Aeroporto de Congonhas (SP) voltará a ter voos para o Nordeste ainda em janeiro!

Leonardo Cassol 15 · janeiro · 2016

A ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil finalmente derrubou a restrição que impedia o Aeroporto de Congonhas (São Paulo) operar voos num raio maior do que 1.500 Km em linha reta. Na prática, a medida praticamente limitava os voos de Congonhas para as Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com poucas exceções, como a Bahia. Uma decisão que não fazia nenhum sentido do ponto de vista técnico e econômico, mas que foi implantada após o acidente com o avião da TAM, em 2007, que matou 199 pessoas. A partir de agora as companhias aéreas podem operar voos de Congonhas para qualquer cidade brasileira.

De acordo com a reportagem do Jornal Folha de São Paulo, imediatamente após a decisão da ANAC a GOL solicitou autorização para operar 26 frequências entre Congonhas e Recife. Além disso, a companhia planeja voar de Congonhas para Fortaleza, Natal, João Pessoa e Maceió. Como a decisão da ANAC não amplia o número de autorizações para pousos e decolagens no já saturado aeroporto. As novas frequências substituirão alguns voos hoje operados pela companhia, alguns deles na Ponte Aérea Rio – São Paulo.

GOL-Congonhas

A Avianca também deve iniciar um voo semanal para Fortaleza. A Azul planeja iniciar voos para Recife, Maceió e Natal aos sábados, a partir de 2 de abril. Já a TAM disse à Folha que está estudando a operação de novos voos destinos saindo de Congonhas.

A novidade deve beneficiar os paulistas, que contarão com novas opções para voar de Congonhas para o Nordeste, sem precisar realizar conexões em Brasília, por exemplo.

E vocês, o que acharam da notícia?

Publicado por

Leonardo Cassol

Editor

  • Fernando-RJ

    Há 2 lados disso: Para quem está em SP e quer viajar será muito bom. Por outro lado, aquele aeroporto já está um caos, com mais voos vai piorar, e não vejo como ampliar as salas!.. De qualquer forma, como viajante, é sempre bom mais opções!

    • Flavio

      Um problema maior que o aeroporto saturado, é o das pessoas acham que lendo apenas o título da materia, acham que já entenderam o texto todo es postam comentários sem fundamento.

  • kleber silva

    a gol esta operando Congonhas a ilhéus com um voo diário.

    • Gustavo Piccoli

      Bom dia, mas é 1500 km em linha reta…. essa deve contemplar Ios..

  • Jorge Frutuoso

    Maravilha. Sou do Ceará e espero que os vôos de FOR à CGH tenham bons preços para não precisarmos mais pousar/decolar em GRU, já que este aeroporto é um pouco longe do centro de São Paulo.

    • Anayran Pinheiro

      Foi muito bonzinho falando um pouco, hahahaha!!!

  • RenatoADM

    Não esperem preços baixos, ou então não esperem somente voos diretos, pois é mais fácil e vantajoso para a empresas claro! Colocar um voo com escala e destino final para Congonhas exemplo MAO-CGH(escala em BSB), na verdade a GOL já tem voos assim exemplo SLZxBSBxCGH.

  • Hugo Azevedo

    Confirmo, inclusive já estou de passagem comprada para o carnaval de Recife saindo de lá (e voo direto!) ;D

  • Ricardo

    Ótimo, ainda mais agora que a querida presidente resolveu taxar remessas até USD 20 mil pro exterior e quer que o brasileiro só viaje por aqui.. hehe

  • Leonardo santana

    A questão não é de onde vem ou para onde vão os voos. O que tem que ser feito em Congonhas devido entre outros fatores o tamanho da pista principalmente é a proibição de aviões maiores pousarem ou decolarem do aeroporto.

    • Jonatas Elias

      Para onde vão importa sim, mais longe -> mais combustível -> mais peso -> maior distância para decolagem/pouso.

  • Fernando, realmente o aeroporto já está bem saturado. Mas de acordo com a ANAC não haverá aumento do número de voos, apenas substituição de algumas rotas curtas com muita oferta por voos mais longos.

    • Caco Nogueira

      Leonardo a TAM poderá usar o A321??

      • Jonatas Elias

        Não, ele é muito pesado para o aeroporto. Até é possível, porém as adaptações não compensam financeiramente. O mesmo vale para o A320 no Santos Dumont.

        • Alex

          Será que em breve teremos A320 NEO pousando em SDU ? Li isso em algum lugar tempos atrás …

          • Jonatas Elias

            Se o A320 não opera lá, acho difícil o NEO operar, já que as especificações técnicas são “parecidas”.

          • Márcio Sampaio

            Assim como compramos carros com diferentes opções de acabamento e motorização, os aviões são vendidos com diversas opções de melhorias, que evidentemente demandam $$$. Por exemplo, um avião com winglets é mais econômico do que um do mesmo modelo sem o acessório.

            A Gol opera o 737-800 no SDU porque comprou alguns modelos com melhorias para operação em pistas curtas. A maioria dos 737-800 da Gol não pode operar no SDU, apenas as unidades com aquelas melhorias específicas (winglets, motores diferentes, etc.).

            Outro exemplo: Em geral, as rotas internacionais da Bolívia são operadas em Santa Cruz por sua baixa altitude (até os voos com o Brasil), pois La Paz tem sérias restrições operacionais. Há alguns anos, a finada LAB adquiriu um 767 com melhorias específicas para operação em aeroportos “no alto do morro”, como La Paz, permitindo rotas diretas entre esta cidade e Miami, por exemplo, com plena capacidade.

            Como o 737-800 é equivalente nos requisitos técnicos ao A320 (capacidade, peso máximo de decolagem, etc.), creio que dependeria das operadoras desse modelo encomendarem algumas unidades com melhorias semelhantes às da Gol. A questão é se compensa o $$$ extra…

      • paluzoid

        Caco, a Transbrasil voava para Orlando nos anos 1980 com 767 de CGH.

        A TAM apresentou seu A330 em CGH em 1998.

        O problema como disse o Jonatas quase sempre será o peso, que é o fator mais limitante para operações comercias no aeroporto.

      • Não vai usar, pois ainda que permitido teria que operar ele com capacidade parcial apenas, o que não é economicamente viável. As pistas principal e auxiliar de Congonhas foram reduzidas em 150 metros em cada cabeceira para criação de áreas de escape, depois do último acidente.

        • Caco Nogueira

          obg pela resposta!!

  • Tarcisio Santos

    Estamos brincando com vidas humanas , se fossemos uma pais serio , avioes de alguns modelos , sem citar nomes de empresa alguma , nao deveriam operar em alguns aeroportos brasileiros , exemplos : CGH, IOS ,SDU , BPS … devido o tamanho das pistas … Porem por aqui eh assim , 199 vidas se foram a uns anos atras , a culpa foi de quem ? O governo impoe a restricao , se esquece que o mesmo modelo de aviao que ceifou as vidas acima , continua operando normalmente e agora derruba , entao a culpa eh do Brasil que eh grande ? A questao nao eh a limitacao de 1500 km e sim qualquer viajante que frequente os aeroportos brasileiros , percebe que os avioes sao grande demais para as pistas que existem… Podemos descer em GRU , mas desde que tenhamos um metro/trem que nos conecte com o centro da cidade para melhor mobilidade de todos e nao ficar refem de um aeroporto com uma infraestrutura pessima.Muitas vezes pagamos mais caro de transporte do aeroporto ate um ponto da cidade do que a propia pasasgem aerea.

    • Caco Nogueira

      A ponte aérea Rio-Sampa só pode não está mais lucrativa pra GOL correr e pedir logo 26 frequências para Recife… Até a Azul, que acabou de ganhar slots já vai operar pro nordeste em voo direto, mas no caso dela é necessário pq descer em Campinas, para quem quer a capital é sem condições!!

      • Márcio Sampaio

        É que as cias colocaram mais voos entre SDU e CGH para ocupar seus slots disponíveis, do contrário teriam que ser devolvidos. Quando cancelaram os voos para o Nordeste em 2007, a melhor rota para ocupar os slots vagos era a ponte aérea e os voos para Brasília. Agora, com o retorno dos voos para o Nordeste, voltaremos a ter as mesmas frequências pré acidente da Tam.;

    • Andrew Bueno Piolli

      VCP realmente ~e complicado, tirando algumas companias que tem fretados para cá.

      Mas GRU é relativamente facil e barato ir para o centro com o Aiport Service com preço de passagem “popular” (deve estar na faixa dos 5 ou 6 agora com o aumento) e depois cair no metro tatuape e seguir viagem

      • Paulo Oliveira

        Esperando dia que vão parar de enrolar a extensão da CPTM até GRU.

        • Alberto Kiess

          Teremos que fazer tanta baldeação, que continuarei usando o ônibus. O Governo não fez uma boa escolha em segmentar o ramal e fazer a baldeação na linha Safira

      • Tarcisio Santos

        Andrew , uso todos os canais de baixo custo disponíveis , onibus das cias , Airport Service do Tatuape e etc … Porem acredito que para nos Brasileiros é uma vergonha nenhuma aeroporto nosso ter metro conectado.Qualquer pessoa que va fazer um voo de 01 hora , dependendo de onde esteja , demora mais para chegar no aeroporto do que voar.

        • Andrew Bueno Piolli

          Não discordo nem um pouco, realmente é vergonhoso principalmente para o maior aeroporto do Pais na maior e mais rica cidade.

          Realmente o governo estadual é uma piada de mal gosto, mas nesses tempos criticar alguém além da presidente é pedir para ser ofendido até a oitava geração.

          • Jonatas Elias

            Principalmente aqui em SP, onde esses 24 anos de (indi)gestão são mais beatificados do que o próprio Papa.

        • Bruno Bastos

          Até onde eu sei, em porto alegre o metrô está ligado ao aeroporto por um aeromóvel que foi projetado lá mesmo. Aqui em Recife, tem uma estação de metrô em frente ao aeroporto (3 minutos andando) desde 2009. Há uns dois anos finalmente ficou pronta passarela ligando o terminal de REC à estação de metrô. Mas a maioria das pessoas não usa o modal pra ir ao aeroporto. Parece que no Brasil isso não é prioridade, porque transporte público é usado por quem é pobre. E quem é rico já fica dando chilique por dividir avião com pobre, imagina ir pro aeroporto no mesmo trem.

          • Alberto Kiess

            Sim, em Porto Alegre temos um aeromóvel com apenas uma estação que liga a estação do Trensunb ao T1 do Aeroporto Salgado Filho.Mas o Trensurb não é metrô, é uma companhia estatal de Trens Urbanos, não temos metrô em Porto Alegre.

          • Bruno Bastos

            Não conheço o Trensurb pessoalmente, mas não vejo motivo pra não chamá-lo de metrô. E isso é o de menos, o que importa é o modal ser rápido e transportar as pessoas de forma eficaz.

          • ITCHO

            Sim Bruno, em Poa o Aeromóvel(com tecnologia pioneira inventada por um gaúcho,Oscar Coester, e largamente utilizada na Indonésia, mas não apoiada por aqui) liga diretamente ao metrô, e funciona legal.

          • Cristiano

            Além de poder usar o trem para ir ao aeroporto, também é possível chegar à rodoviária. E ao Mercado Municipal.

    • Tarcísio Medeiros

      Nao creio que seja tao inseguro assim, se desde 2008 nao ha acidentes, imagine quantas pessoas ja viajaram por CGH. Acidentes sao realmente – acidentes. A questao esta mais em nao repetir o erro do que simplesmente deixar de utilizar o aeroporto…

  • Jonatas Elias

    Para voar maiores distâncias, obrigatoriamente o avião deve sair com mais combustível, portanto mais pesado, e peso foi um dos fatores que contribuíram para o acidente do 3054 (não foi o único, se pousasse em GRU também teríamos o acidente, menos trágico, mas ocorreria).
    Não sei quais melhorias foram feitas (se foram) para que a ANAC acabasse com a restrição, porém isso me cheira mais a lobby das cias do que qualquer outra coisa. Em tempos de crise, queda dos pax corporativos, o “conforto” de embarcar do lado de casa, essa liberação é uma mão na roda.

    • Caio Pimpinato

      Na prática boa parte das aeronaves já decolam de Congonhas com uma quantidade razoável de combustível por conta do planejamento das rotas. E no caso do voo da TAM acidentado a quantidade de combustível a bordo não fez grande diferença, haja visto até que outras aeronaves pousaram antes com volume maior de querosene. Provavelmente a liberação se deu por conta de alterações em procedimentos técnicos que antes inviabilizavam este gênero de operação.

      • Jonatas Elias

        Como disse, o peso foi um dos fatores que levaram à tragédia, não o único. Se pousasse em GRU também seria inevitável.
        Agora esse papo de “razões técnicas e econômicas” é que não colou, qual foi o procedimento alterado? Justo agora na situação que o país sem encontra?

    • Igor

      Cara acabei de ler aqui o relatório oficial final do acidente do Tam 3054 (http://www2.anac.gov.br/arquivos/RF3054.pdf) e em nos fatores contribuintes do acidente não há qualquer menção ao peso dela.

      Levando esse acidente como um parâmetro, é interessante notar que esse acidente aconteceu em um voo partindo de Porto Alegre, cidade que está dentro do raio de 1500 km da restrição da ANAC e não de um voo que partia de fora desse raio.

      No relatório também fica claro que o acidente mais teve a ver com procedimento equivocado adotado pela tripulação do que com a pista em si, embora esse fator também tenha contribuído para o acidente. O que me leva a conclusão que a restrição foi um efeito muito mais político – no sentido da agência tomar alguma atitude visível ao grande público, de estarem fazendo algo – do que um efeito técnico.

      Respeitando-se as limitações de peso e balanceamento da aeronave e do aeródromo em que se vai operar, não consigo ver qualquer problema que se faça necessário essa antiga restrição.

  • Daniel T. Santos

    Boa notícia! As restrições tinham mais viés político que técnico. Agora bem que o governo poderia deixar de lado a ‘mesquinhês’ política e tornar o Campo de Marte um aeroporto comercial…

    • Jonatas Elias

      Interessante sua tese de “viés político” e também sobre a viabilidade da abertura do Campo de Marte. Poderia expor mais detalhes?

      • Daniel T. Santos

        Não é tese não rsrs… mas enfim, se não houvesse viés político, outros aeroportos teriam que ter as mesmas restrições. O aeroporto de POA, por exemplo, tem +-300m há mais de pista que Congonhas, e o POA é internacional, ou seja, operam lá aviões bem grandes, o que derruba certos argumentos que li por aqui de questão de peso do avião.

        Sobre o Campo de Marte, ele possui comprimento de pista maior que o Santos Dumont. Já conversei com um pessoal da Infraero e o que todos dizem é que não há vontade política, digamos assim, para que ele seja usado para fins comerciais. Se você abrir o mapa, vai ver que a localização do Campo de Marte é excelente, com acesso à Marginal Tiete e há poucos minutos do centro da cidade e bem próximo da linha azul do metrô. Fiquei sabendo também que existe uma questão de grandes grupos econômicos, que querem construir um aeroporto no extremo sul da cidade, e se ativarem o Campo de Marte esse projeto não vinga devido à localização e infraestrutura que o Campo de Marte tem. Um desses grupos é a CC. Pode ser que eles adiem esse projeto devido à Lava Jato. Ah, e o pessoal me disse que já foi feito inclusive estudos de viabilidade econômica e que o Campo de Marte tem demanda para operar comercialmente.

        • Jonatas Elias

          Concordo contigo. Porém, cumpre lembrar que POA está a 10 m de altitude, enquanto CGH está a 802 m. Quanto maior a altitude, mais rarefeito o ar e mais pista o avião precisa comer para decolar. Esse é um dos motivos que a AA fazia CWB-POA-MIA, apesar de POA e CWB terem comprimentos parecidos, pela altitude o 767 não poderia sair carregado para o voo direto até Miami. A TAP também opera o A330 em POA e não em CWB (que com certeza deve ter demanda). Por isso vejo que essa liberação é política, enquanto a restrição foi “técnica”.

          Quanto ao Campo de Marte, realmente tem todos esses atributos, mas sua abertura comercial exigiria no mínimo a construção de um terminal que preste, novos estacionamentos, mudança no sistema viário por que o trânsito ficaria ainda pior e por aí vai. Também nota-se que na aproximação em GRU as aeronaves passam praticamente por cima dele, talvez isso possa influenciar o tráfego aéreo (opinião minha, não técnica) de ambos.

          Sobre a influência dos grupos econômicos, bom você já disse tudo.

          • Caio Pimpinato

            A região na qual está localizado o Campo de Marte não possui estrutura para suportar a chegada de um novo aeroporto, e mesmo com recurso disponível seria difícil realizar mudanças urbanas que permitissem desafogar o trânsito. Além do que está na rota de Guarulhos e isso inviabilizaria a operação de diversos voos, além de restringir o número de pousos e decolagens realizados em ambos os aeroportos. Na prática provavelmente trocaríamos 6 por meia dúzia, com a diferença de que vai se gastar uma grana e causar transtornos desnecessários. O ideal é construir um novo aeroporto na região metropolitana.

  • Geronimo

    Precisamos de uma vez por todas entender que quem manda na ANAC São as grandes Cias aéreas, então qualquer fator técnico que citarmos aqui será em vão, uma vez que o que conta é o interesse financeiro. acontece que que a TAM, GOL e AZUL tem muitos vôos curtos como por exemplo para Belo Horizonte. Com a queda da demanda, pra encher os aviões eles estão tendo que vender as passagens até abaixo do custo pra lotar as aeronaves. A solução que encontraram, na minha opinião foi essa: Substituir esses vôos pelos do Nordeste que hoje são mais lucrativos e automaticamente, pra quem mora em BH, Rio de janeiro, Goiânia, Curitiba, Porto Alegre, ETC, vai pagar bem mais caro na passagem porque terá menos oferta. Uma excelente jogada das aéreas.. e os fatores técnicos que se lixem, afinal vivemos no regime da “Dinheirocracia”…

    • Jonatas Elias

      Errado, quem manda na ANAC é o governo. Agora quem manda no governo…

      • Geronimo

        Jonatas, Quem manda em tudo é o dinheiro, ou melhor, quem tem o dinheiro.

    • Paula

      Concordo com quase tudo. É uma decisão imprudente.
      No entanto, não acredito que esses voos serão substituidos. Num primeiro momento, sim. No entanto, acredito que essa queda de restrição é o primeiro passo para que o número de voos aumente…

  • Fernando-RJ

    Pois é, se as pessoas pensassem um pouco mais, entenderiam que a demanda de passageiros crescerá, indiscutivelmente, apesar das substituições da rotas. Vôos para o Nordeste partindo de CGH trará maior quantidade de passageiros do que uma ponte para RJ.

    • Márcio Sampaio

      Não creio. A ponte aérea Rio-SP é uma das 15 rotas com maior demanda no mundo. Com certeza serão poucos horários cancelados desta rota.

      • Tarcísio Medeiros

        Acho que isso depende muito, ja fui de ponte aerea pra nao ter nem 50% do voo. E principalmente no periodo de ferias, o nordeste esta recebendo uma gama alta de turistas por causa da alta do lar.

  • Fabio Netto

    Isso vai derrubar o Aeroporto de Brasilia….

  • Paula

    Péssima notícia! Só vejo sob pela perspectiva da segurança. Congonhas tem uma pista curta, é dentro de uma cidade rodeada por prédios em grande quantidade e com sinalização que obriga que as aeronaves passem muito perto de casas e prédios ao decolar e aterrisar. Para aumentar os voos, deve-se aumentar a capacidade deles. Senão, corremos o risco de repetir o que aconteceu em 2007… Por outros motivos, mas ainda assim, reetir tragédias.
    Progresso não se faz com imprudência. Faz-se com cautela.

  • Paula

    Péssima notícia! Só vejo sob pela perspectiva da segurança. Congonhas tem uma pista curta, é dentro de uma cidade rodeada por prédios em grande quantidade e com sinalização que obriga que as aeronaves passem muito perto de casas e prédios ao decolar e aterrisar. Para aumentar os voos, deve-se aumentar a capacidade do aeroporto. Senão, corremos o risco de repetir o que aconteceu em 2007… Por outros motivos, mas ainda assim, repetir tragédias.
    Progresso não se faz com imprudência. Faz-se com cautela.

    • Caio Pimpinato

      Na verdade não pois o aeroporto está saturado, então para que operem novos voos para destinos com distância superior a 1500km outros devem ser cancelados. O número de slots não aumentou.

      “imediatamente após a decisão da ANAC a GOL solicitou autorização para operar 26 frequências entre Congonhas e Recife. Como a decisão da ANAC não amplia o número de autorizações para pousos e decolagens no já saturado aeroporto. As novas frequências substituirão alguns voos hoje operados pela companhia, alguns deles na Ponte Aérea Rio – São Paulo.”

      • Paula

        Sèrio quee tu acreditas que o número de voos não vai aumentar? Aumentar as rotas e fazer cair a restrição é o primeiro passo para que isso aconteça…

        • Bruno Bastos

          Pelo visto vc não compreendeu o conceito de slots…

  • vinicius

    fizeram isso para o Aeroporto de Brasilia ser viavel economicamente (até Confins), pois tinham virado hub dos voos saindo de congonhas…. agora que já esta privatizado não precisam mais manter isso 😉
    Otima noticia, pois essa historia de segunça é pra boi dormir, o aeroport existe a decadas de somente teve 2 acidentes de grande porte… que poderiam ser com avioes voando num raio de 1500km… pois acidente nao escolhe a distancia ou tamanho do aviao para acontecer…. 😉

    • Daniel T. Santos

      É por aí mesmo …

      • vinicius

        nao sei se os voos serao mais baratos… mas hoje em dia tem muito voo que e mais barato em CGH do que GRU

  • Caio Pimpinato

    O número de voos não será aumentado, apenas serão substituídos alguns já existentes por outros com destino superior a 1500km.

  • Adilson Uchoa

    Será melhor para os passageiros. Alguns voos que fazem escala em Guarulhos serão diretos, podendo até reduzir preço aos passageiros e ainda o tempo de voo será menor.

  • Luis

    Amo CGH/SDU/PLU,os tres aeroportos me facilitam muito em viagem,que pena a PLU esta quase abandonado.

  • Alberto Kiess

    Na verdade eu concordava com a antiga restrição de manter um raio de alcance. A pista de CGH exige uma certa habilidade para o pouso e quanto mais distantes forem os voos, causa uma fadiga maior na tripulação. Claro que isso é muito relativo, mas todos sabemos que CGH é um aeroporto peculiar. E também, já vive lotado, claro que os slots serão os que já são utilizados em outras rotas, mas mesmo assim… Norte e Nordeste já são tão longe, passageiros que vão para lá não podem reclamar de ir até GRU, que possui uma infraestrutura melhor e é muito mais seguro.

    • Tarcísio Medeiros

      Isso depende muito da pessoa. Eu prefiro ir pra GRU pois sou mais acostumado. Mas tem amigos que preferem ir pra CGH, e entao voce precisa ver a questao que nao apenas paulistas vao para o nordeste, mas pessoas do nordeste tambem vao pra la. Para nos eh mais cansativo passar 3h num aviao e ainda demorar mais pra chegar em SP. E pra quem chega de madrugada e precisa pegar taxi, eh duas vezes mais caro.

    • Bruno Bastos

      Vou explicar como um voo direto pra CGH é bem-vindo pra quem viaja do/para o nordeste: na última vez que vim de CGH pra REC fiz uma conexão em SSA de umas 3 horas. A viagem inteira deu quase o tempo de um voo Recife-Lisboa pela TAP.

      Então, por que não aproveitar as potencialidades de cada aeroporto? Se eu quiser ir pra SP, vou optar por CGH sempre que o preço estiver decente. Se eu fizer conexão, vou pra GRU. Simples.