Bebê nasce durante o voo e ganha passagens gratuitas para a vida toda!

Leonardo Cassol 17 · agosto · 2016

Um fato incrível aconteceu num voo da Cebu Pacific que ia de Dubai para as Filipinas. Uma mulher grávida entrou repentinamente em trabalho de parto. O piloto decidiu pousar a aeronave no aeroporto mais próximo, mas não deu tempo… A bebê nasceu em pleno voo!

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Uma foto da mãe com a filha nos braços foi postada no Facebook por Missy Berberabe Umandal e viralizou nas redes.

“As comissárias de bordo começaram a anunciar que precisavam de ajuda médica, e por sorte havia duas enfermeiras entre os passageiros”, relatou a passageira.

Segundo outros passageiros, o parto foi muito rápido. “Ouvimos um grito e segundos depois dava pra perceber que o bebê tinha nascido”, disse um dos presentes, numa rede social. “Momentos depois a passageira voltou para o seu assento com a criança no colo”, completou.

A bebê, que recebeu o nome de Haven, nasceu antes do previsto, com apenas 7 meses. O avião pousou na Índia para que mãe e filha recebessem atendimento médico imediato.

O fato ainda mais marcante aconteceu depois do pouso. É que a bebê ganhou passagens gratuitas vitalícias na Cebu Pacific Air. Essa bebê nasceu viajando e vai poder viajar o quanto quiser durante o resto da vida! Já pensou? Incrível, não é?

Para os curiosos sobre a cidadania da criança, a regra geral quando uma criança nasce em pleno ar depende da legislação de cada país. Pode ser a nacionalidade da companhia aérea proprietária do avião, do país aonde a aeronave sobrevoava no momento do nascimento ou onde o avião pousa após o nascimento.

Confira a postagem orignal

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O que achou da atitude da companhia aérea? Comente e participe!

Publicado por

Leonardo Cassol

Editor

  • Walter Caxito Lopes

    SENSACIONAL a atitude! É isso que esperamos de todas as empresas: que nós nos sintamos importantes pra eles e que sejamos muito bem tratados.
    Parabéns à companhia!

  • Yin Ni Chi

    Isso que eu chamo de nascer virado pra lua!! rsrsrss

  • Emmanuel Kalispera

    1.000.000 de milhas Smiles não durar nem até a adolescência hahahahahah

  • Emmanuel Kalispera

    Quanto à cidadania, a regra internacional é clara: vale a bandeira do país da aeronave ou embarcação. Então, se o voo é feito em uma aeronave brasileira, e existe o nascimento / morte é considerado nascido / falecido em território brasileiro, mesmo que o destino seja os EUA, por exemplo. Uma aeronave americana, por sua vez, é território dos EUA não importa onde ela esteja no mundo. E por aí vai.

    • Marcos

      No caso de um Airbus, a criança teria cidadania francesa, acho que é isso.

      • Emmanuel Kalispera

        Se o Airbus for da Air France. Se for da TAM não.

    • Jonatas Elias

      Não necessariamente. Um voo da Delta com destino ao Brasil, assim que a aeronave decola vale a regra brasileira, mesmo sendo aeronave com matrícula americana. No caso dos barcos vale a regra do país apenas quando em águas internacionais.
      Como o MD disse, não há uma regra para esses casos de nascimento em aeronave. Acho (chute meu) que ela deva receber a cidadania filipina mesmo por conta da mãe.

  • Leonardo BH

    Bom marketing da empresa aérea… afinal até a criança ter maturidade pra aproveitar as viagens de graça a cia aérea já faliu ou foi vendida então nem vai gastar nada rs

  • Bem que eu queria ter nascido num voo da Emirates, Qatar, Etihad ou Turkish.

  • Cacilda Monteiro

    Arrasaram no Marketing
    E da forma que vem a economia mundial pode ser que nem de tempo da criança usar esse beneficio.

  • Andrei, corrigimos o texto. Realmente não fizemos uma análise da legislação indiana sobre nascimentos em aeronaves em pleno voo. Obrigado por contribuir.

  • Emmanuel Kalispera

    Os que não são signatários do tratado seguem regras próprias, claro. Mas a grande maioria é.

    Art. 3° Consideram-se situadas no território do Estado de sua nacionalidade:

    I – as aeronaves militares, bem como as civis de propriedade ou a serviço do Estado, por este diretamente utilizadas (artigo 107, §§ 1° e 3°);

    II – as aeronaves de outra espécie, quando em alto mar ou região que não pertença a qualquer Estado.

    Parágrafo único. Salvo na hipótese de estar a serviço do Estado, na forma indicada no item I deste artigo, não prevalece a extraterritorialidade em relação à aeronave privada, que se considera sujeita à lei do Estado onde se encontre.

  • Monica Mafra

    É de praxe a Cia Aérea fornecer passagens vitalícias para o bebe que nasce a bordo.Já tem mais de 40 anos que é assim!

  • Albino

    A companhia deu 1.000.000 de milhas e não passagens vitalícias. É muito fácil gastar 1.000.000 de milhas, principalmente pelo fato de que periodicamente as companhias aumentam as quantidades necessárias para emissão.

    E o principal: 1.000.000 de milhas acabam. Passagens vitalícias grátis, não.

    Corrijam o texto e a chamada pois, além de não corresponder com a realidade, parece matéria sensacionalista.

  • Mi

    Realmente não entendo muito de leis e essa é uma dúvida que eu sempre tive: qual a nacionalidade da criança em casos como este?! Mas, dependendo como for, vai virar moda muitas grávidas quererem ter filhos “nos ares” pela cidadania… Ainda mais se tiver a possibilidade de escolha!

    • Jonatas Elias

      Melhor apagar esse comentário senão alguém vai dar ideia de proibir as grávidas de viajarem.

      • Mi

        Jonatas, Nãão! Não tem porquê proibir grávidas de viajarem. Até eu quando estiver grávida quero continuar viajando (talvez só não no último mês). O que não pretendo é viajar com filho recém nascido, mas por outros motivos e uma opção pessoal. Foi uma brincadeirinha, é um fato interessante “qual a nacionalidade nesses casos”? Eu sempre quis saber mesmo, e dá uma super história de vida! Mas se pode causar algum duplo entendimento, eu apago sem problemas 😉

        • Jonatas Elias

          Mas conhecendo os políticos como são, não é de se duvidar.

          • Mi

            É verdade, podemos esperar o inesperado, principalmente se for em benefício deles. Bem, apagado!

  • Emmanuel Kalispera

    Pedro, eu sei. Mas a lei brasileira repete a norma internacional dos signatários do tratado.