Azul chega a Congonhas com 26 voos. Avianca passará de 24 para 40 a partir desse mês

Denis Carvalho 9 · outubro · 2014

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A Azul finalmente terá voos para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, considerado o terminal doméstico mais importante do Brasil. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) divulgou hoje o resultado da primeira distribuição de slots (horários de pousos e decolagens) no aeroporto após a vigência da nova resolução que regulamenta a utilização de Congonhas.

Ao todo, foram disponibilizados 43 slots por dia para a Azul e a Avianca Brasil, que são empresas consideradas entrantes, ou seja, aquelas que possuíam igual ou menos de 12% de participação dos slots do aeroporto. A utilização desses slots ocorrerá na temporada de 27/10/2014 a 29/03/2015. 

A Azul e a Avianca Brasil foram as únicas empresas habilitadas que apresentaram pedidos e receberam a oferta de 26 e 17 slots, respectivamente. Para a alocação a empresa Avianca poderá utilizar efetivamente 16 slots, pois cada horário representa o pouso mais a decolagem.

Com a alteração, a participação nos horários de pousos e decolagens em Congonhas será:

slots em cgh
Fonte: Anac

Os slots diários são provenientes do rearranjo da capacidade de pista para a aviação comercial somados a dois horários remanescentes de empresas que deixaram de operar no aeroporto. As empresas contempladas poderão pedir alterações dos seus horários de pousos e decolagens a qualquer tempo, desde que dentro da capacidade operacional do aeroporto.

Segundo a Anac, o objetivo das novas regras para utilização do Aeroporto de Congonhas é incentivar uma maior concorrência e, em consequência, menores preços ao consumidor, sem representar um aumento da capacidade do aeroporto, que permanece operando dentro das regras de segurança da aviação civil.

Os critérios para distribuição levou em conta a eficiência operacional nacional das companhias interessadas (por meio da checagem da pontualidade e regularidade nacional do mesmo período do ano passado), além da participação de mercado nacional e da participação de mercado regional de cada uma delas.

Mais informações no site da Anac.

Autor

Denis Carvalho - Editor chefe