Como é voar na American Airlines

Leonardo Marques 20 · abril · 2011

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Em fevereiro, o Melhores Destinos postou em primeira mão uma grande promoção de passagens da American Airlines de São Paulo para a Filadélfia por apenas R$ 583 ida e volta. Muitos leitores aproveitaram a promoção, entre eles Marcos Dell Antonio, que aproveitou a oportunidade para conhecer os Estados Unidos com uma viagem de 11 dias por Nova York. A seguir ele relata um pouco de sua experiência com a AA, incluindo inspeções e mesmo um caso de overbooking na volta ao Brasil. Confira:

Aproveitei uma das últimas promoções da American Airlines (AA), muito bem noticiada pelo Melhores Destinos, e fui para os Estados Unidos. Foi a minha primeira ida à terra do Tio Sam e também a primeira vez que voei pela AA. Relato abaixo como foram os meus quatro vôos por esta empresa realizados agora no mês de abril/2011.

Informações gerais da viagem

Paguei com taxas R$ 755,32 por uma passagem na classe Q (econômica) de ida e volta partindo de Guarulhos (GRU) até à Philadelphia (PHL), com conexão (troca de avião) em Miami (MIA). Saí no dia 04/04 e voltei no dia 14/04, ou seja, onze dias viajando. Meu destino final não foi a Philadelphia, mas sim New York, porém isso é assunto pra outro post.

Os vôos que fiz pela AA foram estes:

– Vôo 930 – Guarulhos (GRU) até Miami (MIA), 04/04 às 23:30
– Vôo 858 – Miami (MIA) até Philadelphia (PHL), 05/04 às 09:30
– Vôo 1689 – Philadelphia (PHL) até Miami (MIA), 13/04 às 13:15
– Vôo 907 – Miami (MIA) até Guarulhos (GRU), 13/04 às 20:25

Além disso, sou de Florianópolis e precisei ir até São Paulo em outro vôo à parte. Usei algumas milhas da TAM e voei “de graça” da capital catarinense até o Aeroporto Internacional de Guarulhos. Infelizmente não temos muitas opções de vôo em Floripa, por isso tive que chegar bem antes do vôo da AA, por volta das 15 –  aproximadamente oito horas antes do vôo.

Compra das passagens

Fiz a compra das passagens assim que vi a promoção no Melhores Destinos e usei o sistema da Submarino Viagens. Meu amigo que foi junto optou pela compra direta através do site da AA e conseguiu reservar as passagens por até 24h. Só no dia seguinte ele decidiu realmente que iria e então pagou por elas.

Check-ins

No check-in do primeiro vôo de ida (GRU – MIA) e também no primeiro vôo da volta (PHL – MIA) já foram realizados os outros dois check-ins, as poltronas foram selecionadas e os tickets foram impressos. Ou seja, fizemos quatro vôos e só precisamos fazer os procedimentos de check-in duas vezes.

Um detalhe muito bacana sobre a AA é que o check-in pode ser feito a qualquer hora, portanto conseguimos despachar as malas e ficamos no aeroporto só com as bagagens de mão. Um alívio!

Além disso, no check-in realizado aqui no Brasil passamos por uma pequena entrevista, onde um funcionário da AA me questionou sobre alguns assuntos, tais como: “Sua bagagem foi preparada por você mesmo?”, “Você esteve com a sua bagagem durante todo o tempo após o preparo?”, etc. Questões rotineiras, imagino.

Despacho das bagagens

No vôo GRU – MIA fomos informados que após a imigração em Miami deveríamos retirar as bagagens e despachá-las novamente para o segundo vôo (MIA – PHL). Na volta foi bem mais prático: despachamos as bagagens na Philadelphia e foram diretamente para Guarulhos.

Embarques

A organização americana fez-se presente em todo momento. O primeiro detalhe percebido é que a AA realmente respeita os embarques preferenciais (idosos, gestantes, primeira classe, etc). Em seguida, começaram a chamar todos os outros de acordo com o grupo marcado na passagem. Em um dos voos, por exemplo, o nosso grupo era o 2, então tivemos que esperar o grupo 1 embarcar antes, assim como os grupos 3, 4 e 5 tiveram que nos esperar.

No embarque GRU – MIA fui premiado com uma passagem “SSSS”. Segundo os funcionários da AA, quem recebe essa impressão no ticket deve passar por uma revista mais minuciosa. Tirei os tênis, jaqueta, eletrônicos da mochila, etc. Nada muito diferente das inspeções realizadas em vôos domésticos nos EUA.

Bagagens de mão

Um detalhe curioso sobre os grupos é que os últimos são prejudicados para guardar a bagagem de mão. Eu era do grupo 3, não tive problemas, mas notei que os próximos grupos já não encontravam local sobre suas poltronas para armazenar as bagagens. Infelizmente, em muitos casos isso acontecia porque várias pessoas traziam como bagagem de mão malas enormes, falta de bom senso total!

Ainda sobre as bagagens de mão – não sei se isso é bom ou ruim -, a de alguns era tão grandes que a AA anunciou várias vezes que quem tivesse bagagens que não coubessem no compartimento deveria levá-las até o fundo da aeronave para armazená-las lá.

Horários

Três dos vôos saíram e chegaram na hora marcada. Somente um deles (MIA – PHL) é que demorou uma hora a mais do que o combinado, ou seja, ao invés de partir às 9h30, saiu às 10h30. Infelizmente, essa é uma situação onde o cliente pouco – ou nada – pode fazer. Então sentamos e esperamos junto com os demais passageiros.

Overbooking

É isso mesmo. Aconteceu overbooking no penúltimo dos vôos: PHL – MIA. Infelizmente, e não sei como nem porque, a AA vendeu mais passagens do que deveria. Eu havia feito o check-in com bastante antecedência, por isso não tive problemas, mas de certo algumas pessoas passaram algumas horas de apuro.

O lado bom é que a AA ofereceu um crédito de U$ 300 para voluntários que já haviam feito o check-in e estivessem dispostos a trocarem o vôo por um que saía mais tarde. Resolvi não arriscar, pois ainda tinha uma longa viagem partindo de Miami até Guarulhos.

Durante os vôos

No vôo GRU – MIA existia uma pequena televisão no centro do avião indicando a temperatura externa, interna, altitude, distância percorrida, distância que faltava percorrer, velocidade, tempo estimado para chegar, etc. Serviram também uma janta padrão: arroz, frango, salada, pão e cookies de sobremesa. E bebidas, é claro. No vôo MIA – PHL só ofereceram bebida, comida era à parte e precisava ser paga. Não foram vôos muito tranquilos, pois houve bastante turbulência em ambos.

Na volta o primeiro vôo (PHL – MIA) assustou todo mundo ao indicar que iria pousar e quando estava quase encostando na pista alçou vôo novamente. Ficamos sobrevoando a cidade de Miami por uns 5 minutos até que definitivamente o pouso foi realizado. Em seguida peguei o vôo MIA – GRU que foi muito mais tranquilo do que todos os outros, além de ter o jantar padrão já descrito acima.

Foram oferecidos também durante os vôos fones de ouvido para acompanhar a programação musical dos aviões. Além disso, no vôo MIA – GRU estava passando um filme na televisão que ficava sobre a fileira central de poltronas da aeronave. Não perguntei se havia jornal ou revista disponíveis no avião, pois geralmente são entregues sob demanda, mas notei que na poltrona só havia o básico: manual com informações de segurança, revista com produtos do duty free e outra específica sobre a AA.

Conclusão

Foi uma boa experiência voar pela AA, apesar dos detalhes no meio do caminho. O atendimento desde o check-in até o final do vôo foi ótimo. Percebam que  escapei de diversos problemas por ter chegado no aeroporto bem cedo e ter realizado o check-in com bastante antecedência. Isso evita muita dor de cabeça e eu recomendo! 🙂

Infelizmente o Marcos não tirou fotos do avião, mas mandou o texto que é o mais importante 🙂 Essa foto que está no post é de um 757 no aeroporto de Brasília tirada pela equipe do Melhores Destinos.

Você também aproveitou esta promoção ou já voou pela American Airlines? Compartilhe sua experiência nos comentários abaixo!

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Autor

Leonardo Marques - Diretor do Melhores Destinos