Como é o serviço de venda de lanches da GOL

Denis Carvalho 25 · maio · 2012

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2012 tem sido um ano bastante turbulento para a GOL e uma dessas polêmicas foi o fim dos snacks e bebidas gratuitos em grande parte de sua malha viária. Após negar a mudança, a  companhia se viu obrigada a voltar atrás e reconhecer que nos voos em que há a venda de lanche ela seria a única opção de alimentação. Passado o  mal estar gerado pela notícia, muitos passageiros estão se habituando ao chamado BOB (buy on board) – jargão do mundo aéreo para a venda de lanches (e outras coisas) durante o voo e não são poucos os que acham a medida positiva, desde que leve a uma redução no valor das tarifas. Nosso leitor Alexandre Brasil Lopes testou a venda de lanches da GOL e escreveu esta avaliação, que certamente será útil para tirar a dúvida dos demais leitores. Vejam só:

Estive semana passada fazendo o trecho Guarulhos – Belém pela GOL. A compra das passagens foi tranquila pelo site e com preços muito bons, pois um casal custou por volta de R$ 620 ida e volta com as taxas. Vou relatar o voo de volta entre São Paulo (GRU) e Belém e a venda dos lanches.

Embarque

O check-in foi tranquilo, mas mesmo o voo estando relativamente vazio, a atendente não deixou passar um quilo sequer a mais e nos cobrou excesso de bagagem, custando R$ 7,89 cada quilo extra. De posse dos cartões entramos para a sala de embarque, que em Guarulhos estão superlotadas e com o som dos alto-falantes alto demais, chega a ser irritante. No cartão constava portão 15. Próximo ao embarque, fomos reposicionados para o portão 23 e por fim para o 17-C, que indica posição remota. Então vamos de ônibus ate a aeronave um 737-800 com razoável tempo de uso. Como o voo não estava tão lotado, ficamos nas cadeiras do fundo com bastante espaço entre um e outro passageiro. O avião partiu com 20 minutos de atraso, mais que foram compensados durante a viagem.

Serviço de bordo

20 minutos após a decolagem nos foi informado via sistema de som sobre a venda de sanduíches, sucos, cafés, chocolates e de mais alimentos, que os senhores verão nas fotos. Primeiro é passado o cardápio com os “combos” e preços unitários dos produtos. Eu sou totalmente a favor desse sistema. Logo em seguida surgem três comissários(as) de bordo com o carrinho e o máquina que imprime o pedido.

Começam pela fileira 01 e vai assim por diante. É aí que começa o problema de demora excessiva para que quem está sentado da poltrona 15 para trás, seja atendido. Apenas é aceito dinheiro vivo e de preferência trocado. Bom, imaginem servir os pedidos de cada um das primeiras fileiras tendo que dar troco e imprimir o recibo e servir, refrigerante, café, chocolate quente e tudo mais.

Lanche

Eu estava na poltrona 27 e só fui atendido depois de 02h15 minutos, faltando menos de uma hora para chegarmos ate Belém! Pedi um lanche e um refrigerante que custaram R$ 17.  O sanduíche é muito gostoso e os comissários atenciosos, porém a demora é inaceitável. Quem sabe dois ou ate três carrinho individuais não dariam mais dinâmica no atendimento?

O voo chegou no horário previsto com pouso suave apesar da intensa chuva que caia sobre Belém. As malas também rapidamente foram postadas nas esteiras sem nenhum problema.

No final eu dou nota 8 para a cortesia dos comissários de bordo mas apenas nota 5 para o sistema de venda de lanches a bordo da GOL, pela demora excessiva.

Agradecemos ao Alexandre pela avaliação do sistema que certamente será útil para os leitores. E você? Já testou o sistema de vendas da GOL? Deixe sua opinião nos comentários abaixo! Se quiser fazer a avaliação de alguma companhia aérea que ainda não esteja no Melhores Destinos entre em contato pelo e-mail dicas@melhoresdestinos.com.br

 

Autor

Denis Carvalho - Editor chefe