Avaliação da Latam

Bruna Scirea 16 · janeiro · 2018
Econômica
MIA - SAO
8095
Boeing 777
30/12/2017

Embarque

Previsto: 6:40h
Efetivo: 7:00h

Partida

Previsto: 7:40h
Efetivo: 7:40h

Chegada

Previsto: 19:10h
Efetivo: 18:35h

Resumo do review

LATAM
Voo: JJ8095
Miami (MIA) – São Paulo (GRU), Sábado, 30 de dezembro de 2017
Partida: 7:40
Chegada: 18:35 (-3h)
Duração: 8h
Aeronave: Boeing 777
Assento: 35A
Destaques positivos: atendimento dos comissários, sistema de entretenimento
Pontos a melhorar: mesa pequena e problemas na manutenção da cabine

Sou daquelas que sofre por antecipação. Então, vocês podem imaginar a minha cara quando descobri que o meu voo de volta da viagem que faria para os Estados Unidos seria diurno. Eu antecipava um loooongo/demorado/infinito voo de dia (à noite, eu costumo capotar de sono). Mais precisamente assim: oito horas de um sábado, dentro de um avião, já cansada de dormir e com um tédio imenso para enfrentar.

A viagem era a convite, para a participação em um evento em Miami. E é feio reclamar. Mas essa é das coisas que eu dificilmente faria por conta própria: reservar passagem em um voo internacional diurno. No entanto, lá estaria eu: no assento 35A, do voo 8095 da Latam, de Miami para Guarulhos. Um sábado, 30 de dezembro, possivelmente ensolarado tanto na Flórida quanto no Brasil. Ó, céus!

Pois, bem. Sofri de véspera. E, quando embarquei, me arrependi de cada minuto dispersado imaginando o quão enfadonho seria. Porque não foi nem um pouco. E há alguns possíveis motivos para isso. O primeiro deles: por ser de dia, sábado ou 30 de dezembro (ou todas as opções), o voo estava relativamente vazio. Era possível encontrar alguns lugares (sobretudo no fundo de cada cabine) com três poltronas vazias, espaço suficiente para dar aquela deitadinha – o que eu fiz, obviamente.

Deixei South Beach ainda de madrugada. Na rua, só gente voltando da balada…

Segundo: o fato de o voo ser tão cedo (o embarque estava previsto para as 6h40) faz com que você acabe não dormindo tão bem – por ser férias e você não estar mais acostumado a ir se deitar cedo, ou pela preocupação com o fato de ter que acordar ainda de madrugada para ir ao aeroporto.

E aí você pode olhar pelo lado negativo e achar tudo isso uma desgraça completa. Ou você pode usar todo esse sono e descansar ao longo do voo – fazendo com ele passe bem rapidinho.

Às 5h, chamei um Uber e fui para o aeroporto.

Check-in

8,5

Era escuro ainda quando cheguei no Aeroporto de Miami (MIA), atrapalhada com duas malas (uma que seria despachada e a outra de mão), uma mochila e um casaco de neve (havia passado por Nova York antes) que, por falta de espaço em outro lugar, eu levava na mão. Parei no toten da Latam para fazer o check-in e imprimir os adesivos para as bagagens. Justo na minha hora, claro, acabou o papel da máquina. Por sorte, uma funcionária da companhia estava logo ao lado – falando português, espanhol ou inglês, conforme a necessidade do cliente. E, como não havia fila nenhuma, me ajudou prontamente. Ela mesma passou para outra máquina, encontrou meus dados no sistema, mandou imprimir novamente e era isso.

Segui até o balcão para despachar a mala maior. Apresentei meu passaporte, coloquei minha mala na balança, entreguei o adesivo para etiquetá-la… E a moça me perguntou onde estava a segunda a mala. Fiz cara de “ué?” e disse que seria só uma. Logo me dei conta que devia ter duas malas cadastradas pelo fato de a primeira tentativa de impressão não ter dado certo. Pronto, problema identificado, e rapidinho pude ir para a sala de embarque. Todo esse processo não deve ter levado mais do que 15 minutos – uma boa vantagem de embarcar de manhã cedinho.

Nos raios-x já havia uma fila maior. Pudera: é um tal de tira casaco, tira calçado, tira cinto, tira eletrônicos da bagagem de mão, segura o passaporte e a passagem, passa pela máquina, ergue os braços, veste os calçados, guarda os eletrônicos, tenta não se esquecer do casaco… Meia hora depois eu estava livre e fui logo achar algo para comer. Todos os cafés, restaurantes e bancas já estavam abertos.

Como fui com certa antecedência, tive de esperar um bom tempinho até embarcar. Um pouco também em função do pequeno atraso que teve para o iniciar o processo de embarque, que estava previsto para as 6h40, mas só ocorreu por volta das 7h. Várias filas se formaram – um pouco bagunçadas, é verdade. Metade de minha fila achava que estava de acordo com uma numeração de assentos, mas na verdade, deveria estar na fila ao lado. Confusão que não rendeu atrasos, já que a partida ocorreu exatamente no horário previsto, às 7h40.

Cabine

7,0

Logo ao pisar no avião já dá para perceber que a aeronave que faz o trecho é relativamente antiga. A cor clara do material que reveste a parte interna já está um pouco amarelada, e o design das cabines também não pode ser chamado de moderno.

Após passar pela classe executiva e pela primeira cabine da econômica, quase chegando na terceira, encontrei minha poltrona: a 35A, no fundo da segunda cabine da classe econômica, bem coladinha na janela. O assento era estofado com um tecido verde e reclinava até que consideravelmente bem. O encosto para a cabeça também era ajustável, com duas abas que se moviam para os lados.

Achei bem confortável, dentro dos padrões de uma classe econômica. Havia espaço mais do que suficiente para as pernas (minha altura é 1,67 metro). E se preciso, havia a possibilidade de apoiar os pés em uma alça, um pouco estranha, posicionado embaixo da poltrona da frente (veja na foto).

Sobre o assento, havia um saco onde estavam o travesseiro, um fone de ouvido e uma manta bege sem cheiro nenhum – o que é bom. Senti falta de um protetor no encosto para a cabeça – não sou nojentinha, mas acho que é um sinal de capricho disponibilizar os mesmos itens para todos os passageiros. Havia poltronas com o protetor, aquele tecidinho onde se apóia a cabeça, e outras sem. E ah, a poltrona ao lado da minha, a 45B, não se mantinha reclinada – espero que eles saibam disso e não possibilitem aos passageiros, desavisados, a marcação daquele assento.

A mesinha para as refeições funcionava bem – apesar de ser super pequena em relação à bandeja servida. Acabei usando também a mesa da poltrona vizinha, que estava vazia, para poder apoiar parte da refeição. Acima da mesa, havia um bolsão com o informativo sobre o avião, uma publicação do Dutyfree e a revista da Latam, que é bem legal.

E, claro, na altura dos olhos, estava a tela de entretenimento touch screen, por meio da qual era possível acionar a tripulação e também ligar a luz sobre a poltrona. Também havia uma saída USB, pra que ninguém chegue no destino sem bateria no celular ou outros eletrônicos.

Apesar de antiga, a cabine é confortável e não fica para atrás nem mesmo em relação às cabines das aeronaves mais novas. O único porém foi logo após o pouso, quando uma água que escorreu do teto, próximo à janela, caindo diretamente nas minhas pernas. E não era pouca coisa, era tipo uma gota por segundo. Fui para a poltrona do lado – por sorte vazia.

Entretenimento

9,5

Parte do que pode tornar uma viagem diurna menos tediosa é o sistema de entretenimento da Latam. Os filmes disponíveis são super bem selecionados: atuais e com opções para todos os gostos. E não é que lá estavam os dois filmes que eu mais queria assistir nos últimos tempos? O brasileiro Como nossos pais e Dunkirk, que não havia visto no cinema ou encontrado na Netflix. Ao primeiro, assisti no voo de ida, o segundo deixei para o da volta.

Há ainda a opção de assistir a programas e séries de TV, produções para crianças, divertir-se com jogos e também músicas. Na tela, é possível ver a trajetória do voo, bem como conferir o que é captado pelas câmeras instaladas na parte externa do avião. Ah, e é na tela também que você pode ligar a luz referente ao seu assento ou então chamar os comissário. Só é preciso tomar cuidado: os botões da luz e acionar a tripulação ficam um do lado do outro. Quando fui testar a luz, o avião deu uma mini chacoalhada e o meu dedo foi parar sobre o “botão” da campainha dos comissários. E lá veio a aeromoça cruzando o corredor a toa… Mantive o sorrisinho no rosto e pedi desculpas. “Não é nada não, moça. Apertei no lugar errado. Hê!”.

Serviço de bordo

7,0

E aí preciso contar que errei feio. O avião mal havia decolado, e eu já estava dormindo. CAPOTADA. Lembro de ter dado uma conferida na vista pela janela, estava tudo nublado, não veria o mar do Caribe mesmo. Então fechei tudo, deixei bem escuro e apaguei. Tanto é que, lá vem a parte triste: perdi o café da manhã. Não vi e não ouvi nada acontecer – em compensação, dormi que foi uma beleza.

Só sei que serviram o café da manhã logo após o avião decolar porque fui me informar com as comissárias, umas cinco horas após a partida. As opções eram omelete ou panquecas doces, acompanhados de iogurte ou fruta. A você, leitor, peço perdão por não ter tirado fotos e não poder avaliar esta importantíssima parte do voo (para aqueles, que como eu, são muito felizes comendo). Vacilei. Para me redimir, fiz essas fotos bonitas para vocês:

Faltando uma hora para chegar em Guarulhos, ou seja, lá pela sétima hora de viagem, foi servido o almoço. As luzes da cabine foram novamente ligadas (eles deixam meio escurinho durante o voo, mesmo sendo diurno), e foram oferecidas as seguintes opções: salada fria de frango com queijo feta e molho de limão e coentro ou tortellini de ricota com molho rosé e legumes grelhados. Fui de massa e curti. Tava bem saborosa! Não comi o pãozinho que veio junto e achei bem honesto o brownie de sobremesa. Para beber, pedi uma água com gás e um vinho tinto. Tudo ok!

Só achei um pouco estranha essa distribuição dos horários de alimentação: se o café foi mesmo servido super cedo, logo na partida, bem que a próxima refeição poderia ser com um intervalo menor, né?

O kit de amenidades não é distribuído para os passageiros. Quem quiser, pode encontrá-los próximo aos banheiros. São disponibilizadas meias, tapa-olho, protetor de ouvido, além de escova e creme dental.

Comissários e equipe de solo

9,0

No momento do check-in a equipe de solo foi extremamente ágil e cordial. é super importante que eles saibam falar, além do inglês e do espanhol, também o português. Considerado o grande número de brasileiros que visita Miami, oferecer o serviço em português é um sinal de respeito ao cliente.

No voo, os comissários também eram bastante simpáticos e prestativos, Logo vieram quando me atrapalhei nos botões, confundindo o da luz com o de chamar a tripulação. Preocuparam-se quando eu perguntei se haviam servido o café da manhã – “você dormiu? está com fome? quer um iogurte?”, perguntaram. E, no almoço, prontamente disponibilizaram uma segunda bandeja de comida para um passageiro perto de mim, que não achou suficiente a primeira.

Programa de fidelidade

8,0

O acúmulo de pontos em voos internacionais no Latam Fidelidade / Multiplus ocorre em função do valor pago na passagem. Um voo de São Paulo para Miami, em classe econômica, acumula de cinco a doze vezes o valor da passagem em dólar (o menor valor é para clientes que não fazem parte de nenhuma categoria do programa de fidelidade e o maior é para clientes da categoria Black Signature). Quanto mais cara for a passagem, maior a quantidade de pontos acumulados.

É possível ainda acumular os pontos dos voos e realizar resgate de passagens com pontos nas parcerias da aliança Oneworld ou em outros parceiros da companhia.

Os pontos acumulados no Latam Fidelidade fazem parte da rede Multiplus e podem ser usados no resgate de passagens nacionais a partir de 3.500 pontos ou internacionais a partir de 8.000 pontos (América do Sul), além de uma infinidade de produtos e serviços.

Nota final

8,1

A primeira conclusão, portanto, é: se você é daqueles que não consegue dormir em voos, fazer longos voos internacionais de dia pode ser uma boa opção. E, se você, assim como eu, consegue dormir em qualquer circunstância, saiba de uma coisa: o voo diurno não é tão tedioso quanto parece. Contribui muito, é claro, se a companhia aérea fornecer um bom sistema de entretenimento. Foi o caso da Latam nesta experiência de Miami para Guarulhos.

A equipe em solo e os comissários de bordo estão realmente preparados para servir e ajudar os passageiros, todos os trâmites de check-in, despacho de bagagem e embarque foram ágeis e o voo, de modo geral, bastante agradável.

No voo da ida eu já havia reparado, e no da volta se confirmou: falta um pouco de capricho nos cuidados com a cabine – a exemplo está a poltrona ao lado que não reclinava e a falta de protetor no encosto de cabeça em alguns assentos. O banho de goteira no fim do voo também não foi divertido. Mas a comida estava bem gostosa, o travesseiro e a manta, limpinhos, e a seleção de filmes, super interessante!

No fim, pensando bem, provavelmente não farei mais cara feia quando tiver de viajar de um país para o outro durante o dia.

  • Bozena Aventureira

    Eu fiz um voo diurno no trajeto inverso, Guarulhos para Miami no dia 30/12. Voo estava lotado sentei quase no final do avião porém na minha sorte eram somente duas poltronas. Quase morri de tédio mas depois de tanto mexer na tela de entretenimento eu encontrei mais filmes e músicas. Mas confesso que mesmo ansioso o tédio me consumiu extremamente e ver o avião no mapa e parecer que não chegava nunca me dava agonia. Mas o serviço de bordo da American AirLines eu não tive o que reclamar. A volta foi a noite e foi excelente (voo de 10h saindo de Dallas) dormi bastante.
    Ah obrigado melhores destinos por passar a promo dessa viagem. Foi incrível

  • Rafael Poggi

    Adorei o relato, um dos mais completos, honestos e divertidos que li por aqui. Parabéns!

    • Bruna Scirea

      Obrigada, Rafael! 🙂

  • Leonardo de Paula

    Muito bom relato!
    Obs: MD Team, sugiro alterar a foto da matéria para o Boeing 777-300, já que a atual retrata um Airbus 330-200 (que a Latam nem possui mais em sua frota).

    • João

      Tem toda razão Leonardo, já foi corrigido! Abraço!

  • Marcelo Gomes

    Também adorei o relato! No meio do ano passado peguei os voos diurnos da Latam na ida e volta entre Guarulhos e Miami. Como não consigo dormir, os voos noturnos são um martírio. Por isso adorei esses voos. Quanto à aeronave, na ida viajei na janela, e tive uma péssima experiência. Muito apertado, principalmente na hora de comer, ainda mais quando a poltrona da frente está reclinada. Isso porque estávamos em família, e tinha intimidade para roubar um pouco do espaço da vizinha (minha mãe) e levantar o encosto de braço entre nós dois. Na volta, mudei as poltronas para as quatro do meio (éramos quatro ao todo), e foi muito melhor, com dois corredores. Também notei o grande espaço de tempo entre as refeições no voo da volta. No meu caso, a diferença de fuso era de apenas uma hora. Então o voo partiu de Miami por volta de 10hs da manhã. Foram servir o café da manhã lá pelas 11hs, e o almoço (?) às 17hs. A poltrona da minha irmã tinha problemas para se manter reclinada. Nem sempre dava certo. Nem por isso impediram a marcação. O máximo que eles fazem se alguém reclamar é oferecer alguma outra poltrona vazia. Mas no geral, foi uma boa experiência.

  • Fabio

    Que exagero. Dizer que sofreu pelo fato do voo ser diurno. Logo um voo relativamente curto como MIA-GRU. Soh assistir uns filmes que passa rapidinho.

    • Marcus

      Muito bom o relato. Em breve farei esses voos diurnos pela Latam. Recentemente fiz esses voos pela American, sendo o de ida diurno e o de volta noturno, e no meu caso, que possuo dificuldade para dormir em avião confesso que prefiro os diurnos. Também será uma oportunidade de comparar a American com a Latam na mesma rota.

  • Marcus

    Muito bom o relato. Em breve farei esses voos diurnos pela Latam. Recentemente fiz esses voos pela American, sendo o de ida diurno e o de volta noturno, e no meu caso, que possuo dificuldade para dormir em avião confesso que prefiro os diurnos. Também terei a oportunidade de comparar a American com a Latam na mesma rota.

  • RABUGENTO SFQNS

    A configuração dos aviões de hoje são todas para pessoas baixas.
    Os altos ou mais gordos que viagem de “executiva”!

    • luiz paulo alencar

      Eu sou o alto de 1,92 e bem rabugento viajando de executiva.. Se quiser meu relato de MIA – GIG do dia 1/12 é só procurar no MD

      e no FB e o pior de tudo, não foi apenas eu que reclamei do mesmo vôo

      • Paulo

        Olá Luiz Paulo,
        Procurei o seu relato aqui no MD, mas não achei – e, por óbvio, não te encontrei no FB. Pode mostrar o caminho das pedras? Fiquei curioso para ver as reclamações do voo. Obrigado!

  • Bruna Scirea

    Oi, Gabriel. Pode ficar tranquilo que não tem nenhuma propaganda subliminar em nenhuma das nossas avaliações – acho que deixei bem claro alguns dos problemas que tive no voo (como as goteiras, por exemplo). Que parte você achou contraditória? Às vezes acontece de não nos expressarmos bem. Mas podemos sempre melhorar 🙂

  • Rafael Veloso

    Relato bacana, mas dizer que esse T7 é antigo é um pouco puxado. Não é uma aeronave 0, mas nenhum elemento faz parecer que está em um equipamento antigo. Pelo menos ao meu ver…

    • Bruna Scirea

      Oi, Rafael! Se não antiga, pelo menos um pouco mal conservada – principalmente em relação aos assentos, apoios para os pés e as goteiras que caíram no fim do voo. Abraços!

      • Rafael Veloso

        Ah sim, em conservação eu concordo. Essa é uma aeronave que não para, e ja tem sido a alguns anos o carro chefe da Latam Brasil para o produto internacional.
        Li que eles serão retrofitados em breve, gosto mto do equipamento, quero vê-los novamente com o ar premium de quando eram novos.

        • Bruna Scirea

          Estamos juntos na torcida! 🙂

      • Leonardo F J

        Há de convir que os passageiros não ajudam na conservação e limpeza da aeronave. Nas duas últimas vezes que viajei no 767 da LATAM (aeronave nova e com destino a Miami), ao final do voo parecia que um furacão havia passado tamanha a sujeira e bagunça deixada pela grande maioria dos passageiros (inclusive na executiva).
        Já num voo do A330 da TAP (aeronave antiga e com destino a Lisboa), não vi essa mesma desordem ao final da jornada.

  • Bruno Bastos

    Essa galera que não consegue dormir em avião é muito fraca…

  • Leonardo F J

    Bacana o relato, Bruna.
    O vinho foi servido em copo de plástico ou vidro?

    • Bruna Scirea

      Obrigada Leonardo! Foi servido em copo de plástico. Abraço!

      • Leonardo F J

        Poxa, nada mais de “souvenir” então…rsrsrs

  • Márcio Sampaio

    Bruna, excelente relato, parabéns. Só não entendi uma coisa: no primeiro parágrafo da seção check-in você citou que estava com 2 malas, porém no despacho a atendente perguntou onde estava a 2ª mala e você respondeu que estava somente com uma…

    • fabio martins

      concordo!!

    • Bruna Scirea

      É, eu imagino que para pessoas maiores deva ser bem mais complicado mesmo. E sobre as malas, pode ter ficado confuso mesmo, vou tentar deixar mais claro no texto. Mas sim, uma bagagem foi despachada e a outra era de mão. Obrigada pelo retorno! Abraço.

    • Gilberto

      Concordo tambem e mesmo com 1,70 m, ja acho meio desconfortavel para mim e coloco me no lugar de pessoas mais altas como deve ser horrivel. O problema nao eh so o espaco diminuto entre as fileiras, mas sim e principalmente o fato de utilizarem a configuracao 3x4x3 por fileira e por isso as poltronas sao tambem estreitas. Nao eh so a questao de reclinar pouco.

  • fabio

    Fiz MCO – GRU dia 14 em noturno Latam…enttetenimento eh bom realmente, mas a conservação da cabine e em especial o espaço do assento eh desumano! Depois que virou Latam a cia vem pecando demais nisso …sempre fui fiel a ela mas no próximo pros EUA vou experimentar Azul com o Sky.

  • Arthur Tella

    Acho que as opcoes de almentacao devem melhorar absurdamente. Sou intolerante a lactose e parece que ultimamente tds as empresas oferecem somente opcoes com queijo ou maionese.

  • Vânia Terra

    Não achei na foto as alças para apoiar os pés, alguém me mostra, por favor?

    • Bruna Scirea

      Está ali, Vânia. Uma foto bem grande, com uma alça em couro.

  • Bruno Santos

    Muito bom o relato, xará. Mas discordo em dois pontos, primeiro que eu acho que é obrigação deles falarem português devido ao fato de ser uma empresa “brasileira”, segundo que essa configuração da LATAM 3x4x3 não é nada confortável. Voltei de Paris dia 02/01 num voo da LATAM nessa mesma configuração, foi uma tortura. Pessoas que tem mais 1,80 de altura sofrem bastante.

  • Amanda Reis

    Gostei muito do relato, parabéns Bruna! Apesar de não poder concordar com a pontuação final. ? Fiz o voo noturno, sendo o trajeto contrário, no dia 15/12. Me senti em uma lata de sardinha, LITERALMENTE! O último vôo que havia feito GRU-MIA foi com a Avianca, em julho/17, e eu o achei muito melhor, do espaço interno ao atendimento! A LATAM sempre foi minha cia aérea preferida, mas depois dessa viagem em dez/jan, desisto!!! Fui muito mal atendida por uma comissária de bordo no voo de conexão BSB-GRU da ida; a bordo do 777, passei uma noite terrível, espremida, esse apoio de pés muito esquisito, desconfortável, mais parecendo um porta-trecos; as poltronas da fileira central descoordenadas com as ferragens (os ferros das poltronas da frente ficavam entre o vão da minha, parecia que minha poltrona estava torta, uma coisa muito estranha e desconfortável!) fiquei com as vias aéreas MUITO ressecadas pq a humidificação não foi eficaz (nunca tinha passado por isso em voo para os EUA), isso pq o ar tb não estava forte, ainda, achei o avião mal conservado, parecendo velho. A sensação que tenho é que estão economizando em TUDO! E isso foi reiterado no voo de volta, meu Deus! Pensei que não pudessem piorar. O trajeto foi MIA/MAO, num A320. Socorro!!!!!!!!! (Já havia feito esse trajeto, e não foi tão horrível. Além disso, voos diretos de BSB para MCO, tb eram em aviões menores e nem por isso sofri tanto!) Sem falar na falta de estrutura do aeroporto de MAO para receber um voo internacional (um guichê da PF aberto para atender TODOS os passsgeiros e tripulação e NENHUM totem de leitura de passaportes com chip). Horário do voo PÉSSIMO, embarque em MIA à 1h40, equipe de solo completamente atrapalhada, tentando montar o gate com uma estrutura precária por demais. Ao embarcarmos, mais surpresas desagradáveis: o banheiro estava com meio rolo de papel higiênico, e três sachês de sabonete, parecendo que não havia sido preparado para o embarque (e olha que estava em solo desde 23h30, horário em que eu cheguei ao gate por causa da minha conexão anterior); às 3h e pouco da manhã, serviram um croissant frio com queijo e de café da manhã, por volta das 7h, um muffin!!! Hein?! Acredito que tenham dividido o que seria um café da manhã de vôo noturno internacional em duas refeições. Pq não é possível que esse realmente fosse o planejamento. Além disso, comissários se desentendendo com a equipe de solo, e nada cordiais com os passageiros. E isso foi recorrente nas viagens de ida e volta. Concordo com comentários abaixo: a LATAM teve uma queda enorme quanto à qualidade no atendimento em geral e continua cobrando caro pelo serviço. Deprimente!!!
    P.S: Desculpem pelo enorme texto, mas precisava desabafar!

  • Edson Madeira Ribeiro

    Até 2016 a TAM tinha um voo diurno para MIA saindo de BSB, era muito bom, chegava descansado e ainda dava tempo para ir a restaurante, Shopping ou mesmo esticar até as Keys ou ORLANDO. Espero que a TAM volte a operar esse trecho.

  • Fábio Fernandes

    Quer saber o que é vôo ruim? Viagem de Air Canadá.

  • Leandro Carvalho

    Sem dúvida nenhuma esse é um dos melhores relatos que eu já li. Parece uma crônica ou aquelas histórias em que o autor conversa consigo próprio o tempo todo. Envolvente. Parabéns Bruna!

    • Bruna Scirea

      Uau, Leandro. Muito obrigada! 🙂

  • Vânia Terra

    Obrigada, Bruna.

  • Mi Imperatore

    Oi, Renê. Você já fez a viagem? Voei duas vezes nesta aeronave, ORD-GRU e GRU-ORD!