Como é voar na Aerosur

Denis Carvalho 28 · fevereiro · 2012

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A Aerosur é a maior companhia aérea da Bolívia e sempre desperta curiosidade e simpatia entre os amantes da aviação devido aos seus aviões. Cada modelo recebe o nome e a pintura de um animal, o que os diferencia das pinturas sóbrias que vemos nos aeroportos mundo a fora. Assim, a Aerosur tem em sua frota o potro, puma, jacaré,  búfalo, o (super) touro e vários outros animais. Nosso leitor Vicente Cassepp Borges embarcou em dois deles em sua viagem para Miami: a sucuri (Sícuri) e o tubarão, conhecido como “el Sharko”, talvez o mais simpático de todos. Alegorias à parte, ele conta sua experiência com a empresa – especialmente com seus atrasos – e avalia se vale a pena voar com a Aerosur. De quebra, ele aborda uma opção de viagens internacionais  que pode ser interessante para os moradores da região Centro Oeste, como ele: embarcar no aeroporto de Asunción, no Paraguai. Acompanhe esse interessante relato!

Fui para Miami (EUA) saindo de Asunción (Paraguai), com conexão em Santa Cruz de la Sierra (Bolívia). Sou um passageiro frequente em voos domésticos brasileiros, mas é somente a segunda vez que faço uma viagem internacional de longa distância (a outra tinha sido para a Cidade do México, com a Aerolineas Argentinas). Embora esteja avaliando um voo internacional, meus maiores parâmetros de comparação acabam sendo as companhias brasileiras. Os horários previstos para os voos seguem abaixo.

IDA
Dia 05/02/2012 – ASU – VVI – 09h10m – 09h40m
Dia 05/02/2012 – VVI – MIA – 11h00m – 16h30m

VOLTA
Dia 18/02/2012 MIA – VVI – 22h00m – 05h15m
Dia 19/02/2012 VVI – ASU – 06h00m – 8h30m

Como pode ser observado, são voos com pouco tempo de espera entre as conexões, o que colaborou com a minha opção pela Aerosur.

*O fuso horário era de duas horas, sendo que em Asunción a diferença é de uma hora em relação ao horário de Brasília.

Voando pelo Paraguai

Ao comentar com os amigos que eu pegaria meu voo em Asunción, ouvi algumas frases preconceituosas, como sarcásticos “boa sorte”. Na minha visão, muitas pessoas viajam ao exterior impulsionadas pelo status de uma viagem para fora do País. Comprar uma passagem saindo do Paraguai com conexão na Bolívia é como comprar o pacote sem a parte do status. De qualquer forma, eu estava em busca de preço e comodidade. Eu moro em Dourados (MS) e é muito mais fácil, rápido e barato para mim chegar em Asunción (6 horas de ônibus) do que em Guarulhos (4 horas de ônibus até Campo Grande mais um avião para São Paulo).

Com relação ao preço, fiz diversas buscas com saídas de vários lugares, como Asunción, Buenos Aires, Montevideo, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Paguei em torno de R$1.300 pela ida e volta com a Aerosur, saindo de Asunción. A ida e volta mais barata saindo do Brasil para datas semelhantes estava em torno de R$1.900. Chama a atenção que a TAM possuía uma passagem ASU – GRU – MIA que era mais barata do que somente GRU – MIA. Optei pela Aerosur por que a passagem da TAM era mais cara e me faria passar um dia inteiro aguardando o voo em Guarulhos.


Compra

A passagem da Aerosur era muito mais barata que a da concorrência. Mas tive algumas dificuldades com a compra. Não sou nenhum analfabeto em informática, inclusive faço algumas coisas avançadas com o computador. Mas foi complicado comprar a passagem pelo site da Aerosur. O site travava na hora de comprar. Havia um campo para ser preenchido com o nome da agência de viagens que emperrava o processo. Após a terceira tentativa frustrada, decidi procurar uma agência de viagens para comprar o bilhete. Como eu vi que no site da Atrápalo (www.atrapalo.com.br) a passagem com todas as taxas estava em torno de R$ 50 mais barata que no site da Aerosur, parei de insistir e comprei via agência de viagens.

Fiquei imaginando que me cobrariam alguma taxa escondida na hora do embarque por causa dessa diferença de preços, mas isso felizmente não ocorreu. A Atrápalo foi uma boa opção, o atendimento foi bem personalizado. Ligaram-me umas duas ou três vezes do escritório da agência em São Paulo para combinar a forma de pagamento, além de responderem e-mails com dúvidas no mesmo dia.

Ainda tive dificuldades em descobrir a franquia de bagagens da companhia (duas malas com 23 kg cada). No meu bilhete, havia um link que não funcionava. Navegando no site da Aerosur, achei difícil de encontrar. Só consegui depois de digitar isso no Google. Mas fiquei satisfeito, deu para levar muita coisa. Eu mal consegui carregar.

Aeroporto de Asunción

Acho que merece um comentário, pois achei o aeroporto sensacional. É limpo, dinâmico e tem uma linda arquitetura. O aeroporto possui vagas de sobra para estacionar o carro. Asunción recebe menor número de voos que a maioria das capitais brasileiras, mas o aeroporto é mais do que adequado à sua demanda. Todos os passageiros embarcam e desembarcam nos fingers. Sem falar que a comida lá dentro é muito barata, com preços semelhantes aos do restante da cidade.

Todos os procedimentos migratórios foram ágeis. Passou-me a imagem de ser um aeroporto seguro. Para se ter uma ideia, acredito que o avião não precisou usar nem a metade da pista para fazer a decolagem e aterrisagem. Enfim, muitas pessoas dizem ter medo de voar partindo de um país subdesenvolvido. A essas pessoas recomendo passar a evitar voos dentro do Brasil, pois em termos aeroportuários o Paraguai está anos luz à frente do nosso país.

Check-in

Aqui, já tive um probleminha. Cheguei com uma boa antecedência antes do voo e peguei uma fila. O sistema da Aerosur estava lento. Enfim, coisas que acontecem. O check-in em Miami para a volta foi tranquilo.

Pontualidade

Não me pareceu ser o forte da Aerosur. O primeiro voo (ASU-VVI) estava atrasado em uma hora e meia. Fiquei com bastante medo de perder minha conexão na Bolívia, mas os funcionários me tranquilizaram dizendo que isso não ocorreria. A espera do voo foi tranquila pelo fato de que havia um senhor na sala de embarque tocando a tradicional harpa paraguaia, realmente um espetáculo muito lindo. Quando cheguei a Santa Cruz de la Sierra, saí correndo para poder fazer os trâmites migratórios, pois imaginei que o avião que iria para Miami estava aguardando os passageiros de Asunción para poder partir. Mas foi um engano. O voo também estava atrasado e tivemos que esperar dentro da sala de embarque pela partida do avião. De certa forma, foi um tempo para almoçar. A comida era muito barata e aceitaram pagamento em dólares. O voo, previsto para sair as 9h40min, saiu apenas às 13 horas. Eu estava pretendendo curtir um pouco da atmosfera do Super Bowl (final do futebol americano) em Miami, e esse atraso me fez perder mais da metade do jogo.

Na volta, o “Sharko” saiu no horário durante o primeiro voo. Foi o único voo pontual. No entanto, no check- in de Miami, sem que eu percebesse, me entregaram um bilhete VVI-ASU para sair às 13h30mim da Bolívia. Mas no bilhete que eu havia comprado, o voo deveria sair às 6 horas – uma diferença de 7 horas e meia. Essa diferença foi fundamental na hora da compra, e simplesmente mudaram o voo sem me comunicar. Só descobri isso quando fui impedido de entrar na sala de embarque, pois era muito cedo.

Assim, dormi um pouco no aeroporto e, quando acordei, procurei o balcão da companhia. Eu estava com meu bilhete de compra impresso. Mostrei a eles a diferença de horários e pedi que me fosse pago um almoço. Essa solicitação foi atendida, apesar de que eu tive que ficar uns 15 minutos no guichê do check-in esperando eles fotocopiarem meu bilhete. Contudo, acredito que eu tenha sido o único passageiro que fez essa solicitação. Na minha ingênua visão de consumidor, eu acho que seria dever da companhia procurar os clientes para oferecer esse direito. A comida oferecida não era tão saudável (um hamburgão com batatas fritas e um suco) mas me alimentou. Pelo menos essa refeição foi melhor que a que eu tive num atraso com a Avianca no Brasil, no qual me ofereceram um voucher de 20 reais para gastar num lugar onde um misto quente de pão de forma custava 14 reais. Não conheço a legislação aérea internacional, não sei se é obrigação da companhia, de qualquer forma não tive atendido um pedido de acesso à internet para comunicar o atraso.

Durante esse almoço, conheci uma brasileira que mora há 22 anos em Santa Cruz de la Sierra. Ela me falou que a Aerosur é uma companhia muito boa. Eu falei que estava irritado com a falta de pontualidade da empresa, mas ela me disse que eu é que estava tendo azar, que a empresa não é assim. Claro, fiz quatro voos e tive três atrasos, fiquei com uma imagem ruim. Mas ainda consigo acreditar nessa brasileira.

Após entrar na sala de embarque, para pagar o voo das 13h30, mais uma desagradável surpresa. Como se não bastasse terem adiado meu voo, a decolagem teve um atraso de uma hora. E o painel exibia o voo para as 14h30, com a expressão “demorado” ao lado. Já eram 14h45min e o painel continuava exibindo que o voo sairia às 14h30. Nesse momento, chamaram os passageiros para embarque. O saguão da sala de embarque foi tomado por aplausos irônicos à companhia.

Esse atraso me deixou muito irritado com a Aerosur. Eu deveria ter chegado a Asunción às 8h30 e só cheguei às 18 horas. Como eu ainda pegaria um ônibus, isso significou que eu cheguei às 05h30 do outro dia na fronteira com o Brasil, representando um desconforto para mim e para as pessoas que me receberam na chegada. Esse atraso quase me fez decidir por dormir em Asunción, cidade onde se encontram bons hotéis por aproximadamente R$ 50 a diária. Mas como eu comecei a viagem em Orlando e viajei por 46 horas no total, queria muito chegar em casa.

Outro ponto negativo – imagino que a Aerosur não aprendeu algo que as companhias aéreas brasileiras parecem ter aprendido na época do apagão aéreo: quando existe um atraso, o passageiro gosta de saber o porquê da demora. É muito estranho, porque o avião fica parado no finger, não se vê ninguém trabalhando no avião e ninguém chama para embarcar. Sem falar que Santa Cruz de la Sierra é a central das conexões da Aerosur. Pelo menos um avião reserva deveria estar posicionado lá sempre. Enfim, atrasos podem ocorrer em qualquer lugar, menos lá.


Aviões / Serviço

O voo entre Asunción e Santa Cruz de la Sierra foi num Boeing 737-300 com a configuração dos assentos 3-3, semelhante aos voos domésticos brasileiros. De qualquer forma, eu possuo 1,73m, e fiquei sentado confortavelmente. Havia uma primeira classe no avião, que não era novo e tinha alguns sinais de uso.

O voo principal, entre Santa Cruz e Miami, foi feito em um simpático Boeing 767-200, apelidado de Sharko, com um desenho que lembra o personagem Tutubarão. Esse avião estava configurado em 2-3-2, também com um bom espaço entre as poltronas. A volta entre Miami e santa Cruz de la Sierra também foi de Sharko, que é o avião que faz os vôos para lá. Não sei por que motivo, mas na parte de traz do avião não havia os famosos assentos flutuantes, talvez alguém os tenha retirado para flutuar com eles. De certa forma é um prejuízo para a companhia, pois o avião estava lotado e eles não puderam vender uns seis assentos.

O voo VVI-ASU foi feito no Sicurí, um 737-300 que possui uma cobra desenhada (Sucuri). O Sicurí é semelhante ao primeiro avião, que não tinha nenhum desenho especial na fuselagem. O maior avião da companhia é o Súper Torísimo, um Boeing 747-400 com um touro que homenageia seu destino, a Espanha. Acho interessantes todos os animais desenhados nos aviões da Aerosur. São os aviões com a pintura da parte externa mais bonita que eu conheço.

Existe também o detalhe de que aparentemente a tripulação não falava português. Eu sou fluente em espanhol, não precisei disso, mas se eu solicitasse talvez haveria alguém que falasse português, não quis verificar. Bom, mas outras línguas fazem parte de uma viagem ao exterior, não vejo isso como um problema. Um dos motivos que me levou aos Estados Unidos foi o fato de poder aperfeiçoar o meu inglês.
Refeições

Nos voos internos da América do Sul, serviram um pãozinho com presunto e queijo. Algo um pouco melhor do que os voos domésticos brasileiros. Chamou a atenção de que no voo de ida não me ofereceram guardanapo, e o lanche tinha uma farinha em volta que sujava as mãos. No voo em que o guardanapo foi oferecido, não possuía a logomarca da empresa, era daqueles comuns que se compra em supermercado. Bem diferente das companhias brasileiras, que sempre colocam um desnecessário guardanapo para comer meia dúzia de amendoins. Embora o guardanapo seja um mero detalhe, achei que valia o comentário. Não dou tanto valor isso, mas expressa a imagem que a empresa quer passar ao cliente.

No voos VVI-MIA e MIA-VVI, a refeição servida foi uma janta. Na ida, foi um arroz com salada e as opções carne e frango. Como bom gaúcho, optei pela carne. Estava muito bom. Apesar de simples, estava quente e bem preparado. Na volta, as opções continuaram carne e frango, mas acompanhadas de uma massa tipo capelletti e legumes. As refeições vinham com uma pequena sobremesa, como um bolinho doce. Também apreciei bastante. Embora eu não beba álcool, me pareceu ser um ponto forte da Aerosur o fato deles terem oferecido vinho nas opções branco e tinto, algo que eu imagino que seja um privilégio de poucas empresas.
Entretenimento

O entretenimento das aeronaves é bem restrito. Havia apenas um espaço no braço das poltronas com 10 opções de rádio, como clássica, anos 80, ritmos caribenhos, dentre outros. Contudo, a empresa não oferece fones de ouvido – utilizei um fone que recebi em um voo doméstico brasileiro. Outra opção de entretenimento é a revista de bordo da Aerosur. Havia uma reportagem sobre o carnaval no mundo, na qual falaram que a Bahia está se esforçando para que seu carnaval se torne uma manifestação popular menos comercial. Apesar dessa cômica falta de informação, é uma boa revista. A Aerosur ainda oferece cobertores para os passageiros, que são recolhidos após o voo.

Outra interessante opção de entretenimento é o “aero free shop”. A Aerosur vende alguns produtos como perfumes e relógios no ar, após servir as refeições. Nos bolsões, há uma revista com os preços. Os valores são bastante convidativos, mesmo para mim, que vivo a uma hora de carro da fronteira com o Paraguai. Mais baratos até mesmo que no destino final Miami, para onde as pessoas vão fazer compras. Acho que para brasileiros de cidades distantes das fronteiras, esse “aero free shop” seria o paraíso.


Chegada

Eu ouvi um comentário sobre a Aerosur de que é ruim por que é boliviana. Ou de que os trâmites da entrada nos Estados Unidos poderiam ser dificultados pelo fato de que seria um avião cheio de bolivianos. Achei esse comentário extremamente preconceituoso. Eu não gosto que me enxerguem mal por ser brasileiro, em contrapartida não acho legal ver bolivianos, paraguaios ou pessoas de qualquer nacionalidade da mesma maneira. De qualquer forma, Miami é uma das principais portas de entrada dos Estados Unidos. A imigração em Miami é demorada para todo mundo. Depois de sair do avião, todos os passageiros de todos os lugares se misturam. Fiquei mais de meia hora na fila para entrar no país.

 

Dicas

– A área de alimentação da sala de embarque no aeroporto de Miami fica umas duas horas antes do vôo da Aerosur. Se quiseres jantar antes de partir, faça isso antes de embarcar.

– Não sei se é por causa dos impostos, mas se estiver buscando preço, considere diversas cidades sul-americanas na hora de escolher um ponto de partida para outros continentes. Por exemplo, os R$ 700 de diferença entre sair de Guarulhos ou Asunción poderiam pagar uma ida e volta de Guarulhos a Asunción. As vantagens de fazer isso seriam a de conhecer mais uma cidade e acumular milhas aéreas.

– Lembre-se de que, ao ir para outro país, caso você entre por terra, sua cota para trazer produtos não é de 500, mas de 300 dólares. Contudo, você pode chamar outras pessoas para te pegar do outro lado da fronteira para dividir as cotas, não acredito que isso seja ilegal. Mas, verifique se existe alguma cota para produtos importados no país para o qual você está indo antes de chegar ao Brasil.

– Voos domésticos nos EUA são muito baratos. Embora eu tenha relatado a minha viagem para Miami a pedido do site Melhores Destinos, fiquei uma semana em Las Vegas e outra em Orlando. Recomendo comprar a passagem para o lugar dos EUA que for mais barato, e de lá pegar um voo para o destino desejado. Mas preste a atenção: a maioria das companhias aéreas estadunidenses cobra uma taxa de US$ 25 para despachar uma mala.
Conclusão

É impressionante ver o crescimento de uma empresa boliviana em um cenário internacional de crise. A Aerosur está expandindo suas rotas e em breve ligará Santa Cruz de la Sierra a cidades brasileiras de certa forma esquecidas pelas companhias nacionais, como Foz do Iguaçu, Campo Grande, Cuiabá, Rio Branco e Manaus. Em termos geográficos, o aeroporto Viru Viru é uma opção mais fácil do que Guarulhos ou Galeão para voos internacionais. Em termos logísticos também, já que é um aeroporto muito mais funcional. A Aerosur ainda possui um programa de milhas, que infelizmente só podem ser usadas na própria Aerosur.

Não acho que devamos atribuir os problemas da Aerosur ao fato de ser boliviana, a não ser que também reconheçamos que as qualidades da Aerosur também se devam ao fato de ser boliviana. Isso é preconceito. Reitero que o terceiro mundo em termos de infraestrutura aeroportuária chama-se Brasil e isso não é culpa de que somos brasileiros. Atrasos ocorrem em empresas aéreas brasileiras e não é por que elas são brasileiras. Talvez a Bolívia e o Paraguai sejam os países mais pobres da América do Sul, mas o serviço prestado nos aeroportos é muito bom. Entre pegar um avião no Brasil ou no Paraguai, eu não tenho a menor dúvida de que prefiro o Paraguai e, inclusive, estaria disposto a pagar um pouco mais caro para desfrutar da qualidade do aeroporto de Asunción.

A Aerosur oferece serviços simples, leva a fundo o conceito low cost, low fare. Tive algumas surpresas positivas com a empresa, senti falta de algumas coisas, mas estaria plenamente satisfeito com a companhia se não fossem os atrasos. A falta de pontualidade da Aerosur me deixou com uma visão muito negativa da experiência de voar com eles. Contudo, eu ainda prefiro acreditar que tive azar. Caso os preços continuem bastante inferiores aos das demais empresas aéreas, eu estou disposto a dar uma segunda chance à Aerosur.

 

Agradecemos ao Vicente por este relato detalhado de sua viagem, que certamente será importante para que outros leitores optem ou não pela Aerosur. E você? Já viajou pela companhia dos aviões mais “estilosos” do mundo? Deixe sua impressão nos comentários abaixo! Se fez ou vai fazer uma viagem com alguma empresa aérea que ainda não foi avaliada aqui no Melhores Destinos ficaremos felizes em publicar sua avaliação: entre em contato com a gente pelo e-mail dicas@melhoresdestinos.com.br

 

 

Autor

Denis Carvalho - Editor chefe