Avaliação da Avianca Brasil

Bruna Scirea 24 · junho · 2017
Executiva
GRU - MIA
8510
A330
23/06/2017

Embarque

Previsto: 22:55h
Efetivo: 23:05h

Partida

Previsto: 23:55h
Efetivo: 00:12h

Chegada

Previsto: 7:25h
Efetivo: 7:21h

A Avianca Brasil começou ontem sua segunda rota internacional, com voos diretos ligando São Paulo (Guarulhos) a Miami, Estados Unidos. O Melhores Destinos esteve no voo inaugural e conta, neste post, como é viajar do Brasil para a Flórida na classe Executiva dos novíssimos Airbus A330-200 da Avianca Brasil. Este relato foi escrito ao longo da viagem e finalizado assim que desembarcamos em Miami.

Cinco dias após esta avaliação, fizemos o trecho de volta (Miami-São Paulo) na classe Econômica. Confira o nosso relato.

Sobre a Avianca Brasil

A Avianca Brasil opera voos regulares desde 2002. Atualmente atende 22 destinos domésticos e dois no exterior – os voos semanais de Fortaleza a Bogotá, na Colômbia, e, agora, os voos diários de São Paulo para Miami. A empresa opera com modelos da Airbus, oferece entretenimento individual e refeição de bordo gratuita. Como o membro brasileiro da Star Alliance, a AviancaBrasil conecta passageiros a mais de 1.300 aeroportos em todo o mundo, por meio de voos de 27 parceiras internacionais.

Resumo do review

Destaques positivos: conforto e privacidade dos assento, serviço de bordo

Pontos a melhorar: falta de wi-fi e de filmes e séries com legenda

Check-in

9,0

Check in

Minha viagem teve início em Porto Alegre, por isso acabei fazendo o check-in e o despacho da bagagem no Aeroporto Salgado Filho, onde todo o procedimento não levou mais do que cinco minutos. Quando desembarquei em Guarulhos, pouco antes das 22h, no entanto, fiz questão de passar em frente ao balcão de check in da Avianca. Não vou mentir: esperava um ambiente bem muvucado. Mas o que vi foi apenas uma pequena fila nos guichês destinados ao check-in, aos passageiros que já haviam feito o self check-in e aos casos prioritários. Nada fora do normal. A classe Executiva conta com quatro guichês exclusivos com funcionários da Avianca a postos, mas não havia ninguém sendo atendido no momento em que passei por lá.

Embarque

Já no Aeroporto de Guarulhos, após passar pelo raio-x e pelas máquinas que fazem a leitura do passaporte (procedimentos que ocorreram tranquilamente, com pouquíssimo tempo de espera na fila) cheguei na área de embarque. Este percurso não durou mais do que 10 minutos – isso porque me comportei e passei reto entre aquele mundaréu de perfumes do Duty Free…

Como é de costume em voos inaugurais, A Avianca Brasil preparou uma cerimônia de comemoração na área de embarque. Os passageiros de todas as classes foram recepcionados com música ao vivo, docinhos, espumante, sucos e refrigerantes. O clima era de verdadeira confraternização. Fizemos uma transmissão ao vivo do pequeno evento prévio ao embarque.

Quando se aproximou da hora do embarque, que estava previsto para às 22h55 (uma hora antes da decolagem), um dos fundadores da Avianca Brasil, José Efromovitch, deu início aos discursos. Após uma breve fala, em que destacou o orgulho de estar anunciando o início da segunda rota internacional da companhia, a palavra ficou com representantes do Aeroporto de Guarulhos e outros executivos da Avianca Brasil, entre eles, o presidente da companhia, Frederico Pedreira.

Mas foi tudo rápido, cerca de dez minutos depois os executivos desenlaçaram uma fita vermelha, posicionada bem em frente à porta de embarque, simbolizando o início das operações. O início do embarque ocorreu com leve atraso às 23h05 (o horário previsto era às 22h55).

Os passageiros foram recebidos na porta do avião pelo chef de cozinha que elaborou os cardápios das classes Econômica e Executiva, Pedro Romão, que usava aquele chapéu alto dos chefs. Ao lado dele, estavam dois comissários de bordo muito simpáticos. A aeromoça vestia um conjunto vermelho bem elegante – e até que discreto, apesar da cor, vermelho. O comissário que compunha o trio era Vinícius Vieira, 27 anos, que ao longo do voo faria o serviço de bordo do lado direito da cabine Executiva, onde estava esta que vos escreve.

Foi ele quem me conduziu até a minha poltrona, 7A, localizada na segunda parte da cabine Executiva – há duas áreas executivas, uma à direita da porta de entrada do avião e a outra, no caso a em que eu estava, ao lado esquerdo. Cada comissário (todos brasileiros) é responsável por 8 passageiros. Vinícius, chamou cada um deles pelo nome durante todo o voo – eu jamais teria cabeça para decorar oito nomes sem fazer gafe. Por isso decidi gravar pelo menos o dele, Vinícius, que me ofereceu uma bebida de boas-vindas. Fui de espumante, leve e fresca na medida.

Enquanto a tripulação fazia os últimos preparativos para a decolagem, o chef Romão entregou pessoalmente os cardápios de refeições e bebidas. Em seguida, outro comissário passou com um carrinho distribuindo o kit de amenidades (do qual falo mais a seguir) e quatro opções de leitura: os jornais Folha de São Paulo e o Valor Econômico e as revistas Veja e Caras. Já não havia revistas quando o carrinho chegou até mim. Tudo bem, eu estava mais interessada em mexer em todos os botões do avião que eu encontrasse pela frente. Mas, instantes depois, o mesmo comissário voltou com exemplares das revistas em mãos. Fiquei com uma, em agradecimento à gentileza.

Decolagem

Durante o taxiamento nas pista de Guarulhos, o avião recebeu um banho de água, o tradicional batismo pelo qual passam os voos inaugurais. Como estava escuro, tudo o que deu para ver foi a água escorrendo pelas janelas. O momento recebeu as palmas dos passageiros. E a decolagem ocorreu à 0h12, 17 minutos após o horário previsto, 23h55.

Doze minutos após a aeronave sair do solo, o comandante da tripulação informou que chegaríamos em Miami às 7h25 no horário local (8h25 no horário de Brasília). A previsão era de tempo encoberto no destino norte-americano e temperatura de 26 graus. Ele informou que enfrentaríamos turbulência no trecho entre a Amazônia e a Colômbia. E, após, passaríamos por águas mais tranquilas – achei poético, pois se referia às boas condições de voo sobre o mar do Caribe.

À 1h02, José Efromovitch assumiu o microfone da aeronave e falou sobre a realização de um sonho. Foi assim que ele definiu o início desta nova rota da Avianca Brasil.

Cabine

9,0

A cabine da classe Executiva do Airbus A330 tem 32 poltronas dispostas no formato 1x2x1 (na classe Econômica, são 206 assentos no formato 2x4x2). Todas as poltronas, mesmo aquelas que estão lado a lado na fileira central, oferecem bastante privacidade. Elas são posicionadas na diagonal, de forma que os passageiros não precisem se encarar ao longo do voo. Um grande diferencial é também o fácil acesso de todos os assentos ao corredor. Afinal, em voos de longo curso, chega a ser até libertário poder ir e vir sem precisar tirar o sossego de alguém. Na classe Executiva são dois banheiros – um deles situado entre a cabine de pilotagem e a área A da classe Executiva, e o segundo fica entre as áreas A e B.

A poltrona é super espaçosa e aconchegante. O revestimento é de um tecido levemente áspero, mas que está longe de ser desconfortável. Na comparação com os assentos em couro, disponíveis em outros aviões, o material pode até ser menos higiênico – no entanto, ao meu ver, não traz aquele incômodo de deslizar na poltrona quando se está em uma posição levemente reclinada.

Há espaço suficiente para se acomodar bem, e da maneira que quiser, ao longo das 8h30min de voo estimadas. Tenho 1,67 metro de altura e pude relaxar tranquilamente. Era possível até esticar as pernas quando a poltrona estava na posição de decolagem/pouso, e ainda sobrava um bom espaço até chegar na estrutura (uma espécie de banquinho almofadada para descansar os pés) que dividia o meu espaço com o do passageiro da frente.

A poltrona é fully-flat, ou seja, reclina 180°, como uma cama. Além disso, ela é inteiramente ajustável. Por exemplo: bastar apertar um botão para levar todo o assento para frente na hora das refeições, aproximando-se da mesa de apoio (movimento parecido com o que fizemos com a cadeira, quando nos sentamos à mesa). Para assistir um filme, é só encontrar a posição que mais agrada: encosto reto, reclinado, muito reclinado, sem ou com apoio para as pernas, mais próximo ou mais distante da tela. Para quem costuma ter dores na região lombar em viagens de longas distância, como eu, é um alento! Nem no sofá de casa eu fico tão bem “jogada” para assistir TV como fiquei ao longo do voo.

Todos os comandos podem ser acionados pelo passageiro no painel ao lado da poltrona (no meu caso, lado esquerdo, bem próximo à janela), onde ficam mesa de apoio, controle remoto, botões de ajuste do assento, luz lateral para leitura, entrada para fone de ouvido, entrada USB, tomada, e o fone de ouvido, em um compartimento separado. Do outro lado da poltrona (no meu caso, lado direito, próximo ao corredor) há um descanso para o braço, que pode ou não ser usado, e um porta-trecos. Logo à frente do passageiro, tem um cesto com a revista da Avianca e o folheto com instruções de segurança do voo, além do monitor sensível ao toque.

Destaque especial para a iluminação da cabine. Há cores e intensidades de luz diferentes para os vários momentos: jantar, madrugada (horário em que se supõe que os passageiros queiram dormir)  e o café da manhã. Vejam nas imagens que aconchegante fica o ambiente na cabine:

Entretenimento

8,0

Entretenimento

A Avianca Brasil possui um sistema de entretenimento com tela individual sensível ao toque, em que é possível assistir a filmes, séries, selecionar músicas ou jogos – há opções para adultos e para crianças. Na cabine executiva, os monitores são de 15 polegadas e ficam armazenados na parte de trás do encosto do passageiro da frente. Para utilizar o serviço de entretenimento, basta apertar um botão prateado, e tela se desloca, ficando diretamente à frente da poltrona.

Tentei inicialmente, e já com um pé atrás, utilizar o controle remoto para navegar pelo sistema de entretenimento. Desisti em menos de dois minutos. Até pegar a lógica do controle e chegar ao filme/série que eu iria assistir, eu já estaria com sono. Então preferi navegar tocando na tela mesmo, bem prático por um lado, e nem tanto por outro: é preciso se deslocar para frente para alcançar o monitor.

O sistema permite acompanhar a rota do voo e oferece uma considerável gama de opções de séries e filmes. Encontrei La La Land entre eles e me animei a assistir. Foi então que percebi um dos pontos negativos do voo: os filmes e séries estão com seus áudios originais ou em versões dubladas. Não há legendas para serem inseridas – o que pode ser bem chato para quem não gosta de filmes dublados, mas também não compreende outros idiomas com facilidade.

E o que aconteceu quinze minutos após eu me acomodar para assistir ao filme? O que sempre me acontece: fui derrotada pelo sono. Sou dessas. Por outro lado, venci outro obstáculo: o de “guardar” a tela. É preciso empurrá-la com certa força contra a estrutura do encosto do passageiro da frente. Pode ser que eu estivesse com medo de pertubar o outro viajante e não tenha colocado força suficiente, mas eram necessárias pelo menos três tentativas até que a tela ficasse no local destinado a ela. E teve dois momentos em que o passageiro da frente se mexeu e a tela se soltou sozinha, vindo para frente.

Reclinei totalmente a poltrona para dormir e ficou perfeito, extremamente confortável. Havia travesseiro e cobertores limpinhos no compartimento de bagagens acima de cada poltrona. Achei o cobertor um pouco espesso para a temperatura da cabine. Passei bastante calor e tive de removê-lo. Mas melhor assim do que passar frio, não é?

Serviço de bordo

8,5

Refeições

Os cardápios das classes Executiva e Econômica dos voos de São Paulo para Miami são assinados pelo chef Pedro Ramão, que, como contei, veio pessoalmente distribuir as opções de menu. Mais tarde o comissário de bordo passou retirando os pedidos, que chegaram em seguida, por volta da 1h30.

Como o avião decola tarde da noite e a janta inevitavelmente vai ocorrer madrugada a dentro, a Avianca disponibilizou o serviço “refeição expressa”, em que todos os pratos chegam em uma única vez. Uma opção legal para quem pretende comer rápido e dormir logo. Não foi o meu caso. Sono eu quase sempre tenho, mas não se compara à fome!

Paninhos umedecidos para limpar as mãos, uma toalha de algodão esticada sobre a mesa… Entre as opções de bebidas, escolhi um vinho tinto do Alentejo, Portugal, para acompanhar a seguinte fartura. Vamos lá!

A entrada era um saboroso mix de folhas com timbale (um torrezinha) de beringela com muçarela de búfala, presunto cru e tomate cereja. Para acompanhar foram servidos pão quentinho e manteiga. Foquei na salada, que estava realmente deliciosa!

Destaque para os talheres de metal, com a inscrição da marca da Avianca, os guardanapos em tecido, e também para os pequeninos saleiro, pimenteiro e azeitinho de oliva. Considerei apenas admirá-los, tamanha era a fofura (vejam as fotos). Mas né.. acabei usando todos!

Havia três opções de pratos principais: filé mignon ao molho cremoso com tomilho, purê de batata e vegetais sauté; filé de frango assado com ervas acompanhado de molho de champignon, risoto de rúcula e abóbora assada; e, por último, massa sorrentine recheada de queijo e palmito aos molhos de queijos e demiglace, castanhas e tomate concassée.

Escolhi a massa sorrentine e, confesso, me arrependi um pouco. Achei a apresentação confusa e o sabor um pouco artificial. Também não encontrei o tomate concassée. Curiosa, tentei espiar o prato dos vizinhos, mas a disposição e a distância entre as poltronas não me permitiram – um salve à privacidade!

As opções de sobremesa eram: torta de maçã com molho de baunilha, prato de queijos variados, sorvete Häagen-Dazs e frutas da estação. Fui de torta de maçã e não consegui comer até o fim. O sabor estava relativamente bom, mas as porções são fartas e a esta altura eu já estava bem satisfeita! E com sono…

Já se passava das 2h quando os pratos foram retirados da poltrona. Neste momento, os comissários perguntaram aos passageiros individualmente se desejavam ser acordados para o café da manhã. O que eu disse? QUE SIM. Às 2h30 a iluminação da cabine (que já estava mais fraca durante a janta) foi diminuída.

Às 6h17 (agora no horário de Miami, ou 7h17 no Brasil), eu já estava com a bandeja do café da manhã à minha frente. Escolhi um crepe de frango com tomate grelhado e espinafre ao azeite de oliva. As outras opções eram seleção de frios (variedade de queijos e embutidos) e omelete recheado com queijo muçarela, acompanhado de salsicha de frango, cogumelos sautée, tomate cereja e batata rösti.

Não havia mais omelete quando chegou na minha vez. Mas fiquei satisfeita com o crepe de frango, que veio com croissant, manteiga, geléia de amora, e um pratinho com frutas da estação (manga, melão, mamão, morango e uva). Pedi um chá de hortelã para acompanhar.

Kits de amenidades

O kit de amenidades veio em uma necessaire da marca Trousseau, super bacana. Dentro, havia uma meia longa na cor cinza, um pacotinho de lenços de papel, escova de dentes e creme dental, uma loção hidratante bastante cheirosa, protetor labial com própolis e calêndula, protetor de ouvidos, uma caneta da Avianca e um tapa-olho, que foi só o que usei ao longo do voo.

Comissários e equipe de solo

10

Comissários e equipe de solo

Desde a chegada dos passageiros até o final do voo os comissários mantiveram a simpatia e a atenção com os mínimos detalhes. A equipe toda é de brasileiros (pelo menos na classe Executiva), de  forma que passageiro nenhum precisa se preocupar em falar outra língua ou ter medo de não ser compreendido.

A mim, que não costumo viajar na classe Executiva, chamou atenção o atendimento individualizado dos comissários, que se referem aos passageiros pelo nome e, não raras vezes, se agacham no corredor para poder conversar sem que os clientes precisem deslocar o olhar para cima. É apenas um detalhe, eu sei, mas mostra cuidado com o passageiro. E, no fim, é isso o que importa.

As equipes de solo, tanto no check-in em Porto Alegre, quanto no embarque em São Paulo, estavam animadíssimas com o novo voo e não economizavam as boas-vindas aos passageiros. Cabe desejar que essa alegria e receptividade não se apaguem com o tempo.

Programa de fidelidade

7,5

O programa Amigo da Avianca Brasil tem uma tabela fixa de acúmulo e de resgate de pontos. A companhia pretende mudar o formato de resgate até julho, como divulgamos. Uma viagem de ida e volta para Miami em classe executiva vai permitir o passageiro acumular entre 20 mil e 25 mil pontos Amigo, dependendo da tarifa comprada, podendo chegar a 50 mil para quem tiver status Diamond.

Já o resgate de voos nacionais da Avianca com pontos costumam custar entre 10 mil e 50 mil pontos por trecho, sendo comum achar trechos por 10 mil, o valor padrão. Há ainda promoções periódicas com trechos a partir de 4 mil pontos. Os voos para o Chile (novo destino da Avianca) saem por 15 mil pontos o trecho. Para Miami, a partir de 30 mil pontos o trecho.

A companhia faz parte da Star Alliance. Entretanto, não é possível resgatar passagens de voos de parceiros pelo site da Avianca Brasil, como ocorre nos voos da própria companhia. É necessário ligar para o call center para ver a disponibilidade  de voos, o que dá bastante trabalho. Há ainda uma cobrança de uma taxa adicional de combustível neste tipo de emissão, o que acaba por deixar a nota da Avianca neste quesito um pouco mais baixa do que poderia ser.

Nota final

8,6

O voo na classe Executiva da Avianca entre São Paulo e Miami é extremamente confortável. O serviço é completo e há bastantes opções de entretenimento. Tanto é que, no fim do voo, considerei até ser uma pena que sejam somente cerca de 8h30 de viagem. Afinal, são duas refeições, o voo é noturno e ainda há vários filmes e séries legais disponíveis (ainda que sem legenda). É fato: para os passageiros da classe Executiva da Avianca, a Flórida ficou logo ali.

Para encerrar a viagem com tudo, chegamos em uma Miami ensolarada, com pouquíssimas nuvens no céu – contrariando todo o cenário imaginado: o de um fim de semana de tempo abafado e chuva. Que o tempo siga assim. Na terça-feira,  tomaremos o voo de volta para o Brasil, com saída às 18h55 (horário local) e chegada às 4h30 (horário de Brasília) em São Paulo. Desta vez, voaremos na classe Econômica. E, claro, contaremos como foi em mais uma avaliação.

Mas ainda tem alguma tempinho até lá. Enquanto isso…

Ladies and gentleman, welcome to Miami!

* Quer saber como foi o voo de volta, entre Miami e São Paulo, na classe Econômica? Leia o nosso relato com todas as impressões!

Bruna Scirea viajou a convite da Avianca Brasil.

  • Bruna, houve mesmo a tal turbulência? Quando fui a Miami eu peguei sobre o mar do Caribe, mas não na Amazônia.

    • Bruna Scirea

      Oi, Rodrigo. Teve um pouquinho de turbulência. Mas beeeem pouco. Nada que assustasse – e olha que eu fico meio apavorada com isso. Hehe. Abraços!

    • Don Kalima

      Inexistem voos sem turbulência rumo norte, sempre vai haver algo no cruzamento da ITCZ (linha de convergência inter-tropical). Seja super leve ou extremamente desconfortável, mas sempre vai ter.

  • Rafaele Aquino

    Muito legal o relato! Seria legal fazer um na classe econômica também!!

    • Obrigado, Rafaele. A Bruna vai fazer o voo de volta na econômica. Postaremos a avaliação completa na semana que vem.

  • Bruno Caporalini

    Entendo que façam 1-2-1 para todos terem acesso livre ao corredor, mas particularmente viajo sempre acompanhado e gosto de ter a vista da janela. Bem que poderiam colocar parte da executiva na configuração 2-2.

    • Leandro

      Infelizmente, nunca se poderá agradar a todos e, mesmo que houvessem lado a lado na janela, as poltronas da executiva primam pela privacidade. Nem se encherga a pessoa ao lado. Mas na classe turística pôde-se sentar nas duas ao lado da janela.

    • Bruna Scirea

      É, Bruno. Para viajar acompanhado pode dificultar um pouco. O modelo preza bastante pela privacidade – em relação a isso, não há do que se queixar. Mas tem gente que prefere conversar ou estar mais próximo do acompanhante ao longo do percurso, né?

  • E se foi Orlando X Guarulhos com conexão em Bogotá? Talvez o leitor acima tenha relacionado a Avianca com a Avianca Brasil.

  • antnioglauco

    Legal o relato, mas viajar de executiva está fora de cogitação($) pra 99% das pessoas.

    • Bruno Caporalini

      A Executiva pode ser viável com milhas ou em super promoções.

  • LuRodamilans

    A Avianca é bem legal, só precisa melhorar o seu programa de pontuação, a algum tempo não encontro mais opção para Bogotá (aos sábados) para emissão com pontos do Amigo, quem dirá pra outros destinos internacionais.

  • André Felipe

    Na realidade esse é o segundo voo internacional. O primeiro é voo era Fortaleza – bogota, operado semanalmente com o A319. A pessoa acima deveria se informar antes de atacar a empresa por um vôo que ela pegou com outra empresa.

  • Olá, vcs vão fazer a cobertura do voo de estreia em agosto da Avianca no trecho GRU-SCL? Espero que sim, pois estou querendo ir de avianca para lá e seria ótimo ter essa informação por vcs. Obrigado!

  • THE GUNSLINGER

    Cinco, contando o Mickey.

  • Greyce Vargas

    Amei o relato. Me senti no voo. Tive uma baita experiência de ir de Avianca para Madri (via Bogotá) de Econômica. A companhia é muito boa e muito atenciosa.

  • candido portinari maranca

    esse é o unico tipo de avião que faz essa rota? todas as executivas são novas ou se corre o risco de na hora pegar uma poltrona antiga?

    • João

      Se você comprar com a Avianca Brasil é essa a configuração e esse avião que você vai pegar. Abraço!

  • César Masson

    Em breve (23/01/2018) terei um voo Gru>JFK com conexão em Bogotá e El Salvador. Soube que logo haverá voo Direto( a partir de dezembro), alguém sabe me dizer ou já ouviu falar se a avianca faz essa alteração ? Procurei na internet mas não achei nada a respeito. Seria ótimo fazer o voo direto.

    • Guilherme Nascimento

      O voo que voce comprou é com a Avianca Holdings, por causa da conexão em “Bogots”. Não existe como voce fazer esse “intercâmbio” de bilhete para a Avianca Brasil. São empresas “irmãs”, mas com operações diferentes. Voce pode pedir reembolso e comprar o direto da Avianca Brasil. Mas, dependendo do teu bilhete, não se esqueça que existem multas de reembolso.

  • Guilherme Nascimento

    “E a decolagem ocorreu à 0h12, 17 minutos após o horário previsto, 23h55.” – Errado… O horário das 23:55 é o horário que ele deixa o portão. Logo, ele saiu do portão, pelo seu relato, às 23:55, exatamente no horário previsto.