Como é voar na Flybe

Marcel Bruzadin 30 · junho · 2015

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Hoje o Melhores Destinos apostou em uma avaliação de companhia aérea bastante interessante, porém, trata-se de uma companhia aérea bem pouco conhecida entre nós brasileiros, a europeia FlybeFundada em 1979 como Jersey European Airways, na Inglaterra, porém, somente em 2002 a companhia reposicionou-se no mercado, oferecendo a partir de então passagens aéreas a baixo custo, tornando-se uma companhia low-fare.

A frota da Flybe hoje conta com aeronaves ATR, Bombarbier e as brasileiras da Embraer, compondo um total de 67 aviões. Com base operacional em Londres, a Flybe faz centenas de voos em toda a Europa, inclusive operando em alguns voos da Finnair. Confira aqui toda a atual malha aérea da companhia.

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A avaliação completa de voo foi realizada pelo leitor Sérgio Bittes Terra, que voou no trecho Estocolmo (Suécia) – Helsinque (Finlândia). Confira abaixo, na íntegra, a avaliação do Sérgio com todos os detalhes e fotos. Ah, e se você já teve a oportunidade de voar com a Flybe, não se esqueça de deixar seus comentários, eles são muito importantes para novos viajantes.

Boa leitura!

Introdução

Apesar de ter comprado as passagens aéreas pela Finnair, o avião utilizado no trecho que voamos foi da Flybe e esta informação constava no site no momento da compra e no próprio e-ticket.

Dados do voo:

Estocolmo (Aeroporto de Bromma) – Helsinque (Aeroporto de Vantaa) – Voo AY2988
Saída de Bromma foi 07:00h e chegada as 09:10h em Vantaa (Helsinque).

Compra

Compramos a passagem aérea diretamente no site da Finnair, utilizamos buscadores, como Skyscanner, para pesquisa das melhores passagens. O site é bem completo, simples e intuitivo. Compramos a passagem mais barata que conseguimos na época e o valor foi em torno R$ 395 ida e volta com direito a uma bagagem despachada (23 kg) e uma de mão (8kg e dimensões máxima de 56x45x25cm) e classe econômica.

A viagem entre Estocolmo e Helsinque dura por volta de uma hora e em agosto a diferença de no fuso horário é somente de uma hora.

Check-in e embarque

O voo de saída de Estocolmo foi pelo aeroporto regional de Bromma, pequeno e mais próximo de Estocolmo do que aeroporto de Arlanda. O transporte do hotel até o aeroporto foi de taxi e ficou em torno de R$ 45.

O aeroporto de Bromma tem estrutura bem enxuta, poucas lojas e um pequeno free shop. Não é um aeroporto moderno ou novo, pelo contrário, me pareceu bastante antigo. O despacho de malas tem atendimento no guichê, ou seja, não é autoatendimento. Os funcionários do aeroporto foram cordiais. É muito fácil de localizar neste aeroporto, nem precisava de placa, mas ainda assim, ele é bem sinalizado.

Um fato interessante, e conhecido por vários turistas, é o rigor no “raio X”. Líquidos são armazenados em sacos plásticos (no aeroporto de Helsinque-Vantaa é fornecido gratuitamente, no de Bromma, não vi) que é conferido no controle de segurança e, sempre, tem que retirar o cinto ao passar no raio x, assim como, produtos eletrônicos. Aqui no Brasil já passei com cinto em vários “raio x” e somente uma vez tive que tirar.

No controle de segurança tinha um fila considerável, mas, fluiu bem. O free shop tem poucos itens, mas, os preços eram interessantes.

O nosso voo saiu no horário e não houve mudança de portão, tudo muito tranquilo.

Viagem

O avião operado pela Flybe nesse trecho é um ATR, igual aos utilizados pela Passaredo e Azul no Brasil.

A aeronave estava em um estado de conservação bom, e contava com uma equipe muito gentil. As informações da tripulação, revistas e orientações de emergência sempre possuíam versão em inglês.

O serviço de bordo é pago, assim como muitas outras companhias low-cost da Europa. Não consumimos nada. O espaço para as pernas é bom, considerando que tenho por volta de 1,72 m de altura.

Sinceramente não prestei atenção no sistema de entretenimento, estava focado lendo um livro, mas, pela duração da viagem, não é um item que para mim, faça diferença.

O voo transcorreu de forma tranquila, embora o tempo estivesse chuvoso. Chegamos no aeroporto de Helsinque – Vantaa no horário previsto. Pouso foi tranquilo e sem aplauso (alguns países da Europa aplaudem quando o piloto pousa bem, vi isso em um voo da TAP e custei a entender o que era).

Desembarque

Chegando no aeroporto de Helsinque, pegamos nossas malas e fomos despachá-las para outro voo, desta vez para Rovaniemi no Ártico, realizado pela Norwegian.

Como nosso próximo voo demoraria um pouco, fomos conhecer todo aeroporto de Helsinque, que é organizado, limpo, moderno, serviços com ótimo atendimento e, considerando que é o aeroporto de maior movimento de toda Finlândia, não é um aeroporto grande, tem apenas dois terminais, mas, bem maior que o aeroporto de Bromma, citado anteriormente.

Conclusão

Nossa experiência com a Flybe foi boa, a tripulação é muito atenciosa e paciente. Os aviões são conservados, limpos e novos. É uma empresa que lembra muita a operação regional da nossa companhia aérea brasileira Azul. Se necessário voltaria a viajar com eles tranquilamente.

E aí? Gostaram da avaliação do Sérgio? Certamente será muito útil para novos viajantes que pretendem ir até a Finlândia ou outro país da Europa operado pela companhia inglesa. Não se esqueça de deixar os seus comentários abaixo se já voou com a Flybe, ok? É sempre muito importante termos diferentes visões dos viajantes.

Autor

Marcel Bruzadin - Marcel