Conheça o Seaside, o mais novo navio da MSC Cruzeiros no Caribe

Bruna Scirea 6 · fevereiro · 2018

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Estivemos na inauguração do mais novo navio da MSC Cruzeiros no Caribe: o MSC Seaside, projeto inspirado nos condomínios de praia de Miami! No dia 21 de dezembro embarcamos no transatlântico, em Miami, para participar do evento de corte de fitas e, claro, para conferir como é o navio por dentro! Vale lembrar que um navio gêmeo do Seaside, o Seaview, será inaugurado neste ano e fará roteiros pela costa do Brasil! Confira como é o Seaside e o que esperar do Seaview:

Embarcar num navio é uma coisa meio engraçada. Comigo foi assim: cheguei de transfer ao porto de Miami um pouco depois do almoço, ingressei no Terminal F, passei por um raio-x, fiz o check-in em um balcão, ganhei uma pulseira amarela e um cartão com código de barras, segui por corredores, peguei escadas rolantes, cruzei uma pequena passarela ao ar livre… E aí, um tanto distraída, estava eu lá, recebendo as boas-vindas a bordo do MSC Seaside, o mais novo navio da MSC Cruzeiros no Caribe.

Até então, eu apenas seguia um fluxo de gente, cumprindo um caminho um pouco burocrático – e nem sempre rápido – que é embarcar nestes meios de transporte “extremamente coletivos”, categoria que acabo de inventar para me referir às coisas grandes como aviões e navios. Talvez eu não estivesse ciente do que viria logo ali adiante – ou apenas não podia imaginar como seria botar os pés dentro de um navio novinho em folha. Aliás, nem sequer inaugurado (a cerimônia de corte da fita rolaria algumas horas mais tarde, com a presença de Sophia Loren, Andrea Bocelli e, atenção… Ricky Martin).

Fato é que logo no primeiro passo adentro do Seaside, minha malinha e eu nos sentimos: 1) levemente pequenas, visto que à frente estava um átrio de três andares, com pessoas circulando por todos eles; 2) reluzentes e multiplicadas, uma vez que a quantidade de espelhos e revestimentos dourados e prateados fazem com que você se veja brilhosa e de vários ângulos; 3) relativamente perdidas, pois os caminhos possíveis a serem seguidos desde aquela porta de entrada pareciam ser infinitos e, por fim, 4) impressionadas, já que à nossa frente se estendia um das várias escadas com degraus recheados de cristais Swarovski – um lance meio Cinderela ou, em referências mais atuais, talvez meio Frozen, aquela do “livre estou, livre estooou”. Vejam só:

A primeira impressão era de se estar em um shopping center, colorido, cheio de luzes, com mezanino e árvores de Natal – coerente, já que era 21 de dezembro, finalzinho de 2017. Mas aí também havia bartenders fazendo manobras arriscadas elaborando drinks, os selfies rolavam como se não houvesse amanhã e um DJ botava um som empolgante na medida pra receber os convidados. Isso aqui é tipo uma balada, pensei.

Sei que esse devaneio todo deve ter ido um pouco longe, porque lá pelas tantas um funcionário se aproximou oferecendo ajuda caso eu não soubesse onde era minha cabine. Óbvio que eu não fazia a menor ideia. Ele então olhou o cartão que eu havia recebido no check-in, me informou que eu ficaria hospedada no 11º andar e indicou com qual elevador eu chegaria até lá.

Não sem antes dar uns giros em torno do meu próprio eixo, perdidinha que sou, encontrei a tal da cabine com varanda. E que varanda! Encostei o cartão no leitor, a porta se abriu e lá estava um janelão exibindo as águas do porto de Miami. A cabine era toda em tons de roxo/bordô, equipada com televisão, frigobar, sofá, um banheiro e duas camas de solteiro – que podem virar uma de casal. Sobre uma delas, estava um mini Seaside em metal, alguns papéis informativos, além de uma foto da Sophia Loren, a madrinha dos navios da MSC Cruzeiros – li as mensagens de boas-vindas da atriz italiana e me senti tipo dormindo na casa dela.

Fotografei tudo antes de abrir a mala, jogar os tênis no canto, a mochila no outro… ou seja, antes de começar a zoar com toda a arrumação. Dei um tapa no visu e fui encontrar a turma de jornalistas brasileiros que havia sido convidada pra inauguração do navio – sorte que a essa altura já tínhamos um grupo no Whatsapp, assim seria possível ser resgatada facilmente caso me perdesse dentro do navio. Coisa que, acredite, não é tão difícil assim.

Parece exagero. Mas vamos lá: não é o maior do mundo, nem o maior da MSC, mas ainda assim o Seaside é grande pra caramba. Inspirado nos condomínios de praia de Miami, o navio tem mais de 10 andares, onde se espalham 1.315 cabines com varanda, 111 cabines modulares (sem vista pro mar), 28 suítes com hidromassagem e 14 grand suítes. Isso somado pode hospedar 5.119 passageiros. A embarcação conta ainda com um teatro com capacidade para 934 pessoas, além de 11 restaurantes, 20 bares e lounges, seis piscinas, quatro toboáguas e duas tirolesas. Tudo isso em uma estrutura de 323 metros de comprimento, 72 metros de altura e 153 mil toneladas… que flutua sobre mar do Caribe.

Vale já adiantar: como havíamos sido convidados para participar da cerimônia de inauguração do navio, acabamos não realizando nenhum dos tantos roteiros que o Seaside já está fazendo pelo Caribe desde 23 de dezembro de 2017 – os primeiros cruzeiristas embarcaram horas depois de os jornalistas e agentes de viagem deixarem o navio. Ficamos praticamente todo o tempo ancorados no porto de Miami – com exceção de uma das duas noites em que estivemos a bordo, quando fizemos uma navegação em direção às Bahamas. Como o passeio era noturno, no entanto, não deu para realmente aproveitar a vista ao longo do deslocamento. Por outro lado, tivemos mais tempo para circular pelos diversos espaços do navio.

Um deles é a área kids, que foi a primeira a ser inaugurada, com a presença de Veronica Berti, esposa do tenor Andrea Bocelli, e de crianças que fazem parte do projeto social que o casal italiano mantém no Haiti. O espaço criado em parceria com a Lego (isso, das pecinhas de montar) diz muito sobre o qual é a proposta do Seaside (assim como de boa parte dos cruzeiros): um ambiente de férias voltado para todas as idades. Ali, a criançada é convidada a participar de diversas atividades, sempre acompanhadas de jovens funcionários que cuidam do entretenimento infantil. Para os mais pequenos ainda, de até três anos, há também um espaço em parceria com a marca italiana Chicco.

Quando começava a escurecer, todos os convidados desembarcaram do Seaside e seguiram até uma estrutura montada bem próximo ao navio, no porto de Miami. Durante a cerimônia de inauguração – que contou com shows de Andrea Bocelli, Ricky Martin e a presença de Sophia Loren para o corte da fita – executivos da MSC Cruzeiros exaltaram orgulho pelo mais novo navio da frota da empresa que, segundo eles, tem uma grande particularidade em relação a todos os outros do mercado: o diferencial de levar o passageiro para mais perto do mar, a partir de um número maior de espaços ao ar livre, já que o navio foi projetado aos moldes de um condomínio de praia.

E um belo de um condomínio de praia, diga-se de passagem. Já havia estado um cruzeiro pela costa do Brasil antes – tá certo que foi lá nos idos de 2006 – mas não me recordo de ter me sentido tão próxima do mar quanto agora, embarcada no Seaside. Por mais que haja um universo dentro do navio (teatro, pistas de boliche, cinema, lojas, chocolaterias, cassino, espaços para crianças, karaokê, academias de ginástica, spas com diversos tipos de massagem e tratamentos de beleza e mais um mundaréu de coisas que não seria humanamente possível conhecer em apenas dois dias, que foi o meu caso), há ainda uma infinidade de atividades para se fazer nas áreas externas.

Vamos começar falando sobre os últimos andares dos navios, onde se reúnem piscinas, ofurôs, bares, áreas para DJs soltarem um som – e chamarem o povo pra dançar -, toboáguas em espiral com 160 metros de comprimento e, vejam bem, uma tirolesa de 105 metros, que vai do ponto mais alto até a popa do navio, passando por cima de algumas piscinas e com uma vista do mar incrível.

E segue assim: você está num bar, que é fechado, mas pode cruzar uma porta e, de repente, estar na promenade que circunda todo o navio, curtindo a brisa durante a navegação, ou a vista nos momentos em que a embarcação está atracada – aliás, conforme a MSC, a promenade do Seaside é a maior já construída em um transatlântico.

Além disso, há um bar com piscina instalado em um dos andares mais baixos, na popa do Seaside, bem pertinho do mar. Lá passei parte das duas noites em que estive a bordo. A música era latina, os drinks iam de Aperol Spritz, passando pelo Mojito e, por que não?, uma cervejinha… E o visual, um dos mais bonitos possíveis: no momento da navegação, ainda que à noite, é possível ver aquele rastro que o navio vai fazendo na água azul do Caribe. E aí surge uma certa dúvida, mas tendo a achar que é mais bonito navegar admirando a vista da popa do que da proa (parte da frente) da embarcação. Esse negócio de ver um navio zarpando e deixando tudo para trás é realmente demais.

Aliás, esta é uma das coisas mais imperdíveis pra se fazer num cruzeiro: simplesmente olhar para o mar, sentir o cheiro, o vento, ouvir o barulho e admirar todo o momento – que, antes que você se pergunte, sim, é como estar numa das cenas do filme Titanic (nas boas, claro). Na parte de trás do Seaside, tem inclusive a chamada “Ponte dos Suspiros”, uma passarela a 40 metros acima do nível do mar, com chão de vidro que faz jus ao nome. Dá um certo medinho de encarar aquele piso transparente  – o que só torna a experiência mais emocionante.

Bem, recordo que frisei ali acima “parte da noite”. É que é meio impossível ficar em um só lugar, havendo tantas possibilidades. Perdi feio no boliche, fui consultar os preços no Duty Free (só abre quando o navio está em alto mar e tem preços realmente atrativos), fui ver como estava a festa anos 80 que ocorria em outra “casa noturna”, por assim dizer, assisti a uns colegas pilotando um carro de corrida dentro de um protótipo que treme e se chacoalha todo, não aguentei ficar no karaokê (por motivos de: gente cantando muito mal) e andei, andei, andei muito, percorrendo quase todos os bares do navio. Dá pra se cansar.

Sem contar que todas as noites – sim, TODAS as sete noites de cada roteiro do Seaside pelo Caribe (veja mais abaixo quais são) – é possível assistir a um espetáculo diferente no Teatro Metropolitan, com capacidade para quase mil pessoas. Tem apresentações inspiradas em trilhas sonoras de filmes famosos, truques de mágica, ópera, musicais antigos e por aí vai.

E vou dizer uma coisa: coisas inacreditáveis aconteceram naquele palco na noite em que estive na plateia. Um cara imitava o Michael Jackson i-g-u-a-l-z-i-n-h-o ao jeito de ele dançar (era até um pouco assustador). Duas mulheres asiáticas (não arrisco chutar de que país) contorciam e meio que emaranhavam seus corpos um no outro (outro troço bizarro) com uma elasticidade de outro mundo. Uma mulher dançava no ar, com ajuda de cordas e aros e, o mais impressionante: um casal dançava músicas numa rapidez que eu julgava não ser possível – a dança do créu na velocidade 5 era fichinha perto daquilo. Sério.

Bom, como vocês já perceberam, a programação pode ser bem intensa. Para aguentar tudo isso, é preciso de muita energia. E, no que depender da comida servidas nos restaurantes do Seaside, você estará bem abastecido. Durante o check-in, você recebe um cartão magnético, onde está escrito qual será o restaurante em que você será recebido para os jantares ao longo de sua estadia. Já nos buffets (café da manhã) e almoços, o hóspede pode escolher o restaurante, a mesa e também o horário (desde que respeitando o período de funcionamento).

Como no nosso caso o objetivo era conhecer o maior número de restaurantes possível (e havíamos certa liberdade para isso), jantamos na primeira noite no Market Place, que tinha um ambiente parecido com uma praça de alguma cidadela do mediterrâneo. Havia duas opções de entrada: camarão agridoce e ravióli – como não sou boba nem nada, pedi as duas. De prato principal fui de cordeiro (mas tirei uma foto da outra opção, lagosta, para vocês verem. E até provei, só pra ter certeza: o cordeiro estava mais gostoso). E a sobremesa era uma bolota brilhosa, bem bonita, com mousse dentro. Tudo bem saboroso!

Os almoços e jantares são sempre a la carte, e é possível escolher entre as opções que eles oferecem a cada dia. Pode ter certeza que alguma irá se adequar ao seu gosto. No meu caso, todas se encaixaram direitinho com minha fome – e também gula! Ah, e quem ainda tiver alguma restrição alimentar, pode informar a MSC no momento da reserva. Eles estão preparados para receber cruzeiristas que não comem glúten, que têm alergia a lactose ou alguma outra ressalva na alimentação. As fotos a seguir são do segundo jantar, no restaurante Seashore:

Ah, e por um valor bastante atraente (veja mais a frente todos os valores), você ainda pode adquirir um pacote de três jantares nos restaurantes temáticos do navio: Ocean Cay, especializado em frutos do mar e assinado por chefs da MSC Cruzeiros; a casa de carnes Bucher’s Cut, onde os hóspedes podem escolher seus cortes de carne em um freezer envidraçado, e o Pan Asian Market Kitchen, assinado pelo Chef Roy Yamaguchi, que serve sushi, sashimi, tempurá, teppanyaki (preparado em chapas sobre fortes chamas de fogo, um espetáculo a parte) e muito mais da culinária asiática gourmet.

Passei para conhecer o Asian Market logo depois do almoço, refeição que já não havia sido nada comedida. O chef estava lá, garçons passavam com bandejas cheias de sushis, uramakis e outras delícias de arroz e frutos do mar. Tive de reabrir os trabalhos e, bem, valeu muito a pena. Fico pensando no que seria um jantar completo neste lugar!

E aí, sabe como é, né… no primeiro dia a noite foi tão longa, mas tão longa, que perdi o café da manhã do dia seguinte. Aproveitei cada minutinho a mais para dormir e, sem café, fui direto para a sequência de entrevistas que teríamos ao longo do dia. Mas no segundo dia, antes do desembarque, fiz um belo de um desjejum no Market Place, que oferecia várias opções: saudáveis como frutas, iogurtes e granolas, pães variados e toda uma série de coisas deliciosas, para começar o dia com força total: omelete, bacon e mais bacon, pizzas e frituras em geral. Ai, ai. Haja coração!

Se depois de tudo isso você se sentir culpado, é só ir até a academia, participar de alguma atividade ao ar livre ou correr para o spa, em busca de algum tratamento milagroso. Como não costumo sofrer de culpa calórica, acabei não indo até estes lugares (um pouco devido ao tempo corrido, tá certo), então deixo aqui fotos meramente ilustrativas:

É aí que eu fico pensando: acho que sete dias, período de um roteiro regular pelo Caribe, seria pouco para se fazer tudo o que é possível dentro do Seaside. Imagina que eu nem sequer consegui decorar o caminho do meu quarto em dois dias, quem dirá visitar todos os bares, provar todas as comidas, fingir riqueza em todas as piscinas, ver o mar de todos os lados do navio, curtir todas as opções de entretenimento ou, ainda, aproveitar todo o conforto da cabine – que, pobrezinha, só me viu nas poucas horas de sono.

E se não estou certa de que sete dias seriam suficientes para aproveitar tudo o que o Seaside oferece… ainda tem mais um monte de passeios a serem feitos em terra firme, em cada um dos lugares paradisíacos por onde o navio passa. A indecisão, minha velha companheira, provavelmente me deixaria angustiada com tantas possibilidades. Mas, pelo tira-gosto que tive, uma coisa já posso garantir: uma semana a bordo do Seaside pelo Caribe poderá ser pouco, mas com certeza será inesquecível.

Quanto custa viajar no MSC Seaside

Bom, boa parte do valor a ser pago vai depender do tipo de acomodação escolhida. Custa mais caro se a ideia for ficar em uma cabine com varanda privativa estendida com vista para a promenade e com possibilidade de frequentar banheiras de hidromassagem ao ar livre. Óbvio. Mas toda a viagem pode sair relativamente em conta se você optar pelas cabines mais simples, sendo a mais econômica delas a cabine modular, sem vista para o Caribe.

É claro que você gostaria de ter o mar ao alcance dos seus olhos quando estiver deitado em sua cama. Mas pela experiência que tive – fiquei em uma cabine com varanda -, posso dizer que se passei mais de 20 minutos olhando para a vista da sacada do meu quarto foi tempo demais. No Seaside o mar está por todos os lados, facilmente visto de muitos espaços abertos e fechados. Então, se a ideia for economizar, pode ter certeza de que você não sairá perdendo tanto escolhendo uma cabine mais econômica.

Em uma cotação recente, feita em janeiro deste ano, o melhor valor encontrado era de R$ 1.819 para o primeiro hóspede com direito a uma segunda hospedagem grátis (ou seja, levar um acompanhante no 0800, pagando somente pelas taxas) – o valor era para cabine interna, para viajar durante uma semana no fim de setembro deste ano. Para ficar numa cabine com varanda, o preço a ser pago pelo primeiro hóspede era de R$ 3.499 e o segundo hóspede grátis. Nestes valores, estão inclusas todas as refeições nos buffets e restaurantes principais – somente os restaurantes temáticos devem ser pagos a parte (o pacote para três jantas nos três restaurantes temáticos custa R$ 239 por pessoa – só a comida, sem bebida).

Como as bebidas não estão inclusas no valor total do cruzeiro, é possível escolher entre três opções de pacotes, com valores distintos: o Classic custa R$ 1.141 por pessoa para toda a duração do cruzeiro e o Deluxe sai por R$ 1.330 (a diferença entre eles está na marcas de bebidas servidas). Tem ainda o pacote não alcoólico por R$ 693 por pessoa, com duração para toda a estadia, e inclui refrigerantes, água, sucos… E tem ainda pacotes com tickets avulsos para consumo de água, vinho, cerveja, refrigerantes e o que mais estiver disponível. Cabe lembrar que todos estes valores estão baseados em uma cotação feita em janeiro de 2018 e podem variar.

Assim, somando alguns gastos, o valor para viajar durante uma semana no fim de setembro no MSC Seaside, em cabine dupla interna (sem vista para o mar), pode ficar perto de R$ 5.800 com o pacote de bebidas all-inclusive Classic A – preço para dois adultos, incluindo as taxas portuárias e o Imposto de Renda (IRRF) sobre remessas internacionais.

E aí, claro, adiciona-se a este valor todos os passeios que você pode escolher fazer nos pontos de parada do navio, tratamentos estéticos, idas ao salão de beleza, massagens relaxantes ou até mesmo pacotes de internet – que, na cotação feita em janeiro, variavam entre R$ 164 e R$ 291 para toda a duração do cruzeiro.

Roteiros do MSC Seaside pelo Caribe

Serão 52 saídas regulares ao longo de 2018, todas elas de sete noites, alterando destinos do Caribe leste e oeste. São dez roteiros diferentes:

1) Miami, Ocho Rios, George Town, Cozumel, Nassau e Miami

2) Miami, Nassau, Ocho Rios, George Town, Costa Maya, Miami

3) Miami, St John s, Charlotte Amalie, Nassau, Miami

4) Miami, Ocho Rios, George Town, Cozumel, Costa Maya, Miami

5) Miami, Nassau, Charlotte Amalie, St John s, Miami

6) Miami, St John s, Charlotte Amalie, Freeport,Miami

7) Miami, Nassau, San Juan, , Miami

8) Miami, Philipsburg, San Juan, Nassau, Miami

9) Miami, San Juan, Charlotte Amalie, Philipsburg, Nassau, Miami

10) Miami, Ocho Rios, George Town, Costa Maya, Nassau, Miami

Os cruzeiristas também têm a opção de combinar mais de um roteiro e fazer uma viagem mais longa, de 14 noites, por exemplo. Já pensou, duas semanas navegando pelo Caribe? Confira alguns dos lugares por onde o Seaside passa:

 

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A repórter viajou a convite da MSC Cruzeiros para participar da inauguração do navio MSC Seaside. A viagem não seguiu um roteiro normal pelo Caribe – ficou atracada a maior parte do tempo no porto de Miami e saiu apenas para um passeio noturno em direção às Bahamas.

Autor

Bruna Scirea - Editora