Conheça Creta, a paradisíaca ilha grega onde nasceu a primeira civilização europeia

Redação 8 · fevereiro · 2019

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A maior de todas as ilhas gregas, Creta é uma mistura perfeita entre a tradição do mundo antigo, uma natureza deslumbrante e a agitação da vida moderna! Com quase cinco mil anos de história, é um museu a céu aberto e berço da civilização mais antiga da Europa. Nossas leitoras Luiza Machado e Tatiana de Moraes (@mundoparaduas) viajaram para Creta e compartilharam tudo com a gente sobre essa imperdível ilha da Grécia, confira!

creta ilha grega
Balos Beach, Creta

Com uma localização estratégica (perto da África, da Ásia Ocidental e da Europa), a Ilha de Creta passou por vários domínios, sendo marcada pelos Bizantinos, Romanos, Venezianos e Turcos, principalmente. Por isso, os cretenses têm uma cultura típica que se diferencia um pouco do restante da Grécia – inclusive, eles têm um dialeto grego próprio!

Ao longo de tanta história, a arquitetura foi sendo modificada (muitas igrejas cristãs, por exemplo, foram transformadas em mesquitas na época da dominação turca), mas em geral, diversos elementos de todas as culturas foram preservados e dão a Creta um ar bem diferente das vizinhas ilhas Cíclades.

Com quase nove mil quilômetros quadrados e cenários deslumbrantes, Creta tem quatro cidades principais, cada uma com charme e atrativo, e centenas de vilas menores. O ideal é fazer base em pelo menos duas das maiores cidades para explorar as áreas próximas, já que a ilha é grande e os deslocamentos podem durar horas – mas acredite, eles valem a pena em cada segundo! 😉

Chania, a joia de Creta

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A cidade é a queridinha da ilha, e uma rápida volta pelo centrinho te faz entender o porquê! A arquitetura é medieval, as ruas são super charmosas e agradáveis, o comércio de artesanatos locais é intenso e a vontade é de não sair mais de lá.

Cartão-postal de Chania (se pronuncia Raniá), o Antigo Porto Veneziano é daqueles cenários pitorescos, cheio de barquinhos atracados e pescadores. À esquerda, fica o Forte Veneziano Firka, de muros enormes que ganham tonalidades diferentes de cor à medida em que a noite vai se aproximando. Do outro lado, o Farol deixa a paisagem ainda mais linda, com seu estilo medieval em contraste com o mar azul. No meio de tudo isso, diversos restaurantes e cafés à beira-mar oferecem as mais variadas culinárias, com ênfase na grega e na contemporânea. Um passeio imperdível, principalmente no fim da tarde, quando a sol começa a se pôr.

creta porto chania ilha grega

Pertinho de lá, o Old Chania Market movimenta o comércio local. São centenas de barraquinhas expondo roupas, acessórios em couro, sapatos, especiarias culinárias, bebidas típicas da região e souvenires diversos – um lugar ótimo para encher a mala de lembrancinhas! Dois museus contam um pouco a história de Creta e da cidade: o Museu Arqueológico e o Museu Marítimo de Creta, que recorda a história dos cretenses a partir do mar, falando do comércio com outros povos, por exemplo. A dica é marcar esses pontos específicos no mapa, mas dando brecha para se perder em Chania. Cada rua da cidade é linda e cheia de lojas – de grandes e internacionais a pequeninas, com artesanato produzido por nativos.

A cidade é muito agradável e a atmosfera é um misto de cultura, história e muita agitação. Pequenas ruelas de casas locais se parecem com labirintos de pedra, que acabam sempre levando a belas pracinhas no pequeno bairro Top Chania. Em Splatzia, o “bairro turco” e centrinho de Chania, a gente sente o ar de cidade de interior e a boemia cretense, cercados por belos prédios, inclusive a igreja Agios Nikolaos, uma das mais importantes de Chania. Ao entardecer, dê um pulo na Daliani Street, onde nativos se reúnem para tomar uma cerveja e curtir a noite, que é cheia de opções.

Dica extra de quem gosta de explorar além da área turística: o distrito chamado Tabakaria é uma espécie de bairro fantasma à-beira mar. Antigamente, era um complexo de fábricas de couro – o local, a 3km do centro de Chania, era ideal: longe o suficiente para o cheiro não chegar até a cidade, mas ao mesmo tempo perto para comercializar as peças. Hoje, pouquíssimas fábricas ainda existem, a maioria está abandonada, com janelas quebradas e paredes caindo. Um cenário bem inusitado e interessante para tirar fotos bem maneiras e sentir um pouco da atmosfera da Chania antiga – sem a interferência de milhares de turistas. Ah, apenas dois ou três restaurantes funcionam por lá. A dica é um jantar durante o pôr do sol no Thalassino Ageri, apreciando um visual industrial com vista para o mar.

Heraklion, a efervescente capital cultural

Há quem diga que a capital da ilha não vale a pena, mas nós discordamos – e muito. Passar pelo menos um dia em Heraklion é interessante para descobrir a história de Creta. A sensação de se perder no tempo já começa ao entrar na cidade, em parte cercada por um muro medieval construído para proteção contra ataques. Perto do porto onde desembarcam milhares de turistas no verão, fica o Forte Rocca Al Mare, de onde se tem uma vista privilegiada para o mar e para a cidade ao mesmo tempo – uma construção antigamente usada para a proteção e, também, como prisão para infratores. Hoje, compõe um lindo cenário ao lado de barquinhos coloridos de pescadores que abastecem a ilha.

Partindo do forte, siga pela Rua 25 de Agosto, fechada para carros e cheia de lojinhas de todos os tipos e monumentos históricos. No caminho, pare para apreciar a lindíssima Catedral Saint Titus (do período bizantino), a Loggia (com uma arquitetura veneziana do século 16 super preservada, o prédio foi construído como um clube para a alta sociedade) e a Basílica de San Marco (construída no século 13 como a Catedral de Creta, hoje é conhecida como Municipal Art Gallery, cheia de mostras de arte abertas ao público). A rua 25 de Agosto termina na praça Lion Square, conhecida como “o coração de Heraklion”, onde turistas e cretenses se reúnem em cafés (conhecidos como “kafeneio”) e restaurantes espalhados ao redor da famosa fonte de leão, que dá nome à praça.

creta heraklion ilha grecia

Pertinho dali, fica o Market Street, um mercado onde até hoje os nativos se encontram para conversar e comprar variados itens, de meias a carnes – sério! O interessante é observar a vida local e as especiarias da ilha, com diferentes ervas, mel, variados tipos de carne e bebidas alcóolicas. Não deixe de reparar na Bembo Fountain, provavelmente a fonte veneziana mais antiga de toda a ilha.

Para quem gosta de museu, Heraklion concentra os melhores de Creta. O Museu Arqueológico exibe as mais variadas peças encontradas em toda a ilha, contando a história da mais antiga civilização europeia. Outra opção interessante é o Museu Histórico de Creta, que abriga artefatos religiosos e peças decorativas de origens romana, árabe, bizantina, veneziana e turca, culturas presentes na miscigenada Creta.

Por último, mas não menos importante, temos o Palácio de Knossos, um verdadeiro museu a céu aberto e principal sítio arqueológico da ilha. As escavações começaram em 1.900 e, durante o processo, os arqueólogos descobriram diversos afrescos e placas com escrita da Idade do Bronze, o que fez com que especialistas fizessem um bom banco de dados para detalhar muitos aspectos da sociedade cretense. Sabe o famoso mito do Minotauro? Então, o labirinto da criatura com corpo de homem e cabeça e cauda de touro fica exatamente no subsolo desse palácio, tornando-o um dos principais atrativos de toda a ilha! Vai dizer que Heraklion não merece uns dias no seu roteiro?

Rethymnon, onde o tempo parou

Uma das cidades medievais mais preservadas de toda a Grécia, Rethymnon tem um ar provinciano e muito especial. A mistura de arquitetura veneziana e turca faz com que a gente se sinta em uma espécie de conto de fadas, com uma combinação perfeita de mesquitas, igrejas ortodoxas, casas medievais e ruas exclusivas para pedestres, cheias de lojinhas.

Assim como Chania, Rethymnon tem um Porto Veneziano muito charmoso, cheio de cafés agradáveis, e um forte, chamado Fortezza, construída em meados dos anos 1.500 para proteger a cidade – a função atual é apenas deixar Rethymnon ainda mais fotogênica mesmo!

Você pode começar o tour pela vila subindo até lá, a vista é linda! No centrinho, alguns lugares interessantes são a Venetian Loggia, uma construção veneziana do século 16 que hoje serve como ponto de encontro e loja do Museu Arqueológico, outra atração interessante. É pequeno (bem menor do que os Museus Arqueológicos de Heraklion e Chania), mas tem uma linda mostra de peças datadas dos períodos Neolítico e Romano. Se você quer saber um pouco mais sobre a cultura local, visite o Folklore and History Museum, que exibe mais de cinco mil itens, entre cerâmicas, roupas, tecidos e fotografias dos séculos 17 ao 20.

Na volta pelo centrinho, não deixe de passar pela mesquita Neratze, que ostenta o principal minarete da cidade, e pela fonte Rimondi (há um café super agradável ao lado, chamado Galero!). Para fazer compras, sugerimos a rua Souliou, onde você vai encontrar de tudo um pouco: livros, especiarias gregas, cosméticos, joias, cerâmicas e souvenires. Às quintas pela manhã, perto da marina de Rethymnon, e aos sábados, na Iroon Polytechniou Square, acontece o Laiki Open Market, um pequeno mercado com artesanatos locais. Para fechar o tour com chave de ouro, a gente recomenda passar no Centre for Byzantine Art, uma galeria super interessante com um terraço super agradável e vista para a cidade – no verão, é uma ótima pedida!

Se a intenção for explorar além do centro, uma sugestão é ir até o Monastério Arkadi, a 23km de Rethymnon. A construção, de 1597 e estilo renascentista, tem uma história trágica: quando os turcos-otomanos invadiram Creta, uma grande parte dos habitantes da ilha fugiu para lá. Os soldados os seguiram até o monastério e, como ato de resistência, os nativos preferiram morrer a se entregar, e atearam fogo em si mesmos. Por isso, o local é conhecido como símbolo de resistência à dominação turca.

Agora, se você prefere um clima mais leve, lindas praias ficam pertinho de Rethymnon, como Platanias, Adelianos Kampos, Panormos e Balí (com bastante estrutura para visitantes, a mais distante delas fica a 30km da cidade) e as praias do sul, Agia Galini, Rodakino, Preveli e Plakias – essas três últimas estão na lista das 10 melhores praias de Creta, segundo a agência governamental de turismo.

Agios Nikolaos e seu charme peculiar

Quarta mais importante cidade de Creta, Agios Nikolaos tem um bônus: o pequeno lago Voulismeni, usado como um píer pelos pescadores, o que traz uma atmosfera agradável ao lugar. O lago, aliás, é cenário da mitologia grega e local onde as deusas Atena (que dá nome à capital grega) e Artemis se banhavam.

Como não recebeu muita importância pelos venezianos, Agios Nikolaos não foi cercada por um forte, como acontece em outras vilas da ilha. Mas mantém o charme cretense, com suas ruas de pedestres pavimentadas com pedras e construções medievais, que disputam lugar com clássicos e modernos cafés e lojas. Assim como nas outras principais cidades, Agios Nikolaos também tem um Museu Arqueológico e um Folklore Museum, com roupas, acessórios, cerâmicas, moedas, manuscritos e utensílios usados pelos nativos desde os domínios veneziano e otomano.

Entre as mais famosas construções da cidade, estão a Igreja Bizantina de Agios Nikolaos – com simpática fachada de pedras em vários formatos e tamanhos diferentes, deu nome à cidade e provavelmente foi construída antes da dominação árabe, por volta do ano 827 (uma das mais antigas de Creta); a igreja Panagia Vrefotrofos, que fica pertinho do mar, no centro da cidade, e exibe afrescos do século 14; e a Catedral de Agia Triada, uma interessante construção bizantina em forma de cruz, com três corredores, cada um dedicado a uma entidade.

Depois de visitar o centro histórico, que tal se refrescar no mar? Agios Nikolaos tem boas praias, como a Ammoudi Beach, com água cristalina e areia branquinha; Kitroplatia, que fica bem no centro da cidade (uma das poucas praias urbanas em Creta); Ammos Beach, com uma água turquesa e vários guarda-sóis espalhados pela areia; Gargadoros Beach, considerada uma das praias principais da região, mas não tão confortável, por ser de pedra; e Almyros Beach, uma das mais procuradas por causa da beleza e da estrutura.

Se quiser explorar a área em volta de Agios Nikolaos, vá até Elounda, uma pequena e charmosa vila que vem chamando a atenção por causa do turismo de luxo. Hotéis cinco estrelas, butiques, belas praias e até um heliporto atraem diversas celebridades e chefes de estado, que costumam passar férias por lá. A partir de Elounda, a dica é pegar um barco até a pequena e abandonada ilha de Spinalonga, cheia de história e ruínas. Pela posição estratégica, foi cercada por muros e um forte, para a proteção de Elounda, e é um paraíso para quem gosta de ruínas. Depois que Creta se tornou parte da Grécia, em 1913, o governo ordenou que todos os leprosos fossem mandados para a ilha, que se tornou uma espécie de colônia para esses pacientes até o ano de 1957. Depois disso, o assunto virou tabu no país, e até documentos sobre a antiga “colônia” foram queimados. Hoje, atrai cerca de 1.500 turistas por dia durante o verão, de acordo o governo local, o segundo sítio arqueológico mais popular de Creta, perdendo apenas para o Palácio Knossos.

O paraíso dos praianos

Sem dúvida, Creta é um dos principais destinos históricos e culturais da Grécia, mas a ilha vai muito além. As praias cretenses são, sem dúvida, uma das mais lindas do país, além de muito diversificadas. Desertas ou muito populares, de areia ou de pedra, com ondas ou sem ondas… Tem para todos os gostos! Quer curtir o verão europeu nessa ilha incrível? Então não deixe de conhecer as praias abaixo, as que nós recomendamos de olhos fechados!

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Balos Beach

Balos Beach: muita gente considera essa a praia mais linda da Europa, e sem dúvida é uma das nossas preferidas no mundo! A areia é branca e bem macia, o mar é de um azul vibrante e forma uma lagoa entre bancos de areia – como é cercada por pedras, Balos praticamente não recebe corrente de ar, e o mar mais se parece com uma piscina, de tão calmo. Apesar do difícil acesso (é preciso ir até o porto de Kissamos e depois pegar um barco; ou então ir de carro até a aldeia de Kalyviani e estacionar no Balos Beach Parking – a cerca de 55km de Chania – e depois fazer uma trilha de 2km), Balos recebe centenas (senão milhares) de visitantes todos os dias durante o verão. Sim, é cheio, é turístico, mas deixar de visitar essa maravilha é um pecado!

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Gramvousa Beach

Gramvousa Beach: vizinha de Balos, essa maravilhosa e pequena ilha faz parte do combo de passeio de barco por Balos e tem um quê selvagem, já que a natureza pulsa por lá e o espaço faz parte de um programa de proteção ambiental. A água, assim como em Balos, é muito cristalina. Bônus: em uma montanha, a 137m acima do nível do mar, você pode visitar o forte veneziano e apreciar a vista simplesmente maravilhosa. Dica: por conta do programa de proteção ambiental, não encontramos lugares para comprar lanches e bebidas, ou seja, leve com você antes de sair do hotel (vale para Balos Beach também!).

Elafonissi: conhecida também como “Ilha dos cervos”, o mar dessa praia maravilhosa tem variados tons de azul e é raso, o que torna possível caminhar por bancos de areia até chegar em recifes. Durante o caminho, a gente percebe tons diferentes na areia, que varia entre branca e rosada. Alguns pontos da praia são reservados para praticantes de windsurf, enquanto outros ficam cheios de criança brincando no mar, que mais parece uma piscina, de tão calmo. O local, que era deserto há mais de uma década, hoje é conhecido como um dos principais points cretenses. Tem boa estrutura para turistas: esteiras e guarda-sóis (pagos) e alguns quiosques que vendem snacks e bebidas. Sem dúvida alguma, um lugar para dar um check quando for a Creta!

Vai Beach: o diferencial dessa linda praia é simplesmente a maior floresta de palmeiras de toda a Europa! Sim, são mais ou menos 5 mil exemplares da árvore, que chegam bem pertinho do mar e dão à praia uma paisagem super tropical e exótica – principalmente quando se trata de Europa, que não costuma ter esse tipo de vegetação. A areia da praia é dourada e macia, e o mar tem um tom esverdeado que combina com a floresta. Simplesmente lindo! A praia tem quiosques de snacks e bebidas, mas é fechada após o pôr do sol para preservação do meio ambiente. Não é permitido acampar por lá.

Falassarna Beach: a areia é macia e dourada, a água (assim como as praias acima) é surreal de linda e a praia é considerada uma das mais limpas de toda a Grécia (lembrando que todas as praias de Creta são próprias para banho). A cereja do bolo é o pôr do sol visto de lá. Seja da praia ou do morro que fica logo atrás de Falassarna, é possível ver a água ganhando tons dourados à medida em que o sol desaparece no mar. A praia fica perto da vila de Plátanos, onde algumas (poucas) opções de hospedagem e restaurantes estão disponíveis.

Matala Beach: conhecida nos anos 60 e 70 como um refúgio dos hippies, essa praia também merece atenção no seu roteiro! A faixa de área branquinha e macia se estende por mais ou menos 300 metros. De um lado da praia, penhascos e cavernas em enormes pedras dão um ar muito natural e selvagem à praia. Antes, Matala era uma vila de pescadores bem pacata, mas hoje, por seu visual único que atrai centenas de turistas todos os dias, abriga muitas tavernas e restaurantes, além de hotéis e área de camping. É, sem dúvida, a praia mais famosa no distrito de Heraklion.

Informações práticas:

Imigração:
Brasileiros podem ficar até três meses sem visto na Grécia (como turista). A exigência é contratar um seguro-saúde com cobertura mínima de 30 mil euros.

Língua:
Em Creta, a língua oficial é o grego, mas eles também falam dialetos. Mas, por ser uma ilha muito visitada, não haverá problema algum para se comunicar em inglês.

Moeda:
A moeda local é o euro. Caixas eletrônicos e casas de câmbio estão espalhados pelas principais cidades e vilas. Trocar / sacar dinheiro na ilha é uma tarefa fácil, exceto em aldeias menores.

Como chegar:
Creta tem três aeroportos: Heraklion International Airport, o segundo mais movimentado da Grécia, tem voos diretos para diversos países europeus, como Itália, França e Holanda; Chania Airport, que durante o verão também recebe vários voos diretos de outros países europeus, mas oferece menos opções do que o aeroporto de Heraklion; e o pequeno Dimitikós Aerolimín Sitias, localizado do distrito de Sitia, que oferece apenas voos domésticos partindo de Atenas e Karpathos.

Apesar da variedade de opções para chegar até Creta por avião, o meio de transporte mais utilizado pelos visitantes, principalmente no verão, é o marítimo. São centenas de embarcações saindo de Atenas e das principais ilhas gregas todos os dias, transportando milhares de passageiros. Para comprar seu bilhete, acesse www.greekferries.gr, que mostra as opções de várias companhias diferentes.

Onde ficar:
A sugestão é montar base em pelo menos duas cidades principais e fazer bate-volta para as praias mais próximas. Se o seu principal propósito for descobrir a história da ilha, sugerimos uns dias em Heraklion. Se você quiser sentir a atmosfera da cidade mais charmosa da ilha, reserve um hotel ou hostel em Chania. Se a ideia for uns dias bem românticos, inclua Rethymnon no roteiro. Opções não faltam!

Locomoção:
Como a ilha é bem grande, sugerimos alugar um carro para facilitar os trajetos e não perder tempo. As praias mais bonitas ficam relativamente longe das cidades, então o ideal é montar um roteiro para conhecer o máximo de lugares possíveis, por exemplo: alugar um carro em Chania e tirar o dia para visitar Elafonissi e Falassarna no mesmo bate-volta. Mas o transporte público na ilha não é ruim, principalmente entre as cidades maiores. Durante o verão, há ônibus partindo de Heraklion para Chania a cada hora, por exemplo. O ideal é se deslocar de ônibus nos trajetos entre as principais cidades e alugar carro ao chegar em cada uma delas para descobrir – no seu tempo – as belezas de cada região. Importante: para alugar um carro, a maioria das agências exige carteira internacional de motorista.


Agradecemos a Luiza e a Tatiana pelas dicas! E você, fez uma viagem inesquecível e quer compartilhar com a gente? Envie seu texto e fotos para convidado@melhoresdestinos.com.br!

Autor

Redação - Equipe Melhores Destinos