Como é voar com a Air Canada

Denis Carvalho 27 · setembro · 2011

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A convite da Comissão Canadense de Turismo (CCT), o Melhores Destinos visitou alguns dos principais destinos turísticos do país entre os dias 19 a 30 de agosto. Além do nosso especial Canadá, com dicas Montreal, Québec, Banff, Vancouver e Toronto nosso enviado especial Rodrigo Cerantola fez uma avaliação dos serviços da Air Canada e de sua empresa regional, a Air Canada Express (antiga Jazz). Vale destacar que após a compra da Canadian Airlines, em 2001, a empresa entrou na lista das vinte maiores companhias do mundo, voando para 178 destinos no mundo. Atendendo a pedidos de muitos leitores, publicamos hoje os detalhes desta experiência, que segundo o autor foi bastante positiva. Acompanhe:

O Melhores Destinos em sua viagem ao Canadá voou pela Air Canada, partindo de Guarulhos direto a Toronto, trajeto que levou 10 horas. Posteriormente, fizemos conexão em Toronto com destino a Montreal, voo que levou uma hora e meia, em outro jato menor. Durante a viagem, também utilizamos a empresa doméstica da Air Canada (Air Canada Express / Jazz). No total voamos de São Paulo a Toronto, Toronto a Montreal, Montreal a Québec, Québec a Toronto, Toronto a Calgary, Calgary a Vancouver, Vancouver a Toronto, Toronto a Vancouver e, por fim, de volta ao Brasil.


Check-in
Tanto no voo de ida quanto no de volta ao Brasil o check-in foi bastante rápido e organizado. Nos voos internos, a mesma coisa: não tivemos nenhum problema e todos os funcionários da Air Canada foram bastante atenciosos.

Aviões
Os aviões usados eram bem novos e a Air Canada mescla em sua frota aeronaves da Boeing (777 e 767), Airbus (A330, A321, A320, A319) e mesmo da Embraer (E190 e E175). Já a Air Canada Express (antiga Jazz) usa praticamente apenas aeronaves da fabricante canadense Bombardier, incluindo jatos da família CRJ (705 e 100) e turboélices (Q400 e Dash-8) O grupo conta ainda ainda com 19 bimotores Beechcraft 1900D, com capacidade para 19 pessoas, nas companhias regionais Air Georgian, Central Mountain e EVAS.

A configuração dos assentos depende do trecho, mas nos voos regionais basicamente eram duas fileiras (3-3). No 767-300 utilizado entre o Brasil e o Canadá havia três fileiras, com três poltronas no meio e duas nas laterais. O voo da volta foi num A330 com configuração semelhante.

No voo Montreal-Quebec, utilizamos um bimotor Bombardier Dash 8-300 — geralmente esses “aviõezinhos” são utilizados pela AC para trechos curtos. Para um marinheiro de primeira viagem, o turboélice pode causar uma certa estranheza, porém é bastante seguro. A única diferença a ser notada inicialmente é o ruído dos motores, que é um pouco mais alto se comparado aos jatos.

Engraçado notar que a configuração das aeronaves nos trechos domésticos era muito boa. O espaço era ótimo! Já para nos voos internacionais eu que tenho 1,85 m passei aperto! Soa estranho, pois deveria ser justamente o inverso, não é?

Atendimento
O atendimento da tripulação durante os voos da Air Canada é bastante atencioso e prestativo: até onde percebi, todos os pedidos aos comissários de bordo foram atendidos sem problemas e os mesmos eram bastante simpáticos. Foram feitos avisos em português no voo SP-Toronto. Nos demais voos todos em inglês e francês. Os comissários idem.

No voo internacional, mantas e travesseiros estavam à disposição dos passageiros nas poltronas. O único problema é que a empresa cobra 3 dólares canadenses pelos fones de ouvido! Como levei o meu, não tive problemas.

Serviço de bordo
As refeições servidas pela empresa são boas. Nos voos longos (mais que 3 horas de duração) eram servidas refeições, com opção de massa ou algum tipo de carne (frango ou carne vermelha), juntamente com salada e sobremesa. Em voos curtos, um pacotinho de salgadinho (como amendoim ou outros) e bebidas em geral. Eu particularmente não sou muito exigente com relação a comida de avião e fiquei satisfeito.

Entretenimento
A Air Canada oferece sistema de entretenimento com programação On Demand. O passageiro escolhe o tipo de música que quer escutar entre as opções – rádios pré-programadas – que são fornecidas pela companhia. Havia várias opções de filmes, séries e documentários. A programação, porém, não me atraiu e preferi ler um livro. Apenas como comparação, os melhores sistemas que eu já vi foram os da Avianca e também da TAM (voos internacionais), com filmes e músicas mais atualizados, além do controlezinho para crianças brincarem nos games, opção que não existe na AC.

Dica: Atenção às bagagens
Para viagens internacionais, são permitidas duas bagagens de 32 kg. Porém, se a pessoa for viajar dentro do país, na classe econômica é permitida somente uma única bagagem de 23 kg e nada mais! Eu não tive problemas em relação a isso, mas é bom estar atento para evitar problemas.

Conclusão
Vale a pena voar pela Air Canada, mesmo porque a empresa praticamente domina o espaço aéreo canadense. É sem dúvida uma boa opção, senão a única!! Antigamente, havia a Canadian Airlines, que foi comprada pela AC por volta do ano 2000. Agora a Air Canada é a maior companhia aérea do Canada e domina os voos no país.

Agradecemos mais uma vez ao Rodrigo pelas informações e imagens e convidamos a todos os que já usaram os serviços da Air Canada a compartilhar suas experiências com os colegas do Melhores Destinos nos comentários abaixo. Se tiver alguma imagem de seu voo com a AC ou na Jazz também pode nos enviar pelo e-mail contato@melhoresdestinos.com.br e poderemos inclui-la neste post.

Quer fazer uma avaliação de alguma empresa que ainda não foi descrita aqui no Melhores Destinos? Mande um e-mail para contato@melhoresdestinos.com.br. Ficaremos felizes em publicá-lo!

A foto do avião no começo do post é de divulgação da Air Canadá.

Autor

Denis Carvalho - Editor chefe