esta "forma" como os Cartões são emitidos nos EUA comparado ao Brasil, é que, aqui nossa taxa de juros anual está próximo de 12% a.a, enquanto que lá, essa mesma taxa é de 0,5 ou 0%a.a se não me engano. Logo, quase não é vantagem para operadora emitir tais cartões à qualquer um, e já aqui, o Custo Efetivo Total compensa enormemente mais que nos EUA.

  • Um determinado conhecido meu, me falou que numa das inúmeras viagens que fez a Londres, Inglaterra, o cidadão da imigração questionou quanto o mesmo estava levando em dinheiro para gastar na viagem. Prontamente ele fez a seguinte pergunta para o agente da imigração; HOW MUCH DO I NEED TO CAME IN YOUR COUNTRY? Na mesma hora o agente carimbou o passaporte e o liberou. Em uma das ocasiões que desembarquei em Miami, tambem fui parar em uma sala que estava lotada. Vi muitas pessoas que chegaram depois que entrei na referida sala sendo atendidos primeiro. Fui no balcão e reclamei com um dos atendentes, que prontamente resolveu meu problema na mesma hora. O primeiro idiota que me atendeu achou que eu estava indo morar lá, embora tenha mostrado mais 2 passaportes anteriores com visto e diversas entradas.É só não ficar nervoso e não falar besteira.

  • Juliana

    Até o momento tive sorte! Em 2008 fui para os EUA e a imigração foi tranquilíssima, o oficial só perguntou o que eu faria no país e nada mais. Ano passado em Portugal foi a mesma coisa, e o oficial ainda trocou uma ideia comigo sobre as festas de Reveillon! Mas realmente, é um momento muito tenso!!!

    • Juliana

      Ah, e entrei por Atlanta em 2008. É sorte!

      • Juliana, foi a minha primeira vez 🙂 E olha que já viajei um bocado! kakakakaka. Fiquei mal até uns dois dias depois.

        • Dênis Colli

          Sempre que chego por Miami vou para uma segunda revista… OK, 90% das vezes que viajo, estou sozinho, faço em média 4/5viagens internacionais ao ano, dependendo da frequencia de promoções…
          Ja fui 9x para os EUA, nunca tive problema na chegada em Atlanta, Dallas, Nova York e Philadelfia. Ja as demais vezes que pisei por Miami, sempre uma marcação extra no meu cartão de imigração e umas perguntas extras…
          Da ultima vez em janeiro/2014 estava de mudança para Europa passando pelos EUA, a oficial me perguntou o trivial e la vai eu para abrir as 3malas(despachadas)+mala cabine… Toda hora questionando porque estava com tanta bagagem, porque escolhi passar pelos EUA ao ir direto para Europa, até meu visto para Europa ele questionou, e disse Brasileiros não precisam de visto, ofereci até a carta da universidade, mas recusou…
          Depois de 15minutos, liberado!

  • Ricardo

    Olá, preciso de uma informação quanto ao documento de alfandega recebido na entrada, me informaram que o mesmo precisa ser entregue na saída, já que nos EUA eles não carimbam a saída, isso confere?
    Pois no meu caso nao entreguei (não tinha a informação de onde entregar e não foi solicitado em nenhum momento) e estou com medo de ter algum problema quando for aos EUA novamente…

    • Ricardo, acho que esse era o antigo formulário que não existe mais. Este sim era devolvido na saída. O de alfândega você entrega na entrada, depois das bagagens. Eu também não tive meu passaporte carimbado na saída.

  • Marco Ab

    Maneiro saber que não precisa ser rico pra ter cartão platinum sei lá o quê! Vou pedir um agora mesmo.

    Sobre os EUA, há dezenas de outros países no mundo que não colocam restrições à minha entrada. Dou prioridade a eles!

  • Obrigada pelas respostas… Só estou com dúvidas sobre viajar com meu filho sozinha.. Estou relutando ir lá por causa do medo de ser deportada com uma criança pequena e ser traumático pro meu filho que quer muito ir a Disney… Quem puder diZer como é viajar com crianças, agradeço.

    • Eliane

      Olá, minha mãe é Brasileira e mora nos EUA, eu geralmente consigo dar uma fugidinha do trabalho e viajo sozinha com meu filho de 6 anos, meu marido fica trabalhando.
      Não falo bem o inglês, mais entendo o que me dizem, nunca tive nenhum problema na imigração, já fui por MIA e NEW, dia 01/05 estamos indo por Charlot pela primeira vez e para ajudar estou com um barrigão de 6 meses.
      Geralmente tento ficar tranquila e avisar que o meu inglês é bem fraco, eles me perguntam porque estou sozinha com meu filho, digo que o pai esta trabalhando e alguns riem disso.
      Acredito que tudo vai da sorte, mais a criança mais ajuda do que atrapalha.
      Boa sorte!

  • GdM

    Não foi falado nada sobre seguro-saúde; por mais que não seja uma exigência dos EUA, acho que é um ponto a mais.

    • Rick Amaral

      Se pagar integralmente a passagem especialmente com visa e mastercard …esta incluido um seguro que onclusive ja usamos… pergunte direto a sua operadora de cartoes e limites

  • Já viajei inúmeras vezes para lá, e a única vez que tive problema não foi na imigração, mas na saída das bagagens – e exatamente por falta de bagagem. Ia ficar só 4 dias e carregava uma bolsa comum e outra maior com as poucas roupas que precisava: short, camisetas, chinelo, biquini e canga. E só fui liberada quando disse que Miami era apenas a conexão, meu destino final era Toronto. Coisas que a gente nunca espera…

  • Kalil

    Na dica de vcs, há a orientação da estadia. Como faço no meu caso: ficarei na casa de uma prima da minha esposa, em Boston, e que mora, trabalha, tem filhos e netos nascidos nos EUA, assim como seu marido que também trabalha, mas ninguém tem green card. Indico assim mesmo o lugar ou simulo que vou me hospedar num hotel?

    • Monique Renne

      Kalil, nunca passei por essa situação e no site americano não há informações sobre isso. Sugiro que você tire essa dúvida diretamente no consulado. Mentir nunca é a melhor opção, pois, caso descubram, será muito pior.

    • graciano

      A pior coisa que você pode fazer é mentir na alfandega… Primeiro porque eles são extremamente treinados para perceber uma mentira (jeito que seus olhos se deslocam a ser interrogada, seus gestos, etc). Isso sem contar que se for pego mentindo, ai pode dizer adeus para entrar nos EUA por um período bem longo. Deportação na certa!!! Se você não possuir uma quantia em dinheiro e cartão de credito para se manter durante o tempo de estadia, vai ser difícil você entrar…

  • Tiago

    Sempre viajei, não importa o destino, com passagens, reservas de hospedagem impressos. Não por preocupação com imigração, mas por precaução mesmo. Já fiz 3 imigrações nos EUA: Fronteira entre Washinton e British Columbia (vindo por terra do Canadá), Miami e Newark. Nunca passei mais que 5 min, nunca me pediram pra mostrar nada. Em Londres, já fiz imigração em Gatwick e em Luton, também nunca me pediram nada. Em Lisboa, me fizeram umas perguntas, mas não encrencaram. Em Milão, Roma, Praga e Zurique, não fiquei em 1 min, só carimbaram o passaporte e devolveram. E tenho uma aparência de turco/iraniano e nunca tive problemas. Ficar criticando os EUA e uma grande besteira, quem não tem o que temer, quem não deve, não vai ter raiva de um procedimento de imigração um pouco mais rígido, seja nos EUA ou em qualquer outro lugar.

    • John

      Tiago, já fiz 3 vezes aos EUA e 1 à Europa. É unânime entre meus amigos considerar que os EUA são os mais chatos nesse quesito. Eu mesmo não gostei das duas primeiras vezes aos EUA. Você deu sorte ou é muito tranquilo mesmo.

  • JPM

    Na minha primeira ida aos EUA, em 2011, viajei com mais 2 amigos. Ainda na fila da imigração, em Miami, perguntamos se deveríamos ir juntos ou separados no guichê. A moça me perguntou se éramos, família, eu disse que não, então ela nos disse para passarmos separados. Tudo sem incidentes, só as perguntas básicas: motivo da viagem, destino, dinheiro. Eu levava US$ 1000 e 3 cartões (Visa, Master e American). foi tudo tranquilo.
    Na segunda vez, em 2013, viajei novamente, com um dos amigos que tinha ido junto em 2011, e entramos novamente por Miami. Me apresentei sozinho no guichê, o funcionário fez as perguntas de sempre. Dessa vez eu levava US$ 2000 e ele achou pouco. Mas mencionei os cartões e ele aceitou. Só que ele havia percebido que eu estava conversando com meu amigo, e perguntou se estávamos viajando juntos. Eu respondi que sim. Aí ele fez uma cara estranha e questionou o por quê de não termos passado juntos. Eu disse que na última vez me haviam orientado que somente famílias passavam junto. Ele aceitou, chamou meu amigo (que era o próximo da fila), perguntou "Você vai ficar a viajem toda junto com ele?". Meu amigo disse "Sim". Ele carimbou o passaporte e disse "Ok. Move along!".
    Só que na verificação de bagagens, a funcionária que checava minha mala fez as mesmas perguntas da imigração, e emendou: "Você está trazendo alguma comida?"
    "Não"
    "Tem certeza? Nem comida do avião?"
    "Não, comi tudo a bordo"
    "Not even Coxinha?" — Desse jeito mesmo, falando coxinha em português!
    Será que só por sou gordo ela achou que eu fosse contrabandear Coxinhas??

    • Rafael S

      Não consigo parar de rir…. kkkkkkkkk

    • Tatha

      Hahahahahaha.

    • ricardo

      tirada de onda gringa

    • AndreaP

      Só pq eu sou gordo… KKKKKKKKK morri de rir!!!

    • RaFa.

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk moorry…. kkkk q comédia vc.

  • Já fui para a “salinha” 3 vezes, por causa de um homônimo que é procurado nos EUA.

    Se você tem um problema parecido, sugiro emitir uma reclamação pelo site abaixo, forneça todos os seus dados e envie documentação necessária. Em 3 meses eles irão lhe retornar com uma carta de reparação que terá um código.

    Toda vez que for viajar, informe esse código na cia aérea e também apresente a carta na imigração, pelo código eles entendem o que se passa e te liberam sem ter de ir para a “salinha”.

    https://www.dhs.gov/dhs-trip

    Funciona!!

    • roberto

      Opaaaa…obrigado pela dica, tenho o mesmo problema….

  • PROFISSIONAIS DA SAÚDE,(MÉDICOS E DENTISTAS ETC,) SE FOR PARTICIPAR DE CONGRESSO NOS ESTADOS UNIDOS,DEVEM ESTAR ATENTOS PARA O TIPO DE VISTO AMERICANO, SE É B 1 0U B1/B2 . POIS SE FOR SOMENTE B1 PODERÃO TER PROBLEMAS NA IMIGRAÇÃO. CASO VENHA A DECLARAR QUE IRÁ PARA CONGRESSO.

    • Isa

      Estou indo para um congresso, mas também vou aproveitar uns dias na Disney. O que devo dizer?

      • Carina

        A verdade e apresentar um visto B1/B2.

  • Walber

    Cheguei ontem dos EUA (Atlanta) e passei pela mesma situação. Fiz uma viagem pela Ásia e Malásia e optei em ir pela Delta Airlines, assim, conexões de ida e volta nos EUA. Retornando do Japão para os EUA fui barrado na imigração americana e me fizeram as mesmas perguntas citadas pela Monique e por coincidência tudo se resolveu quando mostrei o meu cartão American Express Platinum, pois na carteira eu só tinha 300 dólares. Já estava no fim da minha viagem e também não quiseram saber de quantos vistos ou entradas eu já tive nos EUA. Mexeram nas minhas malas e reviraram tudo. Depois de tantas perguntas e explicações incoesas, falaram para eu arrumar as minhas malas e que eu estava liberado. Sem medo eu disse que não iria arrumar pois foram eles que bagunçaram tudo e que eu gostaria de ver a minha mala do mesmo jeito que eles abriram. A agente da imigração resmungou mas recebi a minha mala conforme a solicitei.

    • João Ferreira

      Walber… "se for" verdade, mesmo, o que voce narrou… VOCE ESTÁ DE PARABÉNS, viu ??? Mas, NÃO ENCORAJE OUTROS BRASILEIROS A FAZEREM O QUE VC FEZ… É DEPORTAÇÃO NA HORA !!!

  • Meu colega uma vez quase foi barrado na entrada do JKF pq acharam que ele era mexicano, mesmo ele tendo um passaporte brasileiro e dizendo que não falava espanhol. Para nosso azar o sistema caiu e só após 3 horas de espera ele foi liberado pelo chefe dos agentes de inspeção que pediu desculpas pela confusão inexplicável.

    • Ah, já ia esquecendo. Um outro colega meu teve uma nota de 100 dólares rasgada por um agente no JFK sobe alegação que era falsa. O detalhe é que ele estava com umas 20 delas e o agente cismou apenas com uma que foram sacadas no mesmo lugar.

  • Wellington

    Fui passar o natal de 2012 em New York, minha esposa e filhos voaram com as nossas milhas e por este motivo fomos em voos separados, na imigração fui questionado se estava sozinho e expliquei que a familia estaria chegando em outro voo inclusive em aeroporto diferente, me deixaram passar, porém logo após outras duas agentes me abordaram e fizeram as mesmas perguntas, fiquei realmente achando que daquela vez não conseguiria entrar nos EUA como das vezes anteriores, que não tive problema algum. Depois de varios questionamentos, por fim me liberaram.

  • rodrigo

    Olá pessoal, estou vendo que varias pessoas tiveram problemas com dupla cidadania(tenho a portuguesa), nunca fui para fora e não tenho o passaporte brasileiro, mas estou quase com o passaporte português pronto. Vou com minha esposa em outubro para os EUA, ela ira com o passaporte brasileiro mesmo. Melhor eu tirar o brasileiro tb? Agora deu mais cangaço ainda

    • Eu estou fazendo a cidadania italiana para não tem que passar por esse tipo de constrangimento, mas ao que parece não é isso que vem acontecendo!
      Se mais alguém puder relatar eventuais problemas para cidadãos com dupla cidadania seria legal!
      abraços

      • Marta Gmeiner

        Oi, Rafael! Não desanima, não! Acho que a dupla cidadania tem muitas vantagens, sim. Antes não precisava da ESTA, mas mesmo assim ainda acho que vale a pena. Dei uma explicada como fazê-la na resposta para o Rodrigo. Eu morria de medo de que se tivesse que responder muitas perguntas, meu ingles não daria e eles chamariam um interprete italiano, mas isso nunca aconteceu…rsrsrs. Fui fazer aula de italiano, para ter uma base… Aqui você sempre será brasileiro. saindo e entrando, isso precisa ficar bem claro… Nunca tive problema para entrar nos EUA. Usei para o México e Canadá também, além da Europa. Auguri!

    • Marta Gmeiner

      Oi, Rodrigo! Tenho passaporte italiano há 20 anos, mas não é possivel sair do Brasil sem o passaporte brasileiro. Naquela entrevista antes do check-in os atendentes nem deixam você prosseguir. Uma prima da minha mãe nem embarcou em Guarulhos porque estava com a identidade daqui e passaporte italiano. Você sai daqui com o brasileiro e entra lá com o português. Se for como o italiano, precisa fazer a ESTA, que é uma autorização eletronica para membros de países dispensados de visto. É feita no site do consulado americano e atualmente é paga (acho que a última foi 14 dólares, que você paga com cartão de crédito). Depois da aprovação, é só imprimir. Dura 2 anos e o proprio consulado te avisa que está para vencer. Já fui umas 7 vezes pros EUA e nunca tive problema. Quando minha filha ainda não tinha passaporte italiano, ela entrou com o brasileiro e eu com o italiano, sem problemas.

    • Marcelo

      Também tenho cidadania portuguesa e fui para Miami pela primeira vez ano passado. Acredito que por estar sozinho, com passaporte português apesar de morar no Brasil, e também pelo fato de não entender uma pergunta (‘are you by yourself?’) pelo inglês rápido que o cidadão falava e não fazia questão de ajudar, fui submetido a algumas perguntas a mais, porém acredito que não tiveram relação direta com a dupla cidadania. Ele aceitou sem problemas meu ESTA. Fui liberado em pouco tempo sem salinha.

      • Marcelo

        Adiciono que por precaução levei o passaporte brasileiro e também tenho cartões Platinum, mas não apresentei nada além do português para o agente. Também fui questionado sobre a quantia que levava.

        • Rodrigo

          Ter que fazer o Brasileiro e gastar mais ainda é sacanagem, não estava esperando essa em.

          • Marcelo

            Eu já tinha o brasileiro, por isso levei. Mas reitero que não tive que apresentá-lo

  • Alex

    Agora prontoooo… Milhares de pessoas achando que pra passar na imigração americana tem de ter um AmEX Platinum em 3, 2, 1…

    • João Ferreira

      …E eu ??? Que só tenho um VISA ???? To "F. e mal pago", rsrsrsrsr…

      • alex

        E eu que nem Visa e nem Master sou…? Aqui é HIPERCARD c/ orgulho!!! Zona LESTE/Itaquera!!!! Kkkkk

  • Duarte

    Ola Boa tarde gostaria de receber algumas dicas mais especificas do que fazer.
    Primeiramente sou atleta e vou competir em um campeonato mundial nos EUA na California.
    Devo embarcar dia 20/05 .
    E tenho algumas questões, trabalho com carteira assinada, tenho carro, casa registrados em meu nome, mas Não tenho conta em banco e nem cartão de credito devido ja ter sido funcionário bancário e criei uma inadimplencia.
    Vou viajar para passar 10 dias mas a passagem de volta so terei depois.
    Então preciso de dicas para não estragar com metade do meu sonho. Que eh apenas a competição.
    Vou com 1000 Dolares em dinheiro e oque mais devo fazer?

    • JPM

      Apesar de estar em cima da hora, acho que a melhor coisa é você tentar entrar em contato com um consulado/embaixada americana e explicar a situação. Porque tentar explicar isso lá na imigração será um problema.

    • Alex

      Viajar com passagem só de ida é pedir pra ser barrado na imigração. Dica.

  • Nayde oliveira

    A dois anos estava retornando dos EUA e antes de ir ao aeroporto almocei e tomei 9 comprimidos passado por um médico brasileiro de uso continuo que deveria tomar após as refeições, no entanto as 17 horas não havia feito a digestão e ao passar pelo RX foi detectado os comprimidos no estômago, meus filhoe e esposo tiveram que mim deixar sozinha por imposição da polícia e tive que ir para um local a parte, passaram um reagente nas minhas mãos e depois do resultado me liberaram. O susto que passei foi terrível tinha certeza que não transportava nada de anormal mas este aparato todo deixou me aflita. Hoje quando viajo evito tomar medicação, principalmente quando a quantidade e grande. Fica aí a dica.

  • Sergio

    Nunca tive problema na imigração,
    2010 – Miami: era a primeira vez, só perguntas básica, passei junto com a namorada e, na volta, esqueci de entregar o formulário de saída I-94 (ainda existia o I-94);
    2013 – Miami: fiquei com medo de não terem registrado a saída anterior, mas o agente não falou uma palavra, olhou os passaportes e digitou no computador uns 2 minutos (pareceu meia hora), pegou as digitais e liberou;
    2013 – Paris: o agente sorriu, falou bonjour, pegou os passaportes e carimbou
    2013- Londres: perguntas básicas, olhar desconfiado e liberou.

    Porém, tive problema quando fui tirar o visto em 2010 na embaixada em Brasília… Levei tudo que os sites recomendam (declaração do IR, contracheques, carteira de trabalho, etc) mas o senhor que me entrevistou queria que eu mostrasse o crachá da empresa onde eu trabalhava. Eu tinha vários documentos que demonstravam que eu trabalhava nessa grande empresa, mas não tinha levado o crachá e por isso ele me negou o visto. Foi um dia péssimo já que estávamos com essa viagem toda planejada. Pensamos em mudar o destino mas como já estávamos sonhando com essa viagem, resolvi tentar de novo. Fui no consulado do RJ e o rapaz que me entrevistou dessa vez perguntou porque tinham negado meu visto e respondi que eu não tinha levado o crachá. Ele fez uma cara de deboche, disse que o visto estava aprovado e nem quis ver documento nenhum.
    Infelizmente existem maus profissionais em qualquer lugar, mas quando se trata de funcionários a serviço de outro país, não temos como reclamar. O que importa é que a viagem foi ótima e não me arrependo de ter persistido.

  • Washington

    Na realidade a Imigração americana é a pior coisa que existe. Se eu não tivesse que ir á trabalho aos EUA, EU NUNCA PORIA OS PÉS LÁ E ACONSELHO FORTEMENTE AOS QUE LEREM ESTE COMENTÁRIO QUE NÃO VISITEM OS EUA. Na penúltima vez que estive em Nova York, DE TRÂNSITO,VINDO DA EUROPA E POR UMA NOITE SOMENTE, ao entrar declarei que tinha mais de dez mil dolares,fui levado para a sala especial e o agente NÃO QUIS ME DAR O PAPEL PARA APRESENTAR NA SAÍDA, POIS EU ESTARIA POR UM DIA, CONFORME ELE. Muito bem, no dia seguinte na saída do vôo da COPA, tinha um batalhão de policiais, COM CÃES, ME REVISTARAM E À MINHA MULHER, ME LEVARAM PARA UMA ALA À PARTE DA ENTRADA DO AVIÃO e me perguntaram por que eu andava com mais de dez mil dolares. Ora se vou em uma viagem de 30 dias pela africa, europa e voltando pelos EUA, CLARO QUE TENHO QUE ANDAR COM DINHEIRO por qualquer eventualidade. Me liberaram finalmente depois de aterrorizarem bem. Mes passado voltei aoss EUA, POIS IMPORTO AIRBOATS PARA O BRASIL. Para surpresa minha me levaram para a SALINHA perguntaram porque eu estava escondendo dinheiro, que fazia da vida, se comercializava drogas, etc.. e ME ESTAVAM DANDO UMA ÚLTIMA CHANCE PARA NÃO ME LEVAR PRESO!. Depois de verificarem que eu não tinha mais de dez mil dolares, me liberaram. Em tempo: alem de importar airboats, SOU CONSUL HONORÁRIO DE UM PAÍS CENTRO AMERICANO,MINHA MULHER ESTAVA DE EMBAIXADORA ATÉ A ÚLTIMA VIAGEM, VIAJAVAMOS COM PASSAPORTE DIPLOMÁTICO!!!!!!!! COISA DE LOUCO.

    • Acho fantástico isso nos americanos: vc pode ser o que quiser e será á tratado como todo mundo. Aqui no Brasil é que está errado. Seu passaporte x, y, d não faz a menor diferença para eles. Somoa todos estrangeiros.

      • Fernanda

        Acho que segurança em 1º lugar! Eles fizeram o que TODOS os países deveriam fazer! Desconfiar de tudo e todos e tratar mesmo casos mais simples como se não fossem! Imagina se vc realmente fosse traficante e tivesse entrado com o $$ e comprado drogas? Era a chance deles de te pegarem no dia seguinte com a boca na botija!

    • Caio

      Hum, deve ser chato mesmo. Imagina, no Brasil sai dando suas carteiradas de "Consul Honorário de um País Centro Americano" e funciona bem, ai quando entra em um país que te trata igual a todos, deve ficar realmente frustrado com esse tratamento, uma "coisa de louco". Bem de minha parte, passei agora a respeitar ainda mais a Imigração americana!

  • Rafael Barcellos

    Bom… Nunca viajei para o exterior, mas penso em viajar para outros países antes de ir a Terra do Tio Sam e tenho algumas dúvidas como:
    Nesse caso do Felipe, como saber se não há um homônimo seu que e procurado nos EUA ou estar em alguma lista de procurados da interpol?
    Meu inglês de pronúncia é péssimo, terrível se eu um dia for aos Estados Unidos irei usar o expediente de contratar um interprete.Isso pode prejudicar à entrada de alguém nos Estados Unidos ou Ilhas Virgens Americanas?

    • Tiago

      Rafael, minha cunhada, não fala NENHUMA palavra em inglês, passou sozinha na imigração em Miami. Em Miami, quase 100% da população fala espanhol, então, não tem problema. Ninguém é obrigado a falar inglês para entrar nos EUA, em qualquer porta de entrada…

  • Ana

    Queridos nessa viagem, aprendemos o como o Brasil é uma verdadeira mãe com os turistas que aqui chega. Não sei como é o procedimento mais devo confessar que lá fora a coisa é bem diferente do que aqui, não tive muito constrangimento em minha viagem graças a Deus até porque vi de um alemão uma frase que me deixo pasma Brasileira mulher em viagem para Europa ou é Puta ou é professora como sou professora sempre que falo minha profissão recebo o carimbo na mesma hora, bem se essa teoria e verdadeira ou não confesso que não sei, mais em alguma viagens que fiz quando eles perguntava minha profissão mostrava minha profissional ai eles carimbo na hora seja bem vida, o que me deixou a acredita deve ser verdade o que meu amigo falou, bem mais narrado um fato me deparei em duas situações constrangedora uma foi na Espanha quando em conexão para suíça passei pela imigração eu e min há filha depois de já te feito todos os trames legais na entrada na hora do embarque depois de 8 horas de espera fui abordada por uma agente estava de bota e na hora o detector de metal acusou alguma coisa me levaram para uma área ao lado onde tive que fica só de calcinha e sutiã ali achei muito desnecessário tão medida mais como estou em pais que não conheço suas regras fiquei calada estava eu e minha filha uma adolescente graças a Deus ela não foi abordada. Em outra ocasião foi nos estados unidos em um dos aeroportos em que houve o atentado hoje ele e extremamente fiscalizados por agentes extremamente mal educados que não respeitam idosos nem crianças estava com um casal amigo meu esposo e minha filha em uma viagem para Orlando em saída de nova York para Miami aqueles voos domésticos vc passa por um detector de metal e assim alguns são escolhidos para passar por ele eu fui à sorteada infelizmente os agentes sempre gritando foram isso não tive qualquer contrariedade em minha viagem mais vale sempre ressaltar o que foi dito aqui anteriormente mantenha a calma não ajude ninguém que queira entra no pais, falando pedindo a vc para dizer que esta acompanhado isso aconteceu comigo em que uma jovem que já tinha ficado ilegalmente pediu a mim para dizer q estava comigo, me recusei e de fato a jovem foi abordada na imigração e com toda certeza foi deportada de volta para o Brasil só a vi depois de algumas horas chorando. Mantenha a calma e responda sempre que esta com dinheiro. Caso contrario vc corre o risco de volta sim.

    • eduardocosta2006

      Desculpe a curiosidade, mas você é professora de que mesmo, hein?

      • Carlos

        Fiquei com a mesma dúvida rs
        Tive que ler umas 2 vezes para entender o que ela estava querendo dizer.

  • Olá povo do MD.

    Tenho 2 curiosidades.
    1ª – Estou querendo ir sozinha pros EUA mas, não trabalho precisava saber se isso seria um problema? Só faço faculdade.
    2º – Esse dinheiro que tenho q levar em espécie deveria ser quanto em média?? Costumo viajar pra Europa e lá nunca m perguntaram quanto estava levando. E tento sempre evitar esta com muito dinheiro em mãos.
    Qual o valor que é seguro levar pra poder entrar tranquila?

    Obrigada!

    • João Ferreira

      SEM CHANCES !!! DESISTA !!! VÁ PRA EUROPA, rsrsrsrsr…

    • Marcio

      Emili, você é a típica barrada no visto.. .rs… O medo dos EUA são, claro, os traficantes e os imigrantes ilegais que vão a turismo e ficam por lá, então se você não tem nenhum emprego, bens ou algo que te prenda ao Brasil, eles provavelmente vão te analisar com mais cuidado. Já tem o visto? Se já tiver acho que não tem muito problema, eu nunca levo muito dinheiro, levo somente o cartão de crédito e digo que vou sacar com o cartão de débito. Da ultima vez levei apenas 200 dolares em espécie. O principal é declarar direitinho o motivo da viagem… Intercambio e Turismo é tranquilo… importante é mostrar a passagem de volta e as reservas do hotel coincidindo com a data de volta…

    • Francisca

      Complementando o que disse Márcio, acho que o mais difícil será o visto, mas não impossível, pois você poderá comprovar os vínculos com o Brasil de outras formas (comprovantes da faculdade, automóvel, imóvel, filhos/família). Estando lá, é seguir as recomendações do post e levar tudo impresso, inclusive seguro-saúde. Quanto ao valor em espécie, sempre levei mais de 500 dólares na carteira. Mas isso é muito relativo, pois há pessoas que têm pavor de andar com muito dinheiro, então levam menos. Boa sorte. Abs.

    • LucyD

      Emili, não se deixe influenciar por comentários negativos… passei anos querendo ir aos EUA e todos faziam um bicho de 7 cabeças em torno do visto. Quando tomei coragem e tentei, com menos de 5 perguntas, uma moça super simpática (ao contrario dos "caras feias" que todo mundo diz que enfrenta) disse que meu visto havia sido concedido.
      Detalhe, sou solteira, tenho 34 e sou estudante (mestrado, mas mesmo assim)… o que é importante no caso do visto é que você tenha o formulário bem preenchido e detalhado, e claro, vínculos.
      No meu caso, coloquei uma excursão com o nome da agência (pois quando a consular perguntou com quem eu ia, mencionei que ia com um grupo que ainda estava sendo formado, então não conhecia ninguém).
      O mais importante, nesse caso, são os vínculos… como meu pai entrou como patrocinador, levei os documentos dele (carta de custeio, extratos e Imposto de Renda) junto com os meus extratos, minha declaração de Isenção do IR e declaração de matrícula da Universidade. Ela não me pediu nenhum documento.
      A média de reprovação do visto hoje em dia é muito baixa (se não me engano 3 ou 2%), e eles olham se vc está nervoso ou se contradiz as informações que preencheu no formulário.
      Turistas brasileiros são interessantes pra eles. Consumimos muito, é sempre um bom negócio.
      Quanto ao valor, a imigração pede que você tenha no mínimo 150USD por dia de estadia. 10 dias = U$ 1500. Você também pode levar Cartão Internacional (preste atenção ao limite, se puder leve algum comprovante) ou Pré-pago (nesse caso, recomendam levar um extrato da quantia que está depositada).
      Busque a página da Embaixada no Youtube e veja os vídeos, eles explicam tudo com a maior clareza.
      Um abraço e boa sorte!

      • Oi LucyD…. se eu levar cartão de débito com o extrato do valor e cartão de crédito mesmo assim tenho que levar dinheiro em espécie? E quanto ao limite, para meus gastos aqui no Brasil meu limite dá e sobra mas para dólar fica meio "baixo", isso pode dar problema? Eu tenho que dizer o limite do cartão? Vou passar só 9 dias com tudo pago saindo daqui rsrsrs

    • A primeira vez que fui estava também fazendo faculdade, ganhava menos de R$950,00 na época, e o fator principal, sou de Governador Valadares- MG que é um lugar que vai muitos clandestinos para o EUA, consegui o visto para 10 anos, tive sim muita dificuldade na entrevisto, pq me perguntaram até questões técnicas sobre meu curso,acredito ter ficado uns 20 minutos na entrevista do visto respondendo perguntas e mais perguntas, até que consegui convence-lo que tinha vinculo aqui no brasil, e o fato que acredito ser chave para eu conseguir o visto foi estar cursando ensino superior, que é o seu caso. Vai na fé e boa sorte, sobre a grana em levar depende muito de quanto tempo você irá ficar, mas 2 mil dólares seria um valor legal para uns 15 dias, com compras se não for usar o Cartão de Credito se for uns 800 seria o ideal

    • aehauheaue então, vc pode ter a sorte que eu não tive e conseguir, de fato não é bicho de sete cabeças. Devo assumir que eu avacalhei e tava pedindo pra ser negado mesmo uaheuaheuae Eu tinha 17 anos (ano passado), tentei tirar sozinho, estava claramente nervoso, apenas estudava, me contradisse quanto a informações do formulário e o cônsul era bem mal encarado (Jeffrey, gravei o nome do miserável), mas vá com fé e todos os documentos necessários que não deve ser difícil.

  • JOHN PENNEY

    Ótimas observações, válidas para viajar no mundo inteiro, e quando entrando por qualquer aeroporto internacional .

    Resumindo: nada de piadinhas, nada de críticas aos agentes ou ao país em questão, nada de falar pelo celular ou sacar fotos na sala de imigração, nada de mencionar "trabalho" se você é realmente turista, sempre ter reservas (vó, hotel, nomes de amigos etc) impressas e na mão, preencher os documentos (alfândega, etc) sem erros, levar algum dinheiro em especie e levar um ou vários cartões de credito na carteira.

    E não esquecer que a sua tortura não acabou até você esteja completamente fora do aeroporto. Aqueles grandes vidros que parecem espelhos são "two-way mirrors" e os agentes ficam atrás deles espionado os passageiros até a saída do lugar. Brasileiros, welcome to the wonderful world of international travel!!!!!!!l

  • Kah

    Cuidado também ao mudar a aparencia. Fiquei presa nessa salinha por 1h só pq tinha cabelo loiro escuro e mudei pra ruivo, e em todas as fotos eu estava com o cabelo loiro. O moço me pediu até identidade e carteira de motorista do Brasil, além dos dois passaportes (brasileiro e italiano) para conferir se a foto em todos os documentos batia. Aí no final me explicou que foi somente isso, a cor do cabelo, que gerou confusão e me aconselhou a não fazer mais isso para não ter problema novamente.

    • marcel campos

      OLá Kah, Já vi dicas falando o contrário…se você vai muito 'igualzinho' a foto do visto/passaporte, é porque está querendo disfarçar algo…Na foto do meu visto, estou com barba e já não a uso há tempos..e não tive problema nenhum…isso é lenda.

  • Aiii gente q frio na barriga deu agora lendo a matéria e os comentários!!
    😮
    Meu paaai!

  • Laudrin

    Tenho um Visa Platinum. Recomendam que eu solicite um American Express Platinum?

    • Não, Laudrin. Você está muito bem equipado, não se preocupe! 🙂

  • João Ferreira

    Eu juro que não sabia… que existem tantos Brasileiros "bestas". Está certo que os EUA estejam sempre, e cada vez mais, alertas…. creio que eles jamais esquecerão o 01/09… torres gemeas, etc… mas, HUMILHAR até não terem mais como, os simples turistas viajantes que visitam, e gastam muito, o seu país, ahhhh, me dá licença !!! Sabe, eu tinha o sonho de um dia visitar os EUA… desde os meus 15 anos de idade… mas agora, lendo tantos depoimentos de pobres vítimas desse preconceito e desconfiança dos americanos… desistí definitivamente !!! Vou viajar mesmo pra Europa, que é bem menos complicado e a imigração não é tão mal-educada como a dos americanos… do norte !!!!!!!

    • Silvana

      APOIADO!!
      kkkkk chega até ser engraçado esse tipo de matéria… fala sério, ter que passar por tudo isso (sem falar nas etapas antecedentes no Brasil de pura burocracia) pra poder "desfrutar" de férias? Calma aí, eu falei férias!! Férias não é isso, pelo menos minhas férias jamais começaria assim. Temos um MUNDO TODO pra conhecer, mas infelizmente muitos ainda se vangloriam por ter que passar por isso ao tentar chegar no "País das Maravilhas". Na boa, se nós deixássemos a terra do Tio San um pouco de lado, quem sabe tudo isso se tornaria mais leve! Ao meu ver nós (principalmente brasileiros) damos muito valor para eles, será que o consumismo excessivo terá de fato muito importância? Muito mais do que ver paisagens exuberantes ou ir à lugares bem menos frequentados por brasileiros? Mil vezes Varadero em Cuba do que qualquer praia na Flórida ou Califórnia. Quero ter frio na barriga pra conhecer coisas belas, diferentes (Marrocos, Nepal, Tailândia, Austrália, Suiça) e não pra passar pela imigração (risos). Apesar que pra muitos comprar uma calça na Levi's por 20 dólares já dá um super frio na barriga né (que pena). Bom acho que é isso… bjinhos

    • Lívia

      Leia de novo, acho que está faltando interpretação de texto pra vc.
      Ninguém falou em humilhar, estão falando em verificação de dados que "não batem".
      Se eles vêem que vc fez algo que talvez não esteja de acordo com a lei, ele te levam pra sala, para verificar… só pra vc não ficar na fila, atrasando os outros.

    • Claudia Sarsur

      Nao seria 11/09?

    • Luiz

      Boa cara! Quando for pra Europa escolha sempre entrar pela ESPANHA, pois é a melhor a imigraçao, nunca criam caso.

    • mariana

      Concordo. Eu adoraria conhecer os EUA, deve ser um país fascinante com lugares fantásticos, rica cultura e história. Mas enquanto eu for vista com desconfiança pelo simples fato de eu ter nascido no BR, não vou. Entendo que muitos brasileiros causem problemas lá – causam aqui também, não é verdade? – mas será que o nível é tão alarmante ao ponto de os comportados merecerem pagar o preço dos mau comportados? Sinto muito. Vou curtir países que me recebam bem, ainda que o Euro seja mais caro. Se os brasileiros tivessem mais consciência coletiva, perceberiam que essa babação de ovo por quem não nos quer só gera mais e mais repulsa. Concordo com quem diz que o dia que os brasileiros pararem de torrar sua economias nos EUA e abrirem suas mentes para conhecer outros lugares do mundo pode ser que os EUA sintam saudade do nosso rico dinheirinho. (o comércio de lá fará pressão econômica no governo de lá) E aí, quem sabe, seremos bem vindos novamente, já que dinheiro é a única linguagem que eles entendem.

  • Olá pessoal!
    Tenho uma dúvida: No guichê da imigração, quando for feita a primeira pergunta eu devo tentar responder, pedir um intérprete ou avisar que não falo muito bem o inglês? Porque pode ser que eu entenda e responda, mas devido ao nervosismo pode ser que não! rsrsrs

    • Francisca

      Oi Regina,
      Meu inglês também não é lá essas coisas. Na verdade eu entendo mais do que falo. Mas as perguntas são muito básicas. Sempre consigo responder. Eles têm preparo para fazer as perguntas de vários jeitos, a lidar com turista, sabe? E alguns falam vários línguas. Apenas uma vez, peguei um que falava muuuito baixo. Não conseguiria entendê-lo nem em português e ele não se esforçava, daí fiquei meio nervosa, pois ele me falou: vc não fala inglês, não? Daí respondi que mais ou menos e pedi desculpas. Depois correu tudo bem. Boa sorte e vá tranquila. Abs.

    • Depende. Se você consegue articular frases básicas em ingles você está melhor do que 50% das pessoas que passam na imigração. Se for preciso, o proprio agente vai pedir através do sistema de som a presença do tradutor.

    • Regina, se eles acharem que um interprete é necessário, vão providenciar. Não se preocupe 😉

  • Pablo Parucci

    Na minha segunda ida aos EUA, ano passado eu desembarquei em Miami e teve um pouquinho de suspense. Eu havia pintado o cabelo de amarelão, perdi uma aposta pra um amigo. Ao chegar na imigração, o officer olhou pro meu passaporte, depois meu cabelo e soltou um "Yellow Hair, hum?". Eu contei a história, ele deu risada e passei com um friozinho na barriga… Foi uma viagem bem engraçada no final das contas 🙂

  • Paula

    Olá. Em 2007 viajei para a China com uma excursão da Queensberry. A conexão foi em Amsterdam. Entre a saída do avião até chegar ao saguão do aeroporto, fui parada 5 vezes pelos agentes. Já estava achando graça…será que pareço a alguma terrorista internacional procurada nos 5 continentes?? Que chique.

    Quanto ao tráfico de mulheres, já mencionado por alguém, tive uma experiência desagradável. Minha irmã, eu e duas amigas fomos aos países Bálticos e depois para a Rússia. Fizemos o trajeto Talin-São Petersburgo de ônibus. Na fronteira da Estônia com a Rússia pediram nossos passaportes. Eu entreguei o meu e o da minha irmã, que estava na minha bolsa. O policial arrancou os passaportes da minha mão e perguntou para a minha irmã porque eu estava com o passaporte dela. Como meu inglês é um pouco melhor do que o dela, comecei a responder. O policial deu um grito, dizendo para eu me calar por que havia perguntado a ela.

    Tensão total. Vou para a Sibéria!!

    Ela respondeu que éramos irmãs. Ela olhou com desconfiança, pois na mistureba que é minha família, ela saiu alemã e eu com cara de italiana mafiosa. No final, o problema se esclareceu. Nesta região, o tráfico de mulheres é comum e os traficantes carregam o passaporte das vítimas. Resumo da ópera: tenho cara de terrorista traficante.

    Paula

  • Evandro Moreira

    Olá,

    Vou com meu companheiro em lua de mel para nova york em novembro ambos já temos vistos, queremos tambem visitar quebec, ou seja curtiremos ny e então iremos ao Canadá depois voltaremos a ny só para pegar o voo de volta p o Brasil. Como se portar na imigração estando nesta condição?

    Abraço.

    Evandro.

    • Evandro Moreira

      Ah esqueci de mencionar… fizemos o processo de visto ano passado e nos casaremos no dia anterior a viagem que será em novembro deste ano. poderíamos ir no mesmo guiche como casados?

      • Alice

        Sim , sem problemas, vão tranqüilos

  • Fernanda

    Outro dia me perguntaram se eu conhecia alguém lá …
    E estava indo visitar minha irmã em NY.
    Não sabia se respondia se sim ou não.
    Se isso ia depor contra ou a favor da minha entrada na

    • Andre

      Se sua irmã estiver legalmente lá, não tem problema, melhor falar a verdade.

  • Mari

    Nossa, quanta gente tem uma história da "salinha" pra contar, já não me sinto só, rs. Aconteceu na minha primeira ida aos EUA no ano passado, e não sei por qual motivo, acredito que seja por causa do meu sobrenome, Ortiz, muitos mexicanos tem esse sobrenome, talvez seja por isso. Confesso que passei momentos de tensão, mas fiquei calma e respondi tudo que me perguntaram. Entrei, adorei, e não vejo a hora de ver uma promoção bombástica por aqui pra voltar lá ainda esse ano, rs.

    • LILIAN AZEVEDO

      Acho que todas as vezes que vc retornar terá que passar por essa salinha.Meu marido foi levado para essa salinha em 2008,quase morremos do coração,chamaram interprete e perguntaram nome de pai,mãe,onde trabalhava,o que estava indo fazer,quanto em dinheiro,nome dos hotéis etc….Todos os anos seguintes fomos pra essa sala.Segundo o interprete o nome do meu marido é muito comum entre latinos que tentam entrar nos EUA ilegalmente. Parece que seu nome fica registrado e daí em diante é só esperar.Mesmo sabendo que é isso me dá um nervoso,vamos todos para essa sala e eles não tentam ser simpáticos nunca.Quando vamos fazer conexão já peço um intervalo bem grande para não perder o voo.

  • Wander

    Realmente, a passagem pelo guichê da imigração americana dá um frio na barriga até nos viajantes mais frequentes. Vamos combinar que a maioria daqueles guardas não são nada simpáticos. Há quem tenha sorte de ter uma conversa rápida e descontraída antes de ouvir o “welcome”. Mas, a partir dos relatos, percebe-se que o normal é ser atendido por um agente com cara de poucos amigos. E vc ali todo feliz por ter chegado, pensando nos “compromissos” turísticos que te aguardam. Ano passado, fiz minha primeira viagem aos EUA com destino a San Francisco, imigração na conexão de Miami. Já tinha lido vários relatos na internet, sabia quais seriam mais ou menos as perguntas, estava munido de reservas, dinheiro, cartão internacional, VISA Travel Money, seguro viagem, passagens, etc. Tudo impresso direitinho. Estava viajando com um amigo e fomos para guichês separados. Ao ser chamado, fui todo feliz ser entrevistado e fui recebido por um agente mal encarado que me encheu de perguntas. Foras as básicas (duração da viagem, cidades visitadas, viajando com quem, etc). Ele aindaquis saber detalhes da minha profissão e, quando respondi que era militar, ele quis saber meu posto, o que eu fazia exatamente, e até pediu minha identidade militar (ainda bem que tinha levado!). Respondi que era Tenente e assessor jurídico na FAB. Ele perguntou o que significava “data de expedição” na identidade. Respondi tudo com muita calma e seriedade. As vezes não entedia a pergunta e pedia pra ele repetir. Engraçado como nessas horas a gente tira um inglês que não sabe de onde vem hehe. Ele não sabia falar português e nem tentava. O chato é que quando o número de perguntas vai aumentando… o agente vai fazendo uma cara de poucos amigos a cada resposta sua… aí vc pensa: “não vou entrar, ele não foi com a minha cara”. Os meus papéis estavam dentro da mochila e ele não gostou quando precisei me aproximar e apoiar a mochila em cima da bancada pra retirar os papéis que ele mesmo pediu pra ver. Aí, me afastei, expliquei que precisava abrir a mochila, pedi permissão para apoiar na bancada e ele concordou (que amor de pessoa, né? rs). Mas, como muitos aqui disseram, a dica é manter a calma e responder tudo certinho sem mentir nada. Ele vai perceber que vc é um mero turista ” do bem” e vai liberar. Foi o que aconteceu. Leve tudo impresso numa pastinha e já chegue com ela em mãos. Não espere tratamento simpático. Haja com seriedade e confiança. Depois, quando vc passar, sair do aeroporto e estiver bem longe a caminho do seu hotel, mande (mentalmente ou verbalmente mesmo rs) aquele agente tomar…. banho no aÇUde!! kkkkkkkkk

    • Relato perfeito Wander… exatamente o que sempre acontece comigo. Como você é militar, creio que pode analisar uma dúvida minha, este comportamento deles deve ser treinado, para pegar quem mente, porque você falando e tendo aquele retorno negativo, dá muito nervosismo e você acaba falando besteira. Da última vez, ainda por cima eu comecei a responder a pergunta "quem tu conhece aqui?" e citei o mês de agosto, "August"… não é que o cara achou que eu conhecia um tal de August??? para desfazer a confusão eu tive que repetir 3 vezes a mesma história… não sei como tem gente que consegue chegar lá e falar mentira.

  • Francisca

    Passei por algo levemente semelhante devido à questão "estar sozinha". O fiscal perguntou mais de 3 vezes "but, alone? Why?" – e então eu comecei a ficar triste, achando que ia me mandar pra salinha. Mas ele me liberou. Como diz na reportagem, tem que focar na verdade, sem enfeitar, para não se contradizer. Expliquei que só eu estava em férias, amigos e família, não. Que eu não ia deixar de viajar por isso. Que eu gosto de viajar para o exterior, etc. Deu tudo certo, mas passei medinho.

  • Já entrei nos EUA mais de 15 vezes, sempre como turista, e minha opinião/impressão é que vale mais a honestidade, por mais absurda que ela seja, do que tentar dar as respostas certas. Não viajo com dinheiro em cash. Deixo para sacar no ATM assim que chego la. Quando me perguntam quanto dinheiro estou levando, respondo que levo apenas 100 dolares para emergencia e que pretendo ir sacando aos poucos nos ATMs conforme a viagem for acontecendo, pois prefiro usar cartão de credito. Se me perguntam o que vou fazer, respondo com o maior detalhe possível "vim andar de montanha russa, inclusive minha viagem começa pelo parque X que fica aqui do lado do aeroporto". Semana passada fui a Hong Kong na promoção da United que apareceu aqui no Melhores Destinos. Fui a Hong Kong basicamente pra conhecer a Disney de lá. Na volta, consegui em cima da hora um stopover em DC, ou seja, quando passei pela imgração americana eu tinha acabado de vir de Hong Kong, sozinha, e não tinha nenhuma reserva de nada, pois tinha conseguido mudar a passagem e incluir o stopover no aeroporto em Hong Kong antes de embarcar. O agente perguntou o que eu fui fazer em Hong Kong, respondi "Disneyland". Ele riu. Perguntou o que eu faria nos 3 dias em DC, respondi "Busch Gardens e Kings Dominion" (dois parques locais. Ele falou "nossa, você gosta mesmo de parques né?" e carimbou rindo o passaporte. Por isso fica minha dica, fale a verdade por mais engraçada e diferente que ela possa ser!

  • Gaby.

    Vi comentários de pessoas dizendo para não visitar os EUA. Não visitar por qual motivo? Porque eles são rígidos e fazem cara feia para você na imigração? "É uma humilhação, mimimimimi" "Eles precisam do nosso dinheiro e fazem isso, mimimimimi". Ah, me poupe né! Você pode passar por esta situação em qualquer lugar, os caras tem direito de fazer isso. Não é só nos EUA, mas em qualquer outro país, se eles decidirem que você não atende certos critérios você pode ser barrado e ponto final. Por isso é preciso ir com toda a documentação correta. Mas muito mais que isso, é preciso SEMPRE manter a calma e ser cordial, não ficar de gracinhas, com raivinha ou ironias. Os caras da imigração são treinados para serem como são, frios…e isso não é atoa, eles querem pegar alguém em contradição, nervoso e etc, e tem gente que ainda discute com eles, dá chilique (Já vi acontecer), aí que eles pegam raiva mesmo. Mantenha a calma, seja educado por mais que eles não sejam, seja direto e firme nas respostas, quem não deve não teme, não é verdade?
    O que é uma cara feia em comparação aos dias que você terá para aproveitar?

    • Livia

      Exatamente!!!!!
      Esse povo que fica de mimimi, falando de humilhação, geralmente é recalcado que não tem possibilidade de viajar e ficam repetindo comentários de outros idiotas.
      O país é deles e eles tem que proteger SIM!
      Ou eles acham que deveriam deixar entrar qq um que tivesse em situação irregular.
      As pessoas viajadas sabem que isso é padrão, e nem se importam com isso.

    • mariana

      Por um simples motivo: se há uma "presunção" negativa em torno da minha nacionalidade, gerada por estereótipos, clichês ou o raio que o parta, eu não vou até mudarem de posição. Eu não sou a minha nacionalidade, eu sou a minha individualidade. Por que um francês ou alemão tem tratamento cordial e eu não posso ter? Se nunca fiz nada errado por que mereço ir para uma sala de averiguação a cada aparente contradição? Um francês ou inglês sempre têm dados impecáveis só porque eles são desses países? Ser desses países ou ter uma determinada característica física é presunção de ser bonzinho? É por isso que não vou. Pode ser recalque de uns, de outros não. Já é um saco ir para qualquer lugar no mundo e ser olhada de lado por ser mulher brasileira – obrigada ao governo brasileiro das décadas anteriores por fazer eventos de turismo relacionados a mulheres nuas dançando, thank you idiots!. Pior que isso é ver homens, mulheres e crianças latino-americanos recebendo de graça uma presunção negativa só por virem do continente abaixo. Concordo com o rigor nas fronteiras, sou totalmente contra criminosos de baixo a alto calibre MAS é preciso separar uma coisa: nacionalidades tem presunção de serem ruins? Há nacionalidades indesejadas? Se há nacionalidades indesejadas em um país que defende democracia e direitos humanos, fim de preconceito etc, alguma coisa está errada, não está? Enquanto um inglês ou alemão entrar num país com mais facilidade que um latino-americano, nada tira da minha cabeça que há preconceito. Afinal, tem globalização ou não tem? Hipocrisia é que não dá para aturar. Acho que os países tem que ser coerentes em seus atos com as palavras que pregam no mundo inteiro especialmente os países que se vendem como os melhores. Mais poder, mais responsabilidade.

      • Anuska Monteiro

        Concordo!!!!

    • Anuska Monteiro

      Olá Gabi.
      Concordo contigo quando dizes que os agentes da imigração têm de ser rigorosos. Mas concordo ainda que tudo tem peso e medida. Eu já viajei para muitos países e precisei tirar vistos mas nunca fui para os EUA. Quando tiras um visto para ires para certos países, tens obrigatoriamente de apresentar um comprovativo em como tens meios financeiros para te sustentares nesse mesmo país durante o tempo que lá vais permanecer, assim como um comprovativo do que vais fazer a esse determinado país. Só mediante esses comprovativos o visto te é fornecido. Um amigo que foi para a América teve precisamente que apresentar todos esses documentos. Eu também vou ser sincera quando te digo que a America não me atrai. Ainda mais, com esse controlo de imigração que para mim se torna mais uma expiação da tua vida pessoal do que propriamente um controlo. Um policia de imigração deve ver se tens um visto/passaporte válido e saber o motivo da tua visita (embora este mesmo esteja indicado no visto). Mas perguntar quanto dinheiro/cartões ATM a pessoa leva no momento, na minha opinão, é falta de educação, pois isso só diz respeito aquela pessoa, não ao polícia. Se a pessoa tem visto válido é porque apresentou o comprovativo que tem meios financeiros para fazer aquela viajem. Eles não precisam saber no aeroporto quanto dinheiro tens. Isso não é controlo, e invasão de privacidade, e aliás, um comportamento muito rude. Dá aspecto que eles querem saber se és rico ou não. Parece uma espécie de discriminação. Até pela história que a escritora do blog partilha connosco dá a entender que o que a ajudou a livrar-se daquela confusão foi ter o cartão American Express platinum. Provavelmente se não tivesse esse cartão, nem a teriam deixado entrar no país. Um amigo foi a América uma vez e posso te dizer que o que determinou a entrada dele foi a quantidade de dinheiro que ele trazia. Eu nunca passei por essa situação ridícula à entrada de nenhum país. Sempre apresentei meu passaporte e vistos validos e não houve azares. Mas também digo que se um país me tratasse com essa falta de respeito, era eu que não punha lá mais os pés….

  • Fui ano passado para Miami, e antes de ir pra Miami fiz escala em Atlanta e lá passei pela imigração. Quando passei pelo guichê do agente, ele me pediu passaporte, e começou a questionar, e questionou mais ainda quando viu que eu já tinha ido aos EUA para fazer work experience, eu tinha o visto J-1 (trabalhar em alguma estação de ski ou resort ou mc, algum lugar lá na epoca das ferias da faculdade) e dentro do meu passaporte eu tinha esquecido meu social security ( carteira de trabalho americana) e após ele questionar queria saber se eu tava com alguem, mas eu estava sozinha, se eu conhecia alguém em miami e falei que não, perguntou das minhas passagens, eu tinha apenas os e-tickets que ele não entendeu, e depois disso ele pegou meu passapote colocou num plastico e disse pra eu acompanhar uma pessoa, e fui pra uma salinha que só sai se alguem busca, lá tinha vários mulcumanos, e apenas um brasileiro. Esperei algum tempo e me chamaram, foram os minutos mais demorados da minha vida. E o agente comecou a fazer perguntas e ele abriu toda a minha mochila, pegou minha carteria e abriu, todo papel que tinha algo escrito ele perguntava o que era. Mas no final de tudo, deu certo. Sai de lá voando, apenas joguei minha mala pra o cara que tava despachando e peguei o metro pra ir pro meu portão de embarque.

    • jornalfeminino

      Abriram a mochila? A carteira??? Como assim???????

  • leandro

    Ola!!! Tenho uma dúvida tenho cartão da Caixa Visa Infinite (black), gostaria de saber se ele é melhor, igual ou pior que o America Express Platinum para impressionar na imigração dos EUA caso eles perguntem??

    • Leandro, os cartões VISA PLATINUM e os BLACK são bem parecidos com o AMEX PLATINUM, porém no caso do AMEX eles só são expedidos por convite.
      Não encana com isso, na realidade caso venham a pedir que você mostre algum cartão de credito, ter um visa platinum ou black, ou amex, dá no mesmo…
      Se realmente quiser impressionar na alfandega mostre um PALLADIUM ou um ROYALLE (que feito com diamantes e ouro), ai sim…o policial da alfandega ate te carrega no colo rsrsrsrsrsrs

    • Eu tenho um AMEX The Platinum mas creio que essa impressão seja pelo fato de ser AMEX. Fique tranquilo, vai dar tudo certo

    • Leandro, você está muito bem equipado! Não tem porque se preocupar 😀

    • Raquel

      Leandro,
      Eu entro com uns 5 cartões e nunca querem saber qual é. Só tome cuidado com a quantidade em dinheiro e valor no cartão pré-pago tb entra na cota. Todos os cartões são mto bem vindos lá hihihi

  • Aeroporto JK em N.Y embarquei com destino a Orlando, trajava uma calça jeans nova com bolsos frontais costurados (bolso falso), marido passou, notei uma pessoa me observando..perguntou o que eu levava nos bolsos, nada foi minha resposta, e porque estão costurados? não existem, são falsos, lá fui eu para a sala com duas mulheres na minha frente e um segurança me seguindo, quiseram ver o forro dos bolsos..mas nem existiam, resolveram passar a mão com luvas , passavam em um papel que ia para análise, quiseram ver meu dinheiro,, contaram nota por nota rs, viram meu cartão e me liberaram, mas a sensação é terrivel

  • Ramon

    Fui para ny há 2 semanas com minha família e passamos por uma situação um pouco tensa na imigração também, porém foi no guichê mesmo.
    Minha mãe viajava com dois passaportes. Aquele modelo antigo verde tinha o visto e o atual azul. Não sei se vcs já perceberam mas no modelo atual no campo sobrenome ficam todos os sobrenomes da pessoa( pra quem tem mais de um) , porém no antigo em lastname fica apenas o último. Como o visto da minha mãe estava impresso no passaporte velho, no seu visto tinha o primeiro nome e em last name o seu último sobrenome, porém no passaporte atual em sobrenome estavam os 2 sobrenomes dela. Resultado : a funcionária da imigração fez outras perguntas, e ficou desconfiada pois mesmo as fotos sendo iguas achava q eram passaportes de pessoas diferentes. Perguntou se era a primeira vez que ela ia ao EUA( mesmo tendo carimbo de uma visita anterior) . Terminou dando certo mas fica a dica pra qm for viajar. Acredito que se fosse a primeira vez que ela estivesse indo pra os Estados Unidos teríamos tido mais problemas.

  • Poderiam me tirar uma dúvida? Estou indo para Fort Lauderdale e de lá irei pra Orlando, ficarei 13 dias no EUA. Sendo que ficarei 9 em Orlando e 4 dias em Miami, na casa de um primo que mora nos EUA há 7 anos. Vocês recomendam eu avisar na Imigração esta questão? Eu irei viajar sozinho, então nao sei se me hospedo num hotel os 13 dias direto e faço visitas esporádicas ao meu primo ao invés de ficar 9 em orlando sozinho e 4 dias em miami. Obrigado!

    • Bruno eles perguntam com frequência o que você veio fazer nos EUA, conte a verdade, ou seja sua rota. Se você for passar 4 dias na casa do seu primo, pode falar normal. A não ser que seu primo esteja ilegal nos EUA, ai a conversa com o oficial pode se aprofundar e você ter problemas. Abs

  • Jamais a passeio, você ser mal interpretado por perguntar pq seu visto foi negado, não tenho a mínima intenção de um cara desses dizer se eu posso entrar ou não do país dele. Existem centenas de outros países para ir.

  • Leonardo

    Parabens pela materia.

    Quando fui a primeira vez para os EUA, não sei pq, mas todas as pessoas me colocaram medo em relacao a alfandega.
    Cheguei lá com um ingles meia boka tremendo por dentro de medo.
    Quando o agente da alfandega me deu boa noite e pedio meu passaporte pensei. É agora.
    Quando o cara vio q eu era do brasil ele deu um grito.
    Ow brasillll, ronaldinho, pele.
    O cara falou isso com um intusiasmo q quebrou todo o gelo, foi tudo tranquilo e sem problemas.
    Dai pra frente nunca mais tive medo. Kkkkk

  • Roger

    Falou TRABALHO. Ta explicado porque foi pra "salinha". Vacilou.

  • Ana Amelia

    Tô chocada com as histórias. Tenho um Amex platinum e nunca poderia imaginar que ele poderia me ser tão útil! E o lance é que me ligaram oferecendo um, há uns 6 anos atrás. E eu não precisei comprovar nenhuma renda, simplesmente me perguntaram qual era a minha renda mensal e eu joguei lá no alto edisse que era empresária, ou seja, não tinha salário fixo.

  • Silvana

    kkkkk chega até ser engraçado esse tipo de matéria… fala sério, ter que passar por tudo isso (sem falar nas etapas antecedentes no Brasil de pura burocracia) pra poder "desfrutar" de férias? Calma aí, eu falei férias!! Férias não é isso, pelo menos minhas férias jamais começaria assim. Temos um MUNDO TODO pra conhecer, mas infelizmente muitos ainda se vangloriam por ter que passar por isso ao tentar chegar no "País das Maravilhas". Na boa, se nós deixássemos a terra do Tio San um pouco de lado, quem sabe tudo isso se tornaria mais leve! Ao meu ver nós (principalmente brasileiros) damos muito valor para eles, será que o consumismo excessivo terá de fato muito importância? Muito mais do que ver paisagens exuberantes ou ir à lugares bem menos frequentados por brasileiros? Mil vezes Varadero em Cuba do que qualquer praia na Flórida ou Califórnia. Quero ter frio na barriga pra conhecer coisas belas, diferentes (Marrocos, Nepal, Tailândia, Austrália, Suiça) e não pra passar pela imigração (risos). Apesar que pra muitos comprar uma calça na Levi's por 20 dólares já dá um super frio na barriga né (que pena). Bom acho que é isso… bjinhos

    • Monica

      Fala, fala, mas APOSTO que terminará nos EUA.
      Pessoal tem que ter cuidado com a língua…..

    • Melissa

      Concordo plenamente com você.

  • Em março deste ano fui aos EUA desembarcando no JFK (NYC), e passando pela imigração, o oficial olhou para mim, olhou para o passaporte, olhou o visto (F-1 e toda documentação original impressa comigo), olhou novamente pra mim quando eu disse: "any problem sir", pronto, fui parar na salinha de imigração, detalhe: mais de 30 pessoas esperando nessa sala (detalhe: um oficial chamou um árabe que morava nos EUA pra briga!!! Hahahaha), fiquei mais de uma hora lá até ser chamado, quando uma segunda oficial não me fez nenhuma pergunta e apenas me disse que provavelmente o primeiro oficial havia encanado com meu sobrenome (achou q era russo) e pelo fato de meu voo ter feito escala na Colombia, ou seja, os caras encanam mesmo, então a minha dica é: quem não deve não teme, mantenha a calma e curta o momento (hahaha) porque mesmo as piores experiências viram história para o futuro 😛

  • Ao viajar para países de dimensões continentais você sempre deve se ater à aspectos regionais na hora de tomar decisões.
    Enquanto Flórida, Nova Iorque, Massachussets (Boston), Califórnia e Nevada (Las Vegas) são estados tradicionalmente liberais e estão extremamente interessados no nosso dinheiro, Geórgia (Atlanta) e Carolina do Norte (Charlote) são estados conservadores, de história racista e que só servem de porta de entrada dos turistas que vão gastar dinheiro em outros lugares, logo eles não fazem a menor questão de nos tratar bem, pelo contrário, têm medo de tentarmos ficar lá ilegalmente.
    Eu só ouço falar bem do tratamento das imigrações dos estados turísticos (o cara que me atendeu em Miami falava um português fantástico), é só tomar cuidado com essa história de bussiness x work, mesmo tento o visto b1/b2, mas conheço diversas histórias de problemas em Atlanta e Charlote.

  • Lendo alguns relatos chego à conclusão que o American Express Platinum está quase no mesmo patamar do próprio visto americano! Válido inclusive como "cancelamento da negativa de entrada"! Hahahaha! Vou cuidar bem do meu Gold e esperar o Platinum! Nunca se sabe, né? Hahahaha!
    Excelentes relatos!

  • Pergunta ao Melhores Destinos ou a quem souber:

    Ja vou aos EUA a anos e nunca tive problemas. Estou com viagem programada pra Junho (Vegas, NY).

    O problema é o seguinte. Ano passado, quando voltamos, a funcionária inteligente da TAM esqueceu de pegar o formulario de saida e este veio dentro do meu passaporte.

    Pesquisei no site do consulado americano e perguntei a conhecido que trabalha neste e a resposta foi a mesma. Caso eu saia por navio ou aéreo e esquece de devolver, preciso guarda-lo junto com o canhoto da passagem e apresentar ao agente na próxima volta. Caso tivesse saido po rmeio terrestre (carro e etc), teria que enviar para um endereço específico.

    Alguem ja saiu sem entregar o papel e voltou normalmente?

    Obrigado pela grande ajuda

    • Diogo B.M.

      Olá, uma vez saí sem entregar o formulário de saída. Ao retornar, fui questionado pela migração, disse que realmente havia esquecido de entregar e como ninguém me solicitou, acabei levando para o Brasil, pedi desculpas, ele disse para não se esquecer daquela vez e me liberou prontamente. Creio que você precisa sempre ser sincero e falar a verdade, por mais deselegantes e arrogantes, eles só se manifestam em contrário quando estão convictos que alguma informação não bate. Espero ter ajudado.

      • Eu tenho o formulario e a passagens grampeadas no passaporte pra mostrar. Graças a Deus! rs Obrigado

    • Aline S.

      Thiago, não se preocupe, pois esse formulário (I-94) não existe mais. A minha primeira viagem aos EUA foi em 2012 e nessa época (e em 2013 também) era necessário preencher esse formulário, além do formulário que é entregue na alfândega (aquele que vc declara se está levando mais de 10 mil). O formulário I-94 deveria ser entregue à companhia aérea na hora de voltar ao Brasil, pois na imigração só é carimbada a data da entrada nos EUA e o formulário I-94 servia como prova de que você saiu de lá. Em 2013 voltei aos EUA, só que semanas antes de embarcar, olhando minha pasta de documentos, vi que esse formulário da viagem que fiz em 2012 estava lá, ou seja, havia esquecido de entregar… e fiquei com muito medo de não conseguir entrar no país. Aí pesquisando também obtive a informação de que eu deveria encaminhar o formulário com cópia da passagem para um escritório que que fica nos EUA ou então levar e apresentar para o agente de imigração caso fosse solicitado. Viajei e eles não pediram nada. Domingo passado cheguei da Califórnia e já não estavam entregando mais esse formulário para preencher, pois o registro da saída dos passageiros cabe agora às companhias aéreas. Leve esse formulário na sua próxima viagem de qualquer forma…mas pode ir tranquilo pois eles provavelmente não irão solicitar, já que eles podem checar através das companhias aéreas que você retornou ao Brasil.

    • Sergio

      Não tive nenhum problema. Já esqueci de devolver o da familia inteira e todos ja retornamos sem problemas.

  • Tatha

    DÚVIDA: todo mundo tem um familiar/amigo que more (legalmente) nos EUA. Então na pergunta "vc conhece alguém nos EUA", o que responder?? Grata.

    • celia ribeiro

      nunca diga q vc conhece alguem lá, te mandam de volta na mesma hora

      • Tatha

        Obrigada!

  • Bruna

    Sério que estão encrencando com o passaporte europeu de quem tem dupla cidadania?! Meu marido tem o passaporte português e eu não. Quando fui a Miami em 2012 ninguém questionou.. mas agora estamos indo com minha filha de 1 ano tb.. será que vão nos barrar???

  • Danielle

    Isso eh seguranca. Terrorista Nao tem um xis na testa. Infelizmente Nao da pra diferenciar e eles tem o dever de proteger suas fronteiras. O brasil precisa fazer isso tambem.

  • Francisco Siqueira

    Vendo várias pessoas tendo problemas com a imigração, eu me recordo da última vez que fui para os EUA. No ano passado fiz uma conexão para o Canadá em NY e na imigração não me fizeram nenhuma pergunta. Isso mesmo, o cara mal olhou na minha cara, simplesmente conferiu o passaporte e as únicas palavras que ele se dirigiu a mim foi para colocar as digitais e tirar a foto. Tudo bem que eu estava informando no formulário que estava apenas de conexão para o Canadá, mas quem garante que isso era realmente verdade?

    Nas vezes anteriores, em que meu destino final era os EUA, nunca tive problemas, inclusive nunca me perguntaram quanto eu estava levando. O único momento mais tenso foi em LAX quando eu estava entrando com minha mãe, que não fala nada de inglês, e o agente perguntou quem era ela. Quando disse que era minha mãe, ele olhou bastante desconfiado, já que sou moreno e ela loira, nada parecidos. No fim, deve ter conferido os sobrenomes e nos liberou na hora.

  • Arthur

    Nunca tive problemas para entrar no EUA. Minha surpresa foi ter sido levado para a tal salinha quando estava entrando na Namíbia, isso mesmo, na Namíbia. Viajei o mês passado para lá para participar de um trabalho voluntário. Cheguei sozinho no aeroporto e minha bagagem foi esquecida em Johannesburg onde fiz uma conexão. Depois de acertar com a SouthAfrican Airways a entrega da minha bagagem no endereço onde ficaria, fui sair da area de bagagens e fui abordado por um policial. Passei 8 horas na tal salinha sem comer ou beber, com meu celular confiscado, tive minha bagagem de mão revistada, respondi mil perguntas mil vezes e só fui liberado quando minha bagagem chegou e eles revistaram e viram que nao tinha nada demais.

  • Krisley

    Voltei ontem dos Estados Unidos (Miami) e na chegada eu pensei que seria mandada para a salinha, meu marido e eu passando pelos procedimentos legais de coleta de digitais, depois perguntou o que estávamos fazendo lá e eu não respondi pq como meu marido é fluente achei que ele responderia mas não, ele estava distraído e nem prestou atenção (fiquei furiosa depois). Eu falo um pouco de inglês e me enrolei toda para responder que estávamos de férias e iríamos para a Disney, eu estava nervosa! No final o agente olhou muito estranho para nós mas liberou, mas foi muito estranho! Das outras vezes não foi assim não, foi bem mais tranquilo!

  • Carlos Eduardo

    boa noite amigos, em minha única viagem ao exterior fui passar 17 dias em Orlando em setembro de 2013 com minha esposa, não falo inglês e seguindo dicas levei uma pasta transparente com todos os documentos como reserva de hotel, voucher dos ingressos de parques, seguro saúde e passagens de volta. Viajamos pela Delta com conexão em Atlanta, ao entregar os passaportes ao agente de imigração já fui dizendo "I dont speak English, my destin is Orlando", consegui entender as 3 perguntas que ele fez que falavam sobre prazo de estada, cidade de destino e prazo da viagem, tendo respondido da minha maneira. O agente olhou e nos mandou sentar num banco próximo onde ficamos 15 minutos e em seguida fomos chamados num outro guichê na saída da imigração onde fizeram as mesmas 3 perguntas e nos liberaram.

  • Noêmia

    Acho que é sorte. Porque minha filha mora lá a 5 anos, já fui 3 vezes. em 2011, 2012 e 2013 e vou agora em junho de 2014. Não falo inglês bem enrolo. Na primeira vez levei uma carta da minha filha em inglês dizendo aonde iria ficar etc. o Agente leu e carimbou o passaporte, na segunda vez e na 3 vez foi tudo beleza graças a Deus. Nunca perguntaram a mim quanto eu estava levando nem se eu tinha cartão de créditos. Graças a Deus.

  • Já vim diversas vezes para o EUA, aliás estou aqui agora.

    Tenho uma pequena empresa no Brasil, e trouxe comigo documentos da minha empresa, para se o fiscal me perguntar se eu pretendo voltar para o Brasil, eu mostrar que tenho empresa e ver que pretendo voltar, que não quero morar ou ficar ilegal no EUA.
    Porém não foi bem como planejei.

    Passei pelas perguntas, ele me devolveu aquele papel que assinamos, mas riscou com um X no papel, e na hora de entregar o papel após pegar minha mala para a fiscal, ela me encaminhou para uma outra sala, onde todos abriam a mala.
    Esperei em uma fila, atrás de um balcão, me chamara, e por azar, peguei um senhor de muito mau humor.
    Ele me chamou, olhou meus 2 passaportes(um do visto e outro atual), fez perguntas básicas, e pediu para abrir minha mala, pronto, viram meu papel da minha empresa e perguntaram: O que é isso, eu respondi que era papeis que comprovavam que tinha empresa, que não queria ficar no EUA por muito tempo.
    Dai ele olhou para mim um tempo e falou, por que você tem papeis da sua empresa com você aqui? Você sabia que seu visto é B1/B2, você pretende fazer algum negocio no EUA? Esta procurando algo para sua empresa, e eu so falando não e não, que só estava de férias viajando.
    E continuou assim por mais uns 20 min só de pergunta sobre minha empresa.

    Consegui entrar após conversar sobre viagens, e ele melhorar o humor, disse que costumava viajar de 1 a 2 vezes por ano, que sempre ficava um tempo fora do Brasil, disse que ele me assustava, haha, ele olhou para mim e disse, você nao tem que se assustar, isso é normal, ser parado pela alfandega, ele disse que já foi parado na grécia uma vez.
    Dai já puxei assunto da Grecia, disse que tinha ido numa viagem antes dessa. e o humor dele começou a melhorar, ele me contou um pouco da sua viagem a grécia, eu contei da minha, e no final ele disse, viu, não precisa ficar com medo. (eu entendi que eu demostrei medo, e ele percebeu, e imaginou que eu estaria escondendo algo)

    apesar de não ter nada a esconder, eu fiquei com medo sim, pois qualquer coisa pode acontecer, mesmo eu estando totalmente legal.

  • antonio junior

    Todo mundo acha constrangedor, abuso, etc mas ninguem gostaria de estar presente num atentado terrorista num parque de orlando ou na broadway, todos querem se sentir seguros lá.
    Então devido ao historico acho correto eles fazerem essas entrevistas revistas, afinal nehum traficante, terrorista, etc tem um selo na testa pra facilitar a identificação.

  • Gil

    Não falo inglês, e a única vez que tive problemas com imigração, incrivelmente foi na cidade de Porto, Portugal. Vou aos EUA desde 2000 e nunca entendo o que me perguntam, salvo "holiday ou business". Quando chego ao guichê entrego o cartão da alfândega (que sei não é ali que se mostra), passaporte e fico esperando o agente se manifestar. Em nenhuma ocasião fiquei mais do que o necessário para processar minha entrada. O que me perguntaram? Nem imagino. Cheguei a conclusão que quanto menos falar, menos problema.

    PS – porque não tem login pelo G+ aqui?

  • Rafael de Oliveira

    Olá pessoal!
    Estou planejando minha viagem para o estado de New Jersey
    E confesso que essas dicas estão me valendo ouro! Uma coisa que
    Eu gostaria de saber é a seguinte: no caso de reserva de hotel, levar o
    Comprovante de reserva. Mas em caso de você se hospedar na casa de um amigo
    Como a gente pode comprovar essa informação?
    Queria parabenizar a galera do Melhores Destinos, a matéria está uma delícia
    E vocês sempre arrasam nisso! PARABÉNS!

  • Maria

    Se é proibido tirar foto da sala de imigração, como tem tantas fotos neste post de agentes (q eu saiba não pode de jeito nenhum fotografá-los)?

    • A resposta está na legenda das fotos: são imagens de divulgação do próprio departamento americano de controle de fronteiras

      • Maria

        Ah ok ok :).. esses caras me deixam tensa. rsrs..

  • Cristiano

    Pessoal, aproveitando os comentários e experiencia de viagens de vcs, estou indo para os EUA via Fort Lauderdale, comigo vai meu sogro, sogra, cunhado, esposa e filho dele e o marido da minha cunhada (minha esposa e a irma dela não irão viajar conosco). Minha pergunta é: isso é considerado familia ???

    • Sim, mas se o agente mandar todo mundo de volta pra fila, e pedir para ir um por um, não exite em voltar.

      • Monica

        hesite…

    • Emilio M.

      Não. São família distintas.

    • Denise Campos

      pelo que contei são 4 "famílias" diferentes
      *seu sogro e sogra
      *seu cunhado, esposa e filho dele
      *o marido da sua cunhada
      *e vc

      portanto podem exigir que vocês passem separados

  • Duarte Leopoldo

    Ola gostaria de pedir ajudas e dicas… Pois sou atleta e vou competir em um mundial na California… Tenho emprego casa e carro em meu nome porem não tenho nenhum cartão de credito por inadimplencia…
    Posso ir apenas com dinheiro? Quanto em media?
    A passagem de volta e reserva de hoteis vao ser enviadas depois para mim, como faço? alguém tem ideias para me ajudar…
    Ja entendi que o importante eh não mentir.

    • Rebeca

      Você pode comprar um cartão Amex/VISA pré-pago, leve ele na sua carteira como cartão comum, você pode comprar esse cartão em bancos como Itau, Safra, Bradesco. Só vai precisar ter dinheiro para colocar nele, nenhuma consulta a SPC ou SERASA é feita. Acredito que seja melhor do que não levar cartão algum.

  • Denis Martinho

    Fiz minha primeira viagem internacional para os EUA, em março, e duas coisas interessantes aconteceram na Imigração.

    Primeiro é que eu cheguei em voo quase 6h da manhã e a fila não estava tão grande. Cheguei por Miami. A fila demorou uns 30 min, o que eu achei razoável. Acontece que quando faltavam umas 3 pessoas na minha frente, a fila de cidadãos americanos havia terminado e o agente nos direcionou para lá, as 3 pessoas da minha frente, eu e minha esposa e uma senhora que estava atrás de nós. Na fila de cidadãos americanos já estavam outras pessoas que tb já haviam sido direcionadas para lá, até que o agente nos mandou para o guichê 2, que é bem na ponta do salão e distante de onde estavam todo mundo, já que a única fila que ainda existia era de estrangeiros. Quando chegou minha vez, o agente me chamou e eu me dirigi com minha esposa para o guichê. Só que neste exato momento começaram a chegar passageiros de um outro vôo e vários cidadãos americanos ocuparem a fila. Nisto, um outro agente se dirigiu para a senhora que estava atrás de nós durante toda a fila questionando se ela era americana. O problema é que ela não falava nada de inglês e não conseguiu explicar que haviam nos mandado para lá. Como o agente também não entedia o português dela, fez com que ela voltasse para o final da fila de estrangeiros, que ela já tinha pegado inteira. Eu fiquei morrendo de arrependimento de não ter intercedido por ela, mas como já estava no guichê, fiquei com medo de que, se falasse algo sobre ela, me prejudicasse. Mas fiquei me julgando a viagem inteira por ter sido egoísta naquele momento.

    Depois, o agente fez as perguntas de praxe, colheu as digitais, carimbou os passaportes e nos indicou para a saída. Lá, precisamos entregar o passaporte e o formulário da imigração para outro agente. Foi quando chegou uma policial pegou nossos passaportes e pediu para acompanhá-la. Nessa hora me deu um frio na barriga. Mas ela perguntou se eu falava inglês e começou a explicar que era um procedimento de rotina para nossa segurança. Fomos acompanhando por um corredor e ela começou a me fazer as mesmas perguntas do formulário (se estavamos levando legumes, frutas, etc, se tinhamos mexido com gado ou estado em uma fazendo…) e disse que teríamos nossas malas revistadas e caso estive estivéssemos mentindo aplicaria uma multa de US$ 300 (You don´t wanna go this way, right?) Como eu estava tranquilo de que não havia mentido no formulário, passamos de boa pela revista. E entendi perfeitamente a situação, já que se trata de um procedimento de segurança. Além de que todos foram simpáticos. Mas que foi um teste bem cedo para meu inglês e para meus nervos, foi, rssss

  • Euu

    Bom, a duas semanas voltei para casa, mas mes passado eu parei no mesmo aeroporto de atlanta e me fizeram as mesmas perguntas mas eu estava viajando a trabalho e me pediram identificação de trabalho, eu apresentei meu crachá, conferiram meu crachá, respondi quanto tinha no bolso e também falei dos cartões platinum que estava carregando , etc e me liberaram, eu ando com os passaportes antigos sempre comigo como forma de precaução… ps: também tenho o passaporte todo carimbado e infelizmente, chama atencão..

  • Todo conhecimento é necessário. Ir para os eua ficou mais simples, mas é ainda uma das imigrações mais exigentes.

    Não precisa ser rico, mas as vezes precisa mostrar que tem condições de se manter lá.

    Não precisa de inglês, mas ajuda pra caramba. Abre muitas portas e te tira de encrencas.

    As vezes perguntam quanto vc leva sim, qual a tua profissão sim, onde vc vai se hospedar sim etc.

    Mas chumbo ele falou, não minta. Mas conheça os problemas e evite que ocorram.

  • Cristina

    Estava no Canadá, aluguei um carro e viajei para os EUA.
    Porém, ao invés de pegar as highways principais, acabei caindo em uma estrada menor passando por dentro de pequenas cidades, onde a “fronteira” era nada além de um posto policial sem identificação visível ou cancela!
    Enfim, passei “direto” e aí veio aquela sirene atrás de mim… Dei ré, estacionei o carro, saí e fui explicar para a funcionária da imigração (com uma cara péssima) que iria para Boston (sem reservas nem nada), e que tinha ido parar naquela cidadezinha por indicação do GPS. Mas até explicar… Não teve jeito, fiquei ultra nervosa, me embolei das respostas e minha sorte é que estava com todos os meus vouchers de passagem dentro do Canadá e hospedagens (ou seja, iria voltar).
    Na hora foi péssimo, mas depois que autorizada a entrada, a funcionária foi super gente boa e ainda deu as melhores orientações de estradas, o

  • Pedro Mendonça

    essa moral do cartão platinum só funciona para os american express ou os platinum de qualquer banco também são sinônimo de “garbo e elegância” nos EUA?
    já entrei duas vezes nos EUA:
    1. JFK, 15 dias, sozinho, fácil, poucas perguntas, simpatia
    2. MIA, 10 dias, com amiga, complicado, o agente de imigração fez muitas perguntas, comparando as respostas com as da minha amiga, pouca simpatia.

  • Banco do Brasil Estilo. Melhor que o Platinum. Pessoal não vai mais tirar visto, vai tirar card agora kkkkkkkkkkkkk

  • Alda

    Alguma recomendação especial para gravidas, que estão indo fazer o enxoval lá?

    • kenia

      la nao. problemas com muitas compras pra enxoval pode ser so na chegada aqui. em dezembro de 2013 cheguei de orlando,do black fridays e tres voos chegaram juntos. entretanto , TODOSSSSS, passaram pelo rx, perdemos quase tres horas ali. apos a demora pra pegar as malas, muitos exageraram nas compras e pagaram multa.

    • Leticia

      Lá as coisas são muito baratas!!! Aproveita pra comprar. Como a colega disse, o problema maior poderá ser na volta, ao passar pela Receita Federal. Eles são mto arbitrários, se duvidar taxam até a roupa q vc ta usando. Vai mto da sorte -ou azar.
      Quando eu voltei dos EUA, após morar 1 ano, voltei com 2 malas grandes, 1 média, 1 pequena q foi dentro do avião, mais minha bolsa. Só aparecia minha cabeça por cima do carrinho. E graças a Deus não fui parada. Minha preocupação seria para fechar a mala, caso abrissem. Boa compras e boa sorte. Mas sabe que, as, vezes, mesmo pagando o imposto de importação, vale a pena. Pois as coisas são mtooooo mais baratas do q no Brasil. Êh bom vc trazer as notas junto.

    • Aline S.

      Alda, segundo a Receita Federal, o enxoval de bebê entra na cota dos 500 dólares (vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=9R5b1wm3jKs). Mas é aquela história do humor do agente. Cheguei dos EUA no domingo passado, e havia um casal na minha frente cheio de caixas grandes da Amazon e com muitas malas…a mulher estava grávida com a barriguinha já apontando. Então observei o que iria acontecer com eles, pois quando engravidar pretendo fazer meu enxoval lá também. O agente só perguntou quanto foi o carrinho que estava na caixa, aí o marido da gestante falou um valor baixo, que não me recordo, e disse que estava com comprovante, mas o agente, bem simpático disse que não precisava mostrar o comprovante, e eles não passaram nada pelo raio-x…Depende do agente. Em um Walmart de Los Angeles (não me lembro exatamente qual Walmart)…vi um carrinho de bebê da Disney que fecha tipo guarda-chuva, que estava custando 19 dólares…quase comprei mesmo não estando grávida…Você vai amar as coisinhas e os preços de lá. O ideal é que você já saiba o sexo do bebê, pois é mais difícil encontrar coisinhas neutras…principalmente roupinhas. Boas compras!

    • Voltei de NYC tem uma semana. Fui com a minha irmã que está grávida de 5 meses. Você vai enlouquecer com a quantidade de coisas com preços ótimos e com coisas que não tem no Brasil!
      Uma dica valiosa… compramos o carrinho dela na Babies r us… No dia da compra entrei na internet e procurei por cupons de desconto. Achei um e conseguimos um excelente desconto de 20% !!Lá nos EUA eles tem cupons pra tudo!!! E geralmente você consegue usar os cupons mesmo que o produto já esteja em promoção…
      Agora o que o pessoal falou é a verdade… acabamos indo eu, minha irmã e minha mãe por conta da cota…E fique atenta para a cota pois além de valor tem também cota para quantidades… entra no site da receita e fique por dentro de tudo que pode trazer…
      Nós por sorte não fomos parada…

  • Thiago

    Senti falta de uma dica: nunca entregue todos os papéis que voce tem de uma vez. Espere ele pedir papéis. Eles costumam achar que quando você joga um monte de papíes de uma vez está querendo confundí-los.

    E um comentário que eu fazia sempre aos meus amigos que me visitavam quando morava lá: não se assuste; eles não são acostumados a distribuir sorrisos, como nós fazemos; mas isso não significa que estão com má vontade. Na verdade, em todas as minhas experiências eles sempre foram muito educados.

    Acho que a dica é essa: não espere simpatia, espere educação. (nós é que tendemos a achar que se uma pessoa não sorri quando fala com nós é porque é grosseira)

  • Vanessa

    Irei a NY para assistir um show e ficarei 6 dias na casa de amigos americanos. Será que o fato de falar que ficarei na casa deles vai impedir ou ter problemas na minha entrada nos EUA?

    • Leticia

      Vanessa, eu sugiro vc falar a verdade. Até pq, o agente vai perguntar se vc conhece alguém nos EUA. Basta dizer que vc tem amigos e que vai ficar na casa deles, se indagado o local da sua estadia. Agora, se a casa q vc ficar for de imigrantes ilegais, seria melhor não dar o nome deles. Pq pode ter certeza, que eles vão ver que essas pessoas estão ilegal e vai acabar com a vida dos seus amigos. Do contrário, fala a verdade. Certamente, vc deve ter a passagem da volta comprada e em mãos. O agente tbm deve pedir para ver.

  • Kelcion

    Pessoal, tenho uma dúvida, ja fui ao EUA, e não tive qualquer problema, até conversamos sobre o brasil, Estou retornando para lá porém apenas uma conexão, para Europa, meu visto é de turista, eles podem questionar a respeito? posso ter algum tipo de problema? ficarei 12h no JFK.

  • Alexandra

    Olha, generalizar é muito complicado. Já viajei cerca de 5 vezes pros EUA e, no geral, o atendimento da imigração é cordial e várias vezes simpático. Já entrei por NY, por Orlando e por Miami. Só houve uma única vez que fui destratada, por um agente grosseiro e mal educado, mas entrei normalmente após a concessão, mantive a cabeça erguida e a segurança no interrogatório, afinal eu tinha um visto e convicção do que ia fazer lá. Já aconteceu de revistarem meu noivo na alfândega e pedirem para abrir sua carteira pra ver o que tinha dito, mas nunca com falta de educação. Jamais deixaria de voltar aos EUA por causa do rigor da imigração, pois apesar de tudo, há bastante cordialidade. Em Orlando há placas na entrada com frases para “acalmar” os visitantes, dizendo que todos ali foram treinados para lhe receber bem. Em Miami, já fui atendida por um simpático descendente de latino que me perguntou sugestões para o nome do seu filho que estava para nascer. Já vi até até uma bancada cheia de action figures, pois o atendente era louco por quadrinhos! Sinceramente, não consigo falar mal de uma país pela segurança que ele impõe na entrada. A não ser que em sua visita no geral vc realmente constate pessoas chatas e desagradáveis, o que não tem sido a minha experiência em quase nenhum lugar do mundo. Acho muito válido toda a revista e segurança que se impõe, afinal, num país com tantos atentados, nada mais justo que eles exagerem na inspeção. Isso inclusive me deixa mais segura, apesar de ser sim chato e até constrangedor para alguns. Para mim, não. Os americanos são no geral pessoas simpáticas, educadas e prestativas e não tenho porque criticá-los, pelo menos não por enquanto!

  • Marcelo

    Passai exatamente por isso no aeroporto de Atlanta, e como meu inglês é péssimo chamaram uma intérprete que foi extremamente gentil…..deu tudo certo.

  • Emilio M.

    Não. São família distintas. Na última vez que entrei nos EUA, minha cunhada foi junto para a imigração. A primeira pergunta feita quem era quem. Identifiquei esposa, filhos e cunhada. Então o Boarder Patrol me disse que a cunhada não integrava minha familia, portanto deveria preencher um formulário só para ela, apesar disso, ela ficou com a gente no guichê sem problemas.

  • roberto

    Pois é…e eu que tenho um homônimo que é um traficante mexicano procurado pela interpol !!! sempre me param, vou para a salinha junto com outros latinos, árabes e orientais….no final, chegam à conclusão de que "ele é ele, e eu, sou eu"…e me liberam, mas a sensação é horripilante….vou usar a estratégia do platinum do AMEX e ver se cola tb…

  • Marcia

    Por incrível que pareça, tive problemas no aeroporto de Auckland, Nova Zelândia. Fui parada na imigração e até hj não tenho ideia do porquê. Mas nem fui pra salinha. Levaram meu passaporte, vieram fazer algumas perguntas umas duas vezes e depois voltaram com o visto. Eu tinha todas as documentações necessárias, mas nem me deram tempo de mostrar. Tive impressão de que foi algo aleatório ou por eu estar sozinha. Meu marido tinha ido 2 meses antes pra fazer um curso e entrou sem problema algum. Fiquei muito contrariada. Minha vontade na hora foi de abandonar a viajem e só não fiz isso pq meu marido me esperava no aeroporto e não saberia de nada.

  • Haytham

    Meu pai é do Iraque e em 2011 tivemos esse tipo de problema. O mais engraçado foi o motivo. A gente imagina que seja por causa do país onde ele nasceu. MAS NÃO FOI! Ele não havia entregado um papel que te dao na entrada nos EUA, mas isso era pra ter acontecido em 2010, numa viagem anterior. Teoricamente seria como se ele não tivesse saído dos EUA, uma espécie de imigrante ilegal. Na salinha, foram mal educados demais! Perguntaram TUDO sobre a vida dele e sua infância no Iraque, além de todo tipo de pergunta sobre bombas e coisas ridículas! Achei que iríamos voltar pro Brasil!
    Em 2013 cometi o mesmo erro de não entregar esse papel na volta pro Brasil e achei que esse ano iria ter problema na imigração, mas eles não exigem mais esse comprovante de que a pessoa voltou pro seu país, graças a Deus!!!

    • Aline S.

      Que bom que esse formulário I-94 não existe mais. Na viagem que fiz em 2012 esqueci de devolve-lo na volta. Na minha segunda viagem, em 2013, fui morrendo de medo pelo fato de eu ter esquecido de devolver esse formulário na viagem anterior…mas deu tudo certo e eles não perguntaram nada. Domingo passado cheguei da California e eles não entregam mais esse formulário para preencher. Agora os dados dos passageiros que saem dos EUA são passados pelas companhias aéreas.

  • Cristiano

    Alô, é o gerente do banco……cadê meu cartão American Express Platinum…….kkkkkkk

  • Thiago

    Mais importante é justamente manter a calma , quando fui em 2009 , para trabalhar em Gulfport no Mississípi , admito que passei um certo nervosismo,antes da imigração .

    Porem confiante no meu inglês , fui bem tranquilo.

    O oficial perguntou apenas para que cidade estava indo , conferiu meu passaporte , fez uma brincadeira com uma pessoa que passou atras pelo corredor , ( aeroporto de Miami ) , tirou minhas digitais e logo em seguido me liberou , não durou nem 5 minutos.

    Uma colega foi mais interrogada , porem sempre em clima tranquilo pelo oficial.

    Como a materia disse , a intenção deles , ao contrario do que alguns pensam , não é prender ou não liberar milhares de pessoas ,é um trabalho normal de controle , é so se comportar da mesma forma que se comportaria em qualquer situação de controle , seja com policiais aqui no Brasil ou Oficiais de Imigração.

    So ir tranquilo , com documentação em mãos , e responder com calma tudo que for perguntado.

  • marco

    Sempre fui bem atendido nos USA e EU,inclusive em Barajas na Espanha, muito temido.
    Procuro sempre manter um nivel de apresentação sem aberrações,meu coportamento e respeitoso e intendo sempre que as medidas restritivas de seguranca sao uma necessidade.
    Ademais devemos sempre respeitar as regras das casas alheias.
    Quanto ao questionamento de valores em espécie , e muito mais para prevenir a entrada de dinheiro ilegal.
    Nos USA o uso de cartoes de creditos muito mais intenso e anistio que no Brasil.
    Podem ir sem medo, quem nao deve nao teme.

  • Roberto Ribeiro Jr

    Estive recentemente em MIAMI e "namorada" não é considerada "família". Logo a entrevista teve que ser feita separada.

  • Alice

    Eu todas as vezes q vou sou revistada, em fev último fui p Disney c parentes mas estávamos em vôos separados e eu estava sozinha. Qto a revista n me incomodo, só fiquei receio qdo a policial após a imigração ( na imigração só me perguntaram se eu estava indo ver o mickey mouse) me perguntou se eu falava inglês, respondi q sim , e se eu queria ser revistada ali no meio do povao ou numa sala reservada , eu disse q podia ser revistada ali mesmo, sem problemas, revistou o meu corpo, me passou resíduo anti pólvora e revistou a minha bolsa, mas td com mta educação … Isto foi na imigração na Carolina do Norte.

  • Joao

    Pessoal, estou indo pros EUA com mãe e tios… Irei pra Miami e Vegas e de la pra NY… aí é que esta o problema! Minha esposa chega apenas em NY pra encontrar a gente! Ela é minha dependente e eu vou custear a viagem dela! Ela corre o risco de ser barrada por eu nao estar junto dela na chegada? Eles podem me chamar no Aeroporto pra tirar as duvidas?

    • Leticia

      João, eu acho que ela deve dizer que o marido dela viajou antes com a família, enfim, contar a verdade, que vc está custeando a viagem. Por isso, seria bom ela levar copia dos seus flight tickets e dos demais para comprovar quando vcs chegaram e dos tickets da cidade x até ny, bem como a reserva do hotel (seja ele em seu nome ou não). Pode ser q ele desconfie e mande ela para a salinha, mas lá ela vai explicar a história e vão ver o equívoco. Tenha em mente que ela não está fazendo nada de errado, então nao tem pq ficar nervoso.

  • bruno

    Não sei se ja postaram isso, mas TUDO que vc responder no seu questionario de solicitação de visto poderá ser perguntado na imigração…

  • Daniel

    Fort Lauderdale eu sofri, em 2011. Interrogado por vários agentes, levado pra salinha e tudo mais. Uma sensação de terror.

  • patricia

    Aconteceu comigo em Atlanta também! O agente encrencou com a cor do meu cabelo, fiz luzes! Perguntou se eu tinha namorado lá, com a minha negativa perguntou se eu tinha namorada lá, disse que meu cabelo ficava melhor mais escuro como no passaporte. Um porre!! Quando fui para tal salinha viram o equivoco, desde 2008 viajo para US de férias e nunca tive nenhum problema anteriormente. O agente da salinha foi muito simpático e gentil comigo, se desculpou pela perda da minha conexão de voo.

  • Lui

    Boa propagando do amex, mas não acredito que o povo brasileiro deva ser humilhado dessa forma.
    Vão viajar para outro lugar, ao invés de financiar toda essa descriminação.

  • Entrei com meu passaporte italiano em Miami, passei pela imigração, mas depois tem uma porta com uma bifurcação com pontos verdes e vermelhos no chão. Ao passar o agente me disse: "red dots"…

    Ai fui andando até um balcão onde me fizeram todas as perguntas, revistaram minha mala, trouxeram cachorros para cheirá-las e etc.. Mostrei meus cartões, dinheiro, e o oficial só ficou tranquilo depois que eu falei sobre a empresa de desenvolvimento de sistemas que eu trabalhava. Foram 40 minutos…

    O que mais o deixou desconfiado foi que eu estava sozinho. Eu gosto de viajar sozinho… Depois segui pro meu voo de conexão pra nyc, claro, sem imigração dessa vez..

  • Leticia

    Fui apenas 1 vez para os EUA com visto de trabalho temporário (J1) e quando passei na imigração o agente, mto educado, perguntou para onde eu ia, onde ia ficar, oq ia fazer, onde eu ia trabalhar e só. Quando disse a cidade, myrtle beach, ele disse q lá era mto bom e enjoy. Tudo em inglês. Mas enquanto eu morei nos EUA, que foi 1 ano e 3 meses, uma amiga foi deportada. Ela morava ilegalmente há 7 anos, tinha ido buscar o pai no aeroporto e andando no aero, na companhia do namorado, um policial perguntou o nome dela e levou ela pra salinha. Ela teve sorte q o cara da imigração conhecia ela e deixou q alguém levasse 2 malas pra ela trazer embora. Geralmente, em caso de deportação, a pessoa volta só com a roupa do corpo.
    E esse pessoal que fala mal dos EUA, pelo constrangimento sofrido ao entrar no pais, eu acho q pode passar por isso em qqr lugar. Os EUA estão corretíssimos em ser rigorosos nos procedimentos, sendo um pais visado, sofredor de atentado terrorista, tem que se precaver. Se o passageiro está com tudo em dia, não está levando nada ilegal, embora vá para a salinha, lá eles vão verificar qual êh a sua situação e vão libera-lo. Basta falar a verdade e não se contradizer. O problema que aqui no Brasil não tem procedimento nenhum, nós passamos por um raio x que ninguém olha, ficam todos conversando, aí quando se vê numa situação dessas acha ruim, é passar por constrangimento. Eles apenas estão trabalhando e zelando pelo pais deles. Eles não tem como adivinhar quem é pessoa do bem, quem ta indo pra morar, quem é traficante. Meu namorado mora nos EUA, é cidadão americano e várias vezes ele levou comida na bagagem despachada (salame, café, chocolate, pão de mel, goiabada, doce de leite, etc) e nunca deu em nada. Apenas abriram a mala e deixaram td lá. Meu irmão já foi pros EUA com a mala vazia, levou apenas 1 pack de chocomilk (imagine, 24 garrafas) no raio x deveria parecer ser uma bomba kkkk mas ninguém abriu a mala. Claro q eles não escreveram no papel q estavam levando alimento.

  • Leticia

    Outra coisa: em relação ao Amex platium, para ter esse cartão nos EUA é muito difícil, tem que ser mto rico pra conseguir. Aliás, para conseguir um cartão de crédito nos EUA é mais burocrático que no Brasil. Lá vc tem que ter um score bom, pagando suas contas em dia, baseado em quanto vc gasta, qto vc ganha, se atrasa as contas. Eu tenho o amex platium e aqui no Brasil digamos que qualquer um tem, mas lá eles não sabem disso. Acham que a pessoa que tem um cartão amex êh rica. Mas claro que vc tem q ter qualquer cartão de crédito ao viajar, não precisa ser amex.

  • Karine

    Ja fui diversas vezes para os EUA, e na ultima em marco de 2014 tambem nos pararam, tensoooooo demaaaiiiisss!!! A minha irma e cunhado foram para a salinha, eu meus irmaos e meus pais fizemos uma entrevista ali fora mesmo (proximo a esteira de bagagem). Deram um cha de cadeira imenso em nos, e vi que pararam 90% daquele voo vindo de SP, nao havia criterio nenhum, as pessoas iam passando da alfandega e ja eram paradas, ficou uma fila imensa para a policia entrevistar. Sera que isso esta se tornando um procedimento padrao para voos vindos do Brasil ou ‘e geral???

  • Edvaldo

    Sempre vou aos EUA para fazer compras de produtos para revenda aqui no Brasil, normalmente estou indo de 2 em 2 meses, essa vai ser a minha quarta viagem seguida, sera que tem algum problema?

  • EDUARDO

    Bela reportagem, Monique! Parabéns! Só que acho que o motivo pelo qual você foi barrada na imigração americana (mesmo já tendo visitado aquele país por tantas vezes) se deu por razão mais específica, que apenas atinge um específico grupo de turistas: as mulheres jovens e bonitas que viajam sozinhas. Sim, porque, aqui entre nós, se não fosse você, se estivessemos falando apenas de uma moça jovem e bonita que está viajando sozinha para Las Vegas, qualquer um que conhece aquele lugar, sejamos sinceros, pensaria o mesmo que estou pensado, inclusive – e com muito mais razão – os funcionários da imigração.

    • rebeca

      Que vergonha do seu comentário.

  • André Moreira

    Pessoal,

    Essa história de casado, solteiro, passa junto, separado, não tem nada a ver. Depende do oficial e independe do aeroporto. Se tiver que acontecer, vai acontecer, e não importa se você é classe media ou classe alta. Funciona como o visto. Tem pessoas que tem bens em seu próprio nome (imóveis, carros), investimentos no banco, emprego fixo ou até mesmo empresário e o visto é negado. Porque? Não há uma explicação lógica. Depende, digamos, da sorte ou azar ou de uma série de fatores.

    Quando eu fiz o visto, nunca tinha viajado para fora da América do Sul e o único bem que possuía era um veiculo que comprei usado e financiado, recebendo salário de menos de R$ 3.000,00, solteiro. Meu visto foi concedido, sem problemas.

    Não tenho muita experiência em viagens, afora a América do Sul, mas hoje já conheço a Europa e viajei duas vezes para o Estados Unidos. A primeira vez, em 2012, fui eu e mais dois amigos, todos solteiros e passamos os três juntos para receber o famoso carimbo de admissão. Foi no aeroporto JFK. Na segunda vez, ano passado fui eu e outro amigo, por MIA, e também passamos juntos, sem problemas. Como não sei falar muito bem o inglês, meu amigo apenas me ajudou a responder quando me perguntaram com o que eu trabalhava. Nada mais, sem muitas perguntas.

    Ou seja, se tiver que acontecer, vai acontecer, infelizmente. Tenham certeza que isso acontece com muito pouca gente. Mas os comentários são sempre daqueles com histórias mais tristes. A maioria entra sem problemas, mas são os que enfrentam esse tipo de problema é que relatam suas experiências.

    Com o visto é a mesma coisa. Quem está prestes a tirar pesquisa em diversos sites, faz os mais variados tipos de questionamentos. Mas depois que conseguem, ninguém relata como foi. Mas aquele que teve o visto negado, embora a minoria, tenham certeza, serão eles em sua “maioria” que relatarão suas frustrações pelo visto negado.

    E jamais saberemos o motivo específico. Podemos até suspeitar, mas não temos como saber a política e os procedimentos que levam a fazer isso. E imagino que devem fazer isso até por dever e para que outras pessoas saibam que isso acontece. Jamais serão liberais com todo mundo.

    Sugiro apenas ser sempre sincero e se precaver de todas as formas possíveis a garantir que de fato não não temos interesse em permanecer no país deles de forma ilegal.

  • Christiane

    Toda vez que entropy nos EU ou por miami ou. Por Orlando sou levada na salinha, e com green card na mao e nunca tive. Problem as apenas me fizeram perguntas,

  • A minha historinha é a seguinte.

    Havia entrado duas vezes nos EUA normalmente, uma via Los Angeles e outra via Houston. Em ambas as mesmas perguntas padrão e logo em seguida fui liberado. Na terceira vez, outra vez via Los Angeles, o agente da imigração começou a fazer perguntas relacionadas ao meu roteiro, pediu comprovante de carro, hotel, etc. Como tinha entrado nas duas primeiras normalmente, não levei NADA impresso (levem sempre, muito importante). Estava sem bateria no celular, expliquei a situação, mas me mandaram para a salinha. O agente que me levou até que foi simpático, disse que era um procedimento padrão e que logo eu seria liberado. Eu achei primeiramente que era pq na segunda vez que saí, não devolvi o i94 ao oficial, ficou dentro do passaporte, mas sinceramente não sei se foi esse o motivo ou o cara simplesmente não foi com a minha cara. Na salinha tinha alguns colombianos que logo foram liberados e uma senhora oriental, que falava pouco inglês e pelo que prestei a atenção na conversa do interprete com o agente, ela estava lá pq na última vez nos EUA, ela havia ficado além do tempo permitido do visto. Foi bem, chegou a minha vez e as mesmas perguntas de sempre, dessa vez com mais detalhes, como telefone dos hotéis,endereços, etc. Sempre procurando alguma contradição, Expliquei novamente a questão do celular, expliquei que não havia impresso nada, expliquei que não tinha motivos para permanecer nos eua, estava com faculdade em andamento, emprego fico, etc, tudo calmamente e educadamente, Nessas horas tu acha que o teu Inglês não serve para nada, mas ele serve e você percebe que fala mais do que imagina. Então o agente conseguiu com um colega um carregador e meteu o meu iphone na tomada para carregar. Enquanto ele carregava, ele começou a perguntar sobre o meu voo de volta, falei dia, cia aerea tudo, falei até o código de reserva, esse havia memorizado. Ele colocou no sistema o localizador e disse que não achava. Eu gelei na hora, mas mantive a calma e raciocionei, a ficha caiu. Como eu havia emitido pela tam com milhas, logo após a fusão com lan, provavelmente o vôo de volta que era operado pela LAN PERU havia outro localizador. Expliquei a situação e o agente perguntou se chamasse alguém da LAN ali na salinha, ele confirmaria a reserva. Eu respondi que sim, que poderia chamar. Apareceu um Sr. da LAN bem simpático, expliquei a situação da reserva, el bateu um rádio com a central e eles encontraram a reserva. Nesse momento o agente desplugou o meu iphone da tomada e carimbou o meu passaporte e não falou mais nada. As vezes penso se vale tanta humilhação para ir para os EUA e gastar tanto, ajudar a economia deles, porém realmente eu gosto de lá. Final do ano entrei via Miami e foi super tranquilo.

    • Leticia

      Não entendo que "tanta humilhação" vc passou. Eu entendo que isso é um procedimento adotado por medida de segurança. Oras, vc não tinha nenhum comprovante quando solicitado pelo agente. Entendo que das outras vezes não pediram, mas o passageiro tem que estar preparado. É igual quando vamos tirar visto: eles pedem aquele monte de documentos e na hora nem pedem pra ver, apenas fazem perguntam e acreditam no que falamos. Mas pode ser que eles peçam tais documentos, então devemos estar preparados. Se vc não tem nada a temer, como vc não tinha, logo o equívoco foi sanado e vc foi liberado. Simples assim. Agora, tem mta gente que quer deixar de visitar um pais que é exemplo em segurança pública, saúde, educsçao, etc, etc, apenas por não querer "passar por tanta humilhação". Eles tem que ser assim, ainda mais depois do atentado terrorista.

      • Luis Rocha

        Sinceramente não vejo dessa forma, mas cada um tem sua opinião.

        Atentando terrorista não é parâmetro,visto que esse tipo de segurança deve ser reforçada antes do vôo, em revistas e raio x, scanner térmicos, etc. Não em procedimentos no momento da imigração. Se o receio deles era que eu virasse imigrante ilegal, poderiam checar o meu histórico de duas idas e voltas dentro do prazo estipulado. Quando você compra uma passagem para os EUA e passa o número do passaporte, a CIA área já envia os dados para a NSA e eles fazem uma pré avaliação, se você tem algum problema, provavelmente já tenha uma surpresa durante o checkin. Além de que, o meu código de reserva representava tb a passagem de volta, totalmente desnecessário o procedimento da salinha, mas tudo bem.

        E para finalizar, os EUA por mais que tenha diversas qualidades, no qual eu admiro muito, não é muito exemplo de saúde pública, não que o Brasil seja, muito longe disso.

  • Margarete

    Nossa deu um frio na barriga agora…..vamos fazer uma viagem a passeio….eu minhas duas irmãs,minha sobrinha,uma prima e minha cunhada,será que vão deixar a gente passar todas juntas….?????

  • Meu passaporte foi roubado em 2010 e desde então sempre vou para a tal salinha. Nada demais, apenas algumas perguntas a mais e tudo certo, sempre. Para quem não tem nada a esconder não precisa temer o processo.

  • Ricardo

    Acontece ao contrário também, a irmã de uma amiga minha é casada com um paquistanês milionário, chegando em Guarulhos seguraram ele mais de 6 horas com diversas perguntas e reviraram a mala atrás de algo suspeito.

  • Já fiz cerca de uma meia dúzia de entradas nos EUA (Algumas com o próprio país como destino e outras como escala econômica de viagem). Nas primeiras duas viagens (entrando por Houston e Charlotte) não tive qualquer problema. A partir da 3a. entrada (por New York), fui selecionado para averiguação adicional em todas as vezes. A exceção da última, que após responder algumas perguntas (entre elas, sobre porque entrar nos EUA, por Atlanta, para ir a Cancun e não ir direto do Brasil), e de dizer de cara que em todas as últimas vezes havia sido enviado para a averiguação adicional e, acredito que por isso, o oficial da imigração teve "pena" de mim e me liberou, até porque era apenas uma escala…
    Numa delas (a 2a.) tomei coragem e perguntei ao oficial da imigração sobre a possível razão da minha seleção, o que ele respondeu de bate-pronto : "common name". Depois me explicou que o meu nome (JOSE – 1o. e JESUS – último) é muito similar ao de outros imigrantes que já apresentaram algum problema e possuem registros junto a imigração americana.
    Mas o mais importante é que ao reservar passagens para outra viagem aos EUA este ano (2014) pela Gol, fui perguntado se tinha o REDRESS CONTROL NUMBER. Não sabia do que se tratava e concluí a reserva sem o tal número para não perder as vagas. Depois procurei na internet e descobri do que se tratava : É um cadastro junto a imigração americana para evitar estas repetidas averiguações adicionais na alfândega americana. Não é 100% certo de que não ocorrerá (como a própria carta que recebi afirma), mas o objetivo é tentar evitar erros como o que provavelmente justificou os meus seguidos envios a "salinha".
    Segue o link : http://www.dhs.gov/redress-control-numbers

  • Alysson

    Na verdade essa dica de "As imigrações de vários aeroportos americanos contam com intérpretes para o português, não é preciso se preocupar caso o seu inglês não seja dos melhores" não funcionou muito comigo e minha esposa. Na imigração em Miami, em nossa primeira viagem aos EUA, pegamos um Agente de Imigração muito mal humorado, pra não dizer grosseiro. Nosso inglês é muito meia boca e logo na primeira pergunta, a qual não entendemos bem, dissemos: "we don´t speak in english very well". Pra que? Parecia mais que nós estávamos mandando ele tomar naquele lugar. Irou-se e começou a dizer que ele não tinha obrigação de falar a nossa língua, pelo contrário, nós é que teríamos a obrigação de falar a língua delel. Continuou a fazer outras perguntas de forma ríspida, todas em inglês, as quais depois desse "cartão de boas vidas", respondíamos com total receio. Amenizou um pouco o tom após perguntar qual era a minha profissão e eu dizer que era policial. Entretanto, nossa chegada na terra do Tio Sam começou muito mal.

  • Vandeca

    Morro de medo de ir para a tal salinha!!! Vou para Miami na próxima sexta-feira para fazer umcruzeiro para o Caribe por 5 dias. Depois vou para Orlando onde comprei um apartamento e pretendo fiacar lá por 5 meses, portanto tenho passagem de volta para o dia 25 de setembro. Devo dizer a verdade ou dizer que ficarei somente uns 15 dias? Tenho o cartão Platinum e levarei dinheiro para tanto tempo. O que fazer?

    • JPM

      Nunca, NUNCA MESMO minta desse jeito. Isso pode te render problemas futuros. E cuidado com o tempo de permanência. Não o exceda, senão vai acabar não desfrutando direito do seu apartamento lá

  • Raquel

    Já fui trilhões de vezes aos EUA e, de todas as vezes, só duas por Orlando (sempre sozinha). Em Miami, nunca tive problemas, nem por estar sozinha. Mas em Orlando… A primeira vez, estava grávida de 7 meses e sozinha. Fui fazer o enxoval da minha filha. Só eu tinha visto, só eu tinha férias, então fui. Era minha primeira vez nos EUA e eu não tinha manhas de que compras era tão bem vindo como turismo. Me falaram que as únicas coisas que eu poderia falar era turismo, estudante ou trabalho. Antes tivesse dito "shopping". Não falo nada em inglês, arranho um espanhol e a comunicação ia bem nesse idioma. Ele me pediu um atestado da médica e entreguei o que tinha, em português. Quando me perguntou quanto tempo eu ficaria ali (4 dias) e o que ia fazer (turismo), o agente riu, afirmou que era impossível alguém fazer turismo em 4 dias e grávida de 7 meses em Orlando. Me pediu para acompanha-lo e me levou para a "salinha". Eu já tinha lido várias coisas sobre a dita cuja e sabia que não podia demonstrar nervoso ou mentir. Mas como não demonstrar nervoso em sua primeira viagem, grávida, longe do marido…. Esperei e esperei… mais de 01h30. Eu só tinha vontade de chorar, de ligar para meu marido pedindo socorro… Depois de esperar mto, um senhor me chamou. Ele falava português e me fez milhões de perguntas. Mtas mesmo. Coisas pessoas, profissionais, o motivo de viajar sozinha, se eu pretendia ter filho nos EUA etc.. Respondi todas, sem melindre pq era verdade e fui liberada. Meu marido já estava quase pegando um avião no Brasil de tanto desespero pq eu não entrava em contato e a cia falava que o avião já havia pousado, mas tudo foi esquecido quando entrei naquele mundo de sonhos, principalmente para uma futura mãezinha hihihi. Quase três anos depois e após mtas ida à Miami, comprei passagem para Orlando, novamente sozinha. Quando cheguei, já fui logo falando (ainda em espanhol hihihi) que eu estava ali para fazer compras. Não adiantou, fui levada, dessa vez, para a vistoria de bagagens. Um lugar enorme e assustador. Cheio de policiais e cães. Revistaram tudo, tudo, tudo. Minhas roupas, forro de bolsas, meu celular, minha carteira. Só não me revistaram. Aí, as perguntas começaram e eles confrontavam tudo com as respostas que eu já havia dado no passado. Quantos filhos eu tinha, a idade da minha filha, quantas vezes já entrei nos EUA etc.. E quase me dei mal quando me perguntaram o nome do meu empregador, pq havia mudado. Dessa vez, não precisei de tradutor, consegui fazer toda a entrevista em espanhol e fui liberada.
    A unica dica que posso deixar, pq várias coisas podem acontecer, é que nunca minta sobre o valor que está levando. Fale todo ele, até centavos de reais. E o valor do cartão pré-pago tb entra na cota. Isso pode causar mtos problemas.

  • Manuella

    Olá, irei (acompanhada da minha mãe) pela segunda vez para os Estados Unidos (aeroporto de Miami). Queria saber se alguém já viajou com o visto próximo do vencimento (no meu caso volto no dia 15.5 e o visto vence dia 18.5). Não vi nenhuma restrição no site da embaixada, mas com os relatos do post acabei ficando preocupada. Em tempo, na 1ª vez, há 2 anos, fiquei surpresa pois o oficial, apesar do jeito sério, não me perguntou absolutamente nada (será que é pq as informações que subsidiaram a concessão do visto constam do sistema?)

    • Monique Renne

      Manuella, uma amiga já teve esta mesma dúvida e procurou a embaixada. Na época eles disseram que o visto é valido até o último dia, ou seja, está tudo ok. Mas, confesso, eu não arriscaria. Algumas emergências podem te segurar nos EUA, como uma emergência médica, por exemplo, e você ficar sem o visto…. Será que vale a agonia?

  • Jackie

    Fui com meu marido (que tem dupla nacionalidade – brasileira e portuguesa) em março de 2013 para Vegas, via Houston. Tivemos também em uma situação um pouco tensa na imigração. O agente fez um monte de perguntas, várias vezes repetindo-as e chegamos ao ponto de não entendermos mais nada! Acho que ele não estava bem consigo mesmo! Acabou nos liberando, mas já tínhamos reparado nos outros passageiros que estavam a nossa frente que ele estava afim de pegar no pé. Tanto que, um rapaz foi enviado para a tal salinha.

  • Clelio

    Minha maior preocupação é com a imigração do Brasil, pois já fui umas 6 vezes para o USA e nunca tive problemas para passar, no entanto, quando volto para o Brasil com as malas abarrotadas de coisas, aí sim, fico com frio na barriga, mas até agora só uma vez me pegaram…kkkkkkkk

  • beto viajador

    Ola, muito interessante entender um pouco as chegadas a paises do mundo. Ha alguns anos minha esposa, filho, nora, todos com sobrenomes SILVA chegaram a new york e foram encaminhados para a famosa salinha, meu filho que fez intercambio nos USA e fala ingles fluente perguntou porque e responderam que tinha muitos SILVA neste voo, liberando umas 10 pessoas em seguida……Ha 3 anos estava saindo do Laos e o agente mandou eu subir num estrado alto e me revistou e como uso um colete e la estava o dinheiro colocou nas mãos e me perguntou "how much" muitas vezes e eu me fiz de desentendido pois viajava com cerca de 6 mil euros( fazia uma viagem pela africa e asia) e não conhecia as regras deste pais quanto o montante que poderia portar. Me fiz de desentendido e peguei meu envelope de suas mãos e fui descendo do estrado, com a cara amarrada para ele e fui para o embarque…que sufoco…..Ha dois anos estava viajando de trem e na fronteira da Bosnia Herzegovina apresentei o passaporte que foi carimbado e tudo OK, mas o trem estava demorando muito e vi a bandeira do pais e tomei uma foto e um agente da imigracão viu e veio vociferando perguntando pelas minhas malas.M ostrei-as e ele abriu conferindo tudo ate sabonetes, cheirava, creme de barba, creme dental e qualquer coisa embrulhada e devolvendo a mala….. Enfim fez um pente fino em tudo, deixou tudo desarrumado e ate roupas intimas de minha esposa ele olhou…Hoje quando falo sobre esse agente chamo-o de cão Buldog ou Pit Bull.Um alienado indigno do cargo…Como nada encontrou baixou a cabeca e foi embora…..Mas a maior revista das malas que sofri nos 104 paises visitados foi em Israel.Ate um relógio Kuko que havia comprado na Floresta negra( proximo a Munique) na Alemanha ele cortesmente e com muita finesse desmontou porem montou novamente…E eu estava saindo do pais…..Vai entender a cabeca de um agente….

  • Olá pessoal,
    Em setembro do ano passado compramos pacote para Orlando (eu minha namorada a irmã dela e seu marido); no dia do embarque, ela teve uma crise de apendicite e não pode embarcar, indo eu e o casal; entramos via Detroit, eu com um inglês básico, quase nada…no 1º guichê tudo ok, mas após as esteiras, como estava apenas com bagagem de mão, o agente me questionou "one bag???" "one bag???" ;eles passaram e eu fui enviado para as esteiras, onde fazem as revistas das malas…quase 1 hora depois, fui chamado por um outro agente para verificar minha bagagem, me perguntou algumas coisas, tentei explicar sobre a cirurgia da namorada, apresentei os vouchers dela e após algum tempo, me entregou o passaporte e me levou até a porta de entrada para o saguão do aeroporto…
    Por pouco não perdi minha conexão para Orlando… ufa!!!!
    Em novembro devemos ir juntos, tomara que dessa vez seja mais tranquilo…

  • Patricia

    Também já fui parar na salinha uma vez. Estava chegando em Miami pra um cruzeiro em dezembro de 2010 e o agente da imigração me fez as perguntas de praxe… aí ele perguntou quando tinha sido a última vez q eu tinha estado nos EUA. Falei a verdade – q tinha sido em 2009, e q eu tinha ido a Nova Iorque. O agente olhou meu passaporte, olhou a tela do computador, chamou outro agente e pediu q eu o acompanhasse. Fui. Cheguei lá e esperei uns 5 minutos só. O outro agente pegou meu passaporte e perguntou quando eu tinha ido pros EUA pela última vez. Falei de novo e ele perguntou quanto tempo eu tinha ficado em NYC… falei q tinha sido 10 dias…. ele revirou meu passaporte mil vezes, perguntou q passaporte eu tinha usado – respondi q aquele mesmo -, perguntou onde eu tinha ficado em NYC… não aguentei: perguntei o q estava acontecendo. O agente então disse q só constava a minha entrada nos EUA em 2009, mas não a minha saída. Aí falei "mas como eu não saí se agora estou vindo do Brasil?". O agente riu e disse "é isso q eu estou tentando descobrir!". No fim das contas ele disse q provavelmente foi um erro da cia aérea, carimbou meu passaporte e ouvi o famoso "welcome to the United States!". Fiquei uns 15 minutos na salinha só, foi relativamente tranquilo… mas fiquei tensa!

  • Katia

    Olha só, pessoal: dica de quem viaja com filho menor de idade.
    Demorei um bocado uma vez p/ passar na imigração pois pediram a copia da autorização de viagem (a que o pai assina e a gente entrega na saída do Brasil, para a polícia federal brasileira).
    Eu sempre tiro uma copia e desta vez esqueci.
    Jamais pensei que poderiam pedir uma via na chegada aos EUA. E eu levei todos os documentos comprovando que eu era a mãe. Nao adiantou. Cade a autorização do pai?
    Tive que mostrar fotos no celular de outras viagens que fiz com meu filho, sem o pai. Acreditem se quiser. Foi isto que me salvou.
    Fica a dica. Nao esqueçam de levar mais de uma via da autorização do pai ou mãe, qdo viajarem com suas crianças!

  • Tive uma experiencia engraçada. Fui pra Washington-DC em 2009. Viajei com uma camiseta do Pearl Jam. Desembarquei as 06 AM e de manhã sou muito lerdo. Na imigração o agente me perguntou o básico, respondi assertivamente e antes de carimbar meu passaporte ele me perguntou: Do you like "PJ"s? e eu disse que não tinha entendido. Ele tornou a perguntar e eu disse que não tava entendendo, ele perguntou mais uma vez, mas nem esperou a resposta e carimbou meu passaporte. Uns cinco minutos depois olho pra baixo pegando as malas e vejo que estou com a camisa do Pearl Jam "PJ" a que ele se referia. O cara tentando puxar assunto e eu nem me liguei! Morri de rir depois.

  • Neide

    Ano passado viajei para os EUA e precisei passar por uma cirurgia de emergencia… eu possuía o seguro viagem onde cobriu quase toda a dívida… saí do pais "dendo" uns 3000 dolares.
    Pretendo voltar este ano para os EUA. Sera que podem nos barrar por conta deste débito? O que pode acontecer? Ha algum risco de não conseguir entrar no apís? Preciso de ajuda!
    Obrigada

  • Raphael

    Já passei por isto no aeroporto da nova zelandia. Estava na austrália de férias e dei um pulinho no pais vizinho. Estava sozinho também. Foi quase 1 hora de perguntas. Pensaram que estava levando drogas. O agente tentando ser simpático mas eu já estava quase pedindo pra ser deportado. Tiraram tudo da minha mochila, pediram senha do laptop e etc..Enfim…Experiência horrível!

  • Luiza

    Acho humilhante a forma como os americanos nos tratam. Se tenho que escolher um destino turístico onde vou gastar o meu "rico dinheirinho", vou escolher um destino onde seja bem-vinda. Fui apenas uma vez aos EUA e foi o suficiente. Viajo todos os anos durante todo o meu 1 mês de férias e apenas para a Europa, onde não preciso de visto.

  • Thiago

    Francamente, não sei porque o brasileiro insiste tanto em fazer turismo nos EUA, aliás, insiste tanto em babar-ovo de americano. Humilhação para conseguir visto no Brasil, humilhação lá nessa entrevista… Tudo para gastar aos tubos com os eletro-eletrônicos que eles vendem baratinho ou com aqueles parques da Disney. Cultura que é bom, praticamente nada.

    Enfim, azar dos insanos que para lá vão.

  • Mercia

    Depois de ler a maioria dos posts vi que não tem nenhuma história parecida com a minha…. Então, resolvi compartilhar com vocês o que aconteceu comigo em 2008 no JFK em Nova York. Já tinha ido várias vezes aos Estados Unidos sem problemas, inclusive viajando sozinha. Desta vez estava com meu marido e filha de 12 anos. Eu já tinha tido problemas com as digitais na hora da emissão do visto em Recife. Tive que viajar duas vezes para tomar as digitais. Chegamos a NYC e meu marido e filha passaram normalmente. Na hora de tomar minha digitais, só tinha a luz amarela. Me levaram para a salinha onde fiquei por mais de 4 horas com o coração na mão….A aeromoça da TAM tinha acesso a sala e me deu notícias de minha família que estava aguardando lá fora…Tinha muitos mulcumanos na sala e vi um deles ser deportado….Dai me chamaram e sem mais perguntas me liberaram com o clássico " Have a Nice Day !" Não perguntei mais nada e sai aliviada para um merecido café…Já estive lá mais três vezes, mas sempre fico sobressaltada… A luz de reconhecimento das digitais sempre fica amarela, mas ninguém me bloqueou mais….Na renovação em SP no ano retrasado, tive o mesmo problema nas digitais, desta vez levei uma carta da empresa em que trabalho com produtos químicos… Tem pessoas que vão perdendo a clareza nas digitais devido ao manuseio de produtos químicos…. É o meu caso…..

  • Fabio

    Alguém já assistiu ao filme Olhos Azuis?

  • É o que eu não entendo, acho sinceramente um sistema extremamente invasivo o de emissão de vistos americanos/passagem na imigração americana. Por exemplo, não sei se é bom ou ruim falar que conhece alguém lá. E se você conhece? Qual o problema de ficar hospedado lá? (seja amigo, voluntário do couchsurfing ou qualquer outra coisa) Sério, não consigo compreender. E se uma pessoa quiser ir sozinha pra mochilar por lá, não pode porque é suspeito? Putz, acho um absurdo. Tenho dezoito anos (na época tinha 17) e fui tentar tirar meu visto sozinho pois iria visitar um amigo, foi negado obviamente, mas nem me refiro a isso, porque dei "motivos", tanto pela idade quanto pelo meu nervosismo, cheguei a me contradizer. O que reclamo é da invasão de privacidade, da pressão psicológica, de todo um clima ruim criado. Fiquei meio desiludido depois de ter meu visto negado, mas como já tava planejando uma viagem fui no meio do ano pra Europa (primeira vez que saí do país) e chega a assustar a diferença de tratamento, sem nenhuma pressão, de forma rápida e nem um pouco burocrática passei pela imigração e entrei nos países, sem maiores problemas. Estava pensando tirar o visto de novo por questão de honra, mas quer saber?? Dane-se, não vou insistir em entrar em um país com esse sistema, se tudo der certo estarei voltando à Europa lá pelo final do ano pra fazer um mochilão, e em planos futuros pretendo mochilar na ásia, oceania e vários lugares do mundo, mas enquanto este sistema existir nos EUA, a este lugar eu não pertenço. (ainda pior, imagina passar pelo consulado aqui e ser barrado na imigração, ninguém merece)

    • Anuska Monteiro

      Parte da minha falta de atração em ir aos EUA é pelas mesmas razões!!! Mas adoro a Europa e a Asía. Sou Europeia

  • Lucia

    Excelente post!
    Também fui pra salinha do Aeroporto de Miami, ano passado. E essa já era a 5ª vez que ia aos USA. E olha que quando adolescente fui intercambista e morei lá por 6 meses.
    Mas desta vez fui só, eu e DEUS. Destino Atlanta com conexão em Miami, pela AA.
    Perguntas comuns no guichê, mas de repente o agente olha pra o passaporte e olha pra mim, e me convida a acompanhá-lo, e não era uma salinha era uma salona, com porta de aço parecendo mais de um cofre forte e onde tinham dezenas de pessoas. desde pessoas idosas, com bengala, cadeirante, casais com filhos, jovens, de várias nacionalidades e raças…
    Mandaram esperar ser chamada, e eu preocupada com a hora da conexão pra Atlanta… Me chamaram me fizeram as mesmas perguntas que no guichê externo, como o agente falava também espanhol, falei com ele tanto em inglês como espanhol, perguntando o motivo de estar ali.
    Me deixaram esperando por quase 5 horas, perdi minha conexão,. Passava uma pessoa com uma prancheta perguntando qual a companhia aérea e o destino e anotavam, e nessa coisa percebi que várias pessoas iam inclusive pra outros países… Tentei manter a calma, e a única coisa que vinha na minha cabeça era que deveriam ter pego na minha bagagem as castanhas e amendoins que estava levando pra meus amigos em Atlanta. Daí pensei, se for isso, vão ficar sem os presentes. Proibido se comunicar por celular , e qualquer outro meio. A maioria dos agentes foram ríspidos, deselegantes e autoritários! Ví e ouvi ameaça de confisco de um celular e de u notebook de duas pessoas que queriam se comunicar com a família que estava do lado de fora. Enfim, como não ia poder me comunicar mesmo resolvi tentar relaxar e rezar, além de pensar em coisas boas…
    Depois de ser chamada pela terceira vez e responder as mesmas perguntas, o agente entrou com meu passaporte pra outra sala e me mandou esperar, depois de uma meia hora chamaram meu nome e me mandaram entrar numa sala que tinha uma janelas de vidro que de fora não se via dentro, mas de dentro se via o movimento fora. Tinham várias escrivaninhas, com uns quatro agentes nos computadores e um numa mesa, que me mandou sentar e começou a me interrogar pela quarta vez. Desta vez me perguntou mais coisas inclusive onde eu morei entre 2004 a 2008, onde eu trabalhava, etc, etc. Perguntei se queriam ver minha carteira do CRM, mas dispensaram e disseram pra aguardar que iriam fazer alguns "calls"…Depois de una 20 minutos mais, me chamaram novamente e simplesmente me disseram que eu estava liberada… Ainda chamei o Oficer e perguntei se a imigração americana não poderia me dar uma declaração do porquê tinham me retido por cerca de cinco horas, e ele grosseiramente respondeu que não tinham nenhuma explicação ou justificativa a dar…e o outro simplesmente me abriu a porta e mandou eu sair… Na passagem pelo outro agente num tipo de portão, ainda me atrevi a fazer a mesma pergunta e cuja resposta foi a mesma…
    Resultado perdi a conexão, e tive que passar a noite de lado do guichê da AA pra tentar na manhã seguinte o primeiro vôo pra Atlanta, pois tinham me colocado num vôo das 13hs do dia seguinte, o que daria quase 24hs até meu destino…
    Enfim até hoje não sei o motivo. Bagagem intacta!!!
    Será que descriminação por eu estar só sem meu marido, ou filhos ou amigos???
    Será que noutra viagem pra os USA, diante disso correrei o risco de passar por esse constrangimento novamente??
    Foi muito estresse, e ansiedade! Espero que nunca mais!

  • Sidemar Rodrigues

    Seu relato me fez lembrar a primeira vez que fui aos Estados Unidos onde também dei entrada por Atlanta. O agente de imigração começou a perguntar as mesmas coisas várias vezes. Fiquei calmo, dando respostas curtas mas verdadeiras. Perguntou a minha profissão e me hostilizou quando disse que era professor. Ele perguntou com que dinheiro eu viajava já que professor não ganha bem no Brasil e também viajava num período que não era férias escolares. Fiquei calmo e respondi que estava lá com dinheiro que economizei para poder aproveitar uma licença premio que tinha direito. Ai ele novamente fez as mesmas perguntas… Foi quando eu, nervoso, deu um branco total, esqueci a tradução de WHO… Dizia pra mim mesmo: meu Deus, me apresenta este WHO que não sei quem é… E a pergunta era simples: Who are u visiting?
    Lembrei que quando tinha saído da aeronave, tinha uma pessoa falando português, dizendo pra ficar com o passaporte na mão e tal. Só lembrei em falar para o agente: I need a portuguese translator, please.
    No microfone ele simplesmente gritou. Todos olharam… Me senti como um verdadeiro homem bomba naquele local…
    Depois de responder novamente as mesmas perguntas, ele simplesmente carimbou o passaporte, e jogou sobre o balção, sem dizer a famosa frase: Be welcome…
    Fiquei com muita raiva dele, muita mesmo… Só fui esquecer aquele episódio quando cheguei ao meu destino que era San Francisco. A beleza daquela cidade me fez esquecer da grosseria daquele agente que com certeza devia estar cansado pois eram 6 horas da manhã, ele com certeza devia ter trabalhado a noite toda e tudo o que ele mais queria na vida dele, era poder ser professor, e poder estar viajando como eu estava.
    Voltei pra lá no ano seguinte, mas evitei fazer escala em Atlanta novamente. Fiz São Paulo – Cidade do Méxixo – San Francisco…
    Nossa, desta vez fui atendido por uma agente, doce, meiga, muito simpática. Perguntou apenas quanto tempo iria ficar e lembrou-me que não tinha metrô funcionando devido ao horário caso ninguém estivesse me esperando.

  • Carla

    ja fui barrada também. Uma vez na Bélgica. Estava na Bélgica, viajei para a Irlanda, e qnd voltei pra Bélgica o agente da imigração fez um interrogatorio comigo.. me eixou super nervosa.. e soh quando eu mostrei os meus 2 cartoes de credito (q nem credito tinham direito) ele falou "dessa vez vou acreditar que você nao quer ficar aqui" o.O a outra vez foi nos eua.. também fui levada pra salinha, me fizeram mil perguntas, mas no fim descobriram que estava dando problema pois na escola que estudei la anos atras eles nao cancelaram meu visto de estudante direito, e ai n constava no sistema que eu tinha saído dos eua na epoca, mesmo eu ja tendo ido pra la alguns meses antes dessa viagem. tenso. No final deu tudo certo.

  • Ronan Cezar

    Tive um problema muito parecido no aeroporto de Charlotte – NC, quando estava indo pra NY em outubro do ano passado.

    Já tinha ido algumas vezes para os EUA fazendo imigração em Miami e NYC. Normalmente elejo NYC como cidade de chegada, tanto pela facilidade de locomoção à partir de lá, quanto pelo fato de gostar muito da cidade.

    Nessa viagem estava indo com minha namorada que viaja pela primeira vez aos EUA.

    O voo aterrizou no horário, porém o avião que estava no portão teve problemas e levamos mais de uma hora para desembarcar.

    Fomos direcionados à um guichê onde uma mulher estava claramente tendo dificuldades na entrevista; ela chegou a solicitar um tradutor, mas vimos quando o passaporte dela foi colocado na temida pasta “L” e ela foi acompanhada por um agente.

    Quando chegou nossa vez fomos juntos para o guichê, por duas razões: 1) Todo o motivo da viagem estava descrito no formulário de solicitação de visto dela, com meu nome inclusive; 2) Ela não fala Inglês e se por algum motivo ela tivesse a entrada negada, eu também não aceitaria entrar.

    Já conhecia as perguntas básicas dos agentes (Para onde vai, onde vai ficar, quanto tempo, etc); expliquei que éramos namorados e que estavamos viajando à turismo;Entregamos nossos passaportes ao agente (eu estava com dois passaportes em função do visto estar num passaporte que vencera havia 5 meses) Ele então me perguntou porque já tinha entrado tantas vezes no EUA ( Achei a pergunta meio descabida) mas expliquei que gosto muito de viajar sozinho além de minha família viajar bastante e que inclusive encontraríamos minha irmã em NY. Então ele começou a fazer perguntas parecidas com as da entrevista de solicitação de visto ( O que eu fazia no Brasil, onde trabalhava, se levando alimentos, quanto dinheiro vivo tinha comigo) respondi a todas elas tranquilamente. Então ele digitou muito tempo e disse Ok.

    Depois virou para minha namorada e começou a fazer outras perguntas sobre o trabalho dela; Eu então o interrompi e expliquei que ela não falava inglês, ele então dirigiu as perguntas à mim.

    Também respondi todas.

    Ele digitou mais um tempo, escaneou nossos passaportes e disse ok.

    Depois mais uma vez me perguntou quanto dinheiro vivo estava trazendo comigo; Eu respondi outra vez (Tinha além do suficiente para todo o nosso período).

    Ele disse outro “ok” e ficou enrolando com nossos passaportes na mão.

    Passamos pelo processo da digitalização das digitais, ele carimbou nossos passaportes e ficou mais um pouco com eles.

    Ele retirou o formulário de alfândega e fez um “X” vermelho no formulário da minha namorada.

    Depois disso nos entregou nossos passaporte e disse o famoso “Welcome to USA”; porém, contudo, todavia, quando fomos passar pela alfândega ao entregar os formulários, minha namorada foi direcionada para a tal “salinha”, eu expliquei que estava com ela e o agente me disse para acompanhá-la.

    Ao entrar na sala um agente brucutu nos disse para esperar. Entramos e vimos a mulher que tinha ido antes de nós sendo interrogada por diversos agentes ao mesmo tempo (Foi de dar dó).

    Enquanto esperávamos chegou também uma família latina com uma senhora bem idosa.

    Aquele brucutu que nos atendeu veio então nos interrogar de uma maneira bem hostil.

    Refez as mesmas perguntas do agente de imigração, porém com muito mais “pressão” e eu sempre respondendo tranquilamente,

    Ele me perguntou varias vezes se eu não estava levando mais de U$ 10 K em espécie (Acho que me acharam com cara de laranja de político) e que tipo de turismo eu estava indo fazer em NY, além de perguntar se estava levando carne.

    Fez mais algumas perguntas para minha namorada, e eu novamente respondi e expliquei a situação.

    Ele me perguntou sobre U$ 10 K novamente.

    Eu disse que tinha sim dinheiro em espécie, mas que não nesse montante, além dos cartões; E que ele estaria livre para ver.

    Ele então disse que estávamos liberados.

    Nem mesmo se desculpou ou agradeceu.

    Nunca tinha sido tratado assim em nenhuma imigração antes ( Nem no temido aeroporto de Barajas).

    Me prometi que nunca mais faço imigração em Charlotte, fora o desgaste de fazer conexão lá.

    Esse ano planejando uma nova viagem, me dei conta de que o agente de imigração escreveu 6ª entrada no carimbo de admissão.

    Fiquei pensando se existe um período ideal para re-entrada, mesmo que eu nunca tenha ficado mais que 10 dias lá e entrada num período menor que 6 meses.

    Fiquei com o sentimento de que alguns agentes de fato objetivam “fazer o mau”. Ainda bem que eles são minoria.

    • Rafael S

      Ronan, não sei se vc entendeu, mas esse X vermelho no formulário de Alfandega da sua namorada é pq é preciso somente um pro família. MAAASS, família, teoricamente, tem que ter mesmo sobrenome… Já preenchi uma vez, estava viajando com meus pais e, apesar de estar escrito um por família nas insturuções, preenchemos 3. Ele fez esse X vermelho no meu e no da minha mãe, perguntei o motivo, ele respondeu e eu disse: "Pode jogar fora:. Ele disse: "Como foi preenchido, é um documento e só o dono pode jogar fora. Eu só posso anular". Besta mesmo… Bem besta

  • Caio

    Tenho um irmão que mora em NY a 30 anos e tem green card, pretendo viajar com minha familia é problema eu dizer na imigração ou mesmo na hora de tirar o visto que vou visita-lo e ficar na casa dele ?

    • Monique Renne

      Caio, acho que mentir nunca é uma boa opção na imigração.

  • marina

    Nos EUA em geral, eles se encantam com qualquer Platinum (tipo Visa Platinum do Itau) ou tem que ser alguns em específico?

    • Monique Renne

      Marina, a emissão de cartões Platinum é muito mais rara nos EUA do que no Brasil, por isso o “encantamento”, como você disse. Porém, sim, o AMEX é mais raro ainda.

  • Sérgio

    Sinceramente, acho um absurdo o que os estrangeiros passam na alfândega. Nunca viajei aos EUA, tudo bem que existe a questão da segurança, mas através dos relatos aqui e de outros sites, vejo que os funcionários são extremamente intrusos, fazendo perguntas muito pessoais, não sabendo eles que o brasileiro detesta que estranhos façam perguntas desse tipo. Ou seja, não há o respeito pela cultura. Adoraria visitar os EUA, mas não é a minha preferência em caso de uma viagem internacional, até porque outros países não devem em nada ao que a “toda-poderosa” nação tem a oferecer.

  • nelson

    Cansei de ser parado na salinha…. perdi as contas de quantas vezes fui ao States…Não sei se meu visto tinha problema no scanner/leitor e/ou a minha cara de árabe rsrsrs

    Agora o que mais me deixou chateado, foi uma viagem que sai da Europa para os EUA – Chicago e não do Brasil. Fui parado, com a minha bagagem do meu lado ….. a menina me fez varias perguntas…respondi todas. E no final ela me liberou e me deu um papel se eu quisesse reclamar do atendimento.

    Mas neste momento, perguntei se ela não ia querer abrir a mala…ela disse que não. Desconfiei mas não disse nada.

    Como previsto, eles abriram a mala e mentiram para mim. Ela estava toda remexida.

  • Celso

    Parado na imigração??? Sou parado TODAS AS VEZES!!! Meu nome é muito comum, e alegam isso. Da última vez, cheguei a ser parado em SP, ANTES DE EMBARCAR!!!! Juro, pediram que eu tirasse os sapatos, verificasse pólvora nas mãos e etc… perguntei pq, me disseram que era um pedido da segurança americana. Em Los Angeles me disseram que um homônimo meu havia cometido um crime, em Miami não souberam me explicar, em NY me disseram que na saída para Tóquio eu havia esquecido de entregar aquele famigerado papelzinho que eles davam quando entrávamos no país, felizmente não usam mais isso. O que mais me preocupou é que cada vez demorava mais tempo na salinha, teve uma vez em Miami que fui para uma segunda salinha, aí não teve como não pensar no filme Blue Eyes… mas quem não deve, teme menos do que quem deve… rs sempre saí e pude ingressar nos estados unidos. Para alívio, na última viagem em dezembro passado, não fui parado, tanto é que eu havia reservado o carro para 2h mais tarde, já esperando a novela… vai entender…

    • Deixei uma dica aqui nos comentários sobre o REDRESS CONTROL NUMBER que pode ser obtido no site da Homeland Security (http://www.dhs.gov/redress-control-numbers). Cadastrei-me e recebi duas cartas de volta : a primeira parcial dizendo que haviam aceito meu pedido e que estavam sincronizando os dados com diversas agências internas de segurança e uma segunda final, mais uma vez me aceitando, pedindo desculpas por incômodos anteriores e me pedindo para levar a carta junto comigo na próxima viagem. Devo voltar em Agosto e vou experimentar.

  • Silvani

    Aeroporto de Atlanta… dia 28/03/2014 – minha 5ªvez nos EUA…. realmente a imigração em Atlanta é mais complicada. Foi demorada, chamaram intérprete…. Nossa! foi tenso. Mas a VOLTA FOI MAIS TENSO AINDA revoltante o que me aconteceu no dia 1º/04/2014 no aeroporto de São Paulo (GRU). Se eu pudesse provar eu diria pra vc´s o que me aconteceu na ALFANDEGA…. COM CERTEZA o que aconteceu, me leva a entender que não é filmado o serviço de fiscalização.
    Silvaní.

  • Toninho Cavalo

    Olá pessoal. Acabei de chegar da Nova Zelândia e Austrália. Na chegada a NZ, em Auckland, o policial me perguntou o que eu fazia no Brasil e eu disse, com o maior orgulho, que era policial civil, porém aposentado. Estava com um grupo de 39 pessoas e o aeroporto estava lotado. Este policial então me mandou para a fila 4, na boa intenção de abreviar minha passagem, porque este guichê sempre estava vazio. Realmente só tinham 4 pessoas na minha frente, mas para meu azar fiquei lá mais de uma hora esperando minha vez. Pensei seriamente em voltar e pegar outro guichê, cuja fila andava, mas e o medo de complicação. Assim, quando cheguei são e salvo fora do Aeroporto, o grupo já tinha saído e me deixado para traz. Para minha infelicidade não sabia o endereço do Hotel, porem lembrei que o nome era Hotel City, pois havia preenchido um formulário no avião. Acontece que esta rede tem na cidade uns 15 hoteis, com nomes diferentes ("fantasia") , aí eu pensei: irei em todos até encontrar. No primeiro que entrei no centro da cidade, lá estava minha turma preocupadíssima comigo, ainda do chek -in. Foi nesta hora que pude constatar o quão importante é levar celular, cópias de todos os vouchers, todos os endereços escritos num papel à parte, etc, etc. Bem, fiquei feliz quando alguém indagou ao guia porque não me esperaram no aeroporto e ele disse, na maior simplicidade: com toda certeza ele chegaria aqui, pois este é o país número 70 dele e ele tem as "manhas". Mas o pior, meu inglês dá só para o gasto. E assim, caminha a humanidade. Boa sorte a todos.

  • Cristina Tavares

    Este ano fui pela segunda vez pra Orlando. Dessa vez fui com 6 pessoas da minha família. Pegamos um vôo com conexão em Washington. Passamos pela imigração sem problema, família inteira no mesmo guichê.
    Em Washington diferente de Miami, depois do guichê da imigração onde se responde todas as perguntas e o passaporte é carimbado você segue por um corredor largo e passa novamente por guichês, parece entrada de metrô e depois é q/ você vê as suas malas. Nessa passagem você tem q/ mostrar seu passaporte de novo e no nosso caso tivemos q/ ir p/ uma sala na lateral, indicada pelo agente. Na nossa frente tinha um rapaz sendo atendido. Eles verificaram o passaporte dele, fizeram várias perguntas, revistaram a mochila dele e o encaminharam p/ um outro guichê. Imagina, 7 pessoas esperando sem saber porque e o q/ iria acontecer. Enfim, o agente nos deu um formulário p/ preencher, como éramos da mesma família, só eu preenchi. Mandou a gente contar todo o dinheiro q/ tínhamos levado inclusive as moedas, dólares e reais. Ele não nos deu atenção, entregou o formulário e entrou numa outra sala e nos deixou contando o dinheiro e demorou muito pra voltar a nos atender. Escrevemos o valor total, ele converteu o valor em real p/ dólar e nos liberou. Não tivemos q/ passar pelo outro guichê, mas quase perdemos a conexão, porque demorou muito. Foi uma sensação muito esquisita e como sempre a gente não sabe porque aconteceu.

  • Gustavo

    Infelizmente eu acabei meio acostumado a ir para a tal salinha. Apesar de já ter ido diversas vezes para os Estados Unidos, em 2010 em Washington, liberaram meu passaporte, mas não o da minha esposa. Fomos para salinha, junto com um árabe e um hippie. Pensei: estamos roubados. Nos levaram para uma nova sala, repetiram perguntas e nos liberaram. Desde então já fomos mais 4 vezes para os Estados Unidos, tendo sido parados em 3 das 4. Na última vez tomei coragem e perguntei se era algo que tínhamos feito errado ou que deveríamos fazer pare evitar o transtorno. Resposta era que haviam muitas pessoas com mesmo nome e que não nos preocupássemos. Assim, ida a salinha não é algo que necessariamente deva ser temido. Muitas vezes é só uma burocracia a mais.

  • Larissa

    Oi Monique (ou algum fotógrafo, por favor, me ajude kkkkk),

    Vou realizar uma viagem internacional em breve e gostaria de levar a minha DSLR, tenho o corpo e mais duas lentes, mas não possuo nota fiscal de nada, porque comprei ela a uns dois anos de um amigo, estou com medo de levar e ser parada na alfândega na volta e ser taxada, existe essa possibilidade? Mesmo eu mostrando que ela já foi usada antes da viagem?? Eu li que todo mundo tem o direito de portar uma câmera e um celular, mas estou com receio.

    Obrigada

    • Monique Renne

      Larissa, você poderá sim ser taxada. Infelizmente a lei não é clara em relação a que tipo de câmera você pode portar sem ter a nota, ou seja, depende do fiscal da receita que te atender considerar a sua câmera de uso pessoal ou não. Soubemos do caso de um colega que foi parado e teve todo o equipamento taxado, mesmo provando que era equipamento de uso profissional. Eu tomei uma medida de precaução que, sinceramente, só vale para demonstrar a minha boa fé: registrei todos os meus equipamentos, com número de série, em cartório.

    • Hellen

      Larissa. Basta tirar uma "nota fiscal"na receita estadual. Fiz assim com a minha câmera amadora quando fui a Venezuela.

    • Larissa, você poderá ser taxada não pela câmera e sim pelas lentes! Você pode ter uma camerca com vc não importa o valor, assim como relógio…não importa o valor… já as lentes entrariam na sua cota se você não levar NF…
      Lembrando que se vc levar sua camera e comprar outra lá ai sim essa nova entrará na cota… E se vc viajar sem nenhuma e comprar uma por la tem que usar durante a viagem pra provar que foi "uso da viagem", não leve na caixa caso contrário poderá ser taxada..

  • Beto

    A única vez que eu quase tive "problema" foi no ano retrasado, quando fui pra gravação de um programa de TV. Informei isso quando me questionaram o motivo da viagem (era curta, ficaria 6 dias só em Los Angeles) e fui questionado se era famoso no Brasil, se era algum artista, se tinha contatos com artista, qual programa eu ia, porque fui chamado, etc…

  • AndreaP

    Ahhhh se eu viajar pra algum lugar nesse mundo e não for "parada", eu não viajei! kkkkk Eu devo ter a cara de alguma procurada do FBI porque isso sempre acontece! Ou é isso ou é só porque eu sou negra, mulher, viajo sozinha e me hospedo em albergues. Vou citar só algumas bizarrices:
    Itália: o agente pediu pra abrir a minha mala, vasculhou tudo, viu meus tickets de viagens, sorriu, piscou pra mim e me liberou;
    EUA: na última vez que estive lá, perguntou porque eu fui tantas vezes aos EUA, porque eu me hospedo em albergues sendo que eu tenho um bom emprego e porque eu viajo sozinha. Não uma, mas seis pessoas repetiram o mesmo procedimento. Déjà vu;
    Cidade do Cabo/África do Sul: uma conferência de várias pessoas rodearam a minha mala, tiraram TUDO, viram um travesseiro de pescoço e disseram que tinha uma textura estranha(fizeram menção de cortar pra ver o porquê), perguntaram porque eu viajava sozinha, me hospedava em albergues, porque no meu passaporte tinha carimbos dos países e não tinha carimbos de entrada no Brasil (!!!), porque eu me separei e no final, o agente se afastou de todos e perguntou se podia me chamar pra sair.
    Não tá fácil pra ninguém! kkkkkkk

    • Gaby.

      A mesma coisa acontece comigo, eu sempre sou parada em algum ponto no aeroporto, eu devo ter cara de imigrante ilegal, só pode. Meu marido passa normalmente, nem abre a mala de mão, mas quando eu passo…
      Aconteceu em Amsterdã (duas vezes, numa das vezes uma agente me revistou inteira, mas perguntou se estava tudo bem por mim), na Itália, em Paris, na imigração de Londres o agente desconfiou de mim já que eu não estava trabalhando no Brasil quando fui pra lá, até em SP e o no Rio eu já tive as minhas coisas revistadas!!!! Meu marido só olha e segura o riso!
      No começo eu ficava até meio nervosa, mas agora já até espero acontecer.
      O negócio é manter o bom humor.

  • Igor Machado

    Graças a Deus nunca tive problemas e é pq falo pouquíssimo Inglês. Único transtorno que tive ao entrar nos EUA vindo do Canadá foi uma rasura no formulário e tive que preencher tudo novamente aproveitando o verso do mesmo que estava em lingua espanhola me levando a ser o última a entrar no país, mas a agente que me atendeu foi super gente boa! No mais até agora tudo tranquilo!

  • Fábio Maia

    Bom dia. Alguém sabe me informar se para a Argentina é preciso que o passaporte esteja válido por mais seis meses após a volta? Perdi meu RG recentemente e nao sei se vai dar tempo de fazer outro e tenho viagem para Buenos Aires entre os dias 02 e 06 de maio e o passaporte está valido até do dia 29.

  • Ricardo

    Não consigo entender como todo mundo vocifera contra o sistema de imigração americano e elogia a Europa. O fato de não precisar de visto não tira o risco de ser deportado, pelo contrario. É muito mais comum ver brasileiros voltando de Londres e madrid do que dos EUA. Outra coisa é que porque estamos indo lá gastar eles tem que nos tratar bem. Mais um mal do brasileiro q quer tudo so pq esta pagando. Eu ja fui para os EUA e conheci muitos lugares além do roteiro básico de outlet do brasileiro e digo tem lugares fantásticos para conhecer. Ah, sempre sozinho e com duas mochilas também. Nada além das perguntas básicas.

  • Jefferson

    Olá pessoal!!!
    Tenho uma dúvida. Ano passado eu tentei o visto americano e o mesmo foi negado. Sendo assim, tive que mudar todos os meus planos e visiteis outros lugares tais como Paris(2x), Amsterdã, Madri, Buenos Aires(3x) e Montevideo, pois trabalho em uma cia aérea e tenho certa facilidade em viagens. Esse ano tentarei o visto novamente e caso eu consiga, qd eu passar pela imigracao nos EUA e eles questionarem o pq de outros países primeiro ao invés deles obq eu digo?

  • Ricardo

    E outra. Li todos os comentários e não vi nenhum caso de deportação. Você não vem com uma estrela na testa dizendo que é uma boa pessoa. Minha pior experiência foi em um voo de conexão na Guatemala. Pediram ate para abrir o compartimento da bateria da maquina. No Brasil a única vez que fizeram busca detalhada na bagagem de mão foi quando teve um evento da copa em Florianopolis. Como tinham olhos, acho q resolveram mostrar serviço.

  • Fui à Orlando no ano passado com meu marido e minha cunhada. Sou diabética e já temia que teria problemas com a minha medicação. Na ida foi tranquilo, mas na volta, quando estávamos no aeroporto de Nova York, o gelo que estava na sacola com a insulina derreteu e eles ficaram perguntando o que era aquilo. Eu não sou nada boa no inglês e ficava repetindo "I'm diabetic" rssss. O rapaz foi simpático e falou em espanhol que como o gelo tinha derretido eu teria que jogá-lo fora. Ufaa. Meu esposo é cadeirante e teve que passar por uma revista rigorosa também. Foi um sufoco, mas depois a gente faz piada! Rsss

  • Júnior

    Gostaria de dar minha contribuição para quem viaja com crianças, filhos de parentes ou amigos que não vêm junto. Eu e minha esposa somos aposentados, e em agosto do ano passado decidimos levar nossa neta de 11 anos e o irmão de 8 anos, filhos de minha filha, que ela e o marido não podiam ir por motivo de trabalho, para se divertirem nos parques de Orlando. Entre todos os documentos legais de cada um que levamos e apresentamos no guichê da imigração estava também a autorização legal e obrigatória para sair do país assinada tanto pela mãe – minha filha – quanto pelo pai, meu genro. Ao chegarmos no oficial da imigração, deu tudo certo com as perguntas de praxe, mas quando ele pegou a autorização para conferir começou o problema. Colocou todos os documentos de todos nós numa bolsa de plástico e mandou esperar ali mesmo, por quase 10 minutos, sem se importar com os que esperavam na fila atrás de nós. Então um outro cidadão veio até nós e pediu para acompanha-lo e depois de passarmos por um longo corredor, descemos uma escada e nos deparamos com um amplo salão com várias poltronas, um balcão de forma quadrada com dois oficiais no atendimento, e ao fundo uma saleta envidraçada com dois sujeitos à paisana. Depois de trinta minutos minha esposa foi chamada sozinha para a salinha, onde foi interrogada intensamente, principalmente sobre as crianças. Embora ela se comunique razoavelmente bem em inglês, nenhum dos dois deixou bem claro qual era a preocupação maior deles, de modo que acabaram liberando minha esposa e me chamaram em seu lugar. Depois de toda a ladainha de perguntas e respostas de sempre, comecei a ficar impaciente para que dissessem o porque do interrogatório se todos os documentos estavam corretos e em ordem. Então, finalmente disseram que era porque os nomes de família não batiam. Meus netos tinham o sobrenome do pai (do nosso genro, como é óbvio) que não coincidiam com o nosso. Isso tudo mesmo havendo menção expressa dos nossos nomes na dita autorização. Foi então que mostrei a eles que as crianças tinham o nosso sobrenome intermediário ao delas. Mesmo assim mandaram esperar até confirmarem oficialmente tudo. Mais meia-hora e voltaram afirmando que por nossa sorte minha filha e o marido tinham ido aos USA no anterior com as crianças e todas as informações de parentesco estavam no Sistema. Só depois disso o "bem vindo aos Estados Unidos", sem qualquer pedido de desculpa.

  • Giovani Bonelli

    Estive recentemente em Los Angeles e não tive nenhum problema quanto a imigração. Aliás o oficial foi muito mais simpático de que quando fui a Alemanha. Se você não quiser passar pela imigração, vá tirar férias no nordeste ou na Amazônia, por exemplo, pagando mais caro do que ir aos EUA ou Europa. Estive 11 dias nos EUA e em nenhum momento tive medo de assalto, não estive preso em engarrafamento,não passei por buracos enormes na pista e não vi nenhum acidente e olha que fiz 2.500 km em três estados americanos. Fui muito bem atendido em todos os restaurantes e lojas em que entrei e paguei quase sempre um preço muito justo pela refeição ou serviço prestado.

  • Daniel

    Sofri em Fort Lauderdade em 2011. Fui péssimamente tratado, coisa terrível, pra salinha e tudo mais. Um pesadelo que não acabava nunca.

  • Marcelo

    Monique e equipe do MD parabéns! Mais uma vez vcs com boas informações e dicas. Tenho uma dúvida, vou para NY em vôo da TAM que chega às 17:10h no JFK, estou pensando em comprar um trecho interno e seguir para Las Vegas num vôo da Delta que sai às 20:30h, como me parece que vc fez algo parecido vc acredita que haja tempo suficiente para desembarcar, passar por imigração, pegar mala e seguir para o novo embarque? Desde já obrigado.

    • Oi Marcelo! Se tudo correr bem o tempo é suficiente sim 😉

  • Daniel

    *Lauderdale

  • Renan

    Já passei por situação parecida, eu e meu irmão, voo SP conexão em Bogotá e destino final Miami, aconteceu a mesma coisa, primeiro as perguntas, depois um direcionamento para outro local com agentes federais diferentes, depois outra salinha fechada, com mais agentes, uma mesa de exposição de bagagem e muitas perguntas. Questionamentos sobre a parada na Colômbia repetidamente, falta de quantidade de roupa, quantidade de dinheiro, o porque eu ter mais dinheiro que meu irmão, quanto tempo duraria nossa viagem e etc. Após responder todas perguntas de forma calma e tranquila, mostramos dinheiro, mostramos cartão de crédito, cheiraram nossas malas, olharam laptop (tiraram bateria) e logo o policial mais latino do grupo percebeu que eramos turistas curtindo férias e compras. Achou absurdo o preço que pagamos em uma Polo Ralph Lauren aqui no Brasil (contei o preço equivalente em dolares) e ele descontraiu falando para comprarmos mesmo que valia a pena já que era o absurdo que informamos. O tom da entrevista tomou o rumo de tranquilidade, tiramos até algumas dúvidas a respeito de hotéis próximos ao aeroporto e fomos liberados.

  • Ademir Dias

    Fórum é uma coisa engraçada e vc vê tanto gente sossegada quanto gente estressada…mas achar normal as tais entrevistas, e as obviedades perguntadas, bem como os critérios de liberação, é demais…se eles estivessem procurando criminosos, ou coisa do tipo, não seriam com essas perguntas que eles seriam capturados. Imagino, que quem quer usar de má-intenção para entrar lá, são pessoas inteligentes, focadas e treinadas para passar por esse tipo de situação…não sou especialista, mas, a princípio, o que temos é constrangimento, despreparo, ou, ambos…cartão de crédito não pode ser salvo-conduto de nada, senhoras coreanas de 70 anos não devem ser ameaças para nenhum país e ser detido em uma sala com fechadura para ser 'entrevistado' deve ser terrivelmente enervante e pessoas nervosas falam o que não devem por estarem nervosas, oras. Acho que os EUA exageram com os brasileiros e os brasileiros exageram com o Brasil. Afinal, todos aqui ganham dinheiro aqui para viajarem e fazerem compras no exterior, mas, todos falam mal para caramba do Brasil. Falta amor próprio para, nós, brasileiros ? Vamos gostar um pouco de um país, até inculto, mas, pacífico e acolhedor com todos os estrangeiros que já vieram para cá ? Temos vários problemas mas também temos qualidades…

    • Ricardo

      Amigo, existe uma coisa chamada mula, que por poucos dólares leva o que você não imagina para outros lugares. E se tem uma coisa difícil nesse mundo é mentir para um policial. Se você está falando a verdade, não vai cair em contradição mesmo que seja perguntado 10 vezes. Isso funciona sim e tem que ser ou um James Bond ou um campeão em Poker para não transparecer nada. A gente não tem noção dos sinais que o corpo transmite quando estamos mentindo.

    • Ricardo

      Ademir, outro detalhe. Já fiz mais de 20 viagens dentro do Brasil, sempre tive receio de sair, pensava como você, pra que deixar dinheiro lá fora. Mas comecei com a América do Sul, Norte, Europa e Ásia, e digo uma coisa, Perdemos feio no turismo para quase toda a América Latina. O Peru nos dá um banho, sem contar que é muito mais barato. Viajar não é só o local, tem várias experiências envolvidas. Mas pagar caro para ir em lugares aonde você não tem infra-estrutura nenhuma e com o perigo eminente de ser assaltado, prefiro pegar meu passaporte e conhecer um lugar novo. Existem raríssimas exceções, como a região serrana do RS, mas com o preço condizente também.

  • michelle

    Passei um aperto em Londres, também viajo sozinha e sou agente de viagens, tenho visto americano e carimbos de entradas e saídas dos USA, e carimbos de entrada e saída de outros países, estava em mãos com reserva de hotel, passagem de retorno, dinheiro e cartões de credito internacionais, e minha carteira Iata, bom em suma só fui liberada por que jogo todos os boarding pass dentro da capa do passaporte e tinha um da Emirates em classe executiva Dubai/São Paulo, a menina da imigração quando viu me liberou.

  • Everton

    Já vivi ilegalmente nos EUA por 5 anos (entrei com visto de turista). Saí de lá normalmente, mas quais as chances de eu ser barrado ao tentar entrar novamente?

    • AndreaP

      Hmm não quero te jogar um balde de água fria mas, eu acho que a sua entrada e saída só 5 anos depois consta nos registros deles. E isso complica bastante.
      Eu vivi legalmente nos EUA por 6 meses em duas épocas diferentes e o que todos perguntaram é como eu me mantive lá esse tempo (meu ex era americano e portanto eu disse que ele provia o bacon – o que era verdade, vivi como madame hahaha). Mesmo assim, eles me mantiveram por muito tempo pra ver se eu sustentava essa história ou caía em contradição. Eu tinha pedido licença do meu trabalho do governo, então, depois provei que já tinha emprego no Brasil.

  • Alan

    A pergunta que não quer calar. O seu Amex era um Platinum credit ou The Platinum Card? Nem todos os “platinums” do Amex são exclusivos. hahahaha

  • Já viajei duas vezes pros EUA e nunca tive nenhum problema na imigração, mesmo uma vez viajando sozinha. Eles fizeram as perguntas de praxe: o que ia fazer lá, onde ia ficar e, na primeira vez apenas, quanto estávamos levando. Foi suoertranquilo. Claro que gera um nervosismo, principalmente no que se refere ao inglês, pois a gente sempre acha que não vai se fazer entender. Mas no final tudo deu certo, graças a Deus.

  • Ruan Cabral

    Indo pra Washington, e pela terceira vez ao Estados Unidos, e depois de já ter rodado quase 16 países, como China, Índia, Nepal, Turquia, enfim… fui para o guichê, sozinho, e ao chegar o agente começou a fazer as perguntas básicas e eu respondia normalmente, quando ele olhou todas as páginas do meu passaporte e perguntou se eu falava Hindi, Mandarim, Nepalês e outros idiomas, e eu claro respondi que não, então ele indignado, olhando dentro dos meus olhos perguntou: Então o que você foi fazer lá? Obviamente respondi que de férias, turismo. Aí ele viu que eu já tinha ido três vezes aos EUA e em distintos lugares e me perguntou: E é sua terceira vez aqui? Eu mais uma vez, elucidei o óbvio: Não, com essa vinda de hoje é a quarta. kkkkk E ele queria saber também quanto de dinheiro eu tinha e dos meus cartões, também saquei os cartões Platinum e mostrei a ele, que logo olhou de novo pra mim e disse: Welcome to United States. Have a nive day. Saí feliz e fui encontrar meus amigos que já havia chego em um voo anterior. kkkkk Foi um susto, também achei que ia voltar pra casa, mas deu tudo certo, já fui mais algumas vezes pra lá e não tive problema nenhum mais, Graças a Deus.

  • Mari

    Não gosta dos EUA, sem ter ido ou msm ja tendo ido? Beleza, seu direito, igual o meu de ir.
    O que realmente me incomoda é a pessoa que não gostam de lá, gostam de atacar quem gosta, como se fôssemos fúteis por ir lá.
    Se é pra fazer compras ou ir só pra Disney, qual problema? Então podemos julgar alguém por isso?
    Creio que não..

    Mas cara antes de falar que EUA é so Outlet, Disney e Miami pesquise um pouco. Lá é MUITO mais que isso! Nunca fui em disney e outlet e amei lá!
    Eu piro nos Parque Nacionais ( googla aí pra aprender um pouco), já fui em 2 do Canadá e esse ano pretendo ir no dos EUA e tenho mto orgulho de ir lá, pq eles fazem a jus a uma brasileira sair daqui pra ir la ver mato, animais e cachoeiras, pq la tem infra pra isso.

    Não gosta dos EUA beleza, mas ao falar mal não esquece que a Disney é um pontinho no mapa de lá que é gigante de opções.

    Seja Brasil, exterior etc, cada um viaja pra onde o fizer feliz! Isso que importa, ser feliz e não achar que pq eu não tenho vontade ir em X lugar, quem vai é bobo.
    Que bom que tem gosto pra que todos lugares sejam visitados, pena que nem todos turistas sejam bons turistas.
    Mas…

  • Lucas Gabriel Oliveira

    Em março entrei nos EUA por Miami, fui passar o meu aniversário de 20 anos na Disney, já tinha visitado 9 países antes. O agente apenas perguntou o motivo da viagem e viu minha data de nascimento, brincou que eu estava querendo uma farra longe dos meus pais, por isso iria comemorar sozinho o meu aniversário nos EUA. Me desejou feliz aniversário e não tive mais problemas. Não questionaram sobre dinheiro, na verdade nem sei qual seria a reação deles ao saber que não utilizo cartão de crédito. Sempre levo em cash. Na turquia um agente comeu uma baklava para garantir que não tinha nenhuma droga no meio, imagino eu. A pior situação ocorreu em uma viagem de trabalho para o Paraguai. Ganhei um estojo de uma empresa e havia um estilete, no raio-x detectaram e retiraram o objeto. Após passar na imigração uma agente com a cara fechada e seria me pediu que a acompanhasse, fui levado para uma mesa ao lado onde pediram para abrir a mochila. O inspetor me fez algumas perguntas e notou o meu nervosismo, questionou se estava nervoso e disse que não. Expliquei que trabalho em uma empresa que tem uma unidade aqui e tudo mais e fui liberado. Ou seja, vi um comentário de alguém que disse que só no Paraguai entra todo mundo, na verdade as coisas não são bem assim e eles estão de olhos abertos para situações suspeitas.
    Concluindo, acredito que independente da quantidade de viagens que já tenhamos realizado, imigração de aeroporto é algo sempre tenso.

  • Meu Deus!… Agora bateu um medinho! rsr Vou com meu noivo (pretendo) para Miami e orlando e, (se tudo (R$) correr bem), também vamos a NYC. Nunca fomos, e eu não tenho cartão de crédito internacional, apenas o meu noivo, que na data da viagem será meu marido. Será que isso será um empecilho?!

  • Raquel

    Pessoal, será que alguém consegue me dar uma luz? Já estive nos EUA uma vez no ano passado em Orlando com meu marido.. tudo bem tranquilo na imigração. Não chegaram nem a perguntar quanto dinheiro tinhamos…. Esse ano vamos para NY em Setembro. Porém, esse ano meu passaporte venceu e tive que fazer um novo. O meu visto está no passaporte vencido, com meu nome de solteira. O meu passaporte novo está com meu nome de casada, diferente do nome do visto.
    No consulado, me informaram que preciso só de uma tradução juramentada da certidão de casamento e que não terei problemas na entrada dos EUA. Alguém já passou por uma situação assim?

  • Vanessa Tavares

    Na imigração americana aconteceu comigo uma situação delicada. Era a minha terceira vez nos EUA, eu e a minha amiga estávamos na fila enorme da imigração de Miami (faríamos apenas a conexão lá para depois seguir para NYC) depois de quase 1h na fila, chegou a nossa vez e eu fui primeiro, passaporte checado, mesmas perguntas, depois minha amiga foi e tudo certo! Passaporte carimbado, recebemos um “boa viagem” do policial da imigração e aí enquanto respirávamos aliviada seguindo até a escada…uma pessoa puxa meu braço e diz “por favor, me ajuda?”. GELEI !!! Claro que vários funcionários da imigração olharam pra mim e para a moça (que estava me pedindo ajuda) tentando entender o que estava se passando. Ela estava acompanhada do namorado e estava com dificuldades para entender o que o policial perguntava. Cheguei perto dele e disse que ela tinha me pedido ajuda para traduzir.

    Enquanto isso a minha amiga estava do meu lado e ele perguntou “vc está viajando com quem?” eu disse que com a minha amiga e ele perguntou se eu conhecia a moça que segurou meu braço (a que ele estava entrevistando) e eu disse simpaticamente que não conhecia ela, mas que ela me chamou para tentar traduzir as informações dele. Aí ele pediu para a minha amiga seguir em frente e pediu o meu passaporte (momento de TENSÃO). Eu entreguei meu passaporte que já estava carimbado e ele começou a fazer as perguntas e eu tentava traduzir para ela, ele disse q não precisava que eu traduzisse de volta pra ele porque ele estava entendendo. Ele pediu para eu perguntar a eles qual a cidade que estavam indo, quantos dias ficariam, quanto dinheiro estavam levando e qual o motivo da viagem. Depois da tradução feita e do casal me responder tudo direitinho, o cara da imigração me dispensou e entregou meu o passaporte (UFA!).

    Eu sai andando com as pernas bambas até a escada rolante, não sei como eu não cai rolando rsss. Lógico que o que deve ter ajudado foi o fato de eu ter ficado calma e feito exatamente as mesmas perguntas que ele me fez ao casal com coerência. Lá embaixo encontrei a minha amiga que já estava com as nossas malas e quando olhei pra tras o casal “da tradução” estava lá e veio me agradecer, nós conversamos um pouco, rimos para descontrair e cada um seguiu viagem.

    Bom, acho que fica a DICA aí que pedir ajuda assim aleatoriamente no meio da Imigração pode ser bastante perigoso, todos nós poderíamos ter voltado pro Brasil no primeiro voo se eles realmentente achassem estranho a situação ou disconfiassem de algo. Mas ainda bem que no final tudo deu certo e eu finalmente respirei aliviada! : )

  • CAMILA

    Não é só nos EUA não. Em 2009 fiz um mochilão pela America da Sul. Na ocasião estava em Buenos Aires com rumo ao Chile, de onibus. No entanto na noite anterior eu fui a uma boate chamada VODOO, nome estranho, gente estranha e situações estranhas… Lá tinha alem de gente estranha muita gente fumando maconha e ai comecou o meu problema… Apesar de ter ficado pouco tempo, incrivelmente minha ropupa ficou impreguinada com o cheiro. Pois bem pela manha, pegue o onibus e deixei a roupa que tinha usado na mala. Ao passar 22 horas depois pela fronteira do Chile, na revista ao abrirem o bagageiro os cachorros comecaram a latir, latir loucamente. Pediram pro onibus todo descer, e todos foram revistados individualmente. Pois bem, apos isso perguntaram de quem era uma mala azul grosseiramente e eu pequena e ja nervosa disse que era minha. Digo sim que não se pode aceitar excessos. O policial pediu para abrir a minha mala e os deu varias roupas para o cachorros cheirarem e ai que ele nao paravam por nada de latir, ele tirou TODAS as minhas roupas da mala, e abriu ate as minhas caixas de perfume, ate que finalmente conseguiu achar a minha maldita blusa verde, e o cachorro quase devorou a roupa. Apos com as minhas roupas no chao, um verdadeira zona e o onibus todo esperando..Nessa altura todos me fuzilando com o olhos, frio, neve, e ja tinham se passado umas duas horas..Fui levada pra uma sala, interrogada por mais duas horas. Ate pro consulado brasileiro ligaram, porque apesar de ser livre o nosso acesso, nao sao tao bobos na nossa entrada.. acredito que nao gostem tanto de brasileiros assim..enfim, apos as 4 horas totais juntaram tudo de maneira super desorganizada e nos deixaram ir embora..Coisa de louco. Mas digo que meu mochilão foi inesquecivel..
    valeu!

  • Passei por isso na espanha em 2007. Naquela época muita gente era mandada de volta…e foi praticamente igual ao seu relato…
    Quando mostrei meu cartão a conversa mudou.

    Belo relato…

    Abs

  • Julio Suplicy

    Eu viajo toda semana para Florida, já fui para a salinha em Miami, sempre responda com cautela, tenha todos comprovantes de reservas em mãos, dinheiro suficiente para a estadia. E não tema a imigração, eles estão fazendo o trabalho deles.

  • Sergio

    Eu viajo com alguma frequência ao exterior e quase sempre tenho problemas na imigração. Minha mãe dizia que eu tinha cara de árabe. Creio mesmo é que tenha algum homônimo ou, quem sabe, vara suspeita mesmo. Nunca tive problema para tirar vistos, mas vez por outra sou parado e levado prum cantinho (a salinha). Minha pior experiência foi entrar por Montreal no Canadá: fui interrogado por quase 40 minutos quando foram respondidas 4 ou 5 perguntas que se repetiam. Detalhe: vinha de Nova York, para onde retornaria em 5 dias. De repente, sem mais nem porque, me liberaram com autorização de ficar por 6 meses!?
    Ano passado, entretanto, pisei na bola ao entrar nos EUA: como da vez anterior o cara da imigração tinha ficado cabreiro quando eu disse a quantidade de dólares que levava (pouco, para uma familia de4 pessoas) e eu tive que mostrar que estava com hoteis, carro, atividades todas pagas com antecedência e que tinha cartões de crédito que me permitiriam passar os 10 dias sem problemas, ano passado ao ser inquirido sobre quanto dinheiro eu estava levando (em dolares e reais) eu respondi: mais ou menos dez mil dolares. Ele me perguntou: – mais ou menos. Respondi que possivelmente um pouco mais. Pronto. Lá fui eu para outra fila. Eu sabia que não podia entrar sem declarar com mais de dez mil, mas achava que era por pessoa, não por família. Resultado: tive que mostrar que não tinha dez mil dolares. #ficaadica

  • JPM

    Algumas pessoas, após lerem os comentários aqui, ficaram com a impressão que os EUA perseguem os brasileiros, e que então não devem ir para lá. Não é bem assim. Praticamente todos os países têm controles de imigração, que de vez em quando dão uma apertada maior.
    Estou na Europa neste momento, aproveitando a promoção da Singapore Airline (que vôo aqui no site). Ontem, ao chegar em Barcelona, fiscais da imigração resolveram ficar NO FINGER! (para quem não sabe, é aquela “ponte” que leva ao avião). Todo mundo querendo desembarcar, e já encarando a maior fila ainda no finger, enquanto eles (2 funcionários) chamavam um a um, fazendo as perguntas clássicas e, no caso de alguns, mandando apresentar recibos de passagem, etc…
    Só que eles não carimbavam o passaporte. Tínhamos que encarar outra fila depois, passar pelos guichês, responder perguntas e, aí sim, ter o passaporte carimbado
    No meu caso, o primeiro só perguntou quantos dias, o motivo e a minha profissão. O segundo ficou olhando as folhas do passaporte com o visto e os carimbos dos EUA. Vários passageiros foram retidos, mas não sei o desenlace da situação deles.

  • Joseph

    Fui 3 vezes para os EUA, na última cheguei lá sozinho, minha esposa chegaria logo depois, então fui barrado no aeroporto de Los Angeles, já havia passado pela imigração, mas bem na saída do aeroporto fui chamado por um dos agentes, várias perguntas e checagem de mala, os mesmos foram sempre muito cordiais, fui liberado sem problemas, mas concordo quando dizem que a experiência é stress puro e concentrado.

    Pessoal, uma dúvida, mudei meu nome em 2012, uma vez que adicionei o nome do meu pai nos meus documentos. Eu já possuia visto válido por 10 anos para os EUA. meu novo passaporte ficou com o nome atual, ou seja, com o último nome diferente do passaporte e visto anterior, achei melhor renovar o visto, para que tanto o passaporte e visto ficassem com o nome correto, a dúvida é: preciso levar os 2 passaportes na próxima viagem? uma vez que os carimbos de visita das últimas estão no passaporte antigo! Tenho pensado em deixar, chegar lá com esses 2 passaportes, com o último nome diferente, pois até explicar isso vai ser complicado.

    • Monique Renne

      Você pode levar um comprovante da troca de nomes com tradução oficial.

  • Rinaldo

    Estive nos Estados Unidos a duas semanas atrás e, apesar de ter ido para lá muitas vezes tive meu primeiro problema na imigração de Miami que penso valer a pena compartilhar com vocês. Estava indo para Orlando com minha família e paramos primeiro em Miami para ficar uns quatro dias e depois seguir para Orlando. Ao passar na imigração foi tudo como sempre, perguntaram o motivo da viagem, endereço nos Estados Unidos onde íamos ficar, etc. Então o agente fez a última pergunta: quanto dinheiro estão trazendo? Bem, como o limite são 10,000 dólares, levei comigo exatamente esta quantia, pois iríamos pagar hotel e aluguel de carro, os quais queria pagar em dinheiro para não ter de pagar o IOF para a Dilma. Daí então ele me perguntou: o senhor têm alguns reais com o senhor? Daí tinha cerca de 150 reais no bolso que usaria para quando retornasse ao Brasil e disse que sim, e mostrei os reais para o agente. Então ele respondeu: Não é necessário me mostrar os reais. O senhor não leu o formulário ao preencher, não viu que acima de 10,000 dólares é necessário declarar? Então respondi: Mas eu tenho 10,000 dólares contados! Nada mais! Ele respondeu: O senhor está enganado! Vocês têm mais de 10,000 dólares pois estão com os reais. A lei americana diz que qualquer tipo de moeda conta como entrada nos EUA. Droga, havia deparado com o fiel defensor da lei americana! Respeito muito as leis, mas estava óbvio que não havia agido com má intenção! Então ele disse: desta vez o senhor receberá um aviso (warning) mas da próxima pode ir preso se trouxer um centavo a mais e não declarar. Pensei comigo: ele está certo, se quisesse poderia ter me mandado pro xilindró e eu sem nenhuma intenção de fazer nada errado. Portanto tomem muito cuidado pois, como dizem, o diabo vive nos detalhes.

  • WIlly Faria

    Fui pra Las vegas os ultimos 3 anos, 2011 e 2012 em uma convenção da empresa que trabalhava, a primeira entrando por Atlanta e pude constatar que são mais rigidos mesmo, na segunda por Miami. As duas primeiras entradas foram tranquilas pq estava em um grupo grande da empresa então foi fácil. Ano passado nas férias voltei a Las vegas entrando por Miami novamente, dessa vez o agente me fez várias perguntas, onde ia ficar, o que ia fazer lá…etc. Respondi que ia jogar poker e participar da word series of poker, ele perguntou quanto dinheiro estava levando e respondi 7.000 dolares, Ele ficou desconfiado e perguntou como eu ficaria 12 dias lá, jogarias a wsop com apenas 7 mil dolares, Respondi que ainda portava 2 cartões de credito e ele me liberou me desejando boa sorte nos torneios.

  • Boa tarde, tenho uma grande duvida. Eu vou levar cartão de débito pré pago e cartão internacional. Mesmo assim devo levar em especie? Quanto mais ou menos? Obrigada!!!!!!!!

    • Monique Renne

      Não há uma regra, nem obrigatoriedade, quanto aos valores em espécie que você deve levar. Vale o seu bom senso, já que os cartões poderiam estar todos bloqueados e sem crédito…

  • Olindo

    A minha mulher foi para a tal salinha, respondemos as perguntas , e fomos liberados, eu perguntei ao guarda, afinal qual era o motivo de ela estar ali naquela salinha, pois no ano anterior estivemos em Orlando e Miami, ele explicou que era pela leitura facial da minha mulher, entre sua face e a foto, havia algumas dúvidas. Mas foram muito educados, e nos liberaram logo.

  • Carla Damasceno

    Bom, eu também estou com uma certa dúvida, e espero que você possa me ajudar com.
    Eu falo inglês muito bem, estudo Comércio Exterior, e já estive duas vezes no US.

    Primeira vez na Califórnia, fiquei de outubro á dezembro, e depois final de fevereiro fui pra Carolina do Sul, e passei duas semanas.

    Agora estou com passagem para 23 de Junho á 18 de agosto. Semestre terminou mais cedo devido os jogos da Copa do Mundo, e retorna somente dia 20/8.
    Então, meu namorado é Americano, mora em Oregon (que é pra onde vou no próximo mês).

    PS. Ele vai arcar com todos os custos da minha viagem, e vou ficar na casa dele, claro!

    Nunca tive nenhum problema com imigração, eles somente fizeram aquelas perguntas básicas (onde vai ficar, que veio fazer aqui, quanto tempo vai ficar, etc.)

    Só, que eu estou um pouco preocupada com essa viagem de agora, devido, o período de tempo que no caso serão 60 dias (o período do verão)… Você acha que isso me trazer algum tipo de problema com a imigração?
    Lembrando que de BSB vou fazer conexão em Atlanta (imigração de lá), e então Portland.

    Agradeceria muito por sua dica!

    Atenciosamente,

    Carla.

  • Nunca fui pra salinha, mas ano passado em Atlanta, quando chegamos na fila, foi solicitado que não apresentássemos o formulário que recebemos no avião, todos jogaram fora e o processo seguiu normalmente até o guichê. Estava com a minha namorada, entramos como família, não sei se por causa do passaporte europeu dela, o tempo de permanência carimbado no passaporte dela foi menor que o meu. Mas enfim deu tudo certo e se tudo der certo, esse ano estaremos de volta.

  • thayscardozo

    Coincidência ou não, já vi muitas pessoas que nunca tiveram nenhum problema na imigração terem problemas em Atlanta.

  • Guilherme

    Bom dia, estou viajando para os estados unidos pela primeira vez em julho com a minha namorada, que já foi algumas vezes. Minha dúvida é se eu é ela poderemos ir juntos ao guichê na imigração ou se apenas os que comprovam grau de parentesco podem fazer isso!
    Valeu

    • Monique Renne

      Teoricamente apenas familiares ou casais casados no papel podem ir juntos, porém vocês podem perguntar para o agente que direciona aos guichês sobre a possibilidade de vocês irem juntos.

  • Augusto

    Detalhe importante: se o visto é de turista, nunca se pode declarar tratar-se de uma viagem a trabalho pois, para esta opção, necessário ter visto de trabalho.

    • Monique Renne

      Oi Augusto, o meu visto vale para os dois, porém eu estava a turismo.

  • Hoje em dia todo mundo sabe da burocracia dos USA, acho que temos que levar na esportiva com a Monique fez, não ficar com raiva e achar que eles são arrogantes por controlar as entradas, eu pessoalmente não gosto da posição política dos USA no mundo hoje, porém não jogo pedra como destino turístico, é um país lindo e merece sim ser visitado, porém se você não tem saco pra toda essa burocracia (como eu) exitem muitos destinos no resto do mundo que não precisa de visto, a Europa é linda e riquíssima culturalmente, a experiência de entrar em contato com culturas tão interessantes é inesquecível, tenho uma dica pra quem não gosta de passar por esse "transtorno" da imigração americana, NÃO VÁ PROS USA, ou vai e corra o risco de passar e se divertir muito, ou não.

  • Lais

    Em agosto do ano passado fui para os EUA pela primeira vez. Ao chegar na imigração, em Detroit, também me mandaram para a temida salinha, afinal, estava sozinha e tinha 20 anos. Como meu inglês era muito básico, eles conseguiram um intérprete que traduzia tudo o que eu falava pelo telefone. O "policial" que ficava me fazendo as perguntas era muito, muito mal educado. Ligaram para a casa dos meus amigos onde eu iria me hospedar, ligaram para o meu namorado aqui no Brasil para confirmar que eu tinha mesmo um relacionamento com ele. Reviraram todas as minhas coisas, roupas, computador, celular, TUDO o que estava comigo. No total foram 2 horas respondendo diversas perguntas, perdi as minhas duas outras conexões ( estava indo para Iowa), e no final, carimbaram meu passaporte e o policial disse: olha, isso tudo que eu fiz, foi só para comprovar que não era tráfico de mulheres. Sai da sala muito mal, mas durante o tempo que fiquei ali não me demonstrei nervosa, respondia tudo tranqüilamente. Enfim, voltaria para os EUA sem problemas, porque tirando a imigração, eu passei momentos maravilhosos ali e fui acolhida muito bem por todos.

  • Fred

    Quero essa dica de "como conseguir um apartamento tão barato na Central Park West".
    Desde já, agradeço.

    • Monique Renne

      Airbnb 😉 Foi ótimo!

  • Monique Chang

    Isso aconteceu comigo este ano quando ia de bahamas para miami. Sempre vou aos EUA e nunca tive problemas, mas desta vez foi diferente. Antes mesmo de passar pela imigração (que fica na saída de Bahamas) fui selecionada para uma revista mais intima (ao invés de você passar no detector, uma policial vem te revistar na "mãozada" mesmo). Não entendi muii bem como selecionam, acho que é algo aleatório e tem a ver com a passagem, pq a ninha rstava marcada. Estava tudo ok. Estava com meu namorado e os pais dele. Fui direcionada a ou guichê por não ser da família. Depois me levaram pra tal salinha e foram os piores minutos da minha vida. Você fica muito intimidado e é um pouco difícil manter a calma. Ao fim das perguntas apareceram com umas malas e perguntaram se eram minhas. Respondi que uma era e a outra era da minha sogra. O policial ficou espantado e perguntou se eu viajava com a minha família, se eu era casada. Eu disse que não, que quando disse sogra me referia a mãe do meu namorado. Então ele me disse que, no caso, era sempre pra me referir a eles como amigos e enfatizou: AMIGOS! Sinceramente, não entendi mas também não questionei. No fim me liberaram e pude seguir viagem.

  • kleber

    já tive problemas em londres, uma amiga mora lá e é casada com um londrino, então fui para ficar na casa deles, eles me deram uma carta convite com endereço etc.
    o agente foi super grosso e me fez dezenas de perguntas, no final queria saber o que eu conhecia de londres, no nervosismo só conseguia lembrar dos pontos mais turisticos: london eye, big ben etc. ele não se conformava como uma pessoa ia para outro pais sem saber tds os principais lugares… no fim deu td certo, principalmente, qdo fiquei irritado e perguntei qual era o problema em tirar férias e ir visitar uma amiga

  • Indira

    Platinum, eu também só tenho o Visa. Meu amex é um simples Green… Hahahaha. Mas nunca fui barrada nos EUA, graças a Deus… e também não sabia dessa fama do cartão. Adorei saber disso, muito engraçado! Eu prefiro levar o dinheiro em espécie, assim eu controlo melhor meus gastos: acabou o dinheiro na mão, acabou a brincadeira de compras! Hehehe.
    Na última viagem a Vegas (entrando por Vegas mesmo), agora na semana santa (aliás, peguei váaaaarias dicas dessa sua viagem Monique! Hakkasan DEMAIS! Farra obrigatória em Vegas), eu fui mais questionada após pegar as malas do que na própria imigração.
    O carinha perguntou milhões de coisas, se eu tinha "dinheiro brasileiro" e quanto era. Eu respondi que sim, o equivalente a menos de 50 dólares. Se eu tinha comida, eu falei que chocolates e balas. O que eu estava fazendo em Vegas, respondi férias. Quantos dias, respondi apenas 5. E quanto em dólares eu estava trazendo, respondi 6 mil…. e ele deu um pulo! "6 mil em 5 dias???, ele disse chocado." Eu, calmamente: sim, é Vegas! Ele riu e disse "divirta-se!"

  • A primeira vez que fui aos EUA com meu namorado ele foi parado, na ocasião em Miami. No momento da imigração passamos normalmente. Porém, mais a frente, depois de pegar as malas, um senhor estava pedindo o passaporte e pediu que eu saísse e ele fosse para uma sala. Tiraram absolutamente TUDO da mala dele e perguntaram por que ele falava inglês tão bem, o que fazia, quanto tinha etc. No final, um agente alertou o agente que estava fazendo essas perguntas, pois ele era novato, e disse que ele não precisava fazer tanta pergunta rs Ou seja, meu namorado foi cobaia do treinamento do tal agente. Sei que ele queria mostrar o dinheiro e tudo, mas falaram que não precisava. É um susto e tanto… Da segunda vez que fomos a Orlando, só perguntaram se tínhamos comida, MAIS NADA!!!!

  • Luana

    Uma dúvida: iremos em 3 pessoas à MIA em setembro ficar 6 noites a passeio e compras, eu e meu marido iremos em um vôo e o amigo em um vôo pouco mais cedo. Ele está temeroso em passar pela imigração sozinho, já que não falamos nada de inglês e ele entrará sozinho. Há alguma orientação, dica???
    Aconselham que levemos mais roupas ( apesar de que queremos comprar lá) pra que não impliquem em entrarmos com uma ou duas malas e poucas roupas?

  • Marianna

    Muito legal a matéria!

    Graças a Deus não tive problemas com a Imigração em nenhuma das vezes que fui aos EUA, mas aquele friozinho bate toda vez que a gente chega lá!

    Tive porém problemas na imigração da Suíça ano passado ao sair de Zurique!
    Mas no meu caso eu entendi completamente o por que fui parar na temida salinha!!

    Ano passado eu estava trabalhando num navio de cruzeiros na Europa, meu contrato terminou qdo eu estava em Roma, e ao invés de voltar para o Brasil decidi visitar alguns amigos na Suíça. Como fui levada até o aeroporto de Roma, a única coisa que precisei fazer foi comprar uma passagem para Zurique, mostrei normalmente meu passaporte e não tive problema algum. Porém por ser um vôo dentro da Europa meu passaporte não foi carimbado, e detalhe importante, qdo embarquei no barco ainda estávamos no Brasil… férias terminadas hr de voltar pro Brasil, e qdo fui para a imigração começaram os problemas. A agente queria saber o motivo de eu não ter um carimbo de entrada na Europa no meu passaporte… expliquei toda a situação, e graças a Deus eu tinha em mãos TODOS os meus documentos do barco, inclusive contratos e afins…. fiquei uns 20min conversando com a pessoa, e msm depois de explicar td ela chamou um outro agente que me encaminhou "pra salinha"… imagina meu desespero, pleno lugar onde se fala alemão, sem carimbo, poxa só queria voltar pra casa!!!! E ele fez as msms perguntas, e eu dei as msms respostas, e no final ele chegou a conclusão que a culpa era dos italianos que não carimbaram meu passaporte, segundo ele "os italianos são todos folgados msm, ok pode ir!" GRAÇAS A DEUS!!! Mas pra quem sabe, o aeroporto de Zurique é ENORME, e até sair da salinha, pegar o trem e chegar no balcão de embarque já era tarde demais, PERDI O VÔO!!! ¬¬' Bom sem ter o que fazer e nenhum vôo que eu pudesse pegar, o jeito foi voltar pra casa do meu amigo e pegar outro vôo no dia seguinte….. fiquei conhecida no aeroporto e o povo falava "ah vc é a menina q perdeu o vôo" toda vez q eu pedia informação ahuahuahauhauahu é, depois da raiva achei hilário ahuahauhauahu dia seguinte lá fui eu, e dessa vez sem problemas na imigração, ainda beem!!!

  • Gustavo

    Já estive 6X nos Estados Unidos a turismo, sendo que a última foi há uma semana atrás, em San Francisco…Graças a Deus nunca tive problemas com a imigração e sempre viajo sozinho. Confesso que todas as vezes rola um “friozinho na barriga” e o medo gigante de ser levado para a sala e ser mandado de volta ao Brasil. Já aconteceu de o agente me dar dicas de Vegas quando fui para lá e até de ser atendido por uma brasileira (muito simpática e solícita) na imigração de Los Angeles (Ela só fez duas perguntas em Português e me liberou). Nesta última, em Houston, pois era conexão antes de chegar em San Francisco, o agente fez apenas 3 perguntas (qual o motivo da viagem, quanto tem de dinheiro e quantos dias ia ficar nos EUA e pronto). Uma pena a Monique ter sido barrada, mas ainda bem que deu tudo certo no final…

  • MATEUS

    Alguém poderia me ajudar, eu vou em julho para Orlando com a minha prima só que eu sou de menor ainda(tenho 17 anos) e gostaria de saber se tem que ter algum documento específico?

  • Giorgio Torres

    "Tenha sempre uma quantia em dinheiro."

    Gostaria de saber mais ou menos quanto é essa quantia? O que é pouco e o que pode ser considarado muito? Isso varia de estado para estado para onde você está indo? (acredito que Nova Yorque e Califórnia sejam os mais caros).
    Todos nós sabemos que dinheiro em espécie é mais problemático que cartão de crédito, pela facilidade de perda ou roubo.

    Alguém sabe me responder?

    • Gustavo

      Olá Giorgio…
      Eu geralmente costumo reservar 100 dólares em dinheiro vivo por dia de estadia. Nesta vez em que fiquei 10 dias nos EUA (San Francisco e Chicago) estava com 1000 dólares em dinheiro + 1 cartão de débito + 2 cartões de crédito… Mas isso não é uma regra… !! Espero ter ajudado!!

  • Luciana

    Tirei meu primeiro visto em 2000, mas por conta do doutorado, só consegui viajar em 2007. Fui sozinha a Washington via Atlanta para visitar minha comadre querida que mora lá! Ao chegar na imigração, apresentei meus dois passaportes o antigo já vencido com o visto e o novo. Na hora que o agente olhou meus passaportes, foi logo disparando a pergunta: "porque você tirou o visto em 2000 e só viajou em 2006?". O que mais me espantou foi o tom raivoso/acusatório que ele usou. Como não tinha nada a esconder e meu inglês é bom, expliquei a história da infância da vida para ele: disse que tenho uma comadre que mora em WSH mas que na época morava em Illinois, e que iria passar o Natal com ela em 2000, mas como tinha entrado no doutorado naquele ano não pude viajar. Falei que tinha acabado o curso em 2006 e que naquele momento é que pude viajar. Depois da minha longa e calma explicação, o agente me perguntou se eu tinha passagem de volta e eu disse que sim, e perguntei se ele queria ver. Foi engraçado porque ele logo disse que não precisava, devia estar com medo que eu falasse mais um pouquinho. Depois de dar o carimbo e me desejar um bom dia, fui saindo do guiche quando ele me perguntou qual era o tema da minha tese! Sei que era para confirmar se a história que eu tinha contado realmente tinha fundamento, mas meus olhinhos brilharam com a pergunta! Voltei e dei uma longa explicação bem contextualizada do tema da minha tese, e ao final o agente estava de boca aberta e disse apenas: "Uau!". Saí de lá rindo muito!
    Tirei algumas conclusões do episódio:
    1- saber falar bem inglês foi fundamental para poder me explicar e ser entendida.
    2- é importante NUNCA mentir pois eles possuem técnicas de verificar a verdade, você acaba falando alguma coisa sem pensar pois eles te confrontam.
    3- a forma como os agentes perguntam muitas vezes é para ver a sua reação, que é mais importante do que qualquer coisa que você tenha a dizer. Como eu fiquei calma, e falei calmamente toda a minha explicação, não tive problemas.

  • Lucia Helena Azevedo

    Tive um problema sério nos USA a 10 anos atras, fui pega por algumas horas por me acusarem de tentar pegar um relógio em uma loja, paguei a fiança e sai, mas não lembro se teria de ir a algum julgamento, enquanto isso voltei ao Brasil e tirei meu visto novamente, a questão é mesmo com meu visto posso dar entrada nos USA sem problema?

    • Lucia, ter o visto não significa que você vá entrar sem problema. Isso vale para todos os turistas. Qualquer um pode ter a entrada negada nos EUA, mesmo tendo visto.

  • Laryssa

    Eu e meu pai vamos para Orlando com conexão em Atlanta, dia 15/06. Eu vou voltar pro Brasil no dia 30/06 por causa da minha escola mas meu pai pega um voo pra Boston no dia da minha volta. Ele vai passar uma semana là. Ou seja, ele fica 22 dias e eu 15. Quantos dias devemos falar da estadia, na hora da imigração e do formulário? Alguem tem alguma dica?

  • Fui a Nova York em maio e o funcionário da imigração só disse "Buenos", pegou as digitais e "bye". Só isso! E olha q fiquei com aquele papelzinho do I-94 na mão em 2011 pq não sabia onde entregava e voltei com ele pro Brasil.

  • daniel

    Olá, tenho uma duvida, meu cartão internacional não vai ficar pronto antes da viagem, posso ir com o do meu pai? na imigração devo mostrar ele?

    • Daniel, você só deve mostrar qualquer coisa se te pedirem. Nos EUA podem exigir o seu documento de identidade para usar o cartão, por isso, não aconselho que você tente usar o cartão de outra pessoa, muito menos usá-lo como prova de que está levando dinheiro, já que o cartão nem é seu…

  • Fabiana

    Estarei indo para o Canadá , lutar o campeonato pan americano de Wrestling , porém faço conexão nos Estados Unidos , e não tenho visto , é obrigatório o visto de transito ?? Porque viajo no dia 25/06 e acho q nao da tempo de tirar o visto . Meu passaporte tem diversos carimbos , pois viajo pelo mundo todo , so nao tem dos Estados unidos , será q se eu for mesmo sem visto, eles me mandam de volta ???

    • Oi Fabiana, sem o visto você não vai sequer embarcar! Procure o consulado e tente um visto em prazo emergencial ou terá que comprar outra passagem com uma companhia que não faça conexão nos Estados Unidos, como Air Canada, Aeroméxico ou Copa Airlines.

      • Fabiana

        Denis , Mesmo tendo visto do Canada , não posso embarcar???

        • Se o voo fizer conexão nos EUA não!

          • Fabiana

            e tem como conseguir o visto ate quarta feira??

          • Hmm Acho bem difícil. Melhor ver outra passagem mesmo!

          • Fabiana

            todas passagens tanto a mais barata quanto a mais cara tem conexão nos eua =/

          • Fabiana

            Ja agendei a entrevista para terca feira e ja paguei a taxa .. me falaram que é possivel con seguir o visto

          • Que ótimo! Boa sorte!

  • andrew

    Porque a imigraçao brasileira nao da o mesmo tratamento a eles leva para uma salinha, manda assinar um monte de papelada e fazer um monte de perguntas idiotas tambem, para eles sentirem na pele o constragimento que passamos para visitar o amada patria deles.
    cerga de cem mil americanos entra no brasil por mes muitos deles a trabalho , digo trabalhadores de alguma multinacional americana ou do setor de imprensa . fazer oque fizeram como fizeram com os espanhois. e nao ve alguem diser que eles fazem isso com todo mundo im glusive ingleses.pessoas de paises de primeiro mundo nao passam por isso na imigraçao americana, iso e so com latinos e asiaticos.

  • Danyela

    Alguem tira minha duvida?? No momento nao estou trabalhando e nem estudando. E vou para Nyc . O que devo falar na imigracao? To morrendo de medo? Alguem sabe diZer, se das outras entradas no pais as informacoes que eu ja dei, eles guardam no sistema?

    • Danyela, mentir nunca é a melhor opção. Até porque eles poderão te fazer a mesma pergunta várias vezes. Por isso deixe claro o motivo da sua viagem. Se for turismo, simplesmente diga isso e não entre em detalhes. Eles conseguem facilmente todas as informações a seu respeito, acredite!

  • Joyce

    Já fui pra França e Espanha e não tive problemas passei em menos de 2 min pela imigração. Agora vou viajar para os EUA sozinha e sou estudante. Estou com os documentos necessários em mãos como: passaporte valido, voucher de hotel, passagem de volta, cartao internacional e dinheiro em especie. Devo me preocupar? Devo levar algum outro documento?

    • Joyce, estes documentos são suficientes. Porém o comportamento da imigração americana é um pouco imprevisível. Esteja preparada para responder tudo o que te perguntarem, sem contradição.

  • Fernanda

    Olá viajo para os EUA dia 11/08 e retorno 16/08 meu passaporte vence em 13/12/2014 vcs acham que terei problemas por isso? Cada pessoa fala uma coisa estou apavorada Pq não consigo mais tirar passaporte a tempo.

    • Fernanda, o site da embaixada americana deixa claro que o visto é válido até o último dia. Para os EUA o visto é mais importante do que o passaporte, mas é claro que o seu passaporte precisa estar na validade também. No caso da Europa há uma exigência diferente, o passaporte deve estar válido por mais seis meses a partir da data de entrada no país.

  • Ricardo

    Vi todo tipo de comentário. Dos mais sensatos e corretos aos mais toscos.
    Fui aos EUA, com minha esposa e filha de 9 anos, para Miami e principalmente Orlando.
    Eu e ela temos empregos, e minha filha (obviamente) estuda. Nada demais. Perguntas normais por conta da alta necessidade de proteção. Às vezes pode parecer nóia deles, mas para quem vive de possíveis ameaças de atentados…

    Os EUA é um lugar ótimo, e estou me preparando para voltar ano que vem. Quem se sente constrangido (ou "humilhado") vá para outro lugar. Se esse é o jeito deles, respeite-os.

    Muitos são bem educados, outros mais fechados, como em qualquer lugar, inclusive no nosso BraZil. Achei o povo de Buenos Aires, por exemplo, mais fechado que os americanos. Pode ter sido pela besteira de rivalidade no futebol. Só fui lá 2x, por isso só ACHO. Só poderia AFIRMAR que o Argentino é frio com mais idas lá, ou se morasse algum tempo.

    Os EUA é o mais importante país do mundo, por isso tanta gente o odeia.

    Odeia os EUA? Não coma Mc Donald's!

    Odeio é hipocrisia.

  • Jefferson

    Oi!

    Muito útil o site e as dicas me valeram ouro!
    Li atentamente todos os post mas ainda tenho uma pequena dúvida:

    E quando for a situação de houver escalas/conexões e em todo desembarque vai ser necessário passar na imigração? ou somente no primeiro desembarque?

    Ex: Ida pra New York com a escala para Miami, terá que passar pela imigração duas vezes?

    Obrigado.

    • Oi Jefferson! A imigração é apenas na primeira cidade.

  • Anuska Monteiro

    Bons dias!
    Eu apenas näo consigo perceber porque é que eles nos aeroportos americanos se interessam em saber quanto dinheiro a pessoa trás consigo naquele momento. Isso diz respeito aquela pessoa e a mais ninguém. Eu acho muito falta de respeito, e educação alguém te avaliar pelo dinheiro ou cartões multibanco que trazes, e isso ser impedimento a entrares ou não num país. Quando tiras o visto já tens de apresentar um comprovativo em que tens meios para te sustentares nesse mesmo país. Para que essa pergunta num aeroporto? Será para saberem a tua classe social e saberem como te hão de te tratar.?! Que coisa mais sem sentido. Já viajei para varios países e nunca vi tal coisa??!! também sei de um amigo meu que ficou ultra zangado quando foi para os EUA e a quantidade de dinheiro que trazia na hora é que decidiu se ele entrava ou näo no país. Ainda bem que näo tenho qualquer intenção de ir para os EUA. Mas aqui alguém sabe o porquê dessa questão sem sentido??!!!

  • José Luis

    A maior parte dos voos para Cidade de México e outras cidades lá fazem escala em algum aeroporto norte americano, por 10 ou mais horas. Precisa-se de visto norte americano para fazer essa escala, trocar de avião e continuar viagem? Um velho amigo brasileiro pretende tirar férias em Jalisco e amigos tem preocupado ele com o fato de ter que passar por USA, devido que os brasileiros (igual que outros latino americanos) parecem não ser muito bem vindos lá.
    Se alguém sabe a resposta, por favor, me ajudem, enviando-a também para o meu e-mail
    Agradeço desde já.

    • Toda conexão nos Estados Unidos exige visto, mesmo que nem desça do avião

  • Carolinne

    Olá, Monique!
    Estou planejando uma viagem onde iria primeiro com meus 2 filhos pequenos, ficar na casa do meu tio, que mora legalmente lá, e meu marido iria uma semana depois. Fico com receio da nossa entrada pois estaríamos separados. Especialmente ele, por estar sozinho. Ele é médico, as crianças são matriculadas na escola, temos cartão platinuum… Tem mais alguma dica?

    • Carolinne, não vejo problema em vocês entrarem sozinhos. Basta dizer a verdade 🙂 A dica é manter a calma e nunca mentir!

  • Bernardo

    Obrigado pelas dicas!

    Eu tenho apenas uma duvida, posso passar na imigração junto com a minha namorada mesmo nós não sendo casados?

    • Bernardo, recebemos alguns relatos de gente que entrou na fila com o namorado, porém a orientação oficial é que só pode ir para a mesma fila família ou casais legalmente casados.

  • Camila

    Meus pais vao para os EuA pela segunda vez, só que dessa vez vao ficar na Casa de amigos que Sao cidadao americano. Nao fizeram nenhuma reserva em hotel , e vao ficar 30 Dias na Casa desses amigos em BOston! Minha pergunta é : Eles teriam algum problema? Podem dizer a verdade?! Obrigada

    • Camila, dizer a verdade é sempre o melhor. Peça aos amigos dos seus pais que enviem para eles uma "carta convite" dizendo que eles receberão os seus pais, com endereço e motivo da viagem. Não há problema em ficar na casa de alguém.

  • Marcel Campos

    É chato todo esse controle, mas é por isso que eles são os EUA, senão seriam uma mais um Paraguai, Bolívia … Não é a toa que eles atraem milhões de pessoas todo ano…já o Brasil, imenso, lindo e sem controle nenhum, não atrai nem uma fração do mundo pra gastar sua grana por aqui. Reclamam que eles são grosseiros, mal educados, eu só percebi certa frieza, educado e pronto. No aeroporto de Miami, me senti em casa, o pessoal super educado, dos lojistas aos seguranças, um segurança até ficou ‘zuando’ conosco, pois estávamos perdidos nos corredores (ele imitou nosso jeito sorrindo e perguntou se queríamos ajuda), depois ele parou a via em frente ao aeroporto para passarmos (fora da faixa de pedestres). PIOR É NO BRASIL, você é desrespeitado a toda hora, pelo povo, pelo estado, pela policia e não tem a quem recorrer. Segurança de aeroporto aqui não existe e se aparece fica com cara de ‘você é traficante’, etc…Prefiro passar pela imigração americana, mostrar todos os meus papeis (se for o caso). No Brasil, só se for um destino isolado, tipo Jalapão, Pantanal. Mas aqui no Brasil não lhe garantem o mínimo, o básico: a segurança física e dos seus pertences. Fui a Floripa porque todos falavam ‘é legal’, só que na chegada erramos a via e caímos dentro de uma favela imensa, tava escurecendo (18:00 hs) …nunca senti tanto medo, não volto ali nunca mais. Em Orlando-FL nos perdemos à noite, só parei em um posto pedi informações e foi só alegria….Só preciso de mais grana para ir pros EUA a cada seis meses, isso sim , me incomoda…. e PARABÉNS PELA MATÉRIA DA MONIQUE RENNE, “MELHORES DESTINOS” SEMPRE NA FRENTE !!!

  • Olá gostaria que me tirassem uma dúvida se possivel. Tenho 31 Anos meu visto completará 3anos em outubro e meu passaporte também. Mas só agora poderei ir aos Estados Unidos. Quero ir para Orlando no final de novembro. Estarei viajando sozinho devo encontrar problemas por isso?? Desde já agradeço a devida atenção.

    • Não vejo nenhum problema, Armando. Ter o visto não te obriga a viajar para os EUA. Você pode viajar em qualquer data enquanto o visto for válido.

  • Carlos A

    Boa noite a todos!
    Gostei muito deste blog.
    Gostaria de saber de alguém que tenha mais experiência pode me ajudar. E estou indo a um casamento de minha sobrinha que mora nos EUA há algum tempo, ambos estão legais no pais; Levarei comigo 10 pares de sandálias para o evento e o restante de minha família e amigos, os demais pares.
    O que devo falar na imigração caso me questionem o que vou fazer lá?
    Muito obrigado.

    • Olá Carlos! A verdade sempre é a melhor opção. Diga que está indo para um casamento (cuidado para não se enrolar e dizer que é o seu casamento) e também a turismo. É sempre melhor dizer o real motivo da viagem, assim, caso você seja questionada mais de uma vez, não entrará em conflito com as respostas anteriores.

  • Pessoal, quando fui fazer meu passaporte na PF me informaram que tinha um homônimo sendo procurado, ok, até ai td bem, fiz meu passaporte normal, fui tirar o visto, e lá me fizeram perguntas do tipo: vc ja teve outro nome? já visitou outros paises? Já foi casada? depois de muita pressão, me concederam o visto, agora meu medo é na imigração, pessoas com esse problema conseguem entrar né? Vou em fev/2015 para Orlando….

    • Monique Renne

      Karina, procure a embaixada, explique o que está acontecendo e tente uma declaração deles de que você é você mesma.

  • João Antonio

    Gente vou terminar meu MBA em dezembro, sou funcionário público e vou sair de férias no começo do ano, quero passar uns 10 dias em Orlando, conhecer o Centro Espacial Kennedy, fazer umas compras, ir na Disney esse tipo de coisa, o problema é que vou sozinho, e nunca sai da América do sul, ou seja meu passaporte não tem nenhum carimbo… será que vou ter problemas com a imigração???

    • Acredito que não

      • João Antonio

        Será ??? pelo que vi aqui no fórum eles são meio chatinhos com pessoas que viajam sozinhas….

  • Elly Bueno

    Atlanta, evitem se puder.
    Em janeiro do ano passado fizemos uma viagem para Aspen, com escala em Atlanta e um segundo voo local saindo de Los Angeles para Aspen. Havia intervalo de uns 40 min. entre a conexão de Atlanta que nos levaria para Los Angeles. Passamos pela imigração e ao pegar a bagagem havia uma agente com um cachorro, muito lindo por sinal. A agente me olhou e já fuzilou com os olhos. Chegou perto e perguntou quanto dinheiro nós tinhamos. Com pressa para pegar outro voo dissemos uns 9 mil dolares. Ela nos mandou para a salinha depois de pegar nosso passaporte e ai começou o inferno. Revistou toda a bagagem e junto com o nosso filho nossa família tinha mais de 12 mil dólares. Depois de nos revistar como bandidos, ameaçar que iria nos deportar ou prender, nos manter em cárcere privado por mais de seis horas, confiscaram todo o nosso dinheiro. Ficamos sem acreditar no que estava acontecendo. Parecia trolagem de programa de TV. A agente ficou bem irritada enquanto revistava nossa bagagem e eu perguntei quanto tempo aquilo iria demorar. Ela, muito rude, disse que estava fazendo o trabalho dela e que teríamos de esperar. Meu marido e eu fomos separados por muitas horas. Eu fiquei muito precocupada pois enquanto passava para uma salinha onde iriam me revistar, vi que ele estava em outra salinha com cara de espanto. Detalhe, ele não fala inglês. Pedi uma tradutora que o ajudou em alguns momentos. Depois de humilhar, me mandar calar a boca, contar o dinheiro mil vezes, nos fotografar, fotografar o dinheiro, registrar o grande feito etc.. , ela falou que o dinheiro por não ter sido declarado seria confiscado e para saber como seria devolvido eu precisava ligar para o número que estava no formulário. Conclusão, perdemos dois voos, uma noite de hotel em Aspen e tivemos de arcar com Hotel em Los Angeles. Alem disso depois de ficar das 6 até quase duas da tarde presos em Atlanta, só conseguimos pegar o voo para Los Angeles às 17h30. Sem dinheiro nenhum, até água na máquina era comprada com cartão de crédito. Depois de 8 meses devolveram o dinheiro e cobraram uma "fine" de 1000 dólares. Para que isso acontecesse tive de preencher uma petição explicando qual a finalidade do dinheiro e por que não declaramos. Juntei bilhetes aéreos, bilhetes do esqui, dos hotéis, do carro alugado, dos shows frequentados na viagem etc… e cópia do holerite meu e do meu marido. Depois disso já voltei umas três vezes e em todas fui para a salinha. Parece que vai ser pra sempre. Tenho a carta da CBP que diz que o dinheiro foi devolvido e que provamos para que seria usado. Lição: Não entro por Atlanta. Odiei a agente que nos maltratou. Grossa, mal educada, mal paga e abusou do poder. Nossos amigos que viajavam conosco também tinham mais do que o declarado e foram atendidos por um outro agente e liberados uma hora depois de chegarem nessa salinha. Trauma, fiquei noites sem dormir, tive lombalgia, depressão, etc… P-A-L-H-A-Ç-A-D-A.

    • Monique Renne

      Elly, é importante lembrar que o limite máximo de dinheiro em espécie para entrar nos EUA é de 10 mil dólares por família. E como vocês disseram um valor abaixo disso, mas tinham mais, dá problema mesmo.

  • Gih

    Ola, estou indo pela primeira vez de ferias pra terra do tio Sam… Tive um pouco de trabalho pra conseguir o visto pq trabalho em navio de cruzeiro. Apesar de ja conhecer varios paises da Europa e achar q isso seria facil pra ter o visto concedido de primeiro, meu visto foi negado na primeira tentativa. Acho q eu etava nervosa, nao sei. Na segunda tentativa eu tive o visto concedido, me explique melhor quanto ao meu trabalho e que queria apenas passar ferias lá antes de embarcar de novo no navio.
    Tudo mto bem, td mto bom agora é a vez do terror na chegada nos EUA.
    Eu tenho 2 amigos americanos que me visita frequentemente no Brasil e agora parte na minha viagem ficarei hospedada nba casa de um deles em Denver.
    Seria importante eu dizer essa verdade que estarei hospedada na casa de um amigo americano ou isso pode fazer com que eles acham q estou imigrando?
    Tenho nome, endereco telefone e como provar que somo amigos.
    O que seria melhor a dizer?

    • Monique Renne

      Gih, o melhor é dizer a verdade e pedir que seus amigos façam uma “carta convite” onde conste todos os contatos deles. Na carta eles podem explicar que vocês são amigo. Não é proibido hospedar-se em casa de amigos.

  • Paulo

    Olá, gostaria de uma ajuda, por favor!

    No final do ano, irei para os EUA e queria saber como devo responder a pergunta sobre minha estadia lá. A questão: eu declarei no formulário e na entrevista que não conhecia ninguém nos EUA e que ficaria em hotel, mas na verdade, eu tenho um amigo americano e ficarei na casa dele. Mantenho a mesma versão do formulário — não conheço ninguém e ficarei em hotel — ou se eu disser que ficarei na casa dele, terei algum problema? Eles têm as informações do meu formulário na hora entrevista?
    Grato desde já.

    • Monique Renne

      Paulo, dizer a verdade é sempre a melhor opção. Se vai ficar na casa de um amigo, conte a história real. Leve uma “carta convite” do seu amigo, avisando que você ficará na cada dele, onde conste o endereço e informações de contato.

  • Danielle

    Estou planejando uma viagem aos EUA em 2015. Pretendo ficar uns 10 dias passeando por lá. Provavelmente vou com meu marido e nós não falamos inglês. Será que isso é problema para a imigração ? Nunca fiz uma viajem internacional e ouvimos muito falar de pessoas que foram barradas. Tenho um certo receio de ter problemas com a imigração por não falar inglês.

    • Monique Renne

      Danielle, não é problema. Eles oferecem interpretes na imigração.

  • Lannusa Castro

    Minha dúvida: é bom ou não dizer que conhece alguém nos EUA? Minha situação é que eu fiz intercâmbio 1994, eu tinha 18 anos. Mas perdi todos os contatos com aquelas pessoas, host family e tals. Quero voltar para fazer um curso de inglês de 1 mês e meio (em 2015. Nunca voltei lá desde de 94). Acho que se o cara perguntar se eu conheço alguém nos EUA, não seria uma resposta muito enrolada dizer que “sim, conheço, mas não pretendo encontrá-los, pois não tenho mais contato”

    • Monique Renne

      Mentir nunca é uma boa, Lannusa. Você nunca pode adivinhar que tipo de informação eles têm sobre você. Por isso, sempre diga a verdade. Porém atenha-se às perguntas. Pessoas que você conheceu há 20 anos não são bem conhecidos se você não mantem contato desde então, né? Pra quem entrar em detalhes? Porém se for ficar na casa deles, diga a verdade.

  • André

    Depois de vir mais de 10 vezes aos Estados Unidos, essa foi a pior imigração que já fiz em todas as viagens. Aconteceu no aeroporto internacional de Miami hoje, dia 1 de outubro de 2014. Eu levava na mochila remédio tarja preta (sem receita) para dormir no avião e, se fosse o caso, usar para regular o fuso-horário; e um outro que um amigo americano me deu chamado “ambien” e que no frasco constava o nome dele. Pronto! Foi o suficiente para eles me ameaçarem dizendo que eu ia para a cadeia e até meu amigo americano porque me deu remédio que é vendido com receita. Que eu ficaria 10 anos sem poder voltar aos Estados Unidos se não dissesse a verdade. Leram meus mensagens e se fixaram em um torpedo que dizia que meu sonho era viver numa área rural de um estado americano perto dos bichos e usaram isso como prova para dizer que eu estava me mudando para a terra deles. Fizeram miséria psicológica comigo! Mantive a calma, mas quando tentavam desqualificar o que eu falava (e que era a mais pura verdade), eu me indignava. Se não bastasse revistar cada canto das minhas malas e mochila, ficaram irritados e irônicos. Leram meus torpedos no celular, viram minhas fotos e me encheram de perguntas. Já encarei várias imigrações sem problemas aqui, mas essa de Miami foi, no mínimo, humilhante, para não dizer desumana. Só fui liberado depois de 30 minutos e, os tais remédios que eles encrencaram, foram devolvidos no final. Sou completamente a favor do controle e do rigor nas imigrações, principalmente em Miami que é considerado um ponto de entrada de drogas nos Estados Unidos, mas tudo dentro dos limites e respeito. Eles afirmarem que eu estava me mudando foi absurdo, porque de todas as vezes que vim nunca fiquei acima do prazo, sempre respeitei e voltei para o Brasil no prazo declarado. Além do mais, se eu quisesse me mudar, já teria ficado feito há muito tempo, e isso eu disse para ele. Talvez seja a hora de olhar para a Europa e gastar dinheiro lá.

  • Rodrigo

    Ja aconteceu comigo na minha unica vez, levei pouca grana em mãos, pensando em gastar no cartão, e fui com um amigo. Foi em LA. Me levaram pra salinha,dai falei com um cara no balcão, e foi até engraçado, me fez as perguntas basicas, de o que ia fazer, quanto tempo, quanto tinha de dinheiro e se estava em grupo, ao que respondi que estava com um amigo, ele perguntou novamente se estava em grupo, e respondi que estava com um amigo, o cara mudou a entonação para o tom tipo: preste atenção e perceba o que quero ouvir… e perguntou novamente se estava em grupo. Falei que sim, ele deu meu passaporte e bora pra dentro

  • Eddie

    ESTADO nazista policial estabigualzinho ale manga de 1938 , morei 8 Anos na America e nao quero nunca Mais vervesse lugarzinho horrendo.

  • Fernanda Rodrigues

    Boa tarde, estarei viajando em breve para miami com minha mãe, meu sobrinho, meu namorado e uma amiga, porém só minha amiga fala inglês e estou muito preocupada com a entrevista na imigração, caso seja solicitado o intérprete tem algum risco de ser negada a entrada? Eu, minha mãe e meu namorado podemos fazer a entrevista juntos? Tô super preocupada.

    • Monique Renne

      Fernanda, o normal é que apenas família possa passar junto. Ou seja, você e sua mãe. Porém tudo depende da boa vontade do agente da imigração. Não há problema em não falar inglês. A imigração oferece intérprete em várias línguas. Quando chega voo do Brasil eles sempre têm um interprete que fala português.

  • fernando

    fui para os estados unidos como turista fiquei 15 dias e voltei para o brasil, vou para lá de novo preciso tirar o visto equanto dura a validade, será que vai conseguiur?

    • Monique Renne

      Fernando, não entendi. Seu visto vai perder a validade? Se sim, você obrigatoriamente deverá tirar outro. Não há problema em tirar o visto com o último ainda válido. Basta explicar que na data da sua viagem ele já terá perdido a validade.

  • Domenico

    Estive em Chicago ano assado participando RSNA foi tudo bem na imigracao estava com esposa e filho o agente foi bem simpático confirmou algumas informações que estavam no formulário tudo não passou 5 minutos

  • Sonia

    Olá, tenho uma duvida, estou com passagem para MuMiami NY, e Bahamas 18/11/14, meu passaporte vence em fevereiro de 2015, visto válido, tenho também passaporte Português, devo fazer o ESTA. ??

    • Monique Renne

      Sonia, se você for usar o visto do passaporte brasileiro não precisa. Se for usar o passaporte português deve fazer os ESTA obrigatoriamente. Depende de qual passaporte você usará. Pecar pelo excesso é sempre melhor.

  • Syllas Santos

    Alguém poderia me disser qual a quantia em dinheiro que me aconselham levar na carteira?

    • Monique Renne

      Syllas, não há uma quantia exata recomendada pela imigração. Você deve usar o bom senso. Não dá pra dizer que vai passar 20 dias nos EUA com apenas 200 dólares, por exemplo. Eu costumo levar em dinheiro 100 dólares para cada dia de viagem, mais o cartão de crédito.

  • Juninho

    Em questão de levar dinheiro.. Eu posso levar esse dinheiro em reais para trocar lá ou eu levo já em dólares? Obrigado.

  • Vinicius

    Eu fui para na temida “salinha” na hora que o policial perguntou quantos dias eu iria ficar respondi 10 e logo depois emendei um 11, na hora ele me olhou com uma cara estranha eu já fiquei nervoso, dois anos antes tinha ido ao Líbano visitar meu avô e tinha o carimbo no meu passaporte, fui para a “salinha” com meus documentos na pasta vermelha, fiquei menos de 10 minutos esperando, evitei ir ao banheiro, tinham outras pessoas na sala, 3, mas eu fui o segundo a ser chamado, o policial perguntou o que eu fui fazer no Líbano, respondi que fui visitar meu avô, depois perguntou se fui a Síria, respondi que não, Foz do Iguaçu, já tinha ido com familiares e com a faculdade, Ciudad Del Este…
    Depois perguntou minha profissão, respondi que sou arquiteto ele perguntou onde eu trabalhava respondi em um instituição pública e já emendei que sou funcionário público e por ter passado em um teste não poderia ser demitido, outra policial estava na porta escutando e os dois riram, acho que eles não acreditaram, falei que ele poderia pesquisar meu nome no google que ele iria encontrar a página da instituição que eu trabalho e lá estaria meu nome (como se eles já não sabiam de tudo), ele deu outra risadinha, perguntou quanto de dinheiro eu estava levando, eu respondi e depois ele pediu para ver, mostrei mas ele não chegou a contar, depois mostrei meu cartão de credito, ele pegou o cartão e digitou algumas coisas no computador e me devolveu, depois fui liberado peguei minha mala ainda a tempo de pegar a conexão para NY, foi no aeroporto de Atlanta.
    O clima foi bem leve, mesmo eu estando bem tenso, como eu tenho muita sorte ainda na entrada dos portões de embarque uma policial passou um pano na minha mão e colocou em uma maquina, eu perguntei para o que era aquilo e ela me respondeu para ver se eu tinha manipulado drogas, como eu nunca cheguei perto fui de novo liberado.

  • Jane

    Oi, ja passei por isso, e foi um pouco mais tenso, me mandaram pra “salinha”, e me questionaram o porque de tantas entradas e saidas dos Estados Unidos, fui respondendo sem tensao, ate que falaram, vamos la fora, vamos revistar suas malas, ok, nao tinha nada dentro…
    ate os forros das malas foram abertos, e todos os papeis e cartoes, dentro da minha bolsa foram tirados e questionados, mas sempre mantive a calma e respondi calmamente cada pergunta, quando viram que nao tinha nada, voltei novamente pra salinha e ai sim fiquei com medo, pronto vou voltar pro Brasil, foi quando o agente carimbou meu passaporte e disse “welcome”….foi um sufoco, mas se vc nao brincar e responder serio tudo , vai dar certo!!!
    ahh, eles realmente testaram minha paciencia, pois tudo isso acima aconteceu em aproximadamente 3 horas…..

  • Marcela

    Com a vida dela nada tenho a ver, agora humildade e interesse de ensinar, isso tem a ver comigo. A partir do momento em que ela expos sua situacao em um lugar publico, e ainda demonstrou nao saber fazer um link com uma situacao na prática com a atual situacao politica dos países envolvidos, que mal tem alguém explicar a ela? Se ela ler com certeza vai ficar feliz por ter recebido a informação -por que vc tbm nao ajuda alguem em vez de publicar um comentário vazio como esse? É só esse tipo de coisa que vc sabe produzir? Meus lamentos…

    • JC Donatto

      Marcela, disfarça… A Helena B. direcionou o questionamento dela para o Antonio S. e não para você.
      Estressou à toa…

      • Marcela

        Direcionou a quem estava comentando (ajudando) o caso da Kalynara e isso me inclui 🙂

  • Luis Santana

    Eu já fiz uma presepada, em 2011 nossa primeira viagem em família para o EUA, eu recebi uma maça no jantar do avião e não comi e decidi levar comigo no desembarque. Ao preencher a ficha eu coloquei que estava levando a maça, o que é proibido a entrada deste tipo de alimento. Então logo após a entrevista e liberação eles me encaminharam para outro local onde eu tive que na frente de todos os agentes pegar a maça e jogar fora, pura inocência, mas quase deu tudo errado.

  • Marcelo

    Olá. Tenho uma dúvida: a polícia federal não recolhe o passaporte velho quando um novo é emitido? Achei que sim, pois há uma multa para quem não apresenta o antigo na renovação.

    • Monique Renne

      Marcelo, a Polícia Federal não necessariamente recolhe o passaporte. Ela apenas inutiliza as folhas. Afinal, o visto americano é fixo no passaporte e você precisará dele na próxima viagem. E como a validade do visto independe da validade do passaporte, você continuará com um passaporte sem validade apenas por causa do visto válido. Assim sendo você terá que andar com os dois.

      • Marcelo

        Obrigado!!!

  • Monique Renne

    Juninho, poder você pode. Mas eles converterão para calcular se está dentro da cota de 10 mil dólares permitida. A cotação lá talvez não seja muito favorável.

  • Lannusa Castro

    Obrigada pela resposta! Abração!

  • Malu

    Passei pela mesma situação e fiquei bem apavorada,pois já tinha entrado nos EUA várias vezes e isso nunca tinha acontecido, no final entendi que como eu tinha acabado de tirar o visto novo, ele estava no meu passaporte, só que o passaporte era mais antigo que visto, e neste passaporte constava várias entradas anteriores que eu havia feito com o visto anterior que estava no passaporte anterior, então,como eu não levei o antigo passaporte com o antigo visto, eles ficaram confusos, mas acredito que eles devem ter algum tipo de controle, e depois de muito olharem o computador, me liberaram sem me dizer nada, apenas o bem vinda.
    E na sala que fiquei, não estava sozinha, haviam mais uns 7 ou 8 brasileiros esperando. Enfim; minha dica é levem ou últimos passaportes com visto para que isso não aconteça.

  • Rui

    Excelente reportagem e dicas preciosas. Estive recentemente nos EEUU, onde nunca fora antes dessa viagem. Era o primeiro da fila em movimento. Ao me aproximar da Imigração par checagem, fui recepcionado por um servidor local, que estando um pouco adiantado em relação à bateria de guichês, apontou em direção a um deles e disse algo rapidamente e continuar a organizar os demais, tendo eu entendido que deveria me dirigir logo para iniciar os procedimentos de chegada. Quando me aproximei do guichê, uma senhora me parou e questionou sobre para onde eu estava indo. Respondi que havia sido encaminhado para aquele guichê, ao que ela retrucou, falado em voz alta o bastante para todos ouvirem, que eu deveria aguardar a minha vez. Virei-me para o funcionário do primeiro contato buscando confirmação do que eu alegara e ele, balançando negativamente a cabeça, apontou para uma linha amarela no chão e disse que eu deveria ficar ali esperando minha vez. E se afastou balançando a cabeça negativamente, olhando-me de vez em quando com ar de reprovação. Fiquei na minha. Aguardei com traquilidade. Fui atendido por outro funcionário, por sinal muito bem humorado. Respondi às perguntas de praxe. Abstrai a breve experiência de minutos antes, com o funcionário anterior, que se posicionara no guichê bem ao lado, passando a fazer também o atendimento dos demais desembarcados. Foi a única contrariedade que tive por lá, mas nada que abalasse minha calma.
    Tivesse lido essa reportagem antes, nem por esse pequeno contratempo teria passado logo na chegada. Depois disso, férias memoráveis!

  • Carla

    Ola boa noite, eu dei entrada no meu visto L1, porem preciso ir aos EUA resolver algumas pendencias, a pergunta é, sera que serei barrada por que estou em processo com outro visto? Ou posso ir normalmente com meu visto de turista?!

  • Gabriela

    Olá galera, vou falar da minha experiência…um pouco diferente, pois fui SEM RESERVAS DE HOTEL, fui pra ficar na casa de uma amiga que mora lá. E FUI BARRADA, não na imigração inicial, mas depois, pra checarem minhas malas e minha vida também! Quase tive um treco, quase chorei, nunca passei por uma pressão tão grande como aquela, não desejo pra ninguém. O problema maior foi porque eles acharam na minha carteira o telefone da tal amiga e ligaram pra ela e ela disse que eu passaria 30 dias e eu disse 17dias e eles me encheram o saco, me revistaram até na alma e o pior eu levava 2 maracujás pra ela e eles pegaram e jogaram no lixo. Desembarquei em Miami as 5hs da manhã e fiquei nesse processo todo até 6:50, quase perdi meu vôo para Boston. Nesse tempo todo que fiquei na salinha do raiox o agente foi pra dentro e me deixou quase uma hora esperando e eu angustiada, até que ele voltou e com outro, e esse outro bem mais gentil me repetiu as perguntas e disse que eu estava mentindo em relação a data de volta, então expliquei que minha amiga confundiu e ele viu que eu estava falando a verdade, realmente havia um engano e ele me perguntou sobre grana…Vixe!!! Fui com apenas 200dolares na carteira e um cartão de crédito. E ele começou a questionar como eu comeria e sobreviveria esses 17 dias e eu disse que não teria gasto nenhum, pois ficaria na casa da minha amiga. Daí esse agente ficou com dó de mim e me liberou… UFA!!!! Que alívio aquele momento. 3 problemas comigo: dinheiro, fruta e a contradição de dias!!! Fui em julho, agora voltarei em dezembro pra passar 1 mês, será que terei problemas? Já to preocupada…

  • Jessica

    Fui para os estados unidos em outubro de 2013 sozinha com a minha filha. O agente da imigração no aero de Miami fez uma série de perguntas, e no início achei q tava tudo normal, as perguntas de praxe (quantos dias vc vai ficar, onde vc vai ficar, se eu conhecia alguém lá, etc..). Mas daí ele perguntou onde estava o pai da minha filha, e quando eu disse q era divorciada, ele perguntou o motivo. Achei estranho, mas respondi dizendo apenas q não tinha dado certo. Aí ele perguntou se eu tinha namorado e ao dizer q não (era pra falar a verdade não eh?) ele perguntou se eu não queria anotar o número de telefone dele e o facebook pra q eu entrasse em contato pra gente sair. Oi? Fiquei incrédula, e certamente se fosse no Brasil eu teria rodado a baiana, mas ali, em outro pais, prestes a realizar o sonho da minha filha de conhecer o Mickey, fiquei sem ação. Apenas disse q não ia sair mas só fazer programas com minha filha. Ainda assim ele anotou o número num papel e deixou dentro do meu passaporte. Foi tenso. Não acredito que uma situação constrangedora só tenha acontecido comigo.

    • Leonardo

      Que horror! E realmente nem dá pra ter a reação que o cara merecia, pois está no país dele e ele com o poder de deixar ou não a pessoa entrar. Mulheres sofrem muito no mundo ainda.

  • Fernanda Pereira

    Que situação hein, eu ficaria em pânico, ainda mais por falar muito pouco inglês.
    Já estive 3 vezes nos EUA, e o engraçado é que as entrevistas de entrada foram diferentes a cada viagem, ambas desembarquei na Florida, mas o que percebi é que as entrevistas mais recentes foram as mais tranquilas. Como se o fato de eles verem que eu já era visitante “frequente” me tornasse menos uma pessoa de risco. Enfim, viajo semana que vem de novo pra lá, vôo sem escalas, espero não passar por nenhuma situação desse tipo.

  • Laís

    Oi pessoal! Estou indo em janeiro pra uma cidade vizinha a san Francisco ficar na casa de uma prima que é legal lá. Estou na duvida se eu reservo um hotel em san Francisco ou se falo que vou ficar na casa dela mesmo. Quando fui tirar o visto preenchi que nao tenho parente lá. Será que eles checam isso, caso eu fale que nao tenho ninguém? Me ajudem, estou desesperaaaada. Rsrs.

    • Monique Renne

      Laís, o erro começou ainda no preenchimento das informações para o visto. Eu te aconselho dizer onde vai ficar de verdade.

  • Julia

    Olá,
    estou indo a Las Vegas no fim deste ano para visitar meu namorado que está estudando la. No momento da imigração devo falar que estou indo para visita-lo ou digo que estou a passeio?

    • Monique Renne

      Julia, se você vai ficar na casa dele não há porque mentir. Aliás, nunca é bom mentir na imigração dos Estados Unidos. Diga sempre a verdade.

  • Dimitri

    Ola tudo bem?? Gostaria de por gentileza, saber o seguinte… Estou viajando de orlando para outro estado aqui nos estados unidos. Terei que passar por imigracao novamente?? ou responder a mais questionarios?

    Desde ja agradeco a devida atencao !

    • Monique Renne

      Não, Dimitri. Você só passará pela imigração ao entrar nos Estados Unidos. Porém apenas o seu passaporte será aceito como documento válido para embarcar dentro dos Estados Unidos, já que você é estrangeiro.

  • Paulo Vinícius Rosa Estimado

    Olá, Monique. Tudo bem? Lendo teu post resolvi reproduzir um post aqui que havia feito há algum tempo atrás no vídeo da Cris, do “Viaje com a Cris”. Nunca havia sido barrado com o passaporte brasileiro, mas fui com o português na UE. Isso mesmo… Segue abaixo o link do vídeo da Cris e o meu post…

    https://www.youtube.com/watch?v=9HJpneFAEzg

    “Oi, Cris. Vendo teu vídeo passou um filme na minha cabeça. Ano passado fui a Barcelona no feriado de carnaval visitar uns amigos que moram lá. E assim como você estava indo viajar super tranquilo e confortável. Calça jeans, camisa polo e blusa de frio. Quanto a imigração estava super tranquilo, afinal tenho dupla nacionalidade e estava viajando com o passaporte português. Era a primeira vez que iria utilizá-lo, estava muito sossegado… Afinal nunca me barraram com o passaporte brasileiro, porque me barrariam com um passaporte português da UE? Era um voo direto sem conexão. Ao desembarcar fiquei bobo pelo fato de não passar pela imigração e passar tudo via sistema automatizado. Somente colocar a palma da mal em uma máquina, olhar para câmera e abrir o passaporte. Ao fazer isto estava sorrindo a toa e aliviado por não ter passado pela filinha da imigração… Quando saí dali tinha um bloqueio de agentes que estavam verificando os passaportes. Eu verificarem o meu, a agente pediu que aguardasse. Após desembarcar todos da aeronave, passarem por min, inclusive a tripulação. A agente e mais dois policiais me escoltaram até minha mala. Após retirá-la da esteira, minha mala foi toda revirada exaustivamente. Estava levando mate para meu amigo que é do sul, e uns produtos de cabelo para uma amiga que é cabeleireira. Começou o maior interrogatório, meu espanhol que estava adormecido há 4 anos precisou acordar e rápidinho se não eu estava sentindo que voltaria para casa. “Porque você esta aqui?”, “O que você veio fazer aqui?”, “Como você é português se no seu passaporte esta escrito que você nasceu no Brasil?”, “Cadê teu outro passaporte?” e por ai vai… Depois de revirarem toda minha mala começaram a testar os produtos de cabelo da minha amiga para droga. Haviam 4 garrafas de cerca de um litro. A última deu positivo para drogas. Levaram-me para uma salinha e foi um super interrogatório. Era a comissária (delegacia) da Policia Nacional deles, equivalente a nossa Polícia Federal no Brasil. Tinha um policial bonzinho e um super ríspido e grosseiro. Pelo menos estes eram mais educados do que aqueles que reviraram a minha mala. Quando pedi água e disse que estava com fome, me levaram ao banheiro, me revistaram e me deram um copo de água para beber água da torneira. Achei isso muito humilhante, dai o policial disse que não havia bebedouro e que eles tomavam água dali também. Após isso o policial me explicou que as garrafas de queratina seriam levadas ao laboratório para análise e que após isso se estivesse tudo “ok” poderia entrar em Barcelona, do contrário sairia dali para a cadeia. Tenho certeza que se não tivesse o passaporte português e soubesse falar espanhol, com certeza teria sido inadmitido ou tratado bem pior. Após 2 hora ligaram do laboratório dizendo que foi um falso positivo e que estava liberado e após mais 4 horas devolveram minha bagagem e me liberaram. Nunca me senti tão humilhado, tão mal tratado. Após o policial me libertar perguntei a ele porque deu ter sido barrado. O que em min despertou a atenção neles para me barrarem. E ele simplesmente respondeu: Não sei te dizer, somente o oficial que te parou. Mas com a crise na zona do Euro há muitos portugueses pobres que estão indo ao Brasil comprar drogas e revender na Espanha. E ele disse: você não tem aparência de português, estava de calça jeans e isso por si só despertaria a minha atenção. Agradeci a ele pela sinceridade, me desejou um bom dia e após 6 horas de espera entrei em Barcelona. Meu voo chegou às 7:00 só saí do aeroporto às 13:00. Então fica minha dica, se puder, evite viajar de calça jeans. Infelizmente, somos julgados pelas aparências. Enquanto no Brasil se você se arruma de mais eles pensam que você quer passar uma imagem contrária do que é. Por lá eles te julgam exatamente pela aparência, fica a dica.

    MD,
    Desculpe pela “propaganda”, só reproduzi o texto aqui, pois achei que valeria a pena e seria um conteúdo útil para quem busca este tipo de informação.
    Abraços, e obrigado pelo texto.

  • Edmar Oliveira

    No caso não foi necessariamente um problema, mas para mim foi no mínimo um pouco constrangedor e chato eu sou estudante com toda a documentação possível trabalho com questões da sociedade como cultura, saúde e educação e com pessoas muito importantes no Brasil, eu já tinha vindo aos EUA A 1º vez e tudo fluiu perfeitamente bem, na segunda vez nas férias de dezembro vi novamente, com a documentação de estudante e comprovando tudo que fosse necessário para o meu ingresso nos EUA, sendo o que aconteceu foi que fui para na salinha de imigração e fiquei ao lado de pessoas que mentiram e que burlaram as leis americanas, isso é um absurdo dessa gentalha que vem aos Estados Unidos, achando que é a casa da mãe Joana ou até mesmo o Brasil essa gente mesmo se deu mal, mas do que para aprender. Enfim, comigo tudo correu bem no final das contas sendo que o negócio era somente o visto que estava incompatível com a minha situação de estudante, sendo que vou substituir o visto B1/B2 pelo visto de estudante. Sai da sala de imigração muito feliz e com um sorriso de ponta a ponta e fora a cordialidade com que fui bem tratado por contribuir com o serviço da imigração e eles saberem que eu contribuo tanto com os Estados Unidos e com o Brasil em todos os aspectos, um verdadeiro exercício de cidadania, que pouquíssimos brasileiros tem.

  • jose rubens

    EU vou tirar o visto agora mais percebi que meu passaporte esta com a cidade que eu nasci errada, o pais ta certo eo estado tb mais a cidade esta errada sera que isso atrapalha em alguma coisa ? sei que e bom pegar outro mais to com presa e acredito que demora para conseguir outro

    • Monique Renne

      Jose, nunca passei por esse caso, mas a conferência de documentos é muito rígida. Se eu fosse você tiraria outro passaporte.

  • bia

    Oi eu tenho 18 anos e vou viajar sozinha para Orlando vou ficar em um hotel, o fato de ser nova e estar viajando sozinha pode me prejudicar? Meu pai vai custear a minha viajem o que tenho que levar pra provar que ele é quem vai pagar? imposto de renda ou alguma carta? Obrigada

    • Monique Renne

      Bia, todo documento é válido. Porém apresente apenas o que for pedido. Tenha em mãos a passagem de volta e a reserva do hotel. Aconselho também que você leve uma quantia em dinheiro e um cartão de crédito internacional. Mantenha a calma e tudo dará certo.

  • Simone

    Nossa muito obrigado, realmente me deixou mais tranquila, pois certamente meu inglês que já é básico sairia uma trajedia mediante ao nervosismo.

    • Moi Moi

      Hable el espanol, seja esperta como eles, você é turista e esta trazendo dinheiro para a economia deles, você é rainha. Eles so falam inglês no mundo inteiro porque acham que nos temos q cair de joelhos para orar por causa dos dolares deles. Fale espanhol, eles sao treinados e pagos para falar ao menos uma lingua estrangeira. E nao esqueça que até 1630 antes da chegada dos ingleses mortos de fome no Mayflower, a América do norte so falava espanhol e francês do México até o Alasca. Buenos dias, senor? Usted habla espanol? pronto, você ja se impoe como turista fina e educada mas se chega la balbuciando na lingua deles, é dose pa leao se humilhar desse jeito.

  • Otavio

    Ocorre que quando vc preenche o requerimento do ESTA, tem uma pergunta sobre se vc tem outra nacionalidade. Então como é que o agente não vai saber que o visitante não tem dupla nacionalidade?

    • Moi Moi

      Se você for bu*** e estiver com o outro passaporte no bolso, é melhor dizer pois se eles fazem a vistoria, eles pegam pegado e com risco de ser recusado. Ja soube de muitas historias de franceses e outros europeus que foram recusados e despachados de volta nos aeroportos porque eles falharam (deram mancada) nas respostas da migra deles. Se tiver somente um passaporte, entao nao fale do outro. Eles nao tem condiçoes da saber do outro salvo se você ja esteve por la com o primeiro, ai sua ficha denuncia tudo.

  • William

    Já passei por essa experiência é digo,é tensa demais.
    Estava indo para Los Angeles com conexão em Miami,o vôo da TAM chegou em Miami as 18:15 e minha conexão conexão com a American Airlines era as 20:30,logo na primeira esteira rolante havia uma blitz da imigração americana,eram 4 esteiras e havia um agente em cada esteira,optei por um com a fila menor,na minha vez ele pegou meu passaporte,olhou para mim e me perguntou o propósito de minha viagem,falei que estava de férias,ele novamente olhou para mim e deu um sorriso meio irônico e mmandou que eu ficasse ao lado e aguardasse,já estavam ali uns cinco na mesma situação.Depois que todos passaram ele mandou que o seguissem,passamos pelos guichês da imigração onde fizemos o processo “normal” em seguida entramos numa sala enorme com fachada de vidro que fica em frente a saida da imigração.Meu visto iria se vencer 3 meses depois dessa viagem.Fiquei nessa sala juntamente com outros 3 brasileiros,e o tempo passando,minha conexão com a American já havia ido pro espaço,aparece um funcionário da TAM para informar que infelizmente não poderia ajudar em nada apenas iria pegar nossas malas e colocar do lado de fora,conforme fôssemos saindo (ou não) era só pegar.Eu fiquei conversando com esses outros brasileiros,por três vezes fomos abordados por agentes que nos perguntaram ser éramos da mesma fmilia,expliquei que nos conhecemos ali mesmo,como achamos estranho isso combinamos de cada um ir para lados diferentes.As 23:40 eu era o penúltimo na sala,tudo encerrado e eu quase caindo de cansaço e sono,finalmente chamam pelo meu nome,ele não me diz nada,simplesmente aponta para o passaporte e diz “você tem 1 mês para deixar os Estados Unidos” ,só agredeci e expliquei que não iria passar mais que 10 dias.Depois disso sai e fui implorar na American Airlines a remarcação de meu vôo para o dia seguinte pela manhã sem a cobrança de multa,tive sorte de pegar uma americana simpática que mudou tudo e não cobrou nada.A moral da história é ,se passar por isso fique calmo e aguarde,se exaltar só píora,vi gente saindo de lá puxado pelo braço e aos prantos.Até hoje estou por saber porque fiquei retido.Na volta ao Brasil renovei meu visto,04 meses depois estava eu de novo a caminho de Los Angeles via Miami também,o visto estalando de novo.Não me perguntaram absolutamente nada .

    • Moi Moi

      Cruzes, como vocês sao cucarachas brasileiras, terrivel kkkkkkkkkk Para quê tanta humilhaçao? Eles têm rios de ouro liquido correndo pelas cidades e campos???? Se vocês soubessem como esnobo yankee na Europa lol Eles chegam me massacrando os ouvidos em ingrês e eu respondo na lingua do pais onde estou dizendo que aqui nao é Iraque, dear, nem mesmo uma colonia e se quiser ouvir minha resposta em inglês com sotaque de Londres custa 10 euros. Assim eles aprendem a serem mais simpaticos.

  • Moises Freitas

    Estou viajando eu, esposa filho , sobrinho da esposa e sogra. Para a imigração o sobrinho da esposa e sogra se enquadra na mesma família ou seja eu preencheria um só formulário azul e passava todo mundo junto no guiche da imigração ,ou preencheria um para eu,esposa e filho e outro para sogra e sobrinho, e passavam em guichês separados?

  • Beatriz Machado Quintão

    vou para miami no próximo dia 05/03, e não tive como não lembrar da minha última experiência lá. Em 2008 fui com minha filha e meu filho, na época tinham 14 e 11 anos. Fomos para Orlando , via Miami, de excursão pela New it. Fomos os últimos a passar no guichê, e fomos barrados. Estava com uma amiga e sua filha que seguiram. A guia que nos acompanhava viu mas nada pode fazer. Perdemos o vôo de conexão, era um grupo de 50 pessoas. Nunca pensei que isso poderia acontecer, todos uniformizados e assim mesmo questionaram. Não fui preparada para essa situação, a agência não falou sobre o que deveria fazer nestes casos. Foi horrível, mantive a calma e falei para meus filhos não chorarem que tudo ia ficar bem. Ficamos cerca de 1 hora na salinha, constrangedor. Você começa a pensar que gastou uma grana preta para estar ali, e em poucos minutos seu sonho pode acabar. Tento não pensar nisso agora, mas o dia da viagem se aproxima! Hoje temos vários recursos informativos, que não tínhamos anos atrás, blogs, sites, you tube, facebook, estou lendo todas as dicas sobre esse assunto. KKKK Fica a dica! É bom ir preparado, toma um suco de maracujá para relaxar ! Concluindo a história, depois de algumas perguntas sobre nossa estadia, objetivo de viagem, etc, fomos liberados. Haviam outras pessoas na salinha, cerca de 12, de outras procedências. Eram duas guias na excursão, uma ficou do lado de fora esperando o resultado e a outra seguiu com o grupo, eu não sabia que seria assim, foi bom, não sabia o que iria fazer sem o vôo da conexão. Para nossa sorte, todos perderão o vôo porque nosso vôo havia atrasado na chegada por conta de mal tempo, assim todos tiveram que aguardar um ônibus e assim nos juntamos ao grupo. ufa ! uma aventura, que não desejo a ninguém, agora
    só quero curtir as aventuras da Disney!

  • Hector

    Oi meu nome e Hector, eu viajei pra os Estados unidos como turista em julho de 2009, e fiquei por 3 anos morando lá. Ao voltar pra o Brasil nao hora de subir no avião “nao tinha nenhum oficial de imigração” e todos os passageiros “voltamos com a i94”. ao entrar no Brasil eu entrei com o documento Brasileiro, nao com o passaporte, ou seja nao tenho carimbo de entrada no Brasil. Minha pergunta é: Eles sabem a data que deixei os Estados Unidos mesmo sem ter nenhum oficial de immigracao para ter pego a i94 na hora que embarquei? Eu quero viajar em outubro deste ano pra la, sera que vou ter problemas ao entrar? Obrigado gostaria ter sua resposta pra saber o que fazer.

  • hector

    Oi meu nome e Hector, eu viajei pra os Estados unidos como turista em julho de 2009, e fiquei por 3 anos morando lá. Ao voltar pra o Brasil nao hora de subir no avião “nao tinha nenhum oficial de imigração” e todos os passageiros “voltamos com a i94”. ao entrar no Brasil eu entrei com o documento Brasileiro, nao com o passaporte, ou seja nao tenho carimbo de entrada no Brasil. Minha pergunta é: Eles sabem a data que deixei os Estados Unidos mesmo sem ter nenhum oficial de imigração para ter pego a i94 na hora que embarquei? Eu quero viajar em outubro deste ano pra la, será que vou ter problemas ao entrar? Obrigado gostaria ter sua resposta pra saber o que fazer.

  • Gabriela Murakami

    Boa noite.
    Em 2013 fui para Newark e fiquei na casa de uma amiga. No check in aqui do Brasil já tive que passar o endereço dela. Na imigracão foi tudo ok e o processo super rápido. O agente já sabia onde eu iria ficar. Ano passado fui para NY pelo aeroporto de Newark mas dessa vez ia ficar em NY e tinha reserva em hotel. A agente dessa vez me fez várias perguntas: pq eu estava indo novamente pra lá, se eu tinha noivo ou namorado que morava lá, qtos dias eu iria ficar, qto de dinheiro eu tinha, com oq eu trabalhava…respondi todas as perguntas e fui liberada. Pretendo ir novamente para NY. Terei algum problema na imigracão? Será que tem alguma observação no meu nome?

    Se puderem me ajudar eu agradeço.

  • Thiago Greco

    Isso é verdade!!! Quando passei na imigração de Orlando, eles me “barraram” e perguntaram quanto eu estava levando de dinheiro, eu respondi e ele fez uma cara de quem nao gostou muito. Logo depois emendei que estava com uma cartão de crédito Platinum Visa e mostrei a ele, na mesma hora ele me liberou e me desejou uma boa estadia nos Estados Unidos. E ainda brincou: – Não está muito grandinho pra brincar com o Mickey???? FDP!!!!! hahahahahaha, mas esse negócio do cartão é verdade mesmo!!!!

  • Renato Ribeiro

    Pela primeira vez vou usar meu passaporte portugues no aeroporto de NY e fiquei espantado com os comentarios, ja tive um visto de 12 anos no passaporte brasileiro que está vencido, e pensei ser desnecessario tirar outro visto e usar a facilidade do europeu/esta. Minha maior dúvida é como reagir com essa proposta de visto por 600 dolares que eles oferecem, dolar está muito alto, posso negar pagar e pedir meus direitos? Qual resposta dar? Pedir pra passar? Meio humilhante isso. Americanos como sempre sempre arrogantes.

  • Scarlet

    boa noite, viajo pra Los angeles em abril e nao vou ficar em um hotel pois tenho uma aiga morando la , sera que por isso posso ser negada ?

  • scarlet

    Ola amigos , estarei viajando em abril e não vou para um hotel e sim pra casa de uma amiga , será que corro o risco de ser barrada e qual o procedimento que devo fazer para evitar isso ?

    • Monique Renne

      Scarlet, sempre diga a verdade. Se você pretende ficar na casa de uma amiga, peça a ela uma carta convite com todos os dados para que os agente possam confirmar a informação. Nunca é uma boa opção mentir na imigração americana.

  • Thamires

    Olá, gente, to indo agora no final de março pra Miami, estamos indo eu e minha tia, só que minha tia irá ficar apenas por 10 dias por causa do trabalho e eu pretendo ficar 2 meses e conhecer outros estados, eu terminei o ensino médio agora e vou começar a faculdade só quando voltar. Isso pode ser algum problema? (faço 18 anos esse mês e a viagem está sendo custeada pela minha tia e minha mãe).

  • Joás

    MD, vocês têm informação acerca do programa de isenção de visto? Como tenho dupla nacionalidade (brasileira e portuguesa) e tenho dois passaportes, estou indo mês que vem a Orlando durante uma semana e não tirei visto porque quem é cidadão português está ao abrigo do programa de isenção. Mas, ao que constatei, o triagem na imigração é bem mais rigorosa. Vocês poderiam me ajudar com alguma informação acerca do tema?

    Obrigado.

  • mpires

    Fui o ano passado em abril para San Francisco e levei uma multa de parking no carro alugado.
    Só que acabei não pagando a multa, mesmo após a cobrança por correspondencia da Alamo. (quando voltei par ao brasil cancelei o meu cartão de credito)

    Não dei meu nome na multa nem fui convocado para audiência, apenas encontrei o ticket o vidro do carro.

    Estou planejando voltar este mês para os EUA e estou com medo de ter problemas para entrar no pais.

    Preciso me preocupar?

    • Monique Renne

      Mpires, as locadoras de carro conseguem identificar quem era o motorista no momento da multa. Eu mesma já paguei multas que chegaram após a minha volta dos EUA. Aconselho que você entre em contato com a Alamo e tire a dúvida sobre a multa. Você poderá sim ter problemas no retorno aos EUA.

    • Moi Moi

      Vai ser grudade na migra e pagar multa imensa para deixar de querer ser espertinha nos EU. Mais espertos que os boches yankees, minha filha, somente os russos kkkkkkkkkkkkkkkkk

  • ALESSANDRO

    ótima reportagem .. parabéns me ajudou muito.

  • Manu

    Gostaria de uma ajuda, existe problema em dizer que vai visitar alguém? Tenho as passagens de ida e volta comprada, mas vou ficar na casa de um amigo, vou estar de férias. Sou funcionária pública. Tô com muita dúvida, pq uns dizem que não pode falar que conhece alguém, outros dizem que não tem nada a ver, basta passar o endereço. Se alguém puder me ajudar, agradeço muito

    • Leonardo

      Olha, a verdade é sempre o melhor sempre. Até porque vai ter dizer o endereço do amigo e não é hotel. Diga tudo isso que nos relatou aqui, que vai dar tudo certo.

      Você sendo funcionária pública, está tudo ok.

    • Monique Renne

      Manu, como disse o Leonardo, não minta jamais. Se possível, peça ao seu amigo que escreva uma carta convite explicando que você ficará hospedada na casa dele. Na carta deve constar o endereço, telefone e outros dados com os quais o agente da imigração possa confirmar com o seu amigo a veracidade da informação.

      • Manu

        Deu tudo certo graças a Deus, preenchi o formulário com o endereço de onde fiquei e as perguntas foram se era férias, por quanto tempo e só, foi tranquilo

        • Monique Renne

          Que bom 😀

      • Moi Moi

        Meu deos, so falta lamber as botas deles na migra yankee, kkkkkkkkkkkkkkkkkk

        • Monique Renne

          Moi Moi, cada turista sabe o que lhe agrada. Todos merecem respeito. Agradecemos a sua opinião, mas respeite a dos outros também. Obrigada.

          • Carlos Z O Junior

            Pelos comentários anteriores, percebe-se que se trata de trollador(a) de carteirinha. Deveria ser excluído.

  • Olá A Todos,

    Eu sou a senhora Susan aniquilará, estou escrevendo esta carta porque sou muito grato por aquilo que a senhora deputada Clara Morgan fez por mim e minha família, quando eu pensei que não havia esperança Ela veio e fazer minha família se sentir vivo novamente, levando-nos de baixo interesse empréstimo de taxa de 3% eu nunca pensei que ainda existem verdadeiros credores de empréstimo na Internet, mas a minha maior surpresa que eu tenho o meu empréstimo sem perder muito tempo, por isso, se você está lá fora à procura de um empréstimo para qualquer s financeiro bom para todos, então eu vou aconselhá-lo a enviar e-mail Sra Clara Morgan na VIA: {clara_morgan@outlook.com} para mais informações sobre esta transação

    DESEJO A TODOS O MELHOR

    Cumprimentos
    Mrs Susan famish

  • Monique Renne

    Joás, há procedimentos distintos para cada nacionalidades. Entre em contato com a embaixada de Portugal para tirar as dúvidas. Adianto que você deve preencher o formulário que se chama ESTA, destinado aos cidadãos de países que têm isenção de visto. Veja mais aqui http://portuguese.praia.usembassy.gov/root/vistos/untitledprograma-de-iseno-de-vistos/esta.html

  • Monique Renne

    Renato, não entendi a sua pergunta. De que proposta de 600 dólares você está falando?

  • Monique Renne

    Hector, não ter o seu carrimbo no passaporte não significa que os EUA não saibam que você embarcou. Para isso basta cruzar os dados com a sua passagem aérea, onde consta o número do seu passaporte. Ou seja, eles sabem exatamente quando você deixou o país. Se você terá problemas ao retornar eu realmente não sei te responder.

    • Moi Moi

      Exatamente com a sua multa. Ou você acha que o Snowden mentiu quando disse que o mundo inteiro esta vigiado e escutado? Sua ficha da multa ta la quentinha nos aeroportos esperando a sau chegada kkkkkkkk

  • Monique Renne

    Moises, família é apenas o parentesco direto. Sobrinho não entraria. Minha sugestão é que você preencha os documentos separadamente e na hora de ir para o guichê pergunte ao agente de imigração se vocês podem ir todos juntos.

  • Masterdeck Woodart

    Olha, eu já fui para a salinha. Eu costumava viajar para a Florida de ficar lá 2, 3, 4 , 5 meses, porém com um intervalo de pelo menos 1 ano entre uma viagem e outra. Dessa vez era a terceira viagem e me mandaram pra salinha. Uns 3 caras e uma mulher assim não muito simpáticos me interrogaram por uns 40 minutos. Como nunca deram visto pra minha família e na época meu casamento andava meio abalado e eu precisava dar um tempo, viajava pra esquecer. Minha filha na epoca criança escreveu uma cartinha pra mim e colocou na minha mochila, dizendo: PAPAI CONQUISTE TODOS OS SEUS SONHOS E ME LEVE PARA MORAR NOS EUA. kkkkkkk Prá quê? Foi batata. Os caras pegaram e me esfolaram. Eu não estava indo pra morar e sim para dar um tempo e conhecer coisas novas, minha filhas escreveu isso e eu nem sabia. Foi punk explicar que eu não tinha ideia do porque ela tinha escrito aquilo, mas deu tudo certo! Americano não é bicho de 7 cabeças, apesar de parecer. Fique calmo e fale a verdade, desde que a sua verdade seja correta. Se não for nem saia do Brasil, porque mentir para um agente de imigração é crime pesado. faça tudo correto e não abaixe a cabeça pra ninguém. Falou a verdade, tem que te respeitar. Eles te fazem ficar nervoso, para criar uma situação onde vc abaixa a guarda e entrega tudo. Seja honesto, fale a verdade, assim ninguém pode contra você!

    • Moi Moi

      E porque nao foste descansar no Nordeste do Brasil, maravilhoso? Ou na Côte d’Azur da Croacia ou nas praias de Aruba ou Cuba? Eu hein, que neura de se deslumbrar nos Estados Vampiros Unidos. kkkkkkkkkkkkk

  • rkaveski

    Concordo com você. Acho que quem mora aqui e usa outro passaporte só quer aparecer.

    • Moi Moi

      Nao, nada disso. E’ pura discriminaçao. Um sujeito brasileiro negro, mulato, nao-branco com passaporte europeu sempre passara’ por humilhaçoes que outros sujeitos brasileiros brancos com passaporte europeu nao conhecem. Uma nacionalidade é uma nacionalidade, independendo da étnia ou do lugar de nascimento da pessoa. Arnold Schwazzeger é austriaco e foi governador da California com nacionalidade estadunidense. O judeu alemao Henry Kissinger foi secretario de Estado dos EU com nacionalidade estadunidense e nao aleman… e assim vai!

  • Danielly da Silva

    Olá, gostaria de ir à Cuba entre Natal e Ano Novo (2015). Eu vou daqui do Brasil, e meu namorado vem do Canadá, para nos encontrarmos lá. Acabo de ser mandada de volta do aeroporto de Bahamas (diga-se deportada?) porque só tinha 100 dólares num cartão de débito e 3 cartões de crédito (os quais tbm me permitem fazer saque no exterior na moeda local). Estou com medo da imigração me mandar de volta de Cuba e gastar dinheiro à toa. Ou de comprar passagens e reservar hotel e ter o visto negado. Como é lá no aeroporto de Cuba? Os guichês da imigração ficam logo saindo do avião, ou seria que nem no Panamá, onde você tem primeiro acesso às lojas (shopping do aeroporto) e só no andar de baixo vê os guichês da imigração.Nesse caso poderia esperar meu namorado chegar pra passarmos nos guichês da imigração juntos. Sou professora de inglês numa escola particular e ganho pouco mais de 1 salário. Sou pobre e estou com medo de ser deportada novamente ou de ter um quinto visto negado (vistos negados anteriormente principalmente com a alegação de não ter dinheiro suficiente: 2x Canadá, 1x EUA, 1x Bahamas). É mesmo pouco burocrático ir à Cuba? O que fazer, onde ir, a questão da segurança e a falta de internet são o menos importante nesse momento. Me preocupa mais a imigração e visto. Quanto dinheiro trazer pra 7 dias?

    • Guilhe

      Foi pra Cuba tem um ano e a imigração foi bem Tranquila, é logo depois do avião. Não perguntaram nada, fiquei 7 dias e sobrevive com 450 euros.

  • Marcio

    Tenho um receio: tirei o visto, porém no formulário coloquei que vou pra Orlando na data X, porém possuo um irmão que mora na California, gostaria de saber se terei problemas caso na época da viagem eu resolva ir para a casa do meu irmão.

    • Monique Renne

      Marcio, se você preencher no formulário de imigração (o que entregam no avião) tudo certinho não há com o que se preocupar. O mais importante é não mentir.

  • Rodrigo

    Legal compartilhar o que aconteceu com você, comigo aconteceu coisa similar, porém muito mais traumatizante.
    Estou na minha primeira viagem internacional, e vim estudar inglês em Boston, antes disso fui passar em NY. Ao chegar no aeroporto de Newark aconteceu coisa parecida, estava com tudo certinho, todas as informações de hospedagem, curso, etc impressas. Passei pela cabine na imigração e me mandaram para essa “salinha do medo”, onde perguntaram todo tipo de coisa e, realmente, os guardas não são arrogantes nem nada, fiquei conversando com eles.
    Mas aí começou a parte traumatizante, depois de perguntas relativamente normais, o guarda falou mais ou menos nessas palavras: “Eu vou ser realista com você, você está a um passo de ser mandado de volta pro Brasil.”. Nisso fiquei completamente nervoso e com medo de tudo ir por água a baixo sem motivo algum, sem estar fazendo nada de errado. Perguntei o por quê, eis que me vem a resposta: “você deve saber que nós temos uma agência de segurança que averigua todos os emails que todo mundo manda, ligações e etc, e eles repassaram para nós que você está indo para os EUA trabalhar.”, fiquei extremamente assustado com isso pois não fazia o menor cabimento. Respondi já meio estressado e com bastante medo que isso não fazia sentido, sem ser desrespeitoso, logicamente, e que não estava indo trabalhar.
    Enquanto ia se desenrolando esse diálogo, tive que abrir minha mala e minha mochila, tirar tudo de dentro, abrir tudo, mostrar tudo pro policial, mostrar os papéis de escola de inglês, hospedagem, contar praticamente uma história de vida.
    Eis que depois me vem a parte mais surpreendente, o policial me pediu para ver meu celular, e dependendo do que ele achasse ou não, eu poderia imigrar ou não. Não sei se isso pode acontecer legalmente, inclusive acho completamente sem noção e imoral, mas no momento, nervoso, e só querendo que minha viagem desse certo, entreguei meu celular destravado e o guarda me mandou sentar nas poltronas e esperar. Ele se juntou com mais dois policiais e ficaram lá, por uns 10 ou 15 minutos mexendo no meu celular, whatsapp, email, fotos, tudo. E nessa história logicamente iam achar algo que não gostaram. Como todos devem saber, a um tempo atrás o whatsapp salvava as fotos automaticamente no celular, e algumas vezes mandaram fotos de maconha no grupo da faculAAbraçoue consequentemente ficaram salvas no meu celular e os policiais viram, me chamaram e o motivo de implicância passou de “ir pra lá trabalhar” para maconha. Tive que jurar pro policial que eu não fumo, ele ficou mais uns 5 minutos mexendo no meu celular, dessa vez na minha frente, e decidiu que eu poderia imigrar.
    Bom, essa é minha história, desculpem pelo tamanho do texto. Foi uma experiência chocante que não desejo nem pro meu pior inimigo! Abraço!

    • Moi Moi

      Tantos paises lindos e maravilhosos para estudar inglês como a Africa do Sul (Cidade do Cabo, o Rio de Janeiro europeu e civilizado), Bahamas, até mesmo Georgetown, Guiana,logo ali na fronteira do Amapa. Esse pessoal morre de deslumbramento pelo tio Sam. Acorde, Alice!

  • Nathalia

    Gostaria da opinião de vcs em relação a uma questão. Então, provavelmente irei aos EUA ano q vem visitar uns amigos. Tenho visto B2 e tudo, porém, provavelmente já estarei formada quando a viagem acontecer (apresentarei TCC ano q vem). Meu medo é eles encrencarem com isso na pergunta ” o que vc faz da vida?”. Bem, no momento eu provavelmente vou tá só curtindo o final da facul. Eu já fui aos EUA 3 vezes, sendo esta última um perrengue p/ passar na imigração, q só foi resolvido tb quando disse quais cartões eu tinha. Eu não sei se ta ficando mais tenso, ou se a idade meio q importa ( eles vem qm é “novo”, “desimpedido”, viajando sozinho e encrencam mais), não sei. Gostaria de saber se alguém já entrou nos EUA nessa condição, pós formado e desempregado. Obrigada

  • Laura Gomes

    Olá! eu gostaria de saber como funciona o processo de imigração!se é tão dificil tirar como falam,eu gostaria de me mudar do brasil para charlotte,mas não sei nada do processo e temo que o pedido seja negado,como ir legal para charlotte?

  • MQLIMA

    Interessante o post, pois passei em Abril desse ano por um problema na imigração no aeroporto de Atlanta também. Estava voando com minha esposa para S. Francisco com conexão em Atlanta e demos uma vacilada: somando os valores em espécie que estávamos portando dava algo próximo de 11 mil USD, sendo que o limite “por pessoa” é de 10 mil USD. Acontece que como estávamos em casal, foi-nos entregue apenas UM formulário, e questionam no formulário se “voce entrando com mais de 10 mil USD em espécie”. Respondi que não (pois – erro meu – coloquei que “não” pensando somente nos meus 6 mil USD, e não que deveria somar a minha quantia e de minha esposa). Ao passarmos na imigração e entregarmos o formulário, foram feitas as perguntas de praxe e, ao perguntar quanto estávamos levando em dinheiro rolou um “bate-cabeça” entre minha esposa e eu, sendo que ela respondeu 6 mil, o agente prontamente questionou “cada um???”, aí na hora eu percebi a burrada que cometi no preenchimento do formulário e já entrei dizendo “não, ela está com 6 mil e eu por volta de 3 a 4 mil”. Só nessa titubeada ele sacou algo errado. Terminou calmamente seu atendimento e nos devolveu o formulário com um “C” enorme em caneta vermelha. Pegamos as bagagens na esteira e, no momento de entregarmos o formulario na saida para o desembarque/conexão o agente recolheu nossos passaportes e nos encaminhou para a famosa salinha. Tinhamos conexão em 40min para SFO. Ficamos sentados por volta de 50 min., quando o agente nos chamou, nos fez algumas perguntas de praxe novamente – de forma educada mas rígida, perguntou o porque “menti” no formulario (entretanto sinceramente foi um erro de compreensão – o qual descobri tarde demais, e assumo o erro), pediu que pegássemos todo o dinheiro que tinhamos e contassemos na frente dele (deu algo em torno de 11mil USD), aí ele preencheu um formulario, assinamos, e disse com todas as palavras: “Vocês, brasileiros, morrem de medo de declarar o valor com que entram nos EUA, como se fôssemos multar vocês, ou cobrar impostos, ou pegar o dinheiro de vocês. Na verdade, pouco nos interessa se vocês estão entrando aqui com 10 mil ou 1 milhão de USD. Só queremos que FALEM A VERDADE!”. Após o sermão (justo!), nos devolveu os passaportes, nos desejou boa viagem e seguimos para tentar uma nova conexão para SFO. Três horas depois estávamos em um novo vôo para SFO, e terminou tudo bem. Fica a dica então: se você viaja sozinho, voce pode entrar com seus 10 mil USD sem declarar. Se voce viaja em casal, o limite de 10mil USD não declarados é válido para O CASAL somado, e não para cada um (ou seja, 5 mil USD por cabeça). Se viaja em família com 3, seriam 3333 USD por cabeça, e assim por diante. Agora só fiquei com receio de eu sempre cair na “malha fina” da imigração americana a cada viagem que eu fizer para lá, pelo fato de já estar “fichado” com eles… Será que terei transtornos? Veremos…

    • Moi Moi

      Bem feito, aprenda a liçao. Nesse pais de vampiros eles estao se lixando para os latino-americanos. Eles so toleram os primos wasp e dos outros eles so querem pegar o dinheiro. Com tantos paises lindos e com povos maravilhosos onde gastar esses 11 mil dolares e ser tratado como um casal de royals hahahaha Proxima ez eu vos sugiro Cuba, Marrocos, Portugal, Mexico, Peru, China, Vietnam.. e até mesmo o nordeste do Brasil ou a floresta amazônica. Aposto que vocês nunca visitaram as cataratas de Iguaçu, preferiram ir gastar os dolares em Niagara Falls.

  • Melanie

    Nossa…. viajei muito, mas nenhum país é tão chato. Boa sorte e que Deus abençoe todos aqueles que são corajosos para ir aos EUA.

    • Moi Moi

      Sim, é verdade hahaha Esse pessoal adora ser humilhado nos States. Tantos paises lindos e acolhedores sem visto paranoico como o Marrocos, a Africa do Sul, Europa, México e paises latino-americanos…

  • Jailson Souza Jesus

    Gostaria de trocar experiência de viagem com alguém que tenha viajado pro país das Filipinas,será minha primeira viagem pra la favor contactar-me madeirasmone2013@hotmail.com

  • leticiA

    pessoal estou cm uma dúvida terrível,tenho 18 anos e vou fazer minha primeira viagem internacional e sozinha em Janeiro ( Ny) e estou morrendo de medo da imigração,isso pq eu vou fazer um intercâmbio cm duração de um mês,o qual não emite o i20 devido a carga horária,e o meu visto é da categoria B1/B2,o meu medo é chegar na imigração dizer que estou a turismo,e pedirem o comprovante da reserva que no meu caso é uma residência estudantil,e seu falar a verdade tenho medo de implicarem cm a categoria do visto, me ajudem!!!!!!!!

    • Moi Moi

      teste

    • Moi Moi

      Chegar à imigração ….. comece ja praticando uma boa gramatica da lingua portuguesa antes de querer aprender ingrês! (Meu teclado é AZERTY francês, com licença, sem acentos do QUERTY português)

  • Moi Moi

    Nossa, quanta angustia para pisar na terra dos ricos vampiros yankees^^ Quando penso que estive 3 vezes em Montreal por causa la lingua francesa, morei meses nas 3 vezes e nunca pensei ir até a linha da pitoresca fronteira da cidade canadense de Derby Line onde a listra pintada de branco que separa o Canada dos Estados Unidos passa por cima de ruas, casas e quintais, hahaha A fronteira estadunidense fica a

    70km de Montreal ou Nova York-Montreal 700km.

    Realmente, os Estados Unidos nunca foram parte dos meus sonhos. hehe
    Ver foto da famosa linha de demaraçao:

    https://farm7.staticflickr.com/6042/6320063728_41cd59ee15_b.jpg

  • Patricia

    Olá,

    Gostaria de tirar uma dúvida sobre o meu visto, pois em minha última viagem de duas
    semanas aos Estados Unidos no último mês de agosto a caminho ao aeroporto eu perdi o meu passaporte em Chicago e tive que voltar ao Brasil usando a
    “Permissão para Voltar ao Brasil” que obtive no Consulado do Brasil. Felizmente
    um dia após esse incidente alguém entrou em contato comigo dizendo que tinha achado a minha bolsa com meus documentos e passaporte. Após alguns dias de negociações a pessoa que achou o passaporte enviou para o meu endereço no Brasil e o mesmo já se encontra comigo em perfeitas condições. Porém a minha dúvida é que como sai dos Estados Unidos sem apresentar o passaporte, gostaria de saber se isso poderá implicar em algum problema na entrada do país novamente no futuro, seja daqui 1 ano ou mais. Por exemplo, o fato de eu ter deixado o país sem passaporte poderá constar que permaneci ilegal/fora do status até eu tentar entrar novamente nos EUA em uma viagem daqui a dois anos?

    Desde já
    agradeço!

  • Monique Renne

    Patricia, se você registrou a perda do documento na embaixada talvez ele nem tenha mais validade. Verifique com a Polícia Federal qual o procedimento correto.

    • Patricia

      Quando cheguei no Brasil eu fiz essa pergunta a Policia Federal e o agente disse que caso eu conseguisse o passaporte de volta eu poderia usa-lo normalmente. O meu receio é realmente com o visto, planejar toda uma viagem e chegando lá problemas com a imigração.

  • Guilhermo

    Estou indo viajar com minha avó. Ela tem cerca de 60 anos e vai frequentemente para os estados unidos na casa de minhas tias. Tenho cidadania Italiana. Estou nervoso quanto a imigração. Mas o fato de estar com minha avó que viaja frequentemente pode me dar algum alívio
    ?

  • Nidora Bayola

    If we are immigrant? Can we easily apply for jobs? And be hired in Canada?

  • Leidiane Santos

    Sou brasileira, e casada com um brasileiro também. Ele recebeu uma proposta de emprego nos EUA. De inicio, ele vai sozinho e depois eu vou. Tem algum problema ser casado aqui no Brasil, e ir pra lá sozinho ?

  • Jade

    Estive nos Estados Unidos 3 vezes no ano de 2015 e tive problemas em duas. Na primeira vez foi tranquilo, apenas as perguntas triviais (Atlanta). Quanto voltei dois meses depois eles me mandaram para a salinha, queriam saber porque eu estava voltando, se não estava em período de aula (eu sou pedagoga) e eu expliquei que tinha dias para tirar no serviço. Eles perguntaram se eu conhecia alguem nos EUA e eu disse que tinha um amigo, e em seguida eu disse, na verdade é meu namorado. Putz, o povo lá quis me esculachar, perguntou porque eu disse amigo primeiro. Eu disse: pq eu tenho receio de falar sobre minha vida particular. Ela pediu meu telefone e leu todas as minhas mensagens do whatsapp, viu fotos (algumas que eu nao gostaria de mostrar) e perguntou quando iremos casar e onde vamos morar. Eu disse que ainda nao sei mas eu quero continuar no Brasil. Por fim depois de meia hora o agente disse: Ela tem um bom emprego no Brasil, e me liberaram, mas nao antes sem querer dar uma lição de moral e dizer: Nunca minta para os EUA, se é seu namorado não é seu amigo. Retornei 1 mes depois (aeroporto de Washington) para passar o Halloween e estranhei quando passei sem problemas pelas perguntas tradicionais, mas em seguida tinha uma parte dois e eles me mandaram para uma salinha para revistar minha mala e mais uma vez eu fui para salinha pois eles acharam um tubinho com chá na minha bagagem e eu nem sei pq eu coloquei isso lá, coloquei por engano arrumando as coisas rápido. Mil perguntas, 5 pessoas diferentes vieram falar comigo, perguntaram quem estava pagando minha viagem, porque eu estava voltando e eu explicando tudo de novo na maior paciência. O agente foi fazer chacota com uns produtos eróticos que eu estava trazendo na minha mala ainda, eu ouvindo os comentários e os outros agentes rindo. Por fim eles me liberaram 30 min depois. Eu adoro viajar para os EUA mas eu acho que eles passam dos limites principalmente com mulheres viajando sozinhas como se nós estivéssemos fazendo algo errado de estar ali, enquanto se um americano volta aqui de de dois
    em dois meses como um amigo meu de lá sempre faz, nunca tem nenhum constrangimento. Eu vou viajar para lá novamente em janeiro mas dessa vez não é para ver meu namorado. Espero que seja tranquilo.

  • Amanda

    Oi gente, por favor! !!
    Dúvida x medo… vim passar 6 meses com a minha cunhada nos EUA. Visto de turista. Passagem comprada para março, dentro da legalidade. Porém, janeiro é aniversário da minha mãe… e gostaria de fazer uma surpresa, indo comemorar com ela no Brasil.
    Então ficaria uns 20 dias com ela e retornaria ao EUA para ficar até março e retornar de vez ao Brasil.
    Porém, estou confusa… Medo de ir janeiro e ser barrada na imigração.
    Tipo, seria passar 4 meses nos EUA, retornar por 20 dias ao Brasil e voltar para os EUA, ficando até março.
    Será que a imigração implicaria?!

  • Carlos Telles

    Ano que vem farei minha primeira viagem para os EUA. Irei para Los Angeles sozinho (com escala em atlanta) mas na cidade encontrarei um amigo que também vem do brasil, ficarei 10 dias. Já viajei umas 3 vezes pela Europa sem problema algum. Como irei passar só 10 dias vou levar em espécie 500 dólares, mas tenho cartões Platinum e vou com grana na conta corrente tenho emprego fixo e estarei de férias. Será que eles implicam com apenas essa quantidade em espécie?

  • Ricardo Morais

    Comigo aconteceu algo estranho em minha ultima visita. No guichê da imigração, o agente fez pouquíssimas perguntas porêm quando foi carimbar o formulário do TSA, colocou um I enorme a caneta. Resultado, fui parado na última fila, o agente fez uma entrevista super truculenta, pediu para ver dinheiro, documentos do Brasil, fez pergunta pegadinha, gritou porque habitualmente eu falo baixo e ele não estava me escutando em meio a muvuca e sempre sempre com a mão na arma. Mantive a calma o tempo todo e em certo momento ele parou para pensar e me liberou. Na próxima vou para a salinha rsrs

  • Debora Pedroso

    Olá, adorei a matéria e estou fazendo no meu site uma sequência de informações para imigrar ou viajar para os EUA. Posso compartilhar sua matéria no meu site colocando obviamente o link para seu site? Me interessou a parte de dicas para encarar a imigração. Obrigada e parabéns!

  • Jenny Ribas

    Ocorreu o mesmo comigo mas depois dessa temida sala ocorreram outras coisas . Vou copiar seu texto e dar continuidade com minha história .
    Me parece que com a troca do presidente definidamente ele não quer estrangeiros nos Estados Unidos . Meu destino era LAX vamos lá ;

    Passagens compradas, hotéis reservados, passaporte válido e visto ok! Dinheiro na carteira, cartão de crédito internacional, ficha limpa e emprego fixo. Nada poderia dar errado… Será mesmo?

    Já estive em los angeles anteriormente e nos EUA e nunca passei por problema na imigração. Já viajei com excursão,família, amigos, namorado, sozinha e com um grupos. Sempre passei ilesa pelo pequeno interrogatório na saída do avião.dessa vez mais perguntas , mostrei os comprovantes e o mesmo não acreditou . Me colocaram atrás do balcão onde minha mala já estava e encontrava se aberta e revirada, perguntei o motivo , e foram rudes não sei me diga você o que veio fazer em Estados Unidos . Tudo de novo ! (Meu namorado estava me esperando fora do aeroporto pois havia chego horas antes . ) abriram minha mala jogaram minhas roupas incluindo as íntimas e os homens riam de mim , me humilhavam logo no começo da entrevista , e me perguntando as mesmas coisas . Até que tomaram meu celular e disseram que iriam descobrir o real motivo , leram minhas mensagens , olharam minhas fotos , fotos de família , amigos , fotos íntimas com meu namorado e mostravam ao seus colegas policiais , 4 horas se passaram e começaram a me acusar de tentar casar com americano para permanecer no país ,( mas meu namorado não é americano ) não quiseram me ouvir . Me mandaram igual lixo pra uma outra sala onde fiquei 6 horas aguardando eles mexerem no meu celular para encontrarem provas , nada encontrado , todo o momento gritavam muito comigo e diziam que eu estava mentindo , que tinha intenções de permanecer em Estados Unidos , só consegui contato com meu namorado no quarto dia após mostrar meus laudos médicos de síndrome do pânico e convulsões , meu namorado estava com minhas pílulas e talvez seja incriminado por isso , não sei , ele ainda está lá ! no final de tudo fui presa , 4 dias 4 noites com as mesmas perguntas , montaram um depoimento deles como se tivesse sido feito por mim , poucas verdades, ninguém falava português , não entendiam nada no meu celular ,é pouco me entendiam fui humilhada , presa , e deportada igual criminosa, acabei de chegar em casa estou em choque , nunca passei tamanha humilhação !!!! Visto cancelado por 5 anos e lembranças pra vida inteira !

  • Desirée F Amaral Panza

    Oieee! Preciso saber onde é esse apto barato no Central Park!! Pleaaaaseee!!!

  • Monique Renne

    Sendo tudo bem explicado e documentado não vejo motivo para ter problemas.

  • Maria Edwirgens

    Olá Monique, Tenho uma dúvida. Se eu for pra os EUA pra ficar na casa de amigos, isso pode ser mal visto?
    Preciso necessariamente ter uma reserva de hotel?

    • Monique Renne

      Maria, não é obrigatória a reserva em hotel. Caso vá ficar na casa de amigos, diga a verdade. Peça a eles que enviem a você uma carta convite dizendo que você ficará lá. Essa carta poderá ser apresentada na imigração. Se os seus amigos forem ilegais, eu não recomendo ficar na casa deles.

  • Fausto Richetti Blanco

    Visa e master platinum também são raros? ou somente amex platinum?

  • CAMBURI 3 SECRETARIA CAMBURI 3

    Onde solicitar nos EUA uma certidão ou similar, quando se tem o visto negado por um motivo que não condiz com sua vida secular, e que tenha grande relevância que possa te prejudicar em viagens a outros países? Att, Frank.

  • CLEIDIANE

    Alguém me ajuda com uma dúvida? Por favor. Estou planejando viagem a Orlando ano que vem, a dúvida é: Preciso ter um valor mínimo em dinheiro para levar, e mostrar na alfândega. Tenho um cartão Internacional com um ótimo limite no Brasil, mesmo assim, tenho que levar muito dinheiro? 1.000,00 Dólares seria suficiente?

    • Monique Renne

      Cleidiane, não há uma regra oficial sobre isso. Porém é aconselhável sim ter em espécie um montante que seja compatível com os seus dias de viagem. Mil dólares parece uma boa quantia.

  • Celina C Falck-Cook

    ??? desde quando o visto depende de outra pessoa? Que eu saiba o visto é individual. Eu moro no EUA e sei como funciona. O visto não diz que é condicionado a viajar com outra pessoa. O visto é para cada pessoa. Ele só precisa estar ainda válido. Se algum agente lhe perguntar sobre a esposa (o que não acho que vai acontecer) diga apenas que se separaram mas ainda não se divorciaram, ou que você não teve tempo de atualizar essa informação. Mas te garanto que eles não vão perguntar isso. E além disso sua esposa poderia ter viajado sozinha e você poderia ter ido encontrar-se com ela. Não teriam que viajar juntos para o visto estar válido.

  • Celina C Falck-Cook

    O que o agente pode querer saber é se você vai a Vegas pensando em encontrar alguma namorada, ou se vai querer trabalhar clandestinamente. Deixe muito clara a data do retorno e garanta que você tem negócios no Brasil ou está empregado e precisa voltar ao emprego.

  • Rosana Guerra

    Olá, Frio na barriga após ler tantos comentários rsss, vou para o Canada com minha irmã, somos jovens senhoras, como ela não conhece NY e nossa conexão é lá, pensamos em ficar uns 3 dias antes de partir para Toronto visitar sobrinhos que moram lá, MAS temos dupla cidadania, brasileiras com passaporte portugues, somente com o ESTA conseguimos desembarcar e ficar 3 dias? Li em algum artigo que com o passaporte português e destino CANADA ou México/Ihas, somente se eu morassemos em Portugal …..do contrario só com visto americano e o pior e que não terei mais tempo para tirar visto americano…. o meu é vencido. Alguém sabe me dizer? tks

  • Jaaz Vale

    Acabei de ser recusado o visto para os Estados Unidos hoje… Vivo em Portugal e tudo estava dando certo.. Quando fui a Lisboa fazer eles simplesmente me fizeram desperdiçar o meu dia de trabalho e pior ainda 144€ que paguei por ele… poof. Muito chato e triste. Nem 15 dias posso passar de férias trabalhei o Verão todo… miséria.

  • Bruno Oliveira

    Resumindo, tenha um cartão American Express Platinum e já é 50% de chances garantidas de entrar. NOT!?