Como é voar em um histórico Junkers 52 de 1936 com a Lufthansa!

Denis Carvalho 4 · setembro · 2013

A avaliação de hoje é especial. Quando a recebemos, até pensamos em guardá-la para uma ocasião diferente, talvez quando completamos 100 companhias aéreas avaliadas (faltam apenas 15!) aqui no Melhores Destinos. Mas nossa ansiedade era tanta que não conseguiríamos esperar para compartilhar esse presente com todos os leitores que amam a aviação: o relato de um voo em uma histórica aeronave Junkers JU 52, de 1936. Nosso leitor João Alberto Barros Silva realizou este sonho e traz os detalhes de como foi a experiência de voar em um avião da época da Segunda Guerra Mundial! Simplesmente imperdível! 

Na recente visita a Berlim, em junho passado, tive a oportunidade de realizar um sonho que alimentava desde a adolescência. Sempre gostei de história e a 2ª Guerra Mundial fascinou-me desde muito cedo.

Dezenas de livros, filmes e documentários aguçaram ainda mais a minha vontade de ter, de alguma forma, um contato mais real com esse acontecimento definidor, que moldou o nosso mundo contemporâneo.

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Sendo assim, aproveitando uns pontos que meus pais perderiam, emiti passagens ida e volta para Berlim, onde poderia ter contato com memoriais soviéticos, museus, prédios e ruas que marcaram o conflito.

Mas a cereja do bolo seria voar num Junkers 52, espinha dorsal da frota de transporte da Força Aérea Alemã (Luftwaffe) durante a guerra. De quebra, seria uma sensacional oportunidade de me colocar no lugar de um passageiro da aviação comercial da década de 30 do século passado.

Fabricado entre 1932 e 1945, essa memorável aeronave serviu inicialmente ao transporte de passageiros. Já na Guerra Civil Espanhola (1936), fora adaptada para atuar como bombardeiro e transporte. Durante a 2ª Guerra Mundial, foi empregada no transporte tanto de tropas (o salto sobre Creta, em 1941, foi executado através de dezenas dessas aeronaves) quanto de suprimentos (a tentativa frustrada de abastecer o 6º Exército Alemão, encurralado em Stalingrado, também foi executada pelos Junkers 52, com perdas catastróficas para a Luftwaffe).

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Após o final da guerra, continuou a ser empregado tanto militarmente quanto no transporte civil de passageiros. Além disso, embora a produção alemã tenha se encerrado em 1945, alguns países continuaram a fabricá-lo no pós-guerra.

Há alguns anos, creio que numa revista da TAM, li que a Lufthansa tinha um Junkers 52 que utilizava em voos turísticos na Alemanha. Marcadas as passagens para Berlim, fui atrás de informações para voar no aparelho. Após localizar o site (não é o site comercial da Lufthansa), pesquisei o calendário previsto e, para minha sorte, havia boas chances de conseguir um lugar num dos voos que seriam feitos na cidade de Lübeck, distante cerca de 2 horas de trem de Berlin.

Compra

O site para obter informações, conhecer o calendário e comprar um lugar é http://www.dlbs.de/en/index.php. Clicando no Junkers 52 você é direcionado para uma página com informações sobre a aeronave. Esta é a última página do site em inglês. A partir do link “Round-trip and ferry flights on the Junkers Ju 52”, ao final da página, o site é todo em alemão, seja o calendário, seja o processo de compra.Mesmo falando pouquíssimas palavras em alemão, usando o Chrome com o tradutor automático é possível prosseguir no passo a passo sem problemas. ]

É apresentada uma séria de datas e locais. A maioria dos voos sai e chega no mesmo aeroporto. Geralmente o último voo em determinada localidade tem como destino a próxima cidade a receber o Junkers. Após escolher o voo desejado, as próximas páginas se assemelham a uma compra de passagem aérea “normal”, com identificação do passageiro, opção de pagamento (paguei com cartão de crédito) e confirmação.

No meu caso, comprei um lugar para o dia 20/06/13, saindo e chegando no aeroporto de Lübeck (Flughafen Lübeck Blankensee – IATA: LBC), com cerca de 40 minutos de duração, ao custo de 199,99 euros. Pode parecer salgado, mas para realizar um sonho, é uma pechincha!

Com meu lugar garantido, faltava apenas esperar o grande dia.

CHECK-IN E EMBARQUE

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No dia combinado, compareci ao aeroporto e logo na entrada do saguão tinha um pessoal identificado para receber os passageiros, conferir o “ticket” (um arquivo em PDF enviado por e-mail) e identificação. Tudo certinho, um boarding pass foi emitido e fui avisado que em poucos minutos seríamos chamados para embarque.

Passamos pela conferência de ticket e pelo detector de metais (igualzinho aos demais embarques) e fomos conduzidos por uma porta lateral em direção à aeronave.

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O Junkers 52 leva 16 passageiros, 3 pilotos e 1 aeromoça. Com absoluta certeza o mais novo dos passageiros era eu (32 anos). O mais idoso parecia ter mais de 80 anos e estava visivelmente emocionado. Todos ali estavam voando por paixão pela história.

Vários funcionários do aeroporto, bem como pilotos de um avião da Ryan Air que estava estacionado no pátio, estavam por perto, tirando fotos.

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Fomos liberados para fotografar e após uma pequena introdução pelos pilotos (tudo em alemão, não entendi absolutamente nada), convidaram-nos a embarcar.

VOO

O equipamento estava, está na verdade, em excelentes condições. Construído em 1936, foi totalmente restaurado pela Lufthansa, que o (re)adquiriu em 1984 (saiba mais através do link informado acima) e parece novo. As cadeiras são confortáveis e o espaço para as pernas é de fazer inveja a muita companhia por aí. São apenas 8 fileiras, com um passageiro de cada lado (todo mundo tem a sua janelinha).

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Uma vez sentado e com o cinto de segurança afivelado, a posição é estranha, pois ficamos inclinados, num ângulo considerável. O peso do corpo empurra para o assento. O avião só fica na posição horizontal quando em velocidade para decolar. A sensação é bem interessante.

Uma simpática aeromoça (pelo menos acho que era, pois estava sorrindo o tempo todo) deu as instruções de segurança.

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Incrivelmente, o barulho não é muito pior que o de voar num ATR. O avião não passa de 200 km/h (a velocidade máxima é de 250 km/h). A altitude não deve ter passado de 500 metros.

Minutos após a decolagem, um a um fomos convidados a ir a cabine (!). Isso foi uma surpresa total. Nunca pensei que permitiriam ir à cabine durante o voo. Não sabia se olhava para a instrumentação ou para a paisagem. No mais, foi um voo belíssimo e suave. A paisagem, sensacional.

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Fomos até o começo do Mar Báltico e voltamos, num total de 40 minutos. Os pilotos manobraram várias vezes para possibilitar que todos tivessem oportunidade de observar. Na aproximação para o pouso em Lübeck, que é uma maravilhosa cidade, tivemos a oportunidade de admirar seu centro histórico por alguns momentos.

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Foram momentos únicos, em que hora me imaginava indo de Berlin a Roma na década de 30 (8 horas de viagem, com uma escala), hora pensava nos paraquedistas que saltaram em Creta em 1941. Era como num sonho. O Junkers 52 era o meu DeLorean.

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A aterrissagem foi muito tranquila. Ainda dentro da aeronave, presenciei um momento que bem resumiu a antiguidade daquela obra de arte. Um funcionário da Lufthansa subiu na asa direita, tirou uma tampa (pequena) do motor, puxou uma vareta (igual dessas que a gente tem no carro e puxa para ver o nível de óleo), olhou o nível de algum fluído, acenou satisfeito com a cabeça, colocou no lugar e fechou de novo a tampa. Surreal.

Após mais algumas fotos e mais um palavrório (em alemão), terminou minha imersão. Um misto de júbilo e tristeza. Horas depois, enquanto andava pelas ruas de Lübeck, ainda o vi passar lá em cima, com mais uma leva de sortudos.

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CONCLUSÃO

Se você é um entusiasta e quer ter um gostinho dos primórdios da aviação comercial e/ou é aficionado pela história da 2ª Guerra Mundial, quando estiver na Alemanha, não perca a chance de voar no Junkers 52!

Agradecemos imensamente ao João Alberto por ter compartilhado com a comunidade do Melhores Destinos essa maravilhosa avaliação. E o melhor é saber que este é um sonho ao alcance dos apaixonados pela aviação. Mais companhias aéreas deveriam ter programas como esse com outras aeronaves históricas, não acham? Você pode conferir todas as avaliações publicadas pelo MD neste post. Não deixe de conferir também nosso Guia de Companhias Aéreas, com dezenas de avaliações e notas dos leitores.

 

Publicado por

Denis Carvalho

Editor chefe

  • Diego

    Alguns anos atrás havia em Porto Alegre um DC3 ex-varig que fazia vôos panorâmicos, saindo do Aeroclube do RS.

    Hoje, infelizmente, está abandonado em um pátio da TAP ME.

  • Marcia C

    Simplesmente fantástico. Obrigada por ter compartilhado conosco.

  • Rafael

    Parabéns pela avaliação!!!

  • LUCAS

    MATÉRIA FANTÁSTICA!!!

  • Mto bacana, obrigado por compartilhar.

  • Fred K. Chagas

    Pooonte que partiu !!!! que BARATO !!! Parabéns ao amigo que escreveu o texto e ao MD por publicar. Também curto muito aquele período , por inúmeros motivos. E esse avião aí, em especial, me faz lembrar um simulador fantástico de uns anos atrás, "THE FORGOTTEN BATTLES", sobre o conflito no extremo leste europeu. No comando de uns caças soviéticos já "ataquei" muito esses aí. Muito legal !

  • Marcos

    São momentos como esse do relato que fazem a vida valer a pena.
    Eu sou apaixonado por aviação e tinha o sonho de ver uma apresentação dos Blue Angels.
    Nesse ano recebi a triste notícia de que as apresentações seriam canceladas em decorrência de cortes no orçamento americano.
    MAs haveria um único show em Key West.
    Como não se sabe quando as apresentações retornarão (se é que voltam)…comecei a pesquisar passagem feito um louco, e encontrei uma promoçãpo da AA para Los Angeles.
    Mandei a dica aqui pro MD e por causa da minha dica encontraram uma pormoção ainda melhor para Atlanta.
    Acho que foi a última grande promoção pros EUA.
    Paguei 2.500 reais com taxas inclusas para mim, esposa e filho de 3 anos.
    Pra ter uma ideia, 1 ano antes eu havia pago R$ 2.000,00 por cada passagem para Orlando.
    Não tive dúvida, comprei as passagens e dirigi de Atlanta até Key West (com paradas em Orlando e Miami)…e vi a, até agora, última apresentaçao deles…
    Cara…realizar um sonho…é realmente algo que não se faz todos os dias…

    • Marca C

      Abalou! Que maravilha!

  • Dênis Colli

    Excelente relato!
    Para nos entusiastas da aviação não existe preço voar numa raridade como esse Junker!
    Parabéns por compartilhar conosco esta emoção e claro, muitos de nós terá um motivo a mais para visitar a Alemanha e voar num destes briquedos…
    Abs

  • bah, muito legal. Desconhecia este serviço, e certamente vou tentar voar quando conseguir voltar a Berlim. Baita relato.

  • Danilo Fernando

    Sensacional!
    Espetáculo!
    Sublime!
    Parabéns pelo relato… deveríamos ter mais como esses.
    Infelizmente nesse país em que vivemos ninguém preserva absolutamente nada – povo sem cultura! :'(

  • Muito show, deu vontade agora de voar num desse e em um Constellation,sempre tive essa curiosidade

  • Zé R

    Simplesmente incrível!
    Sensacional!
    Sinta-se um privilegiado! Você já tem história para contar para os seus filhos!

  • JLuiz

    Sensacional, muiiiito bommm!

  • Fabio

    Sensasional sua experiência !!!!!! Não pensava que ainda existisse algum em condição de vôo. O burro de carga da Wehrmatch. O equivalenta alemão ao DC-3. Antes de ter seu FW200 Kondor, esse era o avião pessoal de Hitler. E mesmo depois do Kondor, ainda o utilizava bastante para curtos deslocamentos ou quando se tratava de pouso em pistas curtas ou muito acidentadas.

    • joao_alberto

      A Lufthansa tem o único (conhecido) exemplar do Condor. Ele está em restauração após ter sido recuperado na Noruega. No site que eu coloquei no relato, acessando o link "Projects" você pode ver detalhes do processo de restauração. Se um dia conseguirem colocar ele para voar também, estarei lá para conferir.

  • joao_alberto

    Olá pessoal. Fico feliz que o relato tenha contribuído para o nosso MD. Se alguém tiver alguma dúvida, é só mandar, terei prazer em responder. Abraços.

    • Fernando Gagno

      Parabéns João! Realizar um sonho desses ainda jovem, não tem preço mesmo !
      Obrigado por nos transportar contigo!

    • Marcos Sobral

      Parabéns.

    • Carina

      Nossa, só posso dizer: tb quero!!

  • Eduardo

    Que sensacional!!
    E aquela foto com o A380??!! *-*

  • Parabéns pelo relato João!!!

    O avião embora seja bem antigo parece estar muito bem conservado não é?

    Um show para os amantes da aviação!!!

    Parabéns!!!

    Abraços!

    • joao_alberto

      O avião tá "zero km", excelente.

  • Parabéns! Excelente relato… deu vontade de esticar a próxima ida a Europa até a Alemanha! Obrigado!

  • Fernando

    Embora eu não seja um entusiasta, um relato minucioso e apaixonado como esse deixa qualquer um com vontade de repetir o passeio. Parabéns!

  • Espetacular! Parabéns…

  • George

    Fantastische Geschichte!
    Glückwünsche!!

    • Zeh

      saúde… rsrsrsrs

  • Márcio

    Avaliação sensacional! Cara, parabéns pela realização do seu sonho!

    Só como curiosidade, a Varig, a Vasp e o Sindicato Condor (antecessora da Cruzeiro) utilizaram o Junkers 52 no Brasil. Até a 2ª Guerra, por sinal, Varig e Condor só utilizavam aviões alemães (pois seus fundadores eram dessa nacionalidade).

  • Marcos Sobral

    É meu velho, inveja é uma coisa séria. Posso dizer isso pq estou com este sentimento agora. Quero ir também! Parabéns pelo relato.

  • Belo relato!
    Não sou apaixonado pela aviação, mas sou por história, e esse relato deu vontade de voar num avião como esses.
    Obrigado pelo relato!

  • Parabéns rapaz! demais!

  • Matheus de Castro

    Acabei de incluir na lista de desejos

  • Vitor J. Nunes

    Sensacional!

  • Grazziela

    No texto, a palavra "hora" foi empregada de maneira equivocada. O correto seria "ORA me imaginava indo de Berlin a Roma na década de 30 (8 horas de viagem, com uma escala), ORA pensava nos paraquedistas que saltaram em Creta em 1941"

    • joao_alberto

      Tem razão. Perdoe o equívoco.

  • Vitor J. Nunes

    Uso do GPS em aviões encurtará voos dentro do Brasil, a partir de dezembro
    Mais eficientes, novas rotas diminuirão o tempo das viagens. Empresas aéreas economizarão, em média, 1,5% com combustível.
    Sílvio Ribas
    Ana Carolina Dinardo
    Publicação: 05/09/2013
    http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/

  • Vitor J. Nunes

    Essa é bem ilustrada:

    05/09/2013
    Tempo de voo da ponte aérea SP-Rio pode cair 8 minutos
    RICARDO GALLO
    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/09/13

  • Guilherme

    Rapaz, simplesmente fantástico !

    Parabéns pela sua viagem, e pela dedicação em realizar esta experiência.

    Sou aficionado por obras e equipamentos, quando viajo sempre dou um jeitinho de encaixar uma visita ou uma aventura,.

    Esta que vc fez será com certeza uma a mais na minha agenda.

    Vida longa, e felicidades para curtir estes momentos.

  • Sensacional! Estou na turma dos aficcionados por história e achei fantástica a oportunidade de viver um momento tão marcante da história moderna.

  • Sensacional, ótimo realto, parabens! Publique também no contatoradar.

  • Parabéns. Há anos não sentia tanta inveja. Mas é inveja da boa. Belo relato. Noa transmitiu toda sua emoção.

  • Mariana G.

    Relato incrível! Parabéns ao João Alberto e obrigada por compartilhar tudo com a gente!!

  • Parabéns! Sou entusiasta, mas nem tanto… eheheh

  • Edy

    Maravilha de relato!

  • diego

    Incrível avaliação… parabéns pela conquista

  • clertonluiz

    obrigado por compartilhar a experiencia. proxima vez na alemanha vou procurar saber desse aviao.

  • moalopes

    Dá para se sentir o Indiana Jones. Em todo filme dele, tem um voo em um avião, senão semelhante, parecido. Muito legal.

  • Jurandir

    Pra essas e outras que trabalhamos muito!!!!!!!!!!!!!!Parabens, e espero um dia tamber fazer essa Trip.

  • Henry

    Não foi esse avião que foi usado no filme com o Tom Cruise em que ele tenta matar o Hitler ????
    Parabens pela reportagem…
    É muito bom ver uma pessoa que volta no tempo para ver como funcionava um avião, carro etc…
    Excelente reportagem…

    • Fabio

      Sim, uma versão desse avião era padrão para transporte VIP na Alemanha Nazista.

  • Marco

    Eu vi um desses no Museu Alemão em Munique há 02 anos. Para quem aprecia tecnologia, engenhosidade, etc, é um prato cheio. Passei o dia lá dentro e não consegui ver tudo (tinha até uma réplica da V2…). Parabéns ao João Alberto pela experiência. Só queria saber o porque do uso das chapas corrugadas nos aviões daquela época, quem souber por favor poste aqui. Quanto ao DC-3 do Aeroclube do RS, cheguei a andar nele antes de ser vendido para um empresário de SP, por conta dos altos custos de manutenção e da falta de memória deste povo (povo?) que assiste Faustão e chama de cultura…

    • Joao Resende

      O corrugado eh que da aa chapa de aluminio a resistencia necessaria com o minimo de peso. Eh o mesmo principio do papelao corrugado. Mas o corrugado das chapas tinha o seu preco. Na medida em que os avioes foram se tornando mais velozes, foram sendo construidos com chapa lisa, o que melhorava muito a eficiencia aerodinamica. Na verdade, o periodo em que os avioes utilizaram chapa corrugada eh curto: alguns anos apenas da decada de 1930, sendo o Ford e o Junkers (ambos trimotores) os mais celebres.

  • Marcelo

    É mesmo um sonho td de bom; valeu João e MD por compartilhar tamanha emoção abraços…

  • Muito legal o relato e a experiência! Obrigado por compartilhar!

  • JUNIOR-Z.L.

    alem, do junker, tb a SWISS AIR LINES, usava um DC-4, p/ voos NORMAIS em outras cidades, nao panoramicos,em 1997 na comemoração dos 50 anos da ROTA zurique-new york, fez um voo de 25horas, e outros voos na europa, egito,nao sei se ainda existe, e tb a south african tinha voo de junker p/ quem nao sabe,sim, é uma pena que o tal dc-3 da varig,nao voa mais, perdi esta chance! o tal fazendeiro comprou,e no fim o abandonou!!
    nos estados unidos tb tem nas feiras aereas, voos de super-constellation, DC-3, B-17,ETC.queria saber se ainda existe voo de convair, ou viscount.

  • agora entendi essa seção, se alguem souber onde tem ainda uma cia que use CONVAIR,[como era na tam boliviana]
    ou DC-3,OU VISCOUNT, me avisa ta?

  • João Rodolfo Bosak

    Excelente. Parabéns!

  • Paulo

    Ótimo relato. O meu sonho é conseguir ir no festival aéreo de Oshkosh, ver milhares de aviões, de todas as épocas, e ainda por cima, voando. Como sou muito inexperiente em viagens internacionais, sempre estou procurando alguma agência que tenha um pacote para esse festival, mas nunca achei, se alguém tiver alguma dica, agradeço muito.

  • KARINA ARLETE

    Parabéns pela matéria!
    Agradeço por compartilhar esse seu momento fantástico!

  • Eduardo J. de Melo

    Parabéns!Sensacional!Seu relato deixou a gente que é apaixonado por historia e aviação babando.Em uma próxima viagem a Alemanha vou tentar encaixar este sonho.Felicidades e muitas viagens,sempre.

  • Fernando Andreis

    Para quem gosta de voar aviões antigos, compartilho uma filmagem de um vôo magnífico a bordo de uma aeronave Ford TriPacer dos anos 30 sobre a maior Feira de aviação do mundo: Oshkosh. Essa filmagem foi feita por meu filho em 2006. http://www.youtube.com/watch?v=ArOZ6DzbEUs

  • Excelente, meus parabéns!

  • Rafael

    Sensacional!

    Linda “Tante Ju”, (Tia Ju) como a chamavam… parabéns pelo relato, a vista do cockpit é espetacular!

    Abs.,

  • Carlos Camacho

    Achei muito especial essa reportagem. "Muito Especial"
    Até postei na integra no meu blog que ainda estou montando. Espero que tudo bem para Melhores Destinos. http://artedeplastico.wordpress.com/.

    Que inveja boa do leitor, João Alberto. Sucesso sempre!

    Parabéns!

  • Alan Marra

    Um dos melhores e mais emocionantes relatos do MD!!!

    Parabéns!

  • Fernando

    Surpreendente..Gostei muito!